Escravizado Parte I
Sempre tive um desejo escondido de ser submetido sexualmente. Saber como é ser um objeto, se entregar passivamente à vontade alheia. Durante toda a tarde até a hora do jantar, eu ia me transformar num escravo submisso à vontade do meu amo. Os limites foram definidos: sem castigo físico, sem ser entregue a outro, sem ser exibido em público.
Depois de me banhar, saí pelado do banheiro. Deixei que pintasse meus lábios, as unhas das mãos e dos pés, me banhei em perfume de mulher e ela me colocou calcinha e meia-calça preta. O toque suave das meias femininas na minha pele e as mãos dela me acariciando enquanto ajustava as meias foi prazeroso e me fez sentir vontade de ser submetido. Depois de me preparar ao gosto dela, me ajoelhei no chão e ela amarrou minhas mãos e pés. Já estava pronto, ela podia fazer o que quisesse comigo. Ficou um tempo se tocando, se excitando, olhando meu corpo amarrado e nu, maquiado e perfumado como uma puta.
A primeira coisa que fez foi me beijar e acariciar com delicadeza o corpo inteiro, da boca aos dedos dos pés, não deixou nenhuma parte sem beijar ou acariciar. Me beijou a bunda, as pernas, senti um prazer indescritível. Baixou minha calcinha e meia e me fez sexo oral, chupando como se minha pica fosse uma fruta deliciosa, saboreou até me fazer gozar, um orgasmo que tremeu meu corpo inteiro, me deixando rendido aos pés dela, me fazendo sentir vontade de me entregar completamente ali mesmo. Depois veio uma longa sessão de fotos de todos os ângulos e em todas as posições possíveis. No começo com suavidade, mas conforme foi descobrindo o prazer de ter um corpo submisso ao seu bel-prazer, foi ficando mais agressivo, me pegando pelos braços ou pés, me jogando como se eu fosse uma coisa, me arrastando pelo chão enquanto falava comigo como se eu fosse uma puta, me insultava ou ameaçava. Comigo arrombando meu cu, me destruindo, aí tomei consciência da situação em que estava, da minha indefensão e de que me encontrava nu, amarrado, sem poder evitar que fizesse comigo o que quisesse sem respeitar nenhum limite. Segurando minha cabeça com as duas mãos, me beijou com paixão, passando a língua pelos lábios e dentes. Não estava em condições de oferecer resistência, só tentei falar pra pedir que se acalmasse, mas ao fazer isso só consegui que enfiasse a língua mais pra dentro. Depois de um tempo, enfiou um pano bem dentro da minha boca, cobrindo-a com fita adesiva, perdendo o último recurso do grito de socorro. Me jogando na cama, deitou em cima de mim, foi descendo enquanto apalpava, lambia e beijava o pescoço, os ombros, o peito, depois de enfiar a língua no umbigo foi direto pro meu pau, metendo ele na boca, chupou um tempo como se fosse um sorvete, me segurando pela cintura, desceu pelas pernas chupando, lambendo e apalpando. Me pegando pelos pés, apoiou eles no pau dele, e usou meus pés pra se masturbar, apertando ele entre eles, enfiando a cabeça entre os dedos, senti ele crescer e ficar duro enquanto eu apertava e esfregava contra as plantas dos meus pés. Tentou me virar de bruços pra me comer o cu, mas não conseguiu, gozou antes, espirrando minhas coxas e nádegas com o esperma dele, no auge do orgasmo só conseguiu apoiar ele entre minhas nádegas, gozando em cima da minha racha. Ficou um tempo apoiando ele com força, tentando enfiar, mas não conseguiu, o pau dele terminava no buraco entre as nádegas e as coxas; escapei de ser comido porque ele foi perdendo a ereção; sentou montado nas minhas pernas, brincando com meu cu, abrindo ele, apertando minhas nádegas e coxas, junto com os dedos, enfiando o esperma dele no meu cu, remexendo dentro de mim, como se estivesse fazendo um toque, me deu tapas nas nádegas, usando elas como tambor; senti prazer ao ser usado como um brinquedo, mas também medo de que me estourasse na porrada ou me arrebentasse o Cu de tanto fuçar, até que a excitação passou. Puxou com força a corda que amarrava minhas mãos, passando ela entre as pernas, levantou os pés e amarrou junto com as mãos, ficando com as mãos grudadas nos calcanhares e as solas dos pés viradas pra cima. Levantou-se e saiu do quarto. Largado de bruços, pés e mãos juntos por cima da buceta na cama, banhado de saliva na frente e empapado de porra atrás.
Sempre tive um desejo escondido de ser submetido sexualmente. Saber como é ser um objeto, se entregar passivamente à vontade alheia. Durante toda a tarde até a hora do jantar, eu ia me transformar num escravo submisso à vontade do meu amo. Os limites foram definidos: sem castigo físico, sem ser entregue a outro, sem ser exibido em público.
Depois de me banhar, saí pelado do banheiro. Deixei que pintasse meus lábios, as unhas das mãos e dos pés, me banhei em perfume de mulher e ela me colocou calcinha e meia-calça preta. O toque suave das meias femininas na minha pele e as mãos dela me acariciando enquanto ajustava as meias foi prazeroso e me fez sentir vontade de ser submetido. Depois de me preparar ao gosto dela, me ajoelhei no chão e ela amarrou minhas mãos e pés. Já estava pronto, ela podia fazer o que quisesse comigo. Ficou um tempo se tocando, se excitando, olhando meu corpo amarrado e nu, maquiado e perfumado como uma puta.
A primeira coisa que fez foi me beijar e acariciar com delicadeza o corpo inteiro, da boca aos dedos dos pés, não deixou nenhuma parte sem beijar ou acariciar. Me beijou a bunda, as pernas, senti um prazer indescritível. Baixou minha calcinha e meia e me fez sexo oral, chupando como se minha pica fosse uma fruta deliciosa, saboreou até me fazer gozar, um orgasmo que tremeu meu corpo inteiro, me deixando rendido aos pés dela, me fazendo sentir vontade de me entregar completamente ali mesmo. Depois veio uma longa sessão de fotos de todos os ângulos e em todas as posições possíveis. No começo com suavidade, mas conforme foi descobrindo o prazer de ter um corpo submisso ao seu bel-prazer, foi ficando mais agressivo, me pegando pelos braços ou pés, me jogando como se eu fosse uma coisa, me arrastando pelo chão enquanto falava comigo como se eu fosse uma puta, me insultava ou ameaçava. Comigo arrombando meu cu, me destruindo, aí tomei consciência da situação em que estava, da minha indefensão e de que me encontrava nu, amarrado, sem poder evitar que fizesse comigo o que quisesse sem respeitar nenhum limite. Segurando minha cabeça com as duas mãos, me beijou com paixão, passando a língua pelos lábios e dentes. Não estava em condições de oferecer resistência, só tentei falar pra pedir que se acalmasse, mas ao fazer isso só consegui que enfiasse a língua mais pra dentro. Depois de um tempo, enfiou um pano bem dentro da minha boca, cobrindo-a com fita adesiva, perdendo o último recurso do grito de socorro. Me jogando na cama, deitou em cima de mim, foi descendo enquanto apalpava, lambia e beijava o pescoço, os ombros, o peito, depois de enfiar a língua no umbigo foi direto pro meu pau, metendo ele na boca, chupou um tempo como se fosse um sorvete, me segurando pela cintura, desceu pelas pernas chupando, lambendo e apalpando. Me pegando pelos pés, apoiou eles no pau dele, e usou meus pés pra se masturbar, apertando ele entre eles, enfiando a cabeça entre os dedos, senti ele crescer e ficar duro enquanto eu apertava e esfregava contra as plantas dos meus pés. Tentou me virar de bruços pra me comer o cu, mas não conseguiu, gozou antes, espirrando minhas coxas e nádegas com o esperma dele, no auge do orgasmo só conseguiu apoiar ele entre minhas nádegas, gozando em cima da minha racha. Ficou um tempo apoiando ele com força, tentando enfiar, mas não conseguiu, o pau dele terminava no buraco entre as nádegas e as coxas; escapei de ser comido porque ele foi perdendo a ereção; sentou montado nas minhas pernas, brincando com meu cu, abrindo ele, apertando minhas nádegas e coxas, junto com os dedos, enfiando o esperma dele no meu cu, remexendo dentro de mim, como se estivesse fazendo um toque, me deu tapas nas nádegas, usando elas como tambor; senti prazer ao ser usado como um brinquedo, mas também medo de que me estourasse na porrada ou me arrebentasse o Cu de tanto fuçar, até que a excitação passou. Puxou com força a corda que amarrava minhas mãos, passando ela entre as pernas, levantou os pés e amarrou junto com as mãos, ficando com as mãos grudadas nos calcanhares e as solas dos pés viradas pra cima. Levantou-se e saiu do quarto. Largado de bruços, pés e mãos juntos por cima da buceta na cama, banhado de saliva na frente e empapado de porra atrás.
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