Sempre achei que contos eróticos que não são reais, que são só fruto da imaginação, não são interessantes. Por isso, quero compartilhar com vocês o que aconteceu comigo e uma mulher alucinante.
Tudo começou na internet, num site de swing. Na seção de contatos, encontrei um anúncio que chamou minha atenção, que dizia:
"Casais sem experiência no mundo swinger querem se relacionar com pessoas afins para se divertir e entrar nesse universo do intercâmbio..."
Mandei uma mensagem com foto anexada e, em poucos dias, recebi um e-mail na minha caixa de entrada que parecia ser a resposta ao que eu tinha escrito. Fiquei muito curioso, até um pouco ansioso, diria. Abri e continha palavras amáveis, espontâneas, que davam a entender, nas poucas linhas, que se tratava de pessoas de mente aberta e bem liberadas. Me indicaram um número de contato que não era celular para um encontro rápido. Geralmente, pessoas que querem fazer intercâmbio não deixam um número de telefone convencional, mas eles deixaram, o que me fez entender que eu tinha gerado certa confiança neles — e isso era bom pra mim. Pensei que foi porque enviei a foto sorrindo, como costumo estar no trabalho.
Liguei assim que saí da internet e perguntei pela Aracelly. Era uma voz quente e apaixonada, ao meu ver, que imediatamente entendeu do que se tratava minha ligação. Ela foi muito amigável e conversamos um bom tempo sobre coisas do sexo, com muito respeito entre nós dois, o que senti que a deixou muito satisfeita. Tenho certeza absoluta de que ela gostou de mim. Eu me coloquei à disposição para realizar as fantasias dela junto com as do marido dela, tudo dentro de um contexto heterossexual e com muito respeito. Para isso, tenho uma garota muito gostosa com quem já tivemos experiências de intercâmbio antes, e tinha certeza de que conseguir outro contato com outro casal seria uma experiência nova e muito boa. surpresa com ela, com quem não temos mais do que uma bela amizade de confiança mútua, mas não é minha esposa nem nada do tipo. Minha parceira, que é muito decente nesse sentido do sexo, jamais me atreveria a insinuar, nem de brincadeira, esse mundo swinger. Primeiro, porque ela é muito reservada pela forma como os pais a criaram, e isso eu gosto muito, inclusive foi por isso que me apaixonei por ela a ponto de termos uma união estável. Não quero dizer com isso que no tema sexual não nos demos super bem, fazendo horrores em três anos e meio de relacionamento. Na verdade, eu faço de tudo com ela e ela deixa, e às vezes ela tem uma ou outra fantasia que, mesmo que me custe, eu realizo, porque como todos sabemos, as mulheres têm que ser satisfeitas, ponto final, porque são como o "Eternit" do telhado: se você não prega direito, elas voam para o vizinho.
Segundo, porque eu a amo e não quero machucá-la, porque sei como ela é e ela jamais aceitaria uma proposta desse tipo. Digo com absoluta certeza, já que tentei. É uma relação pura de amor sincero, porque realmente a amo com todo o meu ser. Você deve estar se perguntando: se eu a amo, por que faço o que faço? É um defeito que tenho desde a adolescência: EU ADORO MULHERES, sou doente por elas, ME FASCINAM, ponto. Não consegui mudar, mesmo me esforçando muito. Quando mais tentei mudar pela minha amada, não consegui. Sou "galanteador" por natureza, além de fogoso, e não tem jeito. Se você é homem, meu amigo, vai entender até o mais subliminar das minhas palavras, e se é mulher, tente me entender. Então, ficamos combinados que com ela eu jamais faria isso.
Voltando ao caso da Aracelly, me surpreendeu muito que, depois de eu dizer que somos um casal, ela não tenha levado muito a sério. Então desliguei, combinando de falar com ela outro dia, ficando com o gostinho de uma nova conquista, já que cai de paraquedas na putaria.
Passaram pelo menos uns 8 dias até que eu a chamei de novo, conversando sobre tudo... Eu sentia que ela estava aos poucos ganhando mais confiança comigo. Conversávamos sobre coisas bem divertidas, nem sempre relacionadas a sexo ou ao que ela gostaria de fazer, mas também sobre a escola, onde ela tinha estudado, onde trabalhava, e ela perguntava se a gente não tinha conhecidos naquelas regiões ou amigos em comum. Assim, aos poucos, foi se formando uma amizade por telefone. Ela me descreveu como era fisicamente, já que não tinha me mandado fotos porque não tinha scanner, e eu fiquei alucinado com a auto-descrição dela, além de que a voz dela tinha um tom quente que dava vontade de estar com ela, mimando e apapuchando.
Depois de uns 15 dias, recebi na minha oficina a ligação dela, com surpresa, já que eu estava bem atarefado nas minhas tarefas diárias. Ela disse que queria falar comigo, que tinha acabado de fazer os afazeres de casa e estava desocupada e entediada, sozinha e precisando de companhia, já que estava de férias do trabalho e não estava acostumada a ficar em casa naquelas horas da manhã. Conversamos, mas eu não conseguia atendê-la muito bem porque estava muito ocupado, até que no meio da nossa conversa normal ela me disse que não queria fazer troca de casais, que não estava interessada em contato com a minha parceira de safadezas, mas sim que estava interessada em fazer um ménage, que essa era uma fantasia que ela tinha atravessada entre a sobrancelha, a orelha e a têmpora. Ela me contou que há alguns anos, com o marido, já tinham conversado sobre esse capricho sexual, mas não tinham coragem de fazer, que aquilo era bom para filmes, mas não para a vida real de casamento que levavam. Então, eu deixei tudo o que estava fazendo e fiquei petrificado, me dedicando a ela e às ideias luxuriosas que vieram à minha mente. Combinamos então que seria feito do jeito que ela queria, e eu me ofereci sem colocar nenhum impedimento (que maluco bem dotado recusaria uma proposta dessa natureza). Ela me ligaria depois para acertarmos o dia. Poucos dias depois, recebi a ligação dela. me citando em sua casa para me apresentar ao marido dela e ver se eu agradava a ele, já que ela tinha tudo planejado sigilosamente. Não foi minha culpa chegar atrasado no encontro, já que eles moram fora da cidade, numa cidade satélite de gente economicamente abastada. Tive que resolver coisas do trabalho e, em vez de chegar às 19h, fui às 19h45. Eu me descabelava e sofria no ônibus que me levava para perto de onde ela me esperaria para me pegar no carro e me levar para a casa dela, mas eu, otário, chego atrasado num encontro que era o primeiro... Cheguei no tal ponto de encontro, tinha vários carros esperando seus familiares para entrar da estrada para aquela urbanização, mas o esportivo verde não... Não, que merda! Quase bati nas paredes, o ruim é que não tinha, mas o chão me fazia olhinhos. De qualquer forma, me enchi de coragem e fui procurar um telefone na loja mais distante, sim, na mais distante, porque me custou trabalho encontrar aquele bendito telefone. Liguei para ela, atendeu o irmão dela que morava em frente. Depois de uns eternos 2 minutos, ela veio ao telefone. Me cumprimentou e me cobrou com razão, e eu pedi que por favor ela saísse, falei umas coisinhas bonitas e ela me perdoou, dizendo para eu esperar um pouquinho... Depois de esperar alguns minutos, ela veio no seu carro esportivo verde. Imediatamente soube que era ela, não porque a conhecia, mas porque batia com todas as características dela e das coisas combinadas antes. Me aproximei, ela disse "Oi!" com emoção e se desculpou, agora ela pela demora, já que demorou uns 15 minutos. Explicou que estava quase indo dormir e de mau humor pela minha ausência e por eu ter falhado com ela até então. Percebi que seus olhos brilhavam. Entrei no carro e ela disse "Finalmente..." Nos beijamos na bochecha e ela seguiu para a urbanização lá dentro.
Enquanto estávamos animados na nossa conversa, eu também estava impaciente, pois sabia que o marido dela estaria me esperando em casa. Qual foi... A surpresa que ela me deu, dizendo que não estava, então imaginei que ficaríamos conversando no carro e depois veríamos o que aconteceria, como havíamos combinado para nosso encontro a três com o marido dela. Mas, quanto mais a viagem avançava, perguntei aonde estávamos indo, e ela respondeu...
— Para a minha casa!
Eu olhei de volta, surpreso, e ela disse...
— Sim, para a minha casa!
Imediatamente perguntei quem estava lá, e ela me contou que eram seus dois filhos, de 6 e 5 anos, menino e menina, respectivamente. Bom, ela deve saber o que está fazendo, pensei, e não me detive em mais pensamentos negativos. Enquanto isso, ao som da conversa, pude ver, cada vez que passávamos por postes ou luzes de rua, que ela usava uma calça bem justa, preta e brilhante, uma blusa verde colada ao corpo, tipo body, e por cima uma jaqueta de couro muito bonita que lhe caía bem. Ela era muito gostosa, alta, com um cabelo lindo, cacheado em espiral até abaixo das costas, e seus olhos brilhavam ainda mais enquanto trocava de marcha e olhava para mim.
Chegamos à casa, que era muito bonita, por sinal. Quando ela desceu para abrir o portão, percebi que ela tinha uma bunda... Uma bunda... de parar o coração! Se eu estivesse com soluço naquele momento, teria parado na hora. Que bunda! Poucos rabos assim eu já vi. Realmente, uma bunda de rainha... melhor, de deusa... não, de Aracelly! Só ela tem uma assim. Eu, que achava que o da minha mulher era o melhor do mundo, estava enganado. O dessa mulher era o melhor, e olha que o da minha esposa não fica atrás. Fiquei quase mudo. Ela se agachou para abrir o trinco do chão e ficou um tempo nessa posição. Sabia o que aquela mulher estava fazendo para seduzir um homem, e em mim definitivamente deu ótimos resultados. Meu coraçãozinho, mais do que impaciência, era tesão, que me fez ter arrepios por todo o corpo.
Bom, ela subiu no carro, me sorriu e entramos. Quis descer para fechar o portão, mas ela se negou, já que havia uns cachorros enormes. Aproveitei para olhar de novo, com a luz vermelha... A luz do stop iluminava aquele rabo que era, acho eu, a melhor coisa que a Terra já tinha produzido.
Bom, eu, meio que trouxa, entramos, os cachorros nos deram as boas-vindas pulando perto das janelas, ela estacionou o carro na garagem coberta e disse: "Chegamos, desce". Eu, com cara de bobo, falei: "Tem certeza...?"
Ela me deu coragem pra entrar, então eu me enchi de ainda mais valentia e entrei.
Parabenizei ela pelo bom gosto, quando timidamente apareceram os dois pirralhos que ela tinha como filhos na sala, muito bonitinhos e simpáticos, até me pareceram muito engraçados. Brinquei com eles, me perguntaram como eu me chamava, e como eu sou muito gente boa até com crianças, respondi todas as perguntas deles e até brincamos um pouco. Até que a mãe deles se aproximou com um sorriso e um olhar como se dissesse: "Que lindo...! Que fofo...!" De qualquer forma, ela mandou eles colocarem o pijama e irem dormir, eles obedeceram na hora e foram embora. Enquanto isso, ela sentou na minha frente. Como a sala era grande, ficamos a uma distância de uns três metros e meio. Antes de sentar, ela virou pra mim e disse: "Não tá com calor?" E eu respondi que não, que na verdade tava com frio (acho que era do desespero de ter uma gostosa daquelas do meu lado). Aí ela tira a jaqueta de couro e fica com uma blusinha com um decote nas costas que chegava exatamente até a glória, como diz a música. Sim, aquele rabo era a glória. Eu fiquei que nem um idiota olhando aquele espetáculo luxurioso mais uma vez. Essa mulher sabia o que tava fazendo. Então ela sentou, cruzou as pernas, tava com uns sapatos de salto alto que a deixavam mais alta que eu. Ela se acomodou e disse: "Bom, vamos ver agora como é que é". Eu fiquei confiante e de boa, e a gente começou a conversar por uns 45 minutos, até que gritaram da casa da frente e ela foi correndo atender o telefone e disse: "Deve ser meu marido". Ela demorou uns 15 minutos. Enquanto isso, eu olhava as pinturas da casa, que eram de uns cavalos. Lindos no quadro e, como minhas paixões são mulheres, cavalos, galos de briga, touros de lide e motos, fiquei admirando com deleite epicurista. Ela voltou, sentou-se e disse: "Lá fora está frio, né?", ao que concordei. Sentou-se e a conversa estava ficando mais quente quando, de novo, o telefone tocou. Ela foi rápida e eu fiquei na sala. Os filhos da minha "amiga" saíram de novo e comecei a pensar: se ela tem dois filhos, como conseguiu ficar tão exageradamente gostosa? Liguei o som e coloquei minha emissora favorita, já que lá tocam o que eu gosto: rock, blues, jazz, rock latino. Fiquei fuçando o tipo de música que eles tinham, já que eram pessoas jovens — ele com 34 e ela com 29. De repente, ela voltou, dessa vez não demorou muito, e a primeira coisa que fez foi ralhar com os garotos. Eles reclamaram que estavam com fome, e ela disse que daria cereais com leite e aproveitou para me oferecer algo também. Concordei e pedi um café. Então, nós quatro fomos para a cozinha, onde ela me contou que o marido não viria, pois, como é veterinário, tinha uma emergência com uns animais do Estado e precisava atendê-los, estando fora da cidade. A água ferveu, as crianças comeram — era mais por implicância do que por fome — e foram, agora sim, definitivamente dormir, já que era tarde. Enquanto eu terminava meu café bem forte e doce, ela foi arrumá-los no quarto, e eu observei como a cozinha dela era linda: muito ampla e decorada com excelente gosto. Ela voltou, eu acabei o café e fomos para a sala. Ao sair da cozinha, passei minha mão no final do decote — "ou seja, bem na glória" — acariciei e, ao empurrar, ela não disse nada, só senti que gostou. Sentei no mesmo lugar na sala de estar. Ela foi verificar se as crianças estavam mesmo dormindo, voltou e sentou-se confortavelmente ao meu lado num sofá bem largo. Disse que a... desculpa por não poder me atender só a mim, ao que eu disse pra ela não se preocupar, retomamos nossa conversa pendente e cada vez era como um vulcão prestes a explodir, sentia o perfume dela e já não aguentava mais, NÃO AGUENTAVA MAIS.
Conversamos por um longo tempo e ficávamos nos insinuando muito. éramos o casal perfeito pra flertes, chamem a gente assim, o ambiente estava quente, com meia-luz, o perfume dela — que perfume! —, os peitos dela — que peitos! —, os olhos dela cada vez mais brilhantes que me refletiam claramente, a música que nós dois gostávamos, a companhia que queríamos, só ela, só eu, o diabo empurrando e cada vez nos aproximando mais até que eu disse que realmente era muito tarde e que tinha que ir, que tinha sido incrível (precisava ir mesmo porque minha mulher não confia em mim nem em onde estou pisando e tenho que estar em casa no máximo às 20h30, e se vocês vissem a confusão que ela arma e como eu adoro ela, tenho que aguentar). Já eram quase 00h45, então ela disse: "Tudo bem, vou te deixar na estrada e você pega um táxi pra casa". Quando eu estava saindo pela porta da frente, me deu uma maldade e pensei: "nem fodendo, porra! mesmo que minha mulher me mate, não vou perder essa chance, além do mais, essa gostosa já me deixava louco, e eu chegaria na mesma hora". E eu disse:
"Aracelly, não, melhor não". E ela respondeu: "Como quiser, o importante é que você esteja confortável". Nos sentamos mais perto um do outro e continuamos conversando animadamente, e o cheiro dela, as pernas dela, a bunda, o corpo, os olhos, o cabelo, o decote, além de ter uma ppk assim — é como chamamos aqui o monte de vênus — que matava só de olhar, parecia o Monte Everest em escala, no meio das duas pernas lindas dela, debaixo da calça.
Não aguentei mais e falei (sou muito expressivo e não gosto de guardar o que sinto): "Eu sei que vim pra gente se conhecer com seu marido, mas a verdade é que você me atraiu muito mais que pelo telefone, você é uma mulher exageradamente... sensual e você me deixa nervoso com toda a experiência que tenho, se não acredita toque meu coração. Peguei sua mão e coloquei sobre meu peito, e ela se emocionou ao sentir que meu coração já estava arrebentando o peito de tanto que batia. Ela me disse: "Preciso confessar que estou igual". Pegou minha mão e colocou na sua "teta" esquerda, e pensei: "Muita enrolação, essa eu como". Disse a ela que estava com uma vontade louca de lamber sua bucetinha, e ela me disse que morria de vontade que eu fizesse isso, mas que melhor não. Realmente, com ela acontecia o mesmo que comigo, não era justo depois que o marido estava disposto só para agradá-la e conceder seu caprichinho (sexual) que a gente fizesse aquilo, era traição depois de termos recebido a confiança, porque supostamente naquele dia tudo aconteceria com os dois homens, o marido, Aracelly e eu, mas como ele não estava... feio não, mas o que fazer? Não pude mais com meu corpo e mandei minha ética para o lixo, e disse a ela que estava com uma vontade louca de beijá-la na boca. Me aproximei como para tentá-la, e ela me disse: "POR FAVOR, NÃO SE APROXIME! VOCÊ ME TENTA!". Não esperei nem um segundo e joguei-me sobre ela, nos beijando desenfreadamente. Conto a vocês que "quase me engoliu". Ela deitou, eu sobre ela, comecei a esfregar por cima da roupa com meu pau, que já estava querendo sair daquele lugar incômodo faz tempo. Aquela bucetinha tão gostosa acalmava por momentos a tesão que eu carregava, até que me levantei, abaixei sua calça e ela me disse: "Não seja louco, não seja louco!". Eu respondi: "Louco seria se não fizesse nada com você", ao que ela concordou.
Abaixei sua calça e comecei a comer aquele bucetão por cima da calcinha. Cheirava a mulher com tesão, realmente era demais. Como pudemos ficar de enrolação tanto tempo sem fazer nada? O que fiz foi puxar a calcinha de lado e mandei minha língua de uma vez no clitóris e nos contornos de seus lábios vaginais. Ela gemía, era demais. A única coisa que ela me dizia era: "Mete em mim", e eu, sem dar atenção ao seu pedido, continuei chupando a vida dela. quando ela começou a gritar como se tivesse sido assaltada na rua (muito alto mesmo), então eu me levantei e apaguei a luz, caso o irmão dela, da casa da frente, ouvisse, nem imaginasse o que estava acontecendo com essa gostosa na ausência do maridinho.
Voltei, abaixei minha calça e finalmente saiu meu pau desafiador, como dizendo "que porra vai me comer". Continuei chupando sua buceta, agora mais confortável com meu cacete pra fora, e ela gemeu mais forte, na puta excitação que estava. Ela agarrava meu cabelo, implorava pra eu enfiar meu pau, mas eu não fazia. Chamei meu autocontrole pra se fazer presente e não fiz por um bom tempo...
...enquanto chupava seu clitóris e mordia sua ppk de vez em quando, ela disse mais forte, quase gritando: "ENFIA, TATO!" (meu apelido), mas eu não, mesmo morrendo de vontade. Como ia enfiar se ainda não tinha chupado seus peitos? Então subi, tirei aquela blusa verde que atrapalhava, tirei o sutiã e saíram pra dar o ar da graça um par de tetas de sonho. Como não ia chupá-las com gosto? Na mesma hora me apossei delas como um leão que acabou de caçar carne fresca. Ela disse: "SE CONTINUAR CHUPANDO ASSIM, EU VOU GOZAR". Era exatamente o que eu queria ouvir, então fiz com ainda mais dedicação e ela gozou... só acariciando seus peitos com minha boca e mãos, foi incrível. Senti que ela molhou a calcinha e a tirei, subi em cima e comecei a mover meu quadril em movimentos rítmicos, como quem ia embestir. Ela jogava a cabeça pra trás e de vez em quando levantava pra ver meu espetáculo. Eu estava durasso como nunca, até eu mesmo me surpreendi com minha própria ereção, nunca tinha ficado tão arrepiado assim, com toda minha experiência. Essa mulher estava me fazendo sentir coisas nunca imaginadas pela minha humilde pessoa. Chegou o momento e não aguentei mais a tentação de estar dentro dela e, com um só empurrão, enfiei meu pau até minhas bolas tocarem suas nádegas. Dei... três bombadas, me aliviei gostoso e tirei de novo... falei pra ela:
- Esqueci de te pedir pra dizer, por favor, na casa do seu marido e sua, enfie meu pau.
Ela disse:
Não seja mau e enfia logo.
- Quero ouvir, sussurrei no ouvido dela.
E ela gritou desesperada...
POR FAVOR NA CASA DO MEU MARIDO E MINHA ENFIA SUA LINDA PIRROCA, nem terminou a frase completa e eu enfiei de novo, acalmando a ansiedade dela até que minhas bolas cheias de porra queriam sentir o ventre de veludo dela, ela começou a ordenhar meu pau, já era demais e o que fiz imediatamente foi gozar que nem um jumento incrível, tinha acabado de enfiar e já estava terminando na hora, tirei pra não gozar dentro e perguntei onde eu gozava, ela fez eu acabar nos peitos lindos dela, aquela noite que foi a única na minha vida que aconteceu assim, eu estava possuído por uma loucura erótica, lambi os seios untados com minha própria porra e depois beijei ela depositando minha pérola na boca doce dela, não demorou muito e enfiei de novo, depois de uma batalha luxuriosa entre dois corpos banhados de suor acabei dentro dela em jatos como nunca antes e ela gritava, buceta eu sinto, que maldade... eu sinto... a jorros, como você goza! que fera! você me inunda, me mata, me molha toda por dentro, que delícia.
Ela sempre gozava exatamente igual a mim, disse que era uma loucura, nunca tinha sentido aquilo e eu fiquei muito excitado porque sentia que estava satisfazendo ela de verdade e isso me deixa sexualmente louco, eu estava novinho em folha pra qualquer coisa, levei ela pra cozinha linda que tinha, os dois com as calças nos tornozelos, coloquei ela de costas pra mim, de frente pra geladeira, enfiei por trás na buceta e continuei bombando, durei uns 5 minutos só e era impossível aguentar mais com essa xota tão gostosa que parecia um ordenhador de porra, sugava meu pau que de Se eu tivesse de cueca, ela teria enfiado no meu cu de tanto pressionar contra mim. Eu gozei de novo e ela também, tirei para esfregar na bunda divina dela e ela entendeu, colocou a mão direita por trás e me fez gozar na bunda dela (não dentro, mas entre as nádegas), como se estivesse me masturbando com a mão macia dela. Que loucura, tinha acabado de gozar três vezes, já estava além dos meus próprios instintos e ainda estava com muito tesão. Coloquei ela na cozinha na mesma posição que na geladeira e dessa vez, com as duas mãos livres, massageei o clitóris e os peitos dela. Gozei dentro dela um jatinho e me segurei para aproveitar mais. Falei para ela ficar de quatro no chão da cozinha e ela obedeceu. Enfiei meu pau por trás e dei até gozarmos juntos de novo, só aí o tesão passou...
Levantamos, nos beijamos, rimos e nos olhamos com um ar de gratidão um pelo outro. Arrumamos as calças, que estavam nos tornozelos, e fomos assustados para a sala conversar sobre o que tinha acontecido. Ela foi rapidamente ver as crianças e voltou tranquila. Também demos uma olhada fora de casa e nada, então começamos a conversar. Minha boca e meu nariz cheiravam a sexo dela, e eu estava feliz, mas preocupado em chegar em casa... Agradeci de verdade por como ela tinha se comportado comigo, e ela disse que tinha sido fenomenal. Falei que o cheiro da buceta dela me deixava com muito tesão, então ela pegou a mão, fez uma ponta com o dedo do meio, o safado, e enfiou até onde dava. Tirou e, todo molhado assim, colocou na minha boca. O que fiz em seguida foi engolir tudo, lambendo em volta. Ela ficou excitada de novo, ajoelhou no chão e começou a me masturbar enquanto se dedava fenomenalmente. Depois, ficou de quatro no sofá, que era muito confortável, e eu disse: "Vou te preparar para quando você der o rabo pro seu marido". Então, como na masturbação que ela tinha feito há pouco, eu já estava lubrificado e... Pau com meus próprios fluidos, tentei enfiar meu cacete no cu dela, mas encontrei resistência. Mas ela queria experimentar meu pau por ali, então pegou meu pênis com a mão, junto com minhas bolas (isso é o que mais me deixa louco numa mulher, quando ela pega nas minhas bolas sempre que estamos transando), e foi colocando no cu dela devagar enquanto dizia: "Meu macho gostoso, é, vou te curtir hoje à noite..." Naquele momento, a loucura de duas horas atrás me pegou de novo e nos entregamos um ao outro num descontrole de paixões. Com as mãos livres, acariciava onde podia e queria; ela me deixava fazer o que eu quisesse, o que me deu vontade naquela noite, eu fiz. No momento em que ela estava enfiada no máximo, começou a tocar uma música do Pink Floyd, "Shine on You Crazy Diamond" (Brilhe, seu diamante louco). Dei umas enfiadas fortes e comecei a meter como um louco, enquanto ela vinha contra meu corpo para trás. A música ao vivo dura mais de 12 minutos; foi o tempo que fiquei dentro até as entranhas dela, enquanto acariciava seu clitóris e seus peitos. Eu estava bem confortável, já que ela se saía bem naquela posição; ela me disse que fazia muito com o marido dela. A música estava quase acabando, e eu disse: "GRITA MEU NOMEEEE!" E ela gritou: "TATOOOOOOOO TATO-DO-DENTROOOOOOO!" Gozei nas entranhas dela aos borbotões, claro que nada comparado com as primeiras leitinhas que dei, mas a quantidade de porra que soltei era respeitável, o que me deu muito prazer e sei que pra ela também.
Realmente, a gente se acabou pra caralho aquela noite. Ela pegou o carro e me deixou perto de casa (mesmo estando muito longe), deixando as crianças dormindo. Nos demos um beijo, trocamos uns olhares cúmplices e entendemos o quanto a gente tinha curtido e que isso não podia parar ali. Então, era necessário marcar outro encontro, mas que fosse mais perto, e assim fizemos, mas dessa vez com o marido dela. Continua.......... Aguardo seus comentários no meu e-mail. Tato semental_de_esposas@hotmail.com Skype
Tudo começou na internet, num site de swing. Na seção de contatos, encontrei um anúncio que chamou minha atenção, que dizia:
"Casais sem experiência no mundo swinger querem se relacionar com pessoas afins para se divertir e entrar nesse universo do intercâmbio..."
Mandei uma mensagem com foto anexada e, em poucos dias, recebi um e-mail na minha caixa de entrada que parecia ser a resposta ao que eu tinha escrito. Fiquei muito curioso, até um pouco ansioso, diria. Abri e continha palavras amáveis, espontâneas, que davam a entender, nas poucas linhas, que se tratava de pessoas de mente aberta e bem liberadas. Me indicaram um número de contato que não era celular para um encontro rápido. Geralmente, pessoas que querem fazer intercâmbio não deixam um número de telefone convencional, mas eles deixaram, o que me fez entender que eu tinha gerado certa confiança neles — e isso era bom pra mim. Pensei que foi porque enviei a foto sorrindo, como costumo estar no trabalho.
Liguei assim que saí da internet e perguntei pela Aracelly. Era uma voz quente e apaixonada, ao meu ver, que imediatamente entendeu do que se tratava minha ligação. Ela foi muito amigável e conversamos um bom tempo sobre coisas do sexo, com muito respeito entre nós dois, o que senti que a deixou muito satisfeita. Tenho certeza absoluta de que ela gostou de mim. Eu me coloquei à disposição para realizar as fantasias dela junto com as do marido dela, tudo dentro de um contexto heterossexual e com muito respeito. Para isso, tenho uma garota muito gostosa com quem já tivemos experiências de intercâmbio antes, e tinha certeza de que conseguir outro contato com outro casal seria uma experiência nova e muito boa. surpresa com ela, com quem não temos mais do que uma bela amizade de confiança mútua, mas não é minha esposa nem nada do tipo. Minha parceira, que é muito decente nesse sentido do sexo, jamais me atreveria a insinuar, nem de brincadeira, esse mundo swinger. Primeiro, porque ela é muito reservada pela forma como os pais a criaram, e isso eu gosto muito, inclusive foi por isso que me apaixonei por ela a ponto de termos uma união estável. Não quero dizer com isso que no tema sexual não nos demos super bem, fazendo horrores em três anos e meio de relacionamento. Na verdade, eu faço de tudo com ela e ela deixa, e às vezes ela tem uma ou outra fantasia que, mesmo que me custe, eu realizo, porque como todos sabemos, as mulheres têm que ser satisfeitas, ponto final, porque são como o "Eternit" do telhado: se você não prega direito, elas voam para o vizinho.
Segundo, porque eu a amo e não quero machucá-la, porque sei como ela é e ela jamais aceitaria uma proposta desse tipo. Digo com absoluta certeza, já que tentei. É uma relação pura de amor sincero, porque realmente a amo com todo o meu ser. Você deve estar se perguntando: se eu a amo, por que faço o que faço? É um defeito que tenho desde a adolescência: EU ADORO MULHERES, sou doente por elas, ME FASCINAM, ponto. Não consegui mudar, mesmo me esforçando muito. Quando mais tentei mudar pela minha amada, não consegui. Sou "galanteador" por natureza, além de fogoso, e não tem jeito. Se você é homem, meu amigo, vai entender até o mais subliminar das minhas palavras, e se é mulher, tente me entender. Então, ficamos combinados que com ela eu jamais faria isso.
Voltando ao caso da Aracelly, me surpreendeu muito que, depois de eu dizer que somos um casal, ela não tenha levado muito a sério. Então desliguei, combinando de falar com ela outro dia, ficando com o gostinho de uma nova conquista, já que cai de paraquedas na putaria.
Passaram pelo menos uns 8 dias até que eu a chamei de novo, conversando sobre tudo... Eu sentia que ela estava aos poucos ganhando mais confiança comigo. Conversávamos sobre coisas bem divertidas, nem sempre relacionadas a sexo ou ao que ela gostaria de fazer, mas também sobre a escola, onde ela tinha estudado, onde trabalhava, e ela perguntava se a gente não tinha conhecidos naquelas regiões ou amigos em comum. Assim, aos poucos, foi se formando uma amizade por telefone. Ela me descreveu como era fisicamente, já que não tinha me mandado fotos porque não tinha scanner, e eu fiquei alucinado com a auto-descrição dela, além de que a voz dela tinha um tom quente que dava vontade de estar com ela, mimando e apapuchando.
Depois de uns 15 dias, recebi na minha oficina a ligação dela, com surpresa, já que eu estava bem atarefado nas minhas tarefas diárias. Ela disse que queria falar comigo, que tinha acabado de fazer os afazeres de casa e estava desocupada e entediada, sozinha e precisando de companhia, já que estava de férias do trabalho e não estava acostumada a ficar em casa naquelas horas da manhã. Conversamos, mas eu não conseguia atendê-la muito bem porque estava muito ocupado, até que no meio da nossa conversa normal ela me disse que não queria fazer troca de casais, que não estava interessada em contato com a minha parceira de safadezas, mas sim que estava interessada em fazer um ménage, que essa era uma fantasia que ela tinha atravessada entre a sobrancelha, a orelha e a têmpora. Ela me contou que há alguns anos, com o marido, já tinham conversado sobre esse capricho sexual, mas não tinham coragem de fazer, que aquilo era bom para filmes, mas não para a vida real de casamento que levavam. Então, eu deixei tudo o que estava fazendo e fiquei petrificado, me dedicando a ela e às ideias luxuriosas que vieram à minha mente. Combinamos então que seria feito do jeito que ela queria, e eu me ofereci sem colocar nenhum impedimento (que maluco bem dotado recusaria uma proposta dessa natureza). Ela me ligaria depois para acertarmos o dia. Poucos dias depois, recebi a ligação dela. me citando em sua casa para me apresentar ao marido dela e ver se eu agradava a ele, já que ela tinha tudo planejado sigilosamente. Não foi minha culpa chegar atrasado no encontro, já que eles moram fora da cidade, numa cidade satélite de gente economicamente abastada. Tive que resolver coisas do trabalho e, em vez de chegar às 19h, fui às 19h45. Eu me descabelava e sofria no ônibus que me levava para perto de onde ela me esperaria para me pegar no carro e me levar para a casa dela, mas eu, otário, chego atrasado num encontro que era o primeiro... Cheguei no tal ponto de encontro, tinha vários carros esperando seus familiares para entrar da estrada para aquela urbanização, mas o esportivo verde não... Não, que merda! Quase bati nas paredes, o ruim é que não tinha, mas o chão me fazia olhinhos. De qualquer forma, me enchi de coragem e fui procurar um telefone na loja mais distante, sim, na mais distante, porque me custou trabalho encontrar aquele bendito telefone. Liguei para ela, atendeu o irmão dela que morava em frente. Depois de uns eternos 2 minutos, ela veio ao telefone. Me cumprimentou e me cobrou com razão, e eu pedi que por favor ela saísse, falei umas coisinhas bonitas e ela me perdoou, dizendo para eu esperar um pouquinho... Depois de esperar alguns minutos, ela veio no seu carro esportivo verde. Imediatamente soube que era ela, não porque a conhecia, mas porque batia com todas as características dela e das coisas combinadas antes. Me aproximei, ela disse "Oi!" com emoção e se desculpou, agora ela pela demora, já que demorou uns 15 minutos. Explicou que estava quase indo dormir e de mau humor pela minha ausência e por eu ter falhado com ela até então. Percebi que seus olhos brilhavam. Entrei no carro e ela disse "Finalmente..." Nos beijamos na bochecha e ela seguiu para a urbanização lá dentro.
Enquanto estávamos animados na nossa conversa, eu também estava impaciente, pois sabia que o marido dela estaria me esperando em casa. Qual foi... A surpresa que ela me deu, dizendo que não estava, então imaginei que ficaríamos conversando no carro e depois veríamos o que aconteceria, como havíamos combinado para nosso encontro a três com o marido dela. Mas, quanto mais a viagem avançava, perguntei aonde estávamos indo, e ela respondeu...
— Para a minha casa!
Eu olhei de volta, surpreso, e ela disse...
— Sim, para a minha casa!
Imediatamente perguntei quem estava lá, e ela me contou que eram seus dois filhos, de 6 e 5 anos, menino e menina, respectivamente. Bom, ela deve saber o que está fazendo, pensei, e não me detive em mais pensamentos negativos. Enquanto isso, ao som da conversa, pude ver, cada vez que passávamos por postes ou luzes de rua, que ela usava uma calça bem justa, preta e brilhante, uma blusa verde colada ao corpo, tipo body, e por cima uma jaqueta de couro muito bonita que lhe caía bem. Ela era muito gostosa, alta, com um cabelo lindo, cacheado em espiral até abaixo das costas, e seus olhos brilhavam ainda mais enquanto trocava de marcha e olhava para mim.
Chegamos à casa, que era muito bonita, por sinal. Quando ela desceu para abrir o portão, percebi que ela tinha uma bunda... Uma bunda... de parar o coração! Se eu estivesse com soluço naquele momento, teria parado na hora. Que bunda! Poucos rabos assim eu já vi. Realmente, uma bunda de rainha... melhor, de deusa... não, de Aracelly! Só ela tem uma assim. Eu, que achava que o da minha mulher era o melhor do mundo, estava enganado. O dessa mulher era o melhor, e olha que o da minha esposa não fica atrás. Fiquei quase mudo. Ela se agachou para abrir o trinco do chão e ficou um tempo nessa posição. Sabia o que aquela mulher estava fazendo para seduzir um homem, e em mim definitivamente deu ótimos resultados. Meu coraçãozinho, mais do que impaciência, era tesão, que me fez ter arrepios por todo o corpo.
Bom, ela subiu no carro, me sorriu e entramos. Quis descer para fechar o portão, mas ela se negou, já que havia uns cachorros enormes. Aproveitei para olhar de novo, com a luz vermelha... A luz do stop iluminava aquele rabo que era, acho eu, a melhor coisa que a Terra já tinha produzido.
Bom, eu, meio que trouxa, entramos, os cachorros nos deram as boas-vindas pulando perto das janelas, ela estacionou o carro na garagem coberta e disse: "Chegamos, desce". Eu, com cara de bobo, falei: "Tem certeza...?"
Ela me deu coragem pra entrar, então eu me enchi de ainda mais valentia e entrei.
Parabenizei ela pelo bom gosto, quando timidamente apareceram os dois pirralhos que ela tinha como filhos na sala, muito bonitinhos e simpáticos, até me pareceram muito engraçados. Brinquei com eles, me perguntaram como eu me chamava, e como eu sou muito gente boa até com crianças, respondi todas as perguntas deles e até brincamos um pouco. Até que a mãe deles se aproximou com um sorriso e um olhar como se dissesse: "Que lindo...! Que fofo...!" De qualquer forma, ela mandou eles colocarem o pijama e irem dormir, eles obedeceram na hora e foram embora. Enquanto isso, ela sentou na minha frente. Como a sala era grande, ficamos a uma distância de uns três metros e meio. Antes de sentar, ela virou pra mim e disse: "Não tá com calor?" E eu respondi que não, que na verdade tava com frio (acho que era do desespero de ter uma gostosa daquelas do meu lado). Aí ela tira a jaqueta de couro e fica com uma blusinha com um decote nas costas que chegava exatamente até a glória, como diz a música. Sim, aquele rabo era a glória. Eu fiquei que nem um idiota olhando aquele espetáculo luxurioso mais uma vez. Essa mulher sabia o que tava fazendo. Então ela sentou, cruzou as pernas, tava com uns sapatos de salto alto que a deixavam mais alta que eu. Ela se acomodou e disse: "Bom, vamos ver agora como é que é". Eu fiquei confiante e de boa, e a gente começou a conversar por uns 45 minutos, até que gritaram da casa da frente e ela foi correndo atender o telefone e disse: "Deve ser meu marido". Ela demorou uns 15 minutos. Enquanto isso, eu olhava as pinturas da casa, que eram de uns cavalos. Lindos no quadro e, como minhas paixões são mulheres, cavalos, galos de briga, touros de lide e motos, fiquei admirando com deleite epicurista. Ela voltou, sentou-se e disse: "Lá fora está frio, né?", ao que concordei. Sentou-se e a conversa estava ficando mais quente quando, de novo, o telefone tocou. Ela foi rápida e eu fiquei na sala. Os filhos da minha "amiga" saíram de novo e comecei a pensar: se ela tem dois filhos, como conseguiu ficar tão exageradamente gostosa? Liguei o som e coloquei minha emissora favorita, já que lá tocam o que eu gosto: rock, blues, jazz, rock latino. Fiquei fuçando o tipo de música que eles tinham, já que eram pessoas jovens — ele com 34 e ela com 29. De repente, ela voltou, dessa vez não demorou muito, e a primeira coisa que fez foi ralhar com os garotos. Eles reclamaram que estavam com fome, e ela disse que daria cereais com leite e aproveitou para me oferecer algo também. Concordei e pedi um café. Então, nós quatro fomos para a cozinha, onde ela me contou que o marido não viria, pois, como é veterinário, tinha uma emergência com uns animais do Estado e precisava atendê-los, estando fora da cidade. A água ferveu, as crianças comeram — era mais por implicância do que por fome — e foram, agora sim, definitivamente dormir, já que era tarde. Enquanto eu terminava meu café bem forte e doce, ela foi arrumá-los no quarto, e eu observei como a cozinha dela era linda: muito ampla e decorada com excelente gosto. Ela voltou, eu acabei o café e fomos para a sala. Ao sair da cozinha, passei minha mão no final do decote — "ou seja, bem na glória" — acariciei e, ao empurrar, ela não disse nada, só senti que gostou. Sentei no mesmo lugar na sala de estar. Ela foi verificar se as crianças estavam mesmo dormindo, voltou e sentou-se confortavelmente ao meu lado num sofá bem largo. Disse que a... desculpa por não poder me atender só a mim, ao que eu disse pra ela não se preocupar, retomamos nossa conversa pendente e cada vez era como um vulcão prestes a explodir, sentia o perfume dela e já não aguentava mais, NÃO AGUENTAVA MAIS.
Conversamos por um longo tempo e ficávamos nos insinuando muito. éramos o casal perfeito pra flertes, chamem a gente assim, o ambiente estava quente, com meia-luz, o perfume dela — que perfume! —, os peitos dela — que peitos! —, os olhos dela cada vez mais brilhantes que me refletiam claramente, a música que nós dois gostávamos, a companhia que queríamos, só ela, só eu, o diabo empurrando e cada vez nos aproximando mais até que eu disse que realmente era muito tarde e que tinha que ir, que tinha sido incrível (precisava ir mesmo porque minha mulher não confia em mim nem em onde estou pisando e tenho que estar em casa no máximo às 20h30, e se vocês vissem a confusão que ela arma e como eu adoro ela, tenho que aguentar). Já eram quase 00h45, então ela disse: "Tudo bem, vou te deixar na estrada e você pega um táxi pra casa". Quando eu estava saindo pela porta da frente, me deu uma maldade e pensei: "nem fodendo, porra! mesmo que minha mulher me mate, não vou perder essa chance, além do mais, essa gostosa já me deixava louco, e eu chegaria na mesma hora". E eu disse:
"Aracelly, não, melhor não". E ela respondeu: "Como quiser, o importante é que você esteja confortável". Nos sentamos mais perto um do outro e continuamos conversando animadamente, e o cheiro dela, as pernas dela, a bunda, o corpo, os olhos, o cabelo, o decote, além de ter uma ppk assim — é como chamamos aqui o monte de vênus — que matava só de olhar, parecia o Monte Everest em escala, no meio das duas pernas lindas dela, debaixo da calça.
Não aguentei mais e falei (sou muito expressivo e não gosto de guardar o que sinto): "Eu sei que vim pra gente se conhecer com seu marido, mas a verdade é que você me atraiu muito mais que pelo telefone, você é uma mulher exageradamente... sensual e você me deixa nervoso com toda a experiência que tenho, se não acredita toque meu coração. Peguei sua mão e coloquei sobre meu peito, e ela se emocionou ao sentir que meu coração já estava arrebentando o peito de tanto que batia. Ela me disse: "Preciso confessar que estou igual". Pegou minha mão e colocou na sua "teta" esquerda, e pensei: "Muita enrolação, essa eu como". Disse a ela que estava com uma vontade louca de lamber sua bucetinha, e ela me disse que morria de vontade que eu fizesse isso, mas que melhor não. Realmente, com ela acontecia o mesmo que comigo, não era justo depois que o marido estava disposto só para agradá-la e conceder seu caprichinho (sexual) que a gente fizesse aquilo, era traição depois de termos recebido a confiança, porque supostamente naquele dia tudo aconteceria com os dois homens, o marido, Aracelly e eu, mas como ele não estava... feio não, mas o que fazer? Não pude mais com meu corpo e mandei minha ética para o lixo, e disse a ela que estava com uma vontade louca de beijá-la na boca. Me aproximei como para tentá-la, e ela me disse: "POR FAVOR, NÃO SE APROXIME! VOCÊ ME TENTA!". Não esperei nem um segundo e joguei-me sobre ela, nos beijando desenfreadamente. Conto a vocês que "quase me engoliu". Ela deitou, eu sobre ela, comecei a esfregar por cima da roupa com meu pau, que já estava querendo sair daquele lugar incômodo faz tempo. Aquela bucetinha tão gostosa acalmava por momentos a tesão que eu carregava, até que me levantei, abaixei sua calça e ela me disse: "Não seja louco, não seja louco!". Eu respondi: "Louco seria se não fizesse nada com você", ao que ela concordou.
Abaixei sua calça e comecei a comer aquele bucetão por cima da calcinha. Cheirava a mulher com tesão, realmente era demais. Como pudemos ficar de enrolação tanto tempo sem fazer nada? O que fiz foi puxar a calcinha de lado e mandei minha língua de uma vez no clitóris e nos contornos de seus lábios vaginais. Ela gemía, era demais. A única coisa que ela me dizia era: "Mete em mim", e eu, sem dar atenção ao seu pedido, continuei chupando a vida dela. quando ela começou a gritar como se tivesse sido assaltada na rua (muito alto mesmo), então eu me levantei e apaguei a luz, caso o irmão dela, da casa da frente, ouvisse, nem imaginasse o que estava acontecendo com essa gostosa na ausência do maridinho.
Voltei, abaixei minha calça e finalmente saiu meu pau desafiador, como dizendo "que porra vai me comer". Continuei chupando sua buceta, agora mais confortável com meu cacete pra fora, e ela gemeu mais forte, na puta excitação que estava. Ela agarrava meu cabelo, implorava pra eu enfiar meu pau, mas eu não fazia. Chamei meu autocontrole pra se fazer presente e não fiz por um bom tempo...
...enquanto chupava seu clitóris e mordia sua ppk de vez em quando, ela disse mais forte, quase gritando: "ENFIA, TATO!" (meu apelido), mas eu não, mesmo morrendo de vontade. Como ia enfiar se ainda não tinha chupado seus peitos? Então subi, tirei aquela blusa verde que atrapalhava, tirei o sutiã e saíram pra dar o ar da graça um par de tetas de sonho. Como não ia chupá-las com gosto? Na mesma hora me apossei delas como um leão que acabou de caçar carne fresca. Ela disse: "SE CONTINUAR CHUPANDO ASSIM, EU VOU GOZAR". Era exatamente o que eu queria ouvir, então fiz com ainda mais dedicação e ela gozou... só acariciando seus peitos com minha boca e mãos, foi incrível. Senti que ela molhou a calcinha e a tirei, subi em cima e comecei a mover meu quadril em movimentos rítmicos, como quem ia embestir. Ela jogava a cabeça pra trás e de vez em quando levantava pra ver meu espetáculo. Eu estava durasso como nunca, até eu mesmo me surpreendi com minha própria ereção, nunca tinha ficado tão arrepiado assim, com toda minha experiência. Essa mulher estava me fazendo sentir coisas nunca imaginadas pela minha humilde pessoa. Chegou o momento e não aguentei mais a tentação de estar dentro dela e, com um só empurrão, enfiei meu pau até minhas bolas tocarem suas nádegas. Dei... três bombadas, me aliviei gostoso e tirei de novo... falei pra ela:
- Esqueci de te pedir pra dizer, por favor, na casa do seu marido e sua, enfie meu pau.
Ela disse:
Não seja mau e enfia logo.
- Quero ouvir, sussurrei no ouvido dela.
E ela gritou desesperada...
POR FAVOR NA CASA DO MEU MARIDO E MINHA ENFIA SUA LINDA PIRROCA, nem terminou a frase completa e eu enfiei de novo, acalmando a ansiedade dela até que minhas bolas cheias de porra queriam sentir o ventre de veludo dela, ela começou a ordenhar meu pau, já era demais e o que fiz imediatamente foi gozar que nem um jumento incrível, tinha acabado de enfiar e já estava terminando na hora, tirei pra não gozar dentro e perguntei onde eu gozava, ela fez eu acabar nos peitos lindos dela, aquela noite que foi a única na minha vida que aconteceu assim, eu estava possuído por uma loucura erótica, lambi os seios untados com minha própria porra e depois beijei ela depositando minha pérola na boca doce dela, não demorou muito e enfiei de novo, depois de uma batalha luxuriosa entre dois corpos banhados de suor acabei dentro dela em jatos como nunca antes e ela gritava, buceta eu sinto, que maldade... eu sinto... a jorros, como você goza! que fera! você me inunda, me mata, me molha toda por dentro, que delícia.
Ela sempre gozava exatamente igual a mim, disse que era uma loucura, nunca tinha sentido aquilo e eu fiquei muito excitado porque sentia que estava satisfazendo ela de verdade e isso me deixa sexualmente louco, eu estava novinho em folha pra qualquer coisa, levei ela pra cozinha linda que tinha, os dois com as calças nos tornozelos, coloquei ela de costas pra mim, de frente pra geladeira, enfiei por trás na buceta e continuei bombando, durei uns 5 minutos só e era impossível aguentar mais com essa xota tão gostosa que parecia um ordenhador de porra, sugava meu pau que de Se eu tivesse de cueca, ela teria enfiado no meu cu de tanto pressionar contra mim. Eu gozei de novo e ela também, tirei para esfregar na bunda divina dela e ela entendeu, colocou a mão direita por trás e me fez gozar na bunda dela (não dentro, mas entre as nádegas), como se estivesse me masturbando com a mão macia dela. Que loucura, tinha acabado de gozar três vezes, já estava além dos meus próprios instintos e ainda estava com muito tesão. Coloquei ela na cozinha na mesma posição que na geladeira e dessa vez, com as duas mãos livres, massageei o clitóris e os peitos dela. Gozei dentro dela um jatinho e me segurei para aproveitar mais. Falei para ela ficar de quatro no chão da cozinha e ela obedeceu. Enfiei meu pau por trás e dei até gozarmos juntos de novo, só aí o tesão passou...
Levantamos, nos beijamos, rimos e nos olhamos com um ar de gratidão um pelo outro. Arrumamos as calças, que estavam nos tornozelos, e fomos assustados para a sala conversar sobre o que tinha acontecido. Ela foi rapidamente ver as crianças e voltou tranquila. Também demos uma olhada fora de casa e nada, então começamos a conversar. Minha boca e meu nariz cheiravam a sexo dela, e eu estava feliz, mas preocupado em chegar em casa... Agradeci de verdade por como ela tinha se comportado comigo, e ela disse que tinha sido fenomenal. Falei que o cheiro da buceta dela me deixava com muito tesão, então ela pegou a mão, fez uma ponta com o dedo do meio, o safado, e enfiou até onde dava. Tirou e, todo molhado assim, colocou na minha boca. O que fiz em seguida foi engolir tudo, lambendo em volta. Ela ficou excitada de novo, ajoelhou no chão e começou a me masturbar enquanto se dedava fenomenalmente. Depois, ficou de quatro no sofá, que era muito confortável, e eu disse: "Vou te preparar para quando você der o rabo pro seu marido". Então, como na masturbação que ela tinha feito há pouco, eu já estava lubrificado e... Pau com meus próprios fluidos, tentei enfiar meu cacete no cu dela, mas encontrei resistência. Mas ela queria experimentar meu pau por ali, então pegou meu pênis com a mão, junto com minhas bolas (isso é o que mais me deixa louco numa mulher, quando ela pega nas minhas bolas sempre que estamos transando), e foi colocando no cu dela devagar enquanto dizia: "Meu macho gostoso, é, vou te curtir hoje à noite..." Naquele momento, a loucura de duas horas atrás me pegou de novo e nos entregamos um ao outro num descontrole de paixões. Com as mãos livres, acariciava onde podia e queria; ela me deixava fazer o que eu quisesse, o que me deu vontade naquela noite, eu fiz. No momento em que ela estava enfiada no máximo, começou a tocar uma música do Pink Floyd, "Shine on You Crazy Diamond" (Brilhe, seu diamante louco). Dei umas enfiadas fortes e comecei a meter como um louco, enquanto ela vinha contra meu corpo para trás. A música ao vivo dura mais de 12 minutos; foi o tempo que fiquei dentro até as entranhas dela, enquanto acariciava seu clitóris e seus peitos. Eu estava bem confortável, já que ela se saía bem naquela posição; ela me disse que fazia muito com o marido dela. A música estava quase acabando, e eu disse: "GRITA MEU NOMEEEE!" E ela gritou: "TATOOOOOOOO TATO-DO-DENTROOOOOOO!" Gozei nas entranhas dela aos borbotões, claro que nada comparado com as primeiras leitinhas que dei, mas a quantidade de porra que soltei era respeitável, o que me deu muito prazer e sei que pra ela também.
Realmente, a gente se acabou pra caralho aquela noite. Ela pegou o carro e me deixou perto de casa (mesmo estando muito longe), deixando as crianças dormindo. Nos demos um beijo, trocamos uns olhares cúmplices e entendemos o quanto a gente tinha curtido e que isso não podia parar ali. Então, era necessário marcar outro encontro, mas que fosse mais perto, e assim fizemos, mas dessa vez com o marido dela. Continua.......... Aguardo seus comentários no meu e-mail. Tato semental_de_esposas@hotmail.com Skype
1 comentários - Jorros de porra para a Aracelly com permissão do marido