Oi, já fazia um tempão que não passava por aqui, o trabalho como sempre e umas outras coisas me distraíram de escrever. Agora trago pra vocês esse relato/fantasia.
Minha irmãzinha Eli tá dormindo pelada do meu lado, como quase toda noite desde que a mamãe foi visitar uma tia em outra cidade. Eli descansa ao meu lado com meu leite ainda escorrendo da bucetinha dela. Por algum motivo, tô pensando na Vicky, minha namorada, e na única mamada e única vez que transamos. Começo a pensar na bunda macia dela, na boca doce e nas caretas que fez enquanto eu metia devagar. Meu pau começou a crescer e a ficar duro, então, do jeito que tava, minha irmãzinha toda cheia de porra, eu penetrei ela de novo. Ela só gemeu baixinho, e eu comecei a foder ela sem piedade. Ela gritava.
- Que que cê tem, maninho!!! - gritava - Não é que eu não goste, mas o que que foi? - ela perguntava
Eu só me dedicava a foder ela e apertar os peitos dela, enquanto minha mente vagava pra Vicky. Não demorei muito pra encher ela de porra e sair de dentro dela.
Ela ficou largada na cama e eu fui rápido pra cozinha, ligar pra Vicky.
- Oi, como você tá, minha vida? - ela me respondeu
- Tô bem, bem, love, que tal a gente se ver hoje? - perguntei
- Sim, acho ótimo, céu, às 4 horas tá bom? - ela disse
- Excelente, meu love - desliguei, me servi um copo d'água e enquanto bebia, ouvi
- Então você vai com ela? - Eli, meio irritada
- Claro, é minha namorada, tenho que vê-la - respondi
- Ei, essa história de namorada era pra mamãe não desconfiar - ela me disse
- E como vou manter um relacionamento se só vou vê-la uma vez por semana? Além disso, hoje você vai com o papai ver a vovó, não vai? - falei
- Pois é, mas mesmo assim, só lembra que isso é meu, ok? - ela disse, tocando no meu pau
- Se é meu, por que não tá na sua boca? - falei, puxando o cabelo dela e fazendo ela me chupar.
Essa relação com minha irmã ficou meio masoquista, não sei que outro nome dar. Ela gosta de coisas pesadas e eu adoro dar pra ela.
De tarde, fui buscar a Vicky, vi ela saindo de casa com uma saia curta e uma camiseta de uma banda pop daquelas com letras idiotas.
- Oi, love - ela me cumprimentou com um beijo
- Oi, gostosa - saímos da casa dela e fomos pro cinema, ela tava meio séria. Perguntei por que e ela respondeu
- Não quero ir ao cinema, me leva pra outro lugar - ela pediu
- Ok, pra onde você gostaria de ir? - perguntei
- Não sei, um lugar isolado - ela disse, colocando a mão na minha perna. Na hora, soube onde ir. Fomos pra um hotel, tranquilo, entramos e ela foi pro banheiro. Eu me deitei pra esperar, ela saiu nua e disse
- Faz comigo como no outro dia, por favor - ela pediu enquanto abria o zíper da minha calça, tirava meu pau e colocava na boca dela. Dava pra ver a bunda linda dela, a carinha de anjo e a boquinha abraçando meu pau
- Deixa molhada, Vicky - ordenei
- Pra quê, já tô bem molhada - ela disse
- Tenho algo especial pra você hoje - falei - Fica de quatro, por favor - pedi, e ela fez na hora. Vi a bunda dela aberta pra mim, pedi pra ela separar as nádegas e passei minha língua no cuzinho dela enquanto ela gemia.
— Aaa, por aí? — perguntou
— Sim, essa é a surpresa — falei
Depois de enfiar um dedo, enfiei dois e depois três. Levei uns 20 minutos dilatando ela entre gemidos e gritos. Aí fiquei de pé, ela tremeu um pouco.
— Seu pau é muito grande, vai caber em mim? — perguntou, corada
— Não se preocupa — falei
Coloquei a cabeça do meu pau na bunda dela, e ela suspirou e tremeu um pouco.
— Com cuidado, por favor — pediu
Comecei a enfiar meu pau na bunda dela, ela gemia e gritava pra ter cuidado. Quando entrou tudo, ela começou a se mexer devagar e pedia:
— Tira, por favor, tá doendo um pouquinho — implorava
— Espera, você vai gostar, então fica tranquila. Ok? — falei
Comecei a cuspir saliva no meu tronco, e foi ficando mais fácil entrar no cu dela. Ela gemia e os gritos de dor começaram a virar prazer.
— Ahhh, continua mais, por favor, mais, isso é muito gostoso — falava gemendo
— Tá gostando pelo cu, vagabunda? Sei que você ama pelo cu — falei
— Continua, continua — ela teve um orgasmo e caiu na cama desmaiada. Eu, por minha vez, gozei dentro da bunda dela. Depois me levantei e tomei um banho. Ela entrou no banheiro e disse:
— Tá doendo, amor, a gente vai fazer de novo? Não tem problema você gozar dentro, né? — perguntou
— Gostou? Não se preocupa, posso gozar dentro e não dá nada — falei
— Adorei — disse
— A gente vai fazer de novo — falei sorrindo
— Ei, você me ama? Nunca fala — disse
— Te amo — falei
Ela sorriu e ficou corada, entrou no chuveiro e a gente fez de novo, agora pela bucetinha dela.
Levei ela pra casa e, ao deixá-la, ela disse que eu precisava conhecer a mãe e o pai dela. Falei que sim, mas outro dia. Ela concordou e entrou em casa. Fui ver a Eli.
— Como foi sua noite? — perguntou a Eli
— Bem, e a sua? — falei
— Muito bem, papai ficou bêbado e acabou me comendo, hahaha — disse
— É sério? — perguntei
— Sim, totalmente sério — mas ele não vai lembrar de nada — disse — não se preocupa, você continua sendo melhor que ele — me deu um beijo e entrou no banheiro, não sem antes falar
— Papai vai ficar aqui hoje, vou dormir com você espero que tenha me deixado alguma coisa—sorrio
Essa foi a fantasia de hoje, desculpa pela demora, o trampo tá me deixando louco nesse momento, mas logo vai ter mais e com mais frequência. Continuo na procura de uma mina que queira brincar de irmãzinha comigo, mesmo que seja só por chat. Tchau, valeu por ler o conto.
Prévia da próxima história com a Vicky e a Eli, daqui umas duas semanas 😉
Minha irmãzinha Eli tá dormindo pelada do meu lado, como quase toda noite desde que a mamãe foi visitar uma tia em outra cidade. Eli descansa ao meu lado com meu leite ainda escorrendo da bucetinha dela. Por algum motivo, tô pensando na Vicky, minha namorada, e na única mamada e única vez que transamos. Começo a pensar na bunda macia dela, na boca doce e nas caretas que fez enquanto eu metia devagar. Meu pau começou a crescer e a ficar duro, então, do jeito que tava, minha irmãzinha toda cheia de porra, eu penetrei ela de novo. Ela só gemeu baixinho, e eu comecei a foder ela sem piedade. Ela gritava.
- Que que cê tem, maninho!!! - gritava - Não é que eu não goste, mas o que que foi? - ela perguntava Eu só me dedicava a foder ela e apertar os peitos dela, enquanto minha mente vagava pra Vicky. Não demorei muito pra encher ela de porra e sair de dentro dela.
Ela ficou largada na cama e eu fui rápido pra cozinha, ligar pra Vicky.
- Oi, como você tá, minha vida? - ela me respondeu - Tô bem, bem, love, que tal a gente se ver hoje? - perguntei
- Sim, acho ótimo, céu, às 4 horas tá bom? - ela disse
- Excelente, meu love - desliguei, me servi um copo d'água e enquanto bebia, ouvi
- Então você vai com ela? - Eli, meio irritada
- Claro, é minha namorada, tenho que vê-la - respondi
- Ei, essa história de namorada era pra mamãe não desconfiar - ela me disse
- E como vou manter um relacionamento se só vou vê-la uma vez por semana? Além disso, hoje você vai com o papai ver a vovó, não vai? - falei
- Pois é, mas mesmo assim, só lembra que isso é meu, ok? - ela disse, tocando no meu pau
- Se é meu, por que não tá na sua boca? - falei, puxando o cabelo dela e fazendo ela me chupar.
Essa relação com minha irmã ficou meio masoquista, não sei que outro nome dar. Ela gosta de coisas pesadas e eu adoro dar pra ela.
De tarde, fui buscar a Vicky, vi ela saindo de casa com uma saia curta e uma camiseta de uma banda pop daquelas com letras idiotas.
- Oi, love - ela me cumprimentou com um beijo
- Oi, gostosa - saímos da casa dela e fomos pro cinema, ela tava meio séria. Perguntei por que e ela respondeu
- Não quero ir ao cinema, me leva pra outro lugar - ela pediu
- Ok, pra onde você gostaria de ir? - perguntei
- Não sei, um lugar isolado - ela disse, colocando a mão na minha perna. Na hora, soube onde ir. Fomos pra um hotel, tranquilo, entramos e ela foi pro banheiro. Eu me deitei pra esperar, ela saiu nua e disse
- Faz comigo como no outro dia, por favor - ela pediu enquanto abria o zíper da minha calça, tirava meu pau e colocava na boca dela. Dava pra ver a bunda linda dela, a carinha de anjo e a boquinha abraçando meu pau
- Deixa molhada, Vicky - ordenei
- Pra quê, já tô bem molhada - ela disse
- Tenho algo especial pra você hoje - falei - Fica de quatro, por favor - pedi, e ela fez na hora. Vi a bunda dela aberta pra mim, pedi pra ela separar as nádegas e passei minha língua no cuzinho dela enquanto ela gemia.
— Aaa, por aí? — perguntou — Sim, essa é a surpresa — falei
Depois de enfiar um dedo, enfiei dois e depois três. Levei uns 20 minutos dilatando ela entre gemidos e gritos. Aí fiquei de pé, ela tremeu um pouco.
— Seu pau é muito grande, vai caber em mim? — perguntou, corada
— Não se preocupa — falei
Coloquei a cabeça do meu pau na bunda dela, e ela suspirou e tremeu um pouco.
— Com cuidado, por favor — pediu
Comecei a enfiar meu pau na bunda dela, ela gemia e gritava pra ter cuidado. Quando entrou tudo, ela começou a se mexer devagar e pedia:
— Tira, por favor, tá doendo um pouquinho — implorava
— Espera, você vai gostar, então fica tranquila. Ok? — falei
Comecei a cuspir saliva no meu tronco, e foi ficando mais fácil entrar no cu dela. Ela gemia e os gritos de dor começaram a virar prazer.
— Ahhh, continua mais, por favor, mais, isso é muito gostoso — falava gemendo
— Tá gostando pelo cu, vagabunda? Sei que você ama pelo cu — falei
— Continua, continua — ela teve um orgasmo e caiu na cama desmaiada. Eu, por minha vez, gozei dentro da bunda dela. Depois me levantei e tomei um banho. Ela entrou no banheiro e disse:
— Tá doendo, amor, a gente vai fazer de novo? Não tem problema você gozar dentro, né? — perguntou
— Gostou? Não se preocupa, posso gozar dentro e não dá nada — falei
— Adorei — disse
— A gente vai fazer de novo — falei sorrindo
— Ei, você me ama? Nunca fala — disse
— Te amo — falei
Ela sorriu e ficou corada, entrou no chuveiro e a gente fez de novo, agora pela bucetinha dela.
Levei ela pra casa e, ao deixá-la, ela disse que eu precisava conhecer a mãe e o pai dela. Falei que sim, mas outro dia. Ela concordou e entrou em casa. Fui ver a Eli.
— Como foi sua noite? — perguntou a Eli
— Bem, e a sua? — falei
— Muito bem, papai ficou bêbado e acabou me comendo, hahaha — disse
— É sério? — perguntei
— Sim, totalmente sério — mas ele não vai lembrar de nada — disse — não se preocupa, você continua sendo melhor que ele — me deu um beijo e entrou no banheiro, não sem antes falar
— Papai vai ficar aqui hoje, vou dormir com você espero que tenha me deixado alguma coisa—sorrio
Essa foi a fantasia de hoje, desculpa pela demora, o trampo tá me deixando louco nesse momento, mas logo vai ter mais e com mais frequência. Continuo na procura de uma mina que queira brincar de irmãzinha comigo, mesmo que seja só por chat. Tchau, valeu por ler o conto.
Prévia da próxima história com a Vicky e a Eli, daqui umas duas semanas 😉
1 comentários - Anal com Vicky, Eli fazendo das suas