Vou contar meu caso pra vocês, e gostaria de conselhos. Antes de começar, vou dizer que nunca contei isso pra ninguém e que tudo que vou falar aqui é rigorosamente verdade. Meu nome é Luísa, tenho 46 anos e moro em Barcelona com meu marido (22 anos de casados) e meu filho, que agora tem quase 19. Nosso relacionamento é muito bom, entre nós três, e de cada um com qualquer outro separadamente.
Com meu marido, a gente se entende na cama. Como você pode imaginar, a frequência das nossas relações sexuais diminuiu em relação ao começo (agora é umas 4 ou 5 vezes por mês), mas acho a quantidade e a qualidade boas. Sempre fomos fiéis um ao outro. Ele talvez seja um pouco tradicional demais no sexo, e eu nem tanto, embora antes de gozar, ele sempre se preocupe em me fazer gozar primeiro. Eu sou multi-orgásmica, e normalmente ele me faz gozar duas ou três vezes antes de gozar. Acho que sou bem ativa e aberta no sexo, e tenho que admitir que ainda gosto, mesmo com a minha idade.
O que ele mais gosta é, depois de me satisfazer, ou me colocar de quatro e "me usar e meter de um jeito dele" até gozar, ou, o que ele gosta ainda mais, que eu chupe ele, sabendo que o pau dele tá todo molhado com meus líquidos, e gozar na minha boca, eu engolir o esperma dele (gosto bastante do sabor) e, depois de tirar até a última gota, lamber bem com a língua a cabecinha dele e deixar ela "brilhando". Ele gosta que eu brinque com o pau dele até ele murchar de vez.
Talvez a única coisa que me falte, mas meu marido se recusa, e antes eu pedia, mas agora não peço mais, é que eu gostaria que ele metesse no meu cu, mas ele diz que isso é uma putaria e que ia doer muito. Eu falava pra gente tentar uma ou duas vezes pra ver o que acontecia, e que se eu gozasse enquanto ele trabalhava meu buraco do cu, eu depois chupava ele do mesmo jeito, o pau dele estivesse como estivesse, limpo ou não. depois de ter enfiado até o fundo do meu cu. Quando ele mete por frente, ele diz que gosta de sentir eu apertando com os músculos da buceta, e eu, pra convencer ele, falava que com o cu, fechando o buraco enquanto ele tirava, mas principalmente na hora de meter, eu ia raspar toda a pele do pau dele e roçar por dentro do cu com quase o pau inteiro no pelo, não só a cabecinha, mas ele nunca quis, e às vezes acho que ele sentiria.
Ele gosta de "me alimentar e deixar eu ordenhar ele" e eu de "engolir tudo e ser alimentada por ele". Ele me diz que, pra ele, eu engolir o leite dele (porra) é a maior prova de que ainda quero ele, e eu falo que ele cansa primeiro de "deixar eu ordenhar" do que eu de "beber o leite dele". Se a gente comemora o aniversário dele, e como eu sei o que ele gosta, falo que no fim de semana seguinte "me dedico" a ele, e alugo dois ou três filmes pornô (temos TV e vídeo no nosso quarto), procuro que sejam de boquete, tem uns especializados que só mostram 40 ou 50 cenas diferentes de homens prestes a gozar e com uma ou mais mulheres prontas pra saborear o leite deles, e todo o sexo que a gente faz de sexta à noite até segunda de manhã é ele com o pau e eu com a boca, ele não pode me tocar e eu tenho que fazer tudo só com a boca. Na primeira vez que a gente fez isso, em cada dia do fim de semana "ele me deu leite 6 vezes" (ele tinha 29 anos), ele gozava e, de ver mais minas chupando paus diferentes, ficava duro de novo (nunca foi tão verdade). Agora ele goza 2, 3 ou 4 vezes por dia, mas gosta que eu chupe mesmo sabendo que não vai subir mais.
Meu marido trabalha numa fábrica e, embora tenha uma posição bem boa, precisa começar às 6 da manhã, o que faz ele sair de casa umas 5 e meia. Depois ele fica fazendo hora extra, dependendo do mês (4 ou 5 por ano), e aí não volta até o fim da tarde (7 ou 8 da noite). Eu não trabalho.
Em casa, a gente é liberal em quase tudo. E por exemplo, tanto eu quanto meu marido podemos andar pelados do quarto até o banheiro, assim como meu filho, que desde que fez 13 anos, já usa pelo menos uma sunga. O que nunca fizemos foi nada sexual na frente do nosso filho (só algum beijo na boca), a única coisa é que ele já nos viu pelados andando pela casa, mas só por alguns metros. O corpo do meu marido é normal, ele é magro e o pau dele mede 14 centímetros quando tá duro. Eu também sou magra, com peito pequeno, e quadril normal, ainda marcando curvas. Meu marido gosta de pelos pubianos aparados, ou só com pelo em cima e não dos lados, e eu faço a vontade dele e cuido disso, ou seja, meu filho já pode ter me visto com a buceta toda raspada; ou só com pelo em cima, mas com o contorno da racha bem raspado, ou com pelos por tudo.
Sobre meu filho, ele é muito bom aluno, e uma vez, com o pai dele quando ele começou a crescer, a gente se perguntava se ele já tinha despertado pro sexo, se já tinha se masturbado, se a gente devia falar algo, etc., mas sempre como pais e sem querer ir além, muito menos. Eu nunca tinha visto meu filho de manhã com a barraca armada nem tinha tentado. Tudo foi normal até uns sete meses atrás, em maio.
Eram umas oito da manhã e em casa tem dois banheiros. Meu marido tinha ido trabalhar como sempre, umas cinco e meia. Eu tinha acabado de acordar, tava zumbi, e fui num dos banheiros pra fazer o primeiro xixi do dia. Abri a porta e vi meu filho sentado no vaso, com o pau na mão, se masturbando. Ele ficou mais que vermelho, a cara dele ficou roxa, parou de mexer a mão e não soube o que me dizer. Eu pedi desculpa, saí do banheiro e fui pro outro porque tava apertada pra mijar.
Fui pra cama e ele foi pra escola sem nem dar tchau de fora do quarto como sempre. Fiquei pensando no que tinha visto, no meu filho se masturbando, e pensei que ele tinha 18 anos, quase 19 (faz aniversário em maio), e que era normal ele ter vontade de experimentar coisas e de "aliviar as vontades da juventude". Pensei no pau dele (sem mais) e me disse que era maior e mais grosso que o do pai dele (ele segurava ele com a mão pela base e sobrava um bom pedaço pra fora da mão, com a cabecinha bem aparecida e com um formato legal de "cogumelo", ou seja, com a ponta da cabecinha se destacando bem pra fora em relação ao cilindro que é a rola).
Ele voltou da escola, o pai dele já estava em casa, e eu notei que ele estava meio envergonhado, mas tratei ele com toda a normalidade, e assim passaram vários dias sem mais. Depois de três ou quatro semanas, tomando café da manhã juntos, imagino que até então ele devia estar pensando em como me dizer algo sobre o que tinha acontecido, ele me disse que pedia desculpas por estar fazendo aquilo no banheiro (que tinha esquecido de fechar a porta), e que já sabia que era algo errado de se fazer, mas que tinham começado a comentar na escola com os colegas uns três ou quatro anos atrás e que ele tinha experimentado e que fazia muito raramente, e que sentia muito por eu ter visto o pau dele daquele jeito.
Eu tentei amenizar, dizendo que era normal um garoto ou uma garota se masturbar, que ele era jovem, que não era errado fazer aquilo, e que ele não se preocupasse comigo por ter visto o pau dele, falei que já tinha visto ele muitas vezes na vida, ao que ele respondeu sim, mas nunca daquele jeito, e eu disse pra ele pensar que eu era mais velha que ele e que já tinha visto mais coisas que ele, que já tinha visto o pai dele pelado muitas vezes, que ele também já tinha nos visto muitas vezes andando pelados pra tomar banho, que ele também já tinha me visto, que eu não me importava nem um pouco que ele visse meu corpo, e que no final das contas ele era meu filho e que não era tão estranho assim a gente se ver pelado em casa. Conversamos um pouco mais, falei que se ele tivesse qualquer dúvida, ou se um dia quisesse me perguntar algo, não importava o que fosse, que não tivesse vergonha e que perguntasse, e que eu responderia, e deixamos por isso.
Depois de mais duas ou três semanas, também durante o café da manhã, ele me disse que sabia que as garotas se masturbavam de um jeito diferente dos garotos, mas que se eu, mesmo sendo garota, sabia como um garoto se masturbava. Eu disse que sim, que o pai dele tinha me explicado porque ele também era garoto. Perguntei por que ele estava me perguntando aquilo, e ele disse que nunca tinha conversado com ninguém sobre como se fazia, que nunca tinha visto nenhum garoto se masturbar nem ninguém tinha visto ele, e que achava que fazia direito, que se divertia muito, mas que talvez houvesse outras maneiras de fazer. Eu disse que, se ele estava se divertindo, isso era o importante, e que não me importaria de dar minha opinião, mas que para isso eu precisaria ver, e que não sabia se ele gostaria que eu visse o pinto dele assim (falei com a intenção de cortar a ideia) e durante o tempo que levasse para fazer, e que imaginava que ele fazia bem.
Inacreditavelmente para mim, fiquei paralisada, ele me disse ali mesmo que tinha pensado bem no que eu tinha dito umas semanas atrás, que era normal porque éramos mãe e filho, e que para ele não tinha problema nenhum em eu vê-lo se masturbar, já que, no fim das contas, eu já tinha visto o pinto dele ereto uma vez, mas que eu tinha que prometer que, se achasse que ele estava fazendo errado, que eu dissesse, e que ele estava com vontade de se masturbar e que, se eu quisesse, podíamos ir ao banheiro e ele se masturbaria ali na minha frente. Eu não sabia o que dizer, falei que ia me atrasar para a escola, mas ele disse que dava tempo e era verdade. Disse que não tinha certeza, que éramos mãe e filho, mas que chegar a dar conselho nisso me parecia demais. Ele perguntou se aquilo não era uma pergunta relacionada à educação sexual dele, e eu disse que sim. Depois de hesitar por dois ou três minutos, e vendo que ele não me Ia tirar ele de cima, mas se fizesse isso, no dia seguinte ele voltaria com o assunto. Pensei em deixar ele fazer na minha frente uma vez e assim ele não ia mais encher o saco. Falei que aceitava ir ao banheiro com ele e ver como ele fazia.
Fomos ao banheiro mais perto da cozinha, eu sentei no vaso e mandei ele ficar de pé, na frente da pia mesmo, de perfil pra mim. Ele, sem pensar, baixou logo a calça do pijama. O pau dele já tinha começado a acordar no caminho, tava meio duro e, com os primeiros movimentos da mão dele, a pele que cobria a cabeça desceu toda e o membro dele ficou no tamanho real: Era grande, grosso e com uma cabeça bem mais larga que o resto do pau. Me pareceu enorme pra um moleque de quase 19 anos, mas pensei que na vida real eu só tinha visto e tocado o do pai dele, então não era a melhor pessoa pra opinar. O que mais me chamou a atenção foi o saco dele, era enorme pra mim, pendurado e bem solto do corpo, amei.
Ele segurava o pau com a mão sempre colada no corpo, quase sem movimento e praticamente sem nunca tocar a cabeça que ficava exposta. Assim ficou por um minuto ou menos, foi bem rápido (provavelmente por eu estar ali na frente), deu um suspiro, deu um passo na direção da pia e começou a gozar. Assim que saiu o primeiro jato de porra, ele tirou a mão e ficou só olhando o resto sair sem se tocar mais.
Lavou as mãos e o pau dele, e falou que agora era minha vez de opinar. Falei que ele tinha feito bem, mas ele pediu pra eu falar a verdade e se era assim que se fazia. Ele insistiu e eu falei que tinha duas coisas que ele fazia errado: Que a mão tinha que deslizar mais pelo pau, passar de cima pra baixo, tocando até a parte de cima que ficava sem pele, e que quando começasse a sair a porra, ele não devia parar e tirar a mão, pelo contrário, dar mais rápido, roçando a parte pelada do pau, e que assim ele veria como eu curtia mais tempo e até conseguia que saísse mais porra, o que ajudava o corpo dele a produzir mais. Ele me agradeceu e disse que tinha que ir pra escola.
Quanto a mim, fui pra cama pensar. Tenho que admitir que fiquei molhada, mas não dei mais importância, sério. Comecei a pensar no pau dele, no que eu gostava nele, e a comparar com o que eu conhecia, que era o do meu marido: Era maior e mais grosso (pensei que se meu marido tivesse um assim, eu sentiria mais, e que ao meter por trás, ele "cravaria" bem fundo, e como os ovos também eram maiores, eu sentiria eles contra minha bunda); pensei na cabeça, tão larga e com formato de "cogumelo", como seria bom se meu marido tivesse uma assim, pra usar aquela borda como batente pros meus lábios ao chupar, apertar bem eles em volta daquele contorno, garantir que só a cabeça estivesse na minha boca, e brincar com minha língua ao redor até ela inchar bem igual tinha acontecido com meu filho; também pensei na quantidade de porra que meu filho tinha gozado comparado com a do meu marido, é verdade que antes meu marido gozava muito, mas cada vez vai diminuindo, é normal, e como eu gosto do gosto, "o gole" que eu tomaria; também pensei, e embora já tenha dito que nunca fiz, mas é algo que fica na cabeça, naquela grossura de pau enfiado no buraco do meu cu, e com aquela cabeça tão larga sentindo quando sai do buraco do meu cu no pelo, e como me abriria ao entrar de novo.
De novo passaram umas semanas, e nada aconteceu. Outro dia, tomando café da manhã sozinhos, meu filho me perguntou se eu ficaria brava se ele dissesse uma coisa. Eu disse que não, pensando que depois "do que ele me fez ver" a coisa não seria muito mais grave. Ele disse que tinha pensado, que por ele não tinha problema nenhum, e que já que eu tinha dito o que ele fez de errado, se eu gostaria Masturbar ele e assim ele via como se fazia direito. Fiquei paralisada de novo no lugar, masturbar meu filho, excitar meu filho até ele gozar. Falei que não tava brava, mas que a resposta era claramente não. Ele insistiu não sei quantas vezes, e no fim eu falei que só uma vez, que não contasse pra ninguém, e que aprendesse que seria pra sempre. Ficava com a consciência pesada e me perguntava se aquilo não era pecado mortal, e dizia pra mim mesma que eu não desejava meu filho, que era só pra mostrar como se fazia, que seria uma vez e que depois tudo voltaria ao normal. Então falei que tá bom, e fomos pro banheiro.
Meu filho abaixou a calça do pijama, o pau dele já tava quase no máximo, perguntei ao ver por que já tava daquele jeito, e ele disse que porque já sabia como ia gozar. Passei o braço esquerdo na cintura dele, e com a mão direita me preparei pra pegar o pau dele. A pele da cabecinha tinha descido, a "cabeça" dele parecia ainda mais larga vista de cima. Peguei nele e, acostumada com o do pai dele, esse era bem mais grosso, e de comprimento, se eu pegasse com as duas mãos, pensei que ainda ia sobrar um pouco de cabecinha pra fora, o que dava vários centímetros a mais que o do pai dele também.
Comecei a mexer a mão, e em menos de dez segundos percebi que o pau dele inchava mais e a "cabeça" também, que ficava durasso, e um segundo depois ele começava a gozar, aí em vez de parar, acelerei o ritmo da minha mão, e saiu mais porra do que da vez que ele tinha se masturbado na minha frente. Ele mesmo disse que era a vez que mais tinha gostado de se masturbar e que era a vez que mais porra tinha saído do pau dele. Eu falei pra ele não se preocupar que com certeza ia fabricar ainda mais. Ele me pediu desculpas por não ter durado nada, mas que o fato de ser a primeira vez que alguém que não fosse ele tocava ali, fez com que isso acontecesse, mas que tinha gostado muito. Eu falei pra ele não se Não conte a ninguém, nem pros seus amigos, e ele me disse que não.
Voltei pra minha cama, e aí notei que tinha me molhado, não dei mais importância, mas acima de tudo fiquei com a grossura, o comprimento, passar a mão no sentido contrário pelo "chapéu" da cabecinha dele, o duro que ela ficou quando ele foi gozar, e a quantidade de porra que saiu e a força com que o pau dele cuspiu (os primeiros quatro ou cinco jatos tinham batido na parede do banheiro).
No dia seguinte, sem mais nem menos, ele me disse que no dia anterior não tinha tido tempo de ver como eu fazia porque tinha gozado mais rápido da vida dele, e que queria que eu batesse uma pra ele de novo e prometia que dessa vez ia demorar mais, e que seria a última vez que ia me pedir. Eu aceitei, dessa vez sem me fazer de rogada. Não pensava no meu filho como algo sexual, mas ter de novo aquelas sensações nas minhas mãos com um pau era algo que me atraía, acho que sabia separar que era do meu filho do fato de ter um pau diferente do normal à minha disposição, além disso, se pensava que era do meu filho, dizia pra mim mesma que ia mostrar pra ele e ele ia aprender algo.
Fomos pro banheiro, meu filho abaixou o pijama, e apareceu o pau dele, não totalmente mole, mas quase, e com o saco dos ovos pendurado (reparei que o saco também era grande, e pensei que por isso saía tanta porra dele, porque os ovos eram grandes e capazes de produzir). Peguei o pau dele com a mão e comecei a bater uma, foi crescendo mas devagar, não como quando ele tinha feito na minha frente, nem no dia anterior, onde já estava totalmente duro quando peguei pela primeira vez. Não parei de bater uma, pegando até no saco dos ovos pra senti-los na minha mão, e depois cada ovo um por um.
Depois de uns cinco minutos, dá pra dizer que já estava totalmente duro, e me chamou a atenção o tempo que demorou, porque tenho que dizer que eu me esforçava pra fazer do melhor jeito possível. Quando estava Assim, meu filho me perguntou se eu sabia quanto media, e eu disse que não. Ele pediu pra eu adivinhar, e eu chutei 19 cm. Ele disse que era 21 e meio. Eu falei pra ele que não precisava se preocupar com isso, que a natureza já fazia assim, e que aquilo era suficiente. Sobre o que não comentei é outra razão pela qual, pra mim, a rola dele é muito atraente: ela é bem grossa. Pegando pela base, onde sai do corpo, colocando o dorso da minha mão contra a barriga dele e segurando, consigo juntar os dedos da minha mão (minha mão não é muito grande), mas não sobra muito espaço. E se seguro um pouco na diagonal, já não consigo mais juntar os dedos — isso me excita pra caralho. E, principalmente, também gostava do saco dele, pendurado totalmente solto, balançando pra frente e pra trás. Me atraía de verdade.
Ele me disse que gostava de como eu fazia, e que era muito melhor do que quando ele mesmo se tocava. Falou que, quando eu movia a mão ao longo do pinto dele, a bolsa das bolas balançava muito e ele adorava. Eu concentrava meus movimentos em passar pra um lado e pro outro sobre a "cabeça" da glande. Eu puxava a pele dele o máximo possível, pegava com a mão todo o pedaço de pau que ficava exposto e apertava especialmente cada vez que movia a mão pra cima e passava pelo começo da "cabeça". Tenho que admitir que a "cabeça" era minha fixação. Perguntei em que ele pensava enquanto se masturbava. Ele ficou vermelho igual pimentão, disse que me contaria depois, mas nunca contou.
Enquanto isso, o pinto dele já tava duro, durão. A "cabeça" era larga de verdade, e percebi que o momento estava chegando. E foi isso: ele começou a gozar, mas saiu com menos força e em menor quantidade. Imaginando o que tinha rolado, comentei que tinha saído menos que das outras vezes. Ele disse "pode ser", sem dar muita importância. Perguntei por quê, e ele respondeu que não sabia, e que a quantidade era a mesma. Mentindo pra ele, falei que pra mim a quantidade era importante, porque quanto melhor ele tivesse aproveitado, mais porra. Tinha que sair, e que assim como no dia anterior eu tinha conseguido tirar muito dele e que pra mim aquilo era sinal de que eu tinha feito bem, dessa vez eu ficava com a impressão de que não tinha feito direito, e que me sentia mal por não ter conseguido fazer bem. Parece que representei bem, e ele me viu realmente triste, e disse que sentia muito, mas que como no dia anterior não tinha durado nada, antes de eu propor masturbá-lo, ele já tinha batido duas vezes antes e que aquela era a terceira. Ele me perguntou se isso era ruim, e eu disse que enquanto ele tivesse vontade não tinha problema, mas falei que não tinha gostado do que ele fez.
Voltei pra cama pensando no que tinha feito mais uma vez, que dessa vez eu realmente tinha tido ele nas minhas mãos, na dureza dele, na bolsa com os ovos que pendiam bem no começo. Esquecendo que era a cock do meu filho (já nos meus pensamentos eu chamava assim, e não pênis, embora pra ele eu sempre dissesse pênis), era uma cock que eu gostava: tinha juventude, vitalidade, capacidade de reação (três vezes em três quartos de hora talvez), tamanho, capuz (“cogumelo”), bolsa grande de ovos, e uma quantidade enorme de sêmen como prêmio final.
Uns dias depois, meu filho me disse, já diretamente e acho que sem muita vergonha, que gostaria que eu o masturbasse. Eu disse que a anterior tinha sido a última, e ele falou que se eu já tinha feito duas vezes, por que não outra, e que dessa vez ele não tinha se masturbado antes, então se eu fizesse direito, sairia muito sêmen, e que ele também gostava que saísse bastante. Ele disse que em compensação me contaria em que pensava quando se masturbava. Eu aceitei, dizendo que era a última vez de verdade. Fomos ao banheiro e a cock dele (vou chamar assim agora) já estava mais da metade do caminho pro tamanho final. Dessa vez, em vez de pegá-lo pela cintura, eu o segurei por trás das costas, passando os dois braços ao redor pra pegar a cock dele com uma mão e com a outra a bolsa dos ovos. Ovos, e com a ideia de pegar no pau dele com as duas mãos quando ele estivesse bem excitado, uma deixar fixa na base, e a outra só para a "cabeça".
Ele me disse que desse jeito de pegar nele ele gostava mais, porque gostava de sentir as duas mãos. Eu perguntei se era porque fazia parecer que o pau dele era maior ter duas mãos nele, e ele disse que sim, que eram duas sensações em uma. Comecei a masturbá-lo e de imediato perguntei em que ele pensava quando estava assim. Ele disse que tinha vergonha, insisti e falei que ele tinha prometido, e ele disse que pensava nos peitos da mãe de um colega de escola. Fiquei chocada de novo. É verdade que a mãe do amigo dele tinha uns peitos bem grandes, e eu perguntei se ele gostava de peitos grandes e como ele achava que eram os daquela senhora; ele disse que sim, que gostava grandes, e que não só pensava como eram, mas que já tinha visto muitas vezes porque todo verão na casa deles, eles moram numa casinha com uma piscina mais que minúscula, mas é só pra dizer que têm, imagino. Meu filho vai nadar lá com o amigo, e ela sempre tomava sol de topless e até preparava os lanches assim, e comiam juntos na mesa com a mãe do amigo com os peitos de fora, e ele gostava muito, e que no verão por isso ele se masturbava mais.
Enquanto ele contava tudo isso rápido, o pau dele ficou bem duro. Eu já estava fazendo com as duas mãos nele, e quando vi que ele estava perto, não sei por que instinto parei. Ele perguntou o que eu estava fazendo, e eu falei que assim ele ia aproveitar mais. Soltei as mãos do pau dele e peguei só o saco, que já estava apertado e com os ovos prestes a explodir. Sem mais, peguei de novo na "cabeça" com a intenção de tirar todo o leite dele. Falei que não só a quantidade, mas a distância que ele ia jorrar o sêmen eram indicadores de se eu tinha feito bem, e que queria que, se ele gostava tanto, me mostrasse assim. O pau dele inchou, a cabeça", puxei bem a pele pra baixo pra que os primeiros jatos "cuspissem" bem longe, levantei ela quase na vertical pra acertar no espelho e ver escorrer, e foi o que aconteceu. Os quatro primeiros jatos, e bem grossos, acertaram o espelho. Depois não parei até sair a última gota, e na minha fissura de "ordenhar e espremer" bem a "cabeça" até a última gota, ele disse que eu tava apertando demais e que tava doendo.
Voltei pra cama e me senti estranha, tinha esquecido em vários momentos que aquela pica era do meu filho, a beleza do membro me dominava, e de certa forma me sentia orgulhosa por ser capaz de fazer toda aquela "máquina" funcionar, de fazer ele subir no fervor e depois descer de vez. Fiquei pensando na cama (tenho que te dizer, e juro que é verdade, que nunca me masturbei depois de ficar assim com meu filho, só gostava de pensar na pica dele). Depois de dez dias era o aniversário dele e já fazia um tempão pensando no presente, mas não me vinha nada na cabeça porque eu dizia pra mim mesma que ele já tinha de tudo. Naquele momento pensei que, como um fim pra isso que rolava entre a gente, eu podia fazer o que fazia com o pai dele: dar de presente um dia inteiro de masturbação, nesse caso com a mão, quantas vezes ele quisesse, e depois dizer que aquela era minha despedida pra ele.
Às vezes meu marido viaja pra outra fábrica numa cidade da Espanha, e fica um ou dois dias lá. Naquela mesma noite perguntei se ele tinha alguma viagem marcada por perto, ele disse que sim, que era no mesmo dia do aniversário do nosso filho, mas que tinha pedido pra adiar dois dias. O aniversário do nosso filho era numa segunda, então ele ia viajar na quarta à noite pra ficar a quinta inteira e voltar na sexta à tarde. Eu disse pro meu filho que tinha um presente especial pra ele, mas que daria dois dias depois do aniversário dele. Esse dia chegou e comemoramos muito bem os três. Na terça eu falei pro meu filho que o presente ia ser dado na quarta a partir das oito. da tarde.
O dia e a hora chegaram, meu filho me perguntou o que era, e eu disse que o pai dele não ia voltar até sexta à noite, e que durante dois dias eu ia masturbar ele quantas vezes ele quisesse, mas com a condição de responder todas as perguntas que eu fizesse enquanto eu batia uma pra ele, nem antes nem depois, e que isso ia ser a última vez e que eu queria que fosse uma boa despedida pra ele. Ele me perguntou se podia me pedir coisas também, eu disse se ele já tinha pensado em algo, ele ficou vermelho, e eu falei que a gente ia ver, mas que pra se excitar entre uma punheta e outra, ele é que podia me perguntar o que quisesse. Ele disse que tinha aula, mas já era só de manhã, e eu falei que se ele quisesse, eu assinava como se ele não tivesse ido por estar viajando. Os olhos dele me olhavam como se não fosse verdade o que eu tava dizendo. Eu disse que já estávamos no tempo dele e que eu tava à disposição, pronta pra fazer quando ele quisesse, mas nas minhas condições, e que eu nunca ia perguntar, que era ele quem tinha que pedir quando quisesse.
Na hora notei que por baixo da calça dele formou um volume, eu olhei e ele percebeu que eu tinha olhado, e me disse que por ele já podíamos começar. Ele abaixou a calça e a cueca, já na sala, cadê aquela vergonha dos primeiros dias?, e quando chegou no banheiro já tava quase dura de vez. Por ser a primeira, pensei que ele ia estar cheio de porra, então peguei ele por trás com as duas mãos como da última vez, e comecei sem esperar nada. Ele começou a ficar excitado e eu perguntei como eles chamavam o pau, ele e os amigos. Ele se virou, me olhou, e eu disse que ele tinha que responder tudo, senão eu ia parar, e que depois ele podia me perguntar. Ele disse cock, mastro, cock; eu continuei perguntando, ele se encolheu no começo, mas deve ter pensado que era muito o que podia perder: porra, cum; bater uma, ordenhar ou tocar uma; a ponta, cabaço; gozar, cuspir a cum; as bolas, Ovos ou bolas. Ele tinha ficado excitado, estava quase lá e quando já não dava mais pra parar, eu disse que ia ordenhar ele até tirar a última gota de porra dos ovos, que ia fazer os canos do pau dele funcionarem, e espremer a cabecinha até deixar limpinha, e que queria que ele cuspisse a porra no espelho como só ele sabia fazer. Ele gozou incrivelmente, e na hora virou e me perguntou por que eu tinha dito aquilo se era a mãe dele, eu perguntei se ele tinha gostado, ele disse que sim, e eu falei que isso era o que importava.
A gente sentou pra tomar um refri, ele vestiu uma sunga e um short, me olhou e perguntou se podia me perguntar coisas ou pedir pra fazer, eu disse que nos dois casos eu ia definir o limite. Ele perguntou o que eu achava do pênis dele, eu falei que por que comigo ele chamava assim e com os amigos de outro jeito, ele disse que ficava com vergonha, e eu falei que se depois do que eu já tinha feito várias vezes, ele ainda tinha vergonha de falar alguma coisa. Ele disse que ia falar comigo como amigo, então perguntou o que eu achava do pau dele em particular e comparado com os que eu já tinha tocado na vida. Tentei bajular ele, ao mesmo tempo que falava a verdade, e disse que era o maior que eu já tinha visto, isso excitou ele, então insisti por aí. Ele perguntou por que eu usava a "buceta", assim literalmente, às vezes raspada, às vezes no meio, às vezes com pelo, eu falei que era porque o pai dele gostava de ver ela mudar de aparência. Ele disse que gostava raspada porque assim dava pra ver a racha toda. Suponho que falar disso excitou ele, e depois de um pouco mais de conversa, ele pediu pra voltar pro banheiro. Ele tirou tudo já na sala e chegou no banheiro completamente pelado.
Peguei ele por trás de novo, uma mão nos ovos e outra no pau. Não perdi tempo perguntando como eram os peitos da mãe do amigo dele, meu filho descreveu pra mim enquanto o pau dele endurecia. Eu perguntei sobre os bicos dos peitos (que na água ficavam buceta), pelo tamanho, se eram caídas, se balançavam, com certeza ele ficava excitado só de pensar nelas. Se ele sentava do lado dela, e ela disse que sim pra ele ver bem, e que ele achava que às vezes ela percebia, mas não tinha certeza. Eu perguntei se ela usava fio dental, e ele disse que não, que ela costumava usar uma calcinha com a tira no meio da bunda. Que a bunda dela era mais gorda que a minha e que ele gostava mais da minha. Perguntei se ele tinha contado pro amigo que gostava das tetas da mãe dele, e ele disse que sim, e que o amigo também gostava. Perguntei se ele sabia se o amigo já tinha tocado nelas ou se fazia algo com a mãe, e ele disse que o amigo tinha contado que uma vez passou creme no corpo todo dela, incluindo as tetas, com a mãe deitada no chão. Depois disso, meu filho já tava quase gozando, então eu incentivei ele de novo, falando da rola dele, dos ovos e da porra dele. Tirei leite dele de novo até sair a última gota.
Nessa hora, ele perguntou se eu não me importava de continuar, porque às vezes ele gozava duas vezes seguidas, então eu continuei batendo uma pra ele e fazendo perguntas. Ele disse que o amigo dele tinha conseguido nadar pelado na piscina com a mãe várias vezes e que tinha visto a buceta dela. Perguntei pro meu filho sobre a rola do amigo, e ele disse que era mais ou menos do mesmo tamanho que a dele. Perguntei se ele tinha contado pra alguém o que a gente fazia, e ele disse que não, mas que nesse verão, por causa do que a gente tinha feito, ele se atreveu a propor pro amigo deles entrarem no banheiro da casa dele, esperar a mãe dele ter que ir lá, ela iria com as tetas de fora e com o fio dental, e que encontrasse os dois se masturbando, não um no outro, mas cada um na própria rola, mas ambas bem duras, pra ver qual seria a reação dela, e que o amigo também achou graça. Se a mãe dele entrasse mesmo assim no banheiro, ver o que acontecia, e se ela saísse, ir atrás dela, os dois de pau duro e olhando pro céu, e pedir desculpa, mas ao mesmo tempo vendo como ele reagia ao vê-las mais de perto.
Assim continuamos, dessa vez ele demorava mais, mas eu também curtia mais porque tinha ele mais nas minhas mãos. Eu passava a mão em todo o "pacote", deslizava uma mão depois da outra ao longo do comprimento da rola dele. Vendo que ele tava demorando, resolvi falar sobre a rola dele e o orgulho que eu sentia de ver como eu fazia bem pra ele, vendo a porra que saía e o longe que ia. Finalmente, ele gozou, e eu "sequei os ovos" dele de novo e "limpei os canos". O "cogumelo" tava vermelho, vermelho, tava linda.
Fiz um pouco de janta, e ele disse que não ia vestir nada porque ficava mais confortável e que comigo já tinha intimidade pra eu ver ele. Durante a janta, ele me perguntou sobre minha vida quando eu era jovem, e assim fomos dormir, cada um no seu quarto, claro.
No dia seguinte, fiquei pensando na cama, e me toquei que tava tipo viciada na rola do meu filho. Já tava com vontade de ter ela de novo, de deixar ela dura, e de "ordenhar" ela, e até com tentações de ir um pouco mais longe. Levantei e meu filho já tava acordado, com a rola dele mais do que levantada também, fomos direto pro banheiro e bati uma pra ele sem esperar nada. Perguntei se ele ia gozar, ele disse que achava que sim, e foi isso, incrivelmente pra mim ele tava bem excitado e não custou quase nada.
Café da manhã, e ele me perguntou coisas da minha juventude com os caras. Depois de um tempo conversando, ele disse que não tava com muita vontade, mas queria que eu batesse uma pra ele por um bom tempo, e que "trabalhasse" ela, a vergonha cada vez menor. Fomos pro banheiro, eu no meu papel, pensei que dessa vez ia brincar com a pele dele, forçando ela ao máximo pra baixo, pra deixar o máximo possível descoberto e depois passar a mão por cima do interior da rola dele. Como o "cogumelo" era tão largo, a abertura da pele também era larga, então dava pra puxar um bom pedaço pra baixo, e forçando ao máximo, ficava quase tudo no ar. Peguei a pele dele esticada pra baixo com uma mão, e com a Fora isso, tudo que ela comia era literalmente "no pelo". Passei um pouco de sabonete pra facilitar o atrito, e acariciei ele com suavidade, e pra caso ele ainda não tivesse sacado a mensagem, só trabalhei "o cogumelo" com três dedos. Pareceu que ele gostou. Aí perguntei se ele gostaria que a mãe do amigo dele o masturbasse do jeito que eu tava fazendo, e ele disse que sim, e principalmente se ao mesmo tempo eu pudesse apalpar os peitos dele, e que agora que sabia como era isso, ele ia gozar bem alto pra mostrar o quanto tinha gostado. Pouco depois ele gozou, ainda soltando uma boa quantidade de porra.
Tiramos um cochilo. Eu não me reconhecia e só tinha a pica na minha cabeça, se meu filho pudesse imaginar. Pensei que quando acordasse da soneca só restaria um dia de presente, e algo dentro de mim dizia pra ir um pouco mais longe, pra apertar a situação. Por outro lado, a mãe mulher aflorava e não se reconhecia. Notava que já não me dava conta de que era meu filho, que fazia eu mudar desse jeito. Eu dizia pra mim mesma que era a inocência do meu filho, o quanto ele era maleável pra conseguir o que eu queria, que ele não sabia o que era, assim como o fato de eu estar viciada na pica dele.
Levantamos e meu filho já me pegou pela mão e me levou pra "trabalhar nela". Como ele já tava começando a perder força e principalmente quantidade de porra em cada gozada, pensei que seria bom forçar a máquina. Comecei a bater uma pra ele, e perguntei se quando era eu que tava batendo, ele pensava em mim ou não. Ele disse que às vezes, que me imaginava pelada como ele lembrava, com a buceta depilada. Deixei ele duro e quando ele começou a gozar, abaixei a cabeça da pica dele e coloquei minha mão debaixo pra pegar o máximo de porra possível. Esfreguei as mãos nela, e passei ao longo do mastro e dos ovos dele. Ele perguntou se eu gostava da porra dele, e eu disse que claro, que pra mim era o prêmio pelo meu esforço, e que via que a pica dele era "muito agradecida". Ao longo do dia fiz ele "cuspir" mais algumas vezes, e sempre pegava a porra dele e passava nela. Enfiei no mastro do pau dele ainda bem duro.
No dia seguinte, vi que ele tinha caído, então conversamos sobre tudo, e não só sobre sexo. Depois de comer, ele disse que gostou muito do presente dele, e que esperava que eu não tivesse cansado muito, e falou que queria me pedir uma coisa antes do tempo acabar, mas esperava que eu não ficasse brava. Eu disse pra ele pedir e eu veria, e ele falou que queria me ver nua pela última vez no presente dele. Eu disse que colocava uma condição pra ver se ele tava realmente interessado em me ver: que eu ordenhava ele uma vez com o peito de fora, e ele olhando pras minhas tetas pra se excitar, e que se ele conseguisse gozar uma segunda vez, eu ficaria sozinha no banheiro, me despiria e ele me veria nua e sem pelo na buceta, do jeito que ele gostava. Isso acendeu ele de verdade.
Tirei a parte de cima e o sutiã. Ele tirou o short e a cueca, e lá estava ele já duro. Coloquei minha mão na cintura dele e meu peito esquerdo colado no corpo dele inteiro, e no espelho dava pra ver meus mamilos, que são grandes e escuros, excitados. Isso deixou ele excitado também, e em pouco tempo ele gozou.
Pedi pra ele sair do banheiro, depilei a buceta toda com espuma de barbear, lavei e tava tudo recém-depilado e limpo, e molhado pensando no que ia fazer. Saí do banheiro, fui pra sala, e fiquei de pé na frente do meu filho. Ele tava meio deitado no sofá, vinte minutos depois de eu ter ordenhado ele, e quando me viu assim na frente dele, o pau dele levantou quase como uma mola e ele não tirava os olhos da minha buceta. Perguntei se era assim que ele gostava e ele disse que sim. Falei que eu já tava pronta e que como fim de festa ia deixar ele tocar nas minhas tetas, mesmo que não fossem as da mãe do amigo dele, enquanto ele batia uma, e que quando fosse gozar, colocasse as mãos pra pegar o esperma dele porque eu poderia esfregar nas minhas tetas com ele e o esperma dele. Não demorei pra fazer ele gozar, ele deu tudo que tinha. sobrava e eu passava nos peitos, ele não se cansava de amassar eles, enquanto eu ia tocando nos ovos dele e no pau dele que ficava retraído. Acho que sequei os ovos dele naqueles dois dias, mas a gente se divertiu pra caramba, não sei quem mais que o outro.
Valeu se você leu até aqui, e desculpa pelo textão, mas queria que soubesse todos os detalhes. Como cê deve imaginar, desde o aniversário dele, faz pouco mais de um mês, ele não pediu mais, nem eu deixei rolar, e não sei por ele, mas eu sinto que preciso ir além. Fico pensando em ter a cabecinha dele na minha boca, deixar ele duro com a boca, morder a "cogumelo" dele e chupar até brilhar, e claro, ver ele me ver bebendo o leite dele. Adoraria chupar os ovos dele. Mas o que mais me dá vontade mesmo é ter aquele pau no meu cu, me excita pensar num pau virgem desvirginando meu cu virgem. Imagino, depois de ver como ele fica quando vai gozar, ter toda a energia dele pra mim e aqueles 19 cm enfiados fundo no meu buraco traseiro, acho que eu ficaria louca, ainda mais sabendo que em poucos minutos posso ter ele de novo trabalhando no mesmo lugar. Não paro de imaginar como seria duas ou três enfiadas seguidas sem tirar o pau do meu cu. Fazer ele gozar dentro, ou na minha boca se ele preferir, e depois meter de novo no meu cu e começar tudo de novo, deixando ele pronto. Pensar na parte grossa da cabecinha dele saindo do meu cu bem devagar e no pelo, eu apertando o buraco pra ele sentir bem fundo, me deixa a mil. O que não sei é como chegar nessa situação. Claro, nunca tive nada no cu, e talvez eu só goste de pensar nisso, mas quando ele tiver enfiado e me empalar com toda a energia, pode doer pra caralho e eu não gostar. Qual é a sua experiência com cu e seu filho? Já tentou? Ele curte mais que o normal?
Por outro lado, com meu marido sigo a vida normal, mas tenho que admitir que quando chupo ele, ou ele goza, ou mete, o que Tenho em mente que não é exatamente meu filho, mas sim o pau do meu filho. Nas últimas semanas, meu marido tem se aproveitado de como estou tarada, porque de vez em quando dou uns boquetes pra ele, ou deixo ele duro e falo pra não pensar em mim, só "me usar", e ele adora me colocar de quatro e começar e terminar assim, abrindo minhas duas bandas do cu pra meter o mais fundo possível na minha buceta. Acho que tenho muita sorte, tenho dois paus à minha disposição, o único problema é como avançar com o segundo, o do meu filho, sem causar muito problema pra ele, e sem que ele perceba que não é mais só por ele, mas que quem realmente precisa sou eu, e que pedir mais não faça eu perder ele de vez. Acho que ele gostaria, embora nunca tenha me dito nada.
Por outro lado, já estamos no verão, ele vai nadar na casa do amigo, vai ver os peitos da mãe dele, e isso já me prepararia porque ele ficaria excitado. Não me importo que ele se excite com outra garota ou mulher, até prefiro que seja comigo, que sou a mãe dele, o que me interessa é que toda a libido dele presa no mastro dele seja pra mim. Depois, se eles quiserem que a mãe do amigo veja eles com os paus na mão, não quero nem imaginar meu filho na frente daquela mulher, já sabendo o que é ser chupado até gozar ou fazer o buraco de um cu no tamanho certo pro grosso do pau dele. Imagino que se ele fez isso comigo, isso vai dar confiança pra ele na frente dela, não gosto muito daquela senhora, e não me importaria que meu filho e o filho dela chegassem a algo com ela, ficaria feliz pelo meu filho porque ele teria "o animal" que quer à disposição, depois o pau dele acho que faria o resto pra fidelizar ela. Se a gente conseguir tudo com meu filho, vou falar umas coisas que me vêm à mente pra forçar a situação com o amigo dele e a mãe.
Com meu marido, a gente se entende na cama. Como você pode imaginar, a frequência das nossas relações sexuais diminuiu em relação ao começo (agora é umas 4 ou 5 vezes por mês), mas acho a quantidade e a qualidade boas. Sempre fomos fiéis um ao outro. Ele talvez seja um pouco tradicional demais no sexo, e eu nem tanto, embora antes de gozar, ele sempre se preocupe em me fazer gozar primeiro. Eu sou multi-orgásmica, e normalmente ele me faz gozar duas ou três vezes antes de gozar. Acho que sou bem ativa e aberta no sexo, e tenho que admitir que ainda gosto, mesmo com a minha idade.
O que ele mais gosta é, depois de me satisfazer, ou me colocar de quatro e "me usar e meter de um jeito dele" até gozar, ou, o que ele gosta ainda mais, que eu chupe ele, sabendo que o pau dele tá todo molhado com meus líquidos, e gozar na minha boca, eu engolir o esperma dele (gosto bastante do sabor) e, depois de tirar até a última gota, lamber bem com a língua a cabecinha dele e deixar ela "brilhando". Ele gosta que eu brinque com o pau dele até ele murchar de vez.
Talvez a única coisa que me falte, mas meu marido se recusa, e antes eu pedia, mas agora não peço mais, é que eu gostaria que ele metesse no meu cu, mas ele diz que isso é uma putaria e que ia doer muito. Eu falava pra gente tentar uma ou duas vezes pra ver o que acontecia, e que se eu gozasse enquanto ele trabalhava meu buraco do cu, eu depois chupava ele do mesmo jeito, o pau dele estivesse como estivesse, limpo ou não. depois de ter enfiado até o fundo do meu cu. Quando ele mete por frente, ele diz que gosta de sentir eu apertando com os músculos da buceta, e eu, pra convencer ele, falava que com o cu, fechando o buraco enquanto ele tirava, mas principalmente na hora de meter, eu ia raspar toda a pele do pau dele e roçar por dentro do cu com quase o pau inteiro no pelo, não só a cabecinha, mas ele nunca quis, e às vezes acho que ele sentiria.
Ele gosta de "me alimentar e deixar eu ordenhar ele" e eu de "engolir tudo e ser alimentada por ele". Ele me diz que, pra ele, eu engolir o leite dele (porra) é a maior prova de que ainda quero ele, e eu falo que ele cansa primeiro de "deixar eu ordenhar" do que eu de "beber o leite dele". Se a gente comemora o aniversário dele, e como eu sei o que ele gosta, falo que no fim de semana seguinte "me dedico" a ele, e alugo dois ou três filmes pornô (temos TV e vídeo no nosso quarto), procuro que sejam de boquete, tem uns especializados que só mostram 40 ou 50 cenas diferentes de homens prestes a gozar e com uma ou mais mulheres prontas pra saborear o leite deles, e todo o sexo que a gente faz de sexta à noite até segunda de manhã é ele com o pau e eu com a boca, ele não pode me tocar e eu tenho que fazer tudo só com a boca. Na primeira vez que a gente fez isso, em cada dia do fim de semana "ele me deu leite 6 vezes" (ele tinha 29 anos), ele gozava e, de ver mais minas chupando paus diferentes, ficava duro de novo (nunca foi tão verdade). Agora ele goza 2, 3 ou 4 vezes por dia, mas gosta que eu chupe mesmo sabendo que não vai subir mais.
Meu marido trabalha numa fábrica e, embora tenha uma posição bem boa, precisa começar às 6 da manhã, o que faz ele sair de casa umas 5 e meia. Depois ele fica fazendo hora extra, dependendo do mês (4 ou 5 por ano), e aí não volta até o fim da tarde (7 ou 8 da noite). Eu não trabalho.
Em casa, a gente é liberal em quase tudo. E por exemplo, tanto eu quanto meu marido podemos andar pelados do quarto até o banheiro, assim como meu filho, que desde que fez 13 anos, já usa pelo menos uma sunga. O que nunca fizemos foi nada sexual na frente do nosso filho (só algum beijo na boca), a única coisa é que ele já nos viu pelados andando pela casa, mas só por alguns metros. O corpo do meu marido é normal, ele é magro e o pau dele mede 14 centímetros quando tá duro. Eu também sou magra, com peito pequeno, e quadril normal, ainda marcando curvas. Meu marido gosta de pelos pubianos aparados, ou só com pelo em cima e não dos lados, e eu faço a vontade dele e cuido disso, ou seja, meu filho já pode ter me visto com a buceta toda raspada; ou só com pelo em cima, mas com o contorno da racha bem raspado, ou com pelos por tudo.
Sobre meu filho, ele é muito bom aluno, e uma vez, com o pai dele quando ele começou a crescer, a gente se perguntava se ele já tinha despertado pro sexo, se já tinha se masturbado, se a gente devia falar algo, etc., mas sempre como pais e sem querer ir além, muito menos. Eu nunca tinha visto meu filho de manhã com a barraca armada nem tinha tentado. Tudo foi normal até uns sete meses atrás, em maio.
Eram umas oito da manhã e em casa tem dois banheiros. Meu marido tinha ido trabalhar como sempre, umas cinco e meia. Eu tinha acabado de acordar, tava zumbi, e fui num dos banheiros pra fazer o primeiro xixi do dia. Abri a porta e vi meu filho sentado no vaso, com o pau na mão, se masturbando. Ele ficou mais que vermelho, a cara dele ficou roxa, parou de mexer a mão e não soube o que me dizer. Eu pedi desculpa, saí do banheiro e fui pro outro porque tava apertada pra mijar.
Fui pra cama e ele foi pra escola sem nem dar tchau de fora do quarto como sempre. Fiquei pensando no que tinha visto, no meu filho se masturbando, e pensei que ele tinha 18 anos, quase 19 (faz aniversário em maio), e que era normal ele ter vontade de experimentar coisas e de "aliviar as vontades da juventude". Pensei no pau dele (sem mais) e me disse que era maior e mais grosso que o do pai dele (ele segurava ele com a mão pela base e sobrava um bom pedaço pra fora da mão, com a cabecinha bem aparecida e com um formato legal de "cogumelo", ou seja, com a ponta da cabecinha se destacando bem pra fora em relação ao cilindro que é a rola).
Ele voltou da escola, o pai dele já estava em casa, e eu notei que ele estava meio envergonhado, mas tratei ele com toda a normalidade, e assim passaram vários dias sem mais. Depois de três ou quatro semanas, tomando café da manhã juntos, imagino que até então ele devia estar pensando em como me dizer algo sobre o que tinha acontecido, ele me disse que pedia desculpas por estar fazendo aquilo no banheiro (que tinha esquecido de fechar a porta), e que já sabia que era algo errado de se fazer, mas que tinham começado a comentar na escola com os colegas uns três ou quatro anos atrás e que ele tinha experimentado e que fazia muito raramente, e que sentia muito por eu ter visto o pau dele daquele jeito.
Eu tentei amenizar, dizendo que era normal um garoto ou uma garota se masturbar, que ele era jovem, que não era errado fazer aquilo, e que ele não se preocupasse comigo por ter visto o pau dele, falei que já tinha visto ele muitas vezes na vida, ao que ele respondeu sim, mas nunca daquele jeito, e eu disse pra ele pensar que eu era mais velha que ele e que já tinha visto mais coisas que ele, que já tinha visto o pai dele pelado muitas vezes, que ele também já tinha nos visto muitas vezes andando pelados pra tomar banho, que ele também já tinha me visto, que eu não me importava nem um pouco que ele visse meu corpo, e que no final das contas ele era meu filho e que não era tão estranho assim a gente se ver pelado em casa. Conversamos um pouco mais, falei que se ele tivesse qualquer dúvida, ou se um dia quisesse me perguntar algo, não importava o que fosse, que não tivesse vergonha e que perguntasse, e que eu responderia, e deixamos por isso.
Depois de mais duas ou três semanas, também durante o café da manhã, ele me disse que sabia que as garotas se masturbavam de um jeito diferente dos garotos, mas que se eu, mesmo sendo garota, sabia como um garoto se masturbava. Eu disse que sim, que o pai dele tinha me explicado porque ele também era garoto. Perguntei por que ele estava me perguntando aquilo, e ele disse que nunca tinha conversado com ninguém sobre como se fazia, que nunca tinha visto nenhum garoto se masturbar nem ninguém tinha visto ele, e que achava que fazia direito, que se divertia muito, mas que talvez houvesse outras maneiras de fazer. Eu disse que, se ele estava se divertindo, isso era o importante, e que não me importaria de dar minha opinião, mas que para isso eu precisaria ver, e que não sabia se ele gostaria que eu visse o pinto dele assim (falei com a intenção de cortar a ideia) e durante o tempo que levasse para fazer, e que imaginava que ele fazia bem.
Inacreditavelmente para mim, fiquei paralisada, ele me disse ali mesmo que tinha pensado bem no que eu tinha dito umas semanas atrás, que era normal porque éramos mãe e filho, e que para ele não tinha problema nenhum em eu vê-lo se masturbar, já que, no fim das contas, eu já tinha visto o pinto dele ereto uma vez, mas que eu tinha que prometer que, se achasse que ele estava fazendo errado, que eu dissesse, e que ele estava com vontade de se masturbar e que, se eu quisesse, podíamos ir ao banheiro e ele se masturbaria ali na minha frente. Eu não sabia o que dizer, falei que ia me atrasar para a escola, mas ele disse que dava tempo e era verdade. Disse que não tinha certeza, que éramos mãe e filho, mas que chegar a dar conselho nisso me parecia demais. Ele perguntou se aquilo não era uma pergunta relacionada à educação sexual dele, e eu disse que sim. Depois de hesitar por dois ou três minutos, e vendo que ele não me Ia tirar ele de cima, mas se fizesse isso, no dia seguinte ele voltaria com o assunto. Pensei em deixar ele fazer na minha frente uma vez e assim ele não ia mais encher o saco. Falei que aceitava ir ao banheiro com ele e ver como ele fazia.
Fomos ao banheiro mais perto da cozinha, eu sentei no vaso e mandei ele ficar de pé, na frente da pia mesmo, de perfil pra mim. Ele, sem pensar, baixou logo a calça do pijama. O pau dele já tinha começado a acordar no caminho, tava meio duro e, com os primeiros movimentos da mão dele, a pele que cobria a cabeça desceu toda e o membro dele ficou no tamanho real: Era grande, grosso e com uma cabeça bem mais larga que o resto do pau. Me pareceu enorme pra um moleque de quase 19 anos, mas pensei que na vida real eu só tinha visto e tocado o do pai dele, então não era a melhor pessoa pra opinar. O que mais me chamou a atenção foi o saco dele, era enorme pra mim, pendurado e bem solto do corpo, amei.
Ele segurava o pau com a mão sempre colada no corpo, quase sem movimento e praticamente sem nunca tocar a cabeça que ficava exposta. Assim ficou por um minuto ou menos, foi bem rápido (provavelmente por eu estar ali na frente), deu um suspiro, deu um passo na direção da pia e começou a gozar. Assim que saiu o primeiro jato de porra, ele tirou a mão e ficou só olhando o resto sair sem se tocar mais.
Lavou as mãos e o pau dele, e falou que agora era minha vez de opinar. Falei que ele tinha feito bem, mas ele pediu pra eu falar a verdade e se era assim que se fazia. Ele insistiu e eu falei que tinha duas coisas que ele fazia errado: Que a mão tinha que deslizar mais pelo pau, passar de cima pra baixo, tocando até a parte de cima que ficava sem pele, e que quando começasse a sair a porra, ele não devia parar e tirar a mão, pelo contrário, dar mais rápido, roçando a parte pelada do pau, e que assim ele veria como eu curtia mais tempo e até conseguia que saísse mais porra, o que ajudava o corpo dele a produzir mais. Ele me agradeceu e disse que tinha que ir pra escola.
Quanto a mim, fui pra cama pensar. Tenho que admitir que fiquei molhada, mas não dei mais importância, sério. Comecei a pensar no pau dele, no que eu gostava nele, e a comparar com o que eu conhecia, que era o do meu marido: Era maior e mais grosso (pensei que se meu marido tivesse um assim, eu sentiria mais, e que ao meter por trás, ele "cravaria" bem fundo, e como os ovos também eram maiores, eu sentiria eles contra minha bunda); pensei na cabeça, tão larga e com formato de "cogumelo", como seria bom se meu marido tivesse uma assim, pra usar aquela borda como batente pros meus lábios ao chupar, apertar bem eles em volta daquele contorno, garantir que só a cabeça estivesse na minha boca, e brincar com minha língua ao redor até ela inchar bem igual tinha acontecido com meu filho; também pensei na quantidade de porra que meu filho tinha gozado comparado com a do meu marido, é verdade que antes meu marido gozava muito, mas cada vez vai diminuindo, é normal, e como eu gosto do gosto, "o gole" que eu tomaria; também pensei, e embora já tenha dito que nunca fiz, mas é algo que fica na cabeça, naquela grossura de pau enfiado no buraco do meu cu, e com aquela cabeça tão larga sentindo quando sai do buraco do meu cu no pelo, e como me abriria ao entrar de novo.
De novo passaram umas semanas, e nada aconteceu. Outro dia, tomando café da manhã sozinhos, meu filho me perguntou se eu ficaria brava se ele dissesse uma coisa. Eu disse que não, pensando que depois "do que ele me fez ver" a coisa não seria muito mais grave. Ele disse que tinha pensado, que por ele não tinha problema nenhum, e que já que eu tinha dito o que ele fez de errado, se eu gostaria Masturbar ele e assim ele via como se fazia direito. Fiquei paralisada de novo no lugar, masturbar meu filho, excitar meu filho até ele gozar. Falei que não tava brava, mas que a resposta era claramente não. Ele insistiu não sei quantas vezes, e no fim eu falei que só uma vez, que não contasse pra ninguém, e que aprendesse que seria pra sempre. Ficava com a consciência pesada e me perguntava se aquilo não era pecado mortal, e dizia pra mim mesma que eu não desejava meu filho, que era só pra mostrar como se fazia, que seria uma vez e que depois tudo voltaria ao normal. Então falei que tá bom, e fomos pro banheiro.
Meu filho abaixou a calça do pijama, o pau dele já tava quase no máximo, perguntei ao ver por que já tava daquele jeito, e ele disse que porque já sabia como ia gozar. Passei o braço esquerdo na cintura dele, e com a mão direita me preparei pra pegar o pau dele. A pele da cabecinha tinha descido, a "cabeça" dele parecia ainda mais larga vista de cima. Peguei nele e, acostumada com o do pai dele, esse era bem mais grosso, e de comprimento, se eu pegasse com as duas mãos, pensei que ainda ia sobrar um pouco de cabecinha pra fora, o que dava vários centímetros a mais que o do pai dele também.
Comecei a mexer a mão, e em menos de dez segundos percebi que o pau dele inchava mais e a "cabeça" também, que ficava durasso, e um segundo depois ele começava a gozar, aí em vez de parar, acelerei o ritmo da minha mão, e saiu mais porra do que da vez que ele tinha se masturbado na minha frente. Ele mesmo disse que era a vez que mais tinha gostado de se masturbar e que era a vez que mais porra tinha saído do pau dele. Eu falei pra ele não se preocupar que com certeza ia fabricar ainda mais. Ele me pediu desculpas por não ter durado nada, mas que o fato de ser a primeira vez que alguém que não fosse ele tocava ali, fez com que isso acontecesse, mas que tinha gostado muito. Eu falei pra ele não se Não conte a ninguém, nem pros seus amigos, e ele me disse que não.
Voltei pra minha cama, e aí notei que tinha me molhado, não dei mais importância, mas acima de tudo fiquei com a grossura, o comprimento, passar a mão no sentido contrário pelo "chapéu" da cabecinha dele, o duro que ela ficou quando ele foi gozar, e a quantidade de porra que saiu e a força com que o pau dele cuspiu (os primeiros quatro ou cinco jatos tinham batido na parede do banheiro).
No dia seguinte, sem mais nem menos, ele me disse que no dia anterior não tinha tido tempo de ver como eu fazia porque tinha gozado mais rápido da vida dele, e que queria que eu batesse uma pra ele de novo e prometia que dessa vez ia demorar mais, e que seria a última vez que ia me pedir. Eu aceitei, dessa vez sem me fazer de rogada. Não pensava no meu filho como algo sexual, mas ter de novo aquelas sensações nas minhas mãos com um pau era algo que me atraía, acho que sabia separar que era do meu filho do fato de ter um pau diferente do normal à minha disposição, além disso, se pensava que era do meu filho, dizia pra mim mesma que ia mostrar pra ele e ele ia aprender algo.
Fomos pro banheiro, meu filho abaixou o pijama, e apareceu o pau dele, não totalmente mole, mas quase, e com o saco dos ovos pendurado (reparei que o saco também era grande, e pensei que por isso saía tanta porra dele, porque os ovos eram grandes e capazes de produzir). Peguei o pau dele com a mão e comecei a bater uma, foi crescendo mas devagar, não como quando ele tinha feito na minha frente, nem no dia anterior, onde já estava totalmente duro quando peguei pela primeira vez. Não parei de bater uma, pegando até no saco dos ovos pra senti-los na minha mão, e depois cada ovo um por um.
Depois de uns cinco minutos, dá pra dizer que já estava totalmente duro, e me chamou a atenção o tempo que demorou, porque tenho que dizer que eu me esforçava pra fazer do melhor jeito possível. Quando estava Assim, meu filho me perguntou se eu sabia quanto media, e eu disse que não. Ele pediu pra eu adivinhar, e eu chutei 19 cm. Ele disse que era 21 e meio. Eu falei pra ele que não precisava se preocupar com isso, que a natureza já fazia assim, e que aquilo era suficiente. Sobre o que não comentei é outra razão pela qual, pra mim, a rola dele é muito atraente: ela é bem grossa. Pegando pela base, onde sai do corpo, colocando o dorso da minha mão contra a barriga dele e segurando, consigo juntar os dedos da minha mão (minha mão não é muito grande), mas não sobra muito espaço. E se seguro um pouco na diagonal, já não consigo mais juntar os dedos — isso me excita pra caralho. E, principalmente, também gostava do saco dele, pendurado totalmente solto, balançando pra frente e pra trás. Me atraía de verdade.
Ele me disse que gostava de como eu fazia, e que era muito melhor do que quando ele mesmo se tocava. Falou que, quando eu movia a mão ao longo do pinto dele, a bolsa das bolas balançava muito e ele adorava. Eu concentrava meus movimentos em passar pra um lado e pro outro sobre a "cabeça" da glande. Eu puxava a pele dele o máximo possível, pegava com a mão todo o pedaço de pau que ficava exposto e apertava especialmente cada vez que movia a mão pra cima e passava pelo começo da "cabeça". Tenho que admitir que a "cabeça" era minha fixação. Perguntei em que ele pensava enquanto se masturbava. Ele ficou vermelho igual pimentão, disse que me contaria depois, mas nunca contou.
Enquanto isso, o pinto dele já tava duro, durão. A "cabeça" era larga de verdade, e percebi que o momento estava chegando. E foi isso: ele começou a gozar, mas saiu com menos força e em menor quantidade. Imaginando o que tinha rolado, comentei que tinha saído menos que das outras vezes. Ele disse "pode ser", sem dar muita importância. Perguntei por quê, e ele respondeu que não sabia, e que a quantidade era a mesma. Mentindo pra ele, falei que pra mim a quantidade era importante, porque quanto melhor ele tivesse aproveitado, mais porra. Tinha que sair, e que assim como no dia anterior eu tinha conseguido tirar muito dele e que pra mim aquilo era sinal de que eu tinha feito bem, dessa vez eu ficava com a impressão de que não tinha feito direito, e que me sentia mal por não ter conseguido fazer bem. Parece que representei bem, e ele me viu realmente triste, e disse que sentia muito, mas que como no dia anterior não tinha durado nada, antes de eu propor masturbá-lo, ele já tinha batido duas vezes antes e que aquela era a terceira. Ele me perguntou se isso era ruim, e eu disse que enquanto ele tivesse vontade não tinha problema, mas falei que não tinha gostado do que ele fez.
Voltei pra cama pensando no que tinha feito mais uma vez, que dessa vez eu realmente tinha tido ele nas minhas mãos, na dureza dele, na bolsa com os ovos que pendiam bem no começo. Esquecendo que era a cock do meu filho (já nos meus pensamentos eu chamava assim, e não pênis, embora pra ele eu sempre dissesse pênis), era uma cock que eu gostava: tinha juventude, vitalidade, capacidade de reação (três vezes em três quartos de hora talvez), tamanho, capuz (“cogumelo”), bolsa grande de ovos, e uma quantidade enorme de sêmen como prêmio final.
Uns dias depois, meu filho me disse, já diretamente e acho que sem muita vergonha, que gostaria que eu o masturbasse. Eu disse que a anterior tinha sido a última, e ele falou que se eu já tinha feito duas vezes, por que não outra, e que dessa vez ele não tinha se masturbado antes, então se eu fizesse direito, sairia muito sêmen, e que ele também gostava que saísse bastante. Ele disse que em compensação me contaria em que pensava quando se masturbava. Eu aceitei, dizendo que era a última vez de verdade. Fomos ao banheiro e a cock dele (vou chamar assim agora) já estava mais da metade do caminho pro tamanho final. Dessa vez, em vez de pegá-lo pela cintura, eu o segurei por trás das costas, passando os dois braços ao redor pra pegar a cock dele com uma mão e com a outra a bolsa dos ovos. Ovos, e com a ideia de pegar no pau dele com as duas mãos quando ele estivesse bem excitado, uma deixar fixa na base, e a outra só para a "cabeça".
Ele me disse que desse jeito de pegar nele ele gostava mais, porque gostava de sentir as duas mãos. Eu perguntei se era porque fazia parecer que o pau dele era maior ter duas mãos nele, e ele disse que sim, que eram duas sensações em uma. Comecei a masturbá-lo e de imediato perguntei em que ele pensava quando estava assim. Ele disse que tinha vergonha, insisti e falei que ele tinha prometido, e ele disse que pensava nos peitos da mãe de um colega de escola. Fiquei chocada de novo. É verdade que a mãe do amigo dele tinha uns peitos bem grandes, e eu perguntei se ele gostava de peitos grandes e como ele achava que eram os daquela senhora; ele disse que sim, que gostava grandes, e que não só pensava como eram, mas que já tinha visto muitas vezes porque todo verão na casa deles, eles moram numa casinha com uma piscina mais que minúscula, mas é só pra dizer que têm, imagino. Meu filho vai nadar lá com o amigo, e ela sempre tomava sol de topless e até preparava os lanches assim, e comiam juntos na mesa com a mãe do amigo com os peitos de fora, e ele gostava muito, e que no verão por isso ele se masturbava mais.
Enquanto ele contava tudo isso rápido, o pau dele ficou bem duro. Eu já estava fazendo com as duas mãos nele, e quando vi que ele estava perto, não sei por que instinto parei. Ele perguntou o que eu estava fazendo, e eu falei que assim ele ia aproveitar mais. Soltei as mãos do pau dele e peguei só o saco, que já estava apertado e com os ovos prestes a explodir. Sem mais, peguei de novo na "cabeça" com a intenção de tirar todo o leite dele. Falei que não só a quantidade, mas a distância que ele ia jorrar o sêmen eram indicadores de se eu tinha feito bem, e que queria que, se ele gostava tanto, me mostrasse assim. O pau dele inchou, a cabeça", puxei bem a pele pra baixo pra que os primeiros jatos "cuspissem" bem longe, levantei ela quase na vertical pra acertar no espelho e ver escorrer, e foi o que aconteceu. Os quatro primeiros jatos, e bem grossos, acertaram o espelho. Depois não parei até sair a última gota, e na minha fissura de "ordenhar e espremer" bem a "cabeça" até a última gota, ele disse que eu tava apertando demais e que tava doendo.
Voltei pra cama e me senti estranha, tinha esquecido em vários momentos que aquela pica era do meu filho, a beleza do membro me dominava, e de certa forma me sentia orgulhosa por ser capaz de fazer toda aquela "máquina" funcionar, de fazer ele subir no fervor e depois descer de vez. Fiquei pensando na cama (tenho que te dizer, e juro que é verdade, que nunca me masturbei depois de ficar assim com meu filho, só gostava de pensar na pica dele). Depois de dez dias era o aniversário dele e já fazia um tempão pensando no presente, mas não me vinha nada na cabeça porque eu dizia pra mim mesma que ele já tinha de tudo. Naquele momento pensei que, como um fim pra isso que rolava entre a gente, eu podia fazer o que fazia com o pai dele: dar de presente um dia inteiro de masturbação, nesse caso com a mão, quantas vezes ele quisesse, e depois dizer que aquela era minha despedida pra ele.
Às vezes meu marido viaja pra outra fábrica numa cidade da Espanha, e fica um ou dois dias lá. Naquela mesma noite perguntei se ele tinha alguma viagem marcada por perto, ele disse que sim, que era no mesmo dia do aniversário do nosso filho, mas que tinha pedido pra adiar dois dias. O aniversário do nosso filho era numa segunda, então ele ia viajar na quarta à noite pra ficar a quinta inteira e voltar na sexta à tarde. Eu disse pro meu filho que tinha um presente especial pra ele, mas que daria dois dias depois do aniversário dele. Esse dia chegou e comemoramos muito bem os três. Na terça eu falei pro meu filho que o presente ia ser dado na quarta a partir das oito. da tarde.
O dia e a hora chegaram, meu filho me perguntou o que era, e eu disse que o pai dele não ia voltar até sexta à noite, e que durante dois dias eu ia masturbar ele quantas vezes ele quisesse, mas com a condição de responder todas as perguntas que eu fizesse enquanto eu batia uma pra ele, nem antes nem depois, e que isso ia ser a última vez e que eu queria que fosse uma boa despedida pra ele. Ele me perguntou se podia me pedir coisas também, eu disse se ele já tinha pensado em algo, ele ficou vermelho, e eu falei que a gente ia ver, mas que pra se excitar entre uma punheta e outra, ele é que podia me perguntar o que quisesse. Ele disse que tinha aula, mas já era só de manhã, e eu falei que se ele quisesse, eu assinava como se ele não tivesse ido por estar viajando. Os olhos dele me olhavam como se não fosse verdade o que eu tava dizendo. Eu disse que já estávamos no tempo dele e que eu tava à disposição, pronta pra fazer quando ele quisesse, mas nas minhas condições, e que eu nunca ia perguntar, que era ele quem tinha que pedir quando quisesse.
Na hora notei que por baixo da calça dele formou um volume, eu olhei e ele percebeu que eu tinha olhado, e me disse que por ele já podíamos começar. Ele abaixou a calça e a cueca, já na sala, cadê aquela vergonha dos primeiros dias?, e quando chegou no banheiro já tava quase dura de vez. Por ser a primeira, pensei que ele ia estar cheio de porra, então peguei ele por trás com as duas mãos como da última vez, e comecei sem esperar nada. Ele começou a ficar excitado e eu perguntei como eles chamavam o pau, ele e os amigos. Ele se virou, me olhou, e eu disse que ele tinha que responder tudo, senão eu ia parar, e que depois ele podia me perguntar. Ele disse cock, mastro, cock; eu continuei perguntando, ele se encolheu no começo, mas deve ter pensado que era muito o que podia perder: porra, cum; bater uma, ordenhar ou tocar uma; a ponta, cabaço; gozar, cuspir a cum; as bolas, Ovos ou bolas. Ele tinha ficado excitado, estava quase lá e quando já não dava mais pra parar, eu disse que ia ordenhar ele até tirar a última gota de porra dos ovos, que ia fazer os canos do pau dele funcionarem, e espremer a cabecinha até deixar limpinha, e que queria que ele cuspisse a porra no espelho como só ele sabia fazer. Ele gozou incrivelmente, e na hora virou e me perguntou por que eu tinha dito aquilo se era a mãe dele, eu perguntei se ele tinha gostado, ele disse que sim, e eu falei que isso era o que importava.
A gente sentou pra tomar um refri, ele vestiu uma sunga e um short, me olhou e perguntou se podia me perguntar coisas ou pedir pra fazer, eu disse que nos dois casos eu ia definir o limite. Ele perguntou o que eu achava do pênis dele, eu falei que por que comigo ele chamava assim e com os amigos de outro jeito, ele disse que ficava com vergonha, e eu falei que se depois do que eu já tinha feito várias vezes, ele ainda tinha vergonha de falar alguma coisa. Ele disse que ia falar comigo como amigo, então perguntou o que eu achava do pau dele em particular e comparado com os que eu já tinha tocado na vida. Tentei bajular ele, ao mesmo tempo que falava a verdade, e disse que era o maior que eu já tinha visto, isso excitou ele, então insisti por aí. Ele perguntou por que eu usava a "buceta", assim literalmente, às vezes raspada, às vezes no meio, às vezes com pelo, eu falei que era porque o pai dele gostava de ver ela mudar de aparência. Ele disse que gostava raspada porque assim dava pra ver a racha toda. Suponho que falar disso excitou ele, e depois de um pouco mais de conversa, ele pediu pra voltar pro banheiro. Ele tirou tudo já na sala e chegou no banheiro completamente pelado.
Peguei ele por trás de novo, uma mão nos ovos e outra no pau. Não perdi tempo perguntando como eram os peitos da mãe do amigo dele, meu filho descreveu pra mim enquanto o pau dele endurecia. Eu perguntei sobre os bicos dos peitos (que na água ficavam buceta), pelo tamanho, se eram caídas, se balançavam, com certeza ele ficava excitado só de pensar nelas. Se ele sentava do lado dela, e ela disse que sim pra ele ver bem, e que ele achava que às vezes ela percebia, mas não tinha certeza. Eu perguntei se ela usava fio dental, e ele disse que não, que ela costumava usar uma calcinha com a tira no meio da bunda. Que a bunda dela era mais gorda que a minha e que ele gostava mais da minha. Perguntei se ele tinha contado pro amigo que gostava das tetas da mãe dele, e ele disse que sim, e que o amigo também gostava. Perguntei se ele sabia se o amigo já tinha tocado nelas ou se fazia algo com a mãe, e ele disse que o amigo tinha contado que uma vez passou creme no corpo todo dela, incluindo as tetas, com a mãe deitada no chão. Depois disso, meu filho já tava quase gozando, então eu incentivei ele de novo, falando da rola dele, dos ovos e da porra dele. Tirei leite dele de novo até sair a última gota.
Nessa hora, ele perguntou se eu não me importava de continuar, porque às vezes ele gozava duas vezes seguidas, então eu continuei batendo uma pra ele e fazendo perguntas. Ele disse que o amigo dele tinha conseguido nadar pelado na piscina com a mãe várias vezes e que tinha visto a buceta dela. Perguntei pro meu filho sobre a rola do amigo, e ele disse que era mais ou menos do mesmo tamanho que a dele. Perguntei se ele tinha contado pra alguém o que a gente fazia, e ele disse que não, mas que nesse verão, por causa do que a gente tinha feito, ele se atreveu a propor pro amigo deles entrarem no banheiro da casa dele, esperar a mãe dele ter que ir lá, ela iria com as tetas de fora e com o fio dental, e que encontrasse os dois se masturbando, não um no outro, mas cada um na própria rola, mas ambas bem duras, pra ver qual seria a reação dela, e que o amigo também achou graça. Se a mãe dele entrasse mesmo assim no banheiro, ver o que acontecia, e se ela saísse, ir atrás dela, os dois de pau duro e olhando pro céu, e pedir desculpa, mas ao mesmo tempo vendo como ele reagia ao vê-las mais de perto.
Assim continuamos, dessa vez ele demorava mais, mas eu também curtia mais porque tinha ele mais nas minhas mãos. Eu passava a mão em todo o "pacote", deslizava uma mão depois da outra ao longo do comprimento da rola dele. Vendo que ele tava demorando, resolvi falar sobre a rola dele e o orgulho que eu sentia de ver como eu fazia bem pra ele, vendo a porra que saía e o longe que ia. Finalmente, ele gozou, e eu "sequei os ovos" dele de novo e "limpei os canos". O "cogumelo" tava vermelho, vermelho, tava linda.
Fiz um pouco de janta, e ele disse que não ia vestir nada porque ficava mais confortável e que comigo já tinha intimidade pra eu ver ele. Durante a janta, ele me perguntou sobre minha vida quando eu era jovem, e assim fomos dormir, cada um no seu quarto, claro.
No dia seguinte, fiquei pensando na cama, e me toquei que tava tipo viciada na rola do meu filho. Já tava com vontade de ter ela de novo, de deixar ela dura, e de "ordenhar" ela, e até com tentações de ir um pouco mais longe. Levantei e meu filho já tava acordado, com a rola dele mais do que levantada também, fomos direto pro banheiro e bati uma pra ele sem esperar nada. Perguntei se ele ia gozar, ele disse que achava que sim, e foi isso, incrivelmente pra mim ele tava bem excitado e não custou quase nada.
Café da manhã, e ele me perguntou coisas da minha juventude com os caras. Depois de um tempo conversando, ele disse que não tava com muita vontade, mas queria que eu batesse uma pra ele por um bom tempo, e que "trabalhasse" ela, a vergonha cada vez menor. Fomos pro banheiro, eu no meu papel, pensei que dessa vez ia brincar com a pele dele, forçando ela ao máximo pra baixo, pra deixar o máximo possível descoberto e depois passar a mão por cima do interior da rola dele. Como o "cogumelo" era tão largo, a abertura da pele também era larga, então dava pra puxar um bom pedaço pra baixo, e forçando ao máximo, ficava quase tudo no ar. Peguei a pele dele esticada pra baixo com uma mão, e com a Fora isso, tudo que ela comia era literalmente "no pelo". Passei um pouco de sabonete pra facilitar o atrito, e acariciei ele com suavidade, e pra caso ele ainda não tivesse sacado a mensagem, só trabalhei "o cogumelo" com três dedos. Pareceu que ele gostou. Aí perguntei se ele gostaria que a mãe do amigo dele o masturbasse do jeito que eu tava fazendo, e ele disse que sim, e principalmente se ao mesmo tempo eu pudesse apalpar os peitos dele, e que agora que sabia como era isso, ele ia gozar bem alto pra mostrar o quanto tinha gostado. Pouco depois ele gozou, ainda soltando uma boa quantidade de porra.
Tiramos um cochilo. Eu não me reconhecia e só tinha a pica na minha cabeça, se meu filho pudesse imaginar. Pensei que quando acordasse da soneca só restaria um dia de presente, e algo dentro de mim dizia pra ir um pouco mais longe, pra apertar a situação. Por outro lado, a mãe mulher aflorava e não se reconhecia. Notava que já não me dava conta de que era meu filho, que fazia eu mudar desse jeito. Eu dizia pra mim mesma que era a inocência do meu filho, o quanto ele era maleável pra conseguir o que eu queria, que ele não sabia o que era, assim como o fato de eu estar viciada na pica dele.
Levantamos e meu filho já me pegou pela mão e me levou pra "trabalhar nela". Como ele já tava começando a perder força e principalmente quantidade de porra em cada gozada, pensei que seria bom forçar a máquina. Comecei a bater uma pra ele, e perguntei se quando era eu que tava batendo, ele pensava em mim ou não. Ele disse que às vezes, que me imaginava pelada como ele lembrava, com a buceta depilada. Deixei ele duro e quando ele começou a gozar, abaixei a cabeça da pica dele e coloquei minha mão debaixo pra pegar o máximo de porra possível. Esfreguei as mãos nela, e passei ao longo do mastro e dos ovos dele. Ele perguntou se eu gostava da porra dele, e eu disse que claro, que pra mim era o prêmio pelo meu esforço, e que via que a pica dele era "muito agradecida". Ao longo do dia fiz ele "cuspir" mais algumas vezes, e sempre pegava a porra dele e passava nela. Enfiei no mastro do pau dele ainda bem duro.
No dia seguinte, vi que ele tinha caído, então conversamos sobre tudo, e não só sobre sexo. Depois de comer, ele disse que gostou muito do presente dele, e que esperava que eu não tivesse cansado muito, e falou que queria me pedir uma coisa antes do tempo acabar, mas esperava que eu não ficasse brava. Eu disse pra ele pedir e eu veria, e ele falou que queria me ver nua pela última vez no presente dele. Eu disse que colocava uma condição pra ver se ele tava realmente interessado em me ver: que eu ordenhava ele uma vez com o peito de fora, e ele olhando pras minhas tetas pra se excitar, e que se ele conseguisse gozar uma segunda vez, eu ficaria sozinha no banheiro, me despiria e ele me veria nua e sem pelo na buceta, do jeito que ele gostava. Isso acendeu ele de verdade.
Tirei a parte de cima e o sutiã. Ele tirou o short e a cueca, e lá estava ele já duro. Coloquei minha mão na cintura dele e meu peito esquerdo colado no corpo dele inteiro, e no espelho dava pra ver meus mamilos, que são grandes e escuros, excitados. Isso deixou ele excitado também, e em pouco tempo ele gozou.
Pedi pra ele sair do banheiro, depilei a buceta toda com espuma de barbear, lavei e tava tudo recém-depilado e limpo, e molhado pensando no que ia fazer. Saí do banheiro, fui pra sala, e fiquei de pé na frente do meu filho. Ele tava meio deitado no sofá, vinte minutos depois de eu ter ordenhado ele, e quando me viu assim na frente dele, o pau dele levantou quase como uma mola e ele não tirava os olhos da minha buceta. Perguntei se era assim que ele gostava e ele disse que sim. Falei que eu já tava pronta e que como fim de festa ia deixar ele tocar nas minhas tetas, mesmo que não fossem as da mãe do amigo dele, enquanto ele batia uma, e que quando fosse gozar, colocasse as mãos pra pegar o esperma dele porque eu poderia esfregar nas minhas tetas com ele e o esperma dele. Não demorei pra fazer ele gozar, ele deu tudo que tinha. sobrava e eu passava nos peitos, ele não se cansava de amassar eles, enquanto eu ia tocando nos ovos dele e no pau dele que ficava retraído. Acho que sequei os ovos dele naqueles dois dias, mas a gente se divertiu pra caramba, não sei quem mais que o outro.
Valeu se você leu até aqui, e desculpa pelo textão, mas queria que soubesse todos os detalhes. Como cê deve imaginar, desde o aniversário dele, faz pouco mais de um mês, ele não pediu mais, nem eu deixei rolar, e não sei por ele, mas eu sinto que preciso ir além. Fico pensando em ter a cabecinha dele na minha boca, deixar ele duro com a boca, morder a "cogumelo" dele e chupar até brilhar, e claro, ver ele me ver bebendo o leite dele. Adoraria chupar os ovos dele. Mas o que mais me dá vontade mesmo é ter aquele pau no meu cu, me excita pensar num pau virgem desvirginando meu cu virgem. Imagino, depois de ver como ele fica quando vai gozar, ter toda a energia dele pra mim e aqueles 19 cm enfiados fundo no meu buraco traseiro, acho que eu ficaria louca, ainda mais sabendo que em poucos minutos posso ter ele de novo trabalhando no mesmo lugar. Não paro de imaginar como seria duas ou três enfiadas seguidas sem tirar o pau do meu cu. Fazer ele gozar dentro, ou na minha boca se ele preferir, e depois meter de novo no meu cu e começar tudo de novo, deixando ele pronto. Pensar na parte grossa da cabecinha dele saindo do meu cu bem devagar e no pelo, eu apertando o buraco pra ele sentir bem fundo, me deixa a mil. O que não sei é como chegar nessa situação. Claro, nunca tive nada no cu, e talvez eu só goste de pensar nisso, mas quando ele tiver enfiado e me empalar com toda a energia, pode doer pra caralho e eu não gostar. Qual é a sua experiência com cu e seu filho? Já tentou? Ele curte mais que o normal?
Por outro lado, com meu marido sigo a vida normal, mas tenho que admitir que quando chupo ele, ou ele goza, ou mete, o que Tenho em mente que não é exatamente meu filho, mas sim o pau do meu filho. Nas últimas semanas, meu marido tem se aproveitado de como estou tarada, porque de vez em quando dou uns boquetes pra ele, ou deixo ele duro e falo pra não pensar em mim, só "me usar", e ele adora me colocar de quatro e começar e terminar assim, abrindo minhas duas bandas do cu pra meter o mais fundo possível na minha buceta. Acho que tenho muita sorte, tenho dois paus à minha disposição, o único problema é como avançar com o segundo, o do meu filho, sem causar muito problema pra ele, e sem que ele perceba que não é mais só por ele, mas que quem realmente precisa sou eu, e que pedir mais não faça eu perder ele de vez. Acho que ele gostaria, embora nunca tenha me dito nada.
Por outro lado, já estamos no verão, ele vai nadar na casa do amigo, vai ver os peitos da mãe dele, e isso já me prepararia porque ele ficaria excitado. Não me importo que ele se excite com outra garota ou mulher, até prefiro que seja comigo, que sou a mãe dele, o que me interessa é que toda a libido dele presa no mastro dele seja pra mim. Depois, se eles quiserem que a mãe do amigo veja eles com os paus na mão, não quero nem imaginar meu filho na frente daquela mulher, já sabendo o que é ser chupado até gozar ou fazer o buraco de um cu no tamanho certo pro grosso do pau dele. Imagino que se ele fez isso comigo, isso vai dar confiança pra ele na frente dela, não gosto muito daquela senhora, e não me importaria que meu filho e o filho dela chegassem a algo com ela, ficaria feliz pelo meu filho porque ele teria "o animal" que quer à disposição, depois o pau dele acho que faria o resto pra fidelizar ela. Se a gente conseguir tudo com meu filho, vou falar umas coisas que me vêm à mente pra forçar a situação com o amigo dele e a mãe.
6 comentários - Masturba o filho por dever e prazer
Excelente 👏 👏 👏
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