Penúltimo capítulo. Já falta pouco, embora o próximo eu demore um pouquinho pra escrever porque vou ficar fora uns dias.
- Oi, maninho, reparou como a Evelin mudou? Já nem parece colombiana - falou com sarcasmo.
- Carolina, me desculpa muito, eu...
- Desculpa por quê? Se eu tô pouco me fodendo - mentiu a ruiva, enquanto encarava o irmão com ódio. Sem falar mais nada, virou as costas e foi pro quarto dela.
- Não tem mais nada pra dizer? - perguntou o irmão.
- Não, se essa lady gosta de foder com velho, não é problema meu. Que se foda!
Naquela hora, Carlos percebeu que a Carolina tinha deixado a porta do quarto dos velhos aberta, e os olheiros já tavam começando a rodar por perto pra ver o show. Ele foi fechar a porta, mas a Carolina resolveu se meter.
- Nem pensa nisso.
- Mas o que cê tá falando, irmã? Não posso fazer isso. Vai deixar sua amiga ser vista fodendo desse jeito por uns estranhos? Pior ainda, se eles resolverem entrar, pode dar merda...
- Já falei: que se foda. Se ela gosta tanto de foder com velho, que aguente as consequências. NÃO-FECHA! - gritou com tudo e bateu a porta do quarto dela.
------
Enquanto isso, no quarto dos velhos, a Ana não tava sabendo de nada. Só sentia prazer. Prazer sem limites. Tinha acabado de ter o segundo orgasmo do dia, e mesmo assim o corpo dela pedia mais. Mais prazer, mais sensações. Cavalgava sem parar o amante dela, o velho Benito, mas pros olhos da morena ele parecia mais novo. Ela idolatrava ele por causa do estado de euforia, por conta do afrodisíaco. Enquanto isso, o Tino metia sem dó no cu dela, que até pouco tempo atrás era virgem. As duas picas dentro dela, uma dupla penetração que não demorou pra causar um terceiro orgasmo, ainda mais forte que os outros. anteriores. Ela se sentia nas nuvens.
O que ela não estava vendo naquele momento eram os olhares lascivos dos voyeurs que estavam na porta, agora aberta, e que curtiam o espetáculo. Viam aquele corpo feminino de Ana, que não tinha comparação com o corpo de modelo da Carolina que tinham visto antes, mas que estava provocando sensações ainda mais fortes por vê-la pelada, suada, com o rosto e os óculos de grau cheios de porra. Sendo penetrada daquela maneira brutal. Algum já estava se tocando na braguilha de tão excitado.
Benito percebeu isso, mas não ligava. Na verdade, isso o enchia de orgulho. Que eles, uns velhos já no fim da linha, estivessem fodendo nada menos que uma novinha até então virgem, e que os caras ficassem babando vendo como eles a possuíam, isso o enchia de orgulho. Essas sensações fizeram ele recuperar as forças e, agarrando a cintura da pequena, começou a fazer movimentos de pelve que faziam o pau dele entrar ainda mais fundo na jovem, que recebeu aquilo agradecida e pagou com um beijo apaixonado.
Mas tudo isso era demais para o Tino, que não aguentava mais, e aumentando ainda mais a força das estocadas (quase ao mesmo tempo que o Benito), gozou depois de enfiar o pau pela última vez até o fundo do cu dela e esguichou a porra dentro da garota, enchendo até o fundo os intestinos da novinha. Ana recebeu aquilo com prazer, e sentir aquele líquido entrando nela provocou um novo orgasmo. A jovem já não tinha controle do corpo e não parava de gozar. E a mente dela pedia mais.
Ela já estava num estado de excitação total. Não precisava de mais nada para se manter assim, mas o Ignacio não pensava igual, e quando o Tino finalmente saiu da bunda da jovem, ele se aproximou e deu a ela um cartão com umas linhas brancas: era cocaína.
- Vamos, cheira isso. pequena.
Em outras circunstâncias, Ana talvez pudesse ter reagido de um jeito completamente diferente, mas no estado em que estava, simplesmente obedeceu como uma boneca e aspirou aqueles pózinhos brancos pelo nariz. Uma sensação estranha percorreu o corpo dela naquele momento, mas nada mais. Por enquanto.
Benito, aproveitando que já tinha ficado sozinho com a garota, se moveu pro centro da cama com cuidado pra não atrapalhar a putaria gostosa com a morena, e se deitou na cama, de um jeito que Ana ficasse por cima dele, como se fosse uma amazona.
— Vai, minha putinha, me mostra o que você sabe fazer.
E Ana obedeceu. Os movimentos dela eram desajeitados; dava pra ver que era uma novata que não sabia direito o que tava fazendo. Mas a intensidade era tanta que isso pouco importava. O velho percebeu que tinham soltado um furacão com a garota de óculos. A morena era uma gata selvagem subindo e descendo no pau dele. Ela pouco se ligava se ele pudesse gozar dentro dela e engravidá-la, não tinha consciência disso. Não tinha consciência de quase nada. Só queria continuar sentindo prazer, gozar de novo. E gozou. E sem perder quase tempo nenhum, continuou cavalgando ele em busca do próximo orgasmo.
E foi demais pro Benito. Ele quase sentiu o coração saindo pela boca quando o orgasmo dele chegou e o esperma, em quantidades industriais, saiu do pau dele como se fosse um sifão, enchendo a garota sem piedade, que assim que sentiu aquele leite entrando no útero dela, teve o maior orgasmo de todos que já tinha tido naquela noite.
— SIMMMMMMMMM, FINALMENTE! — gritou Ana. Era um grito que vinha do fundo dela. Algo que ela queria há anos. E finalmente tinha acontecido. Finalmente tinha acabado o calvário da virgindade pra ela, e finalmente ela podia dormir em paz.
Só que não iam deixar ela dormir. Por um lado porque, aos poucos, os efeitos da droga começavam a aparecer, e misturados com a bebida forte que ela tinha tomado antes, estavam causando Uma nova excitação, ainda maior que antes. E do outro lado, estava Alfredo.
Alfredo já tinha se recuperado do orgasmo fazia um bom tempo. E queria mais. Só tinha aproveitado a boca de Ana, e pretendia fazer muito mais coisas com ela. Por isso, se aproximou bruscamente da cama onde a garota estava meio inconsciente e, sem mais delongas, a penetrou sem piedade.
Ana estava de olhos fechados quando sentiu de repente algo grande e monstruoso entrando na sua bucetinha. Quando abriu os olhos, de repente, só conseguia ver o olhar desvairado de Alfredo enquanto a penetrava sem parar. Ana queria parar ele, queria dizer que precisava se recuperar, mas não conseguia. Sentia a sua bucetinha dolorida sendo penetrada sem piedade por aquela barra de carne. Mas não fazia nada. Porque apesar da dor, o prazer que sentia era ainda maior, e crescia exponencialmente a cada penetrada do invasor na sua bucetinha encharcada, e a mente dela estava exigindo que não evitasse aquele prazer.
O gordo, vendo que Ana se deixava fazer, não perdeu tempo. Agarrou as duas pernas da garota, colocou-as sobre os ombros dele, e apoiou todo o corpo nela, para poder penetrá-la melhor, e começou a bombar. A pouca virgindade que ainda pudesse restar na sua buceta foi perdida naquele momento. O velho fofo não tinha compaixão: naquela posição, podia penetrá-la à vontade, com toda a força e o mais fundo que conseguia, e não parecia que fosse se cansar nunca.
Os voyeurs já nem disfarçavam: muitos tinham abaixado o zíper e se masturbavam abertamente. Benito olhava para eles com curiosidade, e uma ideia diabólica passou pela sua mente.
— Ei, vocês estão gostando do show?
— Como é? Ah, claro que sim.
— Era o que eu imaginava. Então, vamos fazer o seguinte: quando meus amigos terminarem com ela, ela será toda de vocês esta noite.
— Tá zoando?
— Não. Primeiro meus amigos terminarem. Depois... ela será a putinha de vocês até cansarem.
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Ana estava Deitada na cama. Destroçada fisicamente, mas mentalmente nas nuvens. Tinha sido um dia de loucos. O primeiro ménage dela. E com AQUELE cara. Nada menos! Tava encantada, embora tivesse que admitir que não tinha sido a mesma coisa que com o Carlos. Com o irmão da Carolina tinha sido mais selvagem, mas ao mesmo tempo mais... carinhoso. O de hoje tinha sido bom, mas não era comparável.
Mas ainda assim, tudo isso parecia um sonho. Um sonho do qual não queria acordar.
E a Carolina entrou de novo.
Não parecia a mesma. Tava muito séria. Quase dava pra dizer que furiosa.
- O que foi, meu amor? - perguntou com aquela vozinha dela
- Nada - respondeu secamente. Parecia estar procurando alguma coisa - Não me pergunta de novo. Logo você vai saber.
A voluptuosa ruiva tava estranha. Muito furiosa. Parecia estar meio fora de si. Continuava procurando como uma louca até que finalmente achou o que queria: o cinto de arnês dela.
Ana estremeceu - Carolina, por favor, não aguento mais. Foi incrível essa noite mas...
- ...Mas você vai fazer o que eu mandar. Você é minha escrava e agora mesmo vai ficar de quatro.
Não conseguia evitar. Era só ouvir aquele tom e alguma coisa dentro dela se mexia e fazia a temperatura subir. Como uma gatinha no cio, se virou e obedeceu à sua dona. Ficou de quatro e começou a fazer movimentos sensuais, diante dos olhos surpresos do jovem acompanhante que tinha acordado naquele momento e olhava chocado pra cena.
Carolina se aproximou da jovem lolita. Ana, prevendo o que ia rolar, empinou a bunda pra receber o membro de plástico.
Carolina brincava com o pau no cuzinho dela, mas de repente mudou de alvo.
Noelia sentia aquele pênis artificial passando do buraco no cuzinho dela pro outro buraco. Pro coñinho virgem dela. "Ela tá brincando, tá tentando me molhar pra meter melhor no cu" - pensava a lolita.
Não tava molhando. De repente, sem piedade nenhuma, enfiou de uma vez na buceta dela. Sem dó. Seca. Ela ainda estava parada.
Noelia gritou. Um grito ainda maior do que o que Ana tinha dado. Pelo menos esta estava molhada quando perdeu a virgindade, mas a pobre lolita não. Só uma dor aguda e uma sensação como se tivessem enfiado um facão dentro dela. E foi pior quando ela se virou para ver o rosto de Carolina. Tinha a cara transtornada, era uma cara de fúria, de ódio.
Carolina não teve compaixão pela pobre Noelia. Meteu nela sem piedade, apesar dos pedidos da lolita. Enfiava até o fundo com toda a força, enquanto a bucetinha dela jorrava sangue aos borbotões por causa da violência da desvirginada.
O jovem artista se assustou pra caralho, e pegando as roupas dele, se vestiu como deu e saiu do quarto, deixando a pobre Ana sozinha com a estupradora dela.
Carlos apareceu bem na hora que o cara saiu e viu a cena. Carolina violentando sem pena a jovem lolita. A cama cheia de sangue, e Noelia... Noelia era um mar de lágrimas.
Carlos se aproximou de Carolina — Irmã, larga ela de uma vez! Não tá vendo o que tá fazendo com ela? Vai destruir a buceta dela! Tentou agarrar ela pra tirar dali, mas a irmã, com o punho fechado, deu um tapa com toda a força que acertou bem na traqueia dele. Carlos caiu no chão, sem conseguir respirar, segurando o pescoço de tanta dor, tentando, inutilmente, puxar o ar.
Quando Noelia viu Carlos cair, sentiu que algo dentro dela quebrou. A única pessoa que podia ajudar ela estava no chão, morrendo. Olhava pra Carolina, pedindo compaixão com os olhos, mas ela tava nem aí. Só continuava metendo ainda mais forte em Noelia, que não parava de chorar, desesperada. A única coisa que aliviou a lolita foi o momento fugaz em que viu Carlos começar a tossir, dando sinais de que tinha conseguido respirar de novo.
A ruiva continuou por um bom tempo até finalmente se aliviar, e a fúria dela foi sumindo. Ela saiu de cima da Lolita e deixou ela largada na cama, chorando. Depois dou uma olhada no cenário: Noelia na cama, rodeada de sangue, sem conseguir parar de chorar. O irmão dela, Carlos, no chão, consciente, mas mal respirando enquanto se recuperava do golpe. E vários curiosos lá fora, olhando toda a situação, mas sem coragem de fazer nada. Finalmente ela tava percebendo o que tinha feito. Mas já não tava nem aí pra mais nada.
Carlos se levantou como pôde, furioso — Carolina... Você é maluca! Sai daqui. Me ouviu? Nem pense em pisar nesse lugar nunca mais. Nem pense em voltar pra casa! E pelo amor de Deus, se te sobrou um pingo de decência, leva sua outra amiga do quarto do Benito.
— Tô pouco me fudendo se não volto aqui. — ela cuspiu — E pelo visto você não pode me expulsar da minha própria casa, te lembro que tá no MEU nome. Ha! — e cuspiu no chão, de raiva. — E minha amiga... minha amiga tá muito bem aqui, cê não viu? Como a putinha tava se divertindo.
— Cê é cega além de burra? Tão apaixonada por ela que não percebeu o que tá rolando lá?
— Sim, que seduziram ela e ela se deixou levar porque é uma gostosa fogosa.
— Não, embebedaram ela e drogaram ela! — as palavras do irmão dela furaram como uma adaga envenenada. Nem tinha passado pela cabeça dela essa possibilidade. — Pô, dava pra ver na cara dela e no jeito que ela agia que não era totalmente ela. E nisso eu sou culpado, porque devia ter imaginado que o Benito faria isso, e eu assumo. Mas a sua parte... É assim que você reage quando algo não sai do seu jeito? Cê é uma puta rancorosa, irmãzinha. E é melhor você fazer algo decente hoje e levar sua amiga pra fora daqui, antes que as coisas piorem.
— Você não manda em mim. Nem você nem ninguém. Cê diz que tem culpa de tudo? Então se vira você mesmo.
— Tenho parte da culpa, mas era suposto você se importar com essa mina, por que não levou ela pra casa dela? Vou te dizer por quê: você pensou em se divertir acima de qualquer outra coisa. Em Se divertir com a Noelia e aquele outro pivete. Você só pensou no seu próprio prazer, como sempre. Egoísta quando pequena, e egoísta agora quando grande.
- Não tenho por que ouvir suas merdas. Vou vazar daqui.
Carolina saiu do lugar. Mesmo odiando o que o irmão tinha dito, ele tinha um pouco de razão. O melhor para a Ana era tentar tirá-la dali. Mas as pontadas de ciúme e rancor apareceram de novo e ela não pensou mais nisso: simplesmente foi pra casa. No fim das contas, o Carlos tinha razão: Carolina era só uma garota mimada e egoísta. Pouco se importava se a Ana não era realmente consciente do que estava rolando. Tinha transado com outro que não era ela. Pelo que ela pensava, era "Que se foda, uma lição pra aprender". Já veria ela em alguns dias e a consolaria... e daria uma boa lição por ter se entregado daquele jeito... Eram pensamentos de alguém que não media as consequências, que não estava percebendo a gravidade do que estava acontecendo.
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Carlos continuava no quarto. Imóvel, sem saber o que fazer. Aos poucos foi se recuperando, então se aproximou de onde estava a Noelia. A pequena tinha se encolhido em posição fetal, tremendo. Quando sentiu alguém se aproximar, se assustou, mas quando viu quem era, se acalmou, e sem parar de soluçar pulou nos braços do garoto, e se aninhou nele.
- Vamos, pequena, se acalma, já passou tudo - disse Carlos enquanto acariciava suavemente o cabelo dela. Depois de um tempo, tentou se soltar da lolita pra tentar resolver o que estava rolando com a Ana, mas a Noelia não se desgrudava dele. Depois de pensar bem, tomou uma decisão. Entre as duas garotas, preferia cuidar da Noelia. No fim das contas, ele não tinha relação nenhuma com a outra garota, e sim com a Noelia, e devia cuidar dela depois do que a irmã fez. A outra moça teria que se virar sozinha.
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Ana tinha perdido a conta de quantas vezes tinha se teve um orgasmo durante a penetração violenta do Alfredo. O bombando frenético do velho gordo a deixou louca, e quando ele aproximou a boca da dela, ela não hesitou em aceitar e se beijar como uma desvairada com ele. Como no resto das coisas, Alfredo era um bruto até beijando, e quase parecia que queria comer a boca dela, enfiando a língua até o fundo da garganta, fazendo a jovem provar os litros de saliva que ele cuspia da boca. Diferente da vez anterior, dessa vez Alfredo demorou muito mais pra gozar. E de novo soltou uma boa quantidade de esperma que foi parar dentro do útero da morena.
- Toda sua - disse o gordo, zombando, pros amigos. Tino e Ignacio olharam pra ele com nojo.
- Nem fudendo, essa puta já tá toda cheia de porra, por mim já deu.
- E por mim também. Eu pelo menos peguei a bunda dela, hehehe.
Mal ouviram essas palavras, os voyeurs, lembrando do que Benito tinha prometido, viram a chance e se jogaram como hienas em cima da jovem.
- Mas que porra é essa... - disse um Alfredo puto.
- Dei permissão eu - cortou Benito. Afinal, vocês já terminaram, né? Melhor essa galera se divertir com a putinha. Além disso, é aniversário dela, e é melhor comemorar à altura - o velho mafioso virou pros sádicos que já estavam apalpando a pobre garota - Cuidado, um de cada vez, ou no máximo de três em três, que ela só tem três buracos, hahahaha - ele riu debochado.
Ana não dizia nada. Não conseguia. O último orgasmo tinha sido brutal e agora ela tava num estado de semi-inconsciência. Mal percebia que outro pau tava entrando na buceta dela, enquanto outros esperavam a vez, alguns um por um, outros em grupo. Ela só tinha um sorriso idiota no rosto. Não sentia nada, mas se deixava levar porque o corpo dela pedia mais. E mais. E mais.
Enquanto isso, na porta, um dos que esperavam a vez falava no telefone:
- Ei Cara, chama o resto da galera. Hoje a gente tem putaria de graça. E se quiserem chamar algum amigo, que aproveitem. Essa noite vamos deixar uma vadiazinha seca.
Vai acabar...
Uma mina comum (parte 8)
Carolina se preparou pra sair do quarto. Cada vez que via a imagem da Ana com aqueles velhos, a raiva dela só aumentava. Então, ela foi embora. Mal saiu, esbarrou no irmão dela.- Oi, maninho, reparou como a Evelin mudou? Já nem parece colombiana - falou com sarcasmo.
- Carolina, me desculpa muito, eu...
- Desculpa por quê? Se eu tô pouco me fodendo - mentiu a ruiva, enquanto encarava o irmão com ódio. Sem falar mais nada, virou as costas e foi pro quarto dela.
- Não tem mais nada pra dizer? - perguntou o irmão.
- Não, se essa lady gosta de foder com velho, não é problema meu. Que se foda!
Naquela hora, Carlos percebeu que a Carolina tinha deixado a porta do quarto dos velhos aberta, e os olheiros já tavam começando a rodar por perto pra ver o show. Ele foi fechar a porta, mas a Carolina resolveu se meter.
- Nem pensa nisso.
- Mas o que cê tá falando, irmã? Não posso fazer isso. Vai deixar sua amiga ser vista fodendo desse jeito por uns estranhos? Pior ainda, se eles resolverem entrar, pode dar merda...
- Já falei: que se foda. Se ela gosta tanto de foder com velho, que aguente as consequências. NÃO-FECHA! - gritou com tudo e bateu a porta do quarto dela.
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Enquanto isso, no quarto dos velhos, a Ana não tava sabendo de nada. Só sentia prazer. Prazer sem limites. Tinha acabado de ter o segundo orgasmo do dia, e mesmo assim o corpo dela pedia mais. Mais prazer, mais sensações. Cavalgava sem parar o amante dela, o velho Benito, mas pros olhos da morena ele parecia mais novo. Ela idolatrava ele por causa do estado de euforia, por conta do afrodisíaco. Enquanto isso, o Tino metia sem dó no cu dela, que até pouco tempo atrás era virgem. As duas picas dentro dela, uma dupla penetração que não demorou pra causar um terceiro orgasmo, ainda mais forte que os outros. anteriores. Ela se sentia nas nuvens.
O que ela não estava vendo naquele momento eram os olhares lascivos dos voyeurs que estavam na porta, agora aberta, e que curtiam o espetáculo. Viam aquele corpo feminino de Ana, que não tinha comparação com o corpo de modelo da Carolina que tinham visto antes, mas que estava provocando sensações ainda mais fortes por vê-la pelada, suada, com o rosto e os óculos de grau cheios de porra. Sendo penetrada daquela maneira brutal. Algum já estava se tocando na braguilha de tão excitado.
Benito percebeu isso, mas não ligava. Na verdade, isso o enchia de orgulho. Que eles, uns velhos já no fim da linha, estivessem fodendo nada menos que uma novinha até então virgem, e que os caras ficassem babando vendo como eles a possuíam, isso o enchia de orgulho. Essas sensações fizeram ele recuperar as forças e, agarrando a cintura da pequena, começou a fazer movimentos de pelve que faziam o pau dele entrar ainda mais fundo na jovem, que recebeu aquilo agradecida e pagou com um beijo apaixonado.
Mas tudo isso era demais para o Tino, que não aguentava mais, e aumentando ainda mais a força das estocadas (quase ao mesmo tempo que o Benito), gozou depois de enfiar o pau pela última vez até o fundo do cu dela e esguichou a porra dentro da garota, enchendo até o fundo os intestinos da novinha. Ana recebeu aquilo com prazer, e sentir aquele líquido entrando nela provocou um novo orgasmo. A jovem já não tinha controle do corpo e não parava de gozar. E a mente dela pedia mais.
Ela já estava num estado de excitação total. Não precisava de mais nada para se manter assim, mas o Ignacio não pensava igual, e quando o Tino finalmente saiu da bunda da jovem, ele se aproximou e deu a ela um cartão com umas linhas brancas: era cocaína.
- Vamos, cheira isso. pequena.
Em outras circunstâncias, Ana talvez pudesse ter reagido de um jeito completamente diferente, mas no estado em que estava, simplesmente obedeceu como uma boneca e aspirou aqueles pózinhos brancos pelo nariz. Uma sensação estranha percorreu o corpo dela naquele momento, mas nada mais. Por enquanto.
Benito, aproveitando que já tinha ficado sozinho com a garota, se moveu pro centro da cama com cuidado pra não atrapalhar a putaria gostosa com a morena, e se deitou na cama, de um jeito que Ana ficasse por cima dele, como se fosse uma amazona.
— Vai, minha putinha, me mostra o que você sabe fazer.
E Ana obedeceu. Os movimentos dela eram desajeitados; dava pra ver que era uma novata que não sabia direito o que tava fazendo. Mas a intensidade era tanta que isso pouco importava. O velho percebeu que tinham soltado um furacão com a garota de óculos. A morena era uma gata selvagem subindo e descendo no pau dele. Ela pouco se ligava se ele pudesse gozar dentro dela e engravidá-la, não tinha consciência disso. Não tinha consciência de quase nada. Só queria continuar sentindo prazer, gozar de novo. E gozou. E sem perder quase tempo nenhum, continuou cavalgando ele em busca do próximo orgasmo.
E foi demais pro Benito. Ele quase sentiu o coração saindo pela boca quando o orgasmo dele chegou e o esperma, em quantidades industriais, saiu do pau dele como se fosse um sifão, enchendo a garota sem piedade, que assim que sentiu aquele leite entrando no útero dela, teve o maior orgasmo de todos que já tinha tido naquela noite.
— SIMMMMMMMMM, FINALMENTE! — gritou Ana. Era um grito que vinha do fundo dela. Algo que ela queria há anos. E finalmente tinha acontecido. Finalmente tinha acabado o calvário da virgindade pra ela, e finalmente ela podia dormir em paz.
Só que não iam deixar ela dormir. Por um lado porque, aos poucos, os efeitos da droga começavam a aparecer, e misturados com a bebida forte que ela tinha tomado antes, estavam causando Uma nova excitação, ainda maior que antes. E do outro lado, estava Alfredo.
Alfredo já tinha se recuperado do orgasmo fazia um bom tempo. E queria mais. Só tinha aproveitado a boca de Ana, e pretendia fazer muito mais coisas com ela. Por isso, se aproximou bruscamente da cama onde a garota estava meio inconsciente e, sem mais delongas, a penetrou sem piedade.
Ana estava de olhos fechados quando sentiu de repente algo grande e monstruoso entrando na sua bucetinha. Quando abriu os olhos, de repente, só conseguia ver o olhar desvairado de Alfredo enquanto a penetrava sem parar. Ana queria parar ele, queria dizer que precisava se recuperar, mas não conseguia. Sentia a sua bucetinha dolorida sendo penetrada sem piedade por aquela barra de carne. Mas não fazia nada. Porque apesar da dor, o prazer que sentia era ainda maior, e crescia exponencialmente a cada penetrada do invasor na sua bucetinha encharcada, e a mente dela estava exigindo que não evitasse aquele prazer.
O gordo, vendo que Ana se deixava fazer, não perdeu tempo. Agarrou as duas pernas da garota, colocou-as sobre os ombros dele, e apoiou todo o corpo nela, para poder penetrá-la melhor, e começou a bombar. A pouca virgindade que ainda pudesse restar na sua buceta foi perdida naquele momento. O velho fofo não tinha compaixão: naquela posição, podia penetrá-la à vontade, com toda a força e o mais fundo que conseguia, e não parecia que fosse se cansar nunca.
Os voyeurs já nem disfarçavam: muitos tinham abaixado o zíper e se masturbavam abertamente. Benito olhava para eles com curiosidade, e uma ideia diabólica passou pela sua mente.
— Ei, vocês estão gostando do show?
— Como é? Ah, claro que sim.
— Era o que eu imaginava. Então, vamos fazer o seguinte: quando meus amigos terminarem com ela, ela será toda de vocês esta noite.
— Tá zoando?
— Não. Primeiro meus amigos terminarem. Depois... ela será a putinha de vocês até cansarem.
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Ana estava Deitada na cama. Destroçada fisicamente, mas mentalmente nas nuvens. Tinha sido um dia de loucos. O primeiro ménage dela. E com AQUELE cara. Nada menos! Tava encantada, embora tivesse que admitir que não tinha sido a mesma coisa que com o Carlos. Com o irmão da Carolina tinha sido mais selvagem, mas ao mesmo tempo mais... carinhoso. O de hoje tinha sido bom, mas não era comparável.
Mas ainda assim, tudo isso parecia um sonho. Um sonho do qual não queria acordar.
E a Carolina entrou de novo.
Não parecia a mesma. Tava muito séria. Quase dava pra dizer que furiosa.
- O que foi, meu amor? - perguntou com aquela vozinha dela
- Nada - respondeu secamente. Parecia estar procurando alguma coisa - Não me pergunta de novo. Logo você vai saber.
A voluptuosa ruiva tava estranha. Muito furiosa. Parecia estar meio fora de si. Continuava procurando como uma louca até que finalmente achou o que queria: o cinto de arnês dela.
Ana estremeceu - Carolina, por favor, não aguento mais. Foi incrível essa noite mas...
- ...Mas você vai fazer o que eu mandar. Você é minha escrava e agora mesmo vai ficar de quatro.
Não conseguia evitar. Era só ouvir aquele tom e alguma coisa dentro dela se mexia e fazia a temperatura subir. Como uma gatinha no cio, se virou e obedeceu à sua dona. Ficou de quatro e começou a fazer movimentos sensuais, diante dos olhos surpresos do jovem acompanhante que tinha acordado naquele momento e olhava chocado pra cena.
Carolina se aproximou da jovem lolita. Ana, prevendo o que ia rolar, empinou a bunda pra receber o membro de plástico.
Carolina brincava com o pau no cuzinho dela, mas de repente mudou de alvo.
Noelia sentia aquele pênis artificial passando do buraco no cuzinho dela pro outro buraco. Pro coñinho virgem dela. "Ela tá brincando, tá tentando me molhar pra meter melhor no cu" - pensava a lolita.
Não tava molhando. De repente, sem piedade nenhuma, enfiou de uma vez na buceta dela. Sem dó. Seca. Ela ainda estava parada.
Noelia gritou. Um grito ainda maior do que o que Ana tinha dado. Pelo menos esta estava molhada quando perdeu a virgindade, mas a pobre lolita não. Só uma dor aguda e uma sensação como se tivessem enfiado um facão dentro dela. E foi pior quando ela se virou para ver o rosto de Carolina. Tinha a cara transtornada, era uma cara de fúria, de ódio.
Carolina não teve compaixão pela pobre Noelia. Meteu nela sem piedade, apesar dos pedidos da lolita. Enfiava até o fundo com toda a força, enquanto a bucetinha dela jorrava sangue aos borbotões por causa da violência da desvirginada.
O jovem artista se assustou pra caralho, e pegando as roupas dele, se vestiu como deu e saiu do quarto, deixando a pobre Ana sozinha com a estupradora dela.
Carlos apareceu bem na hora que o cara saiu e viu a cena. Carolina violentando sem pena a jovem lolita. A cama cheia de sangue, e Noelia... Noelia era um mar de lágrimas.
Carlos se aproximou de Carolina — Irmã, larga ela de uma vez! Não tá vendo o que tá fazendo com ela? Vai destruir a buceta dela! Tentou agarrar ela pra tirar dali, mas a irmã, com o punho fechado, deu um tapa com toda a força que acertou bem na traqueia dele. Carlos caiu no chão, sem conseguir respirar, segurando o pescoço de tanta dor, tentando, inutilmente, puxar o ar.
Quando Noelia viu Carlos cair, sentiu que algo dentro dela quebrou. A única pessoa que podia ajudar ela estava no chão, morrendo. Olhava pra Carolina, pedindo compaixão com os olhos, mas ela tava nem aí. Só continuava metendo ainda mais forte em Noelia, que não parava de chorar, desesperada. A única coisa que aliviou a lolita foi o momento fugaz em que viu Carlos começar a tossir, dando sinais de que tinha conseguido respirar de novo.
A ruiva continuou por um bom tempo até finalmente se aliviar, e a fúria dela foi sumindo. Ela saiu de cima da Lolita e deixou ela largada na cama, chorando. Depois dou uma olhada no cenário: Noelia na cama, rodeada de sangue, sem conseguir parar de chorar. O irmão dela, Carlos, no chão, consciente, mas mal respirando enquanto se recuperava do golpe. E vários curiosos lá fora, olhando toda a situação, mas sem coragem de fazer nada. Finalmente ela tava percebendo o que tinha feito. Mas já não tava nem aí pra mais nada.
Carlos se levantou como pôde, furioso — Carolina... Você é maluca! Sai daqui. Me ouviu? Nem pense em pisar nesse lugar nunca mais. Nem pense em voltar pra casa! E pelo amor de Deus, se te sobrou um pingo de decência, leva sua outra amiga do quarto do Benito.
— Tô pouco me fudendo se não volto aqui. — ela cuspiu — E pelo visto você não pode me expulsar da minha própria casa, te lembro que tá no MEU nome. Ha! — e cuspiu no chão, de raiva. — E minha amiga... minha amiga tá muito bem aqui, cê não viu? Como a putinha tava se divertindo.
— Cê é cega além de burra? Tão apaixonada por ela que não percebeu o que tá rolando lá?
— Sim, que seduziram ela e ela se deixou levar porque é uma gostosa fogosa.
— Não, embebedaram ela e drogaram ela! — as palavras do irmão dela furaram como uma adaga envenenada. Nem tinha passado pela cabeça dela essa possibilidade. — Pô, dava pra ver na cara dela e no jeito que ela agia que não era totalmente ela. E nisso eu sou culpado, porque devia ter imaginado que o Benito faria isso, e eu assumo. Mas a sua parte... É assim que você reage quando algo não sai do seu jeito? Cê é uma puta rancorosa, irmãzinha. E é melhor você fazer algo decente hoje e levar sua amiga pra fora daqui, antes que as coisas piorem.
— Você não manda em mim. Nem você nem ninguém. Cê diz que tem culpa de tudo? Então se vira você mesmo.
— Tenho parte da culpa, mas era suposto você se importar com essa mina, por que não levou ela pra casa dela? Vou te dizer por quê: você pensou em se divertir acima de qualquer outra coisa. Em Se divertir com a Noelia e aquele outro pivete. Você só pensou no seu próprio prazer, como sempre. Egoísta quando pequena, e egoísta agora quando grande.
- Não tenho por que ouvir suas merdas. Vou vazar daqui.
Carolina saiu do lugar. Mesmo odiando o que o irmão tinha dito, ele tinha um pouco de razão. O melhor para a Ana era tentar tirá-la dali. Mas as pontadas de ciúme e rancor apareceram de novo e ela não pensou mais nisso: simplesmente foi pra casa. No fim das contas, o Carlos tinha razão: Carolina era só uma garota mimada e egoísta. Pouco se importava se a Ana não era realmente consciente do que estava rolando. Tinha transado com outro que não era ela. Pelo que ela pensava, era "Que se foda, uma lição pra aprender". Já veria ela em alguns dias e a consolaria... e daria uma boa lição por ter se entregado daquele jeito... Eram pensamentos de alguém que não media as consequências, que não estava percebendo a gravidade do que estava acontecendo.
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Carlos continuava no quarto. Imóvel, sem saber o que fazer. Aos poucos foi se recuperando, então se aproximou de onde estava a Noelia. A pequena tinha se encolhido em posição fetal, tremendo. Quando sentiu alguém se aproximar, se assustou, mas quando viu quem era, se acalmou, e sem parar de soluçar pulou nos braços do garoto, e se aninhou nele.
- Vamos, pequena, se acalma, já passou tudo - disse Carlos enquanto acariciava suavemente o cabelo dela. Depois de um tempo, tentou se soltar da lolita pra tentar resolver o que estava rolando com a Ana, mas a Noelia não se desgrudava dele. Depois de pensar bem, tomou uma decisão. Entre as duas garotas, preferia cuidar da Noelia. No fim das contas, ele não tinha relação nenhuma com a outra garota, e sim com a Noelia, e devia cuidar dela depois do que a irmã fez. A outra moça teria que se virar sozinha.
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Ana tinha perdido a conta de quantas vezes tinha se teve um orgasmo durante a penetração violenta do Alfredo. O bombando frenético do velho gordo a deixou louca, e quando ele aproximou a boca da dela, ela não hesitou em aceitar e se beijar como uma desvairada com ele. Como no resto das coisas, Alfredo era um bruto até beijando, e quase parecia que queria comer a boca dela, enfiando a língua até o fundo da garganta, fazendo a jovem provar os litros de saliva que ele cuspia da boca. Diferente da vez anterior, dessa vez Alfredo demorou muito mais pra gozar. E de novo soltou uma boa quantidade de esperma que foi parar dentro do útero da morena.
- Toda sua - disse o gordo, zombando, pros amigos. Tino e Ignacio olharam pra ele com nojo.
- Nem fudendo, essa puta já tá toda cheia de porra, por mim já deu.
- E por mim também. Eu pelo menos peguei a bunda dela, hehehe.
Mal ouviram essas palavras, os voyeurs, lembrando do que Benito tinha prometido, viram a chance e se jogaram como hienas em cima da jovem.
- Mas que porra é essa... - disse um Alfredo puto.
- Dei permissão eu - cortou Benito. Afinal, vocês já terminaram, né? Melhor essa galera se divertir com a putinha. Além disso, é aniversário dela, e é melhor comemorar à altura - o velho mafioso virou pros sádicos que já estavam apalpando a pobre garota - Cuidado, um de cada vez, ou no máximo de três em três, que ela só tem três buracos, hahahaha - ele riu debochado.
Ana não dizia nada. Não conseguia. O último orgasmo tinha sido brutal e agora ela tava num estado de semi-inconsciência. Mal percebia que outro pau tava entrando na buceta dela, enquanto outros esperavam a vez, alguns um por um, outros em grupo. Ela só tinha um sorriso idiota no rosto. Não sentia nada, mas se deixava levar porque o corpo dela pedia mais. E mais. E mais.
Enquanto isso, na porta, um dos que esperavam a vez falava no telefone:
- Ei Cara, chama o resto da galera. Hoje a gente tem putaria de graça. E se quiserem chamar algum amigo, que aproveitem. Essa noite vamos deixar uma vadiazinha seca.
Vai acabar...
2 comentários - Garota Comum (parte 8)