Olá, venho com esse novo relato, é uma fantasia e só isso, as imagens são tiradas da internet e escrevo isso pelo prazer de compartilhar minhas ideias, desde já agradeço por lerem.
Minha irmã mais velha e eu começamos a viver praticamente sozinhos depois que papai e mamãe se separaram e mamãe foi trabalhar como secretária, embora a gente suspeitasse que era algo mais do que uma simples secretária, mas enfim, essa é outra história.
Minha irmã, que se chama Maritza, 3 anos mais velha que eu, tem 22 anos, corpo de modelo e com as tatuagens dela que já causaram problemas com a família, os peitos lindos dela e a bunda deliciosa, a barriga bonita e as pernas que pareciam não ter fim quando ela se deitava de biquíni no terraço de casa. Ela passava os dias em casa porque tinha perdido o emprego graças a um corte e a uns bons tapas que deu no ex-chefe dela. No começo, ela ficava de pijama, mas depois, por causa do calor, andava com uns shortinhos e às vezes só de fio dental. Eu estudava de manhã e à tarde ajudava um amigo que tinha uma oficina de computadores a umas quadras da minha casa, e quase sempre levava as máquinas pra casa pra arrumar com minhas próprias ferramentas.
Chegou a semana santa e minhas férias finalmente, fim do semestre e um mês de descanso. Tava feliz porque minha mãe teria uma semana de férias e a gente iria pra praia. Passei o tempo na academia e correndo pra ficar em forma e ver se conseguia pegar umas minas, mas minha mãe chegou com uma notícia ruim: não iam dar a semana pra ela e a gente teria que ficar em casa, além disso, ela trabalharia até tarde, só iria em casa pra dormir e tomar café nessa semana. Nosso coração foi pro chão, mas beleza, minha irmã sugeriu que já era hora de eu aprender sobre a vida noturna da cidade, então ela me levaria pra balada com as amigas dela, o que me consolou pra caralho. Um grupo de minas com corpos suculentos pra escolher, soava excelente pra mim, além disso, todas as garotas são bem abertas.
Assim começamos. A semana sozinhos, minha irmã de fio dental e eu em casa de bobeira, comecei a reparar nela, a perceber como ela era gostosa, o corpo dela, os peitos e a bunda. Em menos de dois dias já era uma obsessão, me masturbava pensando na bunda dela, nos peitos dela banhados de suor.
Na primeira segunda-feira de férias, ela estava de fio dental, deitada de bruços vendo TV na sala. Entrei na sala com uma bermuda folgada e uma regata, normal pro calor. Sentei com ela bem na frente, olhando a bunda dela e só o fio do fio dental entre o cuzinho dela e meus olhos. Era como se a bunda dela tivesse gravidade, porque meus olhos não conseguiam parar de olhar. Quando me dei conta, já tava com uma ereção da porra e minha mão descansava no meu pau, então resolvi bater uma ali mesmo com aquela visão angelical. Em silêncio, meti a mão na bermuda e comecei devagar, pra cima e pra baixo, olhando a bunda dela. Fiquei tão vidrado naquela visão que nem percebi que ela tava me olhando e rindo.
— O que foi, tarado? — ela disse rindo.
— Kkkkk, cê tá afim do Pedro Pedra? — falou, fazendo referência ao desenho que eu tava vendo.
— Hã? Eu não, é que você, sei lá... — travo fácil quando fico nervoso.
— Tá, tá, entendi. Você não tem namorada e não interage com mina, então é normal que veja a primeira e já fique excitado. Além disso, minhas calcinhas fio-dental não ajudam muito — disse ela, compreensiva. — Relaxa, maninho, vou te ajudar com isso agora e depois peço pra alguma amiga minha te dar uma força. Sou sua irmã, não posso te ajudar sempre — falou, sentando do meu lado. Então ela pegou meu pau duro e começou a me masturbar. De repente, ajoelhou na minha frente, tirou o sutiã da blusa e enfiou meu pau entre os peitos, cobrindo com a blusa. Ela deixava cair saliva no meu pau pra lubrificar.
— Sabe? O sêmen é bom pra pele, mas nunca provei. Posso passar na minha bunda? — perguntou. — Se funcionar, vou pedir mais — completou.
— S-sim — respondi, tímido.
— Beleza, vou deitar. Você bate uma e quando gozar, joga tudo na minha bunda, ok? — disse.
Ela se deitou e eu comecei a me masturbar. Depois, ajoelhei na frente da bunda dela. Meu pau tava molhado de saliva, enfiei entre as nádegas dela e comecei a usar elas pra me masturbar.
— Heyyy — foi só o que ela disse.
— Vou gozar, vou gozar — falei, quase sem me segurar, levantando um pouco e soltando todo o meu sêmen nas nádegas dela. Gozei tanto que fiquei paralisado, até que ela disse:
— Tá esperando o quê? Passa logo, antes que seque — ordenou. Peguei as nádegas dela com as mãos e espalhei todo o meu sêmen por toda aquela bunda linda. Ela ficou ali por mais ou menos uma hora e depois foi tomar banho. Eu estava largado no sofá.
— Parece que funciona, sinto elas mais macias. Vamos ter que repetir amanhã — disse ela, me dando um beijo na bochecha e se jogando ao meu lado.
— Ah, e não vou esquecer. Quarta-feira vamos pra balada e vou deixar você com uma das minhas amigas. Tem alguma que você gosta em especial? — perguntou.
— Não, a que você quiser — respondi.
— Mmmmm, tenho a garota perfeita pra você — disse ela enquanto se virava para se trocar.
Foi assim a primeira vez que dei meu gozo pra minha irmã, mas não foi a última. Em breve vou contar a história da amiga dela e como a gente se divertiu na balada. Valeu por ler esse relato, espero que tenham um bom dia.
Minha irmã mais velha e eu começamos a viver praticamente sozinhos depois que papai e mamãe se separaram e mamãe foi trabalhar como secretária, embora a gente suspeitasse que era algo mais do que uma simples secretária, mas enfim, essa é outra história.
Minha irmã, que se chama Maritza, 3 anos mais velha que eu, tem 22 anos, corpo de modelo e com as tatuagens dela que já causaram problemas com a família, os peitos lindos dela e a bunda deliciosa, a barriga bonita e as pernas que pareciam não ter fim quando ela se deitava de biquíni no terraço de casa. Ela passava os dias em casa porque tinha perdido o emprego graças a um corte e a uns bons tapas que deu no ex-chefe dela. No começo, ela ficava de pijama, mas depois, por causa do calor, andava com uns shortinhos e às vezes só de fio dental. Eu estudava de manhã e à tarde ajudava um amigo que tinha uma oficina de computadores a umas quadras da minha casa, e quase sempre levava as máquinas pra casa pra arrumar com minhas próprias ferramentas.
Chegou a semana santa e minhas férias finalmente, fim do semestre e um mês de descanso. Tava feliz porque minha mãe teria uma semana de férias e a gente iria pra praia. Passei o tempo na academia e correndo pra ficar em forma e ver se conseguia pegar umas minas, mas minha mãe chegou com uma notícia ruim: não iam dar a semana pra ela e a gente teria que ficar em casa, além disso, ela trabalharia até tarde, só iria em casa pra dormir e tomar café nessa semana. Nosso coração foi pro chão, mas beleza, minha irmã sugeriu que já era hora de eu aprender sobre a vida noturna da cidade, então ela me levaria pra balada com as amigas dela, o que me consolou pra caralho. Um grupo de minas com corpos suculentos pra escolher, soava excelente pra mim, além disso, todas as garotas são bem abertas.
Assim começamos. A semana sozinhos, minha irmã de fio dental e eu em casa de bobeira, comecei a reparar nela, a perceber como ela era gostosa, o corpo dela, os peitos e a bunda. Em menos de dois dias já era uma obsessão, me masturbava pensando na bunda dela, nos peitos dela banhados de suor.
Na primeira segunda-feira de férias, ela estava de fio dental, deitada de bruços vendo TV na sala. Entrei na sala com uma bermuda folgada e uma regata, normal pro calor. Sentei com ela bem na frente, olhando a bunda dela e só o fio do fio dental entre o cuzinho dela e meus olhos. Era como se a bunda dela tivesse gravidade, porque meus olhos não conseguiam parar de olhar. Quando me dei conta, já tava com uma ereção da porra e minha mão descansava no meu pau, então resolvi bater uma ali mesmo com aquela visão angelical. Em silêncio, meti a mão na bermuda e comecei devagar, pra cima e pra baixo, olhando a bunda dela. Fiquei tão vidrado naquela visão que nem percebi que ela tava me olhando e rindo.
— O que foi, tarado? — ela disse rindo. — Kkkkk, cê tá afim do Pedro Pedra? — falou, fazendo referência ao desenho que eu tava vendo.
— Hã? Eu não, é que você, sei lá... — travo fácil quando fico nervoso.
— Tá, tá, entendi. Você não tem namorada e não interage com mina, então é normal que veja a primeira e já fique excitado. Além disso, minhas calcinhas fio-dental não ajudam muito — disse ela, compreensiva. — Relaxa, maninho, vou te ajudar com isso agora e depois peço pra alguma amiga minha te dar uma força. Sou sua irmã, não posso te ajudar sempre — falou, sentando do meu lado. Então ela pegou meu pau duro e começou a me masturbar. De repente, ajoelhou na minha frente, tirou o sutiã da blusa e enfiou meu pau entre os peitos, cobrindo com a blusa. Ela deixava cair saliva no meu pau pra lubrificar.
— Sabe? O sêmen é bom pra pele, mas nunca provei. Posso passar na minha bunda? — perguntou. — Se funcionar, vou pedir mais — completou.
— S-sim — respondi, tímido.
— Beleza, vou deitar. Você bate uma e quando gozar, joga tudo na minha bunda, ok? — disse.
Ela se deitou e eu comecei a me masturbar. Depois, ajoelhei na frente da bunda dela. Meu pau tava molhado de saliva, enfiei entre as nádegas dela e comecei a usar elas pra me masturbar.
— Heyyy — foi só o que ela disse.
— Vou gozar, vou gozar — falei, quase sem me segurar, levantando um pouco e soltando todo o meu sêmen nas nádegas dela. Gozei tanto que fiquei paralisado, até que ela disse:— Tá esperando o quê? Passa logo, antes que seque — ordenou. Peguei as nádegas dela com as mãos e espalhei todo o meu sêmen por toda aquela bunda linda. Ela ficou ali por mais ou menos uma hora e depois foi tomar banho. Eu estava largado no sofá.
— Parece que funciona, sinto elas mais macias. Vamos ter que repetir amanhã — disse ela, me dando um beijo na bochecha e se jogando ao meu lado.
— Ah, e não vou esquecer. Quarta-feira vamos pra balada e vou deixar você com uma das minhas amigas. Tem alguma que você gosta em especial? — perguntou.
— Não, a que você quiser — respondi.
— Mmmmm, tenho a garota perfeita pra você — disse ela enquanto se virava para se trocar.
Foi assim a primeira vez que dei meu gozo pra minha irmã, mas não foi a última. Em breve vou contar a história da amiga dela e como a gente se divertiu na balada. Valeu por ler esse relato, espero que tenham um bom dia.
1 comentários - Mi hermana y sus tangas