Testemunhas de Jeová Gostosas

Esclarecendo, a história não é minha, espero em breve compartilhar minhas experiências por aqui, mas achei muito boa e pensei em compartilhá-la, espero que gostem tanto quanto eu. 🙂

No fim de semana seguinte, Edu me ligou todo excitado, dizendo que tinha uma boa preparada para o dia seguinte. Perguntei que porra era aquela e ele explicou que ontem bateram na casa dele um casal de Testemunhas de Jeová, querendo anunciar a boa nova e toda aquela palhaçada de sempre. Ele tinha dito que estava interessado, mas que naquele momento não podia atendê-los, que preferia marcar para o fim de semana. Eles concordaram e combinaram para domingo. Os pais dele estavam fora, já que todo fim de semana iam para o chalé na montanha, então ele tinha a casa toda pra fazer o que quisesse.

Decidimos evangelizar nossos evangelizadores e nada melhor pra isso do que montar uma espécie de missa negra na sala de jantar da casa dele. A gente curtia uns temas esotéricos e já tinha feito sessões espíritas e até umas invocações demoníacas. Não acreditávamos de verdade, mas era divertido e chocava geral, que era o que a gente queria. Naquela época, eu costumava usar minha camiseta preta do Black Sabbath e uma cruz invertida. Não era nada comum, então era extremamente provocador. Já tinha visto mais de um se benzendo quando passava por mim vestido daquele jeito. Preparamos o cenário com todo cuidado: persianas fechadas, música adequada, luzes baixas e avermelhadas, uma espécie de altar de sacrifícios e toda a parafernália que a gente imaginou. Além disso, Edu tinha conseguido e instalado muito bem escondida uma câmera de alta qualidade, que permitiria gravar as caras deles mesmo com pouca iluminação. Quando a campainha tocou, a gente mal se segurava pra não rir.

Mas quando abrimos a porta, os surpreendidos fomos nós. Edu tinha me avisado que viriam dois coroas de cinquenta anos e que nossa missão seria tentar fazer com que eles não saíssem correndo na hora. segundos, mas quando vimos aquelas três gostosas do outro lado da porta, os surpresos fomos nós. Eram três minas, nenhuma chegava aos vinte e cinco e estavam muito boas. Só que vestidas bem comportadinhas, quase de uniforme, com saias escuras abaixo do joelho, salto baixo sem meia e blusas brancas, com aquele monte de literatura de bosta debaixo do braço e marcando umas curvas que faziam a gente ficar duro só de olhar.

Elas vinham bem doutrinadas, provavelmente pelos otários que tinham visitado o Edu antes, mas não esperavam encontrar dois malucos que, aparentemente, tinham acabado de fazer uma missa negra. Mandamos elas entrarem, o Edu me apresentou como Sacerdote do Culto Sabático e mandou elas sentarem. Começaram a explicar o papo delas, claramente desconfortáveis com o ambiente, apesar de como a gente tava atento e tentando fazer cara de bonzinho, até que num dado momento, uma delas, a Marta, que tinha sido a voz principal até então, não aguentou a curiosidade e perguntou qual era a da nossa seita.

Muito solenemente expliquei que não era seita nenhuma e inventei um discurso filosófico-religioso foda. Chegamos num ponto em que eu tinha os quatro completamente bobos me ouvindo, incluindo meu amigo Edu, que sabia perfeitamente que era tudo inventado na hora. Resolvi arriscar e comecei a explicar uns ritos específicos, onde se oferece uma virgem, "vocês são, né?" num altar e, fazendo certas invocações, consegue-se o êxtase e a pureza máxima da virgem e o gozo divino dos presentes. "Querem tentar?". Agora fui eu que fiquei de boca aberta, quando ouvi a Merche e a Verônica, que não tinham dito uma palavra, falarem quase em coro "sim, adoraríamos". Notei a Marta meio reticente, então foquei nela na hora de explicar todo o ritual. Quando vi ela meio convencida, propus começarmos a cerimônia e elas responderam As três responderam em coro que sim.

Pedi pro Edu criar a luz cerimonial (O parceiro já tava sacando por onde os tiros iam, então rapidinho deixou o quarto na penumbra, com um ponto de luz avermelhada indireta, meio escondida num canto. Além disso, teve a boa ideia de ligar o aquecimento no máximo. Mandei as três tirarem os sapatos, se deitarem no chão (por sorte tinha carpete na sala), com as cabeças juntas, mas sem se tocar, no centro do quarto, e os pés de uma virados pro "sul-sudeste", da outra pro "norte" e da terceira pro "sul-sudoeste".

Abençoei minha sorte, porque, em vez de estar assustando duas quarentonas puritanas, tava num quarto na penumbra, com três gostosas deitadas de barriga pra cima esperando alcançar o êxtase místico prometido pelo Sumo Sacerdote, ou seja, por mim. Foda demais!

Contei quais eram minhas intenções pro Edu pra ele entrar na onda e, deixando a Marta por último, pra não dar pra trás e estragar o esquema, focamos na Merche e na Verônica.

Comecei uma ladainha lenta, e com voz sussurrante e melosa, deixei cair um lenço de seda no rosto de cada uma, pedindo pra fecharem os olhos, enquanto uma música suave e relaxante tocava de fundo. Me ajoelhei do lado da Merche e comecei a desabotoar a blusa dela — "pra alcançar a pureza, tem que se livrar de toda cobertura exterior" — recitei no mesmo tom de voz meloso e profundo. Quando aqueles dois melões imensos, cobertos só pelo sutiã, ficaram ao alcance dos meus olhos, até a voz tremeu. Continuei recitando, agora a letra em inglês de uma música da minha banda favorita, Black Sabbath, enquanto puxava a saia dela pra baixo e tirava toda a roupa íntima. Babando com o corpo lindo que se mostrava e com a pica dura igual aço, me surpreendi como tudo tava indo tão bem. O Edu foi repetindo todos os meus passos com a Verônica, enquanto a Marta parecia mais confiante, meio viajando, como se tivesse concentrada na música. e minha voz.
"Agora vos será transmitido o poder sabático através da imposição das mãos, carícia suave no início, conhecimento profundo no final". E em seguida, comecei a acariciar a Merche, começando pelos pés, roçando levemente com as pontas dos dedos, subindo pelas panturrilhas, chegando às coxas, contornando os pelos pubianos e subindo pela barriga dela… aqui, a Verónica não aguentou as cócegas e começou a rir e se encolher, então, aumentando o tom de voz, a repreendi, exigindo concentração porque senão o ritual não funcionaria direito. Ao mesmo tempo, por gestos, indiquei ao Edu que evitasse fazer cócegas nela, pra não foder com a nossa parada. Continuei minhas carícias, chegando aos peitos, coroados por uns mamilos completamente eretos e duros, e não de frio, exatamente.

Quando as acariciamos à vontade, notamos uma certa umidade na parte mais sensível delas, parte que tínhamos evitado expressamente até agora. "Agora vem quando as eleitas pelo poder divino sentirão como lhes é soprado o alento do êxtase, que vos levará à pureza". Nesse momento, com toda a delicadeza, abri os lábios vaginais da Merche e, enfiando a cabeça entre as pernas dela, soprei suavemente, para em seguida me dedicar a lamber a buceta dela, alternando entre lambidas profundas na vagina e jogos rápidos de língua no clitóris. O Edu, logicamente, seguiu a onda e em questão de segundos tínhamos as duas gemendo e se contorcendo de prazer. Depois de uns dois minutos, sentindo o orgasmo da Merche muito próximo, senti um tapinha no ombro. Não disposto a interromper um trabalho tão gostoso, enfiei dois dedos na vagina dela enquanto levantava a cabeça pra ver o que estava rolando. Desde o momento em que comecei a chupá-la, tinha deixado de controlar a Marta que, ao ouvir o que estava acontecendo, tinha se levantado e, completamente excitada com o que estava vendo, tinha desabotoado a blusa e abaixado a saia e, a danada, Ela tinha chamado minha atenção sem quebrar "o encantamento" das duas sortudas companheiras dela. Percebi que ela já tinha sacado toda a enrolação que eu tinha dado e que o que ela queria era foder, então, por sinais, fiz ela ocupar meu lugar na frente da buceta da amiga dela, a Merche. Fiquei meio surpreso ao ver com que vontade ela se ajoelhava e começava a chupar, pra ser uma Testemunha de Jeová virgem, se comportava que nem uma putinha.

Fiquei atrás dela e, pra avisar o Edu, no mesmo tom de iluminado místico, falei em voz alta "e depois do sopro divino…" O Edu, que também já tinha a Verônica pronta, levantou a cabeça e continuou metendo os dedos na parceira dele, enquanto esperava instruções "… Vamos aprofundar no corpo pra que a comunhão seja completa". Enquanto falava isso, por trás, enfiei de uma vez meu pau na Marta, que tinha passado de lamber a enfiar dois dedos de cada mão ao mesmo tempo na vagina da Merche. O Edu, com um sorriso de orelha a orelha, se deixou cair devagar em cima da Verônica e enfiou lentamente o rabo dele o mais fundo que conseguiu.

A cena era impressionante: o Edu fodendo com tudo a Verônica, que não parava de gemer enquanto ele agarrava os peitos dela (como se fosse fugir) e beijava ela com uma paixão descontrolada através do lenço de seda que ainda cobria o rosto dela. Do lado, a Merche completamente escancarada, via a Marta chupando a buceta dela e, segurando a cabeça da outra, falava no maior êxtase místico "isso, continua assim, me dá o prazer divino, não para". A Marta, que não parava, tava de quatro, comigo atrás fodendo ela desesperado, soltando toda a energia acumulada desde que a porta abriu e a gente viu aquelas três gostosas, tão comportadinhas no começo. Depois de alguns minutos, gozei, descarregando todo o meu leite nas nádegas da Marta (com essas puritanas, é melhor não brincar de papai e mamãe), e me sentei com as pernas esticadas e as costas contra a parede perto, chamando Merche dizendo "Vem lamber o cetro do prazer, pra ele encher de novo e poder te dar também a comunhão divina. E você, Marta, faz o Edu te encher com o cetro dele, que eu tô vendo que a Verônica já tá satisfeita". Enquanto Merche obedecia minhas instruções à risca (pra depois não dizerem que são umas recalcadas), o Edu saiu de dentro da Verônica, que tava exausta dos inúmeros orgasmos que ele tinha feito ela ter (bom garoto). Ele deitou de barriga pra cima e a Marta sentou em cima dele, começando a cavalgar feito uma louca, até gozar daquele orgasmo que tava rondando ela desde que eu meti pela primeira vez. A Merche tinha conseguido levantar o meu pau com o trabalho de boca dela, inexperiente mas bem intencionado, com certeza ia aprender rápido. Mandei ela sentar em cima de mim e me cavalgar, segurando os peitos dela com uma mão e procurando o clitóris com a outra, fazendo ela gozar várias vezes em questão de minutos, até cair derrotada em cima de mim. Tirei ela de cima e pedi pra ela e pra Verônica fazerem um sessenta e nove. Elas obedeceram, mas tavam bem mais tranquilas e relaxadas do que minutos antes. Fui até onde o Edu e a Marta estavam e mandei ela se jogar em cima dele. Em seguida, lubrifiquei o cu dela com saliva e, quando vi que tava no ponto (dois dedos entravam e saíam ao mesmo tempo sem problema nenhum), apoiei meu pau na bunda dela e fui penetrando pelo cu, no mesmo ritmo da foda com o Edu. Quando ela teve os dois paus enfiados completamente dentro dela, a Marta começou a se mexer e gritar que nem uma louca, pedindo pra gente não parar, que ela tava vendo a luz.

Depois de vários minutos nessa situação, ela ficou toda dura, como se tivesse levado um choque, até desabar pro lado, se soltando da gente e completamente exausta. Ela realmente tinha alcançado o êxtase divino.

Enquanto isso, a Merche e a Verônica tinham pegado gosto pela coisa de ficar se lambendo. Chuchinho, por que elas estavam super entretidas, gemendo sem parar. A gente se posicionou um atrás de cada uma e metemos, de modo que cada uma era comida por uma rola, enquanto chupava a outra e lambia o coelhinho da parceira. Ficamos assim por um tempão, até que não aguentamos mais e, tirando a rola dos buracos delas, enfiamos na boca da outra, pra gozar com tudo que tínhamos dentro delas e fazer com que lambessem até ficarem brilhando. Já que tínhamos tanta submissão à disposição, por que não aproveitar?

Voltando à realidade e mais relaxados, sentados todos pelados e misturados no sofá e nas poltronas, Verônica comentou que estava de saco cheio da repressão que rolava nas Testemunhas e que preferia continuar na nossa seita. Merche disse que concordava e, enquanto Edu e eu trocávamos olhares de circunstância e eu me preparava pra começar a explicar a verdade pra elas, ouvimos Marta, bem autoritária, dizer: "Vocês têm razão. Hoje eu vi a luz e isso é a religião do amor verdadeiro" e, olhando diretamente pra mim, continuou "o sumo sacerdote me disse que eu devo continuar o trabalho dele, evangelizando com a ajuda de vocês todos os pobres de espírito que não conseguem reconhecer a verdade, não é mesmo?" Aproveitei a deixa que a gostosa da Marta me jogou com mais cara de pau do que costas e afirmei solenemente "Ele e eu fomos apenas o veículo divino que serviu pra que a verdade fosse revelada à autêntica Sacerdotisa Suprema do Prazer Divino. A partir de agora, são vocês três, capitaneadas pela Marta, que têm que fazer a verdade ser espalhada e os rituais praticados. Nós viramos simples mortais que esperam continuar aproveitando os favores do grupo como veículo iluminador e nada mais"

"Que assim seja" disse Marta solenemente. "Que assim seja" responderam em coro Marta e Verônica. "E agora temos que ir. Sigam-me, minhas fiéis sacerdotisas", disse de novo. Marta, piscando o olho pra mim, mandou elas se vestirem e foram embora.
Eu e Edu ficamos com cara de choque: "Não acredito nisso", falou o Edu. "Pois acredita, a gente criou um monstro, uma nova seita".

No dia seguinte, a gente comentou com o Cristóbal, que se cagando de rir falou: "Vocês não tão achando que eu vou acreditar nessa merda, tão? Achei foda pra caralho vocês terem passado a tarde toda se acabando na punheta enquanto imaginavam umas minas peladas. Mas ninguém cai nessa". Eu só deixei uma cópia da fita que a gente tinha gravado em cima da mesa pra ele ver...

3 comentários - Testemunhas de Jeová Gostosas

Buen relato, no tendrás el vídeo por ahí guardado?....
Muy fumado el relato. Aunque mejor no opino, mi esposa es Testigo de Jehová y Poringuera, ja, ja, ja.
Saludos.