De tanto apoiar ela no trem, ela se entregou

INSUPORTÁVEL! Era/é viajar no Roca às 7 da manhã, um mundo de gente, você viaja sentado se tiver sorte, senão apertado até o talo...
Tive que tramar cedo umas semanas, então tinha que viajar naquele horário. Pra ir um pouco mais confortável, fiquei encostado quase na porta. O povo ia subindo em manada, no meio do caminho já não cabia nem um alfinete. O trem para em Temperley e sobem 6-7 pessoas, entre elas 2 gatinhas, uma de trinta e poucos e uma quarentona. A de 40 se posiciona do meu lado, quase colando os peitos (belos peitos) em mim, e a de 30 fica de frente pra mim (um metro e sessenta e poucos, morena, muita teta, físico normal, nem gorda nem magra, boa raba, com roupa de escritório). Ela tava quase grudada em mim, dava pra sentir a respiração dela... Tava bem calor, eu tava de bermuda folgada e camiseta, de boa ouvindo música. Via elas rindo e cochichando baixinho, não dei bola. Passaram umas estações e subiu uma galera, a morena se segurou no lado onde eu tava apoiado pra não ser levada pela maré de gente, o que fez ela virar e me dar as costas. A multidão empurrou ela pra cima de mim, a encostada tava colando!! Senti meu pau morelão se enfiando na raba dela. De carona, desliguei a música, porque via elas fofocando, e escuto a de 40 falar:
- haha agora sim que você vai confortável
- reeee confortável (virando a cabeça pro lado que ninguém via e me olhando por cima do ombro com um sorrisinho safado)

Tchau!! Fiquei duríssimo, até aquele momento tava lutando contra a tentação. Por mais que a gente seja punheteiro, não pode faltar com respeito e muito menos se aproveitar da situação do trem lotado. Então tentava me concentrar em outra coisa, mas aquele sorriso me fez entender que ela tava gostando do que tava rolando. Fiquei duríssimo e ela não fazia nada pra evitar, pelo contrário, mexia a raba devagarzinho. Eu me fazia de besta e olhava pra outro lado pra ninguém ver o que tava rolando e eu não passar por otário. Fizemos mais uma estação e subiu mais gente, ela teve a chance de se afastar mas se Ficou apertada em mim, comecei a sentir que ela tinha a mão do lado, sobre a porta, do lado que ninguém via, e começou a acariciar minha coxa. Eu não aguentava mais, agarrei ela pela cintura e comecei a acariciar também. Ela começou a subir a mão, afastou como pôde um pouco a bunda e pegou na minha pica por cima da bermuda, ficou acariciando de cima pra baixo. Eu fiz o mesmo e acariciei a bunda e a buceta dela. Acho que eu tava suando, entre o calor que fazia e a excitação...

Seguimos nessa onda quase entrando na Constitución, falei no ouvido dela:
— Tá me deixando louco, morena, cê tem tempo?
— Nãooo, vou chegar super atrasada no trampo (e se separou de mim quando a gente começou a descer do trem)
Ela se afastou um pouco e fingiu que tava arrumando a roupa, como se tivesse me esperando.

— Passa teu celular (falei), você pirocou minha cabeça
— Kkkkk calma, boy, anota aí...

Cada um seguiu seu rumo, a manhã toda a gente se mandou mensagem, mensagens super quentes, já tava doendo minhas bolas de tanto tesão. Perguntei que horas ela saía do trampo, se dava pra ir pra um motel, e ela disse "óbvio, boy, não vou ficar assim com tesão".

Combinamos de nos encontrar às 18h no motel da Av. Caseros com Av. Entre Ríos, que era de mão pra nós dois. Não é grande coisa, mas a gente queria transar a todo custo.

Cheguei e ela já tava na esquina esperando, cumprimentei e fomos pro motel. No elevador, a gente se beijou pra caralho, com os corpos bem colados. Entramos no quarto e a primeira coisa que ela fez foi se ajoelhar:
— Me dá essa pica que eu tô fervendo
Ela quase arrancou minha bermuda e enfiou meia rola na boca, chupava desesperada, cuspia, passava na boca, que puta gostosa!!
— Uuufff assim, Laura, assim!! (Antes esqueci de falar que nos apresentamos nas mensagens)
— Que pica boa, boy, que tesão que eu tô, vamos pro chuveiro

Ela se despiu bem sensual, tava de calcinha branca de renda linda, desabotoou o sutiã e pularam duas tetas enormes. Fomos pro chuveiro, e a gente se refrescou um pouco por causa do calor do dia de trampo e do suor. Saímos molhados do banho, apoiei ela na cama de bruços, com os joelhos no chão e me preparei pra, por uns 10-15 minutos, chupar de ponta a ponta a buceta dela e trabalhar a rabeta, em nenhum momento ela se opôs, até pediu pra eu enfiar um dedo
— não chupa só a minha bucetinha não! Entraaa, devagar com os dedos
E você me fala isso e eu vou de cabeça!!!
Trabalhei a rabeta dela um tempão, até ter 3 dedos lá dentro, momento em que ela me deu um orgasmo fantástico
— aaaaai simmm gozoooo gozoooo
— siiiim Laurita siiiim!
— enfia nela vai, faz minha rabeta
Não demorei nada, apontei a cabeça praquele buraco que me esperava aberto e engoli ele, a rabeta comeu minha pica, por uns minutos eu perfurei o cu dela, segurei ela firme pela cintura, por baixo ela acariciava minhas bolas doloridas de tanto tesão que passei o dia, não aguentei mais e gozei

— vou encher sua rabeta de porra, putinha
— sim gato siiiim vai
— uuuufff uffff (bufava igual um touro)
— siiiim siiiim enche meu cu de porra siiiim
— uuuufff tomaaaa

Me esvaziei, quando tirei, escorria porra pelas pernas dela, tava toda carregada de porra naquele dia.
— vem bebê, me dá a mamadeira
— uuff gatinhaaa

Ela engoliu a cabeça, tirando o pouco de porra que ainda tinha, deitamos na cama, ela acendeu um cigarro

— é a primeira vez que isso acontece comigo, Laura
— hahaha é?
— ainda não caiu a ficha, de uma mina que conheci no trem, que tem milhares por dia, acabamos num motel
— e foi o que deu! Tem que aproveitar a vida, não pode ser tão rígido
— penso igual, tem que aproveitar!
— não vamos embora sem você me comer pela buceta, hein!
— claro que nãoooo

Ela me beijou e se preparou pra fazer um 69 foda, como aquela gostosa chupava minha pica, ficamos assim uns 15 min e ela se colocou de cócoras (posição que me deixa louco), devagar foi enfiando a pica até entrar toda, a imagem da gostosa de cócoras e aqueles peitões enormes balançando me deixaram a mil, ela tava me matando de tanto rebolar a buceta, a filha da puta!
— aaah aaahh ahhh ahhh que picaaaa
— lauraaa você vai me matar!!
— aaah ai ai asssim
Ela largou nessa posição e vou cavalgando um pouco, enquanto eu me afogava naquelas tetonas enormes e enfiava um dedo na bunda dela

-vou gozar de novo, gato, mete outro dedo, vai vai
-uufff, nena, como tu é!!
-vai vai, mais um dedinho, vai, to gozandooo
-assim mami, assim

Virei ela de bruços, cuspi na bunda dela e entrei de novo, bombava igual louco, selvagem, coloquei ela de quatro, os peitos voavam, ela se inclinou, levantando bem a raba, eu me levantei, de agachamento e assim comecei a esporrar de novo
-uuuufff, tomaaaa tomaaaa, puta, tomaaaa o leiteee
-me dá, me dá, me dá
-tomaaaa, apertaaa, aperta a bundinha apertada, tira todo o meu leite

Caímos exaustos, puta transa... tomamos um banho juntos, e saímos, pegamos o mesmo trem, infelizmente já tava lotado, nos olhamos, sorriso cúmplice e ficamos perto da porta, viajando bem apertados, ela com meu pau bem dentro da bunda dela!

Valeu!

8 comentários - De tanto apoiar ela no trem, ela se entregou


Muy buen relato !!
Gracias por compartir 👍
De tanto apoiar ela no trem, ela se entregou
Yo comenté tu post. Vos... ¿comentaste el mío?
A mi siempre me pasa eso q me apoyan en el tren o el bondi y la verdad q me gusta...
Lindo relato...muy calentito...
Te dejo puntitos y besitos...
Gracias por pasar y por los puntos!! Estoy atento a tus relatos q me calientan demasiado!!! Alguna día seré parte de uno?????
@ema_river1901 q bueno q te calienten mis relatos...quien te dice por ahí sos el protagonista en alguno...;) Besitos
faos00
a mi tambien me apollarn es lindo,muy lindo relato
Gracias por pasar! Hay q apoyar,siempre con respeto,la de pajero no daaa