Olá, escrevo este conto com uma mão só porque tive um pequeno acidente e isso me deu a ideia para ele. Desde já, obrigado por ler.
Acordei naquela manhã para ir trabalhar como todo dia. Meu serviço fica perto de casa, então fui cedo e tranquilo. No caminho, encontrei os colegas e minha sobrinha, uma estudante de enfermagem que mora perto da minha casa e, por isso, vejo ela todo dia.
— Oi, tio, como amanheceu? — ela perguntou.
— Bem, bem. Um pouco sem dormir, mas com vontade de trabalhar — falei.
— Que bom, tio, fico feliz. À noite vou aí na sua casa jantar, vou levar a mamãe — disse ela.
— Ah, que bom, assim não janto sozinho e converso com sua mãe — falei, e depois nos despedimos.
Meus colegas de trabalho sempre estranham, porque minha sobrinha tem quase a minha idade e sempre me trata com respeito, mas é algo normal na minha casa, já que a mãe dela é quase 20 anos mais velha que eu.
Aquele dia foi tranquilo. Trabalho num escritório e tudo é calmo, mas depois do meio-dia, saí às 5 como sempre e fui para casa. Quase chegando, um ônibus bateu num carro, e uma das portas do carro voou e me acertou em cheio no peito, fazendo alguns ferimentos e me deixando desacordado. Acordei no hospital onde minha sobrinha faz estágio, e ela estava do meu lado junto com minha irmã e meus pais. Me contaram o que aconteceu e que eu teria que ficar de cama por alguns dias. Tentei me mexer, mas a dor não deixou.
— Tio, você não consegue se levantar sozinho. Vai ter que ficar aqui hoje e amanhã te levam pra casa. Vão deixar uma enfermeira pra você durante o dia, e eu cuido de você à noite — disse ela.
Eu só concordei e dormi de novo. No dia seguinte, me levaram pra casa e me deixaram com uma enfermeira jovem, novata, da idade da minha sobrinha, de nome Len, Clara é o nome dela. Gostosa, pele branca, cabelo castanho, olhos castanhos, corpo normal, bonito, bunda empinada, peitos pequenos mas gostosos, lábios finos. Usava o uniforme branco, um tênis branco. Sua Cabelo preso e óculos daqueles de armação grossa, ela tava uma gostosa a pequena.
Acabou que era amiga da minha sobrinha e a melhor dela, me contou que minha sobrinha sempre falava de mim e que algumas vezes já tinha me visto, que pensava que eu era primo da minha sobrinha e essas coisas.
Chegou a hora de limpar meus ferimentos, os do peito, então sentei na beira da cama e ela ficou na minha frente, tirando meus curativos, as pernas dela ficavam no meio das minhas. Num dado momento, quando me senti tonto, me deixei cair pra trás.
— Que foi? Passou mal? — ela disse
— Só me senti meio tonto, posso ficar assim? — perguntei
— Pode, mas vou ter que ficar em cima de você, não posso te deixar no meio da limpeza — ela disse sorrindo
Ela se posicionou de novo entre minhas pernas e quase em cima de mim, bem em cima do meu pau que pressionava a bucetinha dela. A roçada começou a me dar uma ereção, eu tentei me distrair e fechei os olhos como se não quisesse ver, pensando na buceta dela, que começava a ficar quente. Ela começou a respirar meio ofegante, como se estivesse gemendo baixinho, mas continuou limpando meus ferimentos. Eu tava com uma ereção total e ela se esfregava no meu pau, como se quisesse enfiar pra dentro, como se quisesse rasgar a calça fina dela. Senti um espasmo, será que ela gozou?, pensei, mas ela terminou rápido de me limpar e foi jogar tudo fora.
— Ufa, já limpei seus ferimentos, foi meio difícil hehe — ela disse meio nervosa
Eu ainda tava com uma meia ereção e ela viu, só travou um pouco mas continuou agindo normal.
— Quer um café? — ela ofereceu
Eu disse que sim e ela foi preparar. A tarde passou sem grandes acontecimentos, ela foi embora às 9 da noite, minha sobrinha chegou, limpou meus ferimentos e eu dormi, até a manhã seguinte quando a gostosa chegou, também de uniforme, cumprimentou minha sobrinha, se despediu depois de um café e ficou sozinha comigo.
— Posso me trocar? Tá muito calor — ela disse
— Claro, eu vou ficar de pijama o dia todo — falei sorrindo
Ela foi pro banheiro e voltou com uma saia. Pequenina e meio curta, fiquei calado, via as pernas brancas dela nuas na minha frente, pensei no que rolou no dia anterior, minha mente viajou e meu pau subiu, um pouco. Ela sentou do meu lado, eu percebia ela meio nervosa, como se quisesse falar algo mas não tinha coragem. Depois de uma hora, ela se levantou e juntou as coisas pra limpeza.
— Vou limpar seus ferimentos, pode sentar? — ela disse
— Claro, vou tentar me ajeitar — falei, querendo me acomodar
— Não, melhor deitar como ontem, não faz esforço — ela disse, ficando vermelha, eu já sabia onde isso ia dar.
Me deitei e ela se posicionou do mesmo jeito, entre minhas pernas, meu pau já tava duro quase inteiro, ela sentiu, eu fiquei olhando pro teto, senti que ela se afastou, mas na hora voltou a se ajeitar, sentia mais calor, quase como sentir a buceta dela no meu pau, mas com uma camada fina de pano. Baixei o olhar um pouco e vi que a saia dela tava na cintura e só a calcinha fio-dental separava meu pau da pussy dela. Ela me olhou na cara mas não disse nada, só via as bochechas vermelhas e como ela suava um pouco, mas continuou com o trabalho de limpeza, esfregava a buceta dela no meu pau, sentia como a calcinha dela ficava molhada, ela respirava mais rápido, mais ofegante. Num dado momento, ela se separou de mim, eu vi ela se afastar um pouco, mas voltei a olhar pro teto, ela voltou com as gazes e senti como meu pau tocava a buceta dela nua, quis olhar pra baixo, mas ela não deixou.
— Não se mexe, vou colocar as gazes — ela disse, com a voz trêmula
Senti como ela se levantava e a buceta dela se abria pra engolir meu pau, ela fazia devagar enquanto colocava a última gaze, começou a se mexer, subiu as pernas na cama e começou a me cavalgar devagar.
— O que cê tá fazendo? — perguntei
— Ontem senti como sua coisa se esfregava na minha buceta, fiquei muito excitada mas não soube o que fazer — ela disse — por favor, não fica bravo, não conta pra sua sobrinha — pediu
Não falei nada, preferi sentir como ela se mexia no meu pau, ela se movia rápido, me machucava um Pouco, mas não me importava. Em pouco tempo, senti que ela teve o primeiro orgasmo, mas continuou se mexendo, até que avisei que ia gozar e ela não ligou, continuou se movendo. Gozei muito dentro da buceta dela, ela teve outro orgasmo enquanto eu ainda estava dentro gozando, e depois caiu no meu peito.
— Ontem à noite não conseguia tirar seu pau da cabeça, a noite toda pensei em fazer isso — ela confessou.
Assim começamos a transar todo dia enquanto eu me recuperava e até depois. Ela sempre pedia pra eu gozar dentro, e pra ser sincero, sempre gostei de fazer isso. Mas um dia me recuperei de vez e achei que não a veria mais. Até que uma tarde recebi uma mensagem:
"PRECISA DE UMA CURA?"
O que aconteceu depois é história pra outro relato. Valeu por ler este, deixem seus comentários, por favor, e se cuidem.
Acordei naquela manhã para ir trabalhar como todo dia. Meu serviço fica perto de casa, então fui cedo e tranquilo. No caminho, encontrei os colegas e minha sobrinha, uma estudante de enfermagem que mora perto da minha casa e, por isso, vejo ela todo dia.
— Oi, tio, como amanheceu? — ela perguntou.
— Bem, bem. Um pouco sem dormir, mas com vontade de trabalhar — falei.
— Que bom, tio, fico feliz. À noite vou aí na sua casa jantar, vou levar a mamãe — disse ela.
— Ah, que bom, assim não janto sozinho e converso com sua mãe — falei, e depois nos despedimos.
Meus colegas de trabalho sempre estranham, porque minha sobrinha tem quase a minha idade e sempre me trata com respeito, mas é algo normal na minha casa, já que a mãe dela é quase 20 anos mais velha que eu.
Aquele dia foi tranquilo. Trabalho num escritório e tudo é calmo, mas depois do meio-dia, saí às 5 como sempre e fui para casa. Quase chegando, um ônibus bateu num carro, e uma das portas do carro voou e me acertou em cheio no peito, fazendo alguns ferimentos e me deixando desacordado. Acordei no hospital onde minha sobrinha faz estágio, e ela estava do meu lado junto com minha irmã e meus pais. Me contaram o que aconteceu e que eu teria que ficar de cama por alguns dias. Tentei me mexer, mas a dor não deixou.
— Tio, você não consegue se levantar sozinho. Vai ter que ficar aqui hoje e amanhã te levam pra casa. Vão deixar uma enfermeira pra você durante o dia, e eu cuido de você à noite — disse ela.
Eu só concordei e dormi de novo. No dia seguinte, me levaram pra casa e me deixaram com uma enfermeira jovem, novata, da idade da minha sobrinha, de nome Len, Clara é o nome dela. Gostosa, pele branca, cabelo castanho, olhos castanhos, corpo normal, bonito, bunda empinada, peitos pequenos mas gostosos, lábios finos. Usava o uniforme branco, um tênis branco. Sua Cabelo preso e óculos daqueles de armação grossa, ela tava uma gostosa a pequena.
Acabou que era amiga da minha sobrinha e a melhor dela, me contou que minha sobrinha sempre falava de mim e que algumas vezes já tinha me visto, que pensava que eu era primo da minha sobrinha e essas coisas.
Chegou a hora de limpar meus ferimentos, os do peito, então sentei na beira da cama e ela ficou na minha frente, tirando meus curativos, as pernas dela ficavam no meio das minhas. Num dado momento, quando me senti tonto, me deixei cair pra trás.
— Que foi? Passou mal? — ela disse
— Só me senti meio tonto, posso ficar assim? — perguntei
— Pode, mas vou ter que ficar em cima de você, não posso te deixar no meio da limpeza — ela disse sorrindo
Ela se posicionou de novo entre minhas pernas e quase em cima de mim, bem em cima do meu pau que pressionava a bucetinha dela. A roçada começou a me dar uma ereção, eu tentei me distrair e fechei os olhos como se não quisesse ver, pensando na buceta dela, que começava a ficar quente. Ela começou a respirar meio ofegante, como se estivesse gemendo baixinho, mas continuou limpando meus ferimentos. Eu tava com uma ereção total e ela se esfregava no meu pau, como se quisesse enfiar pra dentro, como se quisesse rasgar a calça fina dela. Senti um espasmo, será que ela gozou?, pensei, mas ela terminou rápido de me limpar e foi jogar tudo fora.
— Ufa, já limpei seus ferimentos, foi meio difícil hehe — ela disse meio nervosa
Eu ainda tava com uma meia ereção e ela viu, só travou um pouco mas continuou agindo normal.
— Quer um café? — ela ofereceu
Eu disse que sim e ela foi preparar. A tarde passou sem grandes acontecimentos, ela foi embora às 9 da noite, minha sobrinha chegou, limpou meus ferimentos e eu dormi, até a manhã seguinte quando a gostosa chegou, também de uniforme, cumprimentou minha sobrinha, se despediu depois de um café e ficou sozinha comigo.
— Posso me trocar? Tá muito calor — ela disse
— Claro, eu vou ficar de pijama o dia todo — falei sorrindo
Ela foi pro banheiro e voltou com uma saia. Pequenina e meio curta, fiquei calado, via as pernas brancas dela nuas na minha frente, pensei no que rolou no dia anterior, minha mente viajou e meu pau subiu, um pouco. Ela sentou do meu lado, eu percebia ela meio nervosa, como se quisesse falar algo mas não tinha coragem. Depois de uma hora, ela se levantou e juntou as coisas pra limpeza.
— Vou limpar seus ferimentos, pode sentar? — ela disse
— Claro, vou tentar me ajeitar — falei, querendo me acomodar
— Não, melhor deitar como ontem, não faz esforço — ela disse, ficando vermelha, eu já sabia onde isso ia dar.
Me deitei e ela se posicionou do mesmo jeito, entre minhas pernas, meu pau já tava duro quase inteiro, ela sentiu, eu fiquei olhando pro teto, senti que ela se afastou, mas na hora voltou a se ajeitar, sentia mais calor, quase como sentir a buceta dela no meu pau, mas com uma camada fina de pano. Baixei o olhar um pouco e vi que a saia dela tava na cintura e só a calcinha fio-dental separava meu pau da pussy dela. Ela me olhou na cara mas não disse nada, só via as bochechas vermelhas e como ela suava um pouco, mas continuou com o trabalho de limpeza, esfregava a buceta dela no meu pau, sentia como a calcinha dela ficava molhada, ela respirava mais rápido, mais ofegante. Num dado momento, ela se separou de mim, eu vi ela se afastar um pouco, mas voltei a olhar pro teto, ela voltou com as gazes e senti como meu pau tocava a buceta dela nua, quis olhar pra baixo, mas ela não deixou.
— Não se mexe, vou colocar as gazes — ela disse, com a voz trêmula
Senti como ela se levantava e a buceta dela se abria pra engolir meu pau, ela fazia devagar enquanto colocava a última gaze, começou a se mexer, subiu as pernas na cama e começou a me cavalgar devagar.
— O que cê tá fazendo? — perguntei
— Ontem senti como sua coisa se esfregava na minha buceta, fiquei muito excitada mas não soube o que fazer — ela disse — por favor, não fica bravo, não conta pra sua sobrinha — pediu
Não falei nada, preferi sentir como ela se mexia no meu pau, ela se movia rápido, me machucava um Pouco, mas não me importava. Em pouco tempo, senti que ela teve o primeiro orgasmo, mas continuou se mexendo, até que avisei que ia gozar e ela não ligou, continuou se movendo. Gozei muito dentro da buceta dela, ela teve outro orgasmo enquanto eu ainda estava dentro gozando, e depois caiu no meu peito.
— Ontem à noite não conseguia tirar seu pau da cabeça, a noite toda pensei em fazer isso — ela confessou.
Assim começamos a transar todo dia enquanto eu me recuperava e até depois. Ela sempre pedia pra eu gozar dentro, e pra ser sincero, sempre gostei de fazer isso. Mas um dia me recuperei de vez e achei que não a veria mais. Até que uma tarde recebi uma mensagem:
"PRECISA DE UMA CURA?"
O que aconteceu depois é história pra outro relato. Valeu por ler este, deixem seus comentários, por favor, e se cuidem.
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