O nascimento de uma puta de 22 anos parte 4 final

Olá, estamos aqui de novo. A María confirmou que vai participar do Poringa assim que terminar as provas, enquanto manda beijos molhados e deseja boas punhetas pra vocês. Como sempre, lembrando: essas histórias são 100% reais e, no dia em que eu não tiver mais histórias, vou avisar, ou a María e eu vamos buscar novas reais, o que der na telha, hehehe. Bem, vamos começar...

Chegado o dia, pego o rapaz e levo pra minha casa. Aproveito o trajeto pra conversar com ele, falo quais são as regras e depois começo a dizer que, uma vez entendidos os limites e tudo, o que temos que fazer é meter sem piedade. Incentivo ele a continuar penetrando além do fundo da boca, sorriso de orelha a orelha. Dessa vez sim, dessa vez eu arrumei o rapaz com a pica mais grande que encontrei, manejável e dócil, ao mesmo tempo que feroz e cúmplice de uma futura e brutal foda. Eu esfregava as mãos de ansiedade com o que tava por vir, ele tava mais que pronto pra ação, mas antes de meter no "quarto", decidimos tomar uns drinks. Enquanto terminamos as bebidas, aproveito pra descrever "o quarto"...

("O Quarto" é o que se pode fazer com quatro coisinhas. Tem um quarto vazio e decidi preparar um santuário do sexo pesado, do sadomasoquismo, da submissão. Comecei colocando música e uma geladeirinha com água, um pouco de decoração, luz negra, e o altar que montei com umas madeiras, quatro colchões velhos e fitas pra amarrar a Torola. Coloquei lubrificante, algemas e consolos, e esse era "o quarto")

...já que descrevemos o quarto, que temos o rapaz, terminamos os drinks e temos nossa putinha mais calma e bêbada, a gente leva ela pro "quarto" pra foder ela do nosso jeito. Vendamos os olhos dela e colocamos umas algemas, começamos a beijar e tocar ela freneticamente. Em questão de segundos, ela tava pelada, porque a roupa dela não atrapalhava as algemas, já que não tinha alças. Tamo super quentes, nossas mentes pensavam em múltiplas... coisas ao mesmo tempo, faziam cálculos matemáticos nível expert pra ver qual era a melhor forma de começar a usar esse pedaço de presente que a gente tinha nu, de joelhos e de boca aberta, mmmm que boca, parece óbvio o que fazer, mas quando você sabe que pode fazer o que quiser, que não vai ouvir um não como resposta, não consegue parar de pensar no que nunca pode fazer ou no que nunca fez, enfim..., chupar pica...

Começamos tímidos, mas um instante depois já esfregávamos nossas picas na cara dela enquanto falávamos.

Nós dois: vai comer elas inteiras? Tá com vontade, sua putinha? Isso, isso, mostra a língua...

Já não aguentava mais e enfiei meu pau na boca dela, a boca molhada dela fazia maravilhas com minha imaginação, agora sim eu já tinha certeza de tudo que queria fazer com essa puta, naquele momento tirei a venda dos olhos dela e olhei pra ela enquanto ela tinha meu pau na boca, segurando ela pelo cabelo enfiei todo meu pau na boca dela, aaaa mmmm deusss, vamos arrebentar você, segura ela falei pro cara, ele segurando ela pelas mãos e eu pela cabeça comecei a foder literalmente a garganta dela com tanta brutalidade que a saliva escorria pelos peitos deliciosos dela mmm tão molhadinhos, trocamos de posição e agora sou eu quem assiste o espetáculo, e claro que seria, com uns 23 ou 24 cm dela ia ter muita dificuldade pra engolir essa pica inteira, mas eu e ele íamos insistir até os lábios dela beijarem a base do pau, ele começou a empurrar e empurrar, ela tentava fazer mas não conseguia controlar as reações do corpo, coisa que eu agradecia, aqueles barulhos, aqueles engasgos tão brutais me excitavam pra caralho, e eu queria que continuasse assim, peguei a correntinha das algemas e com a outra mão a cabeça dela, olhei pro cara com cara de "continua empurrando, porra" e empurrei a cabeça dela contra ele, agora sim ela já tinha todo aquele pedaço de pica na garganta, ele pegou ritmo e velocidade, eu aproveitei pra enfiar no cu dela que já estava lubrificado, a cena era brutal, eu Enfincando nela pelo cu e segurando ela pelo cabelo enquanto ele deslizava toda a sua longa e grossa pica pela garganta dela enquanto a gente curtia os enormes engasgos dela, aquela bunda emoldurada com as ligas é linda ele me disse, logo ele também queria comer ela, relutante eu cedi o lugar, pouco depois de eu deixar ele gozou e eu logo depois também gozei na boca dela, a gente bebeu um pouco de água e tiramos as algemas dela e subimos ela no altar do sexo feito de colchões, agora vamos foder ela direito, jogando totalmente em cima dela comecei de novo a foder ela por trás outra vez com muita violência, agarrando ela pelos quadris fazendo muita pressão enquanto ele fazia ela chupar e voltou a foder a garganta dela, cena linda a da Torola fodida por duas picas violentas insaciáveis e selvagens, ela por outro lado tentava manter a compostura e com ar impassível ignorava os próprios reflexos e continuava permitindo as investidas brutais com grande prazer aparentemente, no entanto não conseguia esconder os enormes engasgos produzidos e até mesmo buscados por essas picas principalmente a dele já que seu tamanho impressionante era eroticamente engolido pela Torola, ele queria o cu dela de novo mas dessa vez eu não queria ceder, estava curtindo demais, naquele momento a Torola pediu pra gente castigar a bunda dela os dois ao mesmo tempo, apesar da voz dela tremer e parecer duvidosa do que tinha acabado de dizer, ela manteve o que disse e com isso nossa grande excitação, os comentários infelizes pra trêmula Torola começaram a ser ouvidos.
Ele: aaaah porra vou partir teu cu, vamos fazer você gritar puta
Eu: isso aí, o que você vai fazer se doer puta hein?, responde
Ela: (com voz inocente) vou gritar, mas vou deixar romper pra vocês gozarem
Eu: você quer?, quer que a gente use você?, quer ter nossas picas?
Ela: siim, quero me sentir puta, quero que vocês me usem como a puta que eu sou vamos, (voz alta) quero sentir como essas picas arrebentam porra
Começo a lubrificar tudo, a Bunda bem lubrificada e, respectivamente, cada uma daquelas rolas que a rasgariam, comecei a meter meu pau naquele cu já trabalhado anteriormente sem problema, mas quando comecei a entrar, ele começou a ocupar o espaço que já não tinha mais. O pau dele e o meu lutavam num espaço minúsculo para não escaparem, já que a pressão fazia com que saíssem com facilidade. Tudo era negativo: o atrito direto com outro pau e a constante falta de concentração por estarem sempre saindo. Mas... nem tudo era ruim. Havia algo que valia a pena: a cara dela, acompanhada dos seus gritos incríveis e balbucios onde se entendiam coisas como:

Ela: aaaa porra sim, metam duro, me destruam, porra!

Isso fazia com que a penetrássemos ainda mais rápido, forte e fundo. O atrito entre os dois gerava calor suficiente para pegar fogo, mas a gente nem ligava. Então, os três tivemos uma gozada enorme quase simultânea. Não saberia dizer quem foi primeiro ou último, naquele momento não tava pra histórias. O cu dela cedeu o suficiente e a gente se virou. Já fazia um tempo que a gente fodia o cu dela como uns selvagens. Tudo era tão violento, duro e intenso que a gozada foi monumental. Quando tirei, tava toda cheia de porra dos dois, e agradeço, porque foi digno de ver como ela limpava ambos os paus com aquele cu bem dilatado e aquela cara de puta limpando paus. Foi impressionante. Terminamos gozando de novo com a boca experiente de puta dela. Essa mulher é deliciosa e entregue, continua repetindo uma e outra vez do meu jeito. Agora, inclusive, planejamos outro encontro com esse mesmo cara, que a gente não vê desde então, já faz uns 2 anos. A próxima história se passa numa viagem onde a Torola foi "assediada e derrubada". Até a próxima.

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