Me Descobrindo - Episódio 2A água escorria pela minha cabeça. Tava na temperatura certa pra aproveitar de verdade. Aos poucos, eu tava me recuperando. Meu corpo doía, principalmente a raba. Tava cansada e queria dormir, mas também tava com fome. A Maca me ensaboou e limpou. Eu tentava enxaguar minha buceta e minha raba. Quando passei a mão levemente ensaboada por trás, uma ardência me invadiu e minhas caretas e expressões ficaram na cara.—Tá bem?
— Ai, Maca. Tá ardendo um pouco. Não aguento mais.
—Mario é um animal.
—E eu tive a má ideia de fazer o pedido errado pra ela.
-¡Ha! Acho que isso vai te ensinar a não ficar desafiando o primeiro que cruzar seu caminho.- Nós rimos do último comentário.—Toma. Tenho essa creminha de calêndula que vai te fazer bem.
-Uff. Só de roçar com a ponta do dedo já dói e arde.
-Não se preocupa. Ela te dá uma ou duas sentadas na buceta e já não dói mais. Muito pelo contrário. Eu curto pra caralho.Sorri pra ela, torcendo pra isso nunca acontecer. Não conseguia nem pensar naquela pica no meu cu de novo. Só de imaginar já doía. Na real, tava doendo até sem pensar.
A Maca me tratava com tanta doçura que me emocionava. Aproveitei que ela tava pelada, sentada na borda da banheira, e apoiei minha cabeça na coxa dela. Ela começou a acariciar meu cabelo molhado e cantar uma música do Axel. Eu amo o Axel. Por algum motivo, ela e eu combinávamos em tanta coisa.
Juan me olhava, eu toda molhada e ainda pingando, parada atrás de Macarena. Quando ele virou pra olhar pro Mario, levou um murro no queixo. O impacto foi tão forte que nocauteou ele na hora. Ao ver o corpo do Juan cair no chão, só consegui soltar um grito de horror. Macarena se virou devagar e acertou um golpe duro no meu plexo solar, me deixando sem forças pra ficar de pé. Caí de joelhos com força e senti uma dor aguda na nuca. Um soco bateu na base do meu crânio e eu desmaiei.Me Descobrindo (episódio 4)
— Ai, Maca. Tá ardendo um pouco. Não aguento mais.
—Mario é um animal.
—E eu tive a má ideia de fazer o pedido errado pra ela.
-¡Ha! Acho que isso vai te ensinar a não ficar desafiando o primeiro que cruzar seu caminho.- Nós rimos do último comentário.—Toma. Tenho essa creminha de calêndula que vai te fazer bem.
-Uff. Só de roçar com a ponta do dedo já dói e arde.
-Não se preocupa. Ela te dá uma ou duas sentadas na buceta e já não dói mais. Muito pelo contrário. Eu curto pra caralho.Sorri pra ela, torcendo pra isso nunca acontecer. Não conseguia nem pensar naquela pica no meu cu de novo. Só de imaginar já doía. Na real, tava doendo até sem pensar.
A Maca me tratava com tanta doçura que me emocionava. Aproveitei que ela tava pelada, sentada na borda da banheira, e apoiei minha cabeça na coxa dela. Ela começou a acariciar meu cabelo molhado e cantar uma música do Axel. Eu amo o Axel. Por algum motivo, ela e eu combinávamos em tanta coisa.
Juntamos nossas vozes e começamos a cantar baixinho em dueto. Enrolei meus braços na cintura dela e apertei com força, colando minha bochecha na barriga dela. Ficamos assim por uns instantes. Dava pra sentir o calor do corpo dela e como nossa respiração ia se sincronizando aos poucos. Olhei pra entreperna dela e vi o pau mole, sumindo entre as coxas. A pélvis dela era toda depilada. Ver aquela pele lisa tão de perto me tentou, e não consegui mais resistir. Abaixei o queixo até pousar naquela montanhazinha que se formava sobre o pau dela, agora descansando relaxado. Ainda tinha cheiro de sexo. Inspirei fundo, deixando aqueles aromas invadirem meus sentidos. Nossa sincronia se quebrou, e ela percebeu que eu estava ali, curtindo a pele dela, o perfume dela. Aproximei meus lábios e beijei. Quase não ouvi o suspiro dela. Repeti o movimento, e a resposta foi a mesma, mas agora um pouco mais evidente. Esperei uns segundos, pra não ser tão previsível. Ela sabia que eu ia fazer de novo, mas eu podia brincar com o "quando". Outro beijo, e dessa vez não teve suspiro. Ela só relaxou a tensão das coxas, e as pernas cruzadas se abriram um pouco enquanto se soltava. Agora o pau dela estava mais ao meu alcance. Estiquei a língua e percorri a montanha até chegar na base do tronco do pau dela. Percebi como o membro dela endureceu e depois amoleceu de novo. Isso me animou. Soltei uma das mãos da cintura dela e comecei a acariciar a coxa dela. As carícias e minha língua estavam fazendo efeito no pau dela. Devagar, ele foi ficando mais duro e aumentando de tamanho. Ainda não tinha chegado no tamanho que eu tinha visto horas antes, mas tava com tanta vontade de beijar ele que não dava pra esperar. Peguei ele com a mão, segurando por baixo da cabeça, levei a mão até a base e puxei o prepúcio. Dava pra ver a cabeça do pau em todo o esplendor. Aproximei ele da minha boca e meus lábios envolveram ele num beijo apaixonado. Macarena. eu estava segurando meu cabelo molhado com uma mão e fazia força pra impedir que minha boca fosse além. Minha língua habilidosa saiu da toca e foi atrás da presa. Alcançou e Macarena gemeu. Ela segurava minha cabeça pelo cabelo, aplicando força o suficiente pra eu não conseguir chegar. Sabia que era um jogo. Quanto mais força eu fazia pra tentar alcançar meu troféu, mais ela puxava pra me afastar dele. Mas era só um jogo. Acho que ela tava calculando o momento exato antes de eu desistir, porque assim que essa ideia passou pela minha cabeça, ela fez a força contrária. Num movimento só, me obrigou a engolir a rola inteira dela. Engasguei e me assustei. Pensei que ia sufocar. Agora minhas mãos estavam, uma na coxa dela e a outra na borda da banheira, tentando afastar minha cabeça daquele pedaço de carne. Ela também usava as duas mãos pra me manter ali, com aquele troço duro inteiro dentro da minha boca, chegando até minha garganta. Comecei a ter ânsia. Já não controlava esses reflexos. Foi quando ela parou de fazer pressão na minha cabeça e eu pude finalmente me afastar e relaxar, pelo menos um pouco, a garganta. Me senti aliviada, mas o alívio foi passageiro, ela começou a fazer força de novo pra eu engolir fundo a rola dela. Quase não ouvi. Ela teve que repetir. "Relaxa e aproveita", ela disse. Tava percebendo que era inútil resistir. Ela era mais forte que eu. Quando percebeu que eu já não resistia tanto, começou a levar minha cabeça ritmicamente pra cima e pra baixo. Minha boca ia desde só beijar a glande dela até engolir por completo, até meus lábios tocarem as bolas dela. Deixei ela fazer o que queria. Tava doendo minha buceta e agora a garganta. O ritmo foi aumentando e minha garganta foi se acostumando. Já não era tão instintivamente nojento. Num momento, ela puxou meu cabelo pra trás, levantando minha cabeça e separando da Entreperna o suficiente pra se sentar melhor, enfiando os pés dentro d’água. Agora eu tava ajoelhada na frente dela. Ela pegou minha cabeça pela nuca de novo e levou, já sem resistência, até minha boca devorar cada centímetro da pica. O movimento de vai e vem da minha cabeça era sem parar. Devagar, meus movimentos foram se juntando aos da bacia dela. Enquanto eu me aproximava, ela levantava os quadris pra facilitar minha alimentação. Quando minha boca se afastava, ela recuava o pau em sincronia. Uma e outra vez os movimentos se repetiram por segundos, até que senti uma viscosidade morna invadindo minha boca e escorrendo pela minha garganta. Todo aquele elixir fluía sem parar da pica dela, e eu enchia minhas goelas com seus sucos prateados. Ela puxou meu cabelo mais uma vez até minha boca cheia de porra ficar apontando pro teto. Ela acompanhou o movimento se levantando e descarregando até a última gota dentro da minha boca.—Não engole!- Ele me ordenou.—Quero ver você brincar com meu gozo na sua boca.Mexi minha língua dentro da boca pra brincar com aquele líquido viscoso. Fiz gargarejo com ele, acho. Ela me olhava desafiadora e eu me sentia completamente submissa. Isso era parte de um jogo que eu curtia pra caralho.—Você gosta de putaria?Com a mão aberta, ela bateu com força na minha bochecha enquanto eu brincava com o esperma dela dentro da minha boca aberta. Pela visão periférica, pude ver algumas gotas voarem, ejetadas da minha boca, respingando no antebraço dela.-Agora engole tudo. Não quero ver nem um pingo de porra.Engoli até a última gota. Abri minha boca de novo, mostrando pra ele que tinha cumprido os desejos dele. Ganhei um tapa na cara como prêmio. Apontando pro antebraço dele, me mandou lamber as gotas que tinham caído ali. Foi o que eu fiz.-Que menina mais obediente!— Disse saindo da banheira e pegando uma toalha. Estendeu o braço, aproximando-a de mim. Peguei e com ela enrolei meu corpo. Recebi como prêmio mais um tapa.- Seca meus pés!- Exclamou com ímpeto. Tirei a toalha e sequei os pés e as pernas dela, que estavam molhadas até a panturrilha.-Pronto!- Disse ela e pegou a toalha, jogando dentro da banheira com água.-Agora vem!—e me ordenou que a acompanhasse até a sala onde estavam o Mario e o Juan.—Tá disciplinando ela? Já era hora!— Disse Mario.- Temos que fazer isso, senão eles não aprendem mais.—Acotou a Macarena.Sabe bem
onde está
minha virtude,
minha verdade.
Eu também
sei de você
sua ilusão,
seu sonhar.
Me beija,
não tem mais nada pra explicar.
Afinidade
Não me peça mais do que eu posso te amar,
e vai ver que ninguém como eu vou te amar.
Juan me olhava, eu toda molhada e ainda pingando, parada atrás de Macarena. Quando ele virou pra olhar pro Mario, levou um murro no queixo. O impacto foi tão forte que nocauteou ele na hora. Ao ver o corpo do Juan cair no chão, só consegui soltar um grito de horror. Macarena se virou devagar e acertou um golpe duro no meu plexo solar, me deixando sem forças pra ficar de pé. Caí de joelhos com força e senti uma dor aguda na nuca. Um soco bateu na base do meu crânio e eu desmaiei.Me Descobrindo (episódio 4)
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