Dayana estava de quatro no colchão; segurou firme o pau de Carlos e guiou ele com cuidado até seu buraquinho; Carlos, por sua vez, começou a empurrar bem devagar o instrumento dele contra a bunda da moça; Dayana fechou os olhos e fez uma careta de dor enquanto sentia a cabeça do pau do marido tentando abrir caminho pro fundo do cu dela, e foi naquele exato momento que achou que não ia aguentar e se afastou, deitando de barriga pra cima na cama.
O que foi? – perguntou Carlos.
Nada, é só que não gosto de fazer assim e já te falei isso.
Mas vou meter bem devagar e depois você vai ver que gosta.
Não, não quero fazer assim e pronto, além disso, essa cama range muito e os vizinhos podem ouvir a gente, e amanhã tenho que acordar bem cedo porque precisamos começar o relatório de auditoria – respondeu Dayana enquanto abraçava o travesseiro macio do lado dela da cama, escondendo com um certo pudor os peitos e a buceta.
Então que tal a gente fazer em outro lugar… vamos pro motel que fica no Norte da cidade, me disseram que é chique e bem sexy.
Nãão! como assim, que nojo!!!, esses lugares me parecem sujos e… não gosto. Até amanhã!
Dayana pegou os lençóis com um certo desdém, se cobriu e virou de costas pra Carlos, se preparando pra dormir, deixando o marido com a maior vontade do mundo e fantasiando sobre uma suposta trepada no motel do norte.
Na manhã seguinte, como toda segunda-feira, Dayana usaria minissaia pra ir trabalhar, porque sendo uma esposa jovem e gostosa, adorava se sentir admirada, e Carlos não se opunha, já que a considerava recatada e séria o bastante pra não dar moleza. Depois de tomarem banho juntos, começaram a se vestir pra cada um ir pro seu trabalho, mas o espetáculo que Dayana oferecia aos olhos do marido fazia ele babar e demorar uma eternidade pra dar o nó na gravata enquanto a observava. O cabelo de Dayana era preto e comprido, e ao tirar a Toalha na cabeça, ela caía sensualmente sobre suas costas nuas cor de canela; naquela manhã, Dayana vestiu uma calcinha fio dental preta com a parte da frente transparente e uma renda fina em volta do pequeno triângulo que cobria sua buceta peluda, enquanto por trás corria da cintura uma tirinha que se perdia entre as nádegas brilhantes e duras da jovem esposa, revelando uma bunda linda e redonda, sem ser exageradamente voluptuosa. Pra completar a lingerie sexy, Dayana usou um sutiã preto de renda com a taça transparente, revelando um par de peitos lindos e modestos, coroados por dois mamilos rosados como cerejas em cima de duas bolas de sorvete delicioso. Depois disso, a gostosa caminhou até sua penteadeira e, da gaveta do meio, tirou dois brincos de fantasia que colocou, um em cada orelha; aqueles brincos a faziam parecer jovem e safada. Maquiou o rosto, delineou sensualmente os olhos e pintou seus lábios carnudos com um rosa um pouco mais forte que o do vestido.
— Será que hoje à noite tem festa? — perguntou Carlos, admirado.
— Quem sabe? Se você se comportar — respondeu Dayana, piscando de forma provocante e mostrando seus lindos olhos pretos.
— Você sabe bem que hoje eu viajo e volto amanhã.
— É verdade... bom, se não quiser festa, tudo bem, mas o que acontece é que hoje vou usar o vestido rosa que você me deu e, como você deve ter notado, ele é meio apertado. Se eu usar uma daquelas calcinhas mata-paixão que minha mãe me deu, vai marcar o formato e minha bunda vai ficar feia.
— Isso nunca, amor! Pode ter certeza — respondeu Carlos, com um tom de brincadeira.
— Melhor parar de me olhar assim e vai logo tomar café, que a gente precisa ir.
Carlos ignorou o pedido de Dayana, que soou mais como uma ordem, porque a melhor parte estava por vir. Dayana pegou, numa das gavetas do armário que dividiam, um par de meia-calça marrom escuro e se preparou para vesti-las; sentada na cama, levantou bem sensualmente a perna esquerda e... Ela deslizou lentamente uma meia sobre a perna, porque sabia que Carlos a observava e isso a fazia se sentir como a atriz de um filme erótico italiano. Fez o mesmo com a outra perna e, quando terminou, levantou-se e, com as duas mãos, percorreu devagar perna por perna, do tornozelo até onde a coxa perde o nome, para esticar direitinho o nylon daquelas meias sensuais. Carlos estava de boca aberta e só saiu do transe quando Dayana disse docemente:
— Ei! Me ajuda? — mostrando a Carlos as sandálias pretas de salto alto que segurava delicadamente com suas mãos cuidadas e macias.
— Claro!
Então Carlos se ajoelhou, pegou o tornozelo de Dayana e colocou aquele pé delicado sobre o joelho dele, aproveitando para acariciar a perna dela da panturrilha até o tornozelo, com a desculpa de calçar as sandálias. Finalmente, Dayana vestiu aquele vestido rosa de uma peça só, bem justinho, sem mangas e com decote redondo, que chegava até a coxa, revelando duas pernas esculturais, longas e lindas.
O dia passou como de costume, ou seja, como toda segunda-feira, cheio de problemas.
— Viu aquele monumento? — perguntou Sofia para Dayana, falando do Auditor brasileiro que estava no corredor tirando cópias de uns documentos.
— Sim, é lindo pra caralho, mas é um idiota grosso. Aposto que daqui a pouco vem me encher o saco de novo com a história do inventário.
— As más línguas andam dizendo que ele gosta de chutar com a esquerda.
— Talvez, ele é bonito demais pra ser normal, mas se me pedissem pra confirmar, eu topava na hora — respondeu Dayana com malícia, e as duas garotas riram do comentário.
Aquele Auditor tinha mais cara de gladiador do que de homem de negócios. Todas as garotas da empresa babavam quando o viam passar, tentando descobrir um jeito de se dar bem com um galã tão mal-humorado. Imaginavam ele de short, bronzeado, com a pele brilhando e musculoso, jogando vôlei na praia. Ipanema e nunca faltava uma oferecida que quisesse mostrar a cidade pra ele e, se tivesse sorte, talvez algo mais. João era um excelente profissional e um homem terrivelmente gostoso, alto, atlético, cabelo curto e cacheado, nariz fino bem normal, queixo definido e, pra completar, olhos cor de esmeralda. Todo ano ele visitava as instalações da empresa pra auditar o negócio, que era uma multinacional de prestígio, então a relação dele com a Dayana era constante e não muito tranquila, porque toda vez que ele chegava, eles passavam o tempo brigando por causa de um anexo ou outro e blá blá blá. Todas as outras moças do prédio adorariam estar tão perto dele, mesmo que fosse só pra discutir.
Eram umas oito da noite, dia 31 do mês e fechamento do período. Não tinha ninguém no prédio e a Dayana tava puta com tanta papelada na mesa dela e, pra piorar, o João precisava de uma informação que não existia. Ele ia e voltava do escritório da Dayana esperando respostas e a única coisa que encontrava era uma contadora linda, mas de mal humor.
— Achou o anexo que te pedi?
— Já te falei que esse documento não existe!!! — respondeu Dayana com um tom cansado.
A moça gostosa revisava vários documentos sentada na cadeira executiva; apoiada com o cotovelo na mesa, segurava um lápis com a mão e enroscava repetidamente o cabelo atrás da orelha, como se estivesse morrendo de tédio, enquanto cruzava a perna e, com o pé sensual, brincava com a sandália, balançando ela pra frente e pra trás sem perceber que o vestido tinha subido quase indecentemente pra cima, revelando as pernas mais lindas e gostosas que João já tinha visto na vida. João percorreu com o olhar toda aquela beleza, começando pelos dedos, passando pelo peito do pé, descendo pela panturrilha e subindo gostosamente pelo joelho até a coxa, conseguindo ver na borda do vestido o limite mais escuro da meia-calça da jovem contadora. Dayana percebeu o show que suas pernas estavam dando e imediatamente virou para olhar para Joao com um olhar acusador, enquanto com as mãos arrumava o vestido, tentando esconder o que já era impossível de esconder. Os minutos seguintes ficaram bem tensos, porque entre um reclamo e outro, a discussão esquentou de verdade. Dayana levantou da cadeira, Joao fez o mesmo, e os dois começaram a se atacar cara a cara com argumentos que pareciam ser de contabilidade ou algo assim, até que a situação chegou num ponto quente demais e de repente… Dayana ficou muda de espanto; não conseguiu reagir.
— O que você tá fazendo? — disse a garota com a voz trêmula, tentando empurrar Joao com as mãos.
— Não vou te soltar até você se acalmar — respondeu ele, segurando ela firme contra o corpo pela cintura.
Os dois ficaram sem palavras, se olhando nos olhos, e naquele exato momento Joao deu um beijo incrivelmente apaixonado nela. Dayana, fazendo um esforço fraco, tentava se soltar fingindo repulsa pelo que estava rolando, enquanto no fundo sabia que aquele instante e aqueles lábios estavam desmontando ela por completo; Joao, por outro lado, apertou ela com mais força e beijou com ainda mais paixão até que a garota cedeu àquelas carícias tão quentes e se entregou pra compartilhar aquele momento sedutor, enfiando a língua na boca de Joao e saboreando aquele beijo ardente. A língua de Joao, por sua vez, percorreu furtivamente o interior da boca de Dayana enquanto a empurrava contra a parede e suas mãos levantavam aquele vestido rosa curto, acariciando aquelas duas pernas esculturais. A sensação do nylon na pele macia da garota deixava ele louco de tesão, e Dayana já tinha caído nos encantos daquele monumento de pele bronzeada. Joao segurou ela pela bunda e sentou ela em cima da mesa perto da parede, enquanto continuava beijando ela apaixonadamente. Ele tirou o paletó e, quando começou a se livrar da gravata, os dois ouviram um barulho no… corredor. Era a Sofia, que tinha voltado pra pegar a carteira de motorista e o documento do carro que, pra puta que pariu dos amantes, tinham esquecido. Quando entrou, Sofia olhou pra eles meio estranho, mas não sacou o que tava rolando, porque cada um tava no seu lugar; Sofia pegou os papéis e se despediu com um gesto de desaprovação:
“Tchau, galera… e para de brigar, deixa isso pra amanhã!”
Joao e Dayana estavam assustados e ao mesmo tempo excitados. Dayana pegou a bolsa e saiu correndo que nem uma louca.
“Vou embora. Isso nunca devia ter acontecido” – falou a mina.
“Espera aí” – disse Joao, segurando ela com força pelo pulso.
“Me solta” – respondeu Dayana, enquanto se debatia inutilmente, tentando fazer ele largar.
“Vem comigo… aqui não é seguro.”
Joao praticamente arrastou a garota pelo prédio até o estacionamento, forçando ela a entrar no carro dele.
“Me deixa sair” – falou Dayana com voz firme, mas com uma atitude derrotada.
“Não se mexe” – respondeu Joao com ainda mais firmeza.
Aquele jeito de mandar excitava pra caralho a jovem mulher, que, submissa e fingindo desespero e descontentamento, entrou no carro de Joao, deixando ele levar ela pra onde quisesse. Depois que pegaram a estrada, seguiram pela rodovia que vai pro Norte, quase no fim da cidade, e qual não foi a surpresa de Dayana ao ver Joao entrando no estacionamento daquele motel que o Carlos tanto babava.
“Eu não vou entrar aqui, me deixa sair ou eu grito!”
“Grita à vontade, mas dentro do quarto” – disse Joao, enquanto dava um beijão em Dayana, igualzinho ao que trocaram no escritório.
Enquanto Joao pedia um quarto, Dayana tapava a cara, toda santinha, com um jornal que Joao tinha no porta-luvas do carro. Não demoraram pra entrar no quarto e, na mesma hora, Joao encurralou Dayana contra a parede e arrancou o vestido dela de forma selvagem. Aquele lugar cúmplice era atraente e meio chique; tinha um carpete bege de pelo longo e bem macio; no centro da No quarto, tinha uma cama de madeira estilo contemporâneo, tamanho king size, com cobertor azul marinho; claro que tinha espelhos no teto, além de um sofá rosa bem confortável no canto do quarto, aos pés da cama. Do lado esquerdo dela, tinha um criado-mudo pequeno e uma luminária média com cúpula rosa; no fundo, uns metros além da cama, tinha uma jacuzzi com acabamento de madeira e pedras de rio incrustadas por dentro, e a água borbulhante chamava pro descanso, pro relaxamento ou pra outra coisa…
Os amantes não paravam de se acariciar e se beijar. Dayana tava ficando louca enquanto João percorria o pescoço dela com os lábios, beijando a garganta e passando dali pro queixo e pra boca. As mãos mágicas daquele homem percorriam o corpo inteiro daquela gostosa, da buceta aos peitos, e não demoraram pra se livrar da roupa incômoda dos dois, que ficou jogada no chão. Ele tava pelado e ela só tinha aquela calcinha fio dental indecente e as meias arrastão sensuais.
Dayana tava louca de tesão; as carícias e os beijos do João tinham deixado ela completamente besta. A mina pegou o pau daquele Deus e começou a massagear enquanto as bocas se beijavam e as línguas se enfrentavam sem trégua. Ela não sabia o que tava dominando ela daquele jeito, talvez fosse a brutalidade e o jeito grosso do João comparado com o trato suave e carinhoso do Carlos, mas já não importava mais, ela só queria ser dominada e fodida como nunca na vida.
João puxou Dayana com força pelo cabelo e a fez ajoelhar na frente dele enquanto o membro potente encarava o rosto da mina.
Chupa!!! — ele mandou, com autoridade e voz severa.
Dayana olhou nos olhos dele e, sem falar uma palavra, dirigiu o olhar praquele pau lindo; pegou com cuidado, fechou os olhos e meteu na boca. A garota começou a chupar e lamber aquele pedaço de carne como se fosse a última coisa da vida. Saboreando um doce delicioso, enquanto isso, João segurava ela com força pelos cabelos e empurrava a cabeça da garota contra o pau dele, fazendo com que ele enchesse completamente a boca dela, às vezes até fazendo ela engasgar. A cabeça da Dayana se movia no ritmo, colocando e tirando aquele pedaço de carne da boquinha delicada dela, soltando de vez em quando pra poder respirar. Em cada pausa, João pegava ela de novo pelo cabelo e fazia ela engolir aquele pacote carnudo até que, depois de vários minutos, a excitação daquele homem chegou ao auge, segurando Dayana pelo cabelo com mais força e enfiando o pau ainda mais naquela boquinha até quase sentir as amígdalas da garota com a cabeça. Ela tentou empurrar ele pra tirar aquela coisa da boca que tava sufocando ela, enquanto, impotente, soltava uns sons guturais que até pareciam palavras, mas obviamente eram incompreensíveis, embora soassem algo como – já chega! –. João não conseguiu mais se segurar e soltou toda a carga dele dentro da boca da garota; Dayana sentia que ia vomitar quando sentiu um líquido grosso e quente escorrendo pela garganta dela sem conseguir se soltar, porque ele continuava segurando ela pelo cabelo. Mesmo ela lutando pra se afastar, João não soltou até ela ter engolido até a última gota da porra dele. Finalmente, Dayana caiu pra trás, sentada, enquanto com a mão direita limpava os lábios. Depois de olhares acusadores e excitantes, Dayana se levantou e tomou a resolução irreconciliável de ir embora.
Você é um porco, vou embora… isso nunca devia ter acontecido – repetiu Dayana de novo, enquanto, quase nua como estava, pegava as roupas dela no chão.
Você não vai embora não, garota, isso tá só começando – respondeu João, ao mesmo tempo que agarrava ela com força pela cintura.
Aquele homem escultural pegou Dayana, carregou ela, levou até a cama e jogou ela no colchão macio como se fosse um saco de areia; ela oferecia uma resistência quase fingida. Irrisório; ela não sabia o que a mantinha ali, não entendia o motivo de tanta submissão; não compreendia por que aquele bruto, embora lindo homem, com seu jeito grosseiro e mandão, a excitava tanto, mesmo depois do que ele acabara de fazer com ela. Uma parte dela queria se levantar daquela cama e sair correndo, mas a outra parte a retinha, obrigando-a a buscar prazeres inexplorados.
João se aproximou, pegou a garota assustada e excitada pela cintura e, com um só puxão, virou ela de bruços, agarrou suas cadeiras e levantou sua bunda, deixando-a de joelhos, debruçada na beira da cama. João, de pé, atrás da linda Dayana, acariciava profissionalmente com as duas mãos aquela bundinha linda coberta por aquelas meias de nylon cor de fumaça, com uma transparência semi-brilhante e terrivelmente sensual, que deixavam ver através aquele fio dental preto minúsculo escondido entre aquelas duas belas nádegas. Em seguida, João se ajoelhou na frente daquela bunda linda, colou o rosto quase afundando no meio das nádegas da garota e, com a ajuda dos dentes e dos dedos, rasgou aquelas meias sensuais e abriu o rasgo até deixar toda a bunda e a buceta da linda Dayana expostas. João pegou aquele fio dental minúsculo e o rasgou, tirando-o completamente, deixando a buceta e aquele buraquinho lindo entre as nádegas da linda Dayana à mostra; então começou a lamber freneticamente a buceta da garota enquanto sentia o próprio pau recuperar as forças e se preparar para uma nova investida. A respiração de Dayana ficou acelerada e ofegante enquanto sentia a excitação causada por aquelas carícias aumentar quase a ponto de fazê-la perder a noção de onde e com quem estava. João, por sua vez, não parava de lamber aquele clitóris redondo e inchado enquanto, com as mãos, acariciava aquela bunda linda, deslizando de vez em quando o polegar pelo cu da garota. Quando Dayana sentiu que ia desmaiar de tanto prazer, João se Levantou, pegou ela pela cintura e penetrou a buceta doce e suculenta da garota, fazendo ela quase gritar de prazer. Dayana não parava de ofegar, a excitação do ato tava fazendo ela ver estrelas enquanto, de olhos fechados, imaginava aquele homem poderoso parado atrás dela, metendo com uma paixão irracional. Aí, do nada, João tirou o pau da buceta da Dayana, se ajoelhou de novo, separou as nádegas da mina e lambeu com cuidado aquele furinho pequeno. Dayana deu um pulo ao sentir a língua dele passando pelo cu dela; era algo novo, meio estranho, mas não deixava de ser excitante. Depois de lamber o cu da garota por uns instantes, João voltou com tudo, penetrando ela de novo, só que dessa vez acompanhou o ato com outro carinho… colocou o polegar no cu da mina e enfiou o dedo com força, massageando o interior do cu da Dayana enquanto metia ritmadamente na buceta dela.
- Aaaai, o que você tá fazendo? - perguntou Dayana, fingindo inocência e surpresa, mesmo sabendo o que vinha depois daquele massagem peculiar.
- Não gostou?
- Acho que… que sim - respondeu Dayana, toda excitada, enquanto de olhos fechados continuava imaginando os carinhos e a massagem anal que aquele gostoso e bruto semental brasileiro tava dando. - O que você vai fazer comigo? - perguntou Dayana de novo, com uma voz medrosa e infantil.
- Não imagina? - respondeu João com aquele sotaque estrangeiro que encantava as minas, enquanto Dayana, de bruços, virou a cabeça e olhou nos olhos dele, como quem pede clemência.
- Me diz o que você vai fazer? - perguntou Dayana de novo, como se não soubesse o que esperava.
- Vou te comer gostoso pelo cu e você vai adorar - respondeu João com a grosseria e a falta de jeito que era a cara dele; embora talvez fosse isso que tanto atraía Dayana naquele cara bonito e diferente.
- Nãooo, por favor, esse troço não vai caber - respondeu Dayana com voz de menina perdida e tom de súplica, excitando ainda mais seu cavaleiro.
- Vai caber e até o fundo, gostosa
- Nãão, não seja bruto… vai doer
- Sim, vai doer e você vai gritar, mas de prazer – respondeu Joao, que também ofegava pela luta excitante que os dois corpos travavam.
Quando finalmente chegou o momento de provar a tão desejada bunda, Joao tirou o membro da buceta de Dayana e deslizou suavemente para cima até que a glande do seu pau avantajado quase tapasse o buraquinho da garota. Joao pegou o pênis com a mão direita e esfregou com força de cima para baixo, acariciando com a glande o cu de Dayana até parar devagar e mirar naquele buraquinho.
- Nãão, essa coisa não vai caber no meu cu, por favor nãão – Suplicava Dayana, agarrando com as mãos a colcha da cama e olhando inocente para Joao.
- Relaxa e não aperta o cu que você vai adorar
- Mas vai devagar, tá?
- Deixa comigo e você vai ver.
Não havia dúvida que, de bruços como estava, na beira da cama, com os pés no ar, a bunda levantada e as meias de nylon rasgadas deixando à mostra só o rabo, Dayana era um prato incrivelmente delicioso, digno de ser provado. A visão da bunda de Dayana era algo espetacular. Joao a pegou pelas cadeiras, com os polegares separou suas nádegas e, com o pau sobre o cu da moça, começou a empurrar devagar.
- Aaaai… aaaai – disse Dayana em tom baixo, enquanto, assustada, agarrava com força a colcha azul.
- Calma que ainda não entrou!!!!! Joao empurrou de novo, mas dessa vez com mais força. Aquela portinha entre as nádegas da garota não cedia ao ataque de um aríete tão poderoso. A entrada daquele túnel profundo era muito pequena, e o pau de Joao, inchado e duro, parecia dobrar enquanto tentava penetrar naquele lugar escuro e apertado. Joao, de pé atrás daquela beleza delicada, observava com voracidade o rabinho que estava diante dele e, sem perder Mais tempo, ele a agarrou com força pela cintura e começou a empurrar de novo até ver aquela glande grossa deslizar suavemente para dentro do cu da garota e sumir, afogada naquela cavidade apertada. Dayana se agarrou com mais força nos lençóis e, com os olhos fechados e a boca exageradamente aberta, sentia aquele pedaço gordo e duro de carne começando a abrir caminho devagar para dentro do seu cu apertado, dilatando dolorosamente as paredes daquele buraquinho virgem. Dayana ficou imóvel e ofegante naquela posição impudica, resignada ao que viesse e esperando o desfecho daquele tabu tão sórdido. João admirava extasiado a bunda da garota e seu pau semi-incrustado no buraquinho entre as nádegas abertas da jovem diva; ele a pegou de novo pelos quadris e separou suas nádegas com os polegares, se preparando para a segunda investida; empurrou com certa brusquidão e aquela piroca inchada começou a deslizar bem apertada, enterrando-se quase por completo no cu delicioso da garota; enquanto um grito de dor e prazer enchia o quarto, ecoando por quase todo o motel. Aaaaaaaaahhhhh …!!! – Gritou Dayana ao mesmo tempo que replicou em voz baixa – bruto!!! João manteve sua presa segura pela cintura até finalmente terminar de inserir aquela piroca comprida que foi se perder enterrada no cu delicioso da sensual contadora. Dessa vez Dayana só fechou os olhos e soltou um gemido surdo e abafado enquanto, com suas mãos delicadas, agarrava os lençóis e os mordia com força em expressão de dor. João, por sua vez, contemplava terrivelmente excitado aquele espetáculo luxurioso… Uma gata linda com a meia-calça rasgada, de bruços na frente dele, com toda a extensão do seu pau gordo perdido entre aquelas duas nádegas bronzeadas e firmes, enterrado até o saco no cu daquela deliciosa e jovem contadora de cabelos longos. O que acha, senhorita contadora? Achou que ia escapar? Falei que não ia entrar, né?" — disse João em tom malicioso. "Vou te comer no cu até você gritar de prazer, e a noite inteira vou te dar só por trás."
"Nãããoooo... pu...u...u...ta... que... pa...ri...u" — respondeu a garota com a voz entrecortada.
João começou a tirar lentamente aquele volume grosso da bunda da garota, enquanto ela, ofegante e resignada, só pedia para aquele castigo parar. O pau de João saiu quase expulso do cu da garota por causa do aperto daquela cavidade tão pequena. O musculoso macho apontou de novo, colocou a cabeça no centro daquele anelzinho e, com a ajuda do polegar, guiou até que o pau entroncado entrasse de novo até o fundo do cu da Dayana. João sentia como se as bolas também quisessem entrar, mas aquelas duas belas nádegas não deixavam. Depois da segunda enfiada, começou a tirar e meter ritmicamente o pau duríssimo naquele buraquinho delicioso, que só lhe dava um prazer imenso por causa do jeito que o esfíncter do cu apertado da garota estrangulava aquele pau duro.
Cada enfiada no cu da Dayana vinha com mais e mais força; o pau duro de João agora deslizava à vontade, saindo e entrando repetidamente naquele buraquinho excitante até se perder por completo, enterrado quase até as bolas. O cu da Dayana ainda oferecia certa resistência, mas a garota já não dava sinais de desgosto. João agora estava comendo ela de forma maravilhosa; em cada nova penetração, sentia as bolas batendo nas nádegas da garota, fazendo ela soltar gemidos leves e excitantes. Dayana, por sua vez, estava de boca aberta e olhos fechados, sentindo aquele pau babado e duro penetrar dolorosa e excitantemente sua bunda, alargando as paredes do esfíncter e lubrificando o cu até o fundo.
"Sim, gostosa!!!... siiiimmm; como seu cu é apertado" — disse João, segurando Dayana pelas... bonecas e colocando elas no mesmo rabo da garota, fazendo com que ela separasse as nádegas pra ele poder apreciar melhor como o pau dele enfiava no cu da doce Dayana.
Você é um porco – respondeu Dayana ofegante, enquanto, de bruços como estava, virou pra olhar o Joao com olhos furiosos; o rosto suado dela expressava uma mistura estranha de raiva, nojo e tesão.
Toma, gatinha… toma!! – dizia Joao enquanto metia nela por trás.
Aaaaahhh, aaaahhhh …. você é um porco… um nojento! – exclamava a linda contadora, enquanto com as mãos separava ainda mais as nádegas pra aquele membro poderoso entrar à vontade.
Me diz que você não gosta, vai!... me diz que você não gosta de levar no cu, garota!
Nãoooohh, você é um porco! – repetia excitada a garota sensual enquanto olhava fixo nos olhos daquele brutamontes desconhecido.
Vai, Dayana! … me diz que seu marido te faz sentir a mesma coisa!; tenho certeza que ele nunca te comeu no cu… vai, responde… seu marido já te comeu no cu assim? …aaaah? – Exclamava Joao enquanto olhava fixo nos olhos impassíveis e excitados da doce Dayana, enfiando o pau comprido até o fundo do cu com tanta força que as nádegas da garota tremiam a cada estocada.
Nãoooohhh …. Aaaahhhh, você tá rasgando meu cuuuuu… aaahhh! –
Você gosta? … responde!
Siiiiii ... siiii, adoro! – respondeu Dayana, confessando voluntariamente e à beira do clímax aquilo que o musculoso brasileiro tinha previsto.
Toma, gostosa!, essa foda é pelo seu mau humor! – repreendia Joao enquanto com força enfiava de novo o pau até o fundo do cu da garota.
Ahhhhh!
E essa é por ser caretona
Aaaaaaaaahhhhh!!!... já, por favor! prometo me comportar beeem… aaahh – exclamava Dayana dolorosamente, cúmplice da bronca excitante que aquele gladiador bronzeado estava dando nela.
E essa é por ser tão sexy! – repreendia de novo Joao a cada foda enquanto apertava com força as nádegas da Garota deixando as marcas dos dedos como sinal de posse.
Tanta era a força com que Joao perfurava o cu de Dayana, que fazia balançar aqueles peitos delicados e redondos, que, ao ar, pendiam do peito da excitada e gostosa garota como duas maçãs suculentas e vermelhas pedindo para serem mordiscadas.
Dayana não conseguia parar de olhar nos olhos daquele bruto que a estava sodomizando com uma força e paixão incríveis; se perguntava por que nunca antes deixou Carlos comer ela por trás, e daquele jeito!. Não sabia se era o sexo anal que tinha despertado nela tanta safadeza ou se era aquele homem tão bruto e sem delicadeza que a tinha levado ao fundo do poço de uma perdição tão lasciva; talvez fosse ele; sim, era ele quem, com seu domínio, sua dominação e grosseria, tinha conseguido despertar nela sensações que ela nem sabia que existiam. Aquele homem lhe dava nojo e raiva pelo que estava fazendo com ela, mas era exatamente isso que a excitava de um jeito selvagem, mantendo-a imóvel e submissa enquanto ele desvirginava seu cuzinho delicado. O que ela ia fazer quando isso acabar?; não sabia e não ligava, naqueles momentos estava completamente perdida à própria sorte, experimentando prazeres proibidos que não sabia se voltaria a viver com outro homem; só queria aproveitar o momento e continuar sentindo aquele pau poderoso entrando e saindo à vontade do seu cu apertado, dando a ela sensações dolorosas e eletrizantes ao mesmo tempo.
Dayana achou que ia desmaiar de tanto prazer, enquanto, curiosa e excitada, deslizou dois dedos no meio das nádegas até sentir o duro pedaço de carne que entrava e saía escorregadio do seu cu e segurá-lo como se fosse um charuto grandioso. Aquele castigo delicioso parecia não ter fim; Joao fazia questão de mostrar potência e vigor, acelerando de vez em quando suas investidas de um jeito terrível, fazendo com que as nádegas da garota, mesmo sendo fortes, tremessem como gelatina pela força e velocidade com que ele penetrava a doce Dayana, fazendo ela gemer no ritmo. de tão apaixonadas sacudidas.
Depois de um bom tempo brincando com a bunda da garota daquele jeito, o auditor musculoso e suado resolveu subir também na cama, quase sentando no rabo da Dayana pra montar naquela jovem e fogosa potranquinha. João pegou o pau com a mão direita, apontou no meio das nádegas da mina e sentou naquele traseiro redondo e firme, acertando na mosca. A vara carnuda daquele garanhão se enfiou por inteiro, sumindo completamente naquele túnel estreito de prazer escondido entre aqueles montes brilhantes, fortes e carnudos que eram as nádegas da doce contadora. De vez em quando, João a pegava pela cintura e ficava sentado por uns momentos na bunda levantada da garota, com o pau duro enchendo completamente o cu da gostosa morena.
A voracidade e a luxúria daquele macho dominante faziam ele brincar com aquele rabo como se fosse um brinquedo novo; então ele pegava o pau e tirava ele inteiro da bunda da mina, vendo como o esfíncter daquele cu apertado se fechava e se abria exageradamente de novo quando ele enfiava o membro grosso até o fundo do buraquinho escuro.
Aaaaaaaaahhhh, — soluçava Dayana sem conseguir falar nada a cada nova enfiada.
Adoro te comer por trás, gostosa — repetia João a cada montada.
Ofegante, a doce Dayana mantinha os olhos fechados e a boca aberta enquanto aquele cavaleiro a montava com fúria. João pulava forte sentado naquela bunda linda, fazendo a pose da garota desmoronar, escorregando aos poucos até ficarem completamente deitados de barriga pra baixo, um em cima do outro. Dayana levantava levemente a bunda a cada investida do macho excitado; e ele, por sua vez, com o peito colado nas costas suadas da moça, aproveitava a união pra beijar a nuca dela, explorando com a língua e chupando de vez em quando o lóbulo daquela orelha delicada, enlouquecendo ela. de prazer enquanto com suas mãos fortes a segurava pelos pulsos. João, com as pernas por fora das dela, se impulsionava no colchão para meter nela e bater a barriga contra a bunda dela, fazendo tremer aquelas belas nádegas cada vez que a penetrava por trás. Dayana sentia que ia desmaiar, era aquela mistura de dor, prazer e dominação que a mergulhava no mais terrível êxtase, fazendo-a quase gritar às vezes enquanto apertava forte com a planta dos seus pés delicados a bunda do macho que a montava. Tanta era a fúria das felizes investidas e tanta era a maciez daquele colchão que ambos os corpos começaram a quicar na cama e os gemidos de Dayana se tornaram quase gritos ritmados a cada arremetida por causa do peso que ela aguentava em cada pulo. João parou de repente o ato para só pegar Dayana pela cintura e virar os dois de barriga pra cima, ficando assim o corpo da garota de costas sobre o dele; o auditor atlético dobrou as pernas enquanto pegava as dela e fez com que as plantas daqueles pés tão lindos descansassem cada uma sobre cada joelho das suas pernas musculosas; como nessa troca ágil de posição o pau duro daquele macho insaciável saiu do seu apertado esconderijo, João deslizou a mão por baixo da bunda da garota e pegou seu instrumento de novo, esfregou ele forte entre as nádegas dela e empurrou de novo até o fundo daquele buraquinho apertado enquanto com o outro braço a abraçou pela cintura, levando a mão até a buceta da garota e com os dedos se dedicou a acariciar bem sensual o clitóris dela, agora completamente exposto e fácil de alcançar nessa nova posição. As investidas se transformaram num movimento de quadril bem sensual e ritmado; enquanto o volume carnudo daquele macho deslizava escorregadio entrando e saindo do cu da garota, com uma daquelas mãos fortes ele acariciava os peitos dela e com a outra dava massagens excitantes na buceta. da garota, fazendo círculos suaves ao redor do clitóris inchado de Dayana, que virou a cabeça para poder beijar Joao. Freneticamente, entrelaçavam suas línguas explorando as bocas uma da outra enquanto as carícias inundavam os peitos e a buceta da garota, tornando o ato algo terrivelmente selvagem, enquanto o pau daquele homem cheio de virilidade perfurava copiosamente o cu molhado de Dayana, até que finalmente a sensual e voluptuosa contadora não conseguiu mais resistir àquela mistura de sensações ardentes que começavam em sua boca sensual e sua língua, descendo pelos peitos até chegar à sua buceta, onde seu clitóris redondo e inchado era acariciado ao mesmo tempo que um pau avantajado inundava seu cu até o fundo, dando à garota uma avalanche de sensações que a levavam ao limite do prazer, fazendo-a gemer e quase perder a consciência de tanta satisfação. Joao sentiu a barriga da garota se contrair e relaxar espasmodicamente enquanto o esfíncter do cu dela estrangulava e soltava freneticamente o pau de Joao enterrado até o fundo; as pernas de Dayana se esticaram como se estivessem tendo um ataque e finalmente aquele corpo delicado e lindo de mulher jovem ficou flácido e relaxado, rendido ao mais selvagem e excitante orgasmo de toda a sua vida. Joao ainda estava muito excitado, mas decidiu esperar Dayana recuperar o fôlego, então puxou suavemente seu instrumento duro do cu da garota, colocou-o entre as nádegas e ambos se deitaram de lado na cama, exaustos de tanto prazer enquanto ele a abraçava pela cintura. O corpo de Dayana brilhava devido ao suor que emanava de cada um de seus poros e ao reflexo fraco da luz tênue daquele quarto; as pernas longas e lindas da garota pareciam ainda mais esbeltas e sensuais cobertas pela transparência preta de suas meias de nylon que as estilizavam ainda mais, delineando-as perfeitamente desde os dedos dos pés até aquela Deliciosas e fortes coxas terminando naquela bunda linda que surgia redonda e brilhante por entre o rasgo da meia-calça; a cintura dela chamava ao pecado, assim como a esbeltez das costas e dos peitos, nem se fala… não eram grandes demais, mas eram redondos, macios e firmes, e cabiam perfeitamente na mão de quem quisesse acariciá-los; a linda cabeleira preta da garota se espalhava sensualmente da nuca nua para frente, cobrindo o rosto e caindo como um luxurioso manto negro sobre o cobertor da cama macia; esse era o espetáculo que João tinha diante dos olhos; esse era o corpo gostoso que ele possuíra à vontade até o último cantinho, sem nenhum pudor, esquecendo convencionalismos culturais e tabus sexuais; manipulando-o ao bel-prazer até torná-lo escravo dos seus mais baixos e varonis desejos.
— Você é linda — disse João pra garota depois de alguns minutos, ao ver que ela começava a recuperar o fôlego.
— Você é um porco, mas também me encanta — respondeu Dayana com um tom de culpa e consentimento.
— Entre todas as garotas que já conheci, só você me deixou louco desse jeito.
— Você fez o mesmo com todas? — perguntou Dayana.
— Como assim? — respondeu João, meio na expectativa de uma resposta.
— Quero dizer se pra todas as outras você também meteu sua coisa por trás igual fez comigo? — respondeu Dayana com vergonha, embora a voz denunciasse uma certa raiva.
— Na maioria, sim, mas a sua bunda é algo de outro mundo.
— Você nunca é carinhoso, tem que ser sempre tão bruto? — respondeu Dayana.
— É verdade, desculpa; quis dizer que com você tive o encontro mais sensual e apaixonado da minha vida.
— Não tá de sacanagem, cê gosta mesmo de mim? — perguntou Dayana.
— Sim, e muito.
— No escritório você é outra pessoa completamente diferente; já te falaram que você é bem chato? — respondeu Dayana, rindo de forma provocante.
— Ah, garota!, você com seus desplantes às vezes me Você me enfurece, mas quando vejo como você anda, como se veste com essas saias tão curtas, como senta e cruza essas duas lindas pernas, como passa a mão na sua coxa, você me encanta; aaaahhhh! E essas meias nylon que você sempre usa são terrivelmente sensuais… na segunda-feira passada, consegui ver quase imperceptivelmente uma renda preta fina lá no alto da sua coxa quando você sentou e aquela saia preta curta que você estava usando subiu mais do que devia; então vai, vamos, me diz que o que vi não eram umas meias nylon de renda.
— Você é um fetichista! — respondeu Dayana com certo espanto e voz safada.
— Sim, é verdade, eu sou, mas o que posso fazer se você, com sua lingerie luxuriosa, fica se exibindo por toda a empresa?
— Quando você vai embora? — perguntou Dayana, mudando abruptamente de assunto.
— Não tenho certeza, mas acho que nesta sexta.
— Você volta no ano que vem?
— Se eu não mudar de firma de auditoria, com certeza volto.
— Não vou mais te ver.
— Claro que vai me ver.
— Não! Estou afirmando que eu não vou mais te ver; se você voltar, serei eu quem não vai mais estar aqui — respondeu Dayana com uma segurança que era comum nela.
— Mas…
— Cala a boca e não diz nada, só me deixa ser sua enquanto estivermos juntos.
Um breve silêncio invadiu o quarto enquanto Dayana observava insinuantemente seu amante.
— Me diz… você gostou? — perguntou João com voz confiante.
— Não deveria dizer, mas sim, gostei, gostei muito, embora no começo tenha doído. — respondeu Dayana, como se acusasse João.
— Me diz… o que você mais gostou? — perguntou João enquanto sentia o sangue correr acelerado pelo corpo novamente.
— Não tenho certeza se foi porque entrou tão apertado ou porque você metia até o fundo — respondeu Dayana com voz luxuriosa e insinuante, enquanto sua boca aberta e bem colada na do amante pedia quase aos gritos para ser beijada.
Depois de alguns instantes de romance e descanso, João se levantou da cama e foi até o sofá macio cor-de-rosa, sentando-se e recostando as costas bem confortavelmente. Onde estava, admirava a bela Dayana e suas pernas longas enquanto esfregava o pau devagar, imaginando sei lá o quê daquela contadora gostosa.
Vem cá – disse Joao para Dayana, num tom quase militar, fazendo a garota obediente se levantar também da cama gigante e ir até onde ele estava.
O que você quer? – respondeu Dayana com aquela vozinha doce e inocente que inspirava ternura e desejo ao mesmo tempo, enquanto observava atenta como o lindo instrumento do amante começava a inchar de novo aos poucos.
Quero que você sente aqui – respondeu Joao, apontando com o olhar pro seu pau grosso e ainda meio duro.
Dayana se aproximou de Joao de frente e, devagar, se ajoelhou no sofá, montando no seu amante fogoso com as pernas por fora das dele. Enquanto se olhavam nos olhos, a garota já experiente tomou a iniciativa e, com a mão direita, pegou o pau comprido e grosso do parceiro e colocou entre as nádegas, apontando direto pro seu cuzinho apertado e, com um movimento bem suave de quadril, começou a enfiar devagar. Depois que aquele membro gostoso entrou no caminho certo, ela apoiou as mãos nos ombros de Joao e, com movimentos suaves de quadril, fez a sua bunda delicada começar a engolir o volume viril, que se dobrava e parecia que ia quebrar com o peso daquela bunda deliciosa, enquanto aos poucos se enterrava na pequena cavidade entre as nádegas da doce Dayana. Quando a bunda da garota já tinha engolido por completo o pau duro de Joao, ele a pegou pela cintura, abraçando forte, enquanto a contadora excitada fazia todo o trabalho, mexendo a bunda sexualmente pra frente e pra trás, fazendo o pau de Joao entrar e sair gostoso do cu dela, esfregando à vontade. Depois de um bom tempo dessa cavalgada deliciosa da garota, Joao a deitou de lado no sofá macio e a colocou de barriga pra cima, segurando com seus ombros fortes. Aquelas duas pernas esbeltas e lindas, e sem se envergonhar nem um pouco daquela iguaria tão saboreada, enfiou de novo por trás, enquanto a garota gritava com aquela enfiada tão repentina. Ele a sacudia com força enquanto a penetrava, segurando os delicados tornozelos de Dayana, um em cada mão, mantendo assim as pernas daquela doce garota erguidas. Já cansado daqueles empurrões fortes, e sem tirar a rola dura do cu da diva, ele pegou as pernas de Dayana e as deslizou suavemente para o lado, fazendo-a girar até ficar deitada de lado com as pernas dobradas apoiadas no sofá e a bunda sobrando na borda do assento; essa pose excitou a garota pra caralho, talvez pela sensação que o pau duro do João dava na bunda dela, já que parecia entrar ainda mais fundo. A força com que o macho ardente possuía a jovem mulher pelo cu a fazia gritar e gemer de prazer, enquanto ele mesmo já quase não se aguentava.
Deus, isso é maravilhoso! – exclamou João no auge da sensação, enquanto fazia a bunda linda da garota tremer a cada enfiada.
Aaaaaaahhhhhhhhh! Que delícia – exclamou por sua vez a sexy Dayana, enquanto sentia a bunda apertada cada vez mais molhada.
Vou gozar dentro do seu cu, linda.
Sim, gostoso, faz o que quiser com a minha bundinha – respondeu Dayana, apertando os dentes numa careta misturada de dor e prazer.
Dayana mal tinha terminado de falar quando sentiu como uma labareda o líquido vital do amante inundando o interior do cu dele. João, por sua vez, começou a diminuir as enfiadas furiosas e deslizou suavemente o pau grosso pra fora do cu de Dayana pra ver o licor viscoso e grosso, branco, escorrendo do cu da amada. João pegou o pau ainda duro e, com a cabeça, empurrou o leite que corria entre as nádegas de Dayana, enfiando de volta no esfíncter daquela bunda doce, e com um empurrão enfiou a rola de novo. empurrando ao mesmo tempo o líquido escorregadio pra dentro do cu da garota. João manteve o pau duro escondido ali por um bom tempo até sentir ele perder volume e, devagar, deslizar pra fora do cu da garota por conta própria.
Na manhã seguinte, Dayana acordou na cama do quarto dela querendo acreditar que tudo não passou de um sonho, mas, fosse o que fosse, tava decidida a guardar aquilo pra sempre como o mais lindo e excitante dos seus segredos; cada carícia, cada beijo, cada ato lascivo e incontável que fez com o amante tinha marcado ela pra sempre. Ela pensava diferente, sentia diferente e sabia que o que tinha vivido na noite anterior nunca mais ia repetir. Dayana começava a espreguiçar gostosamente quando o telefone tocou…
— Alô? – Perguntou Dayana com voz meiga e um pouco cansada.
— Alô, love, como cê tá? – Perguntou Carlos carinhosamente.
— Bem, love, muito bem, e você?
— Tudo bem por aqui, espero voltar à noite, mas me diz… trabalhou muito? Te liguei tarde da noite e você não atendia.
— Nem imagina, love, tive uma noite terrivelmente apertada! – Respondeu Dayana com um certo sarcasmo enquanto fechava os olhos e lembrava dos prazeres proibidos.
— Entendi, pelo visto trabalhou pra caramba.
— Sim, love. Vem logo que tô morrendo de vontade de te ver e além disso… quero que me dê uma massagem gostosa e que faça algo que você vai amar…
— Fala, o que é? Não aguento a ansiedade.
— Vem logo, amooooor, tchau!!!!!!!!!!
O que foi? – perguntou Carlos.
Nada, é só que não gosto de fazer assim e já te falei isso.
Mas vou meter bem devagar e depois você vai ver que gosta.
Não, não quero fazer assim e pronto, além disso, essa cama range muito e os vizinhos podem ouvir a gente, e amanhã tenho que acordar bem cedo porque precisamos começar o relatório de auditoria – respondeu Dayana enquanto abraçava o travesseiro macio do lado dela da cama, escondendo com um certo pudor os peitos e a buceta.
Então que tal a gente fazer em outro lugar… vamos pro motel que fica no Norte da cidade, me disseram que é chique e bem sexy.
Nãão! como assim, que nojo!!!, esses lugares me parecem sujos e… não gosto. Até amanhã!
Dayana pegou os lençóis com um certo desdém, se cobriu e virou de costas pra Carlos, se preparando pra dormir, deixando o marido com a maior vontade do mundo e fantasiando sobre uma suposta trepada no motel do norte.
Na manhã seguinte, como toda segunda-feira, Dayana usaria minissaia pra ir trabalhar, porque sendo uma esposa jovem e gostosa, adorava se sentir admirada, e Carlos não se opunha, já que a considerava recatada e séria o bastante pra não dar moleza. Depois de tomarem banho juntos, começaram a se vestir pra cada um ir pro seu trabalho, mas o espetáculo que Dayana oferecia aos olhos do marido fazia ele babar e demorar uma eternidade pra dar o nó na gravata enquanto a observava. O cabelo de Dayana era preto e comprido, e ao tirar a Toalha na cabeça, ela caía sensualmente sobre suas costas nuas cor de canela; naquela manhã, Dayana vestiu uma calcinha fio dental preta com a parte da frente transparente e uma renda fina em volta do pequeno triângulo que cobria sua buceta peluda, enquanto por trás corria da cintura uma tirinha que se perdia entre as nádegas brilhantes e duras da jovem esposa, revelando uma bunda linda e redonda, sem ser exageradamente voluptuosa. Pra completar a lingerie sexy, Dayana usou um sutiã preto de renda com a taça transparente, revelando um par de peitos lindos e modestos, coroados por dois mamilos rosados como cerejas em cima de duas bolas de sorvete delicioso. Depois disso, a gostosa caminhou até sua penteadeira e, da gaveta do meio, tirou dois brincos de fantasia que colocou, um em cada orelha; aqueles brincos a faziam parecer jovem e safada. Maquiou o rosto, delineou sensualmente os olhos e pintou seus lábios carnudos com um rosa um pouco mais forte que o do vestido.
— Será que hoje à noite tem festa? — perguntou Carlos, admirado.
— Quem sabe? Se você se comportar — respondeu Dayana, piscando de forma provocante e mostrando seus lindos olhos pretos.
— Você sabe bem que hoje eu viajo e volto amanhã.
— É verdade... bom, se não quiser festa, tudo bem, mas o que acontece é que hoje vou usar o vestido rosa que você me deu e, como você deve ter notado, ele é meio apertado. Se eu usar uma daquelas calcinhas mata-paixão que minha mãe me deu, vai marcar o formato e minha bunda vai ficar feia.
— Isso nunca, amor! Pode ter certeza — respondeu Carlos, com um tom de brincadeira.
— Melhor parar de me olhar assim e vai logo tomar café, que a gente precisa ir.
Carlos ignorou o pedido de Dayana, que soou mais como uma ordem, porque a melhor parte estava por vir. Dayana pegou, numa das gavetas do armário que dividiam, um par de meia-calça marrom escuro e se preparou para vesti-las; sentada na cama, levantou bem sensualmente a perna esquerda e... Ela deslizou lentamente uma meia sobre a perna, porque sabia que Carlos a observava e isso a fazia se sentir como a atriz de um filme erótico italiano. Fez o mesmo com a outra perna e, quando terminou, levantou-se e, com as duas mãos, percorreu devagar perna por perna, do tornozelo até onde a coxa perde o nome, para esticar direitinho o nylon daquelas meias sensuais. Carlos estava de boca aberta e só saiu do transe quando Dayana disse docemente:
— Ei! Me ajuda? — mostrando a Carlos as sandálias pretas de salto alto que segurava delicadamente com suas mãos cuidadas e macias.
— Claro!
Então Carlos se ajoelhou, pegou o tornozelo de Dayana e colocou aquele pé delicado sobre o joelho dele, aproveitando para acariciar a perna dela da panturrilha até o tornozelo, com a desculpa de calçar as sandálias. Finalmente, Dayana vestiu aquele vestido rosa de uma peça só, bem justinho, sem mangas e com decote redondo, que chegava até a coxa, revelando duas pernas esculturais, longas e lindas.
O dia passou como de costume, ou seja, como toda segunda-feira, cheio de problemas.
— Viu aquele monumento? — perguntou Sofia para Dayana, falando do Auditor brasileiro que estava no corredor tirando cópias de uns documentos.
— Sim, é lindo pra caralho, mas é um idiota grosso. Aposto que daqui a pouco vem me encher o saco de novo com a história do inventário.
— As más línguas andam dizendo que ele gosta de chutar com a esquerda.
— Talvez, ele é bonito demais pra ser normal, mas se me pedissem pra confirmar, eu topava na hora — respondeu Dayana com malícia, e as duas garotas riram do comentário.
Aquele Auditor tinha mais cara de gladiador do que de homem de negócios. Todas as garotas da empresa babavam quando o viam passar, tentando descobrir um jeito de se dar bem com um galã tão mal-humorado. Imaginavam ele de short, bronzeado, com a pele brilhando e musculoso, jogando vôlei na praia. Ipanema e nunca faltava uma oferecida que quisesse mostrar a cidade pra ele e, se tivesse sorte, talvez algo mais. João era um excelente profissional e um homem terrivelmente gostoso, alto, atlético, cabelo curto e cacheado, nariz fino bem normal, queixo definido e, pra completar, olhos cor de esmeralda. Todo ano ele visitava as instalações da empresa pra auditar o negócio, que era uma multinacional de prestígio, então a relação dele com a Dayana era constante e não muito tranquila, porque toda vez que ele chegava, eles passavam o tempo brigando por causa de um anexo ou outro e blá blá blá. Todas as outras moças do prédio adorariam estar tão perto dele, mesmo que fosse só pra discutir.
Eram umas oito da noite, dia 31 do mês e fechamento do período. Não tinha ninguém no prédio e a Dayana tava puta com tanta papelada na mesa dela e, pra piorar, o João precisava de uma informação que não existia. Ele ia e voltava do escritório da Dayana esperando respostas e a única coisa que encontrava era uma contadora linda, mas de mal humor.
— Achou o anexo que te pedi?
— Já te falei que esse documento não existe!!! — respondeu Dayana com um tom cansado.
A moça gostosa revisava vários documentos sentada na cadeira executiva; apoiada com o cotovelo na mesa, segurava um lápis com a mão e enroscava repetidamente o cabelo atrás da orelha, como se estivesse morrendo de tédio, enquanto cruzava a perna e, com o pé sensual, brincava com a sandália, balançando ela pra frente e pra trás sem perceber que o vestido tinha subido quase indecentemente pra cima, revelando as pernas mais lindas e gostosas que João já tinha visto na vida. João percorreu com o olhar toda aquela beleza, começando pelos dedos, passando pelo peito do pé, descendo pela panturrilha e subindo gostosamente pelo joelho até a coxa, conseguindo ver na borda do vestido o limite mais escuro da meia-calça da jovem contadora. Dayana percebeu o show que suas pernas estavam dando e imediatamente virou para olhar para Joao com um olhar acusador, enquanto com as mãos arrumava o vestido, tentando esconder o que já era impossível de esconder. Os minutos seguintes ficaram bem tensos, porque entre um reclamo e outro, a discussão esquentou de verdade. Dayana levantou da cadeira, Joao fez o mesmo, e os dois começaram a se atacar cara a cara com argumentos que pareciam ser de contabilidade ou algo assim, até que a situação chegou num ponto quente demais e de repente… Dayana ficou muda de espanto; não conseguiu reagir.
— O que você tá fazendo? — disse a garota com a voz trêmula, tentando empurrar Joao com as mãos.
— Não vou te soltar até você se acalmar — respondeu ele, segurando ela firme contra o corpo pela cintura.
Os dois ficaram sem palavras, se olhando nos olhos, e naquele exato momento Joao deu um beijo incrivelmente apaixonado nela. Dayana, fazendo um esforço fraco, tentava se soltar fingindo repulsa pelo que estava rolando, enquanto no fundo sabia que aquele instante e aqueles lábios estavam desmontando ela por completo; Joao, por outro lado, apertou ela com mais força e beijou com ainda mais paixão até que a garota cedeu àquelas carícias tão quentes e se entregou pra compartilhar aquele momento sedutor, enfiando a língua na boca de Joao e saboreando aquele beijo ardente. A língua de Joao, por sua vez, percorreu furtivamente o interior da boca de Dayana enquanto a empurrava contra a parede e suas mãos levantavam aquele vestido rosa curto, acariciando aquelas duas pernas esculturais. A sensação do nylon na pele macia da garota deixava ele louco de tesão, e Dayana já tinha caído nos encantos daquele monumento de pele bronzeada. Joao segurou ela pela bunda e sentou ela em cima da mesa perto da parede, enquanto continuava beijando ela apaixonadamente. Ele tirou o paletó e, quando começou a se livrar da gravata, os dois ouviram um barulho no… corredor. Era a Sofia, que tinha voltado pra pegar a carteira de motorista e o documento do carro que, pra puta que pariu dos amantes, tinham esquecido. Quando entrou, Sofia olhou pra eles meio estranho, mas não sacou o que tava rolando, porque cada um tava no seu lugar; Sofia pegou os papéis e se despediu com um gesto de desaprovação:
“Tchau, galera… e para de brigar, deixa isso pra amanhã!”
Joao e Dayana estavam assustados e ao mesmo tempo excitados. Dayana pegou a bolsa e saiu correndo que nem uma louca.
“Vou embora. Isso nunca devia ter acontecido” – falou a mina.
“Espera aí” – disse Joao, segurando ela com força pelo pulso.
“Me solta” – respondeu Dayana, enquanto se debatia inutilmente, tentando fazer ele largar.
“Vem comigo… aqui não é seguro.”
Joao praticamente arrastou a garota pelo prédio até o estacionamento, forçando ela a entrar no carro dele.
“Me deixa sair” – falou Dayana com voz firme, mas com uma atitude derrotada.
“Não se mexe” – respondeu Joao com ainda mais firmeza.
Aquele jeito de mandar excitava pra caralho a jovem mulher, que, submissa e fingindo desespero e descontentamento, entrou no carro de Joao, deixando ele levar ela pra onde quisesse. Depois que pegaram a estrada, seguiram pela rodovia que vai pro Norte, quase no fim da cidade, e qual não foi a surpresa de Dayana ao ver Joao entrando no estacionamento daquele motel que o Carlos tanto babava.
“Eu não vou entrar aqui, me deixa sair ou eu grito!”
“Grita à vontade, mas dentro do quarto” – disse Joao, enquanto dava um beijão em Dayana, igualzinho ao que trocaram no escritório.
Enquanto Joao pedia um quarto, Dayana tapava a cara, toda santinha, com um jornal que Joao tinha no porta-luvas do carro. Não demoraram pra entrar no quarto e, na mesma hora, Joao encurralou Dayana contra a parede e arrancou o vestido dela de forma selvagem. Aquele lugar cúmplice era atraente e meio chique; tinha um carpete bege de pelo longo e bem macio; no centro da No quarto, tinha uma cama de madeira estilo contemporâneo, tamanho king size, com cobertor azul marinho; claro que tinha espelhos no teto, além de um sofá rosa bem confortável no canto do quarto, aos pés da cama. Do lado esquerdo dela, tinha um criado-mudo pequeno e uma luminária média com cúpula rosa; no fundo, uns metros além da cama, tinha uma jacuzzi com acabamento de madeira e pedras de rio incrustadas por dentro, e a água borbulhante chamava pro descanso, pro relaxamento ou pra outra coisa…
Os amantes não paravam de se acariciar e se beijar. Dayana tava ficando louca enquanto João percorria o pescoço dela com os lábios, beijando a garganta e passando dali pro queixo e pra boca. As mãos mágicas daquele homem percorriam o corpo inteiro daquela gostosa, da buceta aos peitos, e não demoraram pra se livrar da roupa incômoda dos dois, que ficou jogada no chão. Ele tava pelado e ela só tinha aquela calcinha fio dental indecente e as meias arrastão sensuais.
Dayana tava louca de tesão; as carícias e os beijos do João tinham deixado ela completamente besta. A mina pegou o pau daquele Deus e começou a massagear enquanto as bocas se beijavam e as línguas se enfrentavam sem trégua. Ela não sabia o que tava dominando ela daquele jeito, talvez fosse a brutalidade e o jeito grosso do João comparado com o trato suave e carinhoso do Carlos, mas já não importava mais, ela só queria ser dominada e fodida como nunca na vida.
João puxou Dayana com força pelo cabelo e a fez ajoelhar na frente dele enquanto o membro potente encarava o rosto da mina.
Chupa!!! — ele mandou, com autoridade e voz severa.
Dayana olhou nos olhos dele e, sem falar uma palavra, dirigiu o olhar praquele pau lindo; pegou com cuidado, fechou os olhos e meteu na boca. A garota começou a chupar e lamber aquele pedaço de carne como se fosse a última coisa da vida. Saboreando um doce delicioso, enquanto isso, João segurava ela com força pelos cabelos e empurrava a cabeça da garota contra o pau dele, fazendo com que ele enchesse completamente a boca dela, às vezes até fazendo ela engasgar. A cabeça da Dayana se movia no ritmo, colocando e tirando aquele pedaço de carne da boquinha delicada dela, soltando de vez em quando pra poder respirar. Em cada pausa, João pegava ela de novo pelo cabelo e fazia ela engolir aquele pacote carnudo até que, depois de vários minutos, a excitação daquele homem chegou ao auge, segurando Dayana pelo cabelo com mais força e enfiando o pau ainda mais naquela boquinha até quase sentir as amígdalas da garota com a cabeça. Ela tentou empurrar ele pra tirar aquela coisa da boca que tava sufocando ela, enquanto, impotente, soltava uns sons guturais que até pareciam palavras, mas obviamente eram incompreensíveis, embora soassem algo como – já chega! –. João não conseguiu mais se segurar e soltou toda a carga dele dentro da boca da garota; Dayana sentia que ia vomitar quando sentiu um líquido grosso e quente escorrendo pela garganta dela sem conseguir se soltar, porque ele continuava segurando ela pelo cabelo. Mesmo ela lutando pra se afastar, João não soltou até ela ter engolido até a última gota da porra dele. Finalmente, Dayana caiu pra trás, sentada, enquanto com a mão direita limpava os lábios. Depois de olhares acusadores e excitantes, Dayana se levantou e tomou a resolução irreconciliável de ir embora.
Você é um porco, vou embora… isso nunca devia ter acontecido – repetiu Dayana de novo, enquanto, quase nua como estava, pegava as roupas dela no chão.
Você não vai embora não, garota, isso tá só começando – respondeu João, ao mesmo tempo que agarrava ela com força pela cintura.
Aquele homem escultural pegou Dayana, carregou ela, levou até a cama e jogou ela no colchão macio como se fosse um saco de areia; ela oferecia uma resistência quase fingida. Irrisório; ela não sabia o que a mantinha ali, não entendia o motivo de tanta submissão; não compreendia por que aquele bruto, embora lindo homem, com seu jeito grosseiro e mandão, a excitava tanto, mesmo depois do que ele acabara de fazer com ela. Uma parte dela queria se levantar daquela cama e sair correndo, mas a outra parte a retinha, obrigando-a a buscar prazeres inexplorados.
João se aproximou, pegou a garota assustada e excitada pela cintura e, com um só puxão, virou ela de bruços, agarrou suas cadeiras e levantou sua bunda, deixando-a de joelhos, debruçada na beira da cama. João, de pé, atrás da linda Dayana, acariciava profissionalmente com as duas mãos aquela bundinha linda coberta por aquelas meias de nylon cor de fumaça, com uma transparência semi-brilhante e terrivelmente sensual, que deixavam ver através aquele fio dental preto minúsculo escondido entre aquelas duas belas nádegas. Em seguida, João se ajoelhou na frente daquela bunda linda, colou o rosto quase afundando no meio das nádegas da garota e, com a ajuda dos dentes e dos dedos, rasgou aquelas meias sensuais e abriu o rasgo até deixar toda a bunda e a buceta da linda Dayana expostas. João pegou aquele fio dental minúsculo e o rasgou, tirando-o completamente, deixando a buceta e aquele buraquinho lindo entre as nádegas da linda Dayana à mostra; então começou a lamber freneticamente a buceta da garota enquanto sentia o próprio pau recuperar as forças e se preparar para uma nova investida. A respiração de Dayana ficou acelerada e ofegante enquanto sentia a excitação causada por aquelas carícias aumentar quase a ponto de fazê-la perder a noção de onde e com quem estava. João, por sua vez, não parava de lamber aquele clitóris redondo e inchado enquanto, com as mãos, acariciava aquela bunda linda, deslizando de vez em quando o polegar pelo cu da garota. Quando Dayana sentiu que ia desmaiar de tanto prazer, João se Levantou, pegou ela pela cintura e penetrou a buceta doce e suculenta da garota, fazendo ela quase gritar de prazer. Dayana não parava de ofegar, a excitação do ato tava fazendo ela ver estrelas enquanto, de olhos fechados, imaginava aquele homem poderoso parado atrás dela, metendo com uma paixão irracional. Aí, do nada, João tirou o pau da buceta da Dayana, se ajoelhou de novo, separou as nádegas da mina e lambeu com cuidado aquele furinho pequeno. Dayana deu um pulo ao sentir a língua dele passando pelo cu dela; era algo novo, meio estranho, mas não deixava de ser excitante. Depois de lamber o cu da garota por uns instantes, João voltou com tudo, penetrando ela de novo, só que dessa vez acompanhou o ato com outro carinho… colocou o polegar no cu da mina e enfiou o dedo com força, massageando o interior do cu da Dayana enquanto metia ritmadamente na buceta dela.
- Aaaai, o que você tá fazendo? - perguntou Dayana, fingindo inocência e surpresa, mesmo sabendo o que vinha depois daquele massagem peculiar.
- Não gostou?
- Acho que… que sim - respondeu Dayana, toda excitada, enquanto de olhos fechados continuava imaginando os carinhos e a massagem anal que aquele gostoso e bruto semental brasileiro tava dando. - O que você vai fazer comigo? - perguntou Dayana de novo, com uma voz medrosa e infantil.
- Não imagina? - respondeu João com aquele sotaque estrangeiro que encantava as minas, enquanto Dayana, de bruços, virou a cabeça e olhou nos olhos dele, como quem pede clemência.
- Me diz o que você vai fazer? - perguntou Dayana de novo, como se não soubesse o que esperava.
- Vou te comer gostoso pelo cu e você vai adorar - respondeu João com a grosseria e a falta de jeito que era a cara dele; embora talvez fosse isso que tanto atraía Dayana naquele cara bonito e diferente.
- Nãooo, por favor, esse troço não vai caber - respondeu Dayana com voz de menina perdida e tom de súplica, excitando ainda mais seu cavaleiro.
- Vai caber e até o fundo, gostosa
- Nãão, não seja bruto… vai doer
- Sim, vai doer e você vai gritar, mas de prazer – respondeu Joao, que também ofegava pela luta excitante que os dois corpos travavam.
Quando finalmente chegou o momento de provar a tão desejada bunda, Joao tirou o membro da buceta de Dayana e deslizou suavemente para cima até que a glande do seu pau avantajado quase tapasse o buraquinho da garota. Joao pegou o pênis com a mão direita e esfregou com força de cima para baixo, acariciando com a glande o cu de Dayana até parar devagar e mirar naquele buraquinho.
- Nãão, essa coisa não vai caber no meu cu, por favor nãão – Suplicava Dayana, agarrando com as mãos a colcha da cama e olhando inocente para Joao.
- Relaxa e não aperta o cu que você vai adorar
- Mas vai devagar, tá?
- Deixa comigo e você vai ver.
Não havia dúvida que, de bruços como estava, na beira da cama, com os pés no ar, a bunda levantada e as meias de nylon rasgadas deixando à mostra só o rabo, Dayana era um prato incrivelmente delicioso, digno de ser provado. A visão da bunda de Dayana era algo espetacular. Joao a pegou pelas cadeiras, com os polegares separou suas nádegas e, com o pau sobre o cu da moça, começou a empurrar devagar.
- Aaaai… aaaai – disse Dayana em tom baixo, enquanto, assustada, agarrava com força a colcha azul.
- Calma que ainda não entrou!!!!! Joao empurrou de novo, mas dessa vez com mais força. Aquela portinha entre as nádegas da garota não cedia ao ataque de um aríete tão poderoso. A entrada daquele túnel profundo era muito pequena, e o pau de Joao, inchado e duro, parecia dobrar enquanto tentava penetrar naquele lugar escuro e apertado. Joao, de pé atrás daquela beleza delicada, observava com voracidade o rabinho que estava diante dele e, sem perder Mais tempo, ele a agarrou com força pela cintura e começou a empurrar de novo até ver aquela glande grossa deslizar suavemente para dentro do cu da garota e sumir, afogada naquela cavidade apertada. Dayana se agarrou com mais força nos lençóis e, com os olhos fechados e a boca exageradamente aberta, sentia aquele pedaço gordo e duro de carne começando a abrir caminho devagar para dentro do seu cu apertado, dilatando dolorosamente as paredes daquele buraquinho virgem. Dayana ficou imóvel e ofegante naquela posição impudica, resignada ao que viesse e esperando o desfecho daquele tabu tão sórdido. João admirava extasiado a bunda da garota e seu pau semi-incrustado no buraquinho entre as nádegas abertas da jovem diva; ele a pegou de novo pelos quadris e separou suas nádegas com os polegares, se preparando para a segunda investida; empurrou com certa brusquidão e aquela piroca inchada começou a deslizar bem apertada, enterrando-se quase por completo no cu delicioso da garota; enquanto um grito de dor e prazer enchia o quarto, ecoando por quase todo o motel. Aaaaaaaaahhhhh …!!! – Gritou Dayana ao mesmo tempo que replicou em voz baixa – bruto!!! João manteve sua presa segura pela cintura até finalmente terminar de inserir aquela piroca comprida que foi se perder enterrada no cu delicioso da sensual contadora. Dessa vez Dayana só fechou os olhos e soltou um gemido surdo e abafado enquanto, com suas mãos delicadas, agarrava os lençóis e os mordia com força em expressão de dor. João, por sua vez, contemplava terrivelmente excitado aquele espetáculo luxurioso… Uma gata linda com a meia-calça rasgada, de bruços na frente dele, com toda a extensão do seu pau gordo perdido entre aquelas duas nádegas bronzeadas e firmes, enterrado até o saco no cu daquela deliciosa e jovem contadora de cabelos longos. O que acha, senhorita contadora? Achou que ia escapar? Falei que não ia entrar, né?" — disse João em tom malicioso. "Vou te comer no cu até você gritar de prazer, e a noite inteira vou te dar só por trás."
"Nãããoooo... pu...u...u...ta... que... pa...ri...u" — respondeu a garota com a voz entrecortada.
João começou a tirar lentamente aquele volume grosso da bunda da garota, enquanto ela, ofegante e resignada, só pedia para aquele castigo parar. O pau de João saiu quase expulso do cu da garota por causa do aperto daquela cavidade tão pequena. O musculoso macho apontou de novo, colocou a cabeça no centro daquele anelzinho e, com a ajuda do polegar, guiou até que o pau entroncado entrasse de novo até o fundo do cu da Dayana. João sentia como se as bolas também quisessem entrar, mas aquelas duas belas nádegas não deixavam. Depois da segunda enfiada, começou a tirar e meter ritmicamente o pau duríssimo naquele buraquinho delicioso, que só lhe dava um prazer imenso por causa do jeito que o esfíncter do cu apertado da garota estrangulava aquele pau duro.
Cada enfiada no cu da Dayana vinha com mais e mais força; o pau duro de João agora deslizava à vontade, saindo e entrando repetidamente naquele buraquinho excitante até se perder por completo, enterrado quase até as bolas. O cu da Dayana ainda oferecia certa resistência, mas a garota já não dava sinais de desgosto. João agora estava comendo ela de forma maravilhosa; em cada nova penetração, sentia as bolas batendo nas nádegas da garota, fazendo ela soltar gemidos leves e excitantes. Dayana, por sua vez, estava de boca aberta e olhos fechados, sentindo aquele pau babado e duro penetrar dolorosa e excitantemente sua bunda, alargando as paredes do esfíncter e lubrificando o cu até o fundo.
"Sim, gostosa!!!... siiiimmm; como seu cu é apertado" — disse João, segurando Dayana pelas... bonecas e colocando elas no mesmo rabo da garota, fazendo com que ela separasse as nádegas pra ele poder apreciar melhor como o pau dele enfiava no cu da doce Dayana.
Você é um porco – respondeu Dayana ofegante, enquanto, de bruços como estava, virou pra olhar o Joao com olhos furiosos; o rosto suado dela expressava uma mistura estranha de raiva, nojo e tesão.
Toma, gatinha… toma!! – dizia Joao enquanto metia nela por trás.
Aaaaahhh, aaaahhhh …. você é um porco… um nojento! – exclamava a linda contadora, enquanto com as mãos separava ainda mais as nádegas pra aquele membro poderoso entrar à vontade.
Me diz que você não gosta, vai!... me diz que você não gosta de levar no cu, garota!
Nãoooohh, você é um porco! – repetia excitada a garota sensual enquanto olhava fixo nos olhos daquele brutamontes desconhecido.
Vai, Dayana! … me diz que seu marido te faz sentir a mesma coisa!; tenho certeza que ele nunca te comeu no cu… vai, responde… seu marido já te comeu no cu assim? …aaaah? – Exclamava Joao enquanto olhava fixo nos olhos impassíveis e excitados da doce Dayana, enfiando o pau comprido até o fundo do cu com tanta força que as nádegas da garota tremiam a cada estocada.
Nãoooohhh …. Aaaahhhh, você tá rasgando meu cuuuuu… aaahhh! –
Você gosta? … responde!
Siiiiii ... siiii, adoro! – respondeu Dayana, confessando voluntariamente e à beira do clímax aquilo que o musculoso brasileiro tinha previsto.
Toma, gostosa!, essa foda é pelo seu mau humor! – repreendia Joao enquanto com força enfiava de novo o pau até o fundo do cu da garota.
Ahhhhh!
E essa é por ser caretona
Aaaaaaaaahhhhh!!!... já, por favor! prometo me comportar beeem… aaahh – exclamava Dayana dolorosamente, cúmplice da bronca excitante que aquele gladiador bronzeado estava dando nela.
E essa é por ser tão sexy! – repreendia de novo Joao a cada foda enquanto apertava com força as nádegas da Garota deixando as marcas dos dedos como sinal de posse.
Tanta era a força com que Joao perfurava o cu de Dayana, que fazia balançar aqueles peitos delicados e redondos, que, ao ar, pendiam do peito da excitada e gostosa garota como duas maçãs suculentas e vermelhas pedindo para serem mordiscadas.
Dayana não conseguia parar de olhar nos olhos daquele bruto que a estava sodomizando com uma força e paixão incríveis; se perguntava por que nunca antes deixou Carlos comer ela por trás, e daquele jeito!. Não sabia se era o sexo anal que tinha despertado nela tanta safadeza ou se era aquele homem tão bruto e sem delicadeza que a tinha levado ao fundo do poço de uma perdição tão lasciva; talvez fosse ele; sim, era ele quem, com seu domínio, sua dominação e grosseria, tinha conseguido despertar nela sensações que ela nem sabia que existiam. Aquele homem lhe dava nojo e raiva pelo que estava fazendo com ela, mas era exatamente isso que a excitava de um jeito selvagem, mantendo-a imóvel e submissa enquanto ele desvirginava seu cuzinho delicado. O que ela ia fazer quando isso acabar?; não sabia e não ligava, naqueles momentos estava completamente perdida à própria sorte, experimentando prazeres proibidos que não sabia se voltaria a viver com outro homem; só queria aproveitar o momento e continuar sentindo aquele pau poderoso entrando e saindo à vontade do seu cu apertado, dando a ela sensações dolorosas e eletrizantes ao mesmo tempo.
Dayana achou que ia desmaiar de tanto prazer, enquanto, curiosa e excitada, deslizou dois dedos no meio das nádegas até sentir o duro pedaço de carne que entrava e saía escorregadio do seu cu e segurá-lo como se fosse um charuto grandioso. Aquele castigo delicioso parecia não ter fim; Joao fazia questão de mostrar potência e vigor, acelerando de vez em quando suas investidas de um jeito terrível, fazendo com que as nádegas da garota, mesmo sendo fortes, tremessem como gelatina pela força e velocidade com que ele penetrava a doce Dayana, fazendo ela gemer no ritmo. de tão apaixonadas sacudidas.
Depois de um bom tempo brincando com a bunda da garota daquele jeito, o auditor musculoso e suado resolveu subir também na cama, quase sentando no rabo da Dayana pra montar naquela jovem e fogosa potranquinha. João pegou o pau com a mão direita, apontou no meio das nádegas da mina e sentou naquele traseiro redondo e firme, acertando na mosca. A vara carnuda daquele garanhão se enfiou por inteiro, sumindo completamente naquele túnel estreito de prazer escondido entre aqueles montes brilhantes, fortes e carnudos que eram as nádegas da doce contadora. De vez em quando, João a pegava pela cintura e ficava sentado por uns momentos na bunda levantada da garota, com o pau duro enchendo completamente o cu da gostosa morena.
A voracidade e a luxúria daquele macho dominante faziam ele brincar com aquele rabo como se fosse um brinquedo novo; então ele pegava o pau e tirava ele inteiro da bunda da mina, vendo como o esfíncter daquele cu apertado se fechava e se abria exageradamente de novo quando ele enfiava o membro grosso até o fundo do buraquinho escuro.
Aaaaaaaaahhhh, — soluçava Dayana sem conseguir falar nada a cada nova enfiada.
Adoro te comer por trás, gostosa — repetia João a cada montada.
Ofegante, a doce Dayana mantinha os olhos fechados e a boca aberta enquanto aquele cavaleiro a montava com fúria. João pulava forte sentado naquela bunda linda, fazendo a pose da garota desmoronar, escorregando aos poucos até ficarem completamente deitados de barriga pra baixo, um em cima do outro. Dayana levantava levemente a bunda a cada investida do macho excitado; e ele, por sua vez, com o peito colado nas costas suadas da moça, aproveitava a união pra beijar a nuca dela, explorando com a língua e chupando de vez em quando o lóbulo daquela orelha delicada, enlouquecendo ela. de prazer enquanto com suas mãos fortes a segurava pelos pulsos. João, com as pernas por fora das dela, se impulsionava no colchão para meter nela e bater a barriga contra a bunda dela, fazendo tremer aquelas belas nádegas cada vez que a penetrava por trás. Dayana sentia que ia desmaiar, era aquela mistura de dor, prazer e dominação que a mergulhava no mais terrível êxtase, fazendo-a quase gritar às vezes enquanto apertava forte com a planta dos seus pés delicados a bunda do macho que a montava. Tanta era a fúria das felizes investidas e tanta era a maciez daquele colchão que ambos os corpos começaram a quicar na cama e os gemidos de Dayana se tornaram quase gritos ritmados a cada arremetida por causa do peso que ela aguentava em cada pulo. João parou de repente o ato para só pegar Dayana pela cintura e virar os dois de barriga pra cima, ficando assim o corpo da garota de costas sobre o dele; o auditor atlético dobrou as pernas enquanto pegava as dela e fez com que as plantas daqueles pés tão lindos descansassem cada uma sobre cada joelho das suas pernas musculosas; como nessa troca ágil de posição o pau duro daquele macho insaciável saiu do seu apertado esconderijo, João deslizou a mão por baixo da bunda da garota e pegou seu instrumento de novo, esfregou ele forte entre as nádegas dela e empurrou de novo até o fundo daquele buraquinho apertado enquanto com o outro braço a abraçou pela cintura, levando a mão até a buceta da garota e com os dedos se dedicou a acariciar bem sensual o clitóris dela, agora completamente exposto e fácil de alcançar nessa nova posição. As investidas se transformaram num movimento de quadril bem sensual e ritmado; enquanto o volume carnudo daquele macho deslizava escorregadio entrando e saindo do cu da garota, com uma daquelas mãos fortes ele acariciava os peitos dela e com a outra dava massagens excitantes na buceta. da garota, fazendo círculos suaves ao redor do clitóris inchado de Dayana, que virou a cabeça para poder beijar Joao. Freneticamente, entrelaçavam suas línguas explorando as bocas uma da outra enquanto as carícias inundavam os peitos e a buceta da garota, tornando o ato algo terrivelmente selvagem, enquanto o pau daquele homem cheio de virilidade perfurava copiosamente o cu molhado de Dayana, até que finalmente a sensual e voluptuosa contadora não conseguiu mais resistir àquela mistura de sensações ardentes que começavam em sua boca sensual e sua língua, descendo pelos peitos até chegar à sua buceta, onde seu clitóris redondo e inchado era acariciado ao mesmo tempo que um pau avantajado inundava seu cu até o fundo, dando à garota uma avalanche de sensações que a levavam ao limite do prazer, fazendo-a gemer e quase perder a consciência de tanta satisfação. Joao sentiu a barriga da garota se contrair e relaxar espasmodicamente enquanto o esfíncter do cu dela estrangulava e soltava freneticamente o pau de Joao enterrado até o fundo; as pernas de Dayana se esticaram como se estivessem tendo um ataque e finalmente aquele corpo delicado e lindo de mulher jovem ficou flácido e relaxado, rendido ao mais selvagem e excitante orgasmo de toda a sua vida. Joao ainda estava muito excitado, mas decidiu esperar Dayana recuperar o fôlego, então puxou suavemente seu instrumento duro do cu da garota, colocou-o entre as nádegas e ambos se deitaram de lado na cama, exaustos de tanto prazer enquanto ele a abraçava pela cintura. O corpo de Dayana brilhava devido ao suor que emanava de cada um de seus poros e ao reflexo fraco da luz tênue daquele quarto; as pernas longas e lindas da garota pareciam ainda mais esbeltas e sensuais cobertas pela transparência preta de suas meias de nylon que as estilizavam ainda mais, delineando-as perfeitamente desde os dedos dos pés até aquela Deliciosas e fortes coxas terminando naquela bunda linda que surgia redonda e brilhante por entre o rasgo da meia-calça; a cintura dela chamava ao pecado, assim como a esbeltez das costas e dos peitos, nem se fala… não eram grandes demais, mas eram redondos, macios e firmes, e cabiam perfeitamente na mão de quem quisesse acariciá-los; a linda cabeleira preta da garota se espalhava sensualmente da nuca nua para frente, cobrindo o rosto e caindo como um luxurioso manto negro sobre o cobertor da cama macia; esse era o espetáculo que João tinha diante dos olhos; esse era o corpo gostoso que ele possuíra à vontade até o último cantinho, sem nenhum pudor, esquecendo convencionalismos culturais e tabus sexuais; manipulando-o ao bel-prazer até torná-lo escravo dos seus mais baixos e varonis desejos.
— Você é linda — disse João pra garota depois de alguns minutos, ao ver que ela começava a recuperar o fôlego.
— Você é um porco, mas também me encanta — respondeu Dayana com um tom de culpa e consentimento.
— Entre todas as garotas que já conheci, só você me deixou louco desse jeito.
— Você fez o mesmo com todas? — perguntou Dayana.
— Como assim? — respondeu João, meio na expectativa de uma resposta.
— Quero dizer se pra todas as outras você também meteu sua coisa por trás igual fez comigo? — respondeu Dayana com vergonha, embora a voz denunciasse uma certa raiva.
— Na maioria, sim, mas a sua bunda é algo de outro mundo.
— Você nunca é carinhoso, tem que ser sempre tão bruto? — respondeu Dayana.
— É verdade, desculpa; quis dizer que com você tive o encontro mais sensual e apaixonado da minha vida.
— Não tá de sacanagem, cê gosta mesmo de mim? — perguntou Dayana.
— Sim, e muito.
— No escritório você é outra pessoa completamente diferente; já te falaram que você é bem chato? — respondeu Dayana, rindo de forma provocante.
— Ah, garota!, você com seus desplantes às vezes me Você me enfurece, mas quando vejo como você anda, como se veste com essas saias tão curtas, como senta e cruza essas duas lindas pernas, como passa a mão na sua coxa, você me encanta; aaaahhhh! E essas meias nylon que você sempre usa são terrivelmente sensuais… na segunda-feira passada, consegui ver quase imperceptivelmente uma renda preta fina lá no alto da sua coxa quando você sentou e aquela saia preta curta que você estava usando subiu mais do que devia; então vai, vamos, me diz que o que vi não eram umas meias nylon de renda.
— Você é um fetichista! — respondeu Dayana com certo espanto e voz safada.
— Sim, é verdade, eu sou, mas o que posso fazer se você, com sua lingerie luxuriosa, fica se exibindo por toda a empresa?
— Quando você vai embora? — perguntou Dayana, mudando abruptamente de assunto.
— Não tenho certeza, mas acho que nesta sexta.
— Você volta no ano que vem?
— Se eu não mudar de firma de auditoria, com certeza volto.
— Não vou mais te ver.
— Claro que vai me ver.
— Não! Estou afirmando que eu não vou mais te ver; se você voltar, serei eu quem não vai mais estar aqui — respondeu Dayana com uma segurança que era comum nela.
— Mas…
— Cala a boca e não diz nada, só me deixa ser sua enquanto estivermos juntos.
Um breve silêncio invadiu o quarto enquanto Dayana observava insinuantemente seu amante.
— Me diz… você gostou? — perguntou João com voz confiante.
— Não deveria dizer, mas sim, gostei, gostei muito, embora no começo tenha doído. — respondeu Dayana, como se acusasse João.
— Me diz… o que você mais gostou? — perguntou João enquanto sentia o sangue correr acelerado pelo corpo novamente.
— Não tenho certeza se foi porque entrou tão apertado ou porque você metia até o fundo — respondeu Dayana com voz luxuriosa e insinuante, enquanto sua boca aberta e bem colada na do amante pedia quase aos gritos para ser beijada.
Depois de alguns instantes de romance e descanso, João se levantou da cama e foi até o sofá macio cor-de-rosa, sentando-se e recostando as costas bem confortavelmente. Onde estava, admirava a bela Dayana e suas pernas longas enquanto esfregava o pau devagar, imaginando sei lá o quê daquela contadora gostosa.
Vem cá – disse Joao para Dayana, num tom quase militar, fazendo a garota obediente se levantar também da cama gigante e ir até onde ele estava.
O que você quer? – respondeu Dayana com aquela vozinha doce e inocente que inspirava ternura e desejo ao mesmo tempo, enquanto observava atenta como o lindo instrumento do amante começava a inchar de novo aos poucos.
Quero que você sente aqui – respondeu Joao, apontando com o olhar pro seu pau grosso e ainda meio duro.
Dayana se aproximou de Joao de frente e, devagar, se ajoelhou no sofá, montando no seu amante fogoso com as pernas por fora das dele. Enquanto se olhavam nos olhos, a garota já experiente tomou a iniciativa e, com a mão direita, pegou o pau comprido e grosso do parceiro e colocou entre as nádegas, apontando direto pro seu cuzinho apertado e, com um movimento bem suave de quadril, começou a enfiar devagar. Depois que aquele membro gostoso entrou no caminho certo, ela apoiou as mãos nos ombros de Joao e, com movimentos suaves de quadril, fez a sua bunda delicada começar a engolir o volume viril, que se dobrava e parecia que ia quebrar com o peso daquela bunda deliciosa, enquanto aos poucos se enterrava na pequena cavidade entre as nádegas da doce Dayana. Quando a bunda da garota já tinha engolido por completo o pau duro de Joao, ele a pegou pela cintura, abraçando forte, enquanto a contadora excitada fazia todo o trabalho, mexendo a bunda sexualmente pra frente e pra trás, fazendo o pau de Joao entrar e sair gostoso do cu dela, esfregando à vontade. Depois de um bom tempo dessa cavalgada deliciosa da garota, Joao a deitou de lado no sofá macio e a colocou de barriga pra cima, segurando com seus ombros fortes. Aquelas duas pernas esbeltas e lindas, e sem se envergonhar nem um pouco daquela iguaria tão saboreada, enfiou de novo por trás, enquanto a garota gritava com aquela enfiada tão repentina. Ele a sacudia com força enquanto a penetrava, segurando os delicados tornozelos de Dayana, um em cada mão, mantendo assim as pernas daquela doce garota erguidas. Já cansado daqueles empurrões fortes, e sem tirar a rola dura do cu da diva, ele pegou as pernas de Dayana e as deslizou suavemente para o lado, fazendo-a girar até ficar deitada de lado com as pernas dobradas apoiadas no sofá e a bunda sobrando na borda do assento; essa pose excitou a garota pra caralho, talvez pela sensação que o pau duro do João dava na bunda dela, já que parecia entrar ainda mais fundo. A força com que o macho ardente possuía a jovem mulher pelo cu a fazia gritar e gemer de prazer, enquanto ele mesmo já quase não se aguentava.
Deus, isso é maravilhoso! – exclamou João no auge da sensação, enquanto fazia a bunda linda da garota tremer a cada enfiada.
Aaaaaaahhhhhhhhh! Que delícia – exclamou por sua vez a sexy Dayana, enquanto sentia a bunda apertada cada vez mais molhada.
Vou gozar dentro do seu cu, linda.
Sim, gostoso, faz o que quiser com a minha bundinha – respondeu Dayana, apertando os dentes numa careta misturada de dor e prazer.
Dayana mal tinha terminado de falar quando sentiu como uma labareda o líquido vital do amante inundando o interior do cu dele. João, por sua vez, começou a diminuir as enfiadas furiosas e deslizou suavemente o pau grosso pra fora do cu de Dayana pra ver o licor viscoso e grosso, branco, escorrendo do cu da amada. João pegou o pau ainda duro e, com a cabeça, empurrou o leite que corria entre as nádegas de Dayana, enfiando de volta no esfíncter daquela bunda doce, e com um empurrão enfiou a rola de novo. empurrando ao mesmo tempo o líquido escorregadio pra dentro do cu da garota. João manteve o pau duro escondido ali por um bom tempo até sentir ele perder volume e, devagar, deslizar pra fora do cu da garota por conta própria.
Na manhã seguinte, Dayana acordou na cama do quarto dela querendo acreditar que tudo não passou de um sonho, mas, fosse o que fosse, tava decidida a guardar aquilo pra sempre como o mais lindo e excitante dos seus segredos; cada carícia, cada beijo, cada ato lascivo e incontável que fez com o amante tinha marcado ela pra sempre. Ela pensava diferente, sentia diferente e sabia que o que tinha vivido na noite anterior nunca mais ia repetir. Dayana começava a espreguiçar gostosamente quando o telefone tocou…
— Alô? – Perguntou Dayana com voz meiga e um pouco cansada.
— Alô, love, como cê tá? – Perguntou Carlos carinhosamente.
— Bem, love, muito bem, e você?
— Tudo bem por aqui, espero voltar à noite, mas me diz… trabalhou muito? Te liguei tarde da noite e você não atendia.
— Nem imagina, love, tive uma noite terrivelmente apertada! – Respondeu Dayana com um certo sarcasmo enquanto fechava os olhos e lembrava dos prazeres proibidos.
— Entendi, pelo visto trabalhou pra caramba.
— Sim, love. Vem logo que tô morrendo de vontade de te ver e além disso… quero que me dê uma massagem gostosa e que faça algo que você vai amar…
— Fala, o que é? Não aguento a ansiedade.
— Vem logo, amooooor, tchau!!!!!!!!!!
2 comentários - E isso que eu não queria!!!!