A verdade é que depois daquela experiência de ver minha mulher tão puta, não tava com muita vontade de tentar de novo. Nos dias seguintes a gente transou bastante, mas ela queria mais era dar o cu. Meter naquele rabo todo arrombado, a verdade é que era como foder pela buceta, só que eu percebia que ela tava muito excitada, queria foder toda hora e mais pelo cu. Ela me contava que quando ia no banheiro, sentava e sem fazer quase força conseguia cagar super bem, e que isso ela gostava. Ela me perguntava: "Quando a gente chama eles pra outro encontro?" Eu respondia: "Tem certeza que quer comer aquela pica de novo?" "Sim, adorei e quero que ele me coma bem o cu e eu aproveitar. Depois, se quiser, a gente não faz mais, mas quero aproveitar bem aquela rola no meu cu e ter vários orgasmos anais." "Beleza, semana que vem a gente vê de falar com eles."
Passou a semana e na quinta-feira fomos ao supermercado fazer umas compras. Dentro do mercado, ela me conta que falou com os caras e que marcou pra sexta-feira, que eles viriam em casa. "Beleza, tudo bem." Passando pela seção de verduras, vejo ela escolhendo pepinos. "Pra quê? Sabe que não gosto." "Pra mim", ela diz, "assim pratico um pouco." "Não, para com isso, pô." Mas ela escolheu três de tamanhos diferentes e me fala: "Quero comer inteiro aquele filho da puta e pedir mais."
Na sexta, quando cheguei em casa, pensando em como seria a noite, minha pica ficou dura. Entro e escuto gemidos vindo do banheiro. Entro e encontro ela na banheira se masturbando com os pepinos. Ela diz: "Oi, amor, vem aqui me ajudar com esses brinquedos." Me despi, beijava ela, chupava o cu dela e vi que ela tinha o menor enfiado no rabo. Ela expulsou e eu meti a pica. Umas metidas e ela pediu pra eu tirar, que não queria que eu gozasse, que eu tinha que estar inteiro pra noite. Foi assim, tirei e brinquei com o pepino médio. Custou um pouco, mas entrou inteiro. Brinquei um pouco, tirei e tentei o grandão, que não era tão... grande como a pica do magrão, passava creme enxaguante e colocava o pepino de pouquinho, ela foi comendo tudo, deu uns pós de arroz a putinha.
Nos vestimos, jantamos leve e lá pelas 3h chegaram os amigos, a baixinha recebeu cada um com um puta beijo na boca, a morena me comeu a boca e já me pegou no saco, pra ver como tava, "ah, tá firme, gatinho", a baixinha conversava com o magrão e riam. Colocamos música, a baixinha levou o magrão pra cozinha, disse que ia fazer café. Com a morena, nos jogamos no sofá e começamos o nosso rolê, ela me mamou muito bem, me chupou bem a bunda, eu tava chupando o cu dela, já que ela queria que eu metesse no cu, porque da outra vez não terminamos direito. Nisso, ouvimos um grito da cozinha, a baixinha já tava gritando, verdade, me deixou mais tesudo, pensando que ela já tava empalada no cu. Me ajeitei atrás da morena e mandei ver, continuávamos ouvindo os gemidos da minha mulher, pouco me importava mais. Eu continuei metendo e tirando na morena e vejo aparecer minha mulher e o magrão, ele trazendo ela empalada e ela abraçada nele, comendo a boca dele. Sentaram no sofá na frente do nosso e minha mulher cavalgando naquela pica imensa como se nada, me olha e fala: "Viu como eu como ela toda! Que pica esse cara tem, é linda, você devia provar." "Nem louco, você tá doida. Olha a buceta que eu tô comendo." A gata se levantava pra tirar, virava e sentava de novo naquela pica, igual quando batia nos ovos do magrão ela reclamava, mas pedia aos gritos pra dar mais. Gozou umas meia dúzia de vezes e pedia mais. A morena me fala: "Eu, puta que pariu, sua mulher é uma puta. Pra mim é difícil no cu e nunca comi meu marido assim, por que vocês dois não comem ela junto pra ela não encher mais o saco?" "Sabe que sim, você tem razão." Nos aproximamos, minha mulher sentou de costas pro magrão, com a pica no cu, deixando a buceta livre. palavra: buceta livre pra mim, a morena chupava os peitos dela, comia a boca dela e minha mulher pedia mais cock, fodendo, encham meus buracos de cock e cum, me abaixei pra chupar a use the word: buceta e notei que escorria cum do magrelo, não liguei pra nada, tomei tudo que saía daquela use the word: buceta e de uma enfiei e demos uma fodida fudida, ficamos mortos os três, tomamos banho os quatro juntos, o magrelo ficou duro de novo e enfiava um pouquinho em cada uma, num momento eu tava chupando o cu da mulher dele e ele metendo a ponta na use the word: buceta e eu dei umas lambidas na pica dele, verdade que era linda aquela porra, minha mulher insistia pra eu meter, nãoooo, o magrelo falava experimenta um pouco se quiser, não nem fudendo, no máximo te chupo um pouco, só isso, tiro de dentro da mulher dele e me agarrei, um pouco com medo, mas chupei, de repente me pegou na cabeça e encheu minha boca de cum, não aguentei e entre engasgos tomei tudo, saímos do banho tomamos um café e a puta da minha mulher antes deles irem tirou a pica grande e enfiou tudo dentro de uma, os olhos dela viravam, cavalgou um pouco e tirou, beijou ele e falou, espero a gente se ver de novo, fechou a calça e saíram, tchau até a próxima.
Fomos pra cama e dormimos até umas 6 da tarde.
Terça vou no centro comprar uns negócios e vejo uma mesa de vendas de rua que era de um preto senegalês, chego e falo, que tinha um negócio pra oferecer, ele falou tô ouvindo, olha minha mulher queria foder com um preto bem big cock, você teria problema, não $400 e pronto, fala quando e onde, o que eu precisava saber é o tamanho do seu cock? o meu ele fala 26x7, se quiser maior, a do meu parceiro 31x8, qual ela quer? a do seu parceiro, ok ele cobra $600, pronto, pode hoje? ele chama, vem um preto de uns 2 metros, azul de tão preto, uns 27 anos, eles conversam entre si, aceita. Dou o endereço e ele me diz: "22h estou na sua casa. Se sua mulher não aguentar, eu cobro do mesmo jeito, sem problema."
No caminho, pensava: "Quer uma boa rola? Hoje você vai ter, putinha."
Chego em casa, dou um beijão na baixinha e digo: "Hoje vou te dar um presentinho, amor." "Que bom, o que é?" "Espera, umas 22h mandam." "Ufa, o que será? Será que vou gostar?" "Simmmmm, muito, já vai ver. Por que não se troca? Coloca aquela saia curtinha, fica bem putinha." "Ah, não me diga que vêm os caras e eu vou ter que chupar esse pau de novo."
"Não, não, espera e vai ver." Ela foi tomar banho e se vestiu bem putinha. Jantamos bem leve e às 22h15 tocou a campainha. Vou atender e vejo o negão enorme, brilhante, o filho da puta. Cumprimento ele e ele diz: "O dinheiro antes." "Ok, pago." Ele entra comigo em casa. A cara da minha mulher ao vê-lo, não acreditava. Os olhinhos brilharam. Apresento os dois e digo que aquele era o presentinho, que era só para ela, que aproveitasse e comesse tudo.
Sem dizer nada, ela se levantou no sofá e beijou a boca dele. Desceu do sofá, abraçou ele. Ele a levantou e beijou a boca dela. Se jogaram no tapete e se rolaram pra caralho, se meteram a mão por todo lado. Ela me diz: "Esse parece que é maior, hmm, que bom." Abriu a braguilha dele e saiu uma coisa que assustava qualquer um. Ela ficou pasma olhando, e eu também. Nem nos filmes eu tinha visto algo assim. Ela beijava, chupava, abraçava. A baixinha tava louca com aquela rola. Ela o despiu, e ele a ela. Deu uma chupada de buceta violenta, levantou ela e colocou em cima dele. Ela foi se sentando naquela rola e não aguentava. Devagarzinho foi abrindo caminho dentro da buceta dela e aos poucos foi sumindo toda. Ela gemia como louca, virava os olhos, parecia que ia desmaiar a qualquer momento. Ela me dizia que sentia que chegava na garganta, que se sentia... empalada, aí o negão fala pra ela: "falta um pouquinho ainda". Nisso, ele apoia as mãos nos ombros dela e empurra ela pra baixo. Ela gritou e desmaiou. Eu me assustei, mas ele disse: "deixa, já passa, vai ver". Exato, não andamos dois metros e ela acordou gritando que nem uma gostosa: "você me matou, me rasgou toda por dentro". Ela chorava, mas foi relaxando, e o mestre da porra disse: "agora você vai ver o que é uma pica grandona bem manejada". Ele levantou com ela enfiada, apoiou ela de costas na mesa e, devagarzinho, metia. Ela tava nas nuvens, não gemia, não falava nada. O negão me disse: "vem cá, chega perto e toca na barriga dela". Era inacreditável, dava pra sentir aquela pica entrando e chegando mais alto que o umbigo dela. Impressionante!!! O mete e tira era de louco, ele tirava uns 25cm e enfiava de novo bem devagar, assim por um tempo. Ela gemia como eu nunca tinha ouvido. Eu cheguei perto e beijava ela, enquanto o negão metia cada vez mais rápido. Eu me abaixei até a buceta recheada de carne e passava a língua, e ela ficou louca. Gozou umas cinco vezes seguidas sem parar, e eu de quebra lambia o pau do negão. Até que num momento aquela pica inchou, o negão bufava e gemia, e enterrou fundo enquanto eu lambia o que sobrava de entrada. Senti os jatos de porra que aquela cobra preta cuspia, e minha mulher desmaiou de novo. Não sei quanto tempo aquela besta gozou, mas foi muito. Ele foi tirando, e quando tava saindo a cabeçona, ela acordou e disse: "deixa dentro, por favor". Eu com a língua continuava juntando os sucos, mas o negão tirou e saiu uma mijada de porra de dentro da baixinha. Ela ficou exausta, largada na mesa. Eu brincava com a ponta na entrada da buceta toda arrebentada, e ela relaxou tanto que começou a mijar. Fui pegar um pano pra limpar, e quando voltei, ela tava de boca pra baixo na mesa, ele chupando o cu dela. Eu falei pra ele: "espera, espera, pelo cu". Não, você vai machucar ela toda. Eu falei a mesma coisa pra ela, mas ela quer que eu meta no cu dela. Ela me disse: "cala a boca, deixa eu foder comigo, me arrebenta toda, não tô nem aí, quero essa besta dentro de mim." O negão tinha uma pomada pra dor. Lambeu bem a buceta dela, enfiou três ou quatro dedos, passou a pomada, passou também na pica e começou. Apoiou e de uma vez entrou uns 20cm. Ouviu-se um grito, e ele disse: "vai, brinca um pouquinho." Depois de um tempo, ele fala: "agora mete tudo." Ela deu um grito desgarrador e ele enterrou tudo de uma vez. Entrou num vai e vem terrível. Ela gritava, ele gemia, ela chorava e pedia pra parar: "você me mata, não aguento." De repente, ele abraçou ela forte, encheu ela de porra, e ela disse: "mais, quero mais, por favor." Ele sacudiu de novo, gozou que nem uma gostosa e tirou. Escorria porra, sangue, merda. O cu dela aberto igual uma flor. O negão se vestiu e foi embora. Ela ficou dormindo na mesa, eu me joguei no sofá. Só de manhã ajudei ela a ir pro banheiro. Ela não conseguia andar, escorria porra pra todo lado, foi no banheiro, deitou e acordou só à noite. Eu quis foder ela, e ela me mandou pastar. Disse que tinha o cu cheio de pica.
Passou a semana e na quinta-feira fomos ao supermercado fazer umas compras. Dentro do mercado, ela me conta que falou com os caras e que marcou pra sexta-feira, que eles viriam em casa. "Beleza, tudo bem." Passando pela seção de verduras, vejo ela escolhendo pepinos. "Pra quê? Sabe que não gosto." "Pra mim", ela diz, "assim pratico um pouco." "Não, para com isso, pô." Mas ela escolheu três de tamanhos diferentes e me fala: "Quero comer inteiro aquele filho da puta e pedir mais."
Na sexta, quando cheguei em casa, pensando em como seria a noite, minha pica ficou dura. Entro e escuto gemidos vindo do banheiro. Entro e encontro ela na banheira se masturbando com os pepinos. Ela diz: "Oi, amor, vem aqui me ajudar com esses brinquedos." Me despi, beijava ela, chupava o cu dela e vi que ela tinha o menor enfiado no rabo. Ela expulsou e eu meti a pica. Umas metidas e ela pediu pra eu tirar, que não queria que eu gozasse, que eu tinha que estar inteiro pra noite. Foi assim, tirei e brinquei com o pepino médio. Custou um pouco, mas entrou inteiro. Brinquei um pouco, tirei e tentei o grandão, que não era tão... grande como a pica do magrão, passava creme enxaguante e colocava o pepino de pouquinho, ela foi comendo tudo, deu uns pós de arroz a putinha.
Nos vestimos, jantamos leve e lá pelas 3h chegaram os amigos, a baixinha recebeu cada um com um puta beijo na boca, a morena me comeu a boca e já me pegou no saco, pra ver como tava, "ah, tá firme, gatinho", a baixinha conversava com o magrão e riam. Colocamos música, a baixinha levou o magrão pra cozinha, disse que ia fazer café. Com a morena, nos jogamos no sofá e começamos o nosso rolê, ela me mamou muito bem, me chupou bem a bunda, eu tava chupando o cu dela, já que ela queria que eu metesse no cu, porque da outra vez não terminamos direito. Nisso, ouvimos um grito da cozinha, a baixinha já tava gritando, verdade, me deixou mais tesudo, pensando que ela já tava empalada no cu. Me ajeitei atrás da morena e mandei ver, continuávamos ouvindo os gemidos da minha mulher, pouco me importava mais. Eu continuei metendo e tirando na morena e vejo aparecer minha mulher e o magrão, ele trazendo ela empalada e ela abraçada nele, comendo a boca dele. Sentaram no sofá na frente do nosso e minha mulher cavalgando naquela pica imensa como se nada, me olha e fala: "Viu como eu como ela toda! Que pica esse cara tem, é linda, você devia provar." "Nem louco, você tá doida. Olha a buceta que eu tô comendo." A gata se levantava pra tirar, virava e sentava de novo naquela pica, igual quando batia nos ovos do magrão ela reclamava, mas pedia aos gritos pra dar mais. Gozou umas meia dúzia de vezes e pedia mais. A morena me fala: "Eu, puta que pariu, sua mulher é uma puta. Pra mim é difícil no cu e nunca comi meu marido assim, por que vocês dois não comem ela junto pra ela não encher mais o saco?" "Sabe que sim, você tem razão." Nos aproximamos, minha mulher sentou de costas pro magrão, com a pica no cu, deixando a buceta livre. palavra: buceta livre pra mim, a morena chupava os peitos dela, comia a boca dela e minha mulher pedia mais cock, fodendo, encham meus buracos de cock e cum, me abaixei pra chupar a use the word: buceta e notei que escorria cum do magrelo, não liguei pra nada, tomei tudo que saía daquela use the word: buceta e de uma enfiei e demos uma fodida fudida, ficamos mortos os três, tomamos banho os quatro juntos, o magrelo ficou duro de novo e enfiava um pouquinho em cada uma, num momento eu tava chupando o cu da mulher dele e ele metendo a ponta na use the word: buceta e eu dei umas lambidas na pica dele, verdade que era linda aquela porra, minha mulher insistia pra eu meter, nãoooo, o magrelo falava experimenta um pouco se quiser, não nem fudendo, no máximo te chupo um pouco, só isso, tiro de dentro da mulher dele e me agarrei, um pouco com medo, mas chupei, de repente me pegou na cabeça e encheu minha boca de cum, não aguentei e entre engasgos tomei tudo, saímos do banho tomamos um café e a puta da minha mulher antes deles irem tirou a pica grande e enfiou tudo dentro de uma, os olhos dela viravam, cavalgou um pouco e tirou, beijou ele e falou, espero a gente se ver de novo, fechou a calça e saíram, tchau até a próxima.
Fomos pra cama e dormimos até umas 6 da tarde.
Terça vou no centro comprar uns negócios e vejo uma mesa de vendas de rua que era de um preto senegalês, chego e falo, que tinha um negócio pra oferecer, ele falou tô ouvindo, olha minha mulher queria foder com um preto bem big cock, você teria problema, não $400 e pronto, fala quando e onde, o que eu precisava saber é o tamanho do seu cock? o meu ele fala 26x7, se quiser maior, a do meu parceiro 31x8, qual ela quer? a do seu parceiro, ok ele cobra $600, pronto, pode hoje? ele chama, vem um preto de uns 2 metros, azul de tão preto, uns 27 anos, eles conversam entre si, aceita. Dou o endereço e ele me diz: "22h estou na sua casa. Se sua mulher não aguentar, eu cobro do mesmo jeito, sem problema."
No caminho, pensava: "Quer uma boa rola? Hoje você vai ter, putinha."
Chego em casa, dou um beijão na baixinha e digo: "Hoje vou te dar um presentinho, amor." "Que bom, o que é?" "Espera, umas 22h mandam." "Ufa, o que será? Será que vou gostar?" "Simmmmm, muito, já vai ver. Por que não se troca? Coloca aquela saia curtinha, fica bem putinha." "Ah, não me diga que vêm os caras e eu vou ter que chupar esse pau de novo."
"Não, não, espera e vai ver." Ela foi tomar banho e se vestiu bem putinha. Jantamos bem leve e às 22h15 tocou a campainha. Vou atender e vejo o negão enorme, brilhante, o filho da puta. Cumprimento ele e ele diz: "O dinheiro antes." "Ok, pago." Ele entra comigo em casa. A cara da minha mulher ao vê-lo, não acreditava. Os olhinhos brilharam. Apresento os dois e digo que aquele era o presentinho, que era só para ela, que aproveitasse e comesse tudo.
Sem dizer nada, ela se levantou no sofá e beijou a boca dele. Desceu do sofá, abraçou ele. Ele a levantou e beijou a boca dela. Se jogaram no tapete e se rolaram pra caralho, se meteram a mão por todo lado. Ela me diz: "Esse parece que é maior, hmm, que bom." Abriu a braguilha dele e saiu uma coisa que assustava qualquer um. Ela ficou pasma olhando, e eu também. Nem nos filmes eu tinha visto algo assim. Ela beijava, chupava, abraçava. A baixinha tava louca com aquela rola. Ela o despiu, e ele a ela. Deu uma chupada de buceta violenta, levantou ela e colocou em cima dele. Ela foi se sentando naquela rola e não aguentava. Devagarzinho foi abrindo caminho dentro da buceta dela e aos poucos foi sumindo toda. Ela gemia como louca, virava os olhos, parecia que ia desmaiar a qualquer momento. Ela me dizia que sentia que chegava na garganta, que se sentia... empalada, aí o negão fala pra ela: "falta um pouquinho ainda". Nisso, ele apoia as mãos nos ombros dela e empurra ela pra baixo. Ela gritou e desmaiou. Eu me assustei, mas ele disse: "deixa, já passa, vai ver". Exato, não andamos dois metros e ela acordou gritando que nem uma gostosa: "você me matou, me rasgou toda por dentro". Ela chorava, mas foi relaxando, e o mestre da porra disse: "agora você vai ver o que é uma pica grandona bem manejada". Ele levantou com ela enfiada, apoiou ela de costas na mesa e, devagarzinho, metia. Ela tava nas nuvens, não gemia, não falava nada. O negão me disse: "vem cá, chega perto e toca na barriga dela". Era inacreditável, dava pra sentir aquela pica entrando e chegando mais alto que o umbigo dela. Impressionante!!! O mete e tira era de louco, ele tirava uns 25cm e enfiava de novo bem devagar, assim por um tempo. Ela gemia como eu nunca tinha ouvido. Eu cheguei perto e beijava ela, enquanto o negão metia cada vez mais rápido. Eu me abaixei até a buceta recheada de carne e passava a língua, e ela ficou louca. Gozou umas cinco vezes seguidas sem parar, e eu de quebra lambia o pau do negão. Até que num momento aquela pica inchou, o negão bufava e gemia, e enterrou fundo enquanto eu lambia o que sobrava de entrada. Senti os jatos de porra que aquela cobra preta cuspia, e minha mulher desmaiou de novo. Não sei quanto tempo aquela besta gozou, mas foi muito. Ele foi tirando, e quando tava saindo a cabeçona, ela acordou e disse: "deixa dentro, por favor". Eu com a língua continuava juntando os sucos, mas o negão tirou e saiu uma mijada de porra de dentro da baixinha. Ela ficou exausta, largada na mesa. Eu brincava com a ponta na entrada da buceta toda arrebentada, e ela relaxou tanto que começou a mijar. Fui pegar um pano pra limpar, e quando voltei, ela tava de boca pra baixo na mesa, ele chupando o cu dela. Eu falei pra ele: "espera, espera, pelo cu". Não, você vai machucar ela toda. Eu falei a mesma coisa pra ela, mas ela quer que eu meta no cu dela. Ela me disse: "cala a boca, deixa eu foder comigo, me arrebenta toda, não tô nem aí, quero essa besta dentro de mim." O negão tinha uma pomada pra dor. Lambeu bem a buceta dela, enfiou três ou quatro dedos, passou a pomada, passou também na pica e começou. Apoiou e de uma vez entrou uns 20cm. Ouviu-se um grito, e ele disse: "vai, brinca um pouquinho." Depois de um tempo, ele fala: "agora mete tudo." Ela deu um grito desgarrador e ele enterrou tudo de uma vez. Entrou num vai e vem terrível. Ela gritava, ele gemia, ela chorava e pedia pra parar: "você me mata, não aguento." De repente, ele abraçou ela forte, encheu ela de porra, e ela disse: "mais, quero mais, por favor." Ele sacudiu de novo, gozou que nem uma gostosa e tirou. Escorria porra, sangue, merda. O cu dela aberto igual uma flor. O negão se vestiu e foi embora. Ela ficou dormindo na mesa, eu me joguei no sofá. Só de manhã ajudei ela a ir pro banheiro. Ela não conseguia andar, escorria porra pra todo lado, foi no banheiro, deitou e acordou só à noite. Eu quis foder ela, e ela me mandou pastar. Disse que tinha o cu cheio de pica.
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