Última parte
Ele notou a inquietação nos olhos dela.
- Com quem?
- Com Marcos, o vizinho.
- Sim, a gente se vê, às vezes no parque, somos vizinhos.
- Sei que ele vem te ver em casa.
Ele notou o rubor nas bochechas dela.
- Sim, somos amigos, às vezes ele veio buscar a chave e tomamos um café, batemos papo e tal. Te incomoda?
- Hã? Não, não, o que acontece é que...
- Vamos ter que conhecer gente, né? – ela cortou com um certo tom de indignação. – Ou aqui nessa porra de cidade onde eu tive que vir morar ninguém pode conhecer ninguém?
- Se eu já sei, querida, é que...
- Quer ver se agora eu não vou poder falar com ninguém... Você interrogou as crianças? Está insinuando alguma coisa, José?
- O quê? Não, eu não...
Ela jogou a costura e se levantou de repente, deixando ele sozinho no sofá. Droga, faltou coragem pra falar direito com ela. Era melhor não piorar mais as coisas, talvez agora que ele tinha expressado as suspeitas, eles parassem com o relacionamento. Ela ficou muito arisca o resto do tempo, se comportando com ele de um jeito bem desdenhoso, quase não dirigindo a palavra, sem querer sair de casa pra nada. Mas nem no sábado à noite nem no domingo inteiro ela marcou de ficar com ele. Talvez, apesar da indignação que ela demonstrava, ele tinha conseguido fazê-la repensar.
Na segunda-feira não coincidiram com eles ao sair de casa. Mas José foi pro trabalho com o medo navegando na mente. No escritório não conseguia se concentrar, imaginando eles juntos, aproveitando sua ausência, se pegando, eram pensamentos horríveis. E o chefe não parava de dar bronca sem parar. Teve que desfazer o nó da gravata. Tinha que ir checar, se certificar que não estavam juntos, se certificar de que expor as suspeitas tinha surtido efeito.
Disse pro colega que ia fazer uma visita e que ia demorar um bom tempo. Se deslocou pro bairro. Abriu a porta da rua de repente, sem medo de surpreendê-los. O silêncio reinava, mas logo ele viu as roupas de Marcos em cima da cadeira e uma calcinha jogada no primeiro degrau. Fechou os olhos, afundado, sem forças, com as pernas tremendo. Nunca tinha sentido tanta raiva. Então ouviu os gritos de Marcos.
- Vamos, putinha, chupa e balança essa bunda!
E ouvia uma sequência de palmadas e uma série de gemidos da sua mulher.
- Muito bem, vadiazinha, assim… Assim… Ah… Ah… Ah…
Apertou os punhos e se dirigiu para as escadas, subindo com firmeza, embora os nervos lhe provocassem um suor frio. Precisava se armar de coragem. Não podia continuar imerso naquela infâmia.
- Balança a bunda… Balança a bunda… Assim, putinha, assim… Devagarinho… Ohhhh…
Virou para o corredor e avançou. A luz estava acesa e a porta entreaberta. Só ele respirava ofegante, quase desesperado. Parou diante da abertura e os viu na cama, desta vez virados para os pés, de frente para a porta. Sua mulher estava ajoelhada e curvada para frente, como uma gatinha, com as mãos amarradas atrás das costas com uma gravata. Seus peitos repousavam meio esmagados contra o colchão. E ela lambia um espelho, passava a língua lambendo a própria imagem, derramando saliva. Atrás da sua bunda enorme estava Marcos, ajoelhado, segurando-a pelos quadris, comendo ela com enfiadas duras e constantes que provocavam vibrações nas nádegas da sua mulher. Dele só via o torso e o rosto de prazer.
- Ohhhhhh – ele gemeu com os olhos semicerrados, reduzindo o ritmo, gozando -. Ufff…
Carlota ergueu um pouco o rosto do espelho. Baba escorria do seu queixo e pingava sobre o vidro encharcado. Marcos se mexia devagarinho, como se estivesse escorregando antes de tirar.
Deu tanta raiva que ele empurrou a porta de repente, ficando parado diante deles. Marcos foi o primeiro a perceber. Abriu os olhos apavorado.
- Seu marido!
Deu um pulo da cama tapando o pau com as manos, sem saber pra onde ir. Carlota se endireitou tentando soltar as mãos amarradas nas costas, com os peitos dançando pelo movimento brusco. Ainda tinha uma baba pendurada no queixo.
- Jose!
Desceu da cama passo a passo, ainda com as mãos amarradas nas costas pela gravata, e conseguiu soltá-las. Viu os pelos da buceta dele salpicados de gotinhas de porra e, ao se virar para pegar um roupão, viu as nádegas avermelhadas pelas chicotadas, com marcas de tapas. Vestiu o roupão e o abotoou, limpando a boca com o dorso da mão, e se virou para ele. Jose os observava sob o arco da porta. O garoto estava amedrontado, encolhido com as mãos tapando o pacote.
- Jose, deixa ele ir, ele não tem culpa.
Olhou para o jovem.
- Some da minha casa e se afasta da minha família.
- Eu juro…
Afastou-se para o lado e o deixou passar. Olhou ele caminhando apressadamente pelo corredor, com a bunda estreita, branca e juvenil. Depois se virou para a mulher. Carlota se virou para a cômoda e acendeu um cigarro, alisando a melena com uma mão. O pulso tremia. Jose olhou novamente para o espelho, com poças de saliva espumosa, e distinguiu manchas de sêmen pelos lençóis, com a gravata jogada no chão.
- Sinto muito – ela disse sem olhar para ele.
- O que você sente, Carlota? Como você pôde fazer isso comigo? Você sabe o quanto eu te amo…
- Eu também te amo.
- Então? – choramingou abrindo os braços - O que significa isso?
- A gente se atraiu, tá? E uma coisa levou à outra…
- Não te reconheço, Carlota. Com esse garoto.
- A gente começou a se ver, eu me sentia sozinha, estava muito sobrecarregada e ele me fazia companhia. Você está e não está, vive na mesma rotina, Jose, eu não aguentava mais…
Caminhou até a cama, desfalecido, e sentou na beirada.
- Carlota, você não tem ideia do que estou sentindo agora mesmo. A gente só tava numa fase ruim.
- Desculpa. Eu sei que foi muito errado o que eu fiz, mas eu me sentia tão sozinha, José, muito, muito sozinha. Você sabe, faz quanto tempo que a gente não transa? Responde aí pra você mesmo. Eu pensei que você não me amava mais, que não me queria mais. Só o seu trabalho, só isso. Ultimamente, eu não significava nada na sua vida. Eu me sentia um zero à esquerda. Não se preocupa, tá? Foi só sexo, nada mais. Eu te amo, José, mesmo me sentindo tão mal, tão sozinha, eu continuei te amando, procurando seus beijos, suas carícias, mas você sempre tava atolado no trabalho. - Ela se aproximou e sentou ao lado dele. Levantou a mão e passou por cima da cabeça dele. - Espero que você consiga me perdoar. Eu entendo como você se sente e entenderia se quisesse terminar com a gente. Tenho vergonha do que você viu e do que eu fiz com aquele cara. Eu cometi um erro e depois não soube parar. Ele me obrigava a fazer coisas, entende? Eu não soube parar. Mas eu te amo, te amo como sempre. Me perdoa, José. - Ela levantou o rosto dele, obrigando-o a olhar para ela. - Você vai conseguir me perdoar?
José se derreteu num abraço com ela. No fundo, ela tinha razão, tudo tinha sido culpa dele.
Marcos saiu da república e foi morar com a namorada em outro bairro pra evitar escândalo, pra evitar que Belén ou os pais dele descobrissem a treta sexual com uma mulher mais velha. José e Carlota decidiram dar um basta no assunto e não falar mais nisso, esquecer a escapada. Ela prometeu que nunca mais o trairia e ele propôs começarem do zero, ali, naquela cidade. Ele conseguiu transar com ela, mesmo com as imagens invadindo a mente dele, mas era só questão de tempo. Ele a tinha recuperado.
De manhã, Carlota pensava em Marcos, ficava excitada revivendo as cenas e às vezes se masturbava. Ela sentia saudade, aquele cara tinha feito ela se sentir muito puta e aquela sensação aumentava a ninfomania dela. Às vezes dava vontade de ligar ou mandar uma mensagem, ou ir à universidade para tentar um reencontro, mas descartava a ideia, talvez fosse o melhor. Com o tempo, aquele tesão iria passar. Quando transava com o marido, imaginava que era com Marcos. Pensava muito nele. Às vezes ia ao parque com as crianças na esperança de vê-lo, mas nada. Espiava pela janela na expectativa de que ele fosse visitar os colegas, mas também não.
Uma manhã de semana, depois de deixar as crianças na escola, arrumou-se para sair e fazer compras. Estava com vontade de espairecer. Vestiu um vestidinho preto muito fofo, de linhas simples e femininas, um vestido curto de malha com detalhes de tachinhas nas cavas e ombros, com barra reta para alongar sua silhueta, com decote alto na linha do pescoço. Deixou a mela ao vento, com brincos de argola, bem maquiada, colocou uma meia-calça preta bem transparente e sapatos de salto alto roxos, combinando com um colar. Estava lindíssima e estilosa.
Jose ligou para dizer que não poderia ir almoçar, que tinham marcado uma reunião para aquela tarde, mas que voltaria cedo. Ela foi às compras e comprou algumas roupas para as crianças. Voltou para casa caminhando. Estava entrando em casa quando viu Quique e Sancho chegando, o gordinho ruivo e o alto e magrelo, os colegas de Marcos. Eles ainda moravam na casa. Carregavam livros debaixo do braço, como se viessem da universidade. Pararam para cumprimentá-la. Ela deu dois beijos na bochecha de cada um e deixou a marca do batom. Ao beijá-los, sentiu o cheiro da colônia masculina, que a fez lembrar de Marcos.
— Que lindíssima, Carlota — disse Sancho, o alto. — As mulheres da sua idade vão morrer de inveja.
— Obrigada pelo elogio, querido, mas não sou tão velha assim, hein? De onde vocês vêm?
— Da biblioteca.
O gordinho era mais quieto e Carlota percebeu como ele a olhava. Ficou excitada apesar do aspecto repelente: baixo e gordinho, ruivo, com barba ruiva de três dias.
— Eu venho de comprar roupa para os meninos. - E o seu marido? - Trabalhando. Já vão pra casa? - É, não temos mais aula. Carlota engoliu em seco. - Querem entrar e tomar alguma coisa? - Sim, ótimo – respondeu Sancho, quase da mesma altura que ela. - Vale – acrescentou Quique. Ela os fez passar pra sala e os convidou a sentar. O gordinho se acomodou no meio do sofá e Sancho ficou de pé. A presença dos garotos e seus olhares aumentavam a tesão que percorria as entranhas de Carlota. Ela se inclinava pra largar as sacolas e empinava a bunda, como se estivesse os provocando. A roupa subia alguns centímetros e as faixas de renda das meias-calças pretas transparentes apareciam na vista dos dois garotos, que não paravam de se olhar. De salto alto, exibindo a silhueta, ela ia e vinha. Dava pra sentir luxúria no ar. Ela trouxe umas cervejas e uns pratos de aperitivos. Ficou de pé ao lado de Sancho, no lado esquerdo dele, diante do gordinho, que permanecia sentado, devorando-a com os olhos. - E o Marcos? Como ele tá? Mora com a Belén, né? - Ele teve que ir embora, você sabe melhor que ninguém, vocês tavam se pegando, né? Carlota sorriu um pouco corada. - Bom, é, acho que vocês sabem. A gente tava tendo um caso. - Seu marido pegou vocês, né? - É, que vergonha, ali mesmo, ele nos pegou no flagra – sorriu pra eles, olhando um e outro. - Que putona, você botou chifre nele – Sancho mandou na lata. - É, é isso mesmo. - Você é uma putona, né? Ela sorriu de novo, olhando nos olhos dele, corada, consciente de que eles sabiam que ela tava com tesão. - Por ter me comportado tão mal com meu marido, pois é, sou uma putona. - Foi muito malvada, mas eu gosto das putinhas como você. Você gosta de ser putinha? - Nossa, Sancho, que pergunta que você me faz – ela disse, fazendo-se de sonsa –. O que você quer que eu responda? Às vezes eu me senti muito putinha por enganar meu marido, o que vou te dizer.
- Eu gosto que você seja tão puta -. O ruivo só observava do sofá. Carlota olhou para ele e descaradamente apertou a região da braguilha.
Ela dirigiu o olhar de volta para Sancho.
- Já vejo que ele contou pra vocês, né?
- Sim, ele disse que você era muito puta – falou o ruivo do sofá.
- Olha, foi uma aventura, surgiu e a gente se gostou, entendem?
- Vocês transavam muito? – perguntou Sancho.
- O que você acha? Vamos lá… - ela provocou -. Dois amantes acho que não vão ao cinema.
- Você gosta de jovens como a gente?
- Bom, tem seu tesão – sorriu -. Mas não é sobre isso, surgiu, pronto.
- Pensava no seu marido quando transava com ele? – continuou Sancho.
- Não respondo sem a presença do meu advogado – brincou olhando para eles.
- Vai, responde – exigiu o gordinho.
- Não sei, às vezes sim, às vezes me arrependia do que estava fazendo.
- Você chupava ele?
- Bom, a gente fazia um pouco de tudo, né? O típico dos amantes, hahaha…
- Mas, você chupava ele? – insistiu Sancho.
- Sim, às vezes ele pedia.
- E ele te dava no cu?
- Sim, ele também gostava.
- E você, gostava? – insistiu Sancho.
- Eu nunca tinha tido uma penetração anal e no início, como tudo, uma sensação estranha.
- Seu marido não te dá no cu?
- Não. Que interrogatório. Querem outra cerveja?
- Traz aí, putona.
- Que malvado você é, Sancho.
Ela pegou as garrafinhas vazias e foi para a cozinha, exibindo o rebolado do bumbum. Estava muito excitada com o tesão que os garotos estavam provocando, mesmo sabendo do risco que estava correndo. Desligou o celular e discou para o escritório. Perguntou ao colega do marido se ele estava no escritório e disse que ele estava em reunião com uns clientes, que eu ligasse mais tarde. Eu sabia que estava fazendo coisa errada, mas eram sensações inevitáveis. Ela levou outra garrafinha para eles. Os dois estavam de pé.
- E você chupava o cu dele? – perguntou Quique.
Sancho passou um braço pela cintura dela e a puxou contra si.
- Vamos, putona, você chupava?
- Não, isso não.
- Você não chupa o cu do seu marido? – insistiu Quique.
- Não, ele nunca pediu uma coisa dessas.
- E já chupou o cu de um homem alguma vez? – continuou Sancho, apertando-a mais contra seu lado.
- Eu gosto de experimentar coisas, mas isso nunca fiz.
- Gostaria de experimentar?
- Bom, não sei, nunca tinha pensado nisso – disse ela, olhando nos olhos dele.
- Gostaria de chupar a nossa bunda? Hein, gostosa?
- De vocês? Ai, Sancho, que vergonha…
- Vem, assim você experimenta, putona, anima aí, hein? Vai ver como você gosta…
- Tá bom, mas não contem pra ninguém, valeu?
- Fica tranquila, gata – disse Sancho, tirando o braço da cintura dela.
- Dos dois?
- Claro, dos dois. Por que não fica mais à vontade e tira esse vestidinho?
- Tá bom, você pode me abrir o zíper?
- Claro, linda.
Olhando para o gordinho, Sancho se posicionou atrás dela, afastou a melena dela para o lado e abaixou o zíper até a cintura, então o vestidinho caiu aos seus pés. Ela usava um conjunto de calcinha e sutiã vermelho brilhante. As meias com rendas e os saltos altos davam a ela um aspecto de prostituta. Ela corou.
- Ummm, calcinha vermelha, que gata – disse Sancho. – Vou tirar seu sutiã, tá bom?
- Tá.
Ele abriu o fecho e o sutiã caiu no chão, deixando seus peitos gordos e redondos expostos aos olhares dos dois caras. Sancho deu uma palmadinha na sua bunda.
- Vamos, putona, aí Você tem o Quique.
- Que situação.
Ela deu alguns passos em direção ao Quique com os seios balançando, de calcinha e meia diante deles, ainda vestidos. O ruivo tirou as botas pisando nelas e se virou para a mesa de jantar, junto à parede. Inclinou-se levemente para frente até apoiar as mãos na superfície e Carlota se ajoelhou atrás dele. Viu que Sancho começava a desabotoar a calça. Ela levantou as mãozinhas e segurou a lateral da calça de moletom dele. Foi puxando-a pouco a pouco até os tornozelos, até tirá-la, deixando-o nu da cintura para baixo. Sancho já havia tirado a camiseta e mostrava seu torso raquítico, sem pelos.
Ela se endireitou diante da bunda do Quique. Ele tinha uma bundinha gorda, de nádegas brancas e macias, com alguns pelinhos ruivos na pele e uma fenda bem fechada onde sobressaía um pouco de pelo. Umas bolas grandes pendiam entre suas coxas. Ela levantou as mãos e plantou uma em cada nádega, acariciando-as com muita suavidade. Suas mãozinhas finas e com as unhas pintadas se destacavam naquela pele vasta. Acariciou-as com a palma e aproximou a boca, estampando um beijinho no meio da fenda, deixando a marca do batom. Meteu o nariz na fenda e o cheirou, exalando depois com excitação. Com o nariz dentro, cheirando-o, estampava pequenos beijinhos na parte de baixo da fenda. Estava gostando. Olhava de soslaio para Sancho. Ele já estava nu. Era excessivamente magro, com uma rola fina e muito longa e bolinhas pequenas.
- Gostou, putona? – perguntou olhando para ela com o rosto colado na bunda do amigo, cheirando-a.
- Sim – respondeu deslizando as palmas pelas nádegas.
Sem abrir a fenda, tentou enfiar a boca junto com o nariz e pôs a língua para fora, acariciando seu ânus com a ponta, sem parar de acariciar sua bunda. Sentia pelinhos. Sentia os esfíncteres enrugados. Que gostoso, que macio. Movia o rosto com a boca incrustada na fenda.
Afastou o rosto. Sancho se posicionou como Quique, paralelo a ele. Carlota deu um passo lateral e Sancho jogou os braços para trás, abrindo a racha, oferecendo seu pequeno ânus de tom marrom escuro, quase sem pelos, exceto por alguns fios longos. Ela diretamente aproximou a boca e passou a língua por cima.
- Ai, vadia, que gostoso… De novo…
Passou a língua por cima mais duas vezes. Depois, com os lábios franzidos, colou-os no orifício e chupou, como se pudesse extrair algo. Afastou o rosto e inclinou-se para a bunda de Quique, beijando com força a nádega, esticando o pescoço para alcançar com a ponta dentro da racha. Novamente direcionou o rosto para a bunda de Sancho e passou a língua carinhosamente várias vezes, até dar um beijinho.
Deu um passo lateral e abriu a racha de Quique. Que bunda tão macia e tão gostosa. Colou o rosto passando a língua por cima. Ouviu ele resfolegar de prazer. Afastou o rosto e aproximou novamente colando a ponta do nariz, querendo enfiá-la. Afastou-se outra vez e lambeu as nádegas, as duas, de modo safado, depois inclinou-se e passou a língua na nádega esquerda de Sancho, mais ossuda e mais fina. Os garotos a observavam ajoelhada atrás deles.
- Você gosta, putona? – perguntou Sancho.
- Sim.
Concentrou-se na bunda ruiva de Quique. Que gostosa estava, que macia. Começou a beijar seu ânus, a acariciá-lo com a ponta, com o rosto enfiado na racha. Afastou o rosto para respirar. Sancho tinha virado para ela. Colocou uma mão em sua cabeça e a puxou para que chupasse.
- Chupa, putona…
Quique também se virou e ofereceu seu pau, mais grosso e salsichão que o de Sancho. Lá estava ela, ajoelhada submissamente diante dos dois na sala de sua casa. Dava uma mordida em um pau e depois virava a cabeça para o outro. Comia-os com ansiedade. O de Quique mal cabia em sua boca e Sancho tentava enfiar o dele também, o que lhe provocava vômitos de babas sobre os peitos. Ela começou a beijar as bolinhas macias do Quique, puxando com os lábios, e depois se virou para passar a língua nas durinhas do Sancho. Que delícia. Eles revolviam o cabelo dela e esfregavam os paus no rosto dela, na língua, na cabeleira. Que paus mais gostosos. Ela mesma os juntava para chupar as duas cabecinhas. As babas escorriam da sua boca.
A buceta dela estava ardendo e ela mal conseguia se segurar. Baixou as duas mãos e as enfiou dentro da calcinha, esfregando a buceta com ambas e exalando sobre os paus. Eles pegaram cada um o seu, batendo na cara dela, tentando esfregá-los nas bochechas e na boca. Os três se masturbavam olhando um para o outro, ela ajoelhada e com as duas mãos se agitando dentro da calcinha, de onde os pelos da buceta apareciam.
- Joga a cabecinha para trás – pediu Sancho.
Ela jogou a cabeça para trás o máximo que pôde, com a cabeleira caindo sobre as costas, olhando para o teto. Continuava com as mãos dentro da calcinha e com os peitos manchados de babas. Sancho colocou a palma da mão na testa dela para segurar a cabeça. Eles aproximaram seus paus e cada um enfiou a pontinha em uma narina, tampando-as com as cabecinhas. Ela sentia o tronco dos paus acima dos lábios e a maciez das bolas no queixo. E eles começaram a empurrar, fodendo o nariz dela.
- O Marcos já nos contou o que você gosta, putinha…
Ela começou a gemer como uma gatinha, exalando sobre o dorso dos paus. Eles esticavam suas narinas tentando enfiar a ponta dos paus. Ela sentia uma cócegas no septo nasal e como seu nariz se deformava com as empurradas, com puxões para cima, só conseguindo respirar pela boca, sem parar de gemer. As bolas batiam no seu queixo. Ela movia as pupilas de um para o outro. Sancho mantinha a mão na testa dela e ela se agitava a buceta, se esfregando com os dedos de ambas as mãos. manos. O rosto dela ficou vermelho com o nariz entupido. Ela gemeu nas picas como uma gatinha sentindo a cavucada no nariz, como quando alguém enfia o dedo. Quique enfiava com força e cada vez mais rápido. Sancho agitava a dele com a ponta da pica colada na outra narina. Ela soltava suspiros com as pupilas em movimento. Franziu a testa ao perceber como a pica do Quique jorrava dentro do nariz. Percebeu que respirava líquido e que descia para a garganta. Pigarreou, agora com as mãos paradas dentro da calcinha. Sancho deixou a outra narina bem entupida e também derramou porra grossa dentro, embora com menos força. Os dois ofegavam com as picas cavocando nas narinas dela. Deram um passo para trás e imediatamente a porra grossa escorreu pelas narinas até os lábios, como se estivesse sangrando, mas de cor branca, como se fosse catarro. Ao tirar a mão da testa dela, Carlota olhou para baixo e os dois "catarros" de porra ficaram pendurados no nariz dela, balançando até caírem no chão. Sentia uma sensação na testa, parte do sêmen tinha descido para a garganta ao respirar. Cuspiu e pigarreou, expelindo ar pelo nariz. Passou o dorso da mão para se limpar e se levantou. Os dois caras a ladeavam.
- Que sensação – ela sorriu para eles.
Ambos passaram um braço pela cintura dela, ficando os três abraçados, com ela no meio. Os peitos dela repousavam contra os peitorais dos dois. Sancho deu um beijinho nos lábios dela e depois ela virou a cabeça e Quique a beijou também.
- Gostou, putona?
- Sim. Foi muito intenso… Preciso ir ao banheiro…
- Pra quê? – perguntou Sancho.
- Preciso fazer xixi.
- Queremos mijar com você. Sabemos que você gosta quando mijo na sua buceta.
- Acho que o Marcos falou demais.
- Vamos com você, putona.
Os três abraçados, eles com as picas à mostra e Ela de calcinha, subiram as escadas. Ela virava a cabeça para um e davam um beijo, depois para o outro e a mesma coisa. Os peitos dela balançavam. Caminharam pelo corredor e invadiram o banheiro.
- Tira essa calcinha – ordenou Quique, acariciando seu pau ainda ereto.
- Tá bom. Vou sentar na privada, beleza?
- Perfeito, putona.
Ela desceu a calcinha até tirar completamente, ficando só com as meias e o sutiã. Passavam a mão na bunda e nas costas dela, apalpando. Abriu a tampa da privada e sentou, recostando-se na caixa acoplada. Olhou para eles mordendo os lábios, como se fosse uma avalanche de prazer incontrolável. Abriu as pernas, expondo sua boceta aberta. Os dois se posicionaram na frente dela, um em cada joelho, seguraram seus paus e miraram. Antes de acontecer qualquer coisa, Carlota já soltava gemidos e mexia levemente o quadril, como se só pensar no que ia acontecer já a deixasse muito excitada. De sua boceta começou a escorrer um filete fraco de xixi. Imediatamente começaram a mijar nela, dois jatos grossos e amarelados caíram sobre os pelos, encharcando toda a boceta, respingando nas pernas e no baixo ventre.
O mijo produzia nela um prazer devastador e ela balançava o quadril quase gemendo com gritos.
- Au… Au… Ahhhhh…
- Sua puta, como você gosta… Olha como ela se contorce, a safada.
Miravam direto na boceta, de onde vários filetes escorriam para o fundo da privada. Ela gemia se contorcendo de prazer, até que teve que se tocar com a mão direita, com os jatos caindo no dorso da mão. Deixaram sua boceta e a mão encharcadas, assim como vários respingos nas meias e no ventre. Ela respirava mais relaxada, embora passasse a mão por cima da boceta molhada.
- Como vocês me deixam… – disse ela.
Sancho pegou a calcinha do chão e entregou para ela.
- Se limpa, putinha, e vamos para sua cama.
- Tá bom.
Na frente deles, tentou secar a Buceta com a calcinha, passando a peça pela barriga e virilha. Ela cortou pedaços de papel higiênico para limpar as coxas e as meias. Eles a observavam. Ela se levantou e os acompanhou até o quarto. Virou-se para eles. Quique se adiantou ao amigo.
- Deita, joga-se pra trás…
Ela sentou na beirada e se jogou para trás. Os seios tendiam a cair para os lados. Quique abriu mais suas pernas e se jogou em cima dela, se remexendo, até conseguir enfiar o pau na boceta. Que sensação sentir aquele pau tão grosso. Que gosto foder com aquele gordinho ruivo. Ela gostava mais dele do que do Sancho. Mal aproximou o rosto do dela, misturando os hálitos, Carlota plantou as mãozinhas na sua bunda macia, apertando as nádegas para que ele a comesse. Quique começou a se remexer e ela pôs-se a gemer como uma louca.
- Ahhh… Ahhh… Ahhh…
Ela esticava o pescoço e sacudia a cabeça no lençol. Sancho os observava circulando a cama. Ela dava tapinhas na sua bunda, para que ele fosse mais forte. Quique esmagava seus peitos com o tórax. Movia-se ágilmente, alargando sua boceta. Carlota gemía como uma puta. Ele acelerou e ela notou como ele gozava, como a enchia por dentro. Ela começou a acariciar sua bunda, deslizando as palmas pelas nádegas, buscando um pingo de relaxamento, até que Quique esticou os braços e se retirou.
Agora era a vez de Sancho. Posicionou-se diante dela e, como Quique, jogou-se em cima. Pesava muito menos e seu corpo era só osso. Imediatamente, ao deitar-se, começou a beijá-la, ao mesmo tempo que enfiava seu pau fino e comprido. E começou a se mover. Ela abraçou seu pescoço e ergueu as pernas para cruzá-las em suas costas, para que ele entrasse com a boceta mais aberta. Gemia escandalosamente olhando para Quique por cima do ombro de Sancho. Ele deu uma acelerada e parou com a bunda contraída. Ambos respiraram relaxados e, assim que ele se levantou, a boceta transbordou, começou a fluir porra em direção ao rabo do cú. Estava cheia. Eles arfavam, exaustos do esforço, acabados pelas duas corridas.
Depois de alguns segundos para relaxar, ela finalmente se levantou, sentando na beirada da cama.
- Não vamos te deixar prenha, né? – Sancho se preocupou.
- Tô tomando pílula.
- Você tá bem cheinha, hein, putona?
Ela olhou pra própria buceta. Escorria porra em abundância, encharcando os lençóis.
- Vocês têm que ir, preciso buscar as crianças.
Os dois se aproximaram dela e acariciaram seu rosto.
- Quando tiver fome, você já sabe. Putas como você precisam de foda.
- Sim, claro – ela sorriu para eles.
Quando os caras se vestiram e foram embora, ela tomou um banho e limpou um pouco os vestígios da luxúria. Ela tinha medo de si mesma, estava assustada com aquele comportamento, sabia que tinha se tornado uma ninfomaníaca depois da aventura com Marcos. Acabara de transar na própria casa com outros dois jovens, depois do marido tê-la pegado com outro. Estava enlouquecendo, se sentia doente, uma viciada em sexo, só queria se sentir puta e por isso se submetia a qualquer tipo de exigência. Tinha gosto de cu e de pica. Ela não era assim. Buscou as crianças na escola e nem sequer comeu, deitou-se no sofá se sentindo mal. Não sabia o que estava acontecendo com ela. Precisava de ajuda, precisava da ajuda de um profissional, precisava curar aquelas sensações lascivas, lutar para recuperar sua dignidade, não podia sair por aí chupando o cu de dois jovens estudantes ou deixar que fodessem seu nariz. Buscou na internet e encontrou uma psicóloga especialista em vício em sexo, com terapias a cada quinze dias até superar o trauma. Telefonou e marcou uma consulta para o dia seguinte às onze da manhã, o consultório ficava no centro e ofereciam discrição e anonimato. Disse à especialista que preferia não contar nada ao marido e narrou sem detalhes suas aventuras sexuais após o relacionamento com Marcos. A mulher disse que poderia ajudá-la, que as terapias lhe fariam bem e que só atendia mulheres com esse problema.
Passou a tarde com o marido e as crianças sem sair de casa e simulou sua angústia como pôde, embora lhe viesse o sabor dos boquetes e das picas, o gosto das duas ejaculações que haviam gozado nela, embora resistisse e não chegasse a se masturbar.
Na manhã seguinte, seu marido a acompanhou até a escola e tomou café da manhã com ela perto de casa. Jose estava um pouco melhor, se comportava de maneira mais carinhosa com ela, como se esforçando para esquecer o que acontecera, confiante de que as coisas voltavam ao normal. Disse que tinha um dia agitado e que o mais provável era que não fosse almoçar em casa. Como sempre, falou-lhe do assédio do chefe, com suas ameaças e exigências. Assim que Jose foi para o banco, ela entrou em casa para se vestir.
Vestiu-se de maneira espetacular, consciente de que com sua maturidade deixaria mais de um babando. Mas o olhar dos homens a excitava. Por isso precisava se curar. Passou gel no cabelo castanho, penteando-o para trás e enrolando a cauda em um coque. Colocou suas meias pretas semitransparentes e uma calcinha fio-dental preta combinando, com sapatos de salto agulha para realçar a silhueta. E depois um vestidinho de lã justo e curto, branco com listras horizontais azuis, bem marinheiro, com decote aberto e arredondado. E por cima um casaco de vison longo, desabotoado.
Ouviu mais de um elogio e mais de um ficou babando ao vê-la passar. Estava excessivamente glamourosa com o vestido justo e curto sob o casaco aberto. Foi de ônibus até o centro. Os homens a olhavam e ela se excitava. O consultório ficava perto da sede do banco onde seu marido trabalhava, então ela se aproximou para sacar dinheiro no caixa eletrônico. Não sabia quanto poderia custar a consulta. Telefonou para Jose para ter certeza de que ele não estava por perto e, ao desligar com ele, o chefe de seu marido, don Aurelio, saía naquele momento da sede. Estava de paletó com um terno marrom, camisa azul-celeste e gravata amarela. Era de estatura mediana, com cabelo cacheado e uma barba densa cobrindo o rosto. Tinha uma barriguinha, dura e curvada, com pernas e braços grossos. Já beirava os sessenta e cinco anos. O pessoal estava torcendo para ele se aposentar, era um filho da puta implacável que não titubeava, com modos ríspidos ao lidar com seus subordinados.
- Don Aurelio!
Ele parou de repente e sua surpresa foi visível ao vê-la tão impecavelmente elegante, com aquele vestidinho justo e curto sob o casaco de vison, exibindo suas longas pernas com meias pretas semitransparentes.
- Olá, Carlota, que surpresa, o que você faz por aqui?
- Nada, fazendo compras.
Deram beijinhos nas bochechas. Ele pôde senti-la, pôde tocá-la de leve.
- Há pouco falei com seu marido.
- É mesmo? Pois eu estava vendo roupas para as crianças e no fim nada. Já estava indo embora.
- Quer um café? Eu ia tomar café da manhã.
- Tá bom, combinado – ela disse, muito disposta.
Foram caminhando lado a lado e conversando. Carlota era mais alta que ele. Não combinavam, uma mulher como ela, com quarenta anos e tão glamourosa, toda arrumada, ao lado de um cara tão velho quanto don Aurelio, com aqueles cabelos e aquela barba tão negra.
Entraram numa cafeteria e foram até o balcão. Carlota sentou-se num banco e cruzou as pernas na direção dele, com o casaco aberto para os lados. Os olhos de don Aurelio iam direto para as pernas, e Carlota percebia esses olhares. Pediram cafés e conversaram amigavelmente por um bom tempo. Ela brincou sobre o assédio psicológico a que ele submetia seu marido.
- O grandessíssimo filho da puta é um pouco preguiçoso. Tem que acordá-lo, dar-lhe com o chicote.
- Não seja tão duro com ele, don Aurelio. Você acaba com ele, ele chega em casa feito um pudim.
- Ele é um mole, um bundão. O filho da puta fica o dia todo coçando o saco.
- É que ele surta por qualquer coisa, don Aurelio. Conversaram mais um pouco. Carlota estava excitada só de ficar de gracinha com um homem, mesmo que ele fosse muito mais velho, repugnante e chefe do seu marido. A hora da consulta já tinha passado. O chefe pagou a conta e saíram. Acendeu um cigarro e começaram a se despedir. Já estavam juntos há mais de meia hora.
- Bom, don Aurelio, fico feliz de tê-lo visto.
- Te acompanho até o carro enquanto fumo o cigarro.
- Vou pegar um táxi, don Aurelio.
- Não, mulher, eu te levo.
- Não se incomode, por favor.
- Não é incômodo. Eu te levo. Tenho que fazer uma visita e não me importo de passar por lá.
- Como o senhor quiser.
Caminharam até o luxuoso Mercedes do chefe, se aproximando um pouco mais. Antes de entrar, ela tirou o casaco de vison e estendeu nos bancos traseiros, depois entrou ao lado dele e cruzou as pernas eroticamente. O chefe olhou para ela ao dar partida. Que coxa, com a perna cruzada, a borda da meia aparecia na base do vestido. E o formato dos seios, que curvas, com o vale visível no decote. Durante o trajeto foram conversando, mas o chefe não tirava os olhos, principalmente da borda da meia, das pernas dela, transparentes pelas finas meias que usava. Ele estava de pau duro. A putinha tinha ele todo excitado e ainda parecia ingenuamente bobinha. Carlota sabia que às vezes ele olhava suas pernas, mas não queria constrangê-lo e falava como se nada estivesse acontecendo.
Parou em frente à porta da casa dela.
- Bom, Carlota, é aqui, não é?
- Sim, sim, é aqui, olha, e muito obrigada, não sabe como agradeço.
- Não tem importância, mulher, é um prazer.
- Quer entrar e tomar um café?
Não esperava por isso e o pegou de surpresa. Ele ainda estava de pau duro.
- Um café? Claro, estou com tempo de sobra.
Desceram do carro e enquanto ela abria a porta e o acompanhava até a sala, balançando a bunda na frente dele, o chefe recebeu algumas ligações. Carlota fez um gesto para que ele se sentasse no sofá enquanto ela pendurava o casaco e a bolsa e, com seu vestido branco de listras azuis, arrasou ao se dirigir para a cozinha. Ela o ouvia xingar seu interlocutor, rondando na frente do sofá. Viu ele tirar o paletó e a gravata, ficando só de camisa, a camisa azul, que realçava ainda mais a curva da sua barriga.
Ela trouxe a bandeja com as duas xícaras e ele ainda estava de pé, discutindo. Carlota sentou-se na beirada, levemente virada para a direita, e cruzou as pernas. O vestidinho subiu tanto que ultrapassou a faixa de renda e apareceu um pedaço de carne. Ao vê-la naquela posição, com a renda da meia já para fora, com um pedaço da coxa à vista, ele mandou o interlocutor para a puta que pariu e jogou o celular em cima do paletó.
Foi se sentar à sua direita, bem perto dela, que permanecia ereta e um pouco virada para ele. Quase se tocavam os joelhos dos dois. Ele a olhou com certo descaramento. Ela tinha o vestido bem levantado. Ao descruzar as pernas, as duas meias de renda ficaram por fora da lã branca e ele viu a calcinha dela, um triângulo preto entre as coxas.
- Com tudo que o senhor tem que fazer, don Aurelio… Estou atrapalhando.
- Não se preocupa, gostosa, prefiro tomar este café com você do que lidar com idiotas como seu marido…
Carlota sorriu, como querendo mostrar que não se importava.
- Coitado, don Aurelio.
- Ele é um banana, Carlota, não me enche.
- Já falei para ele, é que qualquer coisa o deixa agoniado.
- São uns putos otários, incluindo seu marido.
- Não se irrite, don Aurelio.
- E você, Carlota? Já se acostumou com a nova vida?
Ela se levantou e, para não parecer descarada, puxou o vestidinho para baixo para cobrir as faixas. Foi até o móvel balançando a bunda. Pois estou achando muito difícil, seu Aurélio, pra ser sincera, e já faz alguns meses –. Ela se curvou para pegar o cigarro, empinando a bunda na direção dele, e o vestido escorregou, ultrapassando as faixas de renda novamente e revelando a carne bem branquinha das suas coxas. O velho se beliscou. Filha da puta, como ela era gostosa. Ela se endireitou, sem que as rendas chegassem a cobrir tudo direito, e se virou acendendo o cigarro –. Eu me entedio muito em casa, seu Aurélio, me sinto muito sozinha, sabe? Deixei todo meu círculo lá.
Voltou para o sofá. Como os peitos dela se mexiam sob a lã. Sentou-se de novo da mesma maneira, perto dele, à sua esquerda, com as pernas juntas, ereta e inclinada na direção dele. De novo as faixas apareciam e dava pra ver a calcinha lá no fundo.
– Você se entedia em casa?
– Eu sou uma mulher muito ativa, por isso pra mim é uma novidade tomar um café com alguém, mesmo que seja com o ogro do chefe do meu marido, hahahaha – brincou, dando um tapinha carinhoso no braço dele.
– Não sou tão ogro assim, mulher, o que acontece é que estou cercado de incompetentes e seu marido é um deles.
– É que o José chega como chega, todo dia, né? Fica insuportável, como se a gente não tivesse vida…
– Vamos, que o baita viadinho nem cumpre… – ele se atreveu.
– Nem cumpre – ela sorriu, arqueando as sobrancelhas –. Como o senhor ouve, seu Aurélio, é assim que ele me deixa agoniada.
– Que viadão. E ainda por cima vocês não podem dar uma aliviada indo em putas.
– Nem isso, hahaha – ela sorriu pra ele –. O senhor vai em putas? – perguntou.
– Sim, às vezes me dou esse capricho.
– E sua mulher?
– Aquela vaca não fica sabendo de nada, na idade dela já não está pra muitos trotes. E o que se faz com uma puta não se faz com sua mulher, entende?
– Claro, é assim mesmo, no casamento é sempre igual, tudo a mesma coisa, mais chato.
– Eu adoro ir em putas. Às vezes gasto uma grana, me Subo dois ou três e já enjoo de foder, entende? - É? Tipo uma orgia, né? - Mais ou menos. - Bom, se ele se diverte com elas… E dá conta de todas? Hahahaha… – riu num tom descontraído. - As putinhas me tratam como se eu fosse um urso de pelúcia. - Por quê? - Como tenho muito pelo, elas gostam de tocar na minha barriga. - Não me diga… - Quer ver? - Bom, tá… Começou a desabotoar a camisa azul-clara, de cima para baixo. Ao terminar, se levantou e a tirou, recostando-se novamente. Tinha a pele bronzeada e era muito peludo, com pelos longos até nos ombros. Tinha uma barriga dura e curvada, com muito pelo em volta do umbigo largo, assim como entre os peitorais, com mamilos inchados e meio macios, cada um cercado por uma coroa de pelos. - O que acha? Pareço um urso, né? - É. - Quer me tocar? Vai, toca na minha barriga. Carlota levantou sua mãozinha direita e apoiou a palma sobre sua barriga. Suas unhinhas vermelhas brilhavam naquela pele vasta e oleosa coberta de pelos. Começou a deslizá-la carinhosamente por toda a curvatura, passando por cima do umbigo, pelos lados, sentindo a enorme quantidade de pelos. Era dura. Ele relaxou, olhando para ela. - O que você acha? - Parece um urso de pelúcia, como elas dizem. Levantou a outra mãozinha, acariciando-o com as duas por toda a barriga, como se fosse uma grande bola de cristal. A direita subia em direção aos pelos do peito, enfiando os dedinhos, e a esquerda descia por cima do umbigo, perto do cinto. - Ummmm… Adoro quando as putas me tocam assim… Guiava suas mãozinhas por todos os lados, em suaves carícias. - Gosta? - Ummm, sim, você me lembra as putas. Por que não chupa um pouquinho? - Sim, como quiser – respondeu docilmente. Sem deixou de apalpar todo o seu tórax, curvou-se em sua direção, pressionando os seios contra seu lado, e começou a espalhar beijinhos pela barriga, deixando marcas de batom.
- Ummmm, assim, putinha, que delícia, que gostoso...
Foi semeando beijos por toda a curvatura, sentindo a pele oleosa e o atrito dos pelos. Pôs a língua para fora e enfiou a pontinha no umbigo, lambiscando bem devagar no fundo. Ouviu ele resfolegar. Mantinha as mãozinhas sobre ele. Arrastou a língua bem devagar ao redor do umbigo, deixando um rastro de saliva pelo caminho. Por ter os cabelos engomados e presos, não atrapalhavam. Olhava para ele enquanto passava a língua.
- Que prazer você me dá, vadia, você não tem noção...
- O senhor gosta?
- Continua...
Aproximou a boca do peito dele e começou a mordiscar um mamilo, saboreando-o, puxando-o com os lábios, lambendo-o com a ponta da língua. Puxou os pelos mais longos do meio com os lábios e esticou a língua para lamber o outro mamilo mais distante, com os seios bem apertados contra seu lado. A mão esquerda não parava de acariciar sua barriga.
Afastou um pouco a boca, como se procurasse onde beijá-lo.
- Por que não tira esses peitos e esfrega em mim?
- O senhor gosta disso?
- Sim, vai, vadia.
Endireitou-se e puxou o decote de um lado, libertando seu enorme seio gordo e redondo. Depois puxou o outro lado, ficando com os dois peitos para fora. Segurou-os pela base e inclinou-se para ele, esfregando os mamilos eretos naquela barriga peluda.
- Ummmm, que delícia, putinha... Muito bom... Assim... Esfrega, putinha...
Tentou enfiar um mamilo dentro do umbigo. O velho balançava a cabeça e a barriga subia e descia aceleradamente pelo estímulo de prazer. Arrastou os seios pela curvatura, conduzindo os mamilos entre os pelos do peito, pressionando-os levemente contra sua pele, com os rostos quase se tocando. Respiravam ofegantes, olhando-se nos olhos. Soltou os seios, deixou-os repousando sobre ele dele, e se beijaram de língua bem devagar, de forma apaixonada. A mãozinha esquerda deslizou do umbigo até a parte baixa do ventre, passou por cima do cinto e começou a esfregar o pacote por cima da calça, apertando com a palma da mão, sentindo a dureza do pau, percebendo seus contornos. Ela permanecia deitada sobre ele, com os peitos colados na pele oleosa, beijando-o e esfregando-o.
- Quer me fazer um boquete, puta?
- Sim, don Aurelio, estou muito excitada.
- Vamos.
Ela se levantou e ficou de pé. Ele tinha toda a barriga babada e cheia de marcas de beijos. Ela se ajoelhou entre suas pernas e tirou os sapatos e as meias. O velho a observava reclinado. Ela puxou as calças até tirá-las. Ele tinha pernas grossas e muito peludas. Ela pegou a cueca pelas laterais e a deslizou pelas pernas, revelando seu pau grosso, tão grosso que quase parecia uma lata de refrigerante, com bolas bem grandes e flácidas. Ele tinha tanto pelo que quase chegava à metade do pau ereto.
Ela o deixou completamente nu. Queria mostrar a ele que era uma Promíscua. Com os peitos para fora, ela se colocou de quatro e aproximou a boca de um de seus pés, apoiado no chão, e começou a passar a língua como uma puta pelo peito do pé. Don Aurelio começou a se masturbar.
- Isso, porca, você faz muito bem…
Ela passou a língua por cima dos dedos e lambeu o tornozelo ao redor, depois se ergueu, caminhou entre suas pernas e se curvou, dando uma mordida no pau. Mal cabia na boca. Suas mandíbulas estalaram. Mas ele colocou ambas as mãos sobre seus cabelos engomados, forçando-a a enfiar tudo. Ele tirou as mãos e ela começou a chupar, levantando um pouco a cabeça e abaixando, sem tirá-lo completamente.
- Abaixa a calcinha, puta – ele ordenou, puxando o vestido dela até a cintura.
Sem parar de chupar, ela jogou os braços para trás e puxou a calcinha preta um pouco para baixo, deixando... O cu dela ao ar livre.
Assim, de costas, com a buceta entre as pernas e a calcinha abaixada, com os peitos balançando, o marido via de longe, do hall de entrada, ela chupando o chefe. Ele viu ela virar a cabeça para chupar as bolas dele, dando mordidinhas, lambendo como uma puta enquanto ele relaxava batendo uma. Ela mesma levantou as pernas dele para lamber o cu, um ânus vermelho e inchado. Passava a língua por cima e dava linguadas nele. As bolas batiam na testa dela. Ela ficou mais de cinco minutos lambendo o cu dele. Depois o chefe baixou as pernas. Ela se levantou e tirou o vestido pela cabeça. Terminou de abaixar a calcinha até tirar e arqueou as pernas montando em cima do velho. Enfiou o pau dele na buceta e agarrou a bunda dela com as mãos grandes para movê-la. Os dois começaram a gemer como loucos, fodendo com energia. Os peitos balançavam no rosto barbudo do velho. Ela pulava gemendo enquanto levava tapas nas nádegas. Jose podia ver como o pau enorme dilatava a boceta dela, como entrava e saía, como as bolas batiam nos lábios vaginais, como o chefe abria e fechava o cu dela. Os gritos ecoavam. Ela mantinha uma mãozinha em cada ombro peludo do velho. Tentava dar uma mordida nos peitos quando roçavam na boca dela. Aceleraram, ele começou a mover a bunda dela com velocidade, assentando ela no pau, até que ele soltou um gemido escandaloso e parou com o pau enfiado e as mãos grandes sobre as nádegas. Carlota se deixou cair sobre ele, ofegando como uma puta, apoiando os peitos na barriga dele, e começaram a se beijar e acariciar.
Jose viu que pelo tronco do pau, ainda metade enfiado na boceta, apareceu uma gota de porra. Escorreu até as bolas e ficou presa entre alguns pelos. Começaram a cair mais gotinhas, formando fileiras pelo tronco do pau até alcançar a curvatura das bolas. Ele saiu da casa. Tinha passado por lá e reconhecido o Mercedes do chefe, e tinha imaginado. Sua mulher era uma promíscua sem escrúpulos e ele um corno, mas seria um corno consentido, porque a amava tanto que teria que fazer vista grossa a partir daquele mesmo momento. Fim.
Ele notou a inquietação nos olhos dela.
- Com quem?
- Com Marcos, o vizinho.
- Sim, a gente se vê, às vezes no parque, somos vizinhos.
- Sei que ele vem te ver em casa.
Ele notou o rubor nas bochechas dela.
- Sim, somos amigos, às vezes ele veio buscar a chave e tomamos um café, batemos papo e tal. Te incomoda?
- Hã? Não, não, o que acontece é que...
- Vamos ter que conhecer gente, né? – ela cortou com um certo tom de indignação. – Ou aqui nessa porra de cidade onde eu tive que vir morar ninguém pode conhecer ninguém?
- Se eu já sei, querida, é que...
- Quer ver se agora eu não vou poder falar com ninguém... Você interrogou as crianças? Está insinuando alguma coisa, José?
- O quê? Não, eu não...
Ela jogou a costura e se levantou de repente, deixando ele sozinho no sofá. Droga, faltou coragem pra falar direito com ela. Era melhor não piorar mais as coisas, talvez agora que ele tinha expressado as suspeitas, eles parassem com o relacionamento. Ela ficou muito arisca o resto do tempo, se comportando com ele de um jeito bem desdenhoso, quase não dirigindo a palavra, sem querer sair de casa pra nada. Mas nem no sábado à noite nem no domingo inteiro ela marcou de ficar com ele. Talvez, apesar da indignação que ela demonstrava, ele tinha conseguido fazê-la repensar.
Na segunda-feira não coincidiram com eles ao sair de casa. Mas José foi pro trabalho com o medo navegando na mente. No escritório não conseguia se concentrar, imaginando eles juntos, aproveitando sua ausência, se pegando, eram pensamentos horríveis. E o chefe não parava de dar bronca sem parar. Teve que desfazer o nó da gravata. Tinha que ir checar, se certificar que não estavam juntos, se certificar de que expor as suspeitas tinha surtido efeito.
Disse pro colega que ia fazer uma visita e que ia demorar um bom tempo. Se deslocou pro bairro. Abriu a porta da rua de repente, sem medo de surpreendê-los. O silêncio reinava, mas logo ele viu as roupas de Marcos em cima da cadeira e uma calcinha jogada no primeiro degrau. Fechou os olhos, afundado, sem forças, com as pernas tremendo. Nunca tinha sentido tanta raiva. Então ouviu os gritos de Marcos.
- Vamos, putinha, chupa e balança essa bunda!
E ouvia uma sequência de palmadas e uma série de gemidos da sua mulher.
- Muito bem, vadiazinha, assim… Assim… Ah… Ah… Ah…
Apertou os punhos e se dirigiu para as escadas, subindo com firmeza, embora os nervos lhe provocassem um suor frio. Precisava se armar de coragem. Não podia continuar imerso naquela infâmia.
- Balança a bunda… Balança a bunda… Assim, putinha, assim… Devagarinho… Ohhhh…
Virou para o corredor e avançou. A luz estava acesa e a porta entreaberta. Só ele respirava ofegante, quase desesperado. Parou diante da abertura e os viu na cama, desta vez virados para os pés, de frente para a porta. Sua mulher estava ajoelhada e curvada para frente, como uma gatinha, com as mãos amarradas atrás das costas com uma gravata. Seus peitos repousavam meio esmagados contra o colchão. E ela lambia um espelho, passava a língua lambendo a própria imagem, derramando saliva. Atrás da sua bunda enorme estava Marcos, ajoelhado, segurando-a pelos quadris, comendo ela com enfiadas duras e constantes que provocavam vibrações nas nádegas da sua mulher. Dele só via o torso e o rosto de prazer.
- Ohhhhhh – ele gemeu com os olhos semicerrados, reduzindo o ritmo, gozando -. Ufff…
Carlota ergueu um pouco o rosto do espelho. Baba escorria do seu queixo e pingava sobre o vidro encharcado. Marcos se mexia devagarinho, como se estivesse escorregando antes de tirar.
Deu tanta raiva que ele empurrou a porta de repente, ficando parado diante deles. Marcos foi o primeiro a perceber. Abriu os olhos apavorado.
- Seu marido!
Deu um pulo da cama tapando o pau com as manos, sem saber pra onde ir. Carlota se endireitou tentando soltar as mãos amarradas nas costas, com os peitos dançando pelo movimento brusco. Ainda tinha uma baba pendurada no queixo.
- Jose!
Desceu da cama passo a passo, ainda com as mãos amarradas nas costas pela gravata, e conseguiu soltá-las. Viu os pelos da buceta dele salpicados de gotinhas de porra e, ao se virar para pegar um roupão, viu as nádegas avermelhadas pelas chicotadas, com marcas de tapas. Vestiu o roupão e o abotoou, limpando a boca com o dorso da mão, e se virou para ele. Jose os observava sob o arco da porta. O garoto estava amedrontado, encolhido com as mãos tapando o pacote.
- Jose, deixa ele ir, ele não tem culpa.
Olhou para o jovem.
- Some da minha casa e se afasta da minha família.
- Eu juro…
Afastou-se para o lado e o deixou passar. Olhou ele caminhando apressadamente pelo corredor, com a bunda estreita, branca e juvenil. Depois se virou para a mulher. Carlota se virou para a cômoda e acendeu um cigarro, alisando a melena com uma mão. O pulso tremia. Jose olhou novamente para o espelho, com poças de saliva espumosa, e distinguiu manchas de sêmen pelos lençóis, com a gravata jogada no chão.
- Sinto muito – ela disse sem olhar para ele.
- O que você sente, Carlota? Como você pôde fazer isso comigo? Você sabe o quanto eu te amo…
- Eu também te amo.
- Então? – choramingou abrindo os braços - O que significa isso?
- A gente se atraiu, tá? E uma coisa levou à outra…
- Não te reconheço, Carlota. Com esse garoto.
- A gente começou a se ver, eu me sentia sozinha, estava muito sobrecarregada e ele me fazia companhia. Você está e não está, vive na mesma rotina, Jose, eu não aguentava mais…
Caminhou até a cama, desfalecido, e sentou na beirada.
- Carlota, você não tem ideia do que estou sentindo agora mesmo. A gente só tava numa fase ruim.
- Desculpa. Eu sei que foi muito errado o que eu fiz, mas eu me sentia tão sozinha, José, muito, muito sozinha. Você sabe, faz quanto tempo que a gente não transa? Responde aí pra você mesmo. Eu pensei que você não me amava mais, que não me queria mais. Só o seu trabalho, só isso. Ultimamente, eu não significava nada na sua vida. Eu me sentia um zero à esquerda. Não se preocupa, tá? Foi só sexo, nada mais. Eu te amo, José, mesmo me sentindo tão mal, tão sozinha, eu continuei te amando, procurando seus beijos, suas carícias, mas você sempre tava atolado no trabalho. - Ela se aproximou e sentou ao lado dele. Levantou a mão e passou por cima da cabeça dele. - Espero que você consiga me perdoar. Eu entendo como você se sente e entenderia se quisesse terminar com a gente. Tenho vergonha do que você viu e do que eu fiz com aquele cara. Eu cometi um erro e depois não soube parar. Ele me obrigava a fazer coisas, entende? Eu não soube parar. Mas eu te amo, te amo como sempre. Me perdoa, José. - Ela levantou o rosto dele, obrigando-o a olhar para ela. - Você vai conseguir me perdoar?
José se derreteu num abraço com ela. No fundo, ela tinha razão, tudo tinha sido culpa dele.
Marcos saiu da república e foi morar com a namorada em outro bairro pra evitar escândalo, pra evitar que Belén ou os pais dele descobrissem a treta sexual com uma mulher mais velha. José e Carlota decidiram dar um basta no assunto e não falar mais nisso, esquecer a escapada. Ela prometeu que nunca mais o trairia e ele propôs começarem do zero, ali, naquela cidade. Ele conseguiu transar com ela, mesmo com as imagens invadindo a mente dele, mas era só questão de tempo. Ele a tinha recuperado.
De manhã, Carlota pensava em Marcos, ficava excitada revivendo as cenas e às vezes se masturbava. Ela sentia saudade, aquele cara tinha feito ela se sentir muito puta e aquela sensação aumentava a ninfomania dela. Às vezes dava vontade de ligar ou mandar uma mensagem, ou ir à universidade para tentar um reencontro, mas descartava a ideia, talvez fosse o melhor. Com o tempo, aquele tesão iria passar. Quando transava com o marido, imaginava que era com Marcos. Pensava muito nele. Às vezes ia ao parque com as crianças na esperança de vê-lo, mas nada. Espiava pela janela na expectativa de que ele fosse visitar os colegas, mas também não.
Uma manhã de semana, depois de deixar as crianças na escola, arrumou-se para sair e fazer compras. Estava com vontade de espairecer. Vestiu um vestidinho preto muito fofo, de linhas simples e femininas, um vestido curto de malha com detalhes de tachinhas nas cavas e ombros, com barra reta para alongar sua silhueta, com decote alto na linha do pescoço. Deixou a mela ao vento, com brincos de argola, bem maquiada, colocou uma meia-calça preta bem transparente e sapatos de salto alto roxos, combinando com um colar. Estava lindíssima e estilosa.
Jose ligou para dizer que não poderia ir almoçar, que tinham marcado uma reunião para aquela tarde, mas que voltaria cedo. Ela foi às compras e comprou algumas roupas para as crianças. Voltou para casa caminhando. Estava entrando em casa quando viu Quique e Sancho chegando, o gordinho ruivo e o alto e magrelo, os colegas de Marcos. Eles ainda moravam na casa. Carregavam livros debaixo do braço, como se viessem da universidade. Pararam para cumprimentá-la. Ela deu dois beijos na bochecha de cada um e deixou a marca do batom. Ao beijá-los, sentiu o cheiro da colônia masculina, que a fez lembrar de Marcos.
— Que lindíssima, Carlota — disse Sancho, o alto. — As mulheres da sua idade vão morrer de inveja.
— Obrigada pelo elogio, querido, mas não sou tão velha assim, hein? De onde vocês vêm?
— Da biblioteca.
O gordinho era mais quieto e Carlota percebeu como ele a olhava. Ficou excitada apesar do aspecto repelente: baixo e gordinho, ruivo, com barba ruiva de três dias.
— Eu venho de comprar roupa para os meninos. - E o seu marido? - Trabalhando. Já vão pra casa? - É, não temos mais aula. Carlota engoliu em seco. - Querem entrar e tomar alguma coisa? - Sim, ótimo – respondeu Sancho, quase da mesma altura que ela. - Vale – acrescentou Quique. Ela os fez passar pra sala e os convidou a sentar. O gordinho se acomodou no meio do sofá e Sancho ficou de pé. A presença dos garotos e seus olhares aumentavam a tesão que percorria as entranhas de Carlota. Ela se inclinava pra largar as sacolas e empinava a bunda, como se estivesse os provocando. A roupa subia alguns centímetros e as faixas de renda das meias-calças pretas transparentes apareciam na vista dos dois garotos, que não paravam de se olhar. De salto alto, exibindo a silhueta, ela ia e vinha. Dava pra sentir luxúria no ar. Ela trouxe umas cervejas e uns pratos de aperitivos. Ficou de pé ao lado de Sancho, no lado esquerdo dele, diante do gordinho, que permanecia sentado, devorando-a com os olhos. - E o Marcos? Como ele tá? Mora com a Belén, né? - Ele teve que ir embora, você sabe melhor que ninguém, vocês tavam se pegando, né? Carlota sorriu um pouco corada. - Bom, é, acho que vocês sabem. A gente tava tendo um caso. - Seu marido pegou vocês, né? - É, que vergonha, ali mesmo, ele nos pegou no flagra – sorriu pra eles, olhando um e outro. - Que putona, você botou chifre nele – Sancho mandou na lata. - É, é isso mesmo. - Você é uma putona, né? Ela sorriu de novo, olhando nos olhos dele, corada, consciente de que eles sabiam que ela tava com tesão. - Por ter me comportado tão mal com meu marido, pois é, sou uma putona. - Foi muito malvada, mas eu gosto das putinhas como você. Você gosta de ser putinha? - Nossa, Sancho, que pergunta que você me faz – ela disse, fazendo-se de sonsa –. O que você quer que eu responda? Às vezes eu me senti muito putinha por enganar meu marido, o que vou te dizer.
- Eu gosto que você seja tão puta -. O ruivo só observava do sofá. Carlota olhou para ele e descaradamente apertou a região da braguilha.
Ela dirigiu o olhar de volta para Sancho.
- Já vejo que ele contou pra vocês, né?
- Sim, ele disse que você era muito puta – falou o ruivo do sofá.
- Olha, foi uma aventura, surgiu e a gente se gostou, entendem?
- Vocês transavam muito? – perguntou Sancho.
- O que você acha? Vamos lá… - ela provocou -. Dois amantes acho que não vão ao cinema.
- Você gosta de jovens como a gente?
- Bom, tem seu tesão – sorriu -. Mas não é sobre isso, surgiu, pronto.
- Pensava no seu marido quando transava com ele? – continuou Sancho.
- Não respondo sem a presença do meu advogado – brincou olhando para eles.
- Vai, responde – exigiu o gordinho.
- Não sei, às vezes sim, às vezes me arrependia do que estava fazendo.
- Você chupava ele?
- Bom, a gente fazia um pouco de tudo, né? O típico dos amantes, hahaha…
- Mas, você chupava ele? – insistiu Sancho.
- Sim, às vezes ele pedia.
- E ele te dava no cu?
- Sim, ele também gostava.
- E você, gostava? – insistiu Sancho.
- Eu nunca tinha tido uma penetração anal e no início, como tudo, uma sensação estranha.
- Seu marido não te dá no cu?
- Não. Que interrogatório. Querem outra cerveja?
- Traz aí, putona.
- Que malvado você é, Sancho.
Ela pegou as garrafinhas vazias e foi para a cozinha, exibindo o rebolado do bumbum. Estava muito excitada com o tesão que os garotos estavam provocando, mesmo sabendo do risco que estava correndo. Desligou o celular e discou para o escritório. Perguntou ao colega do marido se ele estava no escritório e disse que ele estava em reunião com uns clientes, que eu ligasse mais tarde. Eu sabia que estava fazendo coisa errada, mas eram sensações inevitáveis. Ela levou outra garrafinha para eles. Os dois estavam de pé.
- E você chupava o cu dele? – perguntou Quique.
Sancho passou um braço pela cintura dela e a puxou contra si.
- Vamos, putona, você chupava?
- Não, isso não.
- Você não chupa o cu do seu marido? – insistiu Quique.
- Não, ele nunca pediu uma coisa dessas.
- E já chupou o cu de um homem alguma vez? – continuou Sancho, apertando-a mais contra seu lado.
- Eu gosto de experimentar coisas, mas isso nunca fiz.
- Gostaria de experimentar?
- Bom, não sei, nunca tinha pensado nisso – disse ela, olhando nos olhos dele.
- Gostaria de chupar a nossa bunda? Hein, gostosa?
- De vocês? Ai, Sancho, que vergonha…
- Vem, assim você experimenta, putona, anima aí, hein? Vai ver como você gosta…
- Tá bom, mas não contem pra ninguém, valeu?
- Fica tranquila, gata – disse Sancho, tirando o braço da cintura dela.
- Dos dois?
- Claro, dos dois. Por que não fica mais à vontade e tira esse vestidinho?
- Tá bom, você pode me abrir o zíper?
- Claro, linda.
Olhando para o gordinho, Sancho se posicionou atrás dela, afastou a melena dela para o lado e abaixou o zíper até a cintura, então o vestidinho caiu aos seus pés. Ela usava um conjunto de calcinha e sutiã vermelho brilhante. As meias com rendas e os saltos altos davam a ela um aspecto de prostituta. Ela corou.
- Ummm, calcinha vermelha, que gata – disse Sancho. – Vou tirar seu sutiã, tá bom?
- Tá.
Ele abriu o fecho e o sutiã caiu no chão, deixando seus peitos gordos e redondos expostos aos olhares dos dois caras. Sancho deu uma palmadinha na sua bunda.
- Vamos, putona, aí Você tem o Quique.
- Que situação.
Ela deu alguns passos em direção ao Quique com os seios balançando, de calcinha e meia diante deles, ainda vestidos. O ruivo tirou as botas pisando nelas e se virou para a mesa de jantar, junto à parede. Inclinou-se levemente para frente até apoiar as mãos na superfície e Carlota se ajoelhou atrás dele. Viu que Sancho começava a desabotoar a calça. Ela levantou as mãozinhas e segurou a lateral da calça de moletom dele. Foi puxando-a pouco a pouco até os tornozelos, até tirá-la, deixando-o nu da cintura para baixo. Sancho já havia tirado a camiseta e mostrava seu torso raquítico, sem pelos.
Ela se endireitou diante da bunda do Quique. Ele tinha uma bundinha gorda, de nádegas brancas e macias, com alguns pelinhos ruivos na pele e uma fenda bem fechada onde sobressaía um pouco de pelo. Umas bolas grandes pendiam entre suas coxas. Ela levantou as mãos e plantou uma em cada nádega, acariciando-as com muita suavidade. Suas mãozinhas finas e com as unhas pintadas se destacavam naquela pele vasta. Acariciou-as com a palma e aproximou a boca, estampando um beijinho no meio da fenda, deixando a marca do batom. Meteu o nariz na fenda e o cheirou, exalando depois com excitação. Com o nariz dentro, cheirando-o, estampava pequenos beijinhos na parte de baixo da fenda. Estava gostando. Olhava de soslaio para Sancho. Ele já estava nu. Era excessivamente magro, com uma rola fina e muito longa e bolinhas pequenas.
- Gostou, putona? – perguntou olhando para ela com o rosto colado na bunda do amigo, cheirando-a.
- Sim – respondeu deslizando as palmas pelas nádegas.
Sem abrir a fenda, tentou enfiar a boca junto com o nariz e pôs a língua para fora, acariciando seu ânus com a ponta, sem parar de acariciar sua bunda. Sentia pelinhos. Sentia os esfíncteres enrugados. Que gostoso, que macio. Movia o rosto com a boca incrustada na fenda.
Afastou o rosto. Sancho se posicionou como Quique, paralelo a ele. Carlota deu um passo lateral e Sancho jogou os braços para trás, abrindo a racha, oferecendo seu pequeno ânus de tom marrom escuro, quase sem pelos, exceto por alguns fios longos. Ela diretamente aproximou a boca e passou a língua por cima.
- Ai, vadia, que gostoso… De novo…
Passou a língua por cima mais duas vezes. Depois, com os lábios franzidos, colou-os no orifício e chupou, como se pudesse extrair algo. Afastou o rosto e inclinou-se para a bunda de Quique, beijando com força a nádega, esticando o pescoço para alcançar com a ponta dentro da racha. Novamente direcionou o rosto para a bunda de Sancho e passou a língua carinhosamente várias vezes, até dar um beijinho.
Deu um passo lateral e abriu a racha de Quique. Que bunda tão macia e tão gostosa. Colou o rosto passando a língua por cima. Ouviu ele resfolegar de prazer. Afastou o rosto e aproximou novamente colando a ponta do nariz, querendo enfiá-la. Afastou-se outra vez e lambeu as nádegas, as duas, de modo safado, depois inclinou-se e passou a língua na nádega esquerda de Sancho, mais ossuda e mais fina. Os garotos a observavam ajoelhada atrás deles.
- Você gosta, putona? – perguntou Sancho.
- Sim.
Concentrou-se na bunda ruiva de Quique. Que gostosa estava, que macia. Começou a beijar seu ânus, a acariciá-lo com a ponta, com o rosto enfiado na racha. Afastou o rosto para respirar. Sancho tinha virado para ela. Colocou uma mão em sua cabeça e a puxou para que chupasse.
- Chupa, putona…
Quique também se virou e ofereceu seu pau, mais grosso e salsichão que o de Sancho. Lá estava ela, ajoelhada submissamente diante dos dois na sala de sua casa. Dava uma mordida em um pau e depois virava a cabeça para o outro. Comia-os com ansiedade. O de Quique mal cabia em sua boca e Sancho tentava enfiar o dele também, o que lhe provocava vômitos de babas sobre os peitos. Ela começou a beijar as bolinhas macias do Quique, puxando com os lábios, e depois se virou para passar a língua nas durinhas do Sancho. Que delícia. Eles revolviam o cabelo dela e esfregavam os paus no rosto dela, na língua, na cabeleira. Que paus mais gostosos. Ela mesma os juntava para chupar as duas cabecinhas. As babas escorriam da sua boca.
A buceta dela estava ardendo e ela mal conseguia se segurar. Baixou as duas mãos e as enfiou dentro da calcinha, esfregando a buceta com ambas e exalando sobre os paus. Eles pegaram cada um o seu, batendo na cara dela, tentando esfregá-los nas bochechas e na boca. Os três se masturbavam olhando um para o outro, ela ajoelhada e com as duas mãos se agitando dentro da calcinha, de onde os pelos da buceta apareciam.
- Joga a cabecinha para trás – pediu Sancho.
Ela jogou a cabeça para trás o máximo que pôde, com a cabeleira caindo sobre as costas, olhando para o teto. Continuava com as mãos dentro da calcinha e com os peitos manchados de babas. Sancho colocou a palma da mão na testa dela para segurar a cabeça. Eles aproximaram seus paus e cada um enfiou a pontinha em uma narina, tampando-as com as cabecinhas. Ela sentia o tronco dos paus acima dos lábios e a maciez das bolas no queixo. E eles começaram a empurrar, fodendo o nariz dela.
- O Marcos já nos contou o que você gosta, putinha…
Ela começou a gemer como uma gatinha, exalando sobre o dorso dos paus. Eles esticavam suas narinas tentando enfiar a ponta dos paus. Ela sentia uma cócegas no septo nasal e como seu nariz se deformava com as empurradas, com puxões para cima, só conseguindo respirar pela boca, sem parar de gemer. As bolas batiam no seu queixo. Ela movia as pupilas de um para o outro. Sancho mantinha a mão na testa dela e ela se agitava a buceta, se esfregando com os dedos de ambas as mãos. manos. O rosto dela ficou vermelho com o nariz entupido. Ela gemeu nas picas como uma gatinha sentindo a cavucada no nariz, como quando alguém enfia o dedo. Quique enfiava com força e cada vez mais rápido. Sancho agitava a dele com a ponta da pica colada na outra narina. Ela soltava suspiros com as pupilas em movimento. Franziu a testa ao perceber como a pica do Quique jorrava dentro do nariz. Percebeu que respirava líquido e que descia para a garganta. Pigarreou, agora com as mãos paradas dentro da calcinha. Sancho deixou a outra narina bem entupida e também derramou porra grossa dentro, embora com menos força. Os dois ofegavam com as picas cavocando nas narinas dela. Deram um passo para trás e imediatamente a porra grossa escorreu pelas narinas até os lábios, como se estivesse sangrando, mas de cor branca, como se fosse catarro. Ao tirar a mão da testa dela, Carlota olhou para baixo e os dois "catarros" de porra ficaram pendurados no nariz dela, balançando até caírem no chão. Sentia uma sensação na testa, parte do sêmen tinha descido para a garganta ao respirar. Cuspiu e pigarreou, expelindo ar pelo nariz. Passou o dorso da mão para se limpar e se levantou. Os dois caras a ladeavam.
- Que sensação – ela sorriu para eles.
Ambos passaram um braço pela cintura dela, ficando os três abraçados, com ela no meio. Os peitos dela repousavam contra os peitorais dos dois. Sancho deu um beijinho nos lábios dela e depois ela virou a cabeça e Quique a beijou também.
- Gostou, putona?
- Sim. Foi muito intenso… Preciso ir ao banheiro…
- Pra quê? – perguntou Sancho.
- Preciso fazer xixi.
- Queremos mijar com você. Sabemos que você gosta quando mijo na sua buceta.
- Acho que o Marcos falou demais.
- Vamos com você, putona.
Os três abraçados, eles com as picas à mostra e Ela de calcinha, subiram as escadas. Ela virava a cabeça para um e davam um beijo, depois para o outro e a mesma coisa. Os peitos dela balançavam. Caminharam pelo corredor e invadiram o banheiro.
- Tira essa calcinha – ordenou Quique, acariciando seu pau ainda ereto.
- Tá bom. Vou sentar na privada, beleza?
- Perfeito, putona.
Ela desceu a calcinha até tirar completamente, ficando só com as meias e o sutiã. Passavam a mão na bunda e nas costas dela, apalpando. Abriu a tampa da privada e sentou, recostando-se na caixa acoplada. Olhou para eles mordendo os lábios, como se fosse uma avalanche de prazer incontrolável. Abriu as pernas, expondo sua boceta aberta. Os dois se posicionaram na frente dela, um em cada joelho, seguraram seus paus e miraram. Antes de acontecer qualquer coisa, Carlota já soltava gemidos e mexia levemente o quadril, como se só pensar no que ia acontecer já a deixasse muito excitada. De sua boceta começou a escorrer um filete fraco de xixi. Imediatamente começaram a mijar nela, dois jatos grossos e amarelados caíram sobre os pelos, encharcando toda a boceta, respingando nas pernas e no baixo ventre.
O mijo produzia nela um prazer devastador e ela balançava o quadril quase gemendo com gritos.
- Au… Au… Ahhhhh…
- Sua puta, como você gosta… Olha como ela se contorce, a safada.
Miravam direto na boceta, de onde vários filetes escorriam para o fundo da privada. Ela gemia se contorcendo de prazer, até que teve que se tocar com a mão direita, com os jatos caindo no dorso da mão. Deixaram sua boceta e a mão encharcadas, assim como vários respingos nas meias e no ventre. Ela respirava mais relaxada, embora passasse a mão por cima da boceta molhada.
- Como vocês me deixam… – disse ela.
Sancho pegou a calcinha do chão e entregou para ela.
- Se limpa, putinha, e vamos para sua cama.
- Tá bom.
Na frente deles, tentou secar a Buceta com a calcinha, passando a peça pela barriga e virilha. Ela cortou pedaços de papel higiênico para limpar as coxas e as meias. Eles a observavam. Ela se levantou e os acompanhou até o quarto. Virou-se para eles. Quique se adiantou ao amigo.
- Deita, joga-se pra trás…
Ela sentou na beirada e se jogou para trás. Os seios tendiam a cair para os lados. Quique abriu mais suas pernas e se jogou em cima dela, se remexendo, até conseguir enfiar o pau na boceta. Que sensação sentir aquele pau tão grosso. Que gosto foder com aquele gordinho ruivo. Ela gostava mais dele do que do Sancho. Mal aproximou o rosto do dela, misturando os hálitos, Carlota plantou as mãozinhas na sua bunda macia, apertando as nádegas para que ele a comesse. Quique começou a se remexer e ela pôs-se a gemer como uma louca.
- Ahhh… Ahhh… Ahhh…
Ela esticava o pescoço e sacudia a cabeça no lençol. Sancho os observava circulando a cama. Ela dava tapinhas na sua bunda, para que ele fosse mais forte. Quique esmagava seus peitos com o tórax. Movia-se ágilmente, alargando sua boceta. Carlota gemía como uma puta. Ele acelerou e ela notou como ele gozava, como a enchia por dentro. Ela começou a acariciar sua bunda, deslizando as palmas pelas nádegas, buscando um pingo de relaxamento, até que Quique esticou os braços e se retirou.
Agora era a vez de Sancho. Posicionou-se diante dela e, como Quique, jogou-se em cima. Pesava muito menos e seu corpo era só osso. Imediatamente, ao deitar-se, começou a beijá-la, ao mesmo tempo que enfiava seu pau fino e comprido. E começou a se mover. Ela abraçou seu pescoço e ergueu as pernas para cruzá-las em suas costas, para que ele entrasse com a boceta mais aberta. Gemia escandalosamente olhando para Quique por cima do ombro de Sancho. Ele deu uma acelerada e parou com a bunda contraída. Ambos respiraram relaxados e, assim que ele se levantou, a boceta transbordou, começou a fluir porra em direção ao rabo do cú. Estava cheia. Eles arfavam, exaustos do esforço, acabados pelas duas corridas.
Depois de alguns segundos para relaxar, ela finalmente se levantou, sentando na beirada da cama.
- Não vamos te deixar prenha, né? – Sancho se preocupou.
- Tô tomando pílula.
- Você tá bem cheinha, hein, putona?
Ela olhou pra própria buceta. Escorria porra em abundância, encharcando os lençóis.
- Vocês têm que ir, preciso buscar as crianças.
Os dois se aproximaram dela e acariciaram seu rosto.
- Quando tiver fome, você já sabe. Putas como você precisam de foda.
- Sim, claro – ela sorriu para eles.
Quando os caras se vestiram e foram embora, ela tomou um banho e limpou um pouco os vestígios da luxúria. Ela tinha medo de si mesma, estava assustada com aquele comportamento, sabia que tinha se tornado uma ninfomaníaca depois da aventura com Marcos. Acabara de transar na própria casa com outros dois jovens, depois do marido tê-la pegado com outro. Estava enlouquecendo, se sentia doente, uma viciada em sexo, só queria se sentir puta e por isso se submetia a qualquer tipo de exigência. Tinha gosto de cu e de pica. Ela não era assim. Buscou as crianças na escola e nem sequer comeu, deitou-se no sofá se sentindo mal. Não sabia o que estava acontecendo com ela. Precisava de ajuda, precisava da ajuda de um profissional, precisava curar aquelas sensações lascivas, lutar para recuperar sua dignidade, não podia sair por aí chupando o cu de dois jovens estudantes ou deixar que fodessem seu nariz. Buscou na internet e encontrou uma psicóloga especialista em vício em sexo, com terapias a cada quinze dias até superar o trauma. Telefonou e marcou uma consulta para o dia seguinte às onze da manhã, o consultório ficava no centro e ofereciam discrição e anonimato. Disse à especialista que preferia não contar nada ao marido e narrou sem detalhes suas aventuras sexuais após o relacionamento com Marcos. A mulher disse que poderia ajudá-la, que as terapias lhe fariam bem e que só atendia mulheres com esse problema.
Passou a tarde com o marido e as crianças sem sair de casa e simulou sua angústia como pôde, embora lhe viesse o sabor dos boquetes e das picas, o gosto das duas ejaculações que haviam gozado nela, embora resistisse e não chegasse a se masturbar.
Na manhã seguinte, seu marido a acompanhou até a escola e tomou café da manhã com ela perto de casa. Jose estava um pouco melhor, se comportava de maneira mais carinhosa com ela, como se esforçando para esquecer o que acontecera, confiante de que as coisas voltavam ao normal. Disse que tinha um dia agitado e que o mais provável era que não fosse almoçar em casa. Como sempre, falou-lhe do assédio do chefe, com suas ameaças e exigências. Assim que Jose foi para o banco, ela entrou em casa para se vestir.
Vestiu-se de maneira espetacular, consciente de que com sua maturidade deixaria mais de um babando. Mas o olhar dos homens a excitava. Por isso precisava se curar. Passou gel no cabelo castanho, penteando-o para trás e enrolando a cauda em um coque. Colocou suas meias pretas semitransparentes e uma calcinha fio-dental preta combinando, com sapatos de salto agulha para realçar a silhueta. E depois um vestidinho de lã justo e curto, branco com listras horizontais azuis, bem marinheiro, com decote aberto e arredondado. E por cima um casaco de vison longo, desabotoado.
Ouviu mais de um elogio e mais de um ficou babando ao vê-la passar. Estava excessivamente glamourosa com o vestido justo e curto sob o casaco aberto. Foi de ônibus até o centro. Os homens a olhavam e ela se excitava. O consultório ficava perto da sede do banco onde seu marido trabalhava, então ela se aproximou para sacar dinheiro no caixa eletrônico. Não sabia quanto poderia custar a consulta. Telefonou para Jose para ter certeza de que ele não estava por perto e, ao desligar com ele, o chefe de seu marido, don Aurelio, saía naquele momento da sede. Estava de paletó com um terno marrom, camisa azul-celeste e gravata amarela. Era de estatura mediana, com cabelo cacheado e uma barba densa cobrindo o rosto. Tinha uma barriguinha, dura e curvada, com pernas e braços grossos. Já beirava os sessenta e cinco anos. O pessoal estava torcendo para ele se aposentar, era um filho da puta implacável que não titubeava, com modos ríspidos ao lidar com seus subordinados.
- Don Aurelio!
Ele parou de repente e sua surpresa foi visível ao vê-la tão impecavelmente elegante, com aquele vestidinho justo e curto sob o casaco de vison, exibindo suas longas pernas com meias pretas semitransparentes.
- Olá, Carlota, que surpresa, o que você faz por aqui?
- Nada, fazendo compras.
Deram beijinhos nas bochechas. Ele pôde senti-la, pôde tocá-la de leve.
- Há pouco falei com seu marido.
- É mesmo? Pois eu estava vendo roupas para as crianças e no fim nada. Já estava indo embora.
- Quer um café? Eu ia tomar café da manhã.
- Tá bom, combinado – ela disse, muito disposta.
Foram caminhando lado a lado e conversando. Carlota era mais alta que ele. Não combinavam, uma mulher como ela, com quarenta anos e tão glamourosa, toda arrumada, ao lado de um cara tão velho quanto don Aurelio, com aqueles cabelos e aquela barba tão negra.
Entraram numa cafeteria e foram até o balcão. Carlota sentou-se num banco e cruzou as pernas na direção dele, com o casaco aberto para os lados. Os olhos de don Aurelio iam direto para as pernas, e Carlota percebia esses olhares. Pediram cafés e conversaram amigavelmente por um bom tempo. Ela brincou sobre o assédio psicológico a que ele submetia seu marido.
- O grandessíssimo filho da puta é um pouco preguiçoso. Tem que acordá-lo, dar-lhe com o chicote.
- Não seja tão duro com ele, don Aurelio. Você acaba com ele, ele chega em casa feito um pudim.
- Ele é um mole, um bundão. O filho da puta fica o dia todo coçando o saco.
- É que ele surta por qualquer coisa, don Aurelio. Conversaram mais um pouco. Carlota estava excitada só de ficar de gracinha com um homem, mesmo que ele fosse muito mais velho, repugnante e chefe do seu marido. A hora da consulta já tinha passado. O chefe pagou a conta e saíram. Acendeu um cigarro e começaram a se despedir. Já estavam juntos há mais de meia hora.
- Bom, don Aurelio, fico feliz de tê-lo visto.
- Te acompanho até o carro enquanto fumo o cigarro.
- Vou pegar um táxi, don Aurelio.
- Não, mulher, eu te levo.
- Não se incomode, por favor.
- Não é incômodo. Eu te levo. Tenho que fazer uma visita e não me importo de passar por lá.
- Como o senhor quiser.
Caminharam até o luxuoso Mercedes do chefe, se aproximando um pouco mais. Antes de entrar, ela tirou o casaco de vison e estendeu nos bancos traseiros, depois entrou ao lado dele e cruzou as pernas eroticamente. O chefe olhou para ela ao dar partida. Que coxa, com a perna cruzada, a borda da meia aparecia na base do vestido. E o formato dos seios, que curvas, com o vale visível no decote. Durante o trajeto foram conversando, mas o chefe não tirava os olhos, principalmente da borda da meia, das pernas dela, transparentes pelas finas meias que usava. Ele estava de pau duro. A putinha tinha ele todo excitado e ainda parecia ingenuamente bobinha. Carlota sabia que às vezes ele olhava suas pernas, mas não queria constrangê-lo e falava como se nada estivesse acontecendo.
Parou em frente à porta da casa dela.
- Bom, Carlota, é aqui, não é?
- Sim, sim, é aqui, olha, e muito obrigada, não sabe como agradeço.
- Não tem importância, mulher, é um prazer.
- Quer entrar e tomar um café?
Não esperava por isso e o pegou de surpresa. Ele ainda estava de pau duro.
- Um café? Claro, estou com tempo de sobra.
Desceram do carro e enquanto ela abria a porta e o acompanhava até a sala, balançando a bunda na frente dele, o chefe recebeu algumas ligações. Carlota fez um gesto para que ele se sentasse no sofá enquanto ela pendurava o casaco e a bolsa e, com seu vestido branco de listras azuis, arrasou ao se dirigir para a cozinha. Ela o ouvia xingar seu interlocutor, rondando na frente do sofá. Viu ele tirar o paletó e a gravata, ficando só de camisa, a camisa azul, que realçava ainda mais a curva da sua barriga.
Ela trouxe a bandeja com as duas xícaras e ele ainda estava de pé, discutindo. Carlota sentou-se na beirada, levemente virada para a direita, e cruzou as pernas. O vestidinho subiu tanto que ultrapassou a faixa de renda e apareceu um pedaço de carne. Ao vê-la naquela posição, com a renda da meia já para fora, com um pedaço da coxa à vista, ele mandou o interlocutor para a puta que pariu e jogou o celular em cima do paletó.
Foi se sentar à sua direita, bem perto dela, que permanecia ereta e um pouco virada para ele. Quase se tocavam os joelhos dos dois. Ele a olhou com certo descaramento. Ela tinha o vestido bem levantado. Ao descruzar as pernas, as duas meias de renda ficaram por fora da lã branca e ele viu a calcinha dela, um triângulo preto entre as coxas.
- Com tudo que o senhor tem que fazer, don Aurelio… Estou atrapalhando.
- Não se preocupa, gostosa, prefiro tomar este café com você do que lidar com idiotas como seu marido…
Carlota sorriu, como querendo mostrar que não se importava.
- Coitado, don Aurelio.
- Ele é um banana, Carlota, não me enche.
- Já falei para ele, é que qualquer coisa o deixa agoniado.
- São uns putos otários, incluindo seu marido.
- Não se irrite, don Aurelio.
- E você, Carlota? Já se acostumou com a nova vida?
Ela se levantou e, para não parecer descarada, puxou o vestidinho para baixo para cobrir as faixas. Foi até o móvel balançando a bunda. Pois estou achando muito difícil, seu Aurélio, pra ser sincera, e já faz alguns meses –. Ela se curvou para pegar o cigarro, empinando a bunda na direção dele, e o vestido escorregou, ultrapassando as faixas de renda novamente e revelando a carne bem branquinha das suas coxas. O velho se beliscou. Filha da puta, como ela era gostosa. Ela se endireitou, sem que as rendas chegassem a cobrir tudo direito, e se virou acendendo o cigarro –. Eu me entedio muito em casa, seu Aurélio, me sinto muito sozinha, sabe? Deixei todo meu círculo lá.
Voltou para o sofá. Como os peitos dela se mexiam sob a lã. Sentou-se de novo da mesma maneira, perto dele, à sua esquerda, com as pernas juntas, ereta e inclinada na direção dele. De novo as faixas apareciam e dava pra ver a calcinha lá no fundo.
– Você se entedia em casa?
– Eu sou uma mulher muito ativa, por isso pra mim é uma novidade tomar um café com alguém, mesmo que seja com o ogro do chefe do meu marido, hahahaha – brincou, dando um tapinha carinhoso no braço dele.
– Não sou tão ogro assim, mulher, o que acontece é que estou cercado de incompetentes e seu marido é um deles.
– É que o José chega como chega, todo dia, né? Fica insuportável, como se a gente não tivesse vida…
– Vamos, que o baita viadinho nem cumpre… – ele se atreveu.
– Nem cumpre – ela sorriu, arqueando as sobrancelhas –. Como o senhor ouve, seu Aurélio, é assim que ele me deixa agoniada.
– Que viadão. E ainda por cima vocês não podem dar uma aliviada indo em putas.
– Nem isso, hahaha – ela sorriu pra ele –. O senhor vai em putas? – perguntou.
– Sim, às vezes me dou esse capricho.
– E sua mulher?
– Aquela vaca não fica sabendo de nada, na idade dela já não está pra muitos trotes. E o que se faz com uma puta não se faz com sua mulher, entende?
– Claro, é assim mesmo, no casamento é sempre igual, tudo a mesma coisa, mais chato.
– Eu adoro ir em putas. Às vezes gasto uma grana, me Subo dois ou três e já enjoo de foder, entende? - É? Tipo uma orgia, né? - Mais ou menos. - Bom, se ele se diverte com elas… E dá conta de todas? Hahahaha… – riu num tom descontraído. - As putinhas me tratam como se eu fosse um urso de pelúcia. - Por quê? - Como tenho muito pelo, elas gostam de tocar na minha barriga. - Não me diga… - Quer ver? - Bom, tá… Começou a desabotoar a camisa azul-clara, de cima para baixo. Ao terminar, se levantou e a tirou, recostando-se novamente. Tinha a pele bronzeada e era muito peludo, com pelos longos até nos ombros. Tinha uma barriga dura e curvada, com muito pelo em volta do umbigo largo, assim como entre os peitorais, com mamilos inchados e meio macios, cada um cercado por uma coroa de pelos. - O que acha? Pareço um urso, né? - É. - Quer me tocar? Vai, toca na minha barriga. Carlota levantou sua mãozinha direita e apoiou a palma sobre sua barriga. Suas unhinhas vermelhas brilhavam naquela pele vasta e oleosa coberta de pelos. Começou a deslizá-la carinhosamente por toda a curvatura, passando por cima do umbigo, pelos lados, sentindo a enorme quantidade de pelos. Era dura. Ele relaxou, olhando para ela. - O que você acha? - Parece um urso de pelúcia, como elas dizem. Levantou a outra mãozinha, acariciando-o com as duas por toda a barriga, como se fosse uma grande bola de cristal. A direita subia em direção aos pelos do peito, enfiando os dedinhos, e a esquerda descia por cima do umbigo, perto do cinto. - Ummmm… Adoro quando as putas me tocam assim… Guiava suas mãozinhas por todos os lados, em suaves carícias. - Gosta? - Ummm, sim, você me lembra as putas. Por que não chupa um pouquinho? - Sim, como quiser – respondeu docilmente. Sem deixou de apalpar todo o seu tórax, curvou-se em sua direção, pressionando os seios contra seu lado, e começou a espalhar beijinhos pela barriga, deixando marcas de batom.
- Ummmm, assim, putinha, que delícia, que gostoso...
Foi semeando beijos por toda a curvatura, sentindo a pele oleosa e o atrito dos pelos. Pôs a língua para fora e enfiou a pontinha no umbigo, lambiscando bem devagar no fundo. Ouviu ele resfolegar. Mantinha as mãozinhas sobre ele. Arrastou a língua bem devagar ao redor do umbigo, deixando um rastro de saliva pelo caminho. Por ter os cabelos engomados e presos, não atrapalhavam. Olhava para ele enquanto passava a língua.
- Que prazer você me dá, vadia, você não tem noção...
- O senhor gosta?
- Continua...
Aproximou a boca do peito dele e começou a mordiscar um mamilo, saboreando-o, puxando-o com os lábios, lambendo-o com a ponta da língua. Puxou os pelos mais longos do meio com os lábios e esticou a língua para lamber o outro mamilo mais distante, com os seios bem apertados contra seu lado. A mão esquerda não parava de acariciar sua barriga.
Afastou um pouco a boca, como se procurasse onde beijá-lo.
- Por que não tira esses peitos e esfrega em mim?
- O senhor gosta disso?
- Sim, vai, vadia.
Endireitou-se e puxou o decote de um lado, libertando seu enorme seio gordo e redondo. Depois puxou o outro lado, ficando com os dois peitos para fora. Segurou-os pela base e inclinou-se para ele, esfregando os mamilos eretos naquela barriga peluda.
- Ummmm, que delícia, putinha... Muito bom... Assim... Esfrega, putinha...
Tentou enfiar um mamilo dentro do umbigo. O velho balançava a cabeça e a barriga subia e descia aceleradamente pelo estímulo de prazer. Arrastou os seios pela curvatura, conduzindo os mamilos entre os pelos do peito, pressionando-os levemente contra sua pele, com os rostos quase se tocando. Respiravam ofegantes, olhando-se nos olhos. Soltou os seios, deixou-os repousando sobre ele dele, e se beijaram de língua bem devagar, de forma apaixonada. A mãozinha esquerda deslizou do umbigo até a parte baixa do ventre, passou por cima do cinto e começou a esfregar o pacote por cima da calça, apertando com a palma da mão, sentindo a dureza do pau, percebendo seus contornos. Ela permanecia deitada sobre ele, com os peitos colados na pele oleosa, beijando-o e esfregando-o.
- Quer me fazer um boquete, puta?
- Sim, don Aurelio, estou muito excitada.
- Vamos.
Ela se levantou e ficou de pé. Ele tinha toda a barriga babada e cheia de marcas de beijos. Ela se ajoelhou entre suas pernas e tirou os sapatos e as meias. O velho a observava reclinado. Ela puxou as calças até tirá-las. Ele tinha pernas grossas e muito peludas. Ela pegou a cueca pelas laterais e a deslizou pelas pernas, revelando seu pau grosso, tão grosso que quase parecia uma lata de refrigerante, com bolas bem grandes e flácidas. Ele tinha tanto pelo que quase chegava à metade do pau ereto.
Ela o deixou completamente nu. Queria mostrar a ele que era uma Promíscua. Com os peitos para fora, ela se colocou de quatro e aproximou a boca de um de seus pés, apoiado no chão, e começou a passar a língua como uma puta pelo peito do pé. Don Aurelio começou a se masturbar.
- Isso, porca, você faz muito bem…
Ela passou a língua por cima dos dedos e lambeu o tornozelo ao redor, depois se ergueu, caminhou entre suas pernas e se curvou, dando uma mordida no pau. Mal cabia na boca. Suas mandíbulas estalaram. Mas ele colocou ambas as mãos sobre seus cabelos engomados, forçando-a a enfiar tudo. Ele tirou as mãos e ela começou a chupar, levantando um pouco a cabeça e abaixando, sem tirá-lo completamente.
- Abaixa a calcinha, puta – ele ordenou, puxando o vestido dela até a cintura.
Sem parar de chupar, ela jogou os braços para trás e puxou a calcinha preta um pouco para baixo, deixando... O cu dela ao ar livre.
Assim, de costas, com a buceta entre as pernas e a calcinha abaixada, com os peitos balançando, o marido via de longe, do hall de entrada, ela chupando o chefe. Ele viu ela virar a cabeça para chupar as bolas dele, dando mordidinhas, lambendo como uma puta enquanto ele relaxava batendo uma. Ela mesma levantou as pernas dele para lamber o cu, um ânus vermelho e inchado. Passava a língua por cima e dava linguadas nele. As bolas batiam na testa dela. Ela ficou mais de cinco minutos lambendo o cu dele. Depois o chefe baixou as pernas. Ela se levantou e tirou o vestido pela cabeça. Terminou de abaixar a calcinha até tirar e arqueou as pernas montando em cima do velho. Enfiou o pau dele na buceta e agarrou a bunda dela com as mãos grandes para movê-la. Os dois começaram a gemer como loucos, fodendo com energia. Os peitos balançavam no rosto barbudo do velho. Ela pulava gemendo enquanto levava tapas nas nádegas. Jose podia ver como o pau enorme dilatava a boceta dela, como entrava e saía, como as bolas batiam nos lábios vaginais, como o chefe abria e fechava o cu dela. Os gritos ecoavam. Ela mantinha uma mãozinha em cada ombro peludo do velho. Tentava dar uma mordida nos peitos quando roçavam na boca dela. Aceleraram, ele começou a mover a bunda dela com velocidade, assentando ela no pau, até que ele soltou um gemido escandaloso e parou com o pau enfiado e as mãos grandes sobre as nádegas. Carlota se deixou cair sobre ele, ofegando como uma puta, apoiando os peitos na barriga dele, e começaram a se beijar e acariciar.
Jose viu que pelo tronco do pau, ainda metade enfiado na boceta, apareceu uma gota de porra. Escorreu até as bolas e ficou presa entre alguns pelos. Começaram a cair mais gotinhas, formando fileiras pelo tronco do pau até alcançar a curvatura das bolas. Ele saiu da casa. Tinha passado por lá e reconhecido o Mercedes do chefe, e tinha imaginado. Sua mulher era uma promíscua sem escrúpulos e ele um corno, mas seria um corno consentido, porque a amava tanto que teria que fazer vista grossa a partir daquele mesmo momento. Fim.
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