Este relato é totalmente fictício, nenhum personagem tem relação com qualquer pessoa real.
Meu nome é Alejandro, mês passado completei meus tão esperados 21 anos, sou argentino e sou um filho bastardo. Meu velho teve a alegria de receber seu tão esperado filho homem, o problema é que a mulher que me pariu não passava de uma puta de universidade que, bêbada, abriu as pernas pro primeiro que pagou um drink pra ela. Um ano depois, meu velho me segurava nos braços, feliz que nem cachorro com dois rabos, triste por ver que minha "mãe" tinha se matado depois de me dar à luz. Ele me criou com uma alegria imensa, a esposa dele nem tanto. Nos primeiros anos, eu dava pena, e ela me criou. Quando ela teve a terceira filha, eu tinha só 5 anos, as outras duas tinham 7 e 12. Crescemos como irmãos, segundo a mãe dela, e segundo meu pai, crescemos como seres humanos. Crescemos juntos, mas apesar de serem filhas do meu velho e meias-irmãs, eu não via elas como as pestinhas chatas que te irritam os nervos, como meus colegas falam. Eu via elas como garotas sempre, e a partir de hoje, como mulheres.
XX: Feliz aniversário, filho. Vai, acorda que hoje você falta na facul.
Eu: Valeu, pai, assim vale a pena acordar no aniversário da gente.
XX: hahaha, você adora um rala e rola, hein?
XX: Alejandro, Marcos, Micaela, Josefina, Ariana... desçam pra comer [soou a voz da mulher].
Marcos: Já vamos, meu amor.
Micaela: Já tô descendo.
Josefina: Já vou!
Ariana: Mãããe... e meu ursinho???
XX: Você não tá grande demais pra ficar procurando urso de pelúcia??
Marcos: Suas irmãs vão começar a qualquer minuto...
Eu: Aposto 200 conto que a Jose começa...
Marcos: Fechado, eu vou na Ariana...
XX: MICAELA, PELO AMOR DE CRISTO, PARA DE DORMIR E DESCE AGORA!!
Eu: Perdemo os dois, hahahaha.
Assim foi a manhã. Eu pensei que faltar na faculdade era o melhor, não teria que aturar os sermões da Rodriguez sobre como os fundadores do país eram piratas que só queriam encher os bolsos, nem meus colegas. Querendo comprar a calcinha das minhas irmãs pra "usar de noite". Hoje eu ia ficar sozinho... mas aconteceu uma coisa que deixou minha tarde ainda melhor...
Marcos: Eliza... Josefina tá com 40 de febre.
Eliza: Tá de sacanagem!
Marcos: Não, não é brincadeira, acabei de medir a febre dela...
Eliza: Bom, então ela fica em casa... e o TEU filho cuida dela...
Marcos: Ale, topa?
Eu: Sem problema...
Muitos reclamariam de cuidar das irmãs, mas eu não tenho irmãs, então pra mim era de boa cuidar delas... fiquei mais um tempinho na cama rolando e sonhando com putaria sem igual... até que cansei de sonhar e levantei, fui pro banheiro e entrei no chuveiro, um banho gelado era o que eu precisava, me acordou na hora e me deixou bem calmo... antes de sair, estiquei um braço, peguei uma toalha, enxuguei o corpo, joguei na cabeça e me apoiei na pia pra recuperar o fôlego.
Josefina: Nunca pensei que você pudesse ter uma tão grande, sendo que quando era menor era tão pequena.
Eu: Que porra é essa?! [gritei, me virando de repente e caindo no chão]
Josefina: Olhando o que tá balançando entre as tuas pernas... [falou com um sorriso safado]
Eu: Você não tá com febre??? [me cobrindo o mais rápido que pude com a toalha]
Josefina: Tô, sim, e vim tomar um banho frio pra baixar... não precisa se esconder, óbvio que eu fico de olho no teu pau desde pequena...
Eu: Acho que a febre fritou teu cérebro... somos irmãos.
Josefina: MEIOS... irmãos... só isso... me ajuda a tomar banho?
Eu: Tem outra opção?
Josefina: Sei lá, se quiser que eu desmaie e me afogue por causa da febre... não me ajuda. Se eu importo pra você, me ajuda...
Eu: Tá bom, tá bom... beleza, espera aí que vou me vestir.
Josefina: Cê é burro? Ou a porra do leite subiu pra cabeça? Se vestir, vai molhar tudo, fica pelado mesmo e pronto...
Óbvio que, por mais absurdo e punheteiro que pareça, ela também tinha razão... então não discuti à toa e fiz o que ela mandou. Josefina: me ajuda com a roupa...
Eu: tenho que te deixar pelada?
Josefina: não nega que você não ia gostar... eu percebo quando você me olha na piscina, me come com o olhar mais que o resto do mundo
eu: . . .
fiquei na frente dela, com um pouco de calma levantei os braços, tirei a camisola que ela usava, por baixo disso, não tinha nada além de uma pele firme, de tom claro, o cabelo preto dela fazia do corpo dela uma imagem erótica, quase pornográfica, os peitos dela eram firmes, grandes pra idade dela, passando dos 103, as auréolas eram claras e os mamilos eretos eram como sinos de bronze, na hora que tirei a camisola, a pele dela foi se arrepiando, os lábios tremiam; acho que; de vergonha, a cara dela me olhava vermelha, os olhos azul perolado, cravaram nos meus, as bochechas se encheram de um carmim rosado, e as mãos dela voltaram pra posição de uma dama, cobrindo a virilha sentada no vaso,
Josefina: não me olha assim... punheteiro... tô com vergonha
eu: te olho como o que você é...
Josefina: o que eu sou, vamos ver?
eu: uma mulher linda... e muito sensual...
em silêncio ela se levantou na minha frente, se aproximou da banheira e abriu a torneira, a água fria caía quase sem barulho, cristalina, a Josefina adora tomar banho com velas aromáticas, então sentou e começou a acender os velões, levantou e me olhando de esguelha se apoiou na banheira e mostrando as pernas, que desenhavam uma linha perfeita, parecia uma lágrima de anjo, assim exposta, me mostrou também parte da buceta, coberta pela calcinha, apertada ali, aparecendo tentadora, gritando pra mim "PÁRA DE ME OLHAR... E COMEÇA A ME TOCAR"
Josefina: apaga a luz...
eu: hein?
Josefina: apaga a luz...
eu: sim
Josefina: me ajuda a entrar na água...
cheguei perto dela, peguei na mão dela, coloquei a outra na cintura dela e segurei pra ela entrar, quando colocou a perna xingou de dor, quando colocou a outra xingou ainda mais, e aí Pele de galinha aumentou, o mais engraçado foi quando ela sentou, o rosto dela mudou completamente, virou uma cara de sofrimento, mesmo a água sendo natural, os 40 graus de febre dela eram um tormento. Quando ela sentou, os peitos dela ficaram perfeitos, os mamilos mais duros que as torres do Vaticano.
Josefina: pega a esponja e esfrega meu corpo...
eu: acho que você tá exagerando no mando...
Josefina: se você tem razão... me desculpa... posso te pedir uma coisa?
eu: tá bom... o que você quer?
Josefina: quero que você me coma...
eu: bom... pera... O QUÊ?!
Josefina: quero... que... você... me coma... entendeu ou quer que eu fale mais devagar?
eu: não não, entendi... mas eu te pergunto: você é louca ou simplesmente doente?
Josefina: tenho 23 anos... sou dois anos mais velha que você, e tô falando pra você meter essa pica... nos meus buracos... sou virgem só pra poder te comer...
eu: bom...
"Bom" foi minha resposta... acho que Josefina tinha razão, a porra subiu pra minha cabeça, eu ia comer minha meia-irmã e falei que sim, ela simplesmente disse "vai pro teu quarto e me espera".
Foram os 10 minutos mais longos de toda a minha vida de puta, sentei do jeito que tava na minha cama, e sem perceber, esperei ela com a pica dura igual um tijolo.
Josefina: caralho, sério, não pensei que você podia ter tão grande, quanto mede? 18?
eu: sei não, nunca medi...
Josefina: deixa eu medir pra você...
Assim, sem mais nada, ela simplesmente andou até minha cama, se ajoelhou, e me olhando, falou:
Josefina: minha boca, virgem, tá muito feliz de sentir ela dentro de mim... [pega com cuidado e eu reagi a isso] ela tá pulsando... e muito forte... é muito linda...
Josefina simplesmente molhou os lábios, eu ouvia ela juntando saliva na boca, ela simplesmente levantou ela e passou a língua da base até a ponta... uma sensação gostosa pra caralho, quando senti o calor da boca dela, não aguentei muito mais, a umidade das bochechas dela, a porosidade da... língua, o contato com os dentes dela, macios e as pontas... cada milímetro de pele sentia algo diferente... sentindo tudo isso, soltei, gozei na boca dela, soltei uns 4 ou 5 dias sem me tocar... eu, geralmente, me masturbo umas 13 ou 15 vezes por dia, então desenvolvi uma boa resistência sexual, mas sentir a boca da minha meia-irmã... fiz o que pude para não perder aquele espetáculo... olhei atentamente, no rosto dela se desenhou quase o pânico, a surpresa foi total, ela arregalou os olhos, e começou a gemer, recebeu toda minha descarga direto na boca, quando pensei que ia se engasgar com a porra, ela engoliu tudo de uma vez... Josefina: pedaço de animal... desde quando não se bate uma? Eu: segunda... Josefina: e solta tanta porra desde ontem...??? Eu: sim, óbvio, eu me acabo na punheta... isso não é nada... olha só Josefina: você continua duro que nem filho da puta... consegue me foder? Eu: apostamos algo? Josefina: o que você quer apostar? Eu: se eu te fuder e você gozar mais de 4 vezes, me deixa estourar sua barriga de leite... Josefina: tá bom, vamos... até porque hoje é o dia mais seguro... e se você perder? Eu: se perder, você decide... Josefina: se não conseguir fazer nada do que disse, você fode minha colega Caty... Eu: pra mim não tem problema... até porque sei que você vai morrer de ciúmes se eu fuder ela... Aí ela subiu na cama e se deitou de barriga pra cima, abriu um pouco as pernas, e quando olhei, os lábios externos estavam completamente inundados... o clitóris sobressaía como se fosse um botãozinho, então como não precisava de nenhum tipo de preparação, encostei e comecei a empurrar... devagar Vou tentar explicar da melhor forma que puder isso... ao enfiar a cabeça da minha pica na buceta dela, a umidade e o calor eram incríveis, deslizava pra dentro, os músculos se tensionavam, mas cediam à pressão, o rosto da minha meia-irmã era uma obra de arte, os olhos dela se cravaram nos meus, a boca aberta muda tentava dizer palavras que eu não entendia, de repente ela mordeu o lábio e senti a aceitação dela... ela me prendeu com as pernas... e começou a empurrar, o interior estava pegando fogo, senti cada dobra, cada centímetro, cada mililitro de fluido que jorrava dela me encharcava a pica e era lindo, com um simples empurrão, cheguei até a base, podia sentir com a ponta o fundo, a boca do útero dela,
josefina: é muito grande, é muito grande, você tá afundando meu cóccix... tá doendo... tá doendo, seu filho da puta, você tem uma pica enorme, mas se parar eu juro que te arranho toda com as unhas... continua... continua assim... ahhhh ahahhhh meu útero... meu úterooo é tão bom...
eu: nem pense que vou tirar, é uma delícia, e vou abrir sua buceta... não se preocupa que vou encher seu útero de porra, igual você pediu.... haaaa haaaa ahhh sim... posso enfiar mais se quiser
josefiina: sim... sim... vai fundo... minha cabeça, nem sei o que tô falando, ahhhh mete, me parte, me enche de pica... me enche de porra... haaaa ahhhhhhh
devagar, com pouca força, empurrei minha pica dentro dela, e sentia como o cóccix dela, a entrada do útero, esticava e fechava na ponta da minha pica, cada vez que empurrava sentia que ia apertando mais e mais... não acreditava como era gostoso... de repente, levantei as pernas dela pros meus ombros e comecei a foder ela como uma verdadeira puta, os olhos da josefina estavam revirados... e a mandíbula dela tinha afrouxado, ela tava num transe sexual, pedia mais, e mais forte, e foi isso que eu fiz, cada vez mais forte, continuei empurrando até os dois ficarmos sem voz... com um pouco de medo, e um pouco de êxtase, eu senti como ela se abriu toda pra minha cabeça, minha irmã se contorceu pra trás, com violência, com ferocidade, ela me soltou com as mãos e pernas, não consegui ver o rosto dela, mas ela tava aterrorizada, o estalo que ela sentiu significava que eu tinha entrado no útero dela, algo que eu simplesmente achava impossível, mas não, Ao mesmo tempo, sentia como algo a preenchia, algo quente, que facilitou minha retirada, enquanto continuava enchendo ela...
eu: poxa... escapou dentro de você... foi tão gostoso...
josefina: eu sei... você arrebentou minha buceta até o fundo e encheu ela com seu leite fervendo...
minha buceta tá doendo, mas não quero parar de sentir isso... ahhh, gozei de novo... ahhhh ahhhhhhhh
Enquanto via minha irmã mais velha se contorcendo entre dor e prazer, nem percebi que a Micaela, a do meio... tinha nos encontrado...
Meu nome é Alejandro, mês passado completei meus tão esperados 21 anos, sou argentino e sou um filho bastardo. Meu velho teve a alegria de receber seu tão esperado filho homem, o problema é que a mulher que me pariu não passava de uma puta de universidade que, bêbada, abriu as pernas pro primeiro que pagou um drink pra ela. Um ano depois, meu velho me segurava nos braços, feliz que nem cachorro com dois rabos, triste por ver que minha "mãe" tinha se matado depois de me dar à luz. Ele me criou com uma alegria imensa, a esposa dele nem tanto. Nos primeiros anos, eu dava pena, e ela me criou. Quando ela teve a terceira filha, eu tinha só 5 anos, as outras duas tinham 7 e 12. Crescemos como irmãos, segundo a mãe dela, e segundo meu pai, crescemos como seres humanos. Crescemos juntos, mas apesar de serem filhas do meu velho e meias-irmãs, eu não via elas como as pestinhas chatas que te irritam os nervos, como meus colegas falam. Eu via elas como garotas sempre, e a partir de hoje, como mulheres.
XX: Feliz aniversário, filho. Vai, acorda que hoje você falta na facul.
Eu: Valeu, pai, assim vale a pena acordar no aniversário da gente.
XX: hahaha, você adora um rala e rola, hein?
XX: Alejandro, Marcos, Micaela, Josefina, Ariana... desçam pra comer [soou a voz da mulher].
Marcos: Já vamos, meu amor.
Micaela: Já tô descendo.
Josefina: Já vou!
Ariana: Mãããe... e meu ursinho???
XX: Você não tá grande demais pra ficar procurando urso de pelúcia??
Marcos: Suas irmãs vão começar a qualquer minuto...
Eu: Aposto 200 conto que a Jose começa...
Marcos: Fechado, eu vou na Ariana...
XX: MICAELA, PELO AMOR DE CRISTO, PARA DE DORMIR E DESCE AGORA!!
Eu: Perdemo os dois, hahahaha.
Assim foi a manhã. Eu pensei que faltar na faculdade era o melhor, não teria que aturar os sermões da Rodriguez sobre como os fundadores do país eram piratas que só queriam encher os bolsos, nem meus colegas. Querendo comprar a calcinha das minhas irmãs pra "usar de noite". Hoje eu ia ficar sozinho... mas aconteceu uma coisa que deixou minha tarde ainda melhor...
Marcos: Eliza... Josefina tá com 40 de febre.
Eliza: Tá de sacanagem!
Marcos: Não, não é brincadeira, acabei de medir a febre dela...
Eliza: Bom, então ela fica em casa... e o TEU filho cuida dela...
Marcos: Ale, topa?
Eu: Sem problema...
Muitos reclamariam de cuidar das irmãs, mas eu não tenho irmãs, então pra mim era de boa cuidar delas... fiquei mais um tempinho na cama rolando e sonhando com putaria sem igual... até que cansei de sonhar e levantei, fui pro banheiro e entrei no chuveiro, um banho gelado era o que eu precisava, me acordou na hora e me deixou bem calmo... antes de sair, estiquei um braço, peguei uma toalha, enxuguei o corpo, joguei na cabeça e me apoiei na pia pra recuperar o fôlego.
Josefina: Nunca pensei que você pudesse ter uma tão grande, sendo que quando era menor era tão pequena.
Eu: Que porra é essa?! [gritei, me virando de repente e caindo no chão]
Josefina: Olhando o que tá balançando entre as tuas pernas... [falou com um sorriso safado]
Eu: Você não tá com febre??? [me cobrindo o mais rápido que pude com a toalha]
Josefina: Tô, sim, e vim tomar um banho frio pra baixar... não precisa se esconder, óbvio que eu fico de olho no teu pau desde pequena...
Eu: Acho que a febre fritou teu cérebro... somos irmãos.
Josefina: MEIOS... irmãos... só isso... me ajuda a tomar banho?
Eu: Tem outra opção?
Josefina: Sei lá, se quiser que eu desmaie e me afogue por causa da febre... não me ajuda. Se eu importo pra você, me ajuda...
Eu: Tá bom, tá bom... beleza, espera aí que vou me vestir.
Josefina: Cê é burro? Ou a porra do leite subiu pra cabeça? Se vestir, vai molhar tudo, fica pelado mesmo e pronto...
Óbvio que, por mais absurdo e punheteiro que pareça, ela também tinha razão... então não discuti à toa e fiz o que ela mandou. Josefina: me ajuda com a roupa...
Eu: tenho que te deixar pelada?
Josefina: não nega que você não ia gostar... eu percebo quando você me olha na piscina, me come com o olhar mais que o resto do mundo
eu: . . .
fiquei na frente dela, com um pouco de calma levantei os braços, tirei a camisola que ela usava, por baixo disso, não tinha nada além de uma pele firme, de tom claro, o cabelo preto dela fazia do corpo dela uma imagem erótica, quase pornográfica, os peitos dela eram firmes, grandes pra idade dela, passando dos 103, as auréolas eram claras e os mamilos eretos eram como sinos de bronze, na hora que tirei a camisola, a pele dela foi se arrepiando, os lábios tremiam; acho que; de vergonha, a cara dela me olhava vermelha, os olhos azul perolado, cravaram nos meus, as bochechas se encheram de um carmim rosado, e as mãos dela voltaram pra posição de uma dama, cobrindo a virilha sentada no vaso,
Josefina: não me olha assim... punheteiro... tô com vergonha
eu: te olho como o que você é...
Josefina: o que eu sou, vamos ver?
eu: uma mulher linda... e muito sensual...
em silêncio ela se levantou na minha frente, se aproximou da banheira e abriu a torneira, a água fria caía quase sem barulho, cristalina, a Josefina adora tomar banho com velas aromáticas, então sentou e começou a acender os velões, levantou e me olhando de esguelha se apoiou na banheira e mostrando as pernas, que desenhavam uma linha perfeita, parecia uma lágrima de anjo, assim exposta, me mostrou também parte da buceta, coberta pela calcinha, apertada ali, aparecendo tentadora, gritando pra mim "PÁRA DE ME OLHAR... E COMEÇA A ME TOCAR"
Josefina: apaga a luz...
eu: hein?
Josefina: apaga a luz...
eu: sim
Josefina: me ajuda a entrar na água...
cheguei perto dela, peguei na mão dela, coloquei a outra na cintura dela e segurei pra ela entrar, quando colocou a perna xingou de dor, quando colocou a outra xingou ainda mais, e aí Pele de galinha aumentou, o mais engraçado foi quando ela sentou, o rosto dela mudou completamente, virou uma cara de sofrimento, mesmo a água sendo natural, os 40 graus de febre dela eram um tormento. Quando ela sentou, os peitos dela ficaram perfeitos, os mamilos mais duros que as torres do Vaticano.
Josefina: pega a esponja e esfrega meu corpo...
eu: acho que você tá exagerando no mando...
Josefina: se você tem razão... me desculpa... posso te pedir uma coisa?
eu: tá bom... o que você quer?
Josefina: quero que você me coma...
eu: bom... pera... O QUÊ?!
Josefina: quero... que... você... me coma... entendeu ou quer que eu fale mais devagar?
eu: não não, entendi... mas eu te pergunto: você é louca ou simplesmente doente?
Josefina: tenho 23 anos... sou dois anos mais velha que você, e tô falando pra você meter essa pica... nos meus buracos... sou virgem só pra poder te comer...
eu: bom...
"Bom" foi minha resposta... acho que Josefina tinha razão, a porra subiu pra minha cabeça, eu ia comer minha meia-irmã e falei que sim, ela simplesmente disse "vai pro teu quarto e me espera".
Foram os 10 minutos mais longos de toda a minha vida de puta, sentei do jeito que tava na minha cama, e sem perceber, esperei ela com a pica dura igual um tijolo.
Josefina: caralho, sério, não pensei que você podia ter tão grande, quanto mede? 18?
eu: sei não, nunca medi...
Josefina: deixa eu medir pra você...
Assim, sem mais nada, ela simplesmente andou até minha cama, se ajoelhou, e me olhando, falou:
Josefina: minha boca, virgem, tá muito feliz de sentir ela dentro de mim... [pega com cuidado e eu reagi a isso] ela tá pulsando... e muito forte... é muito linda...
Josefina simplesmente molhou os lábios, eu ouvia ela juntando saliva na boca, ela simplesmente levantou ela e passou a língua da base até a ponta... uma sensação gostosa pra caralho, quando senti o calor da boca dela, não aguentei muito mais, a umidade das bochechas dela, a porosidade da... língua, o contato com os dentes dela, macios e as pontas... cada milímetro de pele sentia algo diferente... sentindo tudo isso, soltei, gozei na boca dela, soltei uns 4 ou 5 dias sem me tocar... eu, geralmente, me masturbo umas 13 ou 15 vezes por dia, então desenvolvi uma boa resistência sexual, mas sentir a boca da minha meia-irmã... fiz o que pude para não perder aquele espetáculo... olhei atentamente, no rosto dela se desenhou quase o pânico, a surpresa foi total, ela arregalou os olhos, e começou a gemer, recebeu toda minha descarga direto na boca, quando pensei que ia se engasgar com a porra, ela engoliu tudo de uma vez... Josefina: pedaço de animal... desde quando não se bate uma? Eu: segunda... Josefina: e solta tanta porra desde ontem...??? Eu: sim, óbvio, eu me acabo na punheta... isso não é nada... olha só Josefina: você continua duro que nem filho da puta... consegue me foder? Eu: apostamos algo? Josefina: o que você quer apostar? Eu: se eu te fuder e você gozar mais de 4 vezes, me deixa estourar sua barriga de leite... Josefina: tá bom, vamos... até porque hoje é o dia mais seguro... e se você perder? Eu: se perder, você decide... Josefina: se não conseguir fazer nada do que disse, você fode minha colega Caty... Eu: pra mim não tem problema... até porque sei que você vai morrer de ciúmes se eu fuder ela... Aí ela subiu na cama e se deitou de barriga pra cima, abriu um pouco as pernas, e quando olhei, os lábios externos estavam completamente inundados... o clitóris sobressaía como se fosse um botãozinho, então como não precisava de nenhum tipo de preparação, encostei e comecei a empurrar... devagar Vou tentar explicar da melhor forma que puder isso... ao enfiar a cabeça da minha pica na buceta dela, a umidade e o calor eram incríveis, deslizava pra dentro, os músculos se tensionavam, mas cediam à pressão, o rosto da minha meia-irmã era uma obra de arte, os olhos dela se cravaram nos meus, a boca aberta muda tentava dizer palavras que eu não entendia, de repente ela mordeu o lábio e senti a aceitação dela... ela me prendeu com as pernas... e começou a empurrar, o interior estava pegando fogo, senti cada dobra, cada centímetro, cada mililitro de fluido que jorrava dela me encharcava a pica e era lindo, com um simples empurrão, cheguei até a base, podia sentir com a ponta o fundo, a boca do útero dela,
josefina: é muito grande, é muito grande, você tá afundando meu cóccix... tá doendo... tá doendo, seu filho da puta, você tem uma pica enorme, mas se parar eu juro que te arranho toda com as unhas... continua... continua assim... ahhhh ahahhhh meu útero... meu úterooo é tão bom...
eu: nem pense que vou tirar, é uma delícia, e vou abrir sua buceta... não se preocupa que vou encher seu útero de porra, igual você pediu.... haaaa haaaa ahhh sim... posso enfiar mais se quiser
josefiina: sim... sim... vai fundo... minha cabeça, nem sei o que tô falando, ahhhh mete, me parte, me enche de pica... me enche de porra... haaaa ahhhhhhh
devagar, com pouca força, empurrei minha pica dentro dela, e sentia como o cóccix dela, a entrada do útero, esticava e fechava na ponta da minha pica, cada vez que empurrava sentia que ia apertando mais e mais... não acreditava como era gostoso... de repente, levantei as pernas dela pros meus ombros e comecei a foder ela como uma verdadeira puta, os olhos da josefina estavam revirados... e a mandíbula dela tinha afrouxado, ela tava num transe sexual, pedia mais, e mais forte, e foi isso que eu fiz, cada vez mais forte, continuei empurrando até os dois ficarmos sem voz... com um pouco de medo, e um pouco de êxtase, eu senti como ela se abriu toda pra minha cabeça, minha irmã se contorceu pra trás, com violência, com ferocidade, ela me soltou com as mãos e pernas, não consegui ver o rosto dela, mas ela tava aterrorizada, o estalo que ela sentiu significava que eu tinha entrado no útero dela, algo que eu simplesmente achava impossível, mas não, Ao mesmo tempo, sentia como algo a preenchia, algo quente, que facilitou minha retirada, enquanto continuava enchendo ela...
eu: poxa... escapou dentro de você... foi tão gostoso...
josefina: eu sei... você arrebentou minha buceta até o fundo e encheu ela com seu leite fervendo...
minha buceta tá doendo, mas não quero parar de sentir isso... ahhh, gozei de novo... ahhhh ahhhhhhhh
Enquanto via minha irmã mais velha se contorcendo entre dor e prazer, nem percebi que a Micaela, a do meio... tinha nos encontrado...
1 comentários - [relato]Jogo de Bastardo[/relato]