Me cogi a un vendedor

Comi um vendedor

Oi, sou uma dona de casa na casa dos quarenta, recém-divorciada do meu marido, moro sozinha e sou de classe média. Meu corpo é normal, mas cuido bem dele: saio pra correr toda manhã e sou muito cuidadosa com minha saúde. No fim, me mantenho como uma mocinha de 28 anos. Certa vez, recebi a visita do Alberto, um vendedor que veio me oferecer filtros de água e purificador de ar pra casa. Não comprei nada na hora, mas marcamos outro encontro porque eu ia receber um pagamento do trabalho. Enfim, o dia chegou e aproveitei pra me arrumar. Coloquei uma saia bem decotada porque minhas amigas iam vir em casa pra comemorar meus 2 meses de separação. Tava fabulosa, e olha, esperando a visita do Alberto, confesso que ele me atraía um pouco, porque era bem novinho, mal tinha 25 anos, corpo bonito, não era muito bonito, mas dava pra ver que também gostava de malhar.

Bateram na porta, abri, era ele. Notei a cara de surpresa dele ao me ver daquele jeito e fomos pra sala de jantar. Senti o olhar dele no meu rabo marcado e, com meus saltos tão altos, parecia que eu era mais alta que ele. Conversamos um pouco sobre os produtos, ofereci um copo de refrigerante, pedi o catálogo e, enquanto eu olhava, notei que ele pegou o celular. Talvez tivesse mandando uma mensagem ou algo, porque colocou embaixo da mesa. Não imaginei que, como tava na minha frente, ele tava gravando minhas pernas, que na hora estavam cruzadas. Percebi porque a geladeira, que fica perto da mesa, refletia o que ele tava fazendo. O filho da puta tava me gravando por baixo da mesa. Fiquei com tesão e resolvi brincar com ele. Então abri as pernas enquanto perguntava algo sobre o catálogo, já imaginando a excitação que ia ter depois. Tentei agir natural, me esforçando pra perguntar sobre o produto. Me inclinei um pouco pra ele ver parte dos meus peitos, e vi que, de olho, ele tava... Eu dava uma olhada nele. Pra não prolongar muito, tirei um salto e comecei a roçar o pé nele. Ele não disse nada, só se assustou na primeira vez. Perguntei se era casado, o que fazia depois do trabalho, essas coisas. A conversa mudou drasticamente. Ele se levantou dizendo que tinha uma dúvida e, de propósito, deixei o catálogo cair. Me inclinei na direção dele, mostrando minha bunda e minhas pernas lindas. Dei um grito agudo dizendo que minha perna tinha dormido e pedi ajuda pra ir até o sofá me sentar. Ele me segurou pela cintura e, quando chegamos no sofá, falei que meu joelho tava doendo. Ele se agachou na minha frente, e eu coloquei a mão dele no meu joelho dizendo que ali doía. Ele foi massageando devagar, e eu abri minhas pernas lentamente, me inclinando pra trás enquanto dizia que os homens não sabem valorizar as mulheres. Ele já não tava mais massageando meu joelho, e sim minhas pernas, que eu abria cada vez mais. Ele notou minha calcinha fio-dental preta. Eu já tava toda molhada, queria muito dar pra ele ali mesmo. E fiz isso. Perguntei se ele sabia tratar uma mulher, e ele respondeu que sim. Beijei ele apaixonadamente, de língua. Ele correspondeu ao beijo e continuou acariciando minhas pernas, subindo a mão até tocar minha calcinha, que ele afastou pra me massagear ali mesmo. Mostrei meus peitos, porque tava muito safada. Imagina dois meses sem provar nada além dos meus dedinhos.

Pulei um pouco da sedução, mas a gente acabou transando ali mesmo. Ele mordia meus mamilos, deixou uma marca num deles. Quando ele tirou o pau pra fora, não era tão grande quanto o do meu marido, mas eu gostei. Massageei ele e coloquei na minha boca. Por acidente, mordi um pouco, mas não foi o suficiente pra parar. O cara tinha depilado, e eu chupei tanto que ele quase gozou ali mesmo. Senti um pouco do sêmen dele, meio salgadinho. Fiquei de quatro e ele me lambeu um pouco antes de me penetrar. Eu gritava de tesão e pedia pra ele meter. Ele perguntou por onde, e eu respondi que fosse onde fosse, mas que metesse logo. Na verdade, queria muito que ele me comesse pelo cu. Assim dói mais. Ele me penetrou sem camisinha, mas pela buceta, e ali ficamos metendo forte. Me joguei no sofá e ele me penetrou de novo, me dando o pau dele, que tava quente e encharcado do meu suor. Foi fabuloso. E, com medo de gozar rápido, ele continuava lambendo meu clitóris, voltava pros meus lábios, e eu continuava gritando de tesão. A gente ficou uns 20 minutos transando até que ele gozou dentro de mim. Levantei minha minissaia e toquei na minha buceta, que tava molhada com o esperma dele.

Contei essa história pras minhas amigas depois que ele foi embora, e elas adoraram. Me pediram pra escrever pra ter uma referência de cada detalhe. Aliás, algumas aceitaram a visita do Alberto pra ele mostrar o “produto”. Vale dizer que são histórias parecidas com a minha. Um dia vou traduzir elas…

3 comentários - Me cogi a un vendedor

yo te iria a vender......pero la mia es grandota....jaaaa!!! deja huella por donde camina.....jeje.. saludos, y un beso en la concha para vos...
winide
muy buen relato bb y veo que sos fogocita