Depois do que Aracelly e eu vivemos naquele encontro apaixonante, passou um tempinho, mas nunca perdemos o contato. A gente se falava direto, e na primeira vez que conversamos sobre o que rolou, ela me explicou que nunca tinha tido uma experiência assim, que se sentiu super bem e que queria repetir comigo, mas dessa vez o marido dela tinha que estar presente. Na real, essa sempre foi a ideia principal, só que a gente se deixou levar pela nossa louca paixão desenfreada e instinto animal, e acabou no que acabou — e quantas vezes a gente acabou, hein!
Sempre deu pra perceber que eu caí bem pra ela, e o que ela me contou aumentou meu ego ao saber que fiz ela gozar gostoso. Sempre pensei que um bom amante é aquele que faz a parceira se sentir incrível, até se esquecendo de si mesmo. Essas lembranças, essas cenas, passavam direto pela minha cabeça toda vez que a gente conversava. Teve até vezes que meu subconsciente trazia de volta aquele cheiro de buceta que só ela tem...
Um dia, bem quando eu tava atolado no trampo, sem pensar em putaria nenhuma, focado só no que era meu, meu colega de serviço me passa o telefone e fala: "É aquela voz que toda vez que você ouve, você pula." Sério, não pensei que fosse Aracelly — minha Aracelly, a que me deixa duro até não aguentar mais. A gente se cumprimentou bem carinhoso, e do nada ela soltou a notícia: já tinham combinado com o marido dela a data, o lugar e a hora exata do nosso "primeiro encontro" — claro, com ele e ela juntos. (Se você não leu a primeira parte dessa história, recomendo procurar pra saber exatamente do que tô falando.) Ela só ligou pra me avisar e ver se eu topava, e eu concordei na hora. Ficou marcado, sem chance de adiar, pra sexta-feira seguinte. No dia da ligação era quarta, então faltavam só dois dias, que iam passar voando.
Esse dia chegou, e na hora... Pensei: "hoje é o grande dia". Coloquei meu terno e fui trabalhar. Às 4 da tarde, Aracelly ligou no escritório pra me lembrar que o marido dela não podia saber do nosso encontro anterior. Ela pediu de um jeito tão suplicante que percebi que tava meio assustada. Consegui acalmá-la, dando total segurança de que, pelo menos por mim, ele não ia ficar sabendo.
Chegou a hora marcada. Esperei uns 15 minutos na licoreria La Cigarra, bem conhecida na minha cidade, onde muitos carros param com minas e a putaria é divertida pra caralho. Enquanto esperava, trombei uns amigos do colégio com umas gostosas que conheci há muito tempo. A gente se cumprimentou, beijos pra lá e pra cá, telefones, cartões... até que consegui ver o carro. Aracelly tava no banco do carona e me deu uma piscada com o olho direito pra insinuar que eu não me aproximasse com tanta confiança, já que o Guilherme, o marido dessa mulher alucinante, não sabia das nossas intimidades avançadas. Então me fiz de otário, tomei uns goles de cerveja com meus amigos de antigamente enquanto me despedia, prometendo que a gente ia se falar de novo com as mesmas minas que a gente pegava quando era moleque. Eles me convidaram pra ficar com eles. Não faltou vontade de ficar, porque as minas agora estavam mais gostosas do que naquela época, e nessa altura já deviam ter acumulado mais experiência, dava pra aproveitar a companhia delas de um jeito mais profundo. Mas, em poucos segundos, coloquei na balança os dois motivos e fui com o que naquele momento pesava mais pra mim: ficar com o Guilherme e a Aracelly, essa mulher encantadora que tinha roubado meus sentidos e bagunçado minhas ideias, fazendo um rebuliço na minha cabeça. Me despedi de vez dos meus velhos amigos, com o contato na carteira, e me desculpei por não poder ficar, pra não ser grosso nem desprezar de alguma forma tudo aquilo. Eles viveram se desculpando, dizendo que era um encontro de negócios que me esperava naquele carro estacionado na nossa frente.
Me aproximei, fingindo timidez, bancando o idiota pra perguntar (como se não tivesse certeza) se eles eram Aracelly e Guillermo. Os dois, em uníssono, disseram: "Você é o Tato?" Respondi que sim e me mandaram entrar no banco de trás do carro. Aracelly já tinha começado a fazer um teatro daqueles bons, eu olhava nos olhos dela e ela nem ficava nervosa, tamanha segurança que me chamava a atenção. Ela me perguntava quanto tempo eu tinha esperado, se eu sabia que eram eles conforme combinado na conversa por telefone, qual foi minha surpresa ao conhecê-los, etc. Eu, como um bom ator, acompanhei tudo e respondia como se nada, como se não tivéssemos passado uma noite do caralho juntos, daquelas inesquecíveis. Enquanto isso, Guillermo ficava calado, dirigia e, de repente, com sorrisos, me olhava pelo retrovisor tentando ser simpático e quebrar o gelo. Ele me disse: "Guillermo, pra onde você prefere ir?" Falei que pra qualquer lugar. Claro que ele não tava se referindo a gente transar naquele momento, primeiro queria me conhecer pra ver se eu agradava a esposa dele, etc, etc. Ele tava falando de ir a um bar, a uma balada ou qualquer lugar onde pudéssemos nos conhecer melhor, batendo papo. Aí passamos por um lugar que vende coquetéis e eu falei: "Para aqui." Desci, comprei um de menta e ficamos andando pela cidade, conversando, nos conhecendo. Fomos a um mirante, ele desligou o carro e a gente se dedicou a conversar: sobre minhas experiências, meus contatos, como tinha sido pra mim, futilidades e mais um pouco, até que o coquetel acabou e a gente já tava um pouco alegre. O gelo já tinha quebrado desde que ele parou o carro no mirante. A gente conversava sobre tudo, algumas das minhas piadas faziam eles rirem. Voltamos ao lugar dos coquetéis, ele desceu pra comprar agora, e até ser atendido, ficamos sozinhos. Ela e eu no carro, e eu soltei: "Que bem que você finge, hein? Não!" Aí ela me olhou com um olhar de pura safadeza e malícia exuberante, e disse: "Deixa as coisas continuarem assim como estão e você vai ver que a gente vai se divertir pra caralho." O vinho chegou, a gente continuou conversando, ela desceu pra pegar o troco e umas minas que estavam lá comprando deram em cima dela, porque o Guillermo é muito gostoso, e ela assobrou pra ele voltar. Quando ele se aproximou, fiz umas piadas, e ela, meio irritada, ficou encarando ele. Eu falei pro Guillermo: "A gente arrumou uma ciumenta, hein? Ahhh!" Quando a gente ligou o carro e ia sair do lugar, as minas, pra provocar, gritaram: "Que olhos lindos, pussy!" porque ele tem olhos verdes esmeralda, é branco, alto, rosto definido. Embora eu seja homem e bem macho, sem inclinação pra nada que não seja buceta, tenho que admitir que ele é muito gostoso.
Depois desse incidente, a gente continuou rodando pela cidade até chegar de novo no lugar onde estavam meus amigos do colégio, na licoreria La Cigarra. E o Guillermo, pra ter privacidade com a esposa, me pediu pra desculpar ele, que precisavam conversar a sós um momento. Eu sabia o que iam falar, mas já tinha certeza da aceitação dela antes; agora só faltava ele. Eles conversaram uns dez minutos enquanto eu desci pra dar uma paquerada com minhas amiguinhas que ainda estavam lá, plantando semente pra uma colheita não muito distante. Elas me assobiaram, eu me despedi de novo e entrei no carro. Ele falou comigo bem solenemente e pediu, com palavras muito elegantes, que eu comesse a mulher dele naquela noite. A primeira coisa que a gente fez foi ir procurar um motel, e no caminho ele me disse que eu parecia muito simpático, mente aberta, inteligente e simples, e que ele valorizava muito isso em mim. Eu fui recíproco. Ele disse que, se tudo desse certo, me convidava pra ser o acompanhante oficial das horas de tesão dele junto com a mulher. esposa, claro, tudo dentro do respeito mútuo e do lado hétero acima de tudo. Chegamos no motel que eles conheciam e não tinha um único quarto vago, tudo lotado e os carros na buceta esperando alguém desocupar um, isso chamou muito nossa atenção e nunca tinha acontecido comigo em nenhum motel que eu frequentava. Fomos pra outro e a mesma coisa, eu falei: "então é verdade que se come em Quito na sexta à noite" e pedi pra ele dirigir por onde eu mandava, com toda confiança. Fiz uma ligação do meu celular e um contato daqueles que nunca me faltam, porque sou muito amigão e gosto de me dar bem, pra bem ou pra mal, com todo mundo (pra vocês terem ideia, até tenho amigos ladrões, narcotraficantes, mulherengos, aproveitadores, strippers, ladrões de carro, etc... e também amigos do governo, de empresas e de berço aristocrático, que todos me servem igual quando preciso — servem não como criados, mas como utilidade). Ele nos deu a boa notícia de que no motel dele podia reservar um quarto até a gente chegar, o que daria uns 20 minutos atravessando a cidade. Se o que a gente queria era tempo pra nos conhecer melhor com o Guillermo, não deu preguiça cruzar a cidade por uma via rápida até chegar no destino. Liguei de fora do motel e ele mandou a gente entrar, mas ele imaginava que eu tava com uma gatinha. Qual não foi a surpresa quando ele viu nós três? De qualquer forma, ele achou que faltava uma mina, a que nunca desceu do carro. Me deu as chaves do quarto, o melhor que eles tinham, ele disse, já que tinha sauna, banho turco, hidromassagem, colchão d'água e maravilhas e tal, que no fim nunca usamos porque fomos pra outra coisa...
Entramos nós três depois de ver o espanto do meu amigo, o quarto de luxo que nos dava um clima de recolhimento e paz. Colocamos música, comecei a dançar com ela, enquanto ele ligou a TV e passava bem naquele momento uma mina que dois caras gringos comiam pela frente e por trás. Ela se virou pra olhar e disse: "É isso que eu quero". Então ele se jogou em cima dela, enquanto eu, por ser respeitoso, me sentei no sofá confortável pra assistir ao espetáculo ao vivo e ao filme. Os gemidos da americana gostosa fizeram o bicho subir na hora, e eu continuei vendo pelos espelhos como o casal de marido e mulher se pegava. Depois que tiraram a roupa, a primeira coisa que Aracelly fez foi me chamar. Eu fui, e ela desceu num movimento brusco só, puxando o zíper da minha calça enquanto o marido dela olhava e começava a ficar excitado, porque o pau dele também começou a subir ao me ver ali, curtindo com a esposa dele. Ela tirou meu falo com desespero e começou a chupar na frente do maridinho. A expressão no rosto dele foi de choque, como se dissesse: "Que puta você é, nunca pensei que faria isso com outro cara!" Mas ao mesmo tempo, na reação dele, dava pra sentir aprovação e permissão pra eu e ela fazermos o que quiséssemos, com o deleite da mente tarada dele (todo mundo é tarado, claro, uns mais que outros, e pra tarado, podem me chamar).
Lá no fundo, eu pensava: "Já conheço esse aroma, esse cheiro tão característico dela, de mulher gostosa, de mulher amante e amada. Cheirava a Aracelly, aquela mulher que me fazia produzir tanto gozo. Era lógico pensar que, se era ela que me fazia produzir em quantidades industriais, então ela mesma que aproveitasse, e mais ninguém."
Eu tava na sacanagem com ela. O que mais gostei naquela noite foi o olhar dela, aquele olhar cheio de cumplicidade e erotismo que emanava do ser dela, os olhos brilhando de luxúria que só pediam pra gente comer ela direito. A gente se beijava com as línguas babadas, eu passava a língua por toda a costa dela, fui direto pra buceta dela, aquela xota que tanto prazer me deu numa ocasião anterior, aquela ppk que me fez gozar umas oito vezes na mesma noite, aquela buceta tão doce e desejada pela minha boca. Ela tava usando uma tanga daquelas que são só... seguradas com fios que têm lacinhos nas laterais, ela pegou um fio e puxou, eu fiz o mesmo com o do outro lado, e lá estava aquela buceta depilada estilo corte cadete dos militares, raspada dos lados e com um tufinho de pelo no meio. Dava pra ver, sem precisar olhar com muito cuidado, os lábios grossos e no meio um grelinho desafiador, tipo "tô aqui, me estimula". Coloquei ela de quatro, deslizei por baixo de um jeito acrobático e rápido, sem perder tempo, do jeito que deu, e me instalei debaixo dela, como quem quer fazer um 69, e comecei a lamber a buceta dela, curtindo o cheiro que exalava e os líquidos que escorriam, enquanto ela carinhosamente fez um sinal pro marido amado, mandando ele se aproximar. Ele obedeceu e começou a chupar o pau dele. Lá estava eu, vendo um espetáculo pelos espelhos colados na parede do quarto, que me davam uma posição imbatível. Quanto mais eu lambia a xota dela, mais ela se excitava, e acho que apertava e friccionava melhor o pau do marido, porque ele já começou a relinchar de prazer. Depois de ficar muito tempo nessa posição, onde eu dava prazer pra ela e a Aracelly pro Guilherme, o marido dela, tinha momentos em que de vez em quando ela pegava no meu pau, que apontava pro teto, e chupava gostoso, e isso acelerava o ritmo de excitação mútua que a gente tava tendo ali, nós três. A gente se levantou, se separou por uns instantes pra ver como podíamos fazer aquela mulher gostosa gozar e aproveitar, ela tinha um rabo de égua saina. Eu me deitei de costas, e ela percebeu minha ereção no auge, levantou a perna esquerda pra se acomodar e me dar espaço entre as pernas bem abertas dela. Minha cintura investiu pra cima, buscando a vulva quente, molhada e pegajosa dela, e aí enfiei a cabeça do pau, que foi entrando no gosto dela, sentindo aos poucos cada milímetro da minha ferramenta de atender mulher. Fui ajeitando até sentir minhas bolas, que pareciam alforjes cheias de carga, penduradas uma de cada lado. A gente continuou se movendo conforme a excitação dos nossos corpos pedia, num vai e vem dela de cima pra baixo e eu fazendo movimentos giratórios, desenhando círculos imaginários com minha bunda na cama do motel. Isso enlouqueceu essa mulher safada, e ela foi gozando em cima de mim com um beijo e mordendo meu lábio inferior, se esporrou gostoso, inundando minhas bolas e meus pelos crespos com litros de líquido da primeira gozada da noite. Enquanto isso, o marido dela só via eu comendo ela e curtindo a putaria da mulher gostosa dele. Era óbvio que não ia parar por aí. Na mesma hora, o marido dela se jogou em cima dela, como um garanhão em lua cheia, a única coisa que passava na cabeça dele era possuir ela pelo menos um pouquinho. Então eu emprestei ela por um instante, hahahahaha, pra ele se entreter enquanto eu bolava o que mais fazer com aquela bunda maravilhosa. Ele comeu ela no pelo por um bom tempo, e os dois gozaram juntos, se dizendo que se amavam e que o que estavam vivendo era foda...
Depois disso, Aracelly, toda suada, veio até mim preocupada porque eu ainda não tinha gozado, e me deu um boquete daqueles de campeonato. Ganhou o concurso porque eu premiei o corpo todo dela com meu gozo. Na hora que ia terminar, deitei ela de costas e bati uma punheta em cima da buceta dela, enquanto o marido, meu amigo e camarada, via eu me superar nas minhas capacidades de foder, porque meu gozo saiu com tanta força, em jorros enormes, que foi até o pescoço da Aracelly, banhando os peitos dela, o umbigo, a barriga, o cabelo, e uma gota grossa e desafiadora foi parar na perna do Guillermo, porque meu pau parecia uma mangueira de pressão incontrolável. Nessa hora, ele estava do lado da esposa amada, beijando ela com linguada na boca enquanto eu me masturbava. então, depois de uns minutos que recuperei o fôlego, consegui pedir desculpas, porque não foi culpa minha aquilo ter acontecido, já que ele se limpou com a colcha da nossa cama do sexo, com uma certa admiração, nojo, susto pelo que rolou.
Conversamos um tempão, os três banhados de suor, falando o quanto cada um tinha curtido, e depois de meia hora ela pegou no meu pau e começou a acariciar ele, junto com uns arranhõezinhos leves que dava no meu saco e na minha vara, que não pediu mais estímulo e se levantou valente, desafiador, querendo briga, mais uma batalha que tinha que rolar naquela mesma noite de guerra corpo a corpo.
Ela, aos poucos, encaixou ele de novo dentro da barriga de veludo dela, e a gente se deu prazer por um bom tempo, enquanto meu body, meu parceiro nessa guerra noturna, começou a me ajudar, acariciando ela toda enquanto eu metia meu pau, ele, o marido dela, acariciava o clitóris dela com os dedos enquanto eu continuava com meu vai e vem, com meu tudo dentro e tudo fora, ela gozava como poucas e eu senti que ela terminava em orgasmos pequenos várias vezes, até que eu coloquei ela de quatro e comecei a meter por trás, mas no buraquinho de prazer da frente dela, aí ele se colocou na frente, sentado de frente pra ela, enquanto se beijavam e eu bombeava como uma máquina de foder, ela gritava mais que as do filme, a cada investida minha ela sugava o pau do marido dela, fazendo aquele barulho igual quando você tira a chupeta de um bebê que não quer soltar e arranca à força, me disse o Guillermo, com um ar de posse e dono da situação, que eu gozasse primeiro, que ele entrava e colocava o esperma dele assim que o meu saísse da buceta, e me falou com voz de ordem pra eu pegar o cu dela primeiro enquanto ele agradava ela por onde saíram os filhos dela quando pariu, tem que reconhecer que meu pau é menor que o dele, o do marido da Aracelly é mais grosso e faz ela parecer mais apertada, o meu de grossura. Ela é moderada, mas no geral se vira bem, com uma curvatura na cabeça da rola virada pro meu umbigo, de tanta punheta da adolescência ou por genética mesmo. Comecei a tentar furar a bunda dela, mas não conseguia porque ele já tinha um lugar garantido nas intimidades dela, e além disso eu não queria machucar ela, mais por respeito do que por qualquer outra coisa. Vendo que não dava, por mais que tentasse, mesmo com as várias gozadas que ela já tinha dado antes e os três estando bem lubrificados pra tudo, a verdade é que não consegui comer ela. Ele, tomando um ar de professor e com mais confiança depois das noites de paixão com a mulher dele, se levantou, me mandou pro lugar dele, e ela, desesperada, queria sentir os dois paus roçando nela o mais rápido possível. Coloquei meu pau na buceta dela, e ele, com um único empurrão, como quem diz "é assim que se faz, otário", meteu... Como explicar aquela sensação? O buraco dela ficou ainda mais apertado, e ao sentir os dois paus separados por uma pelinha fina, que praticamente se esfregam um no outro sem se tocar, causa uma sensação de prazer única, que vale a pena recomendar que tentem. Os três corpos gozaram como um só por uns trinta minutos, até que, cansados da tensão dos músculos, decidimos mudar de posição a pedido da Aracelly, que queria que eu furasse a bunda dela agora. Com aquela aula prática do meu bom amigo professor, e eu como bom aluno que sou, aprendi com o curso intensivo de meia hora, e lá estava eu ocupando a bunda daquela mulher gostosa enquanto o marido dela metia na frente. Terminamos os três ao mesmo tempo, os dois dentro sem tirar nossos membros, dando fim a uma noite quente de luxúria e sexo, selando com chave de ouro. E ela ficou aberta e rendida. O que lembro que ela disse foi: "Uuuuuufffffffff, me partiram ao meio...", dando um beijo na boca de cada um de nós, com língua, agradecida com a gente dois. O mais gostoso foi que, quando eu tava debaixo dela, ela me beijava desesperadamente, mesmo com podia fechar a boca de tanto reclamar e gemer enquanto xingava, dizia frases quase indecifráveis onde eu só conseguia entender a palavra finalmente, finalmeeeeente os dois dentro, como ela queria.
Depois disso, com os dois, fiz uma amizade muito saudável e sincera, onde toda vez que eles querem ficar entre três, me ligam no celular. Desço sempre que me convidam pra casa deles, fazemos sessões de sexo quase intermináveis por horas. Ele cansa de foder ela quando termina, e eu continuo fodendo ela até amanhecer, e ele me diz: Tato, você é um guerreiro mesmo. Meto por horas sem gozar muitas vezes, só o suficiente enquanto ela goza uma atrás da outra, enquanto ele nos filma com a câmera digital que eles têm como coleção de filmes amadores pra se esquentar quando eu não posso estar com eles. Como cinegrafista, ele é bom e adora me filmar metendo na mulher dele. Como já mudei de cidade, eles vêm me visitar na minha cidade... Outro dia, meu celular tocou enquanto eu dormia, então levantei pra atender, meio dormindo e acordado. Era um sábado à tarde. Atendi e ouvi uma voz toda excitada:
- Taaaatoooo
- Sim, quem fala? (Estranhando)
- Sou Aracellyyyy
- Oi, prazer
- Cadê você?
- Tô aqui na sua cidade?
- Sério?
- Tô com o Guillermo no melhor hotel da cidade
- Sério?
- Sim, e quero que você venha o mais rápido possível, porque tô com saudade e preciso de você
Dava pra ouvir que ela tava meio estranha, excitada, e eu falei:
- O que você tá fazendo?
- Você quer dizer o que vocês estão fazendo
- Sério?
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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No saguão, e aí ela apareceu. Tava tipo esgotada da sessão de sexo que o marido devia ter dado nela, mas quando a gente subia as escadas, eu soube acariciar bem aquela bunda que tanto me excita e me enlouquece. Chegamos no quarto, o Guillermo tava deitado pelado, só coberto pelos lençóis da cama. A gente cumprimentou e ele disse:
"Que bom que você veio, já pode começar, porque as crianças tão brincando na piscina e daqui a pouco a gente tem que ir buscá-las." Bom, eu falei: "Com sua permissão", e comecei a apalpar ela. Chupei a buceta dela, fiz ela gritar de prazer por um bom tempo e implorar pra eu meter. Ela pediu, e ele também meio que me pressionou pra fazer. Aí comecei a foder ela. Ela só gritava, gemia, xingava, ficava toda arreganhada. E ele, da outra cama nos vendo, ficou de pau duro até que veio me ajudar a desossar aquela puta. Nós dois fudemos ela, revezando nos três buracos, e soubemos dar tanto prazer quanto ela nos deu. Ele gozou e foi tomar banho, e eu continuei fodendo ela até ele sair. Gozei uma vez na boca dela, mas não tava satisfeito, então coloquei ela de quatro e comi o cu dela por um bom tempo, usando várias posições que nossos corpos pediam naquele momento. Assim, virei ela, meti na buceta de novo, e ela começou a gozar que nem uma louca, enquanto arranhava minhas costas e olhava pro marido, que, já enjoado de sexo, tava vendo TV de longe. Eu continuei possuindo a mulher dele. Gozei mais duas vezes naquela tarde, na barriga e no cu dela, enquanto o marido saiu pra ver se as crianças tavam bem na piscina. Aí que a minha excitação passou. A gente conversou sobre como tinha sido bom, nos despedimos agradecidos um ao outro, e a Aracelly foi me despedir no saguão com um beijo super safado na porta do quarto, pegando no meu saco pela última vez, enquanto umas gostosas da limpeza olhavam de canto. Quando virei pra sair... Descendo as escadas, trombei com o Guillermo e os dois pirralhos dele. Apertando minha mão com força e com uma piscadinha, ele me fez entender que a gente ia se ver de novo em breve. Quando olhei de volta pras mulheres que estavam limpando, parecia que elas não sacavam o que tava rolando, só notei um olhar cúmplice e cheio de safadeza nelas.
Isso é real. Pra todas as pessoas que quiserem trocar relatos comigo ou curtir as esposas de vocês com um terceiro respeitoso, adoraria ser seu amigo. Espero que gostem das minhas experiências contadas. Vou deixar aqui, mas não sem antes avisar quem tá lendo que em breve tem mais por aí...
Tato
semental_de_esposas@hotmail.com
Skype
Sempre deu pra perceber que eu caí bem pra ela, e o que ela me contou aumentou meu ego ao saber que fiz ela gozar gostoso. Sempre pensei que um bom amante é aquele que faz a parceira se sentir incrível, até se esquecendo de si mesmo. Essas lembranças, essas cenas, passavam direto pela minha cabeça toda vez que a gente conversava. Teve até vezes que meu subconsciente trazia de volta aquele cheiro de buceta que só ela tem...
Um dia, bem quando eu tava atolado no trampo, sem pensar em putaria nenhuma, focado só no que era meu, meu colega de serviço me passa o telefone e fala: "É aquela voz que toda vez que você ouve, você pula." Sério, não pensei que fosse Aracelly — minha Aracelly, a que me deixa duro até não aguentar mais. A gente se cumprimentou bem carinhoso, e do nada ela soltou a notícia: já tinham combinado com o marido dela a data, o lugar e a hora exata do nosso "primeiro encontro" — claro, com ele e ela juntos. (Se você não leu a primeira parte dessa história, recomendo procurar pra saber exatamente do que tô falando.) Ela só ligou pra me avisar e ver se eu topava, e eu concordei na hora. Ficou marcado, sem chance de adiar, pra sexta-feira seguinte. No dia da ligação era quarta, então faltavam só dois dias, que iam passar voando.
Esse dia chegou, e na hora... Pensei: "hoje é o grande dia". Coloquei meu terno e fui trabalhar. Às 4 da tarde, Aracelly ligou no escritório pra me lembrar que o marido dela não podia saber do nosso encontro anterior. Ela pediu de um jeito tão suplicante que percebi que tava meio assustada. Consegui acalmá-la, dando total segurança de que, pelo menos por mim, ele não ia ficar sabendo.
Chegou a hora marcada. Esperei uns 15 minutos na licoreria La Cigarra, bem conhecida na minha cidade, onde muitos carros param com minas e a putaria é divertida pra caralho. Enquanto esperava, trombei uns amigos do colégio com umas gostosas que conheci há muito tempo. A gente se cumprimentou, beijos pra lá e pra cá, telefones, cartões... até que consegui ver o carro. Aracelly tava no banco do carona e me deu uma piscada com o olho direito pra insinuar que eu não me aproximasse com tanta confiança, já que o Guilherme, o marido dessa mulher alucinante, não sabia das nossas intimidades avançadas. Então me fiz de otário, tomei uns goles de cerveja com meus amigos de antigamente enquanto me despedia, prometendo que a gente ia se falar de novo com as mesmas minas que a gente pegava quando era moleque. Eles me convidaram pra ficar com eles. Não faltou vontade de ficar, porque as minas agora estavam mais gostosas do que naquela época, e nessa altura já deviam ter acumulado mais experiência, dava pra aproveitar a companhia delas de um jeito mais profundo. Mas, em poucos segundos, coloquei na balança os dois motivos e fui com o que naquele momento pesava mais pra mim: ficar com o Guilherme e a Aracelly, essa mulher encantadora que tinha roubado meus sentidos e bagunçado minhas ideias, fazendo um rebuliço na minha cabeça. Me despedi de vez dos meus velhos amigos, com o contato na carteira, e me desculpei por não poder ficar, pra não ser grosso nem desprezar de alguma forma tudo aquilo. Eles viveram se desculpando, dizendo que era um encontro de negócios que me esperava naquele carro estacionado na nossa frente.
Me aproximei, fingindo timidez, bancando o idiota pra perguntar (como se não tivesse certeza) se eles eram Aracelly e Guillermo. Os dois, em uníssono, disseram: "Você é o Tato?" Respondi que sim e me mandaram entrar no banco de trás do carro. Aracelly já tinha começado a fazer um teatro daqueles bons, eu olhava nos olhos dela e ela nem ficava nervosa, tamanha segurança que me chamava a atenção. Ela me perguntava quanto tempo eu tinha esperado, se eu sabia que eram eles conforme combinado na conversa por telefone, qual foi minha surpresa ao conhecê-los, etc. Eu, como um bom ator, acompanhei tudo e respondia como se nada, como se não tivéssemos passado uma noite do caralho juntos, daquelas inesquecíveis. Enquanto isso, Guillermo ficava calado, dirigia e, de repente, com sorrisos, me olhava pelo retrovisor tentando ser simpático e quebrar o gelo. Ele me disse: "Guillermo, pra onde você prefere ir?" Falei que pra qualquer lugar. Claro que ele não tava se referindo a gente transar naquele momento, primeiro queria me conhecer pra ver se eu agradava a esposa dele, etc, etc. Ele tava falando de ir a um bar, a uma balada ou qualquer lugar onde pudéssemos nos conhecer melhor, batendo papo. Aí passamos por um lugar que vende coquetéis e eu falei: "Para aqui." Desci, comprei um de menta e ficamos andando pela cidade, conversando, nos conhecendo. Fomos a um mirante, ele desligou o carro e a gente se dedicou a conversar: sobre minhas experiências, meus contatos, como tinha sido pra mim, futilidades e mais um pouco, até que o coquetel acabou e a gente já tava um pouco alegre. O gelo já tinha quebrado desde que ele parou o carro no mirante. A gente conversava sobre tudo, algumas das minhas piadas faziam eles rirem. Voltamos ao lugar dos coquetéis, ele desceu pra comprar agora, e até ser atendido, ficamos sozinhos. Ela e eu no carro, e eu soltei: "Que bem que você finge, hein? Não!" Aí ela me olhou com um olhar de pura safadeza e malícia exuberante, e disse: "Deixa as coisas continuarem assim como estão e você vai ver que a gente vai se divertir pra caralho." O vinho chegou, a gente continuou conversando, ela desceu pra pegar o troco e umas minas que estavam lá comprando deram em cima dela, porque o Guillermo é muito gostoso, e ela assobrou pra ele voltar. Quando ele se aproximou, fiz umas piadas, e ela, meio irritada, ficou encarando ele. Eu falei pro Guillermo: "A gente arrumou uma ciumenta, hein? Ahhh!" Quando a gente ligou o carro e ia sair do lugar, as minas, pra provocar, gritaram: "Que olhos lindos, pussy!" porque ele tem olhos verdes esmeralda, é branco, alto, rosto definido. Embora eu seja homem e bem macho, sem inclinação pra nada que não seja buceta, tenho que admitir que ele é muito gostoso.
Depois desse incidente, a gente continuou rodando pela cidade até chegar de novo no lugar onde estavam meus amigos do colégio, na licoreria La Cigarra. E o Guillermo, pra ter privacidade com a esposa, me pediu pra desculpar ele, que precisavam conversar a sós um momento. Eu sabia o que iam falar, mas já tinha certeza da aceitação dela antes; agora só faltava ele. Eles conversaram uns dez minutos enquanto eu desci pra dar uma paquerada com minhas amiguinhas que ainda estavam lá, plantando semente pra uma colheita não muito distante. Elas me assobiaram, eu me despedi de novo e entrei no carro. Ele falou comigo bem solenemente e pediu, com palavras muito elegantes, que eu comesse a mulher dele naquela noite. A primeira coisa que a gente fez foi ir procurar um motel, e no caminho ele me disse que eu parecia muito simpático, mente aberta, inteligente e simples, e que ele valorizava muito isso em mim. Eu fui recíproco. Ele disse que, se tudo desse certo, me convidava pra ser o acompanhante oficial das horas de tesão dele junto com a mulher. esposa, claro, tudo dentro do respeito mútuo e do lado hétero acima de tudo. Chegamos no motel que eles conheciam e não tinha um único quarto vago, tudo lotado e os carros na buceta esperando alguém desocupar um, isso chamou muito nossa atenção e nunca tinha acontecido comigo em nenhum motel que eu frequentava. Fomos pra outro e a mesma coisa, eu falei: "então é verdade que se come em Quito na sexta à noite" e pedi pra ele dirigir por onde eu mandava, com toda confiança. Fiz uma ligação do meu celular e um contato daqueles que nunca me faltam, porque sou muito amigão e gosto de me dar bem, pra bem ou pra mal, com todo mundo (pra vocês terem ideia, até tenho amigos ladrões, narcotraficantes, mulherengos, aproveitadores, strippers, ladrões de carro, etc... e também amigos do governo, de empresas e de berço aristocrático, que todos me servem igual quando preciso — servem não como criados, mas como utilidade). Ele nos deu a boa notícia de que no motel dele podia reservar um quarto até a gente chegar, o que daria uns 20 minutos atravessando a cidade. Se o que a gente queria era tempo pra nos conhecer melhor com o Guillermo, não deu preguiça cruzar a cidade por uma via rápida até chegar no destino. Liguei de fora do motel e ele mandou a gente entrar, mas ele imaginava que eu tava com uma gatinha. Qual não foi a surpresa quando ele viu nós três? De qualquer forma, ele achou que faltava uma mina, a que nunca desceu do carro. Me deu as chaves do quarto, o melhor que eles tinham, ele disse, já que tinha sauna, banho turco, hidromassagem, colchão d'água e maravilhas e tal, que no fim nunca usamos porque fomos pra outra coisa...
Entramos nós três depois de ver o espanto do meu amigo, o quarto de luxo que nos dava um clima de recolhimento e paz. Colocamos música, comecei a dançar com ela, enquanto ele ligou a TV e passava bem naquele momento uma mina que dois caras gringos comiam pela frente e por trás. Ela se virou pra olhar e disse: "É isso que eu quero". Então ele se jogou em cima dela, enquanto eu, por ser respeitoso, me sentei no sofá confortável pra assistir ao espetáculo ao vivo e ao filme. Os gemidos da americana gostosa fizeram o bicho subir na hora, e eu continuei vendo pelos espelhos como o casal de marido e mulher se pegava. Depois que tiraram a roupa, a primeira coisa que Aracelly fez foi me chamar. Eu fui, e ela desceu num movimento brusco só, puxando o zíper da minha calça enquanto o marido dela olhava e começava a ficar excitado, porque o pau dele também começou a subir ao me ver ali, curtindo com a esposa dele. Ela tirou meu falo com desespero e começou a chupar na frente do maridinho. A expressão no rosto dele foi de choque, como se dissesse: "Que puta você é, nunca pensei que faria isso com outro cara!" Mas ao mesmo tempo, na reação dele, dava pra sentir aprovação e permissão pra eu e ela fazermos o que quiséssemos, com o deleite da mente tarada dele (todo mundo é tarado, claro, uns mais que outros, e pra tarado, podem me chamar).
Lá no fundo, eu pensava: "Já conheço esse aroma, esse cheiro tão característico dela, de mulher gostosa, de mulher amante e amada. Cheirava a Aracelly, aquela mulher que me fazia produzir tanto gozo. Era lógico pensar que, se era ela que me fazia produzir em quantidades industriais, então ela mesma que aproveitasse, e mais ninguém."
Eu tava na sacanagem com ela. O que mais gostei naquela noite foi o olhar dela, aquele olhar cheio de cumplicidade e erotismo que emanava do ser dela, os olhos brilhando de luxúria que só pediam pra gente comer ela direito. A gente se beijava com as línguas babadas, eu passava a língua por toda a costa dela, fui direto pra buceta dela, aquela xota que tanto prazer me deu numa ocasião anterior, aquela ppk que me fez gozar umas oito vezes na mesma noite, aquela buceta tão doce e desejada pela minha boca. Ela tava usando uma tanga daquelas que são só... seguradas com fios que têm lacinhos nas laterais, ela pegou um fio e puxou, eu fiz o mesmo com o do outro lado, e lá estava aquela buceta depilada estilo corte cadete dos militares, raspada dos lados e com um tufinho de pelo no meio. Dava pra ver, sem precisar olhar com muito cuidado, os lábios grossos e no meio um grelinho desafiador, tipo "tô aqui, me estimula". Coloquei ela de quatro, deslizei por baixo de um jeito acrobático e rápido, sem perder tempo, do jeito que deu, e me instalei debaixo dela, como quem quer fazer um 69, e comecei a lamber a buceta dela, curtindo o cheiro que exalava e os líquidos que escorriam, enquanto ela carinhosamente fez um sinal pro marido amado, mandando ele se aproximar. Ele obedeceu e começou a chupar o pau dele. Lá estava eu, vendo um espetáculo pelos espelhos colados na parede do quarto, que me davam uma posição imbatível. Quanto mais eu lambia a xota dela, mais ela se excitava, e acho que apertava e friccionava melhor o pau do marido, porque ele já começou a relinchar de prazer. Depois de ficar muito tempo nessa posição, onde eu dava prazer pra ela e a Aracelly pro Guilherme, o marido dela, tinha momentos em que de vez em quando ela pegava no meu pau, que apontava pro teto, e chupava gostoso, e isso acelerava o ritmo de excitação mútua que a gente tava tendo ali, nós três. A gente se levantou, se separou por uns instantes pra ver como podíamos fazer aquela mulher gostosa gozar e aproveitar, ela tinha um rabo de égua saina. Eu me deitei de costas, e ela percebeu minha ereção no auge, levantou a perna esquerda pra se acomodar e me dar espaço entre as pernas bem abertas dela. Minha cintura investiu pra cima, buscando a vulva quente, molhada e pegajosa dela, e aí enfiei a cabeça do pau, que foi entrando no gosto dela, sentindo aos poucos cada milímetro da minha ferramenta de atender mulher. Fui ajeitando até sentir minhas bolas, que pareciam alforjes cheias de carga, penduradas uma de cada lado. A gente continuou se movendo conforme a excitação dos nossos corpos pedia, num vai e vem dela de cima pra baixo e eu fazendo movimentos giratórios, desenhando círculos imaginários com minha bunda na cama do motel. Isso enlouqueceu essa mulher safada, e ela foi gozando em cima de mim com um beijo e mordendo meu lábio inferior, se esporrou gostoso, inundando minhas bolas e meus pelos crespos com litros de líquido da primeira gozada da noite. Enquanto isso, o marido dela só via eu comendo ela e curtindo a putaria da mulher gostosa dele. Era óbvio que não ia parar por aí. Na mesma hora, o marido dela se jogou em cima dela, como um garanhão em lua cheia, a única coisa que passava na cabeça dele era possuir ela pelo menos um pouquinho. Então eu emprestei ela por um instante, hahahahaha, pra ele se entreter enquanto eu bolava o que mais fazer com aquela bunda maravilhosa. Ele comeu ela no pelo por um bom tempo, e os dois gozaram juntos, se dizendo que se amavam e que o que estavam vivendo era foda...
Depois disso, Aracelly, toda suada, veio até mim preocupada porque eu ainda não tinha gozado, e me deu um boquete daqueles de campeonato. Ganhou o concurso porque eu premiei o corpo todo dela com meu gozo. Na hora que ia terminar, deitei ela de costas e bati uma punheta em cima da buceta dela, enquanto o marido, meu amigo e camarada, via eu me superar nas minhas capacidades de foder, porque meu gozo saiu com tanta força, em jorros enormes, que foi até o pescoço da Aracelly, banhando os peitos dela, o umbigo, a barriga, o cabelo, e uma gota grossa e desafiadora foi parar na perna do Guillermo, porque meu pau parecia uma mangueira de pressão incontrolável. Nessa hora, ele estava do lado da esposa amada, beijando ela com linguada na boca enquanto eu me masturbava. então, depois de uns minutos que recuperei o fôlego, consegui pedir desculpas, porque não foi culpa minha aquilo ter acontecido, já que ele se limpou com a colcha da nossa cama do sexo, com uma certa admiração, nojo, susto pelo que rolou.
Conversamos um tempão, os três banhados de suor, falando o quanto cada um tinha curtido, e depois de meia hora ela pegou no meu pau e começou a acariciar ele, junto com uns arranhõezinhos leves que dava no meu saco e na minha vara, que não pediu mais estímulo e se levantou valente, desafiador, querendo briga, mais uma batalha que tinha que rolar naquela mesma noite de guerra corpo a corpo.
Ela, aos poucos, encaixou ele de novo dentro da barriga de veludo dela, e a gente se deu prazer por um bom tempo, enquanto meu body, meu parceiro nessa guerra noturna, começou a me ajudar, acariciando ela toda enquanto eu metia meu pau, ele, o marido dela, acariciava o clitóris dela com os dedos enquanto eu continuava com meu vai e vem, com meu tudo dentro e tudo fora, ela gozava como poucas e eu senti que ela terminava em orgasmos pequenos várias vezes, até que eu coloquei ela de quatro e comecei a meter por trás, mas no buraquinho de prazer da frente dela, aí ele se colocou na frente, sentado de frente pra ela, enquanto se beijavam e eu bombeava como uma máquina de foder, ela gritava mais que as do filme, a cada investida minha ela sugava o pau do marido dela, fazendo aquele barulho igual quando você tira a chupeta de um bebê que não quer soltar e arranca à força, me disse o Guillermo, com um ar de posse e dono da situação, que eu gozasse primeiro, que ele entrava e colocava o esperma dele assim que o meu saísse da buceta, e me falou com voz de ordem pra eu pegar o cu dela primeiro enquanto ele agradava ela por onde saíram os filhos dela quando pariu, tem que reconhecer que meu pau é menor que o dele, o do marido da Aracelly é mais grosso e faz ela parecer mais apertada, o meu de grossura. Ela é moderada, mas no geral se vira bem, com uma curvatura na cabeça da rola virada pro meu umbigo, de tanta punheta da adolescência ou por genética mesmo. Comecei a tentar furar a bunda dela, mas não conseguia porque ele já tinha um lugar garantido nas intimidades dela, e além disso eu não queria machucar ela, mais por respeito do que por qualquer outra coisa. Vendo que não dava, por mais que tentasse, mesmo com as várias gozadas que ela já tinha dado antes e os três estando bem lubrificados pra tudo, a verdade é que não consegui comer ela. Ele, tomando um ar de professor e com mais confiança depois das noites de paixão com a mulher dele, se levantou, me mandou pro lugar dele, e ela, desesperada, queria sentir os dois paus roçando nela o mais rápido possível. Coloquei meu pau na buceta dela, e ele, com um único empurrão, como quem diz "é assim que se faz, otário", meteu... Como explicar aquela sensação? O buraco dela ficou ainda mais apertado, e ao sentir os dois paus separados por uma pelinha fina, que praticamente se esfregam um no outro sem se tocar, causa uma sensação de prazer única, que vale a pena recomendar que tentem. Os três corpos gozaram como um só por uns trinta minutos, até que, cansados da tensão dos músculos, decidimos mudar de posição a pedido da Aracelly, que queria que eu furasse a bunda dela agora. Com aquela aula prática do meu bom amigo professor, e eu como bom aluno que sou, aprendi com o curso intensivo de meia hora, e lá estava eu ocupando a bunda daquela mulher gostosa enquanto o marido dela metia na frente. Terminamos os três ao mesmo tempo, os dois dentro sem tirar nossos membros, dando fim a uma noite quente de luxúria e sexo, selando com chave de ouro. E ela ficou aberta e rendida. O que lembro que ela disse foi: "Uuuuuufffffffff, me partiram ao meio...", dando um beijo na boca de cada um de nós, com língua, agradecida com a gente dois. O mais gostoso foi que, quando eu tava debaixo dela, ela me beijava desesperadamente, mesmo com podia fechar a boca de tanto reclamar e gemer enquanto xingava, dizia frases quase indecifráveis onde eu só conseguia entender a palavra finalmente, finalmeeeeente os dois dentro, como ela queria.
Depois disso, com os dois, fiz uma amizade muito saudável e sincera, onde toda vez que eles querem ficar entre três, me ligam no celular. Desço sempre que me convidam pra casa deles, fazemos sessões de sexo quase intermináveis por horas. Ele cansa de foder ela quando termina, e eu continuo fodendo ela até amanhecer, e ele me diz: Tato, você é um guerreiro mesmo. Meto por horas sem gozar muitas vezes, só o suficiente enquanto ela goza uma atrás da outra, enquanto ele nos filma com a câmera digital que eles têm como coleção de filmes amadores pra se esquentar quando eu não posso estar com eles. Como cinegrafista, ele é bom e adora me filmar metendo na mulher dele. Como já mudei de cidade, eles vêm me visitar na minha cidade... Outro dia, meu celular tocou enquanto eu dormia, então levantei pra atender, meio dormindo e acordado. Era um sábado à tarde. Atendi e ouvi uma voz toda excitada:
- Taaaatoooo
- Sim, quem fala? (Estranhando)
- Sou Aracellyyyy
- Oi, prazer
- Cadê você?
- Tô aqui na sua cidade?
- Sério?
- Tô com o Guillermo no melhor hotel da cidade
- Sério?
- Sim, e quero que você venha o mais rápido possível, porque tô com saudade e preciso de você
Dava pra ouvir que ela tava meio estranha, excitada, e eu falei:
- O que você tá fazendo?
- Você quer dizer o que vocês estão fazendo
- Sério?
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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No saguão, e aí ela apareceu. Tava tipo esgotada da sessão de sexo que o marido devia ter dado nela, mas quando a gente subia as escadas, eu soube acariciar bem aquela bunda que tanto me excita e me enlouquece. Chegamos no quarto, o Guillermo tava deitado pelado, só coberto pelos lençóis da cama. A gente cumprimentou e ele disse:
"Que bom que você veio, já pode começar, porque as crianças tão brincando na piscina e daqui a pouco a gente tem que ir buscá-las." Bom, eu falei: "Com sua permissão", e comecei a apalpar ela. Chupei a buceta dela, fiz ela gritar de prazer por um bom tempo e implorar pra eu meter. Ela pediu, e ele também meio que me pressionou pra fazer. Aí comecei a foder ela. Ela só gritava, gemia, xingava, ficava toda arreganhada. E ele, da outra cama nos vendo, ficou de pau duro até que veio me ajudar a desossar aquela puta. Nós dois fudemos ela, revezando nos três buracos, e soubemos dar tanto prazer quanto ela nos deu. Ele gozou e foi tomar banho, e eu continuei fodendo ela até ele sair. Gozei uma vez na boca dela, mas não tava satisfeito, então coloquei ela de quatro e comi o cu dela por um bom tempo, usando várias posições que nossos corpos pediam naquele momento. Assim, virei ela, meti na buceta de novo, e ela começou a gozar que nem uma louca, enquanto arranhava minhas costas e olhava pro marido, que, já enjoado de sexo, tava vendo TV de longe. Eu continuei possuindo a mulher dele. Gozei mais duas vezes naquela tarde, na barriga e no cu dela, enquanto o marido saiu pra ver se as crianças tavam bem na piscina. Aí que a minha excitação passou. A gente conversou sobre como tinha sido bom, nos despedimos agradecidos um ao outro, e a Aracelly foi me despedir no saguão com um beijo super safado na porta do quarto, pegando no meu saco pela última vez, enquanto umas gostosas da limpeza olhavam de canto. Quando virei pra sair... Descendo as escadas, trombei com o Guillermo e os dois pirralhos dele. Apertando minha mão com força e com uma piscadinha, ele me fez entender que a gente ia se ver de novo em breve. Quando olhei de volta pras mulheres que estavam limpando, parecia que elas não sacavam o que tava rolando, só notei um olhar cúmplice e cheio de safadeza nelas.
Isso é real. Pra todas as pessoas que quiserem trocar relatos comigo ou curtir as esposas de vocês com um terceiro respeitoso, adoraria ser seu amigo. Espero que gostem das minhas experiências contadas. Vou deixar aqui, mas não sem antes avisar quem tá lendo que em breve tem mais por aí...
Tato
semental_de_esposas@hotmail.com
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1 comentários - Jatos de porra pra Aracelly com permissão do marido