Link do post "O Bom Pai" primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2514958/El-buen-padre-1ra-parte-mi-debut.htmlO bom pai" Segunda parte. Continuamos…
- Filha, por favor…- Não, pai, por favor você (elevando um pouco a voz e me deixando imóvel por um momento). Depois de um tempo assimilando tudo que minha mãe me contou, comecei a questionar o papel que você tinha na minha vida. Então comecei a te observar. Dos 15 aos 17, sempre vi você se preocupar comigo até mais que minha própria mãe. Durante esse tempo, você deixou bem claro que suas intenções comigo eram só as de um pai perfeito para uma filha. E quando finalmente entendi isso, você me fez sentir única, especial, me fez sentir a menina mais amada deste planeta. Então decidi que, se eu tinha o melhor pai do mundo, mesmo sem ser, eu te daria a filha perfeita que você sempre quis ter.
Ela falava enquanto eu continuava me masturbando. Já fazia um tempo que eu estava encostado na parede, com os cotovelos e a testa apoiados nela, puxando meus próprios cabelos com as mãos, enquanto ela não parava o vai e vem dentro da minha calça, sussurrando no meu ouvido, com as palavras se entrecortando cada vez que eu me segurava para não demonstrar meu prazer.
- Terminei o ensino médio com honras por você, entrei na faculdade por você. Fizesse as coisas certas ou erradas, me esforçasse ou não, você sempre dizia estar orgulhoso de mim e me amar igual ou mais que no dia anterior. E sabe o que mais me irritava nisso? Que você continuava me tratando como uma criança, mesmo quando eu via meus peitos crescerem mês após mês. O pior não foi isso. O pior veio quando, aos 19, descobri que eles não iam mais crescer. Me explica isso: como é que um simples sutiã tamanho B ia competir com um tamanho C 38 imbatível, que é o da minha mãe?
Mesmo assim, pensei, eu tinha a vantagem de ser nova, diferente dela, que já estava mais usada que banheiro público. Então decidi focar em ficar em forma, em construir um corpo e uma bunda que nenhum homem hesitaria em olhar, nem mesmo você. Entrei na bicicleta e, em uns seis meses, foi o que bastou. O dono do lugar demorou pra me propor um trato: "membresia grátis pelo resto do ano, mais toda a bebida reidratante que eu quisesse, contanto que eu fosse pelo menos três vezes por semana e usando o uniforme oficial do lugar". Lembra quando te mostrei o shortinho de lycra que eu ia usar? Teus olhos pularam das órbitas e por um instante achei que tu ia babar. Acredita, não te julguei, pelo contrário, te dei razão. E é que cada vez que eu usava, ficava tão apertado que tinha medo de o tecido não aguentar, principalmente quando eu me abaixava, sentia que redefinia o espaço entre minhas nádegas e os lábios da buceta.
Eu, mesmo excitado pra caralho com a mão dela, ia me dando tempo e, não sei como, seguindo as coisas conforme ela contava. Claro que eu lembrava do maldito uniforme. Naquela época, ela quase não aparecia em casa e, quando estava, passava o tempo enfiada no banheiro e do banheiro pro quarto. Fazia meses que eu não falava com ela, quando de repente, um dia, enquanto eu lia o jornal na sala, ouvi a voz doce dela me chamar: "Pai". Imediatamente baixei o jornal, esperando, feliz, o abraço dela, sempre bem-vindo. Quando, do nada e na minha frente, uma bunda gostosa se apresentava, balançando de um lado pro outro. Eu comecei a seguir com o olhar, quase por inércia. É que os limites do shorttinho tinham sido puxados de propósito pra cima, de um jeito que parecia mais uma tanga do que outra coisa, deixando quase as duas nádegas inteiras à mostra, seguidas de duas pernas longas, estilizadas, torneadas e bem definidas. O melhor de tudo não era isso: entre as pernas, onde deveria estar a buceta dela, estava toda molhada, como se tivesse acabado de malhar. Foi isso que mais me excitou e fez meu pau começar a endurecer. O momento foi cortado quando, de novo, a voz linda dela ressoou, perguntando minha opinião. Compus o olhar, mirando o rosto dela e lutando contra mim mesmo pra não baixar de novo. Quando cheguei nos olhos dela... Pude perceber que ela tinha notado toda a minha reação, meu rosto ficou todo vermelho e levantei o jornal de novo pra impedir que ela me olhasse na cara, só conseguindo dizer que ela estava muito linda.
— Naquela noite, Papai, eu não conseguia dormir, você me deixou completamente alucinada, a expressão no seu rosto, o volume na sua calça que se formou por minha causa, só de me olhar, comecei a me masturbar, a enfiar os dedos dentro da minha buceta, depositando na ponta de cada um o seu olhar, a sua reação, imaginando que naquela noite você entraria no meu quarto e, sem dizer nada, se deitaria sobre mim me penetrando, até o fundo, primeiro manso, discreto, porque eu lembraria que era minha primeira vez e você, como o homem bom que sempre foi, teria todas as considerações do mundo, depois que minha buceta já tivesse se acostumado bem com a presença do seu pau dentro dela, não precisaria que eu dissesse com palavras, meus pequenos gritinhos ainda de menina iriam se abafando aos poucos pra dar lugar aos meus primeiros gemidos de mulher, você iria aumentando o ritmo e pararia por momentos cuidando pra não me fazer gritar demais, mas seria inevitável, uma coisa é ter seu membro só descansando dentro da minha buceta e outra bem diferente quando você começasse a mexer. Então, ainda me poupando, você tentaria desviar minha atenção, que eu tinha na minha buceta, acariciando meus mamilos, passando sua mão aberta sobre meu torso, meu umbigo, minha barriga e voltando de novo sobre meus seios, meus lindos e perfeitos seios, porque você me faria ver assim, começaria a beijar minhas costas, meus ombros, meu pescoço enquanto suas bolas continuavam roçando entre minhas pernas e então agora sim, e de costas pra você, eu te pegaria pelo lado e com as pontas dos meus dedos te incitaria a entrar cada vez mais e mais dentro de mim (ela parou de falar por um momento e depois continuou) Papai, foi aí que pela primeira vez pude me sentir mulher, ao No começo, eu tava tão ocupada imaginando você dentro de mim, me dedando, que nem percebia, mas aos poucos o tremor no meu corpo foi ficando mais impulsivo, mais forte, e as sensações foram se multiplicando por mil, tomando conta de mim palmo a palmo: pelas pernas, minhas mãos, o peito, os ombros, o pescoço, no meu rosto — era como uma torrente que se movia selvagem dentro de mim, procurando por onde sair. E adivinha? No fim, encontrou.
Eu não aguentava mais, tinha o peso do corpo todo apoiado na cabeça, que eu continuava roçando na parede. Ela não tinha parado nem um instante com a mão, bombeando minhas bolas que já estavam explodindo. Por isso e por tudo que ela me falava, eu já não aguentava mais! Não dava. Com um gemido abafado, soltei as pernas, deixando sair toda a pressão e o sêmen acumulado, que espirrou na parede e escorreu um pouco no chão. Ela, sem dizer nada, espremeu meu pau até a última gota que ainda guardava, fazendo eu engolir outro gemido. Se afastou das minhas costas e, num instante, se agachou debaixo de mim. Eu via ela de cima, meio borrado, de tão exausto que tava, quando de repente vi os dedos dela passarem na parede onde meu gozo escorria e ela levar à boca. Segurei ela, como pude, pegando no pulso, fazendo um pouco do que ela levava cair na perna dela, quase tocando o tecido da saia.
— Não faz isso — falei, ofegante, com o último fio de voz que me saiu.
Ela deslizou a mão entre meus dedos e, ignorando minhas palavras, meteu na boca, passando no meio dos lábios e deixando um pouco de branco neles. Essa ação fez meu pau, que já começava a endurecer de novo, dar uma tremida. Olhei pra ela de novo, e ela sorriu, se pendurando no meu braço e apoiando a cabeça no meu ombro, e disse:
— Te amo, papai.
Essa foi minha estreia no Poringa. Se você gostou... deixa eu ler teu comentário ou tua opinião aqui embaixo, acredita, ia ajudar pra caralho saber disso. a terceira parte, que eu nem tinha planejado, já tá em andamento e em breve espero postar.
também não quero perder a chance de mandar um parabéns pra uma usuária, a NoKomi, pelos aportes foda dela aqui no Poringa e pela página pessoal incrível. se tu ainda não conhece, vou deixar o link de um dos primeiros posts dela, que eu curti pra caralho e acho que foi mal criticado por uns caras que ainda não entenderam o que é o Poringa.
de novo, meus parabéns pra @Nokomi, pelo trampo foda dela, e na esperança de que um dia ela leia algum conto meu e, milagre dos milagres, goste.
vou indo, com a vontade intermitente de poder mostrar a terceira parte dessa história e uns outros contos que deixei no rascunho pela metade. valeu e bons sonhos.
Link do conto, de autoria total da @Nokomi:http://www.poringa.net/posts/relatos/1928948/Iniciando-a-mi-hijo.htmlLink do relato 3ª parte "O Bom Pai":http://www.poringa.net/posts/relatos/2523545/El-buen-padre-3ra-parte-Ines.html#comment-94349
8 comentários - “El buen padre” 2da parte.
Bravo 👏 👏 👏
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post. Vos... ¿comentaste el mío?
http://www.poringa.net/posts/relatos/2523545/El-buen-padre-3ra-parte-Ines.html