Olá, queridos usuários do P!
Aqui estou eu mais uma vez com um conto novo e excitante sobre o que rolou comigo recentemente. Essa história é um pouco diferente das outras, mas espero que vocês curtam.
Como vocês já sabem, sou estudante de engenharia, tenho um corpo de academia razoável – nada de campeonato, mas posso tirar a camisa sem problema e até faço algumas cabeças virarem. Sempre fui hétero, mas sempre tive curiosidade de saber como seria ficar com outro cara, só que nunca passou disso, até que trombei com o Diego, um amigo da faculdade que faz o mesmo curso que eu. Já tinha visto ele antes, ele curte ir pra academia e nadar, e a gente só trocava ideia sobre trabalhos ou dicas de fitness. Com o tempo, ficamos muito próximos, ele me ajudava com algumas tarefas e eu ajudava ele a estudar pras provas.
Um dia, a gente ficou no prédio da faculdade até tarde da noite, tínhamos que apresentar um projeto sobre ecoeficiência de materiais e não tínhamos tido nenhuma ideia por um bom tempo. Bateu umas 7 da noite e a gente ainda tava pensando no que fazer. Era uma daquelas noites de verão quentes pra caralho, e como o andar onde a gente tava só tinha uma janela, fomos pra uma sala de estudo que tinha ar-condicionado. Lá, algumas ideias surgiram e a gente foi dando forma ao projeto.
Quando deu umas 9 da noite, a gente se apressou pra sair do prédio e ir embora da universidade. Lá fora tava escuro e não tinha ninguém num raio de metros. Como o Diego morava muito longe, ofereci pra ele ficar no meu apê, já que não tinha nenhum ônibus naquele horário. No caminho, a gente foi batendo um papo sobre umas coisas meio bestas:
– Ei, Diego, cê acha que a gente consegue terminar o projeto a tempo? – perguntei
– Tomara que sim, senão vamos ter que dar tchau pra esses pontos – ele respondeu
– Tomara que a gente termine. Mudando de assunto, já comeu a Natalia? Cê já demorou demais
– Como assim? Se essa mina é uma doida, ela nem sabe chupar direito Por pouco, quase arrancou minha rola fora outro dia.
— Bom, se não fosse por isso, eu diria que você gosta de outras coisas.
— E se eu gostar?
Diante dessa pergunta, não soube como reagir. No começo, ri, mas depois comecei a desconfiar do Diego. Não tinha problema nenhum com ele ser gay, mas seria algo bem inesperado. Além disso, a Natália era uma mina de corpo bom e rosto mediano, eu teria comido ela sem pensar duas vezes.
Quando chegamos no meu apê, falei pro Diego ficar à vontade. Meus pais não estavam, porque vivem nos EUA e só mandam a grana que preciso pra me manter. Fui na cozinha, peguei duas cervejas, sentamos no sofá e botamos um filme de terror. O tempo passou, as garrafas foram se acumulando, mas ainda estávamos lúcidos. Mudei de canal e passou um pornô, daqueles mais leves, que não mostra muita coisa.
— Bons peitos dessa mina, né? — falei, passando a mão na minha virilha.
— Sim, mas eu gosto mais do cara que tá comendo ela. Viu a rola grande dele? Deve ser interessante ter uma dessas na mão.
— Que? É sério? Não me entenda mal, não tenho problema com gay, mas não esperava isso de você.
— Então agora você sabe a verdade, sou gay, Alex. Gosto de minas e gosto de comê-las, mas não digo não pra nenhum macho.
— E você gosta de foder ou de ser fodido?
— Os dois — disse ele, se aproximando da minha virilha. — Não ia querer um boquete agora?
Ele pegou minha rola, que já tava aparecendo pela calça, e começou a apalpar. Abriu meu zíper e começou a me chupar, devagar e suave. Eu já tava perdendo o controle, a língua molhada dele me deixava louco. Ele lambia minha glande como se fosse um pirulito, conseguia engolir tudo e me fazia tremer ao mesmo tempo. Lambeu minhas bolas e chupou com vontade. Eu já tava quase gozando.
— Ah!!! Vou gozar, Diego!!! Que boquete gostoso você tá me dando!!! Ah!!! Melhor que mulher!!!
— Tá gostando? Shrrrrp!!! Sua rola é muito gostosa, não sei como vivi sem ela!!! — dizia ele enquanto continuava chupando meu pau. — Mas não goza ainda. Temos que continuar jogando.
Ele se levantou do sofá e começou a se despir, eu fiz o mesmo. Nossos corpos eram quase iguais, já que ambos malhávamos regularmente.
— Caralho!! Você aumentou esses bíceps e peitorais — falei admirado.
— Você também não fica atrás, suas costas estão bem definidas e suas nádegas são deliciosas!!
Começamos a nos beijar ternamente, a língua dele e a minha se uniam sem parar a cada beijo. Eu acariciava a bunda dele, grande e trabalhada, e ele acariciava a minha. Depois descemos para o chão, ele ficou de costas e eu por cima. Beijei os mamilos dele, arrancando gemidos suaves. Em seguida, desci até o pau dele e comecei a chupá-lo. Nunca tinha feito aquilo antes, mas acho que mandei bem. Engoli ele inteiro e comecei a lamber do começo ao fim.
— Quero meter no seu cu — disse Diego.
— Mas vai doer?
— Trouxe lubrificante e camisinha, depois você pode me foder também.
Ele se levantou e voltou com uma camisinha e um vidro de lubrificante. Peguei o lubrificante e passei uma quantidade generosa no meu cu. Ele colocou a camisinha e passou lubrificante também.
Fiquei de quatro e levantei a bunda o máximo que pude. Me sentia tão excitado, queria aquele pau no meu cu. Ele se aproximou e começou a meter devagar. Por causa do lubrificante, não doeu como eu esperava, e comecei a aproveitar.
— Ah, que cu gostoso você tem, Alex!! Apertado e lindo!! Ah!! Tá gostando do meu pau no seu cu?
— Hmmmm!! Seu pau é uma delícia!! Aaaaaahh!! Ahhh!! Arrebenta meu cu!!
— Já vou destruir ele!! Ahh!!
Ele começou a meter mais forte e rápido. Senti que ia morrer naquele momento. Ele dava tapas na minha bunda e me segurava firme pela cintura, me puxando para perto. Sentia o lubrificante escorrendo entre minhas pernas. Era a coisa mais gostosa que já tinha sentido.
Ele me virou de costas no chão e me penetrou ainda mais forte e intenso. Tirou a camisinha e continuou metendo do mesmo jeito.
— Como você é gostoso!! Amo seu cu!! Ahhhhh!! Aaaaaaaaa!! Vou continuar te comendo até explotes!!!
-Mais forte!!!! Mais forte!!! Aaaaahh!!! Seu pau tá tão quente e gostoso!!!
-Já vou gozar, Alex!!!
Eu enrolei minhas pernas nele pra não deixar ele ir embora.
-Deixa eu tomar seu leite gozado dentro!!! Aaaaa!!! gostoso, papi!!!
-Toma tudo, sua putinha!!!! Aaaaaa!!!!
Ele soltou um jato de porra quente no meu cu, sentia ele me enchendo e esquentando minhas entranhas. Diego caiu exausto em cima de mim, eu relaxei minhas pernas, estávamos acabados. Ele se deitou do meu lado e me beijou.
-Você é o primeiro homem que me deu vontade de repetir, nunca durmo duas vezes com um cara, mas com você é diferente.
-Não esquece, agora é minha vez de te comer no cu - falei.
-Claro, agora e quantas vezes você quiser - ele disse, virando de costas - vamos começar depois de dormir um pouco.
A gente dormiu quase na hora. No dia seguinte, acordamos e tomamos banho juntos. Tinha sido o melhor sexo que eu já tinha tido, mas durante o dia, quando via alguma mina gostosa, já dava vontade na hora. Acho que no fundo eu curto as duas coisas, mas tudo bem, não tenho problema com isso.
Diego veio morar no meu apê, com a desculpa de que assim não gastaria tanto com passagem de busão e sempre chegaria na hora. Desde então, a gente adora trazer minas pra casa e comer elas juntos, fazendo umas surubas. Ou, quando estamos entediados, a gente se pega um ao outro. Acho que essa fase vai ser bem interessante, mas isso fica pra outra ocasião.
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POR UM PORINGA MAIS SAFADO E SEXY!!!
Aqui estou eu mais uma vez com um conto novo e excitante sobre o que rolou comigo recentemente. Essa história é um pouco diferente das outras, mas espero que vocês curtam.
Como vocês já sabem, sou estudante de engenharia, tenho um corpo de academia razoável – nada de campeonato, mas posso tirar a camisa sem problema e até faço algumas cabeças virarem. Sempre fui hétero, mas sempre tive curiosidade de saber como seria ficar com outro cara, só que nunca passou disso, até que trombei com o Diego, um amigo da faculdade que faz o mesmo curso que eu. Já tinha visto ele antes, ele curte ir pra academia e nadar, e a gente só trocava ideia sobre trabalhos ou dicas de fitness. Com o tempo, ficamos muito próximos, ele me ajudava com algumas tarefas e eu ajudava ele a estudar pras provas.
Um dia, a gente ficou no prédio da faculdade até tarde da noite, tínhamos que apresentar um projeto sobre ecoeficiência de materiais e não tínhamos tido nenhuma ideia por um bom tempo. Bateu umas 7 da noite e a gente ainda tava pensando no que fazer. Era uma daquelas noites de verão quentes pra caralho, e como o andar onde a gente tava só tinha uma janela, fomos pra uma sala de estudo que tinha ar-condicionado. Lá, algumas ideias surgiram e a gente foi dando forma ao projeto.
Quando deu umas 9 da noite, a gente se apressou pra sair do prédio e ir embora da universidade. Lá fora tava escuro e não tinha ninguém num raio de metros. Como o Diego morava muito longe, ofereci pra ele ficar no meu apê, já que não tinha nenhum ônibus naquele horário. No caminho, a gente foi batendo um papo sobre umas coisas meio bestas:
– Ei, Diego, cê acha que a gente consegue terminar o projeto a tempo? – perguntei
– Tomara que sim, senão vamos ter que dar tchau pra esses pontos – ele respondeu
– Tomara que a gente termine. Mudando de assunto, já comeu a Natalia? Cê já demorou demais
– Como assim? Se essa mina é uma doida, ela nem sabe chupar direito Por pouco, quase arrancou minha rola fora outro dia.
— Bom, se não fosse por isso, eu diria que você gosta de outras coisas.
— E se eu gostar?
Diante dessa pergunta, não soube como reagir. No começo, ri, mas depois comecei a desconfiar do Diego. Não tinha problema nenhum com ele ser gay, mas seria algo bem inesperado. Além disso, a Natália era uma mina de corpo bom e rosto mediano, eu teria comido ela sem pensar duas vezes.
Quando chegamos no meu apê, falei pro Diego ficar à vontade. Meus pais não estavam, porque vivem nos EUA e só mandam a grana que preciso pra me manter. Fui na cozinha, peguei duas cervejas, sentamos no sofá e botamos um filme de terror. O tempo passou, as garrafas foram se acumulando, mas ainda estávamos lúcidos. Mudei de canal e passou um pornô, daqueles mais leves, que não mostra muita coisa.
— Bons peitos dessa mina, né? — falei, passando a mão na minha virilha.
— Sim, mas eu gosto mais do cara que tá comendo ela. Viu a rola grande dele? Deve ser interessante ter uma dessas na mão.
— Que? É sério? Não me entenda mal, não tenho problema com gay, mas não esperava isso de você.
— Então agora você sabe a verdade, sou gay, Alex. Gosto de minas e gosto de comê-las, mas não digo não pra nenhum macho.
— E você gosta de foder ou de ser fodido?
— Os dois — disse ele, se aproximando da minha virilha. — Não ia querer um boquete agora?
Ele pegou minha rola, que já tava aparecendo pela calça, e começou a apalpar. Abriu meu zíper e começou a me chupar, devagar e suave. Eu já tava perdendo o controle, a língua molhada dele me deixava louco. Ele lambia minha glande como se fosse um pirulito, conseguia engolir tudo e me fazia tremer ao mesmo tempo. Lambeu minhas bolas e chupou com vontade. Eu já tava quase gozando.
— Ah!!! Vou gozar, Diego!!! Que boquete gostoso você tá me dando!!! Ah!!! Melhor que mulher!!!
— Tá gostando? Shrrrrp!!! Sua rola é muito gostosa, não sei como vivi sem ela!!! — dizia ele enquanto continuava chupando meu pau. — Mas não goza ainda. Temos que continuar jogando.
Ele se levantou do sofá e começou a se despir, eu fiz o mesmo. Nossos corpos eram quase iguais, já que ambos malhávamos regularmente.
— Caralho!! Você aumentou esses bíceps e peitorais — falei admirado.
— Você também não fica atrás, suas costas estão bem definidas e suas nádegas são deliciosas!!
Começamos a nos beijar ternamente, a língua dele e a minha se uniam sem parar a cada beijo. Eu acariciava a bunda dele, grande e trabalhada, e ele acariciava a minha. Depois descemos para o chão, ele ficou de costas e eu por cima. Beijei os mamilos dele, arrancando gemidos suaves. Em seguida, desci até o pau dele e comecei a chupá-lo. Nunca tinha feito aquilo antes, mas acho que mandei bem. Engoli ele inteiro e comecei a lamber do começo ao fim.
— Quero meter no seu cu — disse Diego.
— Mas vai doer?
— Trouxe lubrificante e camisinha, depois você pode me foder também.
Ele se levantou e voltou com uma camisinha e um vidro de lubrificante. Peguei o lubrificante e passei uma quantidade generosa no meu cu. Ele colocou a camisinha e passou lubrificante também.
Fiquei de quatro e levantei a bunda o máximo que pude. Me sentia tão excitado, queria aquele pau no meu cu. Ele se aproximou e começou a meter devagar. Por causa do lubrificante, não doeu como eu esperava, e comecei a aproveitar.
— Ah, que cu gostoso você tem, Alex!! Apertado e lindo!! Ah!! Tá gostando do meu pau no seu cu?
— Hmmmm!! Seu pau é uma delícia!! Aaaaaahh!! Ahhh!! Arrebenta meu cu!!
— Já vou destruir ele!! Ahh!!
Ele começou a meter mais forte e rápido. Senti que ia morrer naquele momento. Ele dava tapas na minha bunda e me segurava firme pela cintura, me puxando para perto. Sentia o lubrificante escorrendo entre minhas pernas. Era a coisa mais gostosa que já tinha sentido.
Ele me virou de costas no chão e me penetrou ainda mais forte e intenso. Tirou a camisinha e continuou metendo do mesmo jeito.
— Como você é gostoso!! Amo seu cu!! Ahhhhh!! Aaaaaaaaa!! Vou continuar te comendo até explotes!!!
-Mais forte!!!! Mais forte!!! Aaaaahh!!! Seu pau tá tão quente e gostoso!!!
-Já vou gozar, Alex!!!
Eu enrolei minhas pernas nele pra não deixar ele ir embora.
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-Toma tudo, sua putinha!!!! Aaaaaa!!!!
Ele soltou um jato de porra quente no meu cu, sentia ele me enchendo e esquentando minhas entranhas. Diego caiu exausto em cima de mim, eu relaxei minhas pernas, estávamos acabados. Ele se deitou do meu lado e me beijou.
-Você é o primeiro homem que me deu vontade de repetir, nunca durmo duas vezes com um cara, mas com você é diferente.
-Não esquece, agora é minha vez de te comer no cu - falei.
-Claro, agora e quantas vezes você quiser - ele disse, virando de costas - vamos começar depois de dormir um pouco.
A gente dormiu quase na hora. No dia seguinte, acordamos e tomamos banho juntos. Tinha sido o melhor sexo que eu já tinha tido, mas durante o dia, quando via alguma mina gostosa, já dava vontade na hora. Acho que no fundo eu curto as duas coisas, mas tudo bem, não tenho problema com isso.
Diego veio morar no meu apê, com a desculpa de que assim não gastaria tanto com passagem de busão e sempre chegaria na hora. Desde então, a gente adora trazer minas pra casa e comer elas juntos, fazendo umas surubas. Ou, quando estamos entediados, a gente se pega um ao outro. Acho que essa fase vai ser bem interessante, mas isso fica pra outra ocasião.
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POR UM PORINGA MAIS SAFADO E SEXY!!!
3 comentários - Meu amigo gostoso da facul
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