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Compêndio IAinda tô puto com a companhia aérea. Sei que a Verónica nem sempre usa as melhores roupas, mas na hora que ela senta no lugar dela, aparece uma aeromoça falando que ela se enganou de classe, acho que é uma falta de respeito do caralho.
Não dei tempo pra elas se trocarem, e ela tava usando um vestido inteiro, bem simples, com colares e sandálias. Ela adora esse tipo de vestido, por isso sempre achava que o Sergio devia aproveitar, levantando a saia dela e abusar daquela intimidade tão acessível. Como de costume, também não tava usando sutiã.A Amélia, por outro lado, tava mais sóbria, usando uma calça jeans azul e uma das camisas brancas dela, com a carinha de um anjinho no peitão, e a Violeta, bom, ela tava usando uma saia rosa e uma blusa.
Sonia, por outro lado, era mais executiva e usava uma saia preta de couro e uma camisa branca. Embora no começo tenha brincado comigo, foi muito hospitaleira com elas, já que era a primeira vez que subiam num avião.
Exceto a Violeta, todas elas (incluindo a Sonia) tinham medo da decolagem, mas como é uma experiência que você precisa viver pelo menos uma vez, falei pra Verônica sentar do meu lado direito, perto da janela, pra ela ver como era seguro. Sonia sentou do meu lado esquerdo e as meninas sentaram na fileira da frente.Foi trágico-cômico quando ofereceram a comida. Ela me perguntou baixinho qual era a mais barata, e eu disse que não importava, que ela podia pegar o que quisesse e quantas vezes quisesse, já que tava tudo incluído na passagem.
Também mostrei que os assentos tinham massagem embutida, então liguei pra ela e ela ficou tão confortável que dormiu. Foi aí que pude conversar tranquilamente com a Sonia.
— Você é um verdadeiro guloso! — disse a Sonia, zoando, enquanto a Verônica dormia pacificamente. — Agora todas as mulheres vão estar na sua casa e você vai viver deitado o dia inteiro!
— Claro que não! — falei, com a cara envergonhada. — Na real, tô levando elas porque não têm outro lugar pra ficar e pra me ajudar a construir uma relação normal com a Marisol.
Sonia me olhou meio triste.
— Então você ainda quer isso... — ela disse.
— Sonia, eu te amo e não nego que curto muito sua companhia, mas o fato é que não sou do tipo que fica satisfeito em ter uma namorada em cada casa. Acho que sou estranho... mas eu gostaria de ficar com uma mulher só. — respondi.
Ela sorriu.
— Marco, você não precisa se preocupar! — ela disse. — Sei que no fundo não é sua intenção fazer isso, e às vezes me sinto culpada por te provocar tanto, mas... sei lá. Você faz isso tão gostoso e me sinto tão querida por você, que esqueço que não tenho um parceiro. Não crio ilusão de que um dia você vai largar a Marisol, fugir comigo, casar e formar uma família, porque você é muito apaixonado e sei que sua consciência pesa por fazer isso comigo... mas eu tento te ver como um "namorido de quebra-galho". Você não é o namorado ideal, mas pelo menos me faz sentir Bem, até eu encontrar outro."
"Valeu!" falei, meio triste.
"Como eu te falo... não sei, Marco... acho que parte do seu charme é que, no fundo, você não quer fazer isso e... bom, toda vez que eu faço... sinto como se estivesse me aproveitando de você. Por isso, cada oportunidade que aparece... eu aproveito ao máximo... Entende?..." ela disse, mas depois fez uma cara como se lembrasse de algo. "Marco, você pode me acompanhar?"
"Pra onde?"
"Pro banheiro." Ela disse, com um sorrisão.
"Mas você sabe onde fica!" falei.
"Claro que sei!" ela me respondeu, me olhando com uns olhos enormes. "Mas você sabe o que falam sobre sexo no banheiro de avião... e... quero aproveitar que é nossa última viagem."
"Não, você fala isso porque adora que te ouçam transando!" retruquei, meio sem graça.
"Claro que não! Não gosto que o povo pense... que sou uma puta ou algo assim!" ao falar isso, os olhos dela mudaram. "Vamos, anda!"
"Tá bom! Mas só dessa vez! Quero pedir um suco natural!" concordei, envergonhado.
Não adiantava nada me opor. Como ela diz, ia me provocar e provocar, até a gente fazer. Pelo menos, assim, a gente comia mais rápido.
Desviamos das aeromoças e entramos no banheiro. Surpreendentemente, era minúsculo. Pensei que por ser primeira classe, fosse maior, mas a real é que mal dava pra ficar em pé juntos. Tinha um vaso, uma pia, um espelho, um sabonete líquido, um secador elétrico e uma lâmpada, num espaço de 2x3m.
"Ainda quer fazer?" perguntei, meio decepcionado.
Mas ela tava decidida.
"Se outros fazem..." ela disse, sentando no vaso e abrindo minha calça.
"Tá bom!" falei, enquanto ela enfiava meu pau na boca. "Mas... tem que prometer... que não vai gritar..."
Ela sorriu, com um pouco de saliva nos lábios.
"Você vai ter que dar um jeito de eu não gritar!" disse, com uma voz sensual.
Digo pra vocês: Ela é uma mamadora experiente. Mesmo depois de umas duas horas metendo bem forte nela, de novo, ela continuava enfiando tudo no fundo da garganta.
“Acho… que estou pronto!” falei, sentindo minha ereção no talo.“Sim, mas quero engolir! Não vou provar até segunda!” ela disse, chupando de um jeito incrível.
Eu estava no paraíso e ela me olhava com uns olhos de puta, enquanto lambia o pau da base à ponta. Até dava uns chupões na cabeça, com beijinhos pequenos, que faziam sentir ainda melhor.
“Dá pra… se apressar?... você tá me deixando agonizando… devagar.” Falei, porque mesmo que eu fosse gozar uma hora, sabia que ela podia chupar melhor e queria me livrar daquilo logo.
“Que malvado! Você tem um gosto gostoso e vou sentir falta!” ela disse, suspirando. “Tá bom! Vou te dar o que você quer!”
Ela fez uma daquelas gargantas profundas e em 2 minutos, eu gozava pra caralho na boca dela.
“Essa sopa é deliciosa!” ela disse, limpando os restos que ficaram nos lábios dela e no meu pau.
“Tá satisfeita agora?” falei, me sentindo entre violado e satisfeito.
“Claro que não! Quero sentir você dentro! O fim de semana vou passar com meus brinquedos e nenhum é tão bom quanto você!” ela disse, se levantando e olhando o banheiro.
“Tá me dizendo que me vê como um brinquedo?” falei, enquanto ela tentava se ajeitar em cima da pia.
Era alta demais e ficava muito desconfortável. Quando o assunto é sexo, a Sonia pode ser muito decidida. Ela se apoiou no vaso, pra gente fazer de quatro, mas ficava apertado demais. Finalmente, ela se colocou de frente pra pia e aí a gente tinha espaço suficiente pra se mexer.
“Trouxe camisinha, né?” ela perguntou, enquanto me desabotoava a calça.
“Claro que não!” respondi, meio irritado. “Não pensei que ia precisar num voo de 4 horas!”
“Ah, tá bom! Não fica bravo!... do mesmo jeito, eu gosto mais quando você mete por trás.” Ela disse, enquanto levantava a saia.
Eu tava ainda mais envergonhado…
“Você não tá de calcinha?” perguntei, ao ver como sentia a… Buraco só de levantar a saia dela.
“Na verdade, eu pensei que sua surpresa ia ser durante o voo… e queria facilitar as coisas pra você… mas é gostoso pra caralho andar assim.” Ela disse, começando a rebolar.
“Não vou te julgar!... afinal, você me convenceu a fazer isso… mas te peço que dessa vez seja discreta… não seria difícil sermos pegos e todo mundo ver…” falei, sem medir as consequências.
Ela ficou excitada e começou a enfiar com mais força.
“Por que… você… fala essas coisas?... Me deixa mais tesuda!” ela disse, começando a levantar a voz.
Eu tava fudido. Não queria ser pego, então enfiei 2 dedos na boca dela pra ela chupar.
“Se diverte com isso!” falei, enquanto ela começava a gemer.
Ela chupava meus dedos de um jeito sensual pra caralho, quase como fez com meu pau. A saliva dela era grossa e pegajosa.
Ela pegou minha mão livre e fez eu acariciar os peitos dela, mas quando comecei a bombar com mais força, ela me fez masturbar ela, acariciando o clitóris e enfiando os dedos na buceta dela.
Gozei um monte no cu dela. Mas pra limpar, demoramos um tempão por causa do espaço apertado.
“Sem calcinha, você vai feder a sexo!” falei, meio preocupado.
“Foda-se! Enquanto for você, não tenho vergonha!” ela disse, muito mais aliviada.
Abrimos a porta e uma aeromoça nos viu. Pela cara dela, vinha nos repreender, mas aí a Verónica apareceu.
“Marco! Senhorita Sonia! Que bom que encontrei vocês!” disse ela, feliz em nos ver.“A gente estava no banheiro!” falei.
“Vou voltar pro meu lugar!” disse Sonia, pra nos dar um pouco de privacidade.
“Que ótimo!... Queria te pedir uma coisa... meio estranha... mas acho que você vai me entender.” Disse ela, meio envergonhada.
“Fala o que você precisa!”
“Você poderia... me acompanhar até o banheiro?” disse ela, toda corada.
“O quê?” perguntei, surpreso.
“Não pense que quero fazer algo esquisito!...” respondeu ela, muito envergonhada. “Mas nos filmes, sempre falam que esses banheiros sugam você... e então... tô com um pouco de medo... e acho que não vou segurar meu xixi.”
Então entrei no boxe ao lado. Não queria que ela sentisse o cheiro de sexo da Sonia. Ela sentou no vaso, enquanto eu segurava a mão dela e esperávamos ela esvaziar a bexiga.
“Sabe?... O que você fez por mim hoje... foi uma das coisas mais lindas que você já fez...” disse ela, meio emocionada. “Eu tava com muito medo, porque te via tão amigo do Sergio, mas nunca pensei que você faria algo assim...”
“Bom, eu não ficaria tranquilo se vocês ficassem abandonadas e sem lar no meio do nada.” Falei, olhando nos olhos verdes profundos dela e reparando parte do decote e dos peitões enormes.
Senti ela mijando. Ela não quis me olhar, por vergonha, mas comecei a ficar excitado. Quando terminou, falou comigo de novo.
“Pois é, nem o Sergio... quando a gente namorava... tinha feito algo assim...” disse ela, percebendo como meu volume crescia. “Marco, você tá ficando excitado?”
“Desculpa, é que não consigo evitar! Seus peitos são tão apetitosos!” confessei.
Ela ficou toda vermelha...
“Mas Marco... eu sou muito mais velha!... quase poderia ser sua mãe... tô meio velha... e meus peitos não são tão firmes... ou bonitos como os da Amelia.” Disse ela, cobrindo o decote, mas sem parar de olhar pro volume.
“Mas eu te acho muito gostosa... e você me excita pra caralho!” falei.
“Sério?” perguntou ela, com aqueles lindos olhos verdes.
“Sim!” Você é uma mãe muito gostosa..." respondi.
Ela riu.
"Marco, como você me fala essas coisas?" ela me olhou nos olhos, sabendo que eu não estava brincando. Deu um suspiro e perguntou: "Você acha que eu posso... fazer alguma coisa... pra te fazer sentir melhor?"
"Você podia chupar, se não se importar, claro!" falei, meio envergonhado.
"Adoraria!" disse ela, abaixando o zíper da minha calça. "Nossa! Sempre me impressiona como é grossa..." falou, colocando na boca.
Não é a mesma chupada da Sonia, que gosta de ter na boca e chupar como se fosse um doce. A Verônica faz como se tivesse sede... não sei descrever... como se fosse uma criança pequena, ansiosa pela mamadeira.
"Você tá tão duro!... Tô ficando muito molhada!..." dizia ela, começando a se masturbar.
"Você também!... Quero meter na sua buceta!" falei, ajudando ela a se levantar.
Tentei encaixá-la sobre a pia e entrou sem problemas. A bucetinha dela ficava bem na altura do meu pau e, melhor ainda: eu podia chupar os peitos dela.
"Ai, não faz isso!... Vou gemer e todo mundo vai ouvir!..." disse ela. É bom que ela seja tão recatada quanto eu, de verdade.
Enfiei os mesmos dedos na boca dela e ela começou a chupá-los com a mesma paixão que a Sonia."Marco... tô me sentindo tão bem!... nos peitos... e na minha bucetinha... mas... cê podia enfiar... uns dedos no meu cu?... Seria foda!" ela disse, ofegante.
"Mas... não vou poder chupar seus peitos!" falei, muito excitado, metendo nela.
"Relaxa... eu seguro eles pra você!" ela disse, pegando os próprios peitos com as mãos.
Obedeci...
"Ai!... Tô me sentindo tão gostosa!... Cê tá entrando em todos os meus buraquinhos!... E ainda chupa meus peitos!... Cê é foda!" ela disse, gozando.
Ficamos assim até eu começar a meter mais forte. Beijava ela apaixonadamente na boca, enquanto sentia os peitos dela se esmagarem contra os meus.
"Tô vendo... uns pontinhos de luz!... Cê manda muito bem!..." ela dizia, gozando sem parar.
"Verônica... vou gozar!" falei, me segurando até o último segundo.
"Por favor, goza!... Enche minha buceta de porra!... Ah!..."
Tive que beijar ela, enquanto gozava dentro. Foi tão intenso que senti que a boca dela teria gritado se não tivesse me beijado.
"Isso... foi muito bom!" ela disse, ainda abraçada em mim, enquanto esperávamos meu pau amolecer.
"Não pense... que por ser mais velha... cê é feia!... Acho você uma delícia!" falei, tentando recuperar o fôlego.
Ela riu.
"Cê é um amante foda!" ela disse, suspirando e beijando meu ombro. "Cê transa gostoso pra caralho e sempre tem algo legal pra falar!"
Passamos mais um tempo, me limpei de novo e saímos do banheiro. Verônica se ajeitou no vestido e saiu toda envergonhada. A mesma aeromoça de antes me reconheceu de novo, mas ficou surpresa ao ver que não era a Sonia e, pelo visto, a Verônica tinha saído muito satisfeita.
Quando eu estava a alguns passos de falar com ela, a Amelia nos cumprimentou.
"Oi!" ela disse.
"O que cê tá fazendo aqui? Cadê a Violeta?" perguntou a mãe.
"A senhorita Sonia ia cuidar dela enquanto a senhora voltava. Ela me disse pra vir ao banheiro porque o Marco tinha... uma coisa muito importante pra me ensinar."
Verônica me deu um olhar safado, enquanto Amélia estava na expectativa. Pensei: "Já foram duas. Que mal vai me fazer uma terceira?"
Entramos no banheiro e nem precisei de um boquete. Quer dizer, os da Amélia são uma delícia, porque ela é tão dedicada e preocupada com os detalhes, mas eu já tava meio duro quando ela começou a chupar.
Não era minha intenção gozar na boca dela, mas o movimento da língua dela é tão gostoso... que meu corpo não aguentou.
Ela ficou fascinada. Acho que ela adora o meu gosto.
Aí, eu ajeitei ela igual a Sônia, já que não tava com camisinha. Ela tava toda feliz e enquanto eu enfiava no buraquinho quentinho dela, ficava excitado vendo o balanço dos peitos dela.
Curiosamente, ela lambia o próprio reflexo no espelho…“Marco!... Tô com saudade da mamãe!... Dá pra enfiar teus dedos na minha bucetinha?... E queria sentir alguma coisa na boca… Cê pode me beijar?”
Melhor que isso, repeti o que tinha feito com a Sônia e a Verônica. A língua dela tava inundada de saliva grossa e bem grudenta.
Enquanto ela maximizava o prazer, apertando os próprios peitos. Eu tava no céu…
Gozei uma última vez e tava exausto. Ela me agradeceu pelo voo e pelo que a gente tinha feito, então a gente se limpou e voltou pros nossos assentos. Fui surpreendido pela terceira vez pela aeromoça, mas dessa vez ela não falou nada.
Como a Verônica tava no lugar da Amélia, cuidando da Violeta, falei pra ela sentar na janela, pra aproveitar pelo menos um pouco o pouso.
“Tudo bem?” disse a Sônia, sorrindo com malícia.
“Sim, sem problemas!” apertei o botão e chamei a comissária.
Pra minha surpresa, apareceu a aeromoça que me pegou 3 vezes.
“Pois não?” ela disse, com um olhar estranho… como se tivesse dificuldade de se manter profissional.
“Quero um suco de pêssego!” falei, finalmente.
“Desculpa, mas o avião vai pousar em 10 minutos e não podem ser servidas bebidas durante o pouso!” ela disse, indo embora.
A Sônia riu e eu também. Tomaria alguma coisa no aeroporto.
De novo, elas se assustaram no pouso, mas eu segurei as mãos delas. Quando a gente tava saindo, a aeromoça dos sucos se colocou no meu caminho pra se despedir, me entregando um papelzinho. Ela se chamava Jéssica e queria que eu ligasse pra ela.
Sônia deu uma risadinha discreta ao ler o bilhete.Pela primeira vez, quando cheguei em casa, tanto a Marisol quanto a Pamela estavam felizes em nos ver, a mim e à Sônia, chegando. Mas ficaram ainda mais surpresas ao ver que a gente olhava para cima da escada rolante, e a mãe delas e as irmãs estavam chegando junto com a gente.
A Marisol ficou encantada com a imagem da família dela, mas a Pamela fez aquela cara de poucos amigos que eu já tava acostumado a ver.
Com certeza, as coisas iam mudar de vez por aqui…Seguinte post
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