Seis por Oito (19): Diz "Não" às Drogas!




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Compêndio IGeralmente, eu levo uma vida meio saudável. Não fumo, não bebo, nem vou pra festas ou baladas. Prefiro ler, dormir, ver mangás e animes, jogar videogame e andar de bicicleta.
Por essas razões, fiquei virgem por um bom tempo… mas também, me manteve jovem. A maioria das pessoas nunca acredita em mim quando digo que tenho 31 anos. Na real, falam que no máximo não passo dos 25, mas tem documento do estado que comprova isso.

Quando abri os olhos de novo, vi a Sônia, a Pamela e a Marisol do lado da minha cama. Bom, não exatamente a minha cama.
Eu tava numa clínica e tinham me aplicado uma injeção no braço. A Marisol tava conversando com meus pais, enquanto a Pamela encarava a Sônia com um olhar de interrogação, e ela chorava sem parar.
“Ele tá acordando!” falou a Marisol, me vendo. “Vou ligar pra você depois!”
Seis por Oito (19): Diz "Não" às Drogas!O que aconteceu com você?" perguntou Pamela.enfermeira“Não sei!” respondi.
De repente, chegou o doutor. Devia ter uns cinquenta anos. Era um homem magro, baixinho e de óculos, com um rosto bem engraçado. Gostei dele de cara.
“Bem! Vou examinar o paciente, então, por favor, todo mundo pra fora!”
“Mas eu sou a noiva!” disse Marisol
“Ahã! E você é doutora ou enfermeira?”
“Não, mas…”
“Não se preocupe! Mesmo que fosse, eu teria te mandado embora daqui, já que estaria fazendo meu trabalho. Até logo!” e o doutor fechou a porta.
Era daquele tipo de médico. Revisou minha ficha, fez algumas anotações e, finalmente, soltou a bomba:
“E me diga… Com quantas mulheres você esteve ultimamente?”
“O quê?”
“Com quantas mulheres você transou ultimamente.”
Era uma pergunta que eu não esperava. O doutor parecia não ter muita paciência.
“Rapazinho, tenho 20 anos nessa profissão. Já vi milhares de casos e, se estou te perguntando com quantas mulheres você transou ultimamente, é porque sei muito bem que você fez isso. Com certeza, deve estar com tontura, uma enxaqueca constante, dor nos testículos e, bom… a perda de consciência te trouxe até aqui.”
Eu estava em branco…
“Tá bom!” disse o doutor, colocando os óculos “Você está com os testículos inflamados, uma ereção crônica, baixo nível de açúcar, lipídios, glóbulos vermelhos, etc., etc., e se ainda tiver dúvidas, já tenho duas enfermeiras voluntárias inscritas pra te lavar à noite. Vai me dizer agora com quantas mulheres você esteve?”
Levantei quatro dedos…
“Puxa!” disse o doutor, surpreso “Quando me tornei residente, aguentei até três. Suponho que são as garotas que acompanham sua noiva, mais outra, né?”
“Na verdade, só uma delas…” confessei.
“Céus!” disse o homem “Mas, no seu lugar, eu me prepararia. Aposto que em breve você vai levantar todos os dedos.”
“Doutor, o que é que eu tenho?”
“Não precisa se preocupar. É só um pouco de cansaço.”
“Cansaço?”
“Sim, pelo visto, você tem se…” Se alimentando mal... e pelo visto, se exigindo um pouco além da conta."
"É por causa da minha vez na cutie?"
"Não, idiota! É por tanto jogar 'Mete e tira'... embora eu ache admirável que seu pau ainda aguente tanto trabalho pesado, em tão boas condições..."
Sempre me preocupei em usar camisinha. Embora um dia eu queira ter filhos com a Marisol, também quero que ela consiga estudar e trabalhar. Até pergunto se ela tomou a pílula anticoncepcional, pra evitar riscos, e a gente tenta só transar em dias seguros.
Também faço isso com a Verônica, embora em algumas ocasiões não tenha conseguido usar. Mas se alguma delas engravidasse, eu seria um pai responsável.
De qualquer forma, eu tinha caído nas graças do médico e disse que sempre usava camisinha, o que pareceu agradá-lo. Ele disse que quando viu a carta, esperava que eu parecesse mais velho e, embora não me conhecesse, achava que eu era um cara responsável que tinha tido muita, muita sorte.
Ele me receitou uma dieta nova, cheia de proteínas, bebidas energéticas, carboidratos, açúcares e outras coisas, e dois dias de repouso, pra "soltar a barriga".
Tardiamente, ele me avisou que ia me dar uma injeção de relaxante muscular. Eu não queria, mas ele disse que era o único jeito de "domar a fera".
Enquanto o efeito começava a bater, ele abriu a porta e disse que era só cansaço do trabalho e que eu ficaria em observação hoje, e que amanhã elas poderiam vir me buscar.
Eu mal conseguia manter os olhos abertos. Depois da última experiência na casa da minha sogra, estava começando a desconfiar de relaxantes musculares.
Dormi um pouco e acordei. Era umas duas da tarde, pela posição do sol. A Pamela e a Sônia estavam lá, com olhares desafiadores, se encarando. A Marisol devia estar na faculdade.
Dormi de novo. Abri os olhos e era umas cinco. A Sônia cochilava numa poltrona. A Pamela provavelmente tinha ido pro bar.
FelacaoDormi de novo e estava escuro lá fora. A luz estava forte e eu podia ver claramente meu cobertor subindo e descendo, junto com a chupada no meu pau, como de costume. De novo, alguém tinha se aproveitado dos relaxantes musculares!

Quem quer que fosse, era alguém com muita experiência nisso, porque conseguia engolir meu pau inteiro e quase sem parar para respirar.

Finalmente, gozei dentro daquela boca desconhecida, que curiosamente não deixou escapar nenhum dos meus fluidos e, pelo visto, engoliu tudo de uma vez. Ela limpou meu pau da base à cabeça, lambeu minhas bolas e, aparentemente, chupou os próprios dedos.

Quando finalmente saiu, vi a Sonia limpando o canto da boca.

“Puxa, acordou!” ela disse, com toda a naturalidade “Tinha ido no cassino, mas tava fechado. Aí vim aqui e provei a ‘sopinha de frango’ que você deu pra sogra e pra prima da Marisol, e deixa eu te dizer, foi bem gostosa. Tomara que você me sirva de novo. Tchau”

Só consegui rir ao pensar que a Sonia tinha me dado um boquete. O doutor, sem dúvida, era um expert. Mas o efeito dos relaxantes não passava e, junto com o cansaço do oral, acabei dormindo de novo.

Sonhei que alguém me dava um ou dois boquetes. Depois, não soube se tinha sido sonho ou não. Quando acordei, o dia tava amanhecendo e, de novo, meu cobertor subia e descia. Gozei e a boca gentil cuidou de limpar os restos.

Quando saiu de entre minhas pernas, vi uma enfermeira simpática, de uns vinte anos, sorrindo e limpando as gotas de porra do rosto dela.
hospitalQue bom que acordou!" — disse a sem-vergonha — "Vou trazer seu café da manhã daqui a uns dez minutos. Vão buscar você lá pelas nove. Tomara que tenha recuperado as forças!"
E foi embora. Nem preciso dizer que a enfermeira que me trouxe o café não era a mesma.
Lá pelas nove, a Marisol veio me buscar. Quando estávamos saindo do lobby, não pude evitar um sorriso ao concordar plenamente com a placa que dizia "Não às drogas!".
Embora o serviço, sem dúvida, tivesse sido bom demais naquele hospital…
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