Olá, poringa boys e poringa girls. Sinceramente, nesse relato teve algumas discussões, mas o racional e as regras que a gente fez pra criar essa série de contos juntos acabaram prevalecendo.
Quando a Roxana me propôs isso, achei uma loucura. Uma coisa era tocar nossas fantasias, mas isso já é demais. A gente já tinha experimentado umas paradas de cuckold (cuck consentido) antes, mas... agora, hmm...
Não sei como, mas acabei aceitando de má vontade. Parecia perigoso, era se expor demais.
Durante a semana, a gente tinha combinado com um cara que conheceu numa das nossas saídas de troca de casais. No sábado à noite, fomos pra uma casa de swing conhecida que a gente tem frequentado ultimamente. Lá, encontramos o Silvio, um cara de uns 45 anos, com uma aparência atlética e uma voz bem máscula. A gente sentou, mas ele foi direto pro lado da minha mulher. Ela tava radiante naquele vestido curto e justo, que valorizava as pernas e aquele rabo lindo dela. Quando sentou, o vestido curto deixou as ligas da meia aparecerem, e o Silvio percebeu na hora e já comentou com ela.
Meio perturbado, comecei a me sentir desconfortável, percebia que aquele cara tava passando a mão nas pernas da minha esposa por baixo da mesa enquanto ela cedia aos galanteios dele. Depois de um tempo, a gente foi pra casa do Silvio, com a ideia de viver uma história diferente. Ele sentou com a minha mulher no banco de trás do carro, se pegando, se beijando e se acariciando enquanto eu dirigia meu carro pro bairro de Villa Devoto.
Chegando na Av San Martín com Beiro, o Silvio, num tom imperativo, mandou eu parar pra outra mulher subir. Quando isso aconteceu, uma garota de aparência jovem, vestindo um casacão, se aproximou do carro devagar, quase hesitante. O rosto dela tava levemente coberto por uma máscara, e o cabelo liso e loiro preso num penteado. Aquela dama misteriosa, com o tique-taque dos saltos altos dos sapatos, parecia marcar os segundos. do meu relógio. Ela também subiu atrás, beijou na boca o Silvio e fez o mesmo com a minha mulher. Era muito difícil me concentrar na estrada sabendo que no banco de trás a minha mulher, uma jovem desconhecida e o Silvio se entretinham com carícias e beijos mútuos. Quase de olho, pelo espelho retrovisor, chego a ver que aquela jovem estranha estava nua por baixo do seu longo casaco preto. Meu pau empurrava para sair do cativeiro das minhas calças sem ter ninguém para cuidar dele.
Chegamos a um chalé charmoso, guardei o carro dentro da garagem e, a pedido do Silvio, abri as portas do carro e ajudei as damas a descer. Lá dentro, nos esperava a Zoe, a jovem esposa do Silvio. Ela estava vestida com um corset preto, luvas pretas que cobriam grande parte dos braços e botas pretas altas com saltos altíssimos. De forma enérgica, ela me ordenou que me despisse e me sentasse numa cadeira que estava quase no centro da sala. Obedeci com um pouco de dúvida, havia como uma força estranha que me empurrava a superar minhas dúvidas e obedecer sem reclamar.
Nu e sentado naquela cadeira, o Silvio pegou meus braços, os colocou para trás da cadeira e me algemou, gerando em mim uma sensação ambivalente, mistura de desconforto e excitação pelo morbo da situação. A Zoe apoiou de forma brusca e violenta o pé direito sobre meu colo, pressionando com os finos saltos das botas, e me ordenou que não me mexesse por nada deste mundo ou seria castigado.
Minha esposa, a jovem desconhecida e o Silvio começam a brincar entre eles nus, enquanto a Zoe, com uma espécie de chicote, percorre meu torso e meu pau ereto. Quando relaxo um pouco, sinto algum leve golpe da Zoe que me tira por momentos da situação. A jovem está chupando a buceta da minha esposa enquanto, por trás, recebe um beijo negro do Silvio. De vez em quando, é a Zoe quem cuida do cu da jovem dama. Quando é assim, o Silvio passa a atender minha esposa, metendo um vibrador grosso ligado. Minutos depois, a Zoe, minha esposa e o Silvio, como se tivessem combinado antes, começaram a cuidar da jovem. Minha esposa chupava a buceta depilada dela, a Zoe aproveitava os peitos e o Silvio oferecia o pau generoso dele como se fosse um banquete que, de boa vontade, a jovem curtia. Aquela situação me excitava demais e depois de um tempo, voando de tesão, gozei um jorro abundante e grosso de esperma. O Silvio colocou as pernas da jovem nos ombros dele e começou a meter com o pau, enquanto minha esposa era atendida pela Zoe, que pra isso tinha colocado um cinto com uma prótese (o tal cintaralho). Os gritos de prazer delas fizeram meu pau recuperar rapidamente a ereção. A Zoe, ao me ver, sorria.
Minutos depois, o Silvio soltou todo o produto da excitação dele dentro daquela estranha, saturando a capacidade da buceta dela. Minha esposa se afastou da Zoe e começou a provar dos restos que saíam da jovem, até os restos lá de dentro. Com delicadeza, limpou também o pau do Silvio. Ver minha esposa curtindo essa orgia, aproveitando os sucos daquele casal, só fez provocar outra gozada em mim. A Zoe se aproximou de mim e limpou meus restos como uma gulosa.
Pouco depois, o Silvio começou a receber a atenção no pau viril dele por parte da jovem estranha, minha esposa e a Zoe, quase brigando pra atender aquele homem.
O Silvio se levantou, ergueu aquela jovem e a colocou de quatro, apoiando as mãos numa mesa da sala que estava quase na minha frente, separado de mim por só uns dois metros, deixando a raba dela à disposição da depravação dele. Minha esposa chupou o pau dele, babou bem pra lubrificar e guiou pra penetrar o cu da jovem.
Com dificuldade por causa da grossura do pau, ele entrou no cu da jovem enquanto ela gritava e se contorcia de prazer e dor ao mesmo tempo. Minha esposa beliscava os bicos dos peitos dela enquanto a Zoe andava devagar ao redor deles. Depois de uns minutos, a Zoe se aproxima, beija a jovem moça, e lentamente começa a tirar a máscara que habilmente cobria a identidade da estranha. Quando a retirei, meu rosto se transformou de espanto. Era minha filha!!!!!
Um grito desesperado de rejeição sai da minha boca ao ver como minha esposa entregou quase de bandeja nossa filha para aquele homem forte e viril arrebentar a buceta dela de maneira tremenda.
Zoe pegou seu chicote e com alguns golpes foi suficiente para reprimir meus gritos.
Minha esposa parou Zoe com meu castigo e começou a beijá-la enquanto minha filha recebia dentro da buceta todo o poder do pau de Silvio. Exaustos, se deixaram cair sobre a mesinha da sala. Da buceta da minha filha escorria o esperma do amante dela. Tudo isso enquanto eu chorava desconsolado. Depois de um tempo, Zoe foi buscar outra cadeira e com mais um par de algemas prenderam minha filha nela enquanto minha esposa recebia a atenção de Silvio, que parecia não dar conta do que tinha feito.
Quando a Roxana me propôs isso, achei uma loucura. Uma coisa era tocar nossas fantasias, mas isso já é demais. A gente já tinha experimentado umas paradas de cuckold (cuck consentido) antes, mas... agora, hmm...
Não sei como, mas acabei aceitando de má vontade. Parecia perigoso, era se expor demais.
Durante a semana, a gente tinha combinado com um cara que conheceu numa das nossas saídas de troca de casais. No sábado à noite, fomos pra uma casa de swing conhecida que a gente tem frequentado ultimamente. Lá, encontramos o Silvio, um cara de uns 45 anos, com uma aparência atlética e uma voz bem máscula. A gente sentou, mas ele foi direto pro lado da minha mulher. Ela tava radiante naquele vestido curto e justo, que valorizava as pernas e aquele rabo lindo dela. Quando sentou, o vestido curto deixou as ligas da meia aparecerem, e o Silvio percebeu na hora e já comentou com ela.
Meio perturbado, comecei a me sentir desconfortável, percebia que aquele cara tava passando a mão nas pernas da minha esposa por baixo da mesa enquanto ela cedia aos galanteios dele. Depois de um tempo, a gente foi pra casa do Silvio, com a ideia de viver uma história diferente. Ele sentou com a minha mulher no banco de trás do carro, se pegando, se beijando e se acariciando enquanto eu dirigia meu carro pro bairro de Villa Devoto.
Chegando na Av San Martín com Beiro, o Silvio, num tom imperativo, mandou eu parar pra outra mulher subir. Quando isso aconteceu, uma garota de aparência jovem, vestindo um casacão, se aproximou do carro devagar, quase hesitante. O rosto dela tava levemente coberto por uma máscara, e o cabelo liso e loiro preso num penteado. Aquela dama misteriosa, com o tique-taque dos saltos altos dos sapatos, parecia marcar os segundos. do meu relógio. Ela também subiu atrás, beijou na boca o Silvio e fez o mesmo com a minha mulher. Era muito difícil me concentrar na estrada sabendo que no banco de trás a minha mulher, uma jovem desconhecida e o Silvio se entretinham com carícias e beijos mútuos. Quase de olho, pelo espelho retrovisor, chego a ver que aquela jovem estranha estava nua por baixo do seu longo casaco preto. Meu pau empurrava para sair do cativeiro das minhas calças sem ter ninguém para cuidar dele.
Chegamos a um chalé charmoso, guardei o carro dentro da garagem e, a pedido do Silvio, abri as portas do carro e ajudei as damas a descer. Lá dentro, nos esperava a Zoe, a jovem esposa do Silvio. Ela estava vestida com um corset preto, luvas pretas que cobriam grande parte dos braços e botas pretas altas com saltos altíssimos. De forma enérgica, ela me ordenou que me despisse e me sentasse numa cadeira que estava quase no centro da sala. Obedeci com um pouco de dúvida, havia como uma força estranha que me empurrava a superar minhas dúvidas e obedecer sem reclamar.
Nu e sentado naquela cadeira, o Silvio pegou meus braços, os colocou para trás da cadeira e me algemou, gerando em mim uma sensação ambivalente, mistura de desconforto e excitação pelo morbo da situação. A Zoe apoiou de forma brusca e violenta o pé direito sobre meu colo, pressionando com os finos saltos das botas, e me ordenou que não me mexesse por nada deste mundo ou seria castigado.
Minha esposa, a jovem desconhecida e o Silvio começam a brincar entre eles nus, enquanto a Zoe, com uma espécie de chicote, percorre meu torso e meu pau ereto. Quando relaxo um pouco, sinto algum leve golpe da Zoe que me tira por momentos da situação. A jovem está chupando a buceta da minha esposa enquanto, por trás, recebe um beijo negro do Silvio. De vez em quando, é a Zoe quem cuida do cu da jovem dama. Quando é assim, o Silvio passa a atender minha esposa, metendo um vibrador grosso ligado. Minutos depois, a Zoe, minha esposa e o Silvio, como se tivessem combinado antes, começaram a cuidar da jovem. Minha esposa chupava a buceta depilada dela, a Zoe aproveitava os peitos e o Silvio oferecia o pau generoso dele como se fosse um banquete que, de boa vontade, a jovem curtia. Aquela situação me excitava demais e depois de um tempo, voando de tesão, gozei um jorro abundante e grosso de esperma. O Silvio colocou as pernas da jovem nos ombros dele e começou a meter com o pau, enquanto minha esposa era atendida pela Zoe, que pra isso tinha colocado um cinto com uma prótese (o tal cintaralho). Os gritos de prazer delas fizeram meu pau recuperar rapidamente a ereção. A Zoe, ao me ver, sorria.
Minutos depois, o Silvio soltou todo o produto da excitação dele dentro daquela estranha, saturando a capacidade da buceta dela. Minha esposa se afastou da Zoe e começou a provar dos restos que saíam da jovem, até os restos lá de dentro. Com delicadeza, limpou também o pau do Silvio. Ver minha esposa curtindo essa orgia, aproveitando os sucos daquele casal, só fez provocar outra gozada em mim. A Zoe se aproximou de mim e limpou meus restos como uma gulosa.
Pouco depois, o Silvio começou a receber a atenção no pau viril dele por parte da jovem estranha, minha esposa e a Zoe, quase brigando pra atender aquele homem.
O Silvio se levantou, ergueu aquela jovem e a colocou de quatro, apoiando as mãos numa mesa da sala que estava quase na minha frente, separado de mim por só uns dois metros, deixando a raba dela à disposição da depravação dele. Minha esposa chupou o pau dele, babou bem pra lubrificar e guiou pra penetrar o cu da jovem.
Com dificuldade por causa da grossura do pau, ele entrou no cu da jovem enquanto ela gritava e se contorcia de prazer e dor ao mesmo tempo. Minha esposa beliscava os bicos dos peitos dela enquanto a Zoe andava devagar ao redor deles. Depois de uns minutos, a Zoe se aproxima, beija a jovem moça, e lentamente começa a tirar a máscara que habilmente cobria a identidade da estranha. Quando a retirei, meu rosto se transformou de espanto. Era minha filha!!!!!
Um grito desesperado de rejeição sai da minha boca ao ver como minha esposa entregou quase de bandeja nossa filha para aquele homem forte e viril arrebentar a buceta dela de maneira tremenda.
Zoe pegou seu chicote e com alguns golpes foi suficiente para reprimir meus gritos.
Minha esposa parou Zoe com meu castigo e começou a beijá-la enquanto minha filha recebia dentro da buceta todo o poder do pau de Silvio. Exaustos, se deixaram cair sobre a mesinha da sala. Da buceta da minha filha escorria o esperma do amante dela. Tudo isso enquanto eu chorava desconsolado. Depois de um tempo, Zoe foi buscar outra cadeira e com mais um par de algemas prenderam minha filha nela enquanto minha esposa recebia a atenção de Silvio, que parecia não dar conta do que tinha feito.
5 comentários - Sado, incesto, corno e outras putarias
Acá les dejo una foto de la puta de mi mujer vestida de Caperucita Roja:
y el post es este, es de la cuenta que me banearon: http://www.poringa.net/posts/poringueras/2160475/Mi-mujer-quiere-ser-poringuera---Caperucita-roja.html#comment-65387