Como eu já tinha contado em relatos anteriores, a Vale tinha perdido um pouco da timidez, tava com mais confiança em si mesma, o jeito de se vestir tinha mudado. Era sexta-feira e a gente tinha ido dançar na capital. Quando saímos, já eram 5 da manhã, e tava garoando. Ela tava vestida com um vestido branco e um colete preto, sutiã e fio dental pretos. Com a chuva, dava pra ver tudo. Tava uma gostosa. A gente tinha combinado de voltar com uns amigos, mas no meio da noite eles sumiram e não conseguimos nos encontrar. Tivemos que ir de busão. Nessa hora, a gente era o único, então fomos pro fundão pra poder brincar no caminho de volta. Ela começou a desabotoar minha calça e me bater uma punheta suave. O motorista nem tava ligando, éramos só ele, minha mina e eu no busão. Até que umas 10 ou 15 quadras depois, sobem três morenos, africanos, daqueles que vendem pulseira e relógio. Eles cumprimentaram o motorista como se já se conhecessem de viajar toda noite, e notei que fizeram algum gesto pra ele em referência à minha mina. Na hora, abotoei a calça e fingi que nada tinha rolado. Confesso que no começo me caguei de medo, mas vendo o tratamento de boa com o motorista, fiquei tranquilo. Os morenos vieram pro fundão, onde a gente tava, mas do outro lado. Um deles sentou num banco mais na frente, pra poder virar e olhar pra minha mina enquanto conversava com os amigos. A Vale, molhada, tava infartante, tanto que tirou o colete e os caras não conseguiram disfarçar. Ela se levantou pra tirar e ficou de costas pros caras, a bunda dela dava pra ver perfeitamente. Disfarçadamente, ela aproveitava cada distração pra passar a mão na minha pica por cima da calça, me deixava louco de tesão. Até que ela chegou perto e falou: — Deixa eu brincar um pouquinho com os caras? Fiquei paralisado, verdade que não esperava por essa. Na hora, ela já entendeu minha resposta como um sim, e começou a me beijar com muita paixão, quase se jogando em cima de mim, deixando as costas viradas pros caras. Morenos que estavam à nossa direita. Enquanto me beijava, ele esfregava a calça e eu ficava a mil. Como era verão, os caras estavam de sunga, regata e chinelo, as ereções deles eram muito fáceis de notar. Naquele momento, um deles fala:
– Dá uma segurada, galera, somos de carne e osso, vocês vão acabar com a gente. Apontando pro próprio pacote.
Vale respondeu com carinha safada:
– Ok, mas eu gosto muito do meu namorado, e se ele tá perto, quero beijar ele. Vocês não arrumam um espacinho entre vocês pra isso não acontecer mais?
Um deles respondeu:
– Seu namorado não liga?
Vale riu e disse que não tinha problema. Eu parecia não ter muita escolha. Na hora ela se levantou, os dois do fundo se abriram, deixando um lugar no meio. Ela passou bem sensual na frente de um, deixando ele ver toda a fio-dental dela. Sentou e começou a conversar com eles. Não paravam de olhar pra ela, e aproveitavam qualquer movimento do busão pra tocar nela. Percebi que, aos poucos, ela ia apoiando as mãos no volume dos dois que estavam dos lados dela. Eles me olharam, esperando minha reação, mas isso nunca aconteceu. Aí o cara que tava no banco da frente reagiu, dizendo que era injusto, porque ela não tava fazendo nada com ele.
Vale riu, levantou e começou a beijar ele de língua. A boca do negão parecia que ia comer a cara da minha mina, chupava ela toda, tava louco. Quando as bocas se separavam, um fio de saliva ligava eles. Parecia que o moreno nunca tinha beijado ninguém, tava muito tarado. Os outros dois, com a bunda da minha namorada na cara, baixaram as sungas e começaram a se masturbar, enquanto iam levantando devagar o vestido dela pra ver e tocar a bunda. O maiorzão puxou a fio-dental de lado e começou a chupar o cu dela, enquanto ela baixava a sunga do cara que tava beijando e começou a punhetar ele. Ele pediu pra ela chupar, mas minha mina recusou, já que a gente não conhecia eles, e a aparência não era das pessoas mais limpas do mundo. Mas essa atitude não agradou muito o moreno que tava chupando e enfiando os dedinhos nela. usa a palavra: buceta e aí nomas, pegou ela pela cintura e fez ela sentar na pica enorme dele. Minha namorada gemeu um pouco, já que não estava muito lubrificada, logo tentou sair porque nem tinha proteção, me olhou buscando resposta, mas me encontrou batendo uma full com a situação que passava na frente dos meus olhos. O negão começou a penetrar ela enquanto os outros dois apalpavam os peitos dela e enfiavam os dedos na boca dela. Um deles decide tirar o vestido e o sutiã dela, pra chupar os peitos. Entregue e muito gostosa, ela pediu a pica pro negão, que há um tempo tinha negado os serviços dele. Primeiro ele molhou a ponta e depois começou a chupar de pouco em pouco. Um deles disse: - como essa puta fode, hein! vou encher ela de porra. Vale pediu pra ele não fazer isso, mas já era tarde, o moreno tava enchendo a buceta dela de porra, agora é minha vez, disse o que tava chupando os peitos dela e sentou ela na pica dele, Vale tava tão entregue que não sentia os tapas que davam na bunda dela e tinham marcado ela toda. Tavam machucando ela mas não importava. Eu tava com a pica pegando fogo, não aguentei mais e gozei, o negão que tava sendo chupado pela Vale também tava quase chegando no ponto máximo, encheu a boca dela de porra, ela tentou cuspir mas ele segurou o queixo dela e pediu pra ela engolir, e a puta obedeceu. A cara dela foi de nojo, mas logo pegou a pica do negão e deu mais umas chupadas. Só faltava o moreno que tava comendo ela, era o mais violento, metia bem forte, batia na bunda dela e sussurrava no ouvido as coisas mais gostosas. Ele também gozou na buceta dela, antes de deixar ela ir ficaram um bom tempo dedando a buceta e o cu dela, e beijando, passavam ela de um pro outro, até descerem do ônibus. Vale se vestiu, e não falou muito mais até chegarmos na minha casa.
– Dá uma segurada, galera, somos de carne e osso, vocês vão acabar com a gente. Apontando pro próprio pacote.
Vale respondeu com carinha safada:
– Ok, mas eu gosto muito do meu namorado, e se ele tá perto, quero beijar ele. Vocês não arrumam um espacinho entre vocês pra isso não acontecer mais?
Um deles respondeu:
– Seu namorado não liga?
Vale riu e disse que não tinha problema. Eu parecia não ter muita escolha. Na hora ela se levantou, os dois do fundo se abriram, deixando um lugar no meio. Ela passou bem sensual na frente de um, deixando ele ver toda a fio-dental dela. Sentou e começou a conversar com eles. Não paravam de olhar pra ela, e aproveitavam qualquer movimento do busão pra tocar nela. Percebi que, aos poucos, ela ia apoiando as mãos no volume dos dois que estavam dos lados dela. Eles me olharam, esperando minha reação, mas isso nunca aconteceu. Aí o cara que tava no banco da frente reagiu, dizendo que era injusto, porque ela não tava fazendo nada com ele.
Vale riu, levantou e começou a beijar ele de língua. A boca do negão parecia que ia comer a cara da minha mina, chupava ela toda, tava louco. Quando as bocas se separavam, um fio de saliva ligava eles. Parecia que o moreno nunca tinha beijado ninguém, tava muito tarado. Os outros dois, com a bunda da minha namorada na cara, baixaram as sungas e começaram a se masturbar, enquanto iam levantando devagar o vestido dela pra ver e tocar a bunda. O maiorzão puxou a fio-dental de lado e começou a chupar o cu dela, enquanto ela baixava a sunga do cara que tava beijando e começou a punhetar ele. Ele pediu pra ela chupar, mas minha mina recusou, já que a gente não conhecia eles, e a aparência não era das pessoas mais limpas do mundo. Mas essa atitude não agradou muito o moreno que tava chupando e enfiando os dedinhos nela. usa a palavra: buceta e aí nomas, pegou ela pela cintura e fez ela sentar na pica enorme dele. Minha namorada gemeu um pouco, já que não estava muito lubrificada, logo tentou sair porque nem tinha proteção, me olhou buscando resposta, mas me encontrou batendo uma full com a situação que passava na frente dos meus olhos. O negão começou a penetrar ela enquanto os outros dois apalpavam os peitos dela e enfiavam os dedos na boca dela. Um deles decide tirar o vestido e o sutiã dela, pra chupar os peitos. Entregue e muito gostosa, ela pediu a pica pro negão, que há um tempo tinha negado os serviços dele. Primeiro ele molhou a ponta e depois começou a chupar de pouco em pouco. Um deles disse: - como essa puta fode, hein! vou encher ela de porra. Vale pediu pra ele não fazer isso, mas já era tarde, o moreno tava enchendo a buceta dela de porra, agora é minha vez, disse o que tava chupando os peitos dela e sentou ela na pica dele, Vale tava tão entregue que não sentia os tapas que davam na bunda dela e tinham marcado ela toda. Tavam machucando ela mas não importava. Eu tava com a pica pegando fogo, não aguentei mais e gozei, o negão que tava sendo chupado pela Vale também tava quase chegando no ponto máximo, encheu a boca dela de porra, ela tentou cuspir mas ele segurou o queixo dela e pediu pra ela engolir, e a puta obedeceu. A cara dela foi de nojo, mas logo pegou a pica do negão e deu mais umas chupadas. Só faltava o moreno que tava comendo ela, era o mais violento, metia bem forte, batia na bunda dela e sussurrava no ouvido as coisas mais gostosas. Ele também gozou na buceta dela, antes de deixar ela ir ficaram um bom tempo dedando a buceta e o cu dela, e beijando, passavam ela de um pro outro, até descerem do ônibus. Vale se vestiu, e não falou muito mais até chegarmos na minha casa.
7 comentários - Minha namorada abusada no busão...