Primeira troca 2

A verdade é que depois daquela experiência de ver minha mulher tão puta, não tava com muita vontade de tentar de novo. Nos dias seguintes a gente transou bastante, mas ela queria mais era pelo cu, meter naquele rabo tão arrombado. A verdade é que era tipo foder pela buceta, só que eu percebia que ela tava muito excitada, queria foder toda hora e pelo cu mais que tudo. Ela me contava que quando ia no banheiro, sentava e sem fazer quase força conseguia cagar super bem, e que isso ela gostava. Ela me perguntava: "Quando a gente chama eles pra outro encontro?" Eu respondia: "Tem certeza que quer comer aquela pica de novo?" "Sim, adorei e quero que ele me coma bem o cu e que eu curta. Depois, se quiser, a gente não faz mais, mas quero aproveitar aquela rola bem no meu cu e ter vários orgasmos anais." "Beleza, semana que vem a gente vê de falar com eles."

Passou a semana e na quinta a gente foi no supermercado fazer umas compras. Dentro do mercado, ela comentou que falou com os caras e que marcou pra sexta, que eles viriam em casa. "Beleza, tudo bem." Passando pela seção de verduras, vi ela escolhendo pepinos. "Pra quê? Sabe que não gosto." "Pra mim", ela disse, "assim pratico um pouco." "Não, para de encher o saco." Mas beleza, ela escolheu três de tamanhos diferentes e falou: "Quero comer inteiro aquele filho da puta e pedir mais."

Na sexta, quando cheguei em casa, pensando em como seria a noite, minha pica ficou dura. Entrei e ouvi gemidos vindo do banheiro. Entrei e encontrei ela na banheira se masturbando com os pepinos. Ela disse: "Oi, amor, vem aqui me ajudar com esses brinquedos." Me despi, beijei ela, chupei o cu dela e vi que ela tinha o menor enfiado no rabo. Ela expulsou e eu meti a pica. Umas metidas fortes e ela pediu pra eu tirar, que não queria que eu gozasse, que eu tinha que estar inteiro pra noite. Foi assim, tirei e brinquei com o pepino médio. Custou um pouco, mas entrou todo. Brinquei um pouquinho e tirei, e tentei com o grandão, que não era tão... grande como a pica do magrão, passava creme enxaguante e colocava de pouquinho o pepino, ela foi engolindo tudo. A puta deu umas fodas.
Nos vestimos, jantamos leve e lá pelas 3h chegaram os amigos. A baixinha recebeu cada um com um puta beijo na boca. A morena me comeu a boca e já me agarrou no saco pra ver como tava, "ah, tá firmezinho, gostoso". A baixinha conversava com o magrão e riam. Colocamos música, a baixinha levou o magrão pra cozinha, disse que ia fazer café. Com a morena, nos jogamos no sofá e começamos o nosso rolê. Ela me mamou muito bem, me chupou bem o cu. Eu tava chupando o cu dela, porque ela queria que eu metesse no cu, já que da outra vez não terminamos direito. Nisso, ouvimos um grito da cozinha, a baixinha já tava gritando. Pra falar a verdade, me excitou mais, pensando que ela já tava empalada no cu. Me ajeitei atrás da morena e enfiei com tudo. Continuávamos ouvindo os gemidos da minha mulher, pouco me importava. Eu continuei metendo e tirando na morena e vejo aparecer minha mulher e o magrão, ele trazendo ela empalada e ela abraçada nele, comendo a boca dele. Sentaram no sofá na frente do nosso e minha mulher cavalgando naquela pica imensa como se nada fosse. Ela me olha e diz: "Viu como eu como ela toda! Que pica que esse cara tem, é linda, você devia experimentar." "Nem louco, você tá doida. Olha a buceta que eu tô comendo." A baba se levantava pra tirar, virava e sentava de novo naquela pica. Quando batia nas bolas do magrão, ela reclamava, mas pedia aos gritos pra levar mais. Gozou umas seis vezes e pedia mais. A morena me diz: "Eu, puta que pariu, sua mulher é uma puta. Pra mim é difícil no cu e assim nunca comi meu marido. Por que vocês dois não comem ela junto, assim ela não enche mais o saco?" "Sabe que é, você tem razão." Nos aproximamos, minha mulher sentou de costas pro magrão, com a pica no cu, deixando a buceta livre. palavra: buceta livre pra mim, a morena chupava os peitos dela, comia a boca dela e minha mulher pedia mais pau, fodam, encham meus buracos de pau e porra, me abaixei pra chupar a use a palavra: buceta e notei que escorria porra do magrelo, não me importei nada, tomei tudo que saía daquela use a palavra: buceta e de uma enfiei e demos uma fodida violenta, ficamos mortos os três, tomamos banho os quatro juntos, o magrelo ficou duro de novo e enfiava um pouquinho em cada uma, num momento eu tava chupando o cu da mulher dele e ele enfiando a ponta na use a palavra: buceta e eu dei umas lambidas na pica dele, verdade que era linda aquela porra, minha mulher insistia pra eu meter, nãoooo, o magrelo falava experimenta um pouquinho se quiser, não nem fudendo, no máximo te chupo um pouco, só isso, tiro de dentro da mulher dele e eu agarrei, um pouco com medo, mas chupei, de repente ele pegou minha cabeça e encheu minha boca de porra, não aguentei e entre engasgos tomei tudo, saímos do banho tomamos um café e a puta da minha mulher antes deles irem tirou o pauzão e enfiou tudo dentro de uma, os olhos dela viravam, ela montou um pouquinho e tirou, beijou ele e falou, espero a gente se ver de novo, fechou a calça e saíram, tchau até a próxima.
Fomos pra cama e dormimos até umas 6 da tarde.
Terça-feira vou no centro comprar uns negócios e vejo uma mesa de vendas de rua que era atendida por um preto senegalês, chego perto e falo, que tinha um negócio pra oferecer, ele falou tô ouvindo, olha minha mulher queria foder com um preto bem pauzudo, você teria problema, não $400 e pronto, fala quando e onde, o que eu precisava saber é o tamanho do seu pau? o meu ele fala 26x7, se quiser maior, o do meu parceiro 31x8, qual ela quer? a do seu parceiro, ok ele cobra $600, pronto, pode hoje? ele chama, vem um preto de uns 2 metros, azul de tão preto, uns 27 anos, eles conversam entre si, aceita. Dou o endereço e ele me diz: "às 22h tô na sua casa. Se sua mulher não aguentar, eu cobro do mesmo jeito, sem problema nenhum."
No caminho, pensava: "Quer uma boa rola? Hoje você vai ter, sua puta."
Chego em casa, dou um beijão na minha baixinha e falo: "Hoje vou te dar um presentinho, amor." "Que bom, o que é?" "Espera, lá pras 22h mandam." "Ufa, o que será? Será que vou gostar?" "Simmmmm, muito, já vai ver. Por que você não se troca, coloca aquela saia curtinha, fica bem puta?" "Ah, não me diga que os caras vêm e eu vou ter que chupar esse pauzão de novo."
"Não, não, espera e você vai ver." Ela foi tomar banho e se vestiu bem puta. Jantamos bem leve e às 22h15 tocou a campainha. Vou atender e vejo o negão enorme, brilhante, o filho da puta. Cumprimento ele e ele diz: "O dinheiro antes." "Ok." Pago e ele entra comigo em casa. A cara da minha mulher ao vê-lo, não acreditava. Os olhinhos dela brilharam. Apresento os dois e falo que aquele era o presentinho, que era só pra ela, que aproveitasse e comesse tudo.
Sem dizer nada, ela subiu no sofá e beijou a boca dele. Desceu do sofá, abraçou ele. Ele a levantou e beijou a boca dela. Se jogaram no tapete e se rolaram pra caralho, se apalparam por todo lado. Ela me diz: "Esse parece que é maior. Hummm, que bom." Abriu a braguilha dele e saiu uma coisa que assustava qualquer um. Ela ficou pasma olhando, e eu também, nem nos filmes tinha visto algo assim. Ela beijava, chupava, abraçava. A baixinha tava louca com aquela rola. Ela o despil e ele a ela. Ele deu uma chupada de buceta violenta, levantou ela e colocou por cima. Ela foi sentando naquela rola e não aguentava. Devagarzinho foi abrindo caminho dentro da buceta dela e aos poucos foi sumindo toda. Ela gemia como louca, virava os olhos, parecia que ia desmaiar a qualquer momento. Ela me dizia que sentia que chegava na garganta, que se sentia... empalada, nisso o negão fala: "falta um pouquinho ainda". Aí ele apoia as mãos nos ombros dela e empurra pra baixo. Ela gritou e desmaiou. Eu me assustei, mas ele disse: "deixa, já passa, vai ver". Exato, não andou dois metros que ela acordou e gritava tipo gostosa: "você me matou, me quebrou toda por dentro". Ela chorava, mas foi relaxando, e o mestre da porra disse: "agora você vai ver o que é uma pica grandona bem manejada". Ele levantou com ela enfiada, apoiou ela de costas na mesa e devagarzinho dava bombada. Ela tava nas nuvens, não gemia, não falava nada. O negão fala: "vem cá, chega perto e toca na barriga dela". Era inacreditável, sentia como aquela pica entrava e chegava mais acima do umbigo dela. Impressionante!!! O mete-saca era de louco. Ele tirava uns 25cm e enfiava de novo bem devagar, assim por um tempo. Ela gemia como eu nunca tinha ouvido. Eu cheguei perto e beijava ela, e o negão metia cada vez mais rápido. Eu me abaixei até a pussy recheada de carne e passava a língua, e ela ficou louca. Gozou umas 5 vezes seguidas sem parar, e eu de quebra lambia a rola do negão. Até que num momento aquela pica inchava, o negão bufava e gemia, e enterrou fundo, enquanto eu lambia o que sobrava de entrada. Senti os jatos de porra que aquela cobra preta cuspia, e minha mulher desmaiou de novo. Não sei quanto tempo aquela besta gozou, mas foi muito. Ele foi tirando, e quando tava saindo a cabeçona, ela acordou e falou: "deixa dentro, por favor". Eu com a língua continuava juntando os sucos, mas o negão tirou e saiu uma mijada de porra de dentro da baixinha. Ela ficou exausta, largada na mesa. Eu brincava com a ponta na entrada da pussy toda arrebentada, e ela relaxou tanto que começou a mijar. Fui buscar um pano pra limpar, e quando voltei, ela tava de boca pra baixo na mesa, ele chupando o cu dela. Eu falei pra ele: "espera, espera, pelo cu". Não, você vai machucar ela toda. Eu falei a mesma coisa pra ela, mas ela quer que eu meta no cu dela. Ela disse: "cala a boca, deixa eu foder com esse cara, quero que ele me arrebente toda, não tô nem aí, quero essa fera dentro de mim." O negão tinha uma pomada pra dor. Lambeu bem a buceta dela, enfiou três ou quatro dedos, passou aquela pomada, passou também na pica e arrancou. Encostou e de uma vez entrou uns 20cm. Ouviu-se um grito, e ele disse: "vai, brinca um pouquinho." Depois de um tempo, ele fala: "agora mete tudo." Ela deu um grito desesperado e ele enterrou tudo de uma vez. Entrou num vai e vem violento. Ela gritava, ele gemia, ela chorava e pedia pra parar: "você vai me matar, não aguento mais." De repente, ele abraçou ela forte, encheu ela de porra, e ela disse: "mais, quero mais, por favor." Ele sacudiu de novo, gozou que nem uma gostosa e tirou. Escorria porra, sangue, merda. O cu dela aberto igual uma flor. O negão se vestiu e foi embora. Ela ficou dormindo na mesa, eu me joguei no sofá. Só de manhã ajudei ela a ir pro banheiro, ela não conseguia andar, escorria porra pra todo lado. Saiu do banheiro, deitou e acordou só à noite. Eu quis foder ela, e ela me mandou pastar, disse que tinha o cu cheio de pica.

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