Bom, o que vou contar aconteceu nas férias de verão. Fui passar uns dias com minha namorada e os pais dela. Eles têm uma casa muito bonita em Mar del Plata, o lugar é bem equipado, 3 quartos, uma sala grande, mas o mais importante: uma piscina linda. Todas as manhãs, a Vale e a mãe dela (minha sogra, a Cláudia), iam pegar sol ao lado da piscina. Ver minha namorada de biquíni não era nenhuma novidade pra mim, mas ver minha sogra, isso sim era novidade. Uma mulher de 54 anos, com um corpo bem cuidado pra idade, uma bunda normal, mas os peitos eram incríveis, e mais ainda com aquele protetor solar que fazia o corpo todo dela brilhar. Chegar todas as manhãs e encontrá-la ali era um verdadeiro espetáculo. Nessas noites, enquanto transava com a Vale, eu imaginava a mãe dela, de biquíni, isso me deixava muito excitado.
Uma tarde, tive que acompanhá-la ao mercado que ficava no centro, umas 20 quadras de distância. Fomos no carro do meu sogro. Ela estava com um pareo na cintura e a parte de cima do biquíni. Quando ela desceu do carro, enquanto eu olhava a bunda dela, pude ver, enquanto ela entrava no mercado, uns caras que passavam ficaram olhando e disseram alguma coisa pra ela. Ela é uma mulher muito faceira, sempre maquiada, chama atenção. Quando voltou pro carro, perguntei o que aqueles caras tinham dito. Ela não quis me contar, deu vergonha, até que insisti tanto que ela acabou me falando:
- Eles disseram que eu tava uma gostosa, que adorariam fazer de tudo comigo.
Eu fiquei quieto, balançando a cabeça como quem diz que não era nenhum absurdo o que os caras tinham dito. Ela gostou do meu gesto, mas não falou mais nada e mudou de assunto.
No dia seguinte, levantei cedo pra ir à piscina. Estavam lá, como sempre, a Vale e a Cláudia. A Vale me pediu se eu podia passar o protetor nela, obviamente eu passei. Já namoramos há um bom tempo, então pra mãe dela não é nada estranho a gente se tocar ou zoar na frente dela. Enquanto passava o protetor... Por trás pude observar que sua Claudia me olhava, só isso mesmo, mas isso já me dava um certo tesão e minha cabeça começava a imaginar centenas de situações. Quando terminei de passar creme na Vale, sua mãe pediu que ela também passasse um pouco de creme nas costas. Vale estava muito relaxada e disse: - Pede pro Leo, eu tô super relaxada.
Eu sem dizer nada, me aproximei da Claudia e comecei a passar o creme. Sua pele era muito diferente da da Vale, não era tão macia, tinha algumas pintinhas, mas do mesmo jeito eu adorava. Eu tinha a Vale de costas, ela não me via, eu passava o creme muito respeitosamente, bem longe das partes íntimas. Eu a tinha de costas, passei creme nas costas, nas pernas e nos braços, ela pegou minhas mãos e me fez passar creme na cintura. Até aí tinha chegado, então me retirei, mas ela rapidamente disse em voz alta: - Faltou esse braço, Leo.
Ao que minha namorada, sem olhar, me disse: - Leo, passa bem na mamãe, ainda por cima que te trazem de férias, passa mal o creme (rindo).
Eu não entendia muito, Claudia tinha os dois braços com creme, me abaixei, untei meus dedos, e quando peguei um deles, ela agarrou minha mão e me fez passar o creme na bunda. Eu estava muito excitado, e me custava disfarçar. Nisso vejo que minha sogra levanta a cabeça olhando para o lado onde estava minha namorada, e puxa a parte inferior do maiô deixando à minha disposição o buraquinho do cu. Peguei o pote de creme, bati e deixei cair muito creme no buraco, comecei a espalhar por toda a bunda, enquanto um dedinho brincava e tentava se infiltrar, meu pau estava a mil. Assim que a pontinha do meu dedo entrou comecei a masturbar seu bum bem devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Nisso toca a campainha, meu coração parou, minha sogra rapidamente ajeitou o biquíni e se virou. Eu me levantei, para ir abrir a porta. Vale não deu por nada.
O dia seguiu seu curso normal, nem minha sogra... Nem mesmo trocamos olhares cúmplices nem nada, parecia que tudo ia ficar por ali mesmo. Até que, quando terminamos de comer, ela teve a ideia de comprar sorvete e me perguntou se eu podia acompanhá-la. Fomos de carro, e durante o caminho até lá ela não disse uma única palavra. Chegamos na sorveteria, ela desceu, e eu fiquei esperando no carro. Ela voltou com um pote de um quilo e estava chupando um picolé. Dei partida. Depois de quatro quadras, ela pediu que eu estacionasse ao lado de uma árvore que tinha no meio do quarteirão. Estávamos perto do centro, então o risco de estacionar ali não era tão grande. Sem dizer nada, ela começou a acariciar meu pau, que logo endureceu, ficou totalmente duro, pegando fogo!
Depois, começou a desabotoar minha bermuda enquanto chupava o picolé. Eu a observava hipnotizado e deixava ela fazer. Com meu pau já bem duro na mão dela, começou a me masturbar, devagar, mas apertando com muita força. Meu coração batia a mil. Fechei os olhos, recliniei a cabeça e me deixei levar pela situação, sem pensar que a gente precisava voltar dentro de um tempo razoável. Foi aí que senti uma sensação estranha, um frio muito forte na cabeça do meu pau. Ela estava esfregando o sorvete nele, só tirava para chupar ela mesma. O ritmo da masturbação tinha aumentado. Ela passava o sorvete por todo o pau, pelos ovos, e depois chupava. Depois de dois ou três minutos, eu estava quase gozando. Contei pra ela, e ela soltou. Olhei pra ela, esperando que terminasse, e ela disse:
— Vai, bebê, dirige que estamos atrasados. Vão suspeitar. Na próxima a gente continua.
Meus ovos estavam quase explodindo, mas não quis contrariá-la. Então, dei ré, voltei para a rua e comecei a dirigir. Ela continuou chupando o sorvete, dizendo que o sabor estava uma delícia. Quando faltavam cinco quadras para chegar, ela começou a esfregar minha bermuda. Meu pau ainda estava sensível, alguns poucos movimentos e eu gozaria. Ela sabia disso. Começou a esfregar cada vez mais forte, até que, faltando uma quadra, não aguentei mais e gozei dentro da bermuda. Foi um prazer enorme, mas, ao mesmo tempo, percebi que dificultaria a entrada em casa, nem liguei muito, tentei beijá-la mas ela recusou. Só me deixou chupar o picolé que já estava quase acabando. Chegamos. Ela desceu como se nada tivesse acontecido e eu atrás dela, entrei rápido, fui ao banheiro falando pra Vale que não estava me sentindo muito bem e aproveitei pra me trocar. Depois fui até a sala, tomamos o sorvete, e fomos todos dormir, obviamente comi a Vale com muita vontade, pensando na punheta que a mãe dela tinha feito pra mim!
Uma tarde, tive que acompanhá-la ao mercado que ficava no centro, umas 20 quadras de distância. Fomos no carro do meu sogro. Ela estava com um pareo na cintura e a parte de cima do biquíni. Quando ela desceu do carro, enquanto eu olhava a bunda dela, pude ver, enquanto ela entrava no mercado, uns caras que passavam ficaram olhando e disseram alguma coisa pra ela. Ela é uma mulher muito faceira, sempre maquiada, chama atenção. Quando voltou pro carro, perguntei o que aqueles caras tinham dito. Ela não quis me contar, deu vergonha, até que insisti tanto que ela acabou me falando:
- Eles disseram que eu tava uma gostosa, que adorariam fazer de tudo comigo.
Eu fiquei quieto, balançando a cabeça como quem diz que não era nenhum absurdo o que os caras tinham dito. Ela gostou do meu gesto, mas não falou mais nada e mudou de assunto.
No dia seguinte, levantei cedo pra ir à piscina. Estavam lá, como sempre, a Vale e a Cláudia. A Vale me pediu se eu podia passar o protetor nela, obviamente eu passei. Já namoramos há um bom tempo, então pra mãe dela não é nada estranho a gente se tocar ou zoar na frente dela. Enquanto passava o protetor... Por trás pude observar que sua Claudia me olhava, só isso mesmo, mas isso já me dava um certo tesão e minha cabeça começava a imaginar centenas de situações. Quando terminei de passar creme na Vale, sua mãe pediu que ela também passasse um pouco de creme nas costas. Vale estava muito relaxada e disse: - Pede pro Leo, eu tô super relaxada.
Eu sem dizer nada, me aproximei da Claudia e comecei a passar o creme. Sua pele era muito diferente da da Vale, não era tão macia, tinha algumas pintinhas, mas do mesmo jeito eu adorava. Eu tinha a Vale de costas, ela não me via, eu passava o creme muito respeitosamente, bem longe das partes íntimas. Eu a tinha de costas, passei creme nas costas, nas pernas e nos braços, ela pegou minhas mãos e me fez passar creme na cintura. Até aí tinha chegado, então me retirei, mas ela rapidamente disse em voz alta: - Faltou esse braço, Leo.
Ao que minha namorada, sem olhar, me disse: - Leo, passa bem na mamãe, ainda por cima que te trazem de férias, passa mal o creme (rindo).
Eu não entendia muito, Claudia tinha os dois braços com creme, me abaixei, untei meus dedos, e quando peguei um deles, ela agarrou minha mão e me fez passar o creme na bunda. Eu estava muito excitado, e me custava disfarçar. Nisso vejo que minha sogra levanta a cabeça olhando para o lado onde estava minha namorada, e puxa a parte inferior do maiô deixando à minha disposição o buraquinho do cu. Peguei o pote de creme, bati e deixei cair muito creme no buraco, comecei a espalhar por toda a bunda, enquanto um dedinho brincava e tentava se infiltrar, meu pau estava a mil. Assim que a pontinha do meu dedo entrou comecei a masturbar seu bum bem devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Nisso toca a campainha, meu coração parou, minha sogra rapidamente ajeitou o biquíni e se virou. Eu me levantei, para ir abrir a porta. Vale não deu por nada.
O dia seguiu seu curso normal, nem minha sogra... Nem mesmo trocamos olhares cúmplices nem nada, parecia que tudo ia ficar por ali mesmo. Até que, quando terminamos de comer, ela teve a ideia de comprar sorvete e me perguntou se eu podia acompanhá-la. Fomos de carro, e durante o caminho até lá ela não disse uma única palavra. Chegamos na sorveteria, ela desceu, e eu fiquei esperando no carro. Ela voltou com um pote de um quilo e estava chupando um picolé. Dei partida. Depois de quatro quadras, ela pediu que eu estacionasse ao lado de uma árvore que tinha no meio do quarteirão. Estávamos perto do centro, então o risco de estacionar ali não era tão grande. Sem dizer nada, ela começou a acariciar meu pau, que logo endureceu, ficou totalmente duro, pegando fogo!
Depois, começou a desabotoar minha bermuda enquanto chupava o picolé. Eu a observava hipnotizado e deixava ela fazer. Com meu pau já bem duro na mão dela, começou a me masturbar, devagar, mas apertando com muita força. Meu coração batia a mil. Fechei os olhos, recliniei a cabeça e me deixei levar pela situação, sem pensar que a gente precisava voltar dentro de um tempo razoável. Foi aí que senti uma sensação estranha, um frio muito forte na cabeça do meu pau. Ela estava esfregando o sorvete nele, só tirava para chupar ela mesma. O ritmo da masturbação tinha aumentado. Ela passava o sorvete por todo o pau, pelos ovos, e depois chupava. Depois de dois ou três minutos, eu estava quase gozando. Contei pra ela, e ela soltou. Olhei pra ela, esperando que terminasse, e ela disse:
— Vai, bebê, dirige que estamos atrasados. Vão suspeitar. Na próxima a gente continua.
Meus ovos estavam quase explodindo, mas não quis contrariá-la. Então, dei ré, voltei para a rua e comecei a dirigir. Ela continuou chupando o sorvete, dizendo que o sabor estava uma delícia. Quando faltavam cinco quadras para chegar, ela começou a esfregar minha bermuda. Meu pau ainda estava sensível, alguns poucos movimentos e eu gozaria. Ela sabia disso. Começou a esfregar cada vez mais forte, até que, faltando uma quadra, não aguentei mais e gozei dentro da bermuda. Foi um prazer enorme, mas, ao mesmo tempo, percebi que dificultaria a entrada em casa, nem liguei muito, tentei beijá-la mas ela recusou. Só me deixou chupar o picolé que já estava quase acabando. Chegamos. Ela desceu como se nada tivesse acontecido e eu atrás dela, entrei rápido, fui ao banheiro falando pra Vale que não estava me sentindo muito bem e aproveitei pra me trocar. Depois fui até a sala, tomamos o sorvete, e fomos todos dormir, obviamente comi a Vale com muita vontade, pensando na punheta que a mãe dela tinha feito pra mim!
3 comentários - El primer acercamiento con mi suegra...