Duas irmãs mexicanas me chamam pra foder

Duas irmãs mexicanas fazem eu viajar pra foder elas

Valeu a todos os amigos leitores que continuam acompanhando meus contos, recebi de boa todas as mensagens de vocês e respondi uma por uma todas as dúvidas e recados, pessoas como vocês fazem eu continuar escrevendo, ainda mais quando se trata de mulheres de qualquer lugar que me incentivam e animam cada vez mais a sentar e contar minhas experiências reais. Esse meio me permitiu conhecer mulheres muito interessantes em todos os sentidos, como essas duas que são as protagonistas dessa história.

Dois meses e meio atrás, recebi uma mensagem de uma mulher de 29 anos de Guadalajara / México, que dizia:

"Espero que você seja real e exista, li com atenção todos os seus contos e eles me deixaram com muito tesão, especialmente aquele da mulher que você comeu pelo cu, porque sou viciada em sexo anal e morro de vontade de provar um macho como você, se você realmente existe, por favor responde essa mensagem. Adoraria um dia ser sua e aproveitar um macho como você.

Aguardando sua resposta

Ely"

Bom, li como mais um de tantos e me preparei pra responder como sempre faço quando tenho tempo, já que muitas mulheres me escrevem, especialmente do México. Tenho amigas de Purépero, Guadalajara, Tamaulipas, do DF e Monterrey, elas já me contataram há um tempo e mantemos uma comunicação regular, sempre mostrando vontade de me provar sexualmente porque ficam excitadas e

se masturbam lendo meus contos. Elas me ensinaram muito sobre o país delas e, com a conversa, já consegui me adaptar à linguagem urbana delas, assim como elas aprenderam muito sobre meu país, Equador, e meu jeito de falar ou gíria, já que sou muito nacionalista. Também notei que a internet no México tem uma penetração muito boa e agressiva no mercado em diferentes classes sociais, o que não acontece nos outros países da América Latina, e descobri, sem medo de errar, que as mulheres As minas de Guadalajara e Monterrey são as mais gostosas desse país lindo, sem desmerecer o resto das cidades, mas são de outra raça. Uma vez, pude aproveitar uma delas porque veio a Quito a trabalho e passou 10 dias aqui, já que trabalhava numa empresa de exploração de petróleo, e a gente se divertiu pra caralho durante todo esse tempo, mas isso é outra história.

Respondi a Ely do jeito mais simpático e meio picante, e adicionei ela nos meus contatos do MSN. Em pouco tempo, recebi a resposta dela toda animada, e a gente conseguiu se encontrar no chat e conversar em tempo real, porque ela, assim como eu, fica quase o tempo todo conectada na internet. Desde o começo, ela me pareceu muito safada ou cachorra, como dizem no México. Ela tinha um ar muito especial e uma ternura inata, dava pra ver que era uma menina mimada. A gente começou a se conhecer aos poucos, enquanto batia papo, cada um curtindo uma conversa gostosa e divertida, cheia de flertes e elogios de ambos os lados.

No essencial, ela me contou que era uma mulher que precisava muito de um bom sexo, que era muito safada, que era casada e que eu não me preocupasse com isso, que ela tinha permissão pra conhecer homens, que isso não era um impedimento pra nada, já que tinha uma espécie de acordo com o marido pra que ela pudesse curtir com outros caras que ela escolhesse.

Com o marido dela, o Pancho, eles tinham chegado a esse acordo porque se amam muito e curtem o casamento, mas na parte sexual o marido tem um problema fisiológico — e eu acho que é mais psicológico —, pois sofre de ejaculação precoce e disfunção erétil, e ela não se sente satisfeita com as relações sexuais deles. Esse acordo já existia antes mesmo de casarem, ainda quando eram namorados, e eles lidam muito bem com isso, aliás, eu percebi. Antes de tudo, quero expressar meu mais profundo sentimento de respeito, amizade e consideração pelo Pancho, pela mente aberta dele, por como ele ama a esposa e permite, graças ao amor dele... Infinito para ela se sente bem e satisfeita, e permite isso.

Ely me contou que ama muito o marido, que não tinham filhos e que eram um casal jovem que curte muito a vida, e que em algumas ocasiões conseguiram arrumar um terceiro para satisfazê-la. Mas, diferente dos meus amigos dos outros relatos, ela me disse que o marido não gostava de participar, só deixava ela sozinha com o cara que conseguiam. Ela contou que, numa viagem à Europa, conseguiram em não sei que país pegar num bar um negão bem dotado, e que ela o levou pra cama naquela mesma noite, depois de pegá-lo no próprio bar do hotel. O marido deixou ele subir com ela pro quarto e pediu outro quarto pra não atrapalhar.

Outra ocasião em que ela pôde curtir outro homem sexualmente não teve final feliz, porque o cara era da mesma cidade de Ely e Pancho. Depois de comer ela algumas vezes, o sujeito se aproveitou da situação — já que Pancho e Ely têm uma condição financeira muito boa, porque ele é empresário e administra uma empresa enorme que, por razões óbvias, não vou revelar o ramo —, ficou de olho grande e tentou chantageá-los, pedindo uma grana bem alta em troca de não divulgar que o marido não conseguia manter o pau duro e precisava deixar outros satisfazerem a mulher dele. Isso pra mim foi uma baixaria da parte do cara. O bom é que, graças aos contatos de Pancho — que é muito bem relacionado na cidade e a nível nacional —, antes que o galo cantasse fino, o próprio imbecil foi parar na cadeia, onde até hoje está dormindo.

Depois desse gosto amargo na boca, e com toda razão, Pancho disse pra Ely ser mais seletiva nas escolhas dela pra não ter contratempos no futuro que pudessem afetar o relacionamento e a boa reputação deles. Por isso, no começo, ela sempre foi muito desconfiada, o que eu entendia perfeitamente.

Não tinha fotos, nem números de telefone. Nas nossas conversas, ela trabalha na empresa do marido e, sempre nos nossos momentos livres e naqueles que eram, a gente passava o tempo se conhecendo pelo MSN. Aos poucos, ela foi me conhecendo e, naturalmente, a confiança certa foi se criando, quase sem a gente perceber.

Chegou o dia da troca de fotos e, sinceramente, não esperava que a Ely fosse tão gostosa. Sabia que as mulheres de Guadalajara eram bonitas, mas ela já exagerava, que jeito de ser linda. A Ely é uma mulher de pele clara, cabelo preto e comprido, com um par de peitos perfeitos, um corpo curvilíneo em forma de violão que convida à putaria. A carinha dela é de menina boazinha, bem desenhada, com uns olhões grandes, típico das mexicanas dessa raça misturada de astecas e extraterrestres HAHAHAHAHA.

Ela se parece muito com a Gloria Trevi no rosto, mas no corpo é mais gostosa e cheinha. As pernas dela são deliciosas, e os lábios são grossinhos, carnudos e grandes. Ela dá um sorrisão pra quase tudo e tem o jeito de uma menina mimada pelos pais e pelo marido. Os dentes dela são como artilharia bem formada, muito alinhados e brancos. Ela tem o sorriso perfeito que deveriam contratar pra fazer comerciais de TV da Colgate. É muito mimada, mas, numa palavra, muito gostosa.

Com a confiança que a gente ganhou, cada vez mais nossas conversas ficavam mais picantes e muito pesadas. Definitivamente, era uma mulher que desejava muito um bom sexo. Infelizmente, ela me contava que à noite não fazia nada por dias e que, por ser muito safada, precisava de atenção. Já estava de saco cheio de consolos e vibradores, embora ela tenha me confessado que o Pancho é um expert com eles, mas que precisava de um pouco de carne e veia, que precisava de um macho e que esse macho queria que fosse eu.

Durante alguns dias, a gente trocou fotos muito pesadas de ambos os lados, e ela chegou a me enviar uns vídeos onde, quando o marido não estava — já que, por ser empresário de alto escalão, tinha que viajar muito pelo interior do país —, ela se aprofundava. mais sua agonia de tesão por uma boa pica real.

Chegamos a ter sessões muito boas e inesquecíveis de cyber sexo, onde os dois ficavam satisfeitos. De tanta putaria e vontade que sentia, em duas ocasiões ela teve que enfiar os tubos da embalagem dos charutos que o Pancho fuma para acalmar sua loucura de mulher tarada, primeiro na buceta e depois no cu. Cada vez mais safada e desejosa por mim, ela me fez saber que eu era o escolhido, o candidato perfeito, porque chegou a conhecer minha nobreza, minha cavalheirismo, minha discrição e respeito por uma relação de casal. Era o macho dela pelas coisas que eu fazia e dizia no MSN, e como estava tão longe, eu nunca poderia machucá-la. Aos poucos, em quase um mês, nos tornamos viciados e dependentes um do outro. Ely tinha a combinação perfeita para me enlouquecer por uma mulher a esse ponto. Nas fotos com e sem roupa que enviei para ela, assim como algumas em ação, ela gostou muito. Esgotamos as fotos e vídeos, trocando-os a ponto de ter uma coleção enorme guardada numa pasta dos envios dela no meu PC.

Ela me contou que já tinha comentado sobre mim com o Pancho e que ele aceitou, desde que ela fosse muito respeitosa com as regras que tinham. Ela disse a ele que eu a encantava e que queria ficar comigo custe o que custar. Para isso, já deveríamos trabalhar para que nosso encontro se tornasse realidade.

Cada vez mais unidos, desejosos de ficar juntos e tarados, os dias passaram preparando como realizar nossos grandes desejos. Quando, sem pensar, ela me contou que tem uma irmã chamada Mony, mais nova que ela, de 25 anos, com quem se dá super bem. Ela confessou que contou à irmã sobre nossos planos de nos vermos e nos pegar. Ela me disse que Mony é sua confidente e sabe de tudo, inclusive me revelou que Ely e Mony dividiam a cama com outros homens antes de Ely se casar, e que desde Então elas pegaram o gosto e não conseguiram mais largar.

A primeira vez tinha acontecido uns anos atrás, quando o pai delas contratou uma serenata de mariachis na casa pra animar a festa com as músicas. Elas passaram a festa inteira se pegando com os namorados, mãozinha vai, mãozinha vem, mas nada de sexo ou penetração. Quando a festa tava quase acabando e os namorados e a maioria dos convidados já tinham ido embora, deixando esses dois últimos com um tesão do século, o pai delas pediu pra tocarem as últimas músicas. No grupo de mariachis tinha um cara muito gostoso que era o vocalista, e ele cantava as músicas dedicando pras duas mulheres lindas da casa. Durante as canções, Ely e o mariachi trocaram olhares cúmplices e, num intervalo, sem ninguém perceber, ela levou ele pro quarto dela. Como já tava morrendo de vontade de dar, pediu pra ele possuir ela ali mesmo. Mas Mony percebeu tudo, seguiu os dois até o quarto da Ely e entrou na festa. O vocalista acabou comendo as duas juntas naquela noite. Isso aconteceu outras vezes com outros caras e namorados que elas compartilhavam como boas irmãs. Ela me fez saber que o Pancho também é compartilhado e que, como ele é um mestre com os consolos, faz as duas gozarem gostoso juntas. E que ele penetra sim, mesmo que só um pouquinho, uns minutos antes de gozar, porque fica muito excitado e não aguenta nada. Elas se divertem gostoso entre os três. Ela chegou a me propor que, quando eu for pro México, queria que eu comesse as duas juntas. Disse que esse era o maior sonho dela, que a Mony adoraria chupar minha pica e guiar ela pro cu da Ely pra eu foder ela, que era exatamente o que ela queria fazer. Ela deixou claro que entre elas não tem lesbianismo, mas que adorariam me curtir juntas. Me passou o e-mail da Mony e disse pra eu adicionar ela nos contatos e escrever, que ela já sabia de mim. Fiz ipsofacto.
Com a Mony, a gente se conheceu do mesmo jeito, mas foi bem mais rápido porque ela já era de confiança da irmã dela, a Ely, e eu já tava "selecionado". Além disso, ela já sabia tudo sobre mim e até tinha visto minhas fotos. A gente se apegou pra caralho durante todo o tempo no chat, e de uma vez ela me mandou as fotos dela. Que jeito de ser tão divina, a Mony, nada parecida com a irmã. As duas são lindas, mas não têm nada em comum. Ela tem uma aparência mais europeia, parece da Suíça ou de algum país eslavo. É loira, de olhos claros, muito alta, muito branca, linda de rosto bem definido, com um nariz empinado e perfeito. É uma gostosa de mulher e safada como a irmã, e até mais louca e direta. Ela não tem a ternura da Ely, é mais na lata pra falar as coisas. A Ely é adorável e a Mony é divina. Essas duas mulheres me fizeram, em pouco tempo, perder a cabeça e ficar doido por elas e por possuí-las. De vez em quando, a gente se encontrava os três no MSN e fazia cyber sexo entre elas duas e eu.

Cada vez mais tarados e com vontade de poder ficar juntos. Os vídeos que a Ely mandava e as fotos das duas, eu revisava sempre que podia, mesmo quando elas não estavam online. E a Ely me fez chegar uma coleção de vídeos em CD no meu escritório, num envio direto por uma transportadora internacional.

A carinha dela, o corpaço, o jeito dela ser tão meiga e doce definitivamente me apaixonaram e me cativaram. Por outro lado, a irmã dela, a Mony, me deixava doido de tesão com o que ela dizia: que queria enfiar meu pau na irmã dela quando eu estivesse lá.

A gente combinou que elas viriam ou eu iria, mas, de propósito, pra fazer uma importação de uns equipamentos de VO IP, consegui na empresa tirar a viagem pro México. Elas não sabiam até uns dias antes, quando já tava tudo certo com visto e passagens. Mandei um e-mail pra elas com cópia, mas não respondiam até que chegou essa mensagem:

"Oi, papai, não lembra que eu te falei que a gente ia sair? de férias a semana
toda? E a Mony, convenceu o Pancho e foi com a gente, chegamos na
sexta de madrugada mas não tinha me conectado, senti muito sua falta, espero
poder conversar com você logo, sinto falta das suas conversas, seus e-mails, seu tudo,
se cuida, papi, e te espero na hora marcada no aeroporto de Guadalajara, que emoção você vir, finalmente vou te ter, te mando uma fotinha, se cuida na viagem, meu
papi.................. é de má qualidade porque é de celular, mas acho
que é bonita.

Ely"

Por essa época eu já tinha escrito um e-mail pro marido dela, Pancho, e ele, sendo bem direto, me mandou a seguinte resposta:

"E aí, amigo, sim, realmente falaram muito de você, Elizabeth e Mônica, espero que não ache muito direto, mas segurança em primeiro lugar, o que me interessa acima de tudo é a segurança e o bem-estar da minha esposa e da cunhada.

Depois da minha segurança e da nossa integridade, a saúde delas, depois a discrição e por último a satisfação delas.

Como elas devem ter te contado, você sabe do problema que eu tenho e é por isso que fazemos isso, mas:

1.- Não quero problemas

2.- Seriedade

3.- No primeiro momento que eu perceber que você tá fedendo o pé, se prepare pras consequências.

Me desculpa se sou muito forte no meu jeito de falar, mas sou assim, encara como um conselho, aviso ou como quiser. Fechou?

Me mostre que dá pra confiar, não tô te emprestando uma ferramenta, você tá levando o amor da minha vida e meu segundo amor, espero notícias suas logo e espero saber o que você acha, até mais.

Pancho"

Essa foi minha resposta:

"Saudações amigáveis, Pancho, obrigado pelo seu tempo e por responder... Fico feliz que os dois amores da sua vida tenham falado muito de mim, claro que você me parece direto, mas acho bom que seja assim e que cuide das suas meninas, concordo totalmente que faça isso, também não me pareceu grotesco nem ameaçador, o que sim, cuidadoso e responsável com o que teu, por isso te parabenizo, porque no teu lugar eu faria o mesmo.

Além disso, já me contaram que em algum momento vocês tiveram um gosto ruim na boca com alguém que sacaneou vocês... deixa eu te dizer, também da forma mais direta, que não estou buscando fazer mal a ninguém, não quero atentar contra a segurança e integridade de vocês três nem de ninguém. Sou uma pessoa que ama a tranquilidade e é pacífica, que não gosta nada de problemas e que tem o lema de não fazer a ninguém o que não gostaria que fizessem comigo... sou muito respeitoso com as relações de casal e muito homem para me envolver em baixezas desse tipo.

Quero que você tenha a plena certeza de que não será enganado, chantageado, difamado nem nada do tipo. Não seria de homem fazer isso, porque trairia a confiança que você depositou em mim, além de ser baixeza e ingratidão, já que você está me fazendo um favor ao me aceitar como amante oficial da sua esposa e cunhada.

Pela saúde delas, não se preocupe, porque te garanto que sou um cara saudável em todos os sentidos, e isso é comprovável com exames de sangue...

Pelo bem-estar e satisfação plena delas, também não se preocupe, porque eu serei o que vai cuidar para que estejam bem em todos os sentidos e que, como fêmeas sedentas de bom prazer sexual, fiquem totalmente satisfeitas, já que tenho as aptidões e capacidades necessárias para que fiquem derretidas de prazer — e não estou me referindo ao tamanho do meu pau.

Te convido para sermos bons amigos, já que, ao me dar sua aprovação para namorar com elas, para mim é um gesto muito nobre da sua parte, e por isso tenho o mais alto respeito por você como pessoa. Somos contemporâneos e tenho certeza de que podemos firmar uma amizade estreita, levando em conta que nos une o gosto por duas mulheres lindas e excepcionais, que queremos satisfazer e fazer felizes.

Sou sério, sincero, simples, homem de palavra, discreto, além de não conhecer seu país nem sua cidade para quem eu poderia "fofocar" que eu satisfaço Sua esposa, eu gosto de coisas claras e desde agora acho que tá tudo escancarado dos dois lados. Não pretendo fazer nada contra vocês por causa disso, então seus avisos ou ameaças (oportunas) escorregam em mim, porque quem não deve não teme. Sempre vou poder te olhar nos olhos de frente, com sinceridade, e te dar um abraço fraterno de amigo.

Sobre aquilo de que meus pés fedem kkkkkkkkkk, essa frase me fez rir pra caralho. Não sei se é um ditado aí que significa que eu tenho um rabo de punheta e depois me queimo, tipo querendo dizer que depois descobrem minhas coisas escondidas, ou se você tá falando literalmente por causa de um problema fisiológico de acúmulo de bactérias e fungos entre os dedos dos pés. Se for a primeira opção, já expliquei até cansar que não escondo nada. Se for a segunda, nem quando uso bota texana meus pés fedem — sempre deixo eles amanhecerem no sereno com talco Kkkkkkkkkkkk mentira, vou tomar banho, desinfetado e perfumado, pra em nenhum dos dois casos ter que lidar com as consequências.

Pra sua tranquilidade, que é a minha e a de todo mundo, fica claro que sou um homem de confiança, que gosta de viver a vida intensamente sem fazer mal a ninguém, que pra sobreviver economicamente trabalha e ganha o dinheiro na boa, que tem valores e princípios éticos inculcados desde moleque em casa — lealdade, nobreza (não de berço) e sinceridade. Se quiser me encontrar como amigo, te convido a me descobrir.

A Ely me fascina como mulher, é adorável, te parabenizo pelo bom gosto. A Mony eu gosto pra caralho. Sua esposa eu chamo de minha gostosa, e sua cunhada de minha égua.

Gostaria que você deixasse elas me passarem os números de celular ou fixo pra gente poder bater um papo por telefone. Também espero o seu, camarada.

Aguardando sua grata comunicação, fico de você da maneira mais respeitosa.

Tato

Depois de ter esclarecido de forma direta as coisas com o marido dela, o Pancho, e já estando tudo certo e ele me dando a autorização e a permissão necessária pra ser o marido oficial da esposa e da cunhada, comecei minha viagem ao México já com os documentos em ordem e também os contatos para as devidas negociações das importações para a empresa.

Fiquei um dia na Cidade do México, mas como eu suspeitava, nada a ver as mulheres de lá com as de Guadalajara e Monterrey, nada fora do comum ou pelo menos não apareceram, em que parte da imensa cidade estariam escondidas, mas não se deixou ver nem uma única desejável.

No aeroporto de Guadalajara, na hora previamente combinada, Ely estava me esperando. Ao sair, vocês não têm ideia da emoção imensa que senti de poder vê-la finalmente, agora perto, a poucos metros, ela estava radiante com seu sorriso de lua cheia e seus dentes muito bem formados e brilhantes, com suas duas covinhas tão doces, sexy e sensuais.

Me aproximei e demos um abraço de estalar as costelas, finalmente podia senti-la, seu hálito, seu cheiro, seu aroma, sua pele macia roçando na minha no nosso cumprimento afetuoso e fraterno. Tinham se passado tantas horas de puta conversa e puta sexo, e finalmente podíamos nos ter. Ela vestia uma gabardina três quartos marrom e umas botas de salto agulha e ponta fina de metal que a faziam parecer mais gostosa e alta.

Depois de nos devorarmos de beijos, que por sinal nenhum foi na boca, foram abraços e beijos nas bochechas e no rosto, e às vezes perto da comissura dos lábios, para manter as aparências caso alguém conhecido dela ou do marido pudesse nos ver e não levantar suspeitas de infidelidade dela, conseguimos, fazendo coração de tripas, segurar a vontade imensa. Mas ao chegar no carro com os vidros escuros, já não aguentamos tanta compostura e nos atiramos um no outro para nos beijar com louca paixão, misturando nossas línguas numa orgia de prazer. Sua língua vibrante finalmente eu tinha, brincando com a minha, e sentia o gosto da saliva dela, que era um néctar de flores frescas.

Ao nos abraçar e nos ter dentro do auto, com os movimentos bruscos, a roupa dela desandou um pouco, e obviamente a minha também. Quando a gente tentou se ajeitar um pouco, depois de ter extravasado momentaneamente nossos desejos sentimentais e carnais, percebi que ela não tava usando nada por baixo da gabardina. Quando ela viu que eu fiz cara de incrédulo, pra confirmar, desabotoou e abriu o cinto, me deixando ver aquele corpo lindo e suculento. Fiquei uns segundos pasmo, vendo o corpo do desejo que me fez viajar tantos quilômetros. Deslizei como um lince por cima dos peitos dela e comecei a lamber, igual tinha sonhado nas minhas melhores punhetas em homenagem a ela, vendo os vídeos e fotos que ela me mandava por e-mail. Não dava pra acreditar que aquele corpo agora tava perto de mim e à minha inteira disposição. Que gostoso ouvir agora o sotaque mexicano dela, me fascinava escutar a voz e o sotaque, parecia que eu tava comendo uma atriz de novela mexicana, porque ela tem um sotaque muito lindo quando fala.

Depois de ficarmos mais excitados, resolvemos ir pra um lugar mais confortável e menos público. Ela pediu pra eu dirigir e disse que ia me guiar pelo caminho que a gente tinha que seguir. Enquanto passávamos pelas ruas em direção a uma cabana que eles têm, bem privada e discreta, nos arredores da cidade, dava pra notar a diferença de raça — ou, pra não me chamarem de racista, porque não sou —, a diferença na aparência das mulheres de Guadalajara. Eu tava dirigindo por uma via rápida no meio de uma floresta, numa estrada de pouco tráfego, e ela ia acariciando meu peito e meus mamilos por baixo da camisa, passava a mão nas minhas bolas por cima da calça e dizia que finalmente me tinha e que ia me provar o quanto antes, porque tava ansiosa por aquele momento.

Depois, descobri que o lugar da cabana ou casa de campo era no meio da floresta La Primavera. Ela já tinha feito os caseiros da propriedade sumirem de lá. e saiam de férias nesses dias pra ficarmos tranquilos, sem nos preocupar com nada. Chegamos na cabana linda, toda mobiliada e com luxos extravagantes, mesmo que ali não fosse a casa onde eles moravam, mas sim um lugar de descanso e, às vezes, era usado, ela me disse, pras putarias que a irmã dela, Mônica, armava de vez em quando.

Entramos na casa com muita pressa, sem nem ter descido minhas malas, e no primeiro sofá que avistei, joguei ela e me deitei por cima. Tava possuído por uma espécie de loucura erótica, essa mulher que tantas paixões tinha despertado em mim finalmente tava à minha mercê, eu ia possuir ela em poucos minutos e meu coração excitado não parava de bombear rápido meu sangue misturado com luxúria pura que invadia meu corpo inteiro, era um vulcão de tesão prestes a explodir, essa mulher de verdade, essa putona desejosa de sexo forte e do bom, tava me despindo como por mágica e minha atitude era de um apóstolo da luxúria, totalmente surdo a lamentos de corno, só pensava em de uma vez por todas possuir ela.

Quando chegou na minha cueca, a Ely pôde ver o estado da minha ereção, minha vara de carne parecia de aço e berrava pra sair da prisão, queria ser livre e ser gozada por essa mulher com letras maiúsculas que qualquer homem não tem esse luxo e eu fui o sortudo de poder aproveitar ela. Sabia que tinha que usar os 6 dias que ia ficar ali pra não ter o remorso de não ter comido ela como a natureza animal manda.

Ela se jogou pra chupar minha rola com desespero e violência, a respiração dela, sonora e entrecortada, cheia de gemidos e ofegos, mostrava o nível de tesão dela, o sofá era muito confortável, amplo e macio, de couro cor marrom igual à gabardina dela, mas mais claro, ela brincava com minhas bolas e a ponta da minha rola, fazendo sair jorros cristalinos de pré-gozo, que ela esticava o fio até onde dava, misturando com a saliva a minha virilidade.

Fazendo um 69, me dediquei a chupar a buceta Buceta que tava quente igual forno e jorrava fontes de líquidos com um aroma mais tesudo, eu bebia tudo, engolia tudo com minha boca e minha língua brincalhona não dava trégua nem um segundo nos seus lábios vaginais gostosos que eram rosados e a ppk dela (pélvis) era bem marcada, lambi a bunda dela com gosto por um tempão, a xereca dela destilava sucos de todas as gozadas e o couro do móvel já tava encharcado de tanto líquido que o vulcão dela soltava. Com minha boca fiz ela gozar várias vezes e ela gritando igual uma louca desvairada e me puxando pelos cabelos me parava quando não aguentava mais prazer, quando gozava ficava quieta um tempo e depois soltava uma enxurrada de fluidos que parecia uma enchente de inverno escorrendo pelas pernas dela.

Ela tava meio desmaiada, mas ainda sentia a luxúria no corpo, cada vez me fazia molhar mais a pica com os movimentos e carícias dela, o corpo violão dela tava meio molhado porque se revirava nos próprios fluidos, Elizabeth tem uma capacidade de gozar única, ela diz que é por causa do tempo de abstinência e desejos reprimidos que quando explode é igual vulcão que fica inativo por anos mas quando entra em erupção faz com muita força e violência.

Adorava ouvir os gemidos e os xingamentos dela, a linguagem de rua dela eu já entendia e ela tava muito cachorra, queria finalmente provar uma pica bem dura que chegasse até os rins e apertasse o útero com a cabeça inchada igual de cachorro. Abriu as pernas subindo uma no encosto do banco e a outra pendurada no ar...

Do jeito que deu se ajeitou e falou:

- Pai, me parte no meio de uma vez, sua puta...

Queria agradar ela e também me agradar, não aguentava mais e até ia gozar de tesão antes de meter, chamei meu autocontrole e fui enfiando devagar, bem devagarinho, milímetro por milímetro, fazendo ela aproveitar cada passo da minha investida, cada avanço era A glória para nós dois, nos olhando fixamente nos olhos, a única coisa que podíamos fazer era nos curtir e continuar sendo cúmplices do nosso desejo e luxúria animal.

Quando faltavam uns centímetros pra entrar no corpo dela, enfiei de uma vez até o fundo e senti um osso bater na ponta do meu pau e minhas bolas batendo na bunda quente dela. Ela ficou como desmaiada por uns momentos, e eu, revirando os olhos no meio do paroxismo, aproveitei cada milésimo de segundo do momento. Finalmente, a mulher que me faria viajar tanto pra poder vê-la e tê-la estava empalada no meu pau, com minhas bolas batendo na bunda dela.

Comecei a chupar os peitos dela e a acariciar o corpo escultural dela. Me sentia como se estivesse com a Gloria Trevi, era tão parecida que vinham imagens de calendários feitos pela famosa cantora mexicana. Eu bombeava devagar, às vezes rápido, mas o tempo todo no controle da mulher mais gostosa de todo o México. Tava conquistando um México equatoriano no corpo da melhor fécutie dele.

Ficamos naquela poltrona por horas, muitas horas, entregues, suados, e éramos o encontro de dois países transando, o encontro de duas culturas numa posição só. Na posição missionária já era o suficiente naquele momento pra nos entregarmos um ao outro. Gozei duas vezes dentro dela sem tirar, e ela gozou umas quantas vezes. Ao anoitecer, caímos no sono, só colocamos uma coberta e, abraçados, dormimos envoltos na junção dos nossos corpos e dos fluidos dos dois. O que nunca vou esquecer é a cara de satisfeita que ela tinha e a pele lisa e limpa dela. Era uma expressão digna de ser imortalizada num quadro do Leonardo.

Acordamos às dez da noite, exaustos e saindo do nosso transe, o que nos deu foi muita fome depois de gastar tanta energia no nosso primeiro encontro. Era impressionante como nós dois nos consumíamos, como se cada um dos nossos corpos fosse um ímã que tira energia do outro. Isso foi Sentia, nossos corpos eram dois ladrões de energia um do outro. Tomamos banho juntos e nos beijando como na nossa primeira noite de núpcias e, ao sair, ela ligou pro marido pra dizer que tava tudo bem e também pra irmã dela, com quem ela me fez falar um pouquinho e cumprimentar. Ela me disse que no outro dia a gente ia se ver e que fôssemos buscá-la na empresa dela. Pediu comida pra casa e deitamos pra continuar com nossas carícias, cada um era um brinquedo novo pro outro e a gente não queria soltar.

A cada momento a gente ria e tinha carícias sem fim um pro outro. A comida chegou e, como dois casados, a gente se dedicou a compartilhar o prazer de viver juntos… finalmente, depois de recuperar as energias, porque era justo e necessário comer, a gente sentou pra ver TV e começar a se provocar de novo pra gozar naquela putaria total e desenfreada que a gente não conseguia controlar. Era tanta vontade que a gente tinha um do outro que aquela cama rangia de tanto movimento brusco, éramos dois vulcões em erupção. Ela ficou de quatro, no estilo cachorrinho, e ao ver a bunda perfeita e empinada dela, eu disse que queria provar o cu dela, e ela mostrou que era exatamente o que mais queria. Ela pegou meu pau e foi enfiando gostoso no cu apertado e delicioso dela. Assim que me senti dentro, até as bolas, ela começou a gozar e gritar como se tivesse possuída por um demônio. Nunca tinha conhecido alguém que curtisse tanto sexo anal, ela curtia mais do que pela buceta, era impressionante ver como ela se esguichava a cada momento e eu adorava que ela mijasse daquele jeito, a ponto dos lençóis da cama ficarem encharcados.

Finalmente tenho um pau gostoso e duro pra me furar, me dá mais, papai, me dá mais, que filho da puta gostoso que você é, nunca vou te soltar, do meu lado você não vai sair.

Toma esse pau, sua puta, era assim que você queria ter, né?

Sim, que macho mais delicioso que você é, gosto como você aguenta horas, isso eu não tenho com meu marido, aaaaaayyyyyyyyyy que delícia de pau, você é meu macho e quero que amanhã você coma minha irmã e que ela prove o gostoso que você é. Mmmmmm, você me mata, gostoso, me mata, me faz sentir tão mulher, finalmente tenho uma rola pra aproveitar à vontade.

Terminei no cu dela e meu leite espalhou por todo o intestino dela, eu gozei uma vez só, mas já de madrugada, depois de tanto sexo bom e quando ela já tinha gozado várias vezes, dormiu no meu peito feito uma criança, com a carinha deliciosa e sorrindo, eu acariciei o cabelo dela até pegar no sono, exaustos, merecendo o sono dos justos, dormimos entregues nos braços de Morfeu…

No dia seguinte, acho que era meio-dia, acordei com um boquete magistral, um dos mais gostosos que já provei até hoje. Depois de deixar minha rola Elizabeth no ponto, ela subiu em mim e me cavalgou como uma amazona. Depois de se esfregar gostoso na buceta dela e aproveitar a saída involuntária do meu pau, ela pegou e enfiou no cu até o fundo. Eu acariciava a cintura linda dela, beijava o corpo onde dava, e já com a claridade, me excitava ver como ela mexia a barriga perfeita, saída das Mil e Uma Noites, com um piercing no umbigo. Enquanto isso, ela massageava meu saco com as unhas compridas, e eu bombeava pra cima, tentando me enterrar mais nela. As caras de prazer que ela fazia me estimulavam ainda mais, e a cada estocada que ela dava em si mesma, os peitos lindos dela se aproximavam, e eu chupava à vontade, lambendo os biquinhos bem durinhos. Tentando, dos dois lados, fazer o ato e o prazer durarem, depois de um bom tempo, ela mijou de tesão em cima de mim, e eu me despluguei dela pra espalhar meu leitinho quente na boca dela, no cabelo e nos peitos, o que ela recebeu com deleite epicurista. Essa mulher me fazia produzir quantidades industriais de porra, porque eu mesmo me surpreendi com a gozada, abundante e grossa, escorrendo pelo corpo dela, e antes que caísse nos lençóis, ela se esfregava como se fosse um bálsamo no corpo todo.

Que jeito gostoso de acordar numa cidade nova… Saímos pela cidade pra resolver meus assuntos de trabalho e, depois que me liberei, fomos buscar a Mônica, irmã dela, no escritório. Era um negócio grande de impressões digitais e design gráfico, do qual a Mony era dona.

Quando entrei no escritório com a Ely, ela me olhou dos pés à cabeça com uma certa malícia, se aproximou de mim e, me dando um abraço forte e um beijo na boca, nos sentamos pra conversar. Ela deixou algumas entregas organizadas que precisavam ser feitas e fomos pra um restaurante que elas gostavam de frequentar. Almoçamos juntos, e eu, na companhia das duas irmãs, não sabia definir — e até agora não sei — qual das duas é a mais gostosa.

Me sentia sortudo com aquela companhia, e a Mony não parava de perguntar sobre a nossa primeira noite. A Ely, toda empolgada, contava com todos os detalhes cada cena que a gente viveu. Elas começaram a se provocar, e eu achei a coisa mais fofa, porque começaram a brigar feito duas meninas mimadas.

Depois do almoço, fomos pra empresa do Pancho e pudemos nos conhecer pessoalmente. Ele me pareceu muito gente boa, e também percebi que era muito ocupado e importante no trabalho. Ficamos conversando sobre coisas bobas de negócios no escritório dele enquanto as duas bonecas sumiram. Não falamos nada sobre sexo, só combinamos que nos dias que faltavam eu ficaria com elas na cabana, e agradeci pela confiança dele. Aí as duas bonecas chegaram e me convidaram pra conhecer a cidade. Era mais que um sonho ter aquelas guias turísticas. Chegamos cansados na cabana depois de jantar, mas nunca cansados demais pra não ter um sexo delicioso. No carro, enquanto uma dirigia, eu me esfregava na outra, e alternava a cada momento pra poder atender as duas como elas pediam. Eram as mulheres mais safadas que eu já conheci, pediam guerra, e era isso que eu ia dar. O tempo todo, meu pau duro com aquelas gostosas do meu lado, então eu teria que possuí-las agora por... dupla partida.
Todos nós tomamos banho e as duas, deitadas uma de cada lado, começaram a me tocar. Ely começou a me beijar de um jeito safado e Mony se dedicou a percorrer meu pau com a boca, me fazendo uma mamada fenomenal e acariciando minha bunda com certo deleite na ponta da língua enquanto punhetava devagar meu pau bem duro. Eu estava prestes a explodir e as veias pulsavam de tesão.

Pedi a xereca dela para comer a Mony, que me entregou gostosa, cheia de sucos. Enfiei meus dedos e minha língua não parou de percorrer cada milímetro da extensão da caverninha do prazer dela, e ela gritava se contorcendo como uma gata no cio. Ao mesmo tempo, Ely sentou na minha cara e, alternando as mamadas, eu curtia duas bucetas só para mim. Exercitava minha língua e meu pescoço como numa academia, levantando e chupando os sucos da minha gostosa e da minha potra, dessa vez juntas.

Feito um cavaleiro tarado, montei na Mônica para cavalgá-la. Ela, desejosa de me ter, abriu as pernas de par em par e eu enfiei de uma vez até o fundo. Ely pegava meu pau e, como um anel com os dedos, fazia minha vara deslizar na buceta da irmã dela. Em pouco tempo, a Mony teve um orgasmo violento, os músculos se tensionaram e ela ficou em silêncio, franzindo o rosto, perdida no próprio prazer. Enfiei meu pau mais duro do que nunca, mas ela estava muito irritada e não queria que eu tocasse nela. Deixei ela descansar e me dediquei à minha gostosa. A potra já estava domada… chegou a hora de fazer a gostosa pegar no tranco, aquela que eu já tinha domado na noite anterior. Ela quis que eu enfiasse sem remorso, porque a visão da trepada que eu dei na irmã dela a deixou muito excitada. Sentei numa cadeira e parecíamos dois selvagens trepando como animais, enquanto a irmã dela, recuperando as forças do orgasmo, começava a ressuscitar.

Ely apoiou a cabeça nos ombros da Mony, enquanto ela a segurava pela cintura, sentada de frente para ela, e ajudava a mover a bunda para cima e para baixo. pra enfiar meu pau o mais fundo possível, eu continuei sentado na cadeira dando empurrões pra cima, curtindo o espetáculo de vê-la sentada de costas pra mim enquanto olhava de frente pra irmã dela, que com um olhar completamente tarado não perdia nenhum detalhe da foda que eu tava dando na consanguínea dela. A atitude dela era totalmente voyeurista, só ficava olhando e ajudando a gente a ter encaixes mais confortáveis e gostosos.

A Mony curte desse jeito, nos ajudando como uma assistente disposta a cuidar da irmã dela e de mim pra ter umas transas melhores, ela dava apoio no que a gente precisava, enquanto a gente precisava de ajuda pra posicionar a Ely em alguma posição ela sempre tava pronta, se meu pau escapava por causa dos movimentos às vezes meio brutos pela própria excitação ela colocava de volta, se a Ely queria me chupar a Mony pegava meu pau e colocava na boca dela e às vezes ajudava a me dar umas linguadas gostosas quando eu tava chupando a Ely a irmã dela abria as pernas dela, abria a buceta com as mãos o máximo que podia pra eu conseguir meter dentro dela com minha boca, enfim o importante é que ela curte desse jeito e eu curto ainda mais quando ela também quer enfiar meu pau pra acalmar o tesão que ela tava sentindo ao nos ver.

Cansados dessa posição fomos pra cama, me deitei de barriga pra cima esperando a Ely montar em mim, ela subiu em cima de mim e começou a procurar minha penetração mexendo a bacia pra cima e pra baixo, como não entrava e a gente não usou as mãos pra encaixar, entrou em ação de novo a irmãzinha prestativa dela pra pegar meu pau e guiar pra caverninha molhada da maninha, enquanto eu sentia a mão dela em volta da haste do meu pau ela abria a bucetinha da irmã e ela mesma unia nossos sexos pro prazer infinito dos 3.

A gente continuou fodendo nessa posição, ela sentada no meu pau e eu curtindo os peitos dela, chupava com paixão, amassava e também deixava eles sozinhos pra ver como balançavam quando ritmo dos movimentos da Elizabeth, é um espetáculo ver esses peitões balançando de um lado pro outro, às vezes quando ela tá em pé ou quando se abaixa em cima de mim, ficando literalmente pendurados como frutas enormes da árvore dela à disposição da minha boca, eu peguei e chupei com força, segurando com as duas mãos cada um deles, alternando pra aproveitar bem. Às vezes meu pau escapava por causa dos movimentos bruscos, mas a Mony tava lá pra colocar de volta no lugar, às vezes sentia que ela aproveitava quando saía pra dar umas chupadas antes de enfiar de novo, também sentia ela chupando a buceta da Ely antes de eu enfiar meu pau nela de novo. Adoro essa sensação de putaria e tesão máximo que dá ter alguém te ajudando a transar de forma mais confortável e gostosa. A Ely, igual na noite anterior, começou a me dar um show de orgasmos e dizia que tava surpresa com minha resistência, porque meu pau, em vez de amolecer, tava mais duro do que nunca, totalmente ao contrário do que ela tava acostumada. As duas curtiam meu pau de um jeito e de outro, enfiavam em todos os buracos delas e aproveitavam ao máximo. Uma hora e outra me colocavam do jeito que queriam e compartilhavam o mesmo macho com o maior prazer. O que mais curti naquela noite foi quando coloquei a Mônica por cima, de costas pra Ely, e comecei a bombar as duas, alternando as enfiadas nas bucetas meladas delas, agora uma gritava, agora a outra dava berros. Também coloquei as duas de quatro, juntinhas, e alternando as enfiadas pra ser justo, metia dez vezes no cu de uma e dez no cu da outra. As duas adoravam sexo anal, e a Mônica curtia demais quando, com meu pau, eu dava posse pra irmã mais velha dela. Com tanta brincadeira e estímulo a noite toda, que eu curti elas e elas me curtiram, acabei gozando uma porrada grossa de porra espessa, abundante e quente na boca das duas. que compartiam como duas boas irmãzinhas, passamos a noite toda fodendo e comendo e eu gozei dentro delas gostoso sete vezes antes do amanhecer, depois ao acordar veio a respectiva trepada matinal mas agora era em dose dupla e foi assim durante todos os quatro dias que restaram, aproveitei os corpos delas, suas bocas, suas bucetas e suas bundas até a saciedade, nunca antes tinha transado tanto na minha vida, essas duas irmãs fizeram valer a pena viajar tão longe pra conhecê-las e mais, tô pensando em voltar de novo porque a lembrança à noite dessas duas ninfas à minha disposição é de enlouquecer.

Tenho guardado na mente as palavras delas com aquele sotaque mexicano quando eu as possuía e elas me diziam:

Dá bem o cock gostoso, fode a gente bem fodida e faz a gente gozar com teu poder.

Fode bem a puta da minha irmã que o marido não dá o que essa puta merece.

Abre bem o cu dessa puta, não vê que é uma safada que adora levar um cock bem duro como o teu.

Olha na cara dela e como goza a vagabunda.

Somos tuas duas cachorras e tuas putas, faz com a gente sempre o que quiser.

Finalmente conseguimos gozar um cock bem duro e que dura, olha como entra no teu cu, irmãzinha.

Tudo isso e muito mais mas com sotaque mexicano de meninas mimadas e taradas que não sai da minha mente, as vozes e as lembranças enquanto eu as comia.

Todo o tempo que passei com elas literalmente banhei elas de porra a toda hora que elas quiseram e enfiei meu cock em todos os buracos e elas gozaram como duas boas vadias fogosas, antes de voltar fui me despedir do Pancho e devolver sãs e salvas as mulheres dele, uma a esposa e a outra a amada cunhada, ele ficou agradecido porque disse que notava um brilho de felicidade e satisfação nos olhos delas e era isso que o fazia feliz vê-las assim, ela disse que aquilo duraria muito tempo e agradeceu por ele ter deixado ela comer comigo à vontade. Sempre estamos em contato e queremos repetir logo, vou manter vocês informados.

Espero, Mônica, que esse relato que você me pediu tenha atendido suas expectativas e me desculpe por ter feito você esperar tanto por ele.

Aguardo seus comentários e mensagens, que são sempre bem-vindos, especialmente, como neste caso, se forem de mulheres do Equador, que é onde moro, da Colômbia, Peru e México, que é para onde viajo a trabalho. Deixo claro que não tenho nada contra as minas do DF, então não fiquem ofendidas, por favor... Mulheres gostosas tem em todo lugar, mas naquele dia não vi nenhuma.

Tato
semental_de_esposas@hotmail.com
Skype

4 comentários - Duas irmãs mexicanas me chamam pra foder

jajajajajaajjaja ese dia no las vi.
Muy buena historia yo soy de guadalajara :3