Jatos de porra na Aracelly com permissão do marido

Depois do que a Aracelly e eu vivemos naquele encontro intenso, passou um tempinho, mas nunca perdemos o contato. A gente se ligava direto, e na primeira vez que conversamos sobre o que rolou, ela me explicou que nunca tinha tido uma experiência assim, que se sentiu super bem e que queria repetir comigo, mas dessa vez o marido dela tinha que estar presente. Na real, essa sempre foi a ideia principal, só que a gente se deixou levar pela nossa louca paixão desenfreada e instinto animal, e acabou no que acabou — e quantas vezes a gente acabou, hein!

Sempre deu pra ver que eu caí nas graças dela, e saber que fiz ela gozar gostoso aumentou meu ego. Sempre pensei que um bom amante é aquele que faz a parceira se acabar de prazer, até esquecendo de si mesmo. Essas lembranças, essas cenas, passavam direto pela minha cabeça toda vez que a gente conversava. Teve até vezes que, no meu subconsciente, vinha aquele cheiro de buceta que só ela tem...

Um dia, bem quando eu tava atolado no trampo, sem pensar em putaria nenhuma, focado só no meu corre, meu colega de trabalho me passa o telefone e fala: "É aquela voz que toda vez que você ouve, você dá um pulo." Juro que não pensei que fosse a Aracelly, minha Aracelly, a que me deixa duro pra caralho. A gente se cumprimentou com carinho, e do nada ela soltou a notícia: já tinham combinado com o marido dela a data, o lugar e a hora exata do nosso "primeiro encontro" — claro, com ele e ela juntos. (Se você não leu a primeira parte dessa história, recomendo procurar pra entender direto do que tô falando.) Ela só ligou pra me avisar e saber se eu topava. Eu concordei, e ficou marcado sem chance de adiar pra sexta-feira seguinte. O dia da ligação foi uma quarta, então faltavam só dois dias, que iam passar voando.

Esse dia chegou, e na hora... Quando me levantei, pensei: "hoje é o grande dia". Coloquei meu terno e fui trabalhar. Às 4 da tarde, Aracelly ligou no escritório para me lembrar que o marido dela não podia saber do nosso encontro anterior. Ela pediu de um jeito tão suplicante que percebi que estava meio assustada. Consegui acalmá-la, dando total segurança de que, pelo menos por mim, ele não ficaria sabendo.

Chegou a hora marcada. Esperei uns 15 minutos na licoreria La Cigarra, bem conhecida na minha cidade, onde muitos carros param com garotas e a bagunça é bem divertida. Enquanto esperava, encontrei uns amigos de colégio com umas gostosas que conheci há muito tempo. A gente se cumprimentou, beijos iam e vinham, telefones, cartões... até que consegui avistar o carro. Nele, Aracelly estava do lado do carona e piscou o olho direito para me dar a dica de não chegar com muita intimidade, já que, supostamente, Guilherme, o marido dessa mulher alucinante, não sabia das nossas avançadas intimidades. Então me fiz de otário, tomei uns goles de cerveja com meus amigos de antigamente enquanto me despedia, prometendo nos reconectar com as mesmas minas que a gente paquerava quando éramos moleques. Eles me convidaram pra ficar com eles. Não faltou vontade de ficar, porque as garotas agora estavam mais gostosas do que naquela época, e nessa altura já deviam ter acumulado mais experiência, então dava pra aproveitar a companhia delas de um jeito mais profundo. Mas, em poucos segundos, coloquei na balança os dois motivos e fui com o que naquele momento pesava mais pra mim: ficar com Guilherme e Aracelly, essa mulher encantadora que tinha roubado meus sentidos e bagunçado minhas ideias, virando minha cabeça toda. Me despedi de vez dos meus velhos amigos, com o contato na carteira, e me desculpei por não poder ficar, pra não ser grosso nem desprezar de alguma forma tudo aquilo. Eles viveram se desculpando, dizendo que era um encontro de negócios que me esperava naquele carro estacionado na nossa frente.

Me aproximei, fiz o tímido, fiz o idiota, perguntando (como se não tivesse certeza) se eles eram Aracelly e Guillermo. Os dois, em uníssono, disseram: "Você é o Tato?" Respondi que sim e me mandaram entrar no banco de trás do carro. Aracelly já tinha começado a fazer um teatro daqueles bons; eu olhava nos olhos dela e ela nem ficava nervosa, tamanha a segurança que me chamava a atenção. Ela perguntava quanto tempo eu esperei, se eu soube que eram eles conforme combinado na conversa por telefone, qual foi minha surpresa ao conhecê-los, etc. Eu, como um bom ator, acompanhei tudo e respondia como se nada, como se não tivéssemos tido uma noite do caralho juntos, daquelas inesquecíveis. Enquanto isso, Guillermo ia quieto, dirigindo, e de repente me olhava com sorrisos pelo retrovisor, tentando ser simpático e quebrar o gelo. Ele disse: "Guillermo, onde você prefere ir?" Falei que em qualquer lugar. Claro que ele não tava se referindo a gente foder naquele momento; primeiro queria me conhecer pra ver se eu agradava a esposa dele, etc, etc. Ele tava falando de ir a um bar, a uma balada ou qualquer lugar onde pudéssemos nos conhecer melhor, batendo um papo. Aí passamos por um lugar que vende coquetéis e eu falei: "Para aqui." Desci, comprei um com sabor de menta e ficamos rodando pela cidade, conversando, nos conhecendo. Fomos a um mirante, ele desligou o carro e a gente se dedicou a conversar: minhas experiências, meus contatos, como tinha sido pra mim, umas putarias e mais um pouco, até que o coquetel acabou e a gente já tava um pouco alegre. O gelo já tinha quebrado desde que ele parou o carro no mirante; a gente conversava sobre tudo, algumas das minhas piadas faziam eles rirem. Voltamos ao lugar dos coquetéis, ele desceu pra comprar agora, e até ser atendido, ficamos sozinhos. Ela e eu no carro, e eu consegui dizer: "Que bom que você finge, né? Não!", ao que ela me olhou com um olhar de pura safadeza e malícia exuberante, e disse: "Deixa as coisas continuarem assim como estão e você vai ver que vamos nos divertir pra caralho." O vinho chegou, sentamos, continuamos conversando. Ela desceu pra pegar o troco, e umas minas que estavam lá comprando deram em cima dela, porque o Guillermo é muito gostoso, e ela assobrou pra ele vir. Ele se aproximou, fiz umas piadas com o Guillermo, e ela, meio irritada, ficou olhando pra ele. Eu falei pro Guillermo: "A gente arrumou uma ciumenta, hein? Ahhh!" Quando ligamos o carro e estávamos saindo do lugar, as minas, pra provocar, gritaram: "Que olhos lindos, pussy!", porque os dele são verdes esmeralda. Ele é branco, alto, rosto definido. Embora eu seja homem e muito macho, sem inclinações pra nenhum lado que não sejam as fêmeas, devo admitir que ele é muito atraente.

Depois desse incidente, continuamos andando pela cidade até voltarmos pro lugar onde estavam meus amigos do colégio, na loja de bebidas A Cigarra. O Guillermo, pra ter privacidade com a esposa, me pediu pra desculpá-los, que precisavam conversar a sós por um momento. Eu sabia o que iam falar, mas já tinha certeza prévia da aceitação dela; agora só faltava ele. Conversaram uns dez minutos enquanto eu desci pra dar uma paquerada com minhas amiguinhas que ainda estavam lá — tava plantando pra uma colheita não muito distante. Elas me assobiaram, eu me despedi de novo e entrei no carro. Ele falou comigo de forma muito solene e me pediu, com palavras muito elegantes, pra eu comer a mulher dele naquela noite. A primeira coisa que fizemos foi ir procurar um motel. No caminho, ele me disse que eu parecia muito simpático, mente aberta, inteligente e simples, e que ele valorizava muito isso em mim. Eu fui recíproco. Ele disse que, se tudo desse certo, me convidava pra ser o acompanhante oficial das horas de tesão dele junto com a mulher. esposa, claro, tudo dentro do respeito mútuo e do lado hétero acima de tudo. Chegamos no motel que eles conheciam e não tinha um único quarto disponível, todos lotados e os carros na boca esperando alguém desocupar um. Isso chamou muito nossa atenção, nunca tinha acontecido comigo em nenhum motel que eu frequentava. Fomos pra outro e a mesma coisa. Eu falei: "então, se fode mesmo em Quito na sexta à noite" e pedi pra ele dirigir por onde eu mandava, com toda confiança. Liguei do meu celular pra um contato daqueles que nunca me faltam, porque sou muito amigão e gosto de me dar bem ou mal com todo mundo (pra vocês terem ideia, tenho até amigos ladrões, traficantes, mulherengos, aproveitadores, strippers, ladrões de carro, etc... e também amigos do governo, de empresas e de berço aristocrático, que todos me servem igual quando preciso — servem não como servidão, mas como utilidade). Ele nos deu a boa notícia de que no motel dele podia reservar um quarto até a gente chegar, que daria uns 20 minutos atravessando a cidade. Se o que a gente queria era tempo pra nos conhecer melhor com o Guillermo, não deu preguiça de cruzar a cidade por uma via rápida até chegar no destino. Liguei de fora do motel e ele mandou a gente entrar, mas ele imaginava que eu tava com uma gatinha. Qual não foi a surpresa quando ele viu nós três? No fim, ele pensou que faltava uma mina, a que nunca saiu do carro. Me deu as chaves do quarto, o melhor que tinham, ele disse, já que tinha sauna, banho turco, hidromassagem, colchão d'água e maravilhas e tal, que no fim a gente nem usou porque fomos pra outra coisa...

Entramos nós três depois de ver o espanto do meu amigo, o quarto de luxo que dava uma sensação de recolhimento e paz. Colocamos música, comecei a dançar com ela, enquanto ele ligou a TV e passava, bem naquele momento, uma mina sendo fodida por dois caras gringos, um na frente e outro atrás. Ela se virou pra olhar e disse: "é isso que eu quero". Então ele se jogou em cima dela, enquanto eu, por ser respeitoso, me sentei no sofá confortável pra assistir o show ao vivo e o do filme. Os gemidos da americana gostosa fizeram o bicho subir na hora, e eu continuei vendo pelos espelhos como o casal se pegava. Depois que tiraram a roupa, a primeira coisa que Aracelly fez foi me chamar. Eu fui, e ela desceu num movimento brusco só, puxando o zíper da minha calça enquanto o marido dela olhava e começava a ficar excitado, porque o pau dele também começou a subir ao me ver ali, curtindo com a esposa dele. Ela tirou meu falo com desespero e começou a chupar na frente do maridinho. A expressão no rosto dele foi de choque, como se dissesse: "Que puta você é, nunca pensei que faria isso com outro cara!" Mas ao mesmo tempo, na reação dele, dava pra sentir aprovação e permissão pra eu e ela fazermos o que quiséssemos, com o deleite da mente tarada dele (todo mundo é tarado, claro, uns mais que outros, e pra tarado, podem me chamar).

Lá no fundo, eu pensava: "Já conheço esse aroma, esse cheiro tão característico dela, de mulher gostosa, de mulher amante e amada. Cheirava a Aracelly, aquela mulher que me fazia produzir tanto gozo. Era lógico pensar que, se era ela que me fazia produzir em quantidades industriais, então ela mesma que aproveitasse, e mais ninguém."

Eu tava na sacanagem com ela. O que mais curti naquela noite foi o olhar dela, aquele olhar cheio de cumplicidade e erotismo que emanava do ser dela, os olhos brilhando de luxúria que só pediam pra gente comer ela direito. A gente se beijava com as línguas babadas, eu passava a língua por toda a costa dela, fui direto pra buceta dela, aquela xota que tanto prazer me deu numa ocasião anterior, aquela boceta que me fez gozar umas oito vezes na mesma noite, aquele pussy tão doce e desejado pela minha boca. Ela tava usando uma tanga daquelas que são só... sustentadas por fios com lacinhos nas laterais, ela pegou um fio e puxou, eu fiz o mesmo com o do outro lado, e lá estava aquela buceta depilada estilo corte cadete militar, raspada dos lados e com um tufo de pelo no meio, dava pra ver sem olhar com muito detalhe os lábios grossos e no meio um grelinho desafiador, tipo "tô aqui, me estimula". Coloquei ela de quatro, deslizei por baixo de um jeito acrobático e rápido, sem perder tempo, do jeito que deu, e me instalei debaixo dela, como quem quer fazer um 69, e comecei a lamber a boceta dela, curtindo o cheiro que exalava e os líquidos que escorriam, enquanto ela, carinhosamente, fez um sinal pro marido amado, mandando ele chegar perto. Ele obedeceu e começou a chupar o pau dele. Lá estava eu, vendo um espetáculo pelos espelhos grudados na parede do quarto, que me davam uma posição imbatível. Quanto mais eu lambia a xereca dela, mais ela ficava excitada, e acho que apertava e friccionava melhor o pau do marido, porque ele já começou a relinchar de prazer. Depois de ficar muito tempo naquela posição, onde eu dava prazer pra ela e Aracelly pro Guilherme, o marido dela, tinha horas que ela pegava meu pau, que apontava pro teto, e chupava direitinho, e isso acelerava o ritmo de excitação mútua que a gente tava tendo ali, nós três. A gente levantou, se separou por uns instantes pra ver como podíamos fazer aquela mulher gostosa gozar e aproveitar, ela com umas ancas de égua saina. Eu me deitei de costas, e ela percebeu minha ereção no auge, levantou a perna esquerda pra se acomodar e me dar espaço entre as pernas bem abertas dela. Minha bacia investiu pra cima, buscando a vulva quente, molhada e pegajosa dela, e aí enfiei a cabeça do pau, que foi entrando no gosto dela, sentindo aos poucos cada milímetro da minha ferramenta de atender mulher. Fui ajeitando até sentir minhas bolas, que pareciam alforjes cheios de carga, penduradas uma de cada lado. A gente continuou se movendo conforme a excitação dos nossos corpos pedia, num vai e vem dela de cima pra baixo e eu fazendo movimentos giratórios, desenhando círculos imaginários com minha bunda na cama do motel. Isso enlouqueceu essa mulher safada, e ela foi gozando em cima de mim com um beijo, mordendo meu lábio inferior, e se esporrou copiosamente, inundando minhas bolas e meus pelos crespos com litros de líquido da primeira gozada da noite. Enquanto isso, o marido dela só via eu comendo ela e curtia a plenitude da sua mulher gostosa. Era lógico que não ia parar por ali. Imediatamente, o marido dela se jogou em cima dela, como um garanhão em lua cheia, a única coisa que passava na cabeça dele era possuir ela pelo menos por um tempinho. Então, emprestei ela por um instante, hahahahaha, pra ele se entreter enquanto eu bolava o que mais fazer com aquela bunda glamourosa. Ele comeu ela no pelo por um bom tempo, e os dois gozaram juntos, se declarando amor e dizendo que o que estavam vivendo era genial...

Depois disso, Aracelly, toda suada, veio até mim, preocupada porque eu ainda não tinha gozado, e me deu um boquete daqueles de campeonato. Ganhou o concurso, porque eu premiei o corpo todo dela com meu gozo. Na hora que ia terminar, deitei ela de costas e me masturbei em cima da monte de Vênus dela, enquanto o marido dela, meu amigo e camarada, via eu me superar nas minhas capacidades copulativas. Meu gozo saiu com tanta força, em jorros enormes, que foi parar até no pescoço da Aracelly, banhando os peitos dela, o umbigo, a barriga, o cabelo, e uma gota grossa desafiadora foi parar na perna do Guillermo, porque meu pau parecia uma mangueira de pressão incontrolável. Nessa hora, ele estava do lado da sua amada esposa, beijando ela com língua na boca enquanto eu me punhetava. então, depois de uns minutos que recuperei o fôlego, consegui pedir desculpas, porque não foi minha culpa que aquilo acontecesse, já que ele se limpou com a colcha da nossa cama do sexo com uma certa admiração, nojo, susto pelo que rolou.

Conversamos um tempo, os três banhados em suor, falando o quanto cada um tinha curtido, e depois de meia hora ela pegou meu pau e começou a passar a mão nele, junto com uns arranhõezinhos leves no meu saco, e meu garrote não pediu mais estímulo e se levantou valente, desafiador, buscando briga, mais uma batalha que tinha que ser travada naquela mesma noite de guerra corpo a corpo.

Ela, aos poucos, encaixou ele de novo dentro da barriga de veludo dela e a gente se deu prazer por um bom tempo, enquanto meu body, meu parceiro dessa guerra noturna, começou a me ajudar, acariciando ela toda enquanto eu metia meu pau, ele, o marido dela, acariciava o clitóris dela com os dedos enquanto eu continuava com meu vai e vem, com meu tudo dentro e tudo fora, ela gozava como poucas e eu senti que ela terminava em orgasmos pequenos várias vezes, até que eu coloquei ela de quatro e comecei a dar por trás, mas pelo buraquinho do prazer da frente, aí ele se colocou na frente, sentado de frente pra ela, enquanto se beijavam e eu bombeava como uma máquina de foder, ela gritava mais que os do filme, a cada investida minha ela sugava o pau do marido dela, fazendo aquele barulho igual quando você tira a chupeta de um bebê que não quer soltar e arranca à força, me disse o Guillermo, tomando um ar de posse e dono da faculdade de eu gozar, que ele entrava e colocou o esperma dele assim que o meu saiu na buceta e me falou com voz de ordem pra eu pegar o cu dela primeiro enquanto ele agradava ela por onde saíram os filhos quando ela pariu, tem que reconhecer que meu pau é menor que o dele, o do marido da Aracelly é mais grosso e faz ela parecer mais apertada, o meu de grossura. Ela é moderada, mas no geral se defende bem, com uma curvatura na cabeça do pau na direção do meu umbigo — seja por tanta punheta na adolescência ou por genética mesmo. Comecei a tentar furar a bunda dela, mas não conseguia porque ele já ocupava um bom lugar nas intimidades dela, e além disso eu não queria machucá-la, mais por respeito do que por qualquer outra coisa. Vendo que não dava, por mais que tentasse, mesmo com as várias gozadas que ela já tinha dado antes e nós três estando bem lubrificados pra tudo, a verdade é que não consegui comer ela. Ele, tomando um ar de professor e com mais confiança nas noites de putaria com a mulher dele, se levantou, me mandou pro lugar dele, e ela, desesperada, queria sentir os dois paus roçando nela o mais rápido possível. Coloquei meu pau na buceta dela, e ele, com um único empurrão, como quem diz "é assim que se faz, otário", meteu... Como explicar aquela sensação? O buraco dela ficou ainda mais apertado, e sentir os dois paus separados por uma pelinha fina que praticamente se esfregam um no outro sem se tocar causa uma sensação de prazer única, que vale a pena recomendar que tentem. Os três corpos gozaram como um só por uns trinta minutos, até que, cansados da tensão muscular, decidimos mudar de posição a pedido da Aracelly, que queria que eu furasse a bunda dela agora. Com aquela aula prática do meu bom amigo professor, e eu como bom aluno que sou, aprendi com o curso intensivo de meia hora, e lá estava eu ocupando a bunda daquela mulher gostosa enquanto o marido dela metia na frente. Gozamos os três ao mesmo tempo, os dois dentro sem tirar nossos membros, dando fim a uma noite quente de luxúria e sexo, selada com chave de ouro. Ela ficou aberta e rendida. O que lembro que ela disse foi: "Uuuuuufffffffff, me partiram ao meio..." Dando um beijo na boca de cada um de nós, com língua, agradecida com nós dois. O mais gostoso foi que, quando eu estava debaixo dela, ela me beijava desesperadamente, mesmo com podia fechar a boca de tanto reclamar e gemer enquanto xingava, dizia frases quase indecifráveis onde eu só conseguia entender a palavra finalmente, finalmenteeee os dois dentro, do jeito que ela queria.

Depois disso, com os dois, fiz uma amizade muito saudável e sincera, onde toda vez que eles ficam com vontade de ficar entre três, me ligam no celular. Sempre desço quando me convidam pra casa deles, fazemos sessões de sexo quase intermináveis por horas. Ele cansa de foder ela quando goza, e eu continuo fodendo ela até amanhecer, e ele me diz: Tato, você é um guerreiro mesmo. Meto por horas sem gozar muitas vezes, só o suficiente enquanto ela goza uma atrás da outra, enquanto ele nos filma com a câmera digital dele, que eles guardam como coleção de filmes amadores pra se esquentar quando eu não posso estar com eles. Como cinegrafista, ele é bom e adora me filmar metendo na mulher dele. Como já mudei de cidade, eles vêm me visitar na minha cidade... Outro dia, meu celular tocou enquanto eu dormia, então levantei pra atender, meio dormindo e acordado. Era um sábado à tarde, e quando atendi, uma voz toda excitada disse:

- Taaaatoooo
- Sim, quem fala? (Estranhando)
- Sou Aracellyyyy
- Oi, prazer
- Cadê você?
- Tô aqui na sua cidade?
- Sério?
- Tamos com o Guillermo no melhor hotel da cidade
- Sério?
- Sim, e quero que você venha o mais rápido possível, porque tô com saudade e preciso de você

Dava pra ouvir que ela tava meio estranha, excitada, e eu falei:

- O que você tá fazendo?
- Você quer dizer o que vocês tão fazendo
- Sério?
- Siiiiiiiiii veeeeeeeeem
- Que delícia
- Vem logo, preciso de você.
- Tamos no quarto 324
- Vou estar aí em uma hora.

Foi o tempo exato que precisei pra tomar banho, me vestir, pegar um táxi e ir pro hotel. Quando cheguei e perguntei na recepção por ela, me disseram: estão te esperando. Na mesma hora, ligaram pra eles, e o Guillermo atendeu e disse: oi, prazer, a Aracelly já vai descer pra te receber. Esperei um momento ali... No hall de entrada, ela apareceu. Tava meio esgotada da sessão de sexo que o marido devia ter dado nela, mas quando subimos as escadas, eu soube acariciar bem aquela bunda que tanto me excita e me deixa louco. Chegamos no quarto, o Guillermo tava deitado pelado, só coberto pelo lençol da cama. A gente cumprimentou e ele disse:

"Que bom que você veio, já pode começar, porque as crianças tão brincando na piscina e daqui a pouco a gente tem que ir buscá-las."

Beleza, eu falei, com sua permissão, e comecei a apalpar ela. Chupei a buceta dela, fiz ela gritar de prazer por um bom tempo, e implorar pra eu meter. Ela pediu, e ele também meio que me pressionou pra fazer. Aí comecei a comer ela. Ela só gritava, ofegava, xingava, ficava cada vez mais tesuda. E ele, da outra cama, vendo a gente, também ficou de pau duro até que veio me ajudar a desossar aquela puta. Nós dois comemos ela, revezando nos três buracos, e soubemos dar tanto prazer quanto ela nos deu. Ele gozou e foi tomar banho, e eu continuei comendo ela até ele sair. Gozei uma vez na boca dela, mas não fiquei satisfeito, então coloquei ela de quatro e meti no cu dela por um bom tempo, usando várias posições que nossos corpos pediam naquele momento. Virei ela, meti na buceta de novo, e ela começou a gozar como uma louca, enquanto arranhava minhas costas e olhava pro marido, que, já enjoado de sexo, tava vendo TV de longe, enquanto eu continuava possuindo a mulher dele. Gozei mais duas vezes naquela tarde, na barriga e no cu dela, enquanto o marido foi ver as crianças na piscina. Aí passou a minha tesão. A gente conversou sobre como foi bom, se despediu agradecido um ao outro, e a Aracelly veio me despedir no hall com um beijo cheio de tesão na porta do quarto, pegando no meu saco pela última vez, enquanto umas gostosas da limpeza olhavam disfarçadamente. Quando virei pra sair, Descendo as escadas, trombei com o Guillermo e os dois pirralhos dele. Apertando minha mão com força e com uma piscadinha, ele me fez entender que a gente ia se ver de novo em breve. Quando voltei a olhar pras mulheres que estavam limpando, parecia que elas não entendiam o que tava rolando, e só percebi nelas um olhar cúmplice e cheio de safadeza.

Isso é real. Pra todas as pessoas que quiserem trocar relatos comigo ou curtir as esposas delas com um terceiro respeitoso, eu adoraria ser seu amigo. Espero que vocês curtam minhas experiências contadas aqui. Vou deixar vocês, mas não sem antes avisar quem tá lendo que em breve vai ter mais...

Tato
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