Trio forçado em Tucumã

Uma grande empresa nacional de cartão de crédito tinha contratado eu e meu sócio da época, na consultoria que a gente tinha, pra dar um treinamento numa das filiais novas, em San Miguel de Tucumán. Depois de três dias de workshops intensos e umas reuniões protocolares, eu e o Beto combinamos que, depois do jantar de encerramento, íamos dar um rolê pra conhecer a noite tucumana. Éramos jovens, solteiros (eu tava namorando, mas com ela era de boa, ela me dava liberdade pra umas aventuras sem importância nessas viagens, e eu dava liberdade pra ela sair com as amigas da faculdade e aprontar de vez em quando, um acordo que a gente tinha pra quebrar a rotina), tinham acabado de nos pagar uma grana boa, então tava decidido: tinha que sair pra curtir.

Uma das participantes do curso, que era chefe administrativa na época, uma mina bem gostosa, de rosto mais ou menos mas com um rabo enorme, peitão e uma bunda empinada, falou que se a gente quisesse, ela e a irmã dela podiam nos guiar. E foi assim que eu e o Beto já imaginamos a gente pegando as duas.

Elas nos buscaram no hotel no carro da irmã, e foram pra uma cidade perto chamada Yerba Buena (que nomezinho, hein? Pra fazer jus ao nome, a gente acendeu uns baseados e foi fumando um durante toda a viagem). Chegamos, fomos pra uma balada, parecia um lugar meio chique, tomamos uma bebida lá fora e depois entramos. Depois de dez minutos dançando com as minas, aparece um macaco humanóide com cara de bravo xingando a gente, agarra a irmã da anfitriã pelo braço e puxa ela pra fora. Minha primeira reação foi encarar ele, mas depois de ver que o cara tava acompanhado de metade do time de rúgbi, o bom senso mandou a gente vazar dali pra merda. Foi assim que, enquanto a mina que nos trouxe corria atrás da irmã, a gente se separou do grupo e se mandou no meio de outra pista.

Depois do baque e de que quase tomamos uma surra dos seguranças, a gente se entreteve tomando uns drinks. Depois de bastante álcool e já bem bebados os dois, o Beto fala que vai ao banheiro, e eu aproveito pra dar uma volta furtiva, meio com medo de trombar os gorilas, mas por sorte estavam longe, na deles, com um grupo de minas muito gostosas e muito patricinhas que se ofereciam pra eles.
Tava nessa quando sinto uma mão enfiada no fundo da minha bunda. Viro, uma mina, nada mal, peitos bons, carinha bonita, mas com um visual bem simples pra aquele ambiente. Encaro ela e ela me diz, morrendo de rir, pra continuar olhando pras "gostosas", que as "feias" como ela ninguém olha.
Na hora comecei a conversar, e papo vai papo vem começamos a pegar, a gatinha era muito gente boa, me contou que era de Salta, que morava em Tucumán com duas amigas e o namorado e que estudava Psicologia, me disse que também era de um grupo de catequese da igreja, o que me surpreendeu, mas beleza, não ia ficar investigando a vida da gatinha, queria ver se conseguia comer ela um pouco e pronto.
Quando tava no maior agarro, aparece o Beto bebasso e para do meu lado... "Uhh", falo pra mina, "desculpa, esse é meu amigo, é que ele bebeu demais e não aguenta muito".
"Sem problema", ela diz, se afasta um pouco de mim e agarra o Beto, fala "Oi Beto" e na hora aperta a pica dele com a mão, enquanto com a outra puxa o rosto dele pro dela e enfia a língua... eu não entendia nada, com que tipo de puta eu tinha me metido?
Sem saber o que fazer, fiquei parado, pensava comigo: talvez a gatinha tenha gostado do Beto, nesse caso vou vazar, mas quando tava matutando, ela volta pra perto de mim, me dá um beijo de língua e, disfarçadamente, abre meu zíper, tira minha rola pra fora e começa a acariciar devagar.
"Vamos pra casa?" ela me diz.
Eu nem pensei: "Bora, vamos... pegar um táxi".
"Nãooo, espera um pouco, a gente veio de carro", ela fala.
Esse "a gente" me soou estranho, mas... Quando vi ela chegando com outras minas, falei: "ahh, beleza, festança braba!!!!"
"Ela é a Claudia, é de Santiago del Estero, ela é a Elisa, de Jujuy, e ele é o Andrés, meu namorado" – e me apresenta um cara que não sei de onde surgiu.
Imagina, mano, eu com o zíper aberto, a pica dura, e essa me apresenta o namorado!!! Um moreno baixinho, de bom corpo, gatinho apesar de pequeno...
Enquanto me recuperava da surpresa, vejo o Beto começando a pegar as minas, e a gatinha pega na pica dele de novo... mas na frente do namorado!!!

Pego ele pelo braço e falo: "Negão, pra que ser otário? O namorado tá ali, vamo vazar pra merda", mas o Beto tava tão bêbado que nem entendia o que eu falava e queria continuar agarrando a mina.

A gata ria, divertida, e o cara tava sorrindo. A gostosa se aproxima e fala: "A gente queria fazer um menage com meu namorado, e se você topar, a gente pode se divertir pra caralho, gato. Além disso, tem minhas amigas que, se a gente embalar, elas também embarcam e a gente faz uma puta bagunça."

Eu hesitei um pouco, mas o Beto na hora aceitou tudo... tava tão bebado que se dessem um cheque em branco, ele assinava na certa. Saímos do rolê e subimos num carro que, mal vi, pensei: "fodeu, isso desmonta antes de chegar" – era um WW 1500 todo cagado! Mas beleza, nos amontoamos lá. Beto foi pra trás e as duas amigas da gata fizeram um sanduíche nele, perguntavam um monte de coisa, ele fazia piadas de bêbado, elas se divertiam. Cheguei a ver ele se beijando com uma e outra alternadamente. Eu sentei na frente, do lado do cara que dirigia, com a namorada dele no meu colo.

No começo, fiquei tenso, mas depois, com as chupadas da gostosa, a indiferença do namorado, e a mina tirando minha pica pra fora e me punhetando, fechei os olhos e esqueci de tudo. Quando abri, vi que estávamos entrando nuns becos escuros, de má fama, e pensei: "FODEUUUUUUUU, aqui a gente vai ser assaltado e estuprado, já tava achando que não podia ser tão bom assim" – e me caguei de medo, mas a gata se ligou. Ela contou e começou a rir, me dizendo que aquele lugar se chamava Quinta e que era tipo um bairro universitário onde eles alugavam uma casa juntos. Não muito convencido, desci quando estacionaram.

Entramos, tudo parecia normal, a gostosa trouxe umas bebidas, uns jarros, uns baseados e uns comprimidos, e ela com as amigas e o namorado começaram a se entupir de tudo! Pensei comigo: "E essa mina dá aula de catecismo????" Tomei um pouco de álcool, fumei um pouco, evitei os comprimidos porque ainda achava que era uma armadilha, e forcei o Beto a não tomar nenhum também. Esperava a qualquer momento aparecerem dois negões armados e nos deixarem pelados.

Mas não, as que começaram a ficar peladas foram as gatinhas, e elas pelaram a pica do namorado da magrinha, começaram a chupar entre as três, alternando... Pensei: "Porra, é assim que esses estudam? Na minha época, no máximo jogávamos um truco pra relaxar e continuávamos lendo livros!"

O Beto se animou ao ver a cena, e ali mesmo, como pôde, tirou a calça, a camisa e encostou a pica no meio, e as três começaram a lamber junto com a do cara. Nisso, a magrinha levantou, veio até mim, me pegou pela mão e me levou pra um quarto, me jogou na cama e com voz autoritária disse: "Tira essa roupa, viado, já volto."

Eu não tava conseguindo entrar no clima, mas comecei timidamente a desabotoar a camisa, quando a gostosa voltou com o namorado pela mão e disse: "Você senta aí e só olha por enquanto." Virou pra mim e falou: "E aí???? O que foi????" E me agarrou com violência pela camisa, arrancando os botões que faltavam, pra depois me empurrar na cama e tirar meu cinto com uma força que me imobilizava. Não sei que comprimidos elas tinham tomado, mas ela tava fora de si.

Assim que me deixou pelado, quis montar em mim no pelo, e eu a segurei como pude pra colocar uma camisinha. "Ahhh, esses viados com essa história de camisinha, você não vai sentir a mesma coisa. usa la palabra: buceta, no sabes como me molho" ela me disse, e eu me fiz de desentendido e coloquei a capa mesmo, segurando ela como dava porque ela queria montar a todo custo, por sorte o namorado meio que segurava ela e falava "deixa ele colocar a camisinha!"

Assim que coloquei o salva-vidas, a mina subiu em mim e começou a cavalgar com violência. No melhor da cavalgada, vejo o cara se levantar na cama, ficar por cima de mim e aproximar a rola da boca da jovem... verdade que ver a gostosa chupando me deixava louco de tesão, mas ao mesmo tempo ter um close das bolas e da bunda do negão meio que me dava nojo.

Num momento, o cara fala "agora deixa que eu meto em você e você chupa ele", e por sorte o sujeito se posicionou atrás e começou a penetrar ela de quatro, enquanto a jovem me lambia com fúria. De repente, o cara começa a gritar e a dar tapas bem fortes, e fala "toma porra, putaaaaaa" e jorra dentro da buceta.

Eu tava muito excitado, perto de gozar, quando a gostosa para de me chupar, me olha séria e fala "agora faz meu cu... e sem camisinha, por favor."

Me fiz de desentendido, saí e coloquei uma camisinha mesmo assim, e a gostosa começou a xingar, mas o cara acalmava ela e falava "entende, amor, ele quer se cuidar, não nos conhece, não é igual entre você e eu."

Em seguida, o cara se aproxima, abre a bunda dela e começa a lamber... eu fico do lado para ver quando ele ia meter, quando de repente, sem eu esperar, o cara pega minha rola pela base e leva em direção ao cu da namorada dele "mete devagar primeiro, depois já mete com força que ela gosta" foram as palavras exatas que lembro. Me deu uma baita estranheza um homem pegar na minha rola, quase broxei, mas diante da bunda da gostosa aberta, me animei de novo... enquanto eu tava metendo, começo a sentir algo pegajoso na perna, era a porra do cara que escorria da buceta. a gostosa e começou a escorrer, e como eu tava metendo de quatro, sujou tudo... uma nojeira, pra piorar o cara se ajoelha na frente da gostosa que começa a lamber o cu dele e enfiar um dedo... ali mesmo pensei "se eu não vazar dessa merda, essa puta vai querer que eu coma o namorado dela também, e isso eu não faço"... então me concentrei em meter o mais rápido possível, e gozei com força, quando a gostosa percebeu, virou, tirou a camisinha e começou a bater uma e chupar meu pau falando "me dá a porra do leite, comedorrrrrrr"
Ela engoliu tudo, eu enojado de pensar que dois minutos antes aquela língua tava lambendo o cu do cara, mas fazer o que, não deixava de ser excitante, a gostosa era muito puta e tava muito doida, passava a porra nos peitos e falava "me suja toda, macho lindo, você é um comedor maravilhoso" e falou pro namorado "olha o macho que eu te meti chifre na sua frente, promíscua", e o cara parecia que tava adorando.
Quando num momento a gostosa parou de chupar meu pau pra, sem soltar, falar pro namorado "vem provar", decidi que era hora de vazar de qualquer jeito, então me soltei, a gostosa começou a me xingar, o cara muito calmo acalmou ela e me acompanhou até a porta, pediu desculpas, disse que sempre que ela mistura remédio com álcool fica muito louca, e enquanto eu me trocava o cara me contava que eram um casal estável há vários anos, que ele também era catequista (?????) e que juntos lideravam grupos de comunhão (??????????????????), e que fazia um tempo que ela queria dar pra outro cara, que embora ele gostasse da ideia preferia tentar um ménage, e se sentisse desejo por outro homem veria, e que comigo os dois tinham se excitado.... bom, nessa altura eu já tinha terminado de me trocar, tinha arrancado o Beto da cama onde ele tava nu e dormindo com as bolas cheias de porra de uma gozada violenta, do lado dele as duas novinhas se beijavam, saímos na rua que tava escura como a boca do lobo, aí O que o magrelo se ofereceu pra levar a gente... visto e considerando que não tinha muitas alternativas, aceitei. Ele foi se trocar e voltou com a mina feita uma seda, não sei se deu algo pra ela ou o quê, mas a gata que tava surtada há vinte minutos agora era uma lady.

No caminho, a gente ia se acariciando com a gostosa, verdade que assim ela era mais atraente. Fui apalpando os peitos dela enquanto o cara continuava contando um monte de coisa e o Beto sobrevivia desmaiado do lado.

Chegamos na Plaza Independencia, que é a que fica no centro, descemos e cruzamos pro nosso hotel. No dia seguinte, contei pro Beto os detalhes da história. Ele lembrava bem vagamente de ter ficado de putaria com duas gostosas e só.

No dia seguinte, um pouco antes de ir pro aeroporto, fomos comer uma pizza numa pizzaria muito bonita na esquina da praça. Enquanto a gente comia, vejo a mina entrando com o namorado... pelo jeito que estavam vestidos e pelos modos, pareciam um daqueles casais que se guardam pro casamento. Era inacreditável. Eles se aproximaram, cumprimentaram a gente como dois grandes amigos e foram pra outra mesa longe.

E essa foi a aventura em Tucumã. Passaram vários anos, mas o tesão ficou no ar. Minha namorada me pediu várias vezes pra repetir a história e se masturba imaginando enquanto eu conto. Eu, sinceramente, não me senti muito confortável por me sentir meio assediado, meio forçado, e principalmente porque me intimidava o fato de um cara bi estar tão perto e tão agarrado comigo... já participei de surubas, mas sempre éramos héteros dando pra uma mina. Dessa vez foi diferente, sei lá, não curti muito na hora, mas reconheço que lembrar e contar tem um certo tesão. Então aqui deixo pra vocês, amigos e amigas do Poringa. Espero que tenham gostado, se excitado e molhado vocês, meninas!

14 comentários - Trio forçado em Tucumã

Uff Que suerte flaco, buena fiesta se mandaron!!! gracias por compartir!!!
saitam8 +1
asi es de lindo mi tucuman querido!jeje
jajjaja me cage de risa, qe hdp esa loca no? igual estuvo muy bueno el relato
kramalo +2
muy bueno..!! algun dia, dejate chupartela por alguno que te la quiera chupar, y te vas a sacar la duda....
que suerte tuviste man, yo estuve 21 dias y no ligue nada, me coji a una puta de bronca un dia antes de irme, que buen relato, igua yerba buena es la zona cheta, no creo que corrieras peligro, a lo sumo un dedo por ahi, jaja, saludos
Más mentira que el truco jajajaj,universidad con casas jaja hagata ahí cloacas acá jaja