Era uma cliente de muita confiança, 55 anos, os anos tinham cobrado um pouco o preço, mas ela ainda dava pro crime. Junto com outra colega, sempre zoávamos ela dizendo que ficava sozinha em casa, o marido trabalhando o dia inteiro, e que ela levava algum macho pra dar uma trepada. Ela ria e entrava na brincadeira.
Uma tarde, numa daquelas conversas longas entre nós três, o papo foi parar em sexo pago.
— Eu pagaria um cara pra levar pra casa — disse Marcela, a cliente.
— hahaha você é doida, véia — respondeu Nati, a colega.
— Fala sério, mano. Eles pagam e a gente não? Eu admito, não tenho problema nenhum. O João é velho, já não funciona como antes, e eu ainda tô na ativa.
— Eu sempre falei que faria um cartãozinho com minhas medidas e meu celular e daria pra algumas coroas passarem pra alguma amiga carente — comentei pras duas.
— hahaha como você gosta de grana, cara — disse Nati.
— Grana e milf, dois prazeres juntos.
— Tô falando de quanto? hahaha — perguntou Marcela.
— Ah, pra você eu faria desconto, porque é amiga haha.
— Olha que eu tô falando sério, hein.
— Não vai cagar agora, emita, hein. Abriu a boca, aguenta — falou Nati.
— Eeeh, bom, vamos ver o que dá pra fazer.
— Já se cagou, cara? — perguntou Marcela.
— hahaha vocês me deixam nervoso — respondi.
— Amanhã passo te buscar ao meio-dia, quando você sair pra descansar, e vamos pra casa. (A cliente morava a cinco quadras, e eu tinha quatro horas livres porque fazia horário partido e morava a algumas quadras do trabalho.)
— Eeeh, beleza — falei, levando na brincadeira, achando que o papo ia morrer ali.
No dia seguinte, ao meio-dia, eu tava saindo e já tinha esquecido o que rolou no dia anterior. Peguei minhas coisas pra ir embora, e quando saí, a Marcela tava na esquina. Na hora lembrei do que ela disse. Não era brincadeira, a coroa queria guerra com um cara.
— Não vai cagar agora, vai?
— hahaha, tinha esquecido.
— Olha que eu tô falando sério.
— Eeeh, beleza, então vamos.
— Se quiser, a gente almoça. Não quero te pressionar.
— Não, não, tá suave, vamos.
Chegamos na casa e não tinha almoço nenhum. Ela fechou a porta e se jogou em cima de mim.
— Nada de almoço, cara. Me deixou Caliente com a conversa de ontem e tô com fome, de pica do cara
Não podia acreditar, era real, queria que eu comesse ela, não era uma gostosona, também não era feia, loira pintada, peitos bons e uma bunda que lutava contra a gravidade e tava perdendo, mas que mesmo assim despertava nos caras vontade de meter, era pra uma transa e só
- Dá logo, cara? Qual é, tá com medinho?
- Não, nada disso, tô em choque hahaha
- Choque você vai ficar é com a chupada de pica que vou te dar (enquanto me apalpava o pau por cima da calça)
- Uyuyuy, como você tá
- Tô fervendo
Ela se ajoelhou, não teve beijo prévio nem carinho nenhum, praticamente arrancou minha calça junto com a cueca, tava com a pica tão dura que bateu no queixo dela
- Buceta que pedaço! Grossona pra caralho!
- Toda pra você, espero que caiba, ou você tá muito apertadinha?
- Abre você, tô meio largada
Ela pegou meu pau com as duas mãos, deixando a cabeçona de fora e engoliu
- Mmmmm chuck chuck chuck
- Assim, assim, Marce
- Que pica, bebê
- Come ela toda
- Assim? (enfiou quase o pau inteiro na boca, de uma bocada só, e começou a me chupar de boca, tava faminta)
- Assim, assim, Marce, que bem você chupa
- É o que eu faço melhor, chuck chuck
- Uuuufff
- Tô me molhando como faz tempo, que vontade de trepar
- Levanta
Ela se levantou, baixou o moletom e a calcinha juntos, ficou só de regata e tênis, tirou umas coisas da mesa e se apoiou de costas pra mim
- Me come toda, toda
- Uuuf, puta!
Molhei os dedos e comecei a provocar ela, quando tava quase lá me posicionei e fui enfiando de pouco em pouco, tava apertada
- Ai, ai, devagar, bebê
- Como você aperta, Marce
- Mmmm, assim, me abre
- Uuuuuf
Entrou tudo, agarrei ela pela cintura e meti selvagemente, os gemidos que ela dava deviam ter ouvido até na rua
- Aaaaaagagaggrgr, assim, assim, me fode, Ema, me come toda, cara, assim, assim, forte
- Uuuufff, assim, mexe a bunda
- Aaaay, assim, bebê, assim, vou gozar já
- Já, mami?
- Sim, vai assim, forte, forte
Tava com uma vontade acumulada enorme!!
Gozei, gozei -uuuf marce
-aaaaahiiii ahiii forte,mete ela toda uuuuuuuyyyy asiiii siiii aaaayyy aí estaaaaa acaboooo
As perninhas dela tremiam, mas ela continuava mexendo a bunda pra trás e pra frente, tava espremendo minha pica com a apertura da buceta, peguei ela mais um tempinho e trocamos de posição, sentei numa poltrona e ela subiu em cima de mim
-vou tirar todo o leite de você, neném
-quer que eu encha você de porra quentinha?
-sim, bem cheia, depois deixo ela limpinha pra você ir trabalhar
Ela começou a cavalgar, os peitos batiam na minha cara, era uma delícia, a cinquentona se mexia como uma novinha, ela que tava me comendo
-asiiim asiiim marce asiiim
-que pica que você tem, neném, quero isso mais vezes, papai
-uuuf marce assim, come meu pauuu
-uuuf neném, vou gozar de novo asiiim asiiim
-eppaaaaa como você tá
-to gozando gozando
-vai forte mamãe que eu encho você de porra
Ela subia até quase sair da rola e enfiava tudo de uma vez, tava quase quebrando minha pica de tanto sentar
-asiiim gozo neném
-vai forte que eu gozo também
-juntinhos juntinhos
-uuuuuf aí vem
-aaaarrrg gozo bebê
-toma a porra toma
-aaaaaaacaaaaaboooo asiiiii
- uuuuufff te leiteeeeei
-asiiim siiii uyuyuy neném que transa boaaaa
Ficamos exaustos, largados na poltrona, ela ainda com a pica dentro, escorrendo porra, ficamos assim uns dois minutos, ela se soltou de mim, ajoelhou e chupou meu pau, até limpar como tinha prometido, foi tomar banho, quando voltou eu tava esperando sozinho na sala, vestido e de pé, era tudo estranho, não sabia o que fazer nem dizer, ela chegou perto e me deu um envelope
-isso é seu
-naaaaao marce, você tá doida, era brincadeira
-nada de brincadeira, pega senão eu fico brava
-não não, não vou deixar você fazer isso
-dá logo ema, pega, vou ficar brava de verdade
-marce, era brincadeira, imagina se vou cobrar por algo tão gostoso como trepar!!
-dá logo cara, pega, não seja otário, se não pegar vou dar um jeito de aparecer nas suas coisas
-naaao marce, não faz assim
-dá logo para de encher o saco, você sabe que eu não preciso disso
-ok, sem ganhei, peguei ele Fui embora, no caminho pra casa me deu vontade de abrir o envelope, 300 continhos, até que não foi tão ruim, no fim das contas, comi como um louco e ainda me pagaram 3 pratas, um fenômeno, tô gostando disso, tomara que eu não largue o trampo por causa disso!! Abraçoooo valeu!
Uma tarde, numa daquelas conversas longas entre nós três, o papo foi parar em sexo pago.
— Eu pagaria um cara pra levar pra casa — disse Marcela, a cliente.
— hahaha você é doida, véia — respondeu Nati, a colega.
— Fala sério, mano. Eles pagam e a gente não? Eu admito, não tenho problema nenhum. O João é velho, já não funciona como antes, e eu ainda tô na ativa.
— Eu sempre falei que faria um cartãozinho com minhas medidas e meu celular e daria pra algumas coroas passarem pra alguma amiga carente — comentei pras duas.
— hahaha como você gosta de grana, cara — disse Nati.
— Grana e milf, dois prazeres juntos.
— Tô falando de quanto? hahaha — perguntou Marcela.
— Ah, pra você eu faria desconto, porque é amiga haha.
— Olha que eu tô falando sério, hein.
— Não vai cagar agora, emita, hein. Abriu a boca, aguenta — falou Nati.
— Eeeh, bom, vamos ver o que dá pra fazer.
— Já se cagou, cara? — perguntou Marcela.
— hahaha vocês me deixam nervoso — respondi.
— Amanhã passo te buscar ao meio-dia, quando você sair pra descansar, e vamos pra casa. (A cliente morava a cinco quadras, e eu tinha quatro horas livres porque fazia horário partido e morava a algumas quadras do trabalho.)
— Eeeh, beleza — falei, levando na brincadeira, achando que o papo ia morrer ali.
No dia seguinte, ao meio-dia, eu tava saindo e já tinha esquecido o que rolou no dia anterior. Peguei minhas coisas pra ir embora, e quando saí, a Marcela tava na esquina. Na hora lembrei do que ela disse. Não era brincadeira, a coroa queria guerra com um cara.
— Não vai cagar agora, vai?
— hahaha, tinha esquecido.
— Olha que eu tô falando sério.
— Eeeh, beleza, então vamos.
— Se quiser, a gente almoça. Não quero te pressionar.
— Não, não, tá suave, vamos.
Chegamos na casa e não tinha almoço nenhum. Ela fechou a porta e se jogou em cima de mim.
— Nada de almoço, cara. Me deixou Caliente com a conversa de ontem e tô com fome, de pica do cara
Não podia acreditar, era real, queria que eu comesse ela, não era uma gostosona, também não era feia, loira pintada, peitos bons e uma bunda que lutava contra a gravidade e tava perdendo, mas que mesmo assim despertava nos caras vontade de meter, era pra uma transa e só
- Dá logo, cara? Qual é, tá com medinho?
- Não, nada disso, tô em choque hahaha
- Choque você vai ficar é com a chupada de pica que vou te dar (enquanto me apalpava o pau por cima da calça)
- Uyuyuy, como você tá
- Tô fervendo
Ela se ajoelhou, não teve beijo prévio nem carinho nenhum, praticamente arrancou minha calça junto com a cueca, tava com a pica tão dura que bateu no queixo dela
- Buceta que pedaço! Grossona pra caralho!
- Toda pra você, espero que caiba, ou você tá muito apertadinha?
- Abre você, tô meio largada
Ela pegou meu pau com as duas mãos, deixando a cabeçona de fora e engoliu
- Mmmmm chuck chuck chuck
- Assim, assim, Marce
- Que pica, bebê
- Come ela toda
- Assim? (enfiou quase o pau inteiro na boca, de uma bocada só, e começou a me chupar de boca, tava faminta)
- Assim, assim, Marce, que bem você chupa
- É o que eu faço melhor, chuck chuck
- Uuuufff
- Tô me molhando como faz tempo, que vontade de trepar
- Levanta
Ela se levantou, baixou o moletom e a calcinha juntos, ficou só de regata e tênis, tirou umas coisas da mesa e se apoiou de costas pra mim
- Me come toda, toda
- Uuuf, puta!
Molhei os dedos e comecei a provocar ela, quando tava quase lá me posicionei e fui enfiando de pouco em pouco, tava apertada
- Ai, ai, devagar, bebê
- Como você aperta, Marce
- Mmmm, assim, me abre
- Uuuuuf
Entrou tudo, agarrei ela pela cintura e meti selvagemente, os gemidos que ela dava deviam ter ouvido até na rua
- Aaaaaagagaggrgr, assim, assim, me fode, Ema, me come toda, cara, assim, assim, forte
- Uuuufff, assim, mexe a bunda
- Aaaay, assim, bebê, assim, vou gozar já
- Já, mami?
- Sim, vai assim, forte, forte
Tava com uma vontade acumulada enorme!!
Gozei, gozei -uuuf marce
-aaaaahiiii ahiii forte,mete ela toda uuuuuuuyyyy asiiii siiii aaaayyy aí estaaaaa acaboooo
As perninhas dela tremiam, mas ela continuava mexendo a bunda pra trás e pra frente, tava espremendo minha pica com a apertura da buceta, peguei ela mais um tempinho e trocamos de posição, sentei numa poltrona e ela subiu em cima de mim
-vou tirar todo o leite de você, neném
-quer que eu encha você de porra quentinha?
-sim, bem cheia, depois deixo ela limpinha pra você ir trabalhar
Ela começou a cavalgar, os peitos batiam na minha cara, era uma delícia, a cinquentona se mexia como uma novinha, ela que tava me comendo
-asiiim asiiim marce asiiim
-que pica que você tem, neném, quero isso mais vezes, papai
-uuuf marce assim, come meu pauuu
-uuuf neném, vou gozar de novo asiiim asiiim
-eppaaaaa como você tá
-to gozando gozando
-vai forte mamãe que eu encho você de porra
Ela subia até quase sair da rola e enfiava tudo de uma vez, tava quase quebrando minha pica de tanto sentar
-asiiim gozo neném
-vai forte que eu gozo também
-juntinhos juntinhos
-uuuuuf aí vem
-aaaarrrg gozo bebê
-toma a porra toma
-aaaaaaacaaaaaboooo asiiiii
- uuuuufff te leiteeeeei
-asiiim siiii uyuyuy neném que transa boaaaa
Ficamos exaustos, largados na poltrona, ela ainda com a pica dentro, escorrendo porra, ficamos assim uns dois minutos, ela se soltou de mim, ajoelhou e chupou meu pau, até limpar como tinha prometido, foi tomar banho, quando voltou eu tava esperando sozinho na sala, vestido e de pé, era tudo estranho, não sabia o que fazer nem dizer, ela chegou perto e me deu um envelope
-isso é seu
-naaaaao marce, você tá doida, era brincadeira
-nada de brincadeira, pega senão eu fico brava
-não não, não vou deixar você fazer isso
-dá logo ema, pega, vou ficar brava de verdade
-marce, era brincadeira, imagina se vou cobrar por algo tão gostoso como trepar!!
-dá logo cara, pega, não seja otário, se não pegar vou dar um jeito de aparecer nas suas coisas
-naaao marce, não faz assim
-dá logo para de encher o saco, você sabe que eu não preciso disso
-ok, sem ganhei, peguei ele Fui embora, no caminho pra casa me deu vontade de abrir o envelope, 300 continhos, até que não foi tão ruim, no fim das contas, comi como um louco e ainda me pagaram 3 pratas, um fenômeno, tô gostando disso, tomara que eu não largue o trampo por causa disso!! Abraçoooo valeu!
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