Conheci a Mariel na faculdade. Naquela época, o cabelo dela era vermelho, relativamente curto, com um rosto lindo e um sorrisão. E uma bunda que me hipnotizava. Ela sempre usava calças sociais que ajudavam a valorizá-la.
Com o tempo, virei amigo dela. Não era minha intenção, já que eu gostava muito dela, mas naquela época eu era muito tímido, inseguro e, principalmente, um baita de um otário. Saíamos juntos, seja com amigos em comum ou não. Dormimos juntos, e eu, por imbecil, não fiz nada.
Dez anos depois, ainda falo com ela. Ela continua igualmente gostosa, mas com o cabelo mais curto e moreno. Nesses dez anos, muita coisa aconteceu. Ela descobriu que eu gostava muito dela, e que ainda gosto. Ela me disse que também gostava de mim. E isso abriu o jogo. Começamos a falar muito sobre nossos gostos sexuais e outras coisas.
No meio de tudo isso, nos vimos algumas vezes. Nos beijamos, nos apalpamos, e até tentamos transar, mas ambos estávamos extremamente tensos, e foi uma grande cagada.
O tempo foi passando, e continuamos falando de fantasias e gostos, até que um dia, não sei bem como, comentei sobre minha fantasia mais secreta: que eu gostava de transar com caras. Ela ficou surpresa e começou a me perguntar coisas, como se eu era ativo ou passivo, entre outras. Contei que era passivo, que já tinha tido experiências. Ela me contou que essa era uma fantasia dela: ver dois caras transando. Isso abriu um sem-fim de possibilidades e fantasias. Algumas delas, vou relatar a seguir...
Ela & Eu
Descia no elevador, ansioso, nervoso. Abriu a porta, saio e a vejo. Esperando que eu abra, em leggings pretas, como eu tinha pedido. Com aquele sorrisão, me olhando nos olhos. Ela estava linda.
Abro a porta, a cumprimento com um beijo na bochecha, faço ela entrar e conversamos besteiras enquanto esperávamos o elevador. Entramos, as portas fecharam, o elevador começou a subir, e no meio do caminho eu o paro, a espremo contra uma das paredes do elevador e dou um beijo na boca dela. Ao que ela responde com Vontade. Começamos a nos beijar desesperados. Meti minhas mãos nas calças dela e comecei a tocar aquele bunda que tanto tinha desejado. Era tão macia quanto imaginei. A pele era uma loucura. Continuei passando a mão e puxei a calcinha fio-dental para apalpar um pouco mais, enquanto ela tocava no meu pau por cima do jeans. Eu já estava durão, com a cabeça a mil. Ela abriu meu jeans, tirou meu pau e começou a me masturbar. Enquanto isso, eu brincava com a sua buceta e o cuzinho dela. Não aguentava mais! Me virei, me ajeitei rápido e ativei o elevador, queria entrar logo no apartamento e foder ela.
Entramos no apartamento, e assim que fechei a porta, a empurrei contra a parede e continuamos nos beijando, enquanto nos despíamos mutuamente, desesperados. Tirei a blusa dela, e ela não tinha sutiã, me deixou ainda mais louco. Seus peitos divinos, no lugar, com uns mamilos duros, escuros. Me joguei sobre eles, enquanto tocava na bunda dela por dentro da legging. Ela se arqueava para que eu pudesse chupar melhor seus peitos. Virei ela, a forcei contra a parede, e baixei as calças junto com a calcinha, até os tornozelos. Ela estava pelada, toda para mim. Comecei a apoiá-la, enquanto com uma mão tocava seus peitos, e com a outra a enforcava levemente, e beijava sua nuca. Fui descendo por suas costas, até sua bunda. Beijei, beijei suas nádegas e fui entrando no seu cu. Ela deu uma empinada, suas nádegas se separaram, tinha seu buraquinho para mim, e comecei a chupar, a enfiar a língua. Ela gemida, agarrava minha cabeça com uma mão e com a outra se apoiava na parede. De vez em quando escapava uma lambida na sua buceta.
Mariel se virou bruscamente, me forçou a levantar e se ajoelhou. Abriu minhas calças, as baixou, e fez o mesmo com minha cueca. Meu pau saiu disparado para a cara dela, e ela não hesitou. Enfiou na boca, chupava desesperadamente e muito bem. Enfiava tudo na boca. Eu olhava como ela me chupava, olhava seu rosto lindo, de puta. De vez em quando ela Tirei da boca dela, saboreei seus lábios e ela me sorriu. Eu a tinha ali, de peitos pra fora, com a calça nos tornozelos, de joelhos e me chupando. Levou 10 anos, mas valeu a pena.
Tirei da boca dela, fui pro sofá e sentei, sem dizer uma palavra. Ela veio engatinhando e voltou a comer. Chupava meu pau e as bolas, e brincava com os dedos na minha bunda. Eu estava com o pau quase explodindo, então a afastei, me levantei, levantei ela e a sentei no sofá. Eu me ajoelhei. Tirei os tênis e a calça dela, e abri suas pernas. Tinha a buceta dela só pra mim. Mergulhei de cabeça pra chupar, estava molhada, com gosto de buceta quente. Também chupava sua bunda, enquanto ela apalpava os próprios peitos. Ela pediu pra parar e que eu sentasse... e eu fiz isso. Ela sentou em cima de mim, pegou meu pau e enfiou na buceta. E começou a me cavalgar.
— Quando estiver quase gozar, me avisa, quero engolir.
Esse comentário me fez explodir. Comecei a meter mais forte. Ela agarrava as próprias nádegas e as abria, enquanto eu passava meus dedos no seu cu, e mordia seus peitos. Mariel se levantou de repente e disse "agora você me come". Peguei suas mãos, e a levei pro meu quarto. Joguei na cama, de barriga pra cima, coloquei as pernas dela no peito, e enfiei sem piedade. Comecei a meter com fúria, do jeito que eu gosto, ela gemendo e se agarrando no lençol. Começamos a ofegar os dois, estávamos quase gozando. Ela começou a gritar e eu senti sua buceta se contraindo no meu pau, comecei a meter mais forte, estava quase gozando.
Tirei, e ela entendeu a mensagem, rapidamente veio pro meu pau, o primeiro jato caiu na sua bochecha. O segundo e os seguintes na sua boca. Mariel gostou, saboreou, e me mostrou como engolia. Era muito puta e eu adorava. Ficamos nus na cama, suados, cansados. Ela se levantou, foi ao banheiro, a vi andando nua, e meu pau já queria mais... queria aquele cu.
Quando Ela voltou, eu estava me masturbando com o pau meio mole. Ela se aproximou e colocou na boca. Começou a chupar.
- Quero seu cu - eu disse
- É seu... mas só se prometer que fazemos um trio com um cara - ela respondeu
- Pode considerar feito.
Ela continuou com o boquete, deixou meu pau duríssimo. Sentou de novo em cima de mim e posicionou no cu, começando a descer. Aquele cu era apertado, mas meu pau abriu caminho sem problemas. Mariel controlava o ritmo, que foi aumentando. Quando o cu já estava dilatado, ela começou a cavalgar forte.
- Fica de quatro - pedi
Ela não hesitou, mostrou aquele cu divino, aquele buraquinho recém-aberto, e eu enfiei. Comecei a meter.
- Goza dentro - ela disse, enquanto uma das mãos foi até a buceta para se masturbar.
Eu estava tão excitado, e o cu dela era tão apertado, que não demorei muito para enchê-la de porra. E enquanto meus jatos de gozo a preenchiam, ela chegava ao clímax com a masturbação.
- O próximo cu que quero ver é o seu, com um pau dentro - ela disse, olhando por cima do ombro. Eu tirei o pau, banhado em porra. O cu dela escorria gozo. E eu mal podia esperar para satisfazer o desejo dela de me ver com outro homem.
Mas isso é para outra história...
Com o tempo, virei amigo dela. Não era minha intenção, já que eu gostava muito dela, mas naquela época eu era muito tímido, inseguro e, principalmente, um baita de um otário. Saíamos juntos, seja com amigos em comum ou não. Dormimos juntos, e eu, por imbecil, não fiz nada.
Dez anos depois, ainda falo com ela. Ela continua igualmente gostosa, mas com o cabelo mais curto e moreno. Nesses dez anos, muita coisa aconteceu. Ela descobriu que eu gostava muito dela, e que ainda gosto. Ela me disse que também gostava de mim. E isso abriu o jogo. Começamos a falar muito sobre nossos gostos sexuais e outras coisas.
No meio de tudo isso, nos vimos algumas vezes. Nos beijamos, nos apalpamos, e até tentamos transar, mas ambos estávamos extremamente tensos, e foi uma grande cagada.
O tempo foi passando, e continuamos falando de fantasias e gostos, até que um dia, não sei bem como, comentei sobre minha fantasia mais secreta: que eu gostava de transar com caras. Ela ficou surpresa e começou a me perguntar coisas, como se eu era ativo ou passivo, entre outras. Contei que era passivo, que já tinha tido experiências. Ela me contou que essa era uma fantasia dela: ver dois caras transando. Isso abriu um sem-fim de possibilidades e fantasias. Algumas delas, vou relatar a seguir...
Ela & Eu
Descia no elevador, ansioso, nervoso. Abriu a porta, saio e a vejo. Esperando que eu abra, em leggings pretas, como eu tinha pedido. Com aquele sorrisão, me olhando nos olhos. Ela estava linda.
Abro a porta, a cumprimento com um beijo na bochecha, faço ela entrar e conversamos besteiras enquanto esperávamos o elevador. Entramos, as portas fecharam, o elevador começou a subir, e no meio do caminho eu o paro, a espremo contra uma das paredes do elevador e dou um beijo na boca dela. Ao que ela responde com Vontade. Começamos a nos beijar desesperados. Meti minhas mãos nas calças dela e comecei a tocar aquele bunda que tanto tinha desejado. Era tão macia quanto imaginei. A pele era uma loucura. Continuei passando a mão e puxei a calcinha fio-dental para apalpar um pouco mais, enquanto ela tocava no meu pau por cima do jeans. Eu já estava durão, com a cabeça a mil. Ela abriu meu jeans, tirou meu pau e começou a me masturbar. Enquanto isso, eu brincava com a sua buceta e o cuzinho dela. Não aguentava mais! Me virei, me ajeitei rápido e ativei o elevador, queria entrar logo no apartamento e foder ela.
Entramos no apartamento, e assim que fechei a porta, a empurrei contra a parede e continuamos nos beijando, enquanto nos despíamos mutuamente, desesperados. Tirei a blusa dela, e ela não tinha sutiã, me deixou ainda mais louco. Seus peitos divinos, no lugar, com uns mamilos duros, escuros. Me joguei sobre eles, enquanto tocava na bunda dela por dentro da legging. Ela se arqueava para que eu pudesse chupar melhor seus peitos. Virei ela, a forcei contra a parede, e baixei as calças junto com a calcinha, até os tornozelos. Ela estava pelada, toda para mim. Comecei a apoiá-la, enquanto com uma mão tocava seus peitos, e com a outra a enforcava levemente, e beijava sua nuca. Fui descendo por suas costas, até sua bunda. Beijei, beijei suas nádegas e fui entrando no seu cu. Ela deu uma empinada, suas nádegas se separaram, tinha seu buraquinho para mim, e comecei a chupar, a enfiar a língua. Ela gemida, agarrava minha cabeça com uma mão e com a outra se apoiava na parede. De vez em quando escapava uma lambida na sua buceta.
Mariel se virou bruscamente, me forçou a levantar e se ajoelhou. Abriu minhas calças, as baixou, e fez o mesmo com minha cueca. Meu pau saiu disparado para a cara dela, e ela não hesitou. Enfiou na boca, chupava desesperadamente e muito bem. Enfiava tudo na boca. Eu olhava como ela me chupava, olhava seu rosto lindo, de puta. De vez em quando ela Tirei da boca dela, saboreei seus lábios e ela me sorriu. Eu a tinha ali, de peitos pra fora, com a calça nos tornozelos, de joelhos e me chupando. Levou 10 anos, mas valeu a pena.
Tirei da boca dela, fui pro sofá e sentei, sem dizer uma palavra. Ela veio engatinhando e voltou a comer. Chupava meu pau e as bolas, e brincava com os dedos na minha bunda. Eu estava com o pau quase explodindo, então a afastei, me levantei, levantei ela e a sentei no sofá. Eu me ajoelhei. Tirei os tênis e a calça dela, e abri suas pernas. Tinha a buceta dela só pra mim. Mergulhei de cabeça pra chupar, estava molhada, com gosto de buceta quente. Também chupava sua bunda, enquanto ela apalpava os próprios peitos. Ela pediu pra parar e que eu sentasse... e eu fiz isso. Ela sentou em cima de mim, pegou meu pau e enfiou na buceta. E começou a me cavalgar.
— Quando estiver quase gozar, me avisa, quero engolir.
Esse comentário me fez explodir. Comecei a meter mais forte. Ela agarrava as próprias nádegas e as abria, enquanto eu passava meus dedos no seu cu, e mordia seus peitos. Mariel se levantou de repente e disse "agora você me come". Peguei suas mãos, e a levei pro meu quarto. Joguei na cama, de barriga pra cima, coloquei as pernas dela no peito, e enfiei sem piedade. Comecei a meter com fúria, do jeito que eu gosto, ela gemendo e se agarrando no lençol. Começamos a ofegar os dois, estávamos quase gozando. Ela começou a gritar e eu senti sua buceta se contraindo no meu pau, comecei a meter mais forte, estava quase gozando.
Tirei, e ela entendeu a mensagem, rapidamente veio pro meu pau, o primeiro jato caiu na sua bochecha. O segundo e os seguintes na sua boca. Mariel gostou, saboreou, e me mostrou como engolia. Era muito puta e eu adorava. Ficamos nus na cama, suados, cansados. Ela se levantou, foi ao banheiro, a vi andando nua, e meu pau já queria mais... queria aquele cu.
Quando Ela voltou, eu estava me masturbando com o pau meio mole. Ela se aproximou e colocou na boca. Começou a chupar.
- Quero seu cu - eu disse
- É seu... mas só se prometer que fazemos um trio com um cara - ela respondeu
- Pode considerar feito.
Ela continuou com o boquete, deixou meu pau duríssimo. Sentou de novo em cima de mim e posicionou no cu, começando a descer. Aquele cu era apertado, mas meu pau abriu caminho sem problemas. Mariel controlava o ritmo, que foi aumentando. Quando o cu já estava dilatado, ela começou a cavalgar forte.
- Fica de quatro - pedi
Ela não hesitou, mostrou aquele cu divino, aquele buraquinho recém-aberto, e eu enfiei. Comecei a meter.
- Goza dentro - ela disse, enquanto uma das mãos foi até a buceta para se masturbar.
Eu estava tão excitado, e o cu dela era tão apertado, que não demorei muito para enchê-la de porra. E enquanto meus jatos de gozo a preenchiam, ela chegava ao clímax com a masturbação.
- O próximo cu que quero ver é o seu, com um pau dentro - ela disse, olhando por cima do ombro. Eu tirei o pau, banhado em porra. O cu dela escorria gozo. E eu mal podia esperar para satisfazer o desejo dela de me ver com outro homem.
Mas isso é para outra história...
1 comentários - 10 años despues (Ella & Yo)