ANTES:
- Tia: UFFF QUE DELÍCIA, TÔ ENSOPADA POR DENTRO E POR FORA DO SEU LEITE… PORRA, SENTI COMO
ESSES ÚLTIMOS JATOS BATERAM BEM NO FUNDO…
MEU DEUS, minha tia sentiu meus jatos de porra batendo no fundo do cu dela… INACREDITÁVEL….
Minha tia, sem olhar pra trás, deitou de bruços e ficou lá largada, coberta de porra… até com as
nádegas fechadas dava pra ver uma abertura no meio… meu deus… Desci da cama e me agachei, aí
Nelson deitou do lado dela e começou a beijá-la, então aproveitei pra sair do quarto
sem fazer barulho.. Quando tava fechando a porta, dei uma última olhada na cama da minha mãe….porra….
Tava cheia de manchas pra todo lado.. Minha tia pelada deitada, coberta de porra nas costas e na bunda, e meu
amigo do lado dela acariciando e distraindo ela. Fechei a porta com cuidado e ouvi alguém
se levantando da cama da minha mãe, então apressei o passo e entrei no meu quarto, deixando a porta
meio aberta.. A porta do quarto da minha mãe se abriu e minha tia saiu completamente pelada, com aquela bucetinha
depilada IRRITADA, começou a andar pro banheiro e quando entrou, olhei pra bunda dela…que rabo
mais gostoso… salpicado de porra.. MINHA porra…. Visto de longe, percebi que as costas da minha tia eram
branquinhas, porque era o tom de pele dela, mas a bunda tava vermelha pra caralho, ela entrou no banheiro, fechou a porta
e começou a tomar banho. Olhei pra minha mãe, que continuava na mesma posição de quando eu tinha saído, fui com
cuidado até minha cama e deitei. Fiquei pensando em tudo… porra…. Tinha visto meu amigo meter no cu da minha
tia… e aquela imagem da bunda da minha tia nunca ia sair da minha cabeça… gozei no cu da minha
tia e consegui acertar uns jatos dentro do buraco, não era muito difícil pelo aberto que
tava… meu deus… já tava duro de novo… minha tia… hoje descobri que minha tia era uma mulher que gostava de pau…. Comecei a entender o que o Nelson dizia sobre ser natureza... Aquela mulher que brincava comigo, me comprava brinquedos e bolos, e na cama se derretia por uma pica que a fodesse... de inocente não tinha nada... francamente, se tivesse a oportunidade, eu comeria minha tia.... E com esses pensamentos, acabei dormindo......
A claridade do dia entrou no meu quarto, me acordando do meu torpor. Deviam ser umas 12, olhei pro celular e vi que eram 14:45. Será que eu tinha dormido tão tarde a ponto de acordar nesse horário? Olhei pra cama que tinha sido ocupada pela minha mãe na noite anterior e descobri que estava sozinho. A cama estava arrumada e o quarto, organizado. Me levantei e me vesti pra descer pra sala, de onde vinham umas vozes que identifiquei como sendo da minha mãe, da minha tia e daquele imbecil que na noite anterior tinha sodomizado minha tia.... Bom, pra que negar que eu também não tinha culpa? Eu também meti no cu da minha tia, e a ereção que eu sentia ao lembrar disso deixava claro que eu não sentia remorso.
Terminei de me vestir e desci pra sala. Quando cheguei, vi os três na entrada da minha casa. Minha chegada chamou a atenção deles, e todos se viraram pra mim.
- Tia: Oiiii, bom dia, dorminhoco! Tava quase indo embora e pensei que não ia conseguir me despedir do meu sobrinho favorito. – Tenho que dizer que, não sei se por efeito da minha imaginação ou por causa das últimas horas da vida da minha tia, ela estava muito mais radiante e com um brilho nos olhos.
- Nelson: E aí, cara, não te acordamos porque achamos melhor deixar você dormir, já que ontem fomos todos dormir muito tarde – ele disse isso piscando um olho pra mim, o que passou despercebido pras duas mulheres.
- Eu: Ufa, dormi maravilhosamente bem. Bom dia pra todos. Já vai, tia? Quando a gente vai te ver de novo? – No meio dessa frase, comecei a andar em direção à minha tia, que estava a uns 8 metros de mim, pra me despedir dela. Quando já tinha andado uns dois metros... ela se aproximou de mim, deixando a mala de rodinhas no ponto de partida.
Algo estranho estava rolando e eu não conseguia descobrir o que era. Olhei pro meu amigo e ele levou a mão à boca pra tampar a risada, se virando de costas pra gente pra esconder o esforço de não cair na gargalhada. Mas o que diabos tava acontecendo? Olhei pra minha mãe e ela tinha uma cara que misturava raiva e tristeza, observando minha tia de cima a baixo pelas costas enquanto ela vinha se despedir de mim. Algo tava rolando que fazia o Nelson cair na risada e aquela reação da minha mãe em relação à minha tia… tava claro que a fonte dessas emoções era minha tia. Eu já tinha parado no meio do caminho porque tava concentrado em descobrir o que eu tava deixando passar, enquanto minha tia continuava vindo na minha direção pra se despedir. Sim, tava na cara: as risadas do Nelson e aqueles olhares de raiva da minha mãe tinham origem na minha tia, que continuava se aproximando mancando, com uma mão no cu… Claro!!!!! É isso!!!! Minha tia não conseguia disfarçar, não tava disfarçando que tava com o cu arrombado, porque mancava segurando a bunda…
Agora que eu sabia qual era a fofoca, não acreditava que não tinha percebido antes… era triste ver minha tia andando passo a passo mancando, mas mais ainda sabendo que o motivo era a enrabada da noite anterior, dada pelo meu amigo e por mim.
- Tia: É, querido, já vou indo, e pra ser sincera não sei quando volto, mas o que eu sei é que essa visita não vou esquecer tão cedo – Minha tia falou essa última frase com um tom debochado e, quando chegou perto de mim, me deu dois beijos de despedida e um abraço. Era estranho, mas eu já não via minha tia como aquela mulher meiga e adorável. Começava a entender a filosofia do Nelson de que, por mais meiga e boa que uma mulher seja, ela sempre vai precisar de uma rola… lei da natureza.
- Eu: Bom, tia, então até a próxima, vou sentir sua falta. – Não vou mentir… A BUNDA DELA TAMBÉM.
- Mãe: Bom, Laura, melhor se apressar, vai acabar perdendo o trem, vamos. – Parecia que minha mãe já estava de saco cheio
da minha tia, o ciúme transbordava por cada poro da pele dela e o que aconteceu na noite anterior tinha
machucado muito ela.
-Tia: Bom, então vou indo, já que tá na hora- Dito isso, voltou com sua mancada cômica pra pegar a
mala e, abrindo a porta, foi rua abaixo até o ponto de táxi pra seguir pra estação de
trem.
Minha mãe fechou a porta e o Nelson continuava rindo, o que fez ela dar um olhar
assassino enquanto ia pra cozinha com uma careta de nojo. O Nelson, por sua vez, passou por mim e me deu um tapinha
de camarada no ombro, indo pro banheiro e me deixando sozinho no corredor.
Comemos tarde naquele dia, deviam ser umas 15:45 e, pra ser sincero, não teve nada de notável naquele dia além
dos olhares assassinos constantes da minha mãe pro meu amigo, que tava pouco se lixando pra ela, rindo e
ignorando. Passamos a tarde jogando videogame, tenho que admitir que o
negão ficou de boa naquele dia e nos divertimos os dois jogando Call of Duty, até demos umas
gargalhadas juntos detonando outros caras na internet. Lá pelas 19:30, no meio de uma partida, ouvi
minha mãe terminar de lavar a louça e ir pro quarto dela, que duvido que estivesse arrumado e com a cama feita,
vendo como minha tia andava, e também acho que meu amigo não fez a cama, então era pra isso que minha mãe ia,
arrumar a cama e organizar o quarto. Estávamos terminando a partida quando minha mãe passou na nossa frente,
tapando a TV por alguns segundos, enquanto dava olhares de nojo pro Nelson.
Nós dois percebemos que na mão ela levava uma camisinha usada, que eu imaginei ser a que o Nelson usou
com minha tia. Dava pra ver que tava cheia e, com a luz, vimos a mão da minha mãe molhada por causa da gozada que ainda
devia estar fresca. Dei uma olhada de canto pro Nelson e vi ele rindo, voltando a atenção pra
tela da televisor para continuar a partida como se nada tivesse acontecido. Porra, era alucinante, meu amigo come minha tia e deixa a camisinha usada largada… e a coitada da minha mãe toda suja de porra na mão… mas tudo bem, isso era o de menos, pelo visto naquele verão.
O resto do dia foi perfeito, minha mãe fez o jantar pra gente, mas ela já tinha jantado e foi cedo pra cama, e nós fomos continuar jogando e vimos uns filmes, acabando os dois dormindo no sofá, encerrando a quarta-feira.
Os 3 dias seguintes foram perfeitos, quinta-feira Nelson e eu passamos o dia na piscina e jogando, sexta-feira meu amigo não ficou na minha casa porque surgiram uns problemas na casa dele, me deixando sozinho com minha mãe, então passei o dia estudando, e sábado Nelson chegou à noite com a melhor notícia que podia me dar.
-Nelson: Carlos, vou embora pra minha casa, não aguento mais estudar e tenho vários trabalhos pra entregar se quiser passar e não ser morto em casa. –Ele me disse na sala enquanto minha mãe e eu assistíamos TV e notei como minha mãe olhava fixamente pra ele, sem acreditar.
Meu amigo já tinha a mochila pronta com as roupas dele e as pastas que tinha trazido. Não podia acreditar, depois de tudo, esse pesadelo ia acabar, cada um na sua casa e na sua vida, porra, finalmente.
-Eu: Beleza Nelson, como quiser, a gente se vê, boa sorte com os trabalhos. –Notei minha mãe ficando nervosa.
Depois das despedidas, Nelson foi pra casa dele, deixando eu e minha mãe sozinhos de novo, minha mãe estava estupefata, acho que não esperava que Nelson fosse embora tão cedo.
Os dias passaram, acumulando 2 semanas e 5 dias sem Nelson em casa, mas com as perguntas incessantes da minha mãe perguntando se eu sabia algo dele ou se ele ia voltar pra passar uns dias na nossa casa, até que num domingo, enquanto almoçávamos, minha mãe viu que eu estava no chat do celular e me perguntou:
Mãe: Você está Falando com o Nelson? Diz pra ele que, se quiser vir passar uns dias, não atrapalha nada, que eu só trabalho de manhã essa semana e ele pode vir sem problema nenhum. – Dava pra perceber um tom de necessidade na voz dela, não tinha como negar, ela tava sentindo falta dele…
Eu: Tô falando com o Sergio, porra, mãe. O Nelson já foi embora, tem trabalho e prova, e como o pai dele foi passar esse mês em Cuba com a namorada, ele aproveitou e tá sozinho em casa.
Mãe: Mas, amor, me dá pena ele ficar sozinho na casa dele, coitadinho. – Coitadinho? Pelo amor de Deus, parecia uma viciada em abstinência.
Eu: Bom, ele já é grandinho, ele que se vire, porra. Não me enche mais o saco, caralho.
Mãe: Não fala assim comigo, por favor, que eu sou sua mãe. Olha, me dá o número dele que eu mando um chat pra ele e convenço ele, assim você não fica entediado, vai. – Puta que pariu, que chata. Deixei o celular com ela já na tela do contato do Nelson. Minha mãe começou a trocar mensagem com ele como se fosse uma viciada preparando a dose, me dava tanto nojo daquele comportamento de necessitada da minha mãe que fui pro banheiro escovar os dentes e tomar um banho.
Quando saí, meu celular tava em cima da mesa da cozinha e minha mãe tava lavando louça enquanto cantava uma música do Manolo Escobar. Olhando pra ela incrédulo, depois de duas semanas de tristeza, fui pegar meu celular e levei comigo pro meu quarto pra estudar.
Eram 18:15 quando fiz uma pausa e me deitei na cama pra trocar mensagem no celular, quando de repente percebi que a conversa do Nelson com minha mãe não tinha sido apagada. Me preparei pra ler, sentando na cama.
-Mãe: Nelson, é a Sara. O Carlos já me disse que você tá sozinho em casa porque seu pai foi pra Cuba. Se quiser, pode vir passar uns dias, que eu entendo que você se sinta sozinho.
-Nelson: Oi, Sara. Obrigado pelo convite, mas tenho que recusar, me sinto muito desconfortável na sua casa.
-Mãe: O quê? Por quê? Vai, vai. vem passar uns dias, até porque essa semana só trabalho de manhã.
- Nelson: Não, Sara, além disso tenho uns trampos e não me sinto à vontade sendo o convidado do Carlos porque tenho que ficar de olho se o Carlos tá por perto, se o Carlos ouve algo que não deve, se o Carlos não sei o quê… Carlos, Carlos, Carlos… e pra isso eu fico na minha casa. – Não acreditei, aquele puto imbecil tava dando a entender que o problema era que minha mãe se segurava com o sexo na minha frente.
- Mãe: Porra, Nelson, se for por causa dos trampos eu te ajudo a fazer, ajudo vocês dois a fazer os trampos.
- Nelson: Não, não me sinto à vontade de novo sendo o convidado do Carlos.
- Mãe: Mas… dessa vez você vai ser meu convidado… o Carlos vai ter que aguentar, você vai ser meu convidado. Não vai mais ser o amigo do meu filho que vem passar uns dias… vai ser meu amigo especial que eu convido pra vir na minha casa uns dias. – Será que minha mãe tava dando a entender que cedia e parava de disfarçar na minha frente?
- Nelson: Seu convidado?
- Mãe: Siiim, vai, te convido eu e ajudo vocês a fazer os trampos.
- Nelson: Hmmm, tá bom, me convenceu, amanhã vou de noite que tenho uns assuntos pra resolver.
- Mãe: Tá bom, e assim você me ajuda a mover a cama pra limpar atrás dela, que você é mais forte que o Carlos.
- Nelson: Me liga que vou te explicar as condições.
Porra… finalmente Deus ouviu minhas preces e levou o Nelson pra fora da minha casa, e é a putinha da minha mãe que tá implorando pra ele voltar… vai se foder. E esse "me liga que vou te explicar as condições" não me cheirava nada bem.
Naquele dia minha mãe tava super feliz, não parava de cantar e até começou a limpar a casa toda. A noite chegou com o jantar e minha mãe não me disse nada sobre o Nelson vir no dia seguinte. Deixei pra lá e fingi que não era comigo, fui pra cama assim que terminei de jantar enquanto minha mãe lavava a louça e continuava com as músicas dela. Devo ter ido dormir umas 22:25. Cair no sono por volta das 23:30 por causa dos nervos
da chegada… perdão… da volta daquele chato pra minha casa.
No dia seguinte acordei lá pelas 10:15, tenho que admitir que pulei da cama de uma vez e
espiei no corredor pra ver se aquele idiota já tinha chegado. A resposta que meus ouvidos e olhos
receberam foi que não, minha mãe tava na sala sozinha vendo TV, respirei aliviado e entrei
no quarto pra arrumar a cama, me vestir e logo depois estudar. O resto do dia passei
estudando e nervoso com a volta da tortura da minha vida. Parecia que eu ouvia a campainha a cada minuto…
Depois do jantar, não tinha nem uma hora que eu tava estudando quando a campainha tocou, mandando uma onda
de arrepios pela minha espinha. Espiei na escada e fiquei de pé olhando minha mãe abrir a
porta e aparecer na soleira o meu amigo Nelson com uma….. uma mala? Uma mala enorme ele trouxe…
mas que porra? Quantos dias ele pensava em ficar na minha casa? Minha mãe recebeu ele e deu um beijo na
bochecha que durou mais do que eu gostaria, enquanto eu fingi surpresa..
- Eu: Cara, o que cê tá fazendo aqui????
- Nelson: Oi Carlitooos, então, vim porque sua mãe me ligou pra me convidar pra passar uns dias e assim
a gente se ajuda com os trabalhos
- Mãe: Oi Nelson, Carlitos, querido, não te contei porque queria que fosse surpresa, como eu tava sozinha,
fiquei com pena e assim posso ajudar vocês com os trabalhos de matemática, que você sabe que eu mando bem.
- Nelson: Isso, CARLITOS – já tava de saco cheio de me chamarem de Carlitos e pareceu que o Nelson
tava me chamando assim pra zuar – assim eu também aproveito a sua mãe – Eu tinha uma vaga esperança de que se
esse imbecil voltasse, fosse na mesma vibe dos últimos dias que ele ficou na minha casa, de boa, jogando
videogame juntos, mas tive a sensação de que ele já tinha voltado a ser o mesmo cuzão de sempre – -Mãe: Sim, mas que fique claro que desta vez o Nelson é meu convidado, querido. Gostei muito dele e agora somos
muito amigos, tanto quanto você e ele, ou até mais – Pronto, já estamos de volta à mesma merda… –
Terminadas as boas-vindas, minha mãe disse ao Nelson pra segui-la pra deixar as malas. Minha mãe,
que tava vestindo um moletom pra ficar em casa, parecia muito feliz. Nelson obedeceu e pegou a
mala, indo pro andar de cima, onde eu tava. Minha mãe passou por mim e me deu um sorriso
carente, e atrás dela vinha o Nelson, mordendo o lábio, olhando pra bunda da minha mãe enquanto
me dava outra risada, mas mais falsa que a do próprio Judas. Eu segui eles, cabisbaixo, pro meu quarto,
quando de repente fiquei atônito, estupefato, parado no meio do corredor na frente da porta do meu
quarto, enquanto esses dois continuavam andando pro quarto da minha mãe.
-Eu: Mãe, onde cês tão indo, porra? Meu quarto é aqui – Conforme as letras saíam da minha boca,
a pergunta já parecia idiota…
-Mãe: Carlinhos, amor, o Nelson vem pro meu quarto, tá? Vamos dormir juntos, agora ele é meu amigo
e meu convidado. Se você tivesse convidado ele, ele dormia no seu. Te incomoda? – Se me incomoda?
Essa mulher, além de gostosa, é burra ou o quê?
-Nelson: O Carlinhos não se incomoda, não é mesmo, Carlinhos? – O olhar que ele me deu foi tão furioso
que eu senti que não tinha outra resposta possível a não ser não.
-Eu: Ah, tá, não, sem problema. Mas cê larga as malas e vem estudar, né?
-Nelson: Sim, vou terminar de me instalar no quarto da sua mãe e vou pro seu quarto. E você também vai, né, Sara? – Ele deu um tapa na bunda da minha mãe, que caiu na risada e devolveu o tapa no ombro dele.
-Mãe: SIIIM, antes de ir tomar banho, vou fazer uma visita pra vocês, tá?
Eles entraram no quarto e começaram a desfazer a mala do meu amigo, colocando a roupa no O armário da minha mãe, que ela tinha arrumado um espaço... porra, parecia um casal indo morar junto,
nossa, que nojo.
Eu fiquei na porta do meu quarto olhando pro quarto da minha mãe, que tava com a porta
aberta e dava pra ver os dois tirando roupa da mala e levando pro armário, aí depois de
uns 10 minutos tirando roupa entre risadas, o Nelson foi até a mesinha da minha mãe e, abrindo as
gavetas, começou a tirar as calcinhas e sutiãs da minha mãe e colocando as cuecas dele, tirou só um
montinho pequeno de calcinhas e fio-dentais, o suficiente pra caber as cuecas dele, e deixou em cima da
cama. Meu amigo se virou e, dando uma olhada no monte de lingerie, pegou um fio-dental que eu vi
amarelo, do monte, e jogou pra minha mãe, fazendo os dois caírem na risada. Depois o Nelson saiu do
quarto e veio na minha direção enquanto minha mãe continuava arrumando o armário e guardando a mala.
- Nelson: Sara, amor – amor? – vou com o Carlitos pro quarto dele, vamos estudar, lembra da gente, hein?
- Mãe: SIIIM, não se preocupem, meninos, arrumo aqui e antes de ir pro banho passo aí pra ver vocês.
Minha mãe ficou no quarto dela arrumando, claramente transbordando felicidade. O Nelson entrou no meu
quarto e me empurrou pra dentro enquanto fechava a porta.
- Nelson: Então, maricão, fica tranquilo que o papai já chegou hahahaha
- Eu: Não enche o saco, cara, você já não comeu minha tia? Deixa minha mãe em paz, você já passou dos limites.
- Nelson: Ei, Carlitos, calma, olha só, é que sua tia me botou chifre com o sobrinho dela, porra, peguei eles
praticando sexo anal, a putinha hahahaha
- Eu: Cara, você tá passando demais, sério, para de foder minha vida, não somos colegas? Isso não se faz com um
colega, pô.
- Nelson: Claro que somos colegas, Carlitos, mas eu quero ser algo mais, quero ser seu novo padrasto, quero ser o que come fode sua mãe à noite, quem recebe boquetes da sua querida e santa mãe,
quem manda você fazer a lição de casa e te castiga sem sair quando você tira nota baixa. Vou ser seu padrasto e vai ter que se acostumar com a ideia. Sua mãe aceitou parar de disfarçar na sua frente, mas é melhor você fingir que não vê nada como nunca, quero que quando você ver sua mãe se comportando como uma gostosa, você finja demência e faça ela acreditar que não acha que estamos juntos, ela e eu.
-Eu: E que diferença faz o que eu aparento?
-Nelson: Olha, Carlitos, não é a mesma coisa, porque quero ver até onde sua mãe é capaz de ir para te mostrar que a gente fode sem te contar diretamente, claro hahaha, isso eu proibi. - Então, resumindo, quando minha mãe ligou pro meu amigo pra saber as condições, eram essas: minha mãe tinha que parar de se segurar na minha frente com a putaria, mas sem confessar nada diretamente... com certeza minha mãe tinha sido uma gostosa nesse verão, mas eu sabia que era impossível ela foder na minha frente, era impossível... nem passaria pela cabeça dela, ela era muito recatada, pelo menos na minha presença.
Eu assenti com a cabeça, aceitando minha participação no plano do Nelson, e fui pra minha escrivaninha, onde sentei e comecei a pegar os apontamentos de história enquanto Nelson pegava uma cadeira e sentava do meu lado.
A gente tinha um trabalho pendente sobre a Roma Antiga nos anos de Nero, e Nelson ia fazer comigo pra cada um ter que fazer menos e passar. Começamos o trabalho, e, claro, ele ficou responsável pela capa e por pesquisar no meu notebook e ditar pra mim escrever, já que minha letra era melhor. Não avançamos muito porque aquele idiota não parava de usar o computador pra ver pornô, e o filho da puta não se contentava em ver qualquer pornô, o desgraçado estava num site de MILFs fazendo sexo interracial... FILHO DA PUTA DO CARALHO.
Combinamos que naquele dia só faríamos a capa e o índice por causa do horário avançado que era e porque ele não tava a fim de fazer nada. A gente tava fazendo a capa e vendo vídeos pornô quando a porta do meu quarto se abriu e minha mãe apareceu com aquele sorriso de idiota no rosto. Ela foi até a escrivaninha e eu sentia minhas bochechas ficando vermelhas porque meu amigo não parava de ver pornô. NÃO FECHOU A PÁGINA…. Minha mãe chegou na escrivaninha e, olhando pro computador e depois dando uma olhada rápida pra mim, ficou calada… ficou calada, alternando o olhar entre o computador e eu por uns 5 segundos, enquanto o vermelho das bochechas dela aumentava até ficar igual a um tomate. Ficamos os três em silêncio, seria um silêncio total se não fossem os gemidos e os sons da pica do preto do filme fodendo a MILF… minha mãe tava corada de se ver naquela situação na frente do filho e, tirando força não sei de onde, começou a rir, tirando a importância do momento.
- Mãe: Que que vocês tão vendo? Não sabia que vocês viam essas coisas.
- Carlos: A página abriu sozinha, mãe. – Que mentira, naquele quarto ninguém acreditava naquela farsa.
- Nelson: Mas vamos lá, Sara, vê com a gente, cê não vê esses filmes não? – Eu não queria saber se minha mãe via pornô, mas antes que eu pudesse bolir algum plano pra evitar aquela situação, minha mãe respondeu aquela pergunta odiosa.
- Mãe: Claro que eu via pornô – ela tava incrivelmente vermelha, aquela situação não era nada agradável pra ela, mas o que ela disse em seguida me fez odiar ainda mais aqueles minutos da minha vida – aliás, ainda tenho uns filmes guardados de quando meu marido me largou. – Minha mãe me olhava de canto, envergonhada, e eu não conseguia evitar gritar na minha cabeça a pergunta: MINHA MÃE GUARDA FILMES PORNÔ????
- Nelson: OHHHHHHHHH HAHAHAHAHAHAHAHA uau Sara, não me diga que cê tem filme pornô, Quem diria hein?
hahahaha, quantas você tem?
-Mãe: Só tenho duas. –Minha mãe não conseguia olhar nos meus olhos, o plano do Nelson estava desmoronando porque ele já estava cortando demais, aí meu amigo me deu um chute por baixo da mesa pra eu entrar em ação e tirar o peso da situação.
-Eu: Pô, nem sabia disso, mãe, mas fazer o quê, é normal, papai te largou, e eu sei de boa fonte que os pais do Sérgio gravam eles transando – Isso era mentira, mas eu precisava dar confiança pra minha mãe, e que melhor jeito do que dar o exemplo de alguém que é pior que ela?... mesmo sendo mentira, mas claro, ela não sabe disso. Meu comentário surtiu efeito e vi que minha mãe ficou mais relaxada, já não estava tão tensa.
-Nelson: Pois é, porra, ver pornô não é tão ruim, tem pais que fazem coisas piores, tipo os do Sérgio. Fala aí como se chamam os títulos que a gente tá morrendo de curiosidade.
As bochechas da minha mãe ficaram vermelhas de novo e ela evitou olhar diretamente… o que será que tava pegando?... acho que devia ser por causa dos títulos dos filmes, porque, pra falar a verdade, no mundo do pornô os títulos não passam despercebidos.
-Mãe: Bom… vocês vão ver… ah, gente, não lembro, melhor eu trazer os filmes pra vocês verem os títulos enquanto eu vou tomar um banho. –Não lembrar de dois títulos de filme? Isso era uma mentira enorme, o que tava rolando é que ela tava morrendo de vergonha.
-Nelson: Tá bom, meu anjo, traz os filmes que a gente vê quais são. –De novo chamando ela de anjo, tava me tirando do sério.
Minha mãe balançou a cabeça e saiu do quarto pra ir pro dela, eu tava curioso pra saber onde minha mãe guardava o pornô. É verdade que eu quase nunca pisava no quarto dela, então não conhecia os esconderijos nem as gavetas, era o quarto da minha mãe e não tinha nada pra mim lá. E em parte por isso me dava raiva que meu amigo se Se instalou no quarto da minha mãe, porque era um lugar da minha casa que nem eu conhecia 100%.
Umas 10 minutos depois, minha mãe apareceu de novo no quarto com duas caixas de DVD, veio toda vermelha e soltando risadas falsas, tentando amenizar a situação.
Ela deixou as caixas de DVD em cima da minha cama e foi pro banheiro tomar banho. Meu amigo, assim que minha mãe saiu do quarto, foi direto pegar as caixas e trouxe pra escrivaninha pra eu poder ver também. Ele jogou as caixas em cima da mesa e a gente viu os títulos… Sabia que não deviam ser títulos muito santinhos, mas mesmo assim me deu ânsia quando vi as capas daqueles filmes.
Um se chamava "JOVENS GRANDES E DUROS PRA MILF" e o outro "PIROCAS PRETAS VS BUCETAS BRANCAS".
– Nelson: OOOOOHHH caralho, olha só, tua mãe guarda uns títulos bem apropriados no quarto dela hahahaha, como vou me divertir com ela e com esses filmes, mano… sabe de uma coisa? Tua mãe e eu vamos fazer a segunda parte de "PIROCAS PRETAS VS BUCETAS BRANCAS" hahaha.
Aquele imbecil não se segurava nem um pouco. A gente ficou conversando por um tempo, e depois ele foi pegar algo pra comer na cozinha, e eu fiquei olhando pros filmes pornô que tinha na minha frente enquanto o barulho do chuveiro ecoava pelo resto da casa.
A água parou de fazer barulho e eu soube que minha mãe tinha terminado o banho, já era meio-dia passado e o sono começava a bater em mim. Aproveitando que minha mãe tinha acabado de tomar banho, saí no corredor pra entrar no banheiro de cima e não precisar descer pro de baixo de propósito. Eu tava na porta do meu quarto quando o Nelson chegou do meu lado no mesmo instante em que a porta do banheiro se abriu, soltando uma nuvem de vapor. Nós dois ficamos olhando e vimos minha mãe sair enrolada numa toalha enquanto secava o cabelo com outra, ela deu um sorriso pra gente e foi pro quarto dela, verdade seja dita, ela tava uma gostosa. Acabada de sair do banho. Eu entrei no banheiro e o Nelson foi pro quarto da minha mãe. Quando meu amigo abriu a porta pra entrar no quarto, pude ver naquele curto período de tempo que a porta ficou aberta a minha mãe completamente pelada... porra... ela tava de costas pra porta com a toalha que tinha enrolado no corpo pra tampar as partes dela jogada no chão, e enquanto ela se inclinava pra frente pra jogar o cabelo pra baixo e secar ele com facilidade. Foram uns 10 segundos ou talvez menos, mas, Deus, já fazia quase um mês que eu não via ela nua e, caralho, que gostosa que ela tava. Aquela bunda enlouqueceria qualquer um, branquinha e bem empinada pra ser de uma mulher daquela idade. O Nelson fechou a porta e, depois de ficar um instante com uma ereção enorme, entrei no banheiro e comecei a mijar.
Já deitado, tava começando a pegar no sono quando ouvi uma porta abrir e uns passos vindo pro meu quarto. A porta se abriu e apareceu o Nelson de cueca.
- Nelson: Ei, mano, faz um favor pra gente, liga o PlayStation na TV do quarto da sua mãe que a gente quer ver um filme. – O tom de voz dele tava meio alto, acho que pra minha mãe ouvir como ele tava falando comigo. Ele piscou um olho pra mim quando terminou a frase, tava na cara... iam ver um filme pornô, o filho da puta não ia nem esperar a noite seguinte.
Eu assenti como se fosse um zumbi e levantei da cama, fui na sala pegar o videogame e subi. Bati na porta do quarto da minha mãe, era inacreditável que eu nunca tivesse que bater na porta na minha própria casa até aquele momento. Minha mãe respondeu às batidas me deixando entrar, abri a porta com a mão que consegui liberar do console e entrei com ele no quarto. Meu amigo tava de pé na frente da televisão da minha mãe, era uma TV pequena que ficava num suporte num canto do quarto pra dar pra ver TV de... a cama. Olhei pro Nelson e ele tava sem camisa nem calça, o desgraçado só de cueca… o filho da puta tinha que admitir que era musculoso, tinha um torso do caralho definido, porra… parecia um puto gladiador de filme. Olhei pra minha mãe, que tava terminando de dobrar umas roupas que tinha passado o dia inteiro. Ela tava com o camisola de cetim prateado que batia uns centímetros abaixo da bunda, a verdade é que ela tava uma gostosa com aquela camisola, e ainda por cima dava pra ver que tava transparente na bunda, então eu via que ela não tava de calcinha… porra, ela ia dormir assim com meu amigo? Mas eu suspeitava que isso seria o menor dos meus problemas.
Liguei o videogame na TV e deixei ligado, dei boa noite e saí daquele quarto.
Tava chegando na porta do meu quarto quando ouvi a porta abrir de novo. Me virei e vi minha mãe vindo descalça com aquela camisola na minha direção.
-Mãe: Espera, amor, vou te acompanhar até o quarto- Eu não entendia pra quê. Por que ela queria me acompanhar até o quarto?
Entramos e eu me deitei na cama, minha mãe entrou atrás de mim e foi até a escrivaninha pegar os dois filmes que o Nelson tinha esquecido. Não acreditei, minha mãe veio sem nenhum pudor pegar os filmes pornô pra provavelmente ir ver no quarto dela com aquele preto nojento. Ela pegou e veio me dar um beijo, deus, ela tava uma delícia com aquela camisola, se descuidasse um pouco dava pra ver os segredos de mulher dela…
-Mãe: Vou mostrar os filmes pro Nelson pra gente dar umas risadas, meu anjo, te amo, boa noite.- Dar umas risadas? Mentirosa do caralho…
Fechou a porta e foi pro quarto dela.
O próximo que ouvi foi eles colocando o disco e umas risadas aqui e ali. Deram play no DVD e começou a tocar o início do filme. Tavam com o volume um pouco alto, então dava pra ouvir o filme. Perfeito. Depois de uns 15 minutos, comecei a ouvir os atores do filme transando, mas tinha algo estranho no que eu ouvia... alguma coisa me escapava... Fiquei uns minutos tentando descobrir o que estava passando batido naquele concerto de gemidos vindo da TV da minha mãe, mas não conseguia sacar o que era... foi quando eu me preparei pra dormir e esquecer tudo, e uma luz acendeu na minha cabeça... agora eu sabia o que era... dava pra ouvir os gemidos do pornô, claro, mas, porra, além disso, dava pra ouvir a cabeceira de uma cama, e aí eu entendi que aquilo não vinha de filme nenhum... Era a cabeceira da minha mãe que tava batendo feito louca. Me sentei na cama pra prestar mais atenção nos sons... E sim... dava pra ouvir uns gemidos de fundo...
- Mãe: AIHHHHHH AIHHHHHH AIHHH SIIIIM AIHHHHHHHHHHHHHHH MMMMMMM AIHHHHHHHHHHHHHHH
- Atriz: AAAAAAAAH POOOORRA NEGÃOOOOOO TRANSAAAA VAGABUNDOOOOOO ME METE ESSE PAUZÃO NA MINHA BUCCCETAAA
Tavam transando, puta que pariu... Não aguentaram nem uma noite sem foder, porra... Eu tinha esquecido o tormento que era ouvir minha mãe sendo comida. A cabeceira dela não parava de bater na parede até que o barulho ficou maior que o do próprio filme, o que não era fácil.
- Nelson: OOOHHHH SIIIIM POOOORRA ESSA BUCCCETA TÁ FECHADA DE NOVOOOO TEM QUE ABRIIIIR POOOOORRRAAAA
- Mãe: AIIIIIIIIIIIIIIIII SIIIIIIIIIIIII AIHHHH PELO AMOR DE DEUS ME COOOOMME A BUCCCETAAAA
Me enfiei nos lençóis e tapei a cabeça com o travesseiro, porque já tava cansado e queria dormir e esquecer essa nojeira toda.
Devia ter dormido umas meia hora quando umas batidas na porta do meu quarto me acordaram. Me sentei na mesma hora em que a porta do meu quarto abriu, deixando minha mãe entrar. Ela acendeu a luz e, quando meus olhos se acostumaram, pude ver ela melhor. Mesmo tendo tomado banho há umas duas horas, o cabelo dela tava completamente suado, ela vinha com a camisola de cetim prateado.
- Eu: Porra, mãe, o que foi?
- Mãe: Amor, é que o filme travou do nada e não sabemos como voltar a pôr, apareceu um aviso na tela da TV dizendo que não encontrou nenhum arquivo de vídeo. - Isso até podia ser verdade, porque meu videogame não funcionava direito e esse erro acontecia direto quando eu rodava algum DVD.
- Eu: Porra, e vocês não podem esperar até amanhã?
- Mãe: Sim, amor, mas o controle não obedece e o Nelson não sabe como desligar. - Eu tinha certeza de que o controle ia descarregar pela bateria e que o Nelson sabia o motivo, só tava se fazendo de sonso.
Levantei e minha mãe me deu um sorriso meigo, agradeceu e pediu desculpa por ter me acordado. A gente foi andando pelo corredor e eu não conseguia parar de olhar pra bunda dela... no fundo, sentia inveja do meu amigo, porque não devia ser nada ruim foder uma mulher daquela. Entramos no quarto dela e o pouco sono que me restava depois de um despertador daquele se dissipou quando vi no chão do quarto da minha mãe, bem na frente da cama, uma camisinha jogada. Tava usada e a gozada de dentro que tinha transbordado sujou o chão com aquela substância sexual. Minha mãe ficou de pé de um lado da cama enquanto o Nelson continuava deitado. O olhar da minha mãe encontrou o meu e depois, como se fosse uma coreografia, os olhares dos dois se dirigiram pra camisinha usada.
Minha mãe tava tensa e visivelmente envergonhada... até diria que assustada com a minha possível reação. Olhei pra ela de novo e, tirando forças que não sei de onde, virei pra TV e pro videogame. Comecei a conectar o carregador do controle pra poder mexer e, quando consegui fazer ele funcionar de novo, fiz o DVD voltar a rodar, deixando na TV a continuação do filme de onde tinha parado.
Meu coração deu um pulo no peito. A vergonha que senti quando o filme começou a rodar e apareceu um preto gordão com uma pica enorme fodendo uma milf, ela montada de costas pra ele, cavalgando. Mas o que me gelou o sangue foi o comentário que o filho da puta do meu amigo soltou.
— Nelson: Olha aí Saraaa, olha amor, igualzinho você e eu hahaha tão nos copiando — … O quarto ficou em silêncio… Olhei pra minha mãe, que parecia uma zebra encarando um leão, com medo da resposta… tava claro que aquilo era demais pra ela e ela tava apavorada com como eu poderia reagir. Mas eu, por covardia e pra fazer o que me mandaram, fingi demência e comecei a rir como se levasse o comentário do Nelson na brincadeira.
— Eu: Siiim, são idênticos hahaha até o preto tem o mesmo músculo que você hahaha, e mãe, não sabia que você tinha essa tatuagem no ombro hahaha.
Percebi minha mãe rejuvenescer uns 20 anos depois do peso que eu tirei dela fingindo de bobo. Começamos a rir os três no quarto, claro que minha risada era 110% falsa. Aí meu amigo Nelson levantou da cama e, quando puxou as cobertas e ficou de pé, uma nova situação constrangedora tomou conta do quarto… ele tava completamente pelado, com a pica dura igual uma linguiça. Quando se levantou, a pica balançou que nem um pêndulo. Ali tava a prova de que meu amigo da minha idade dormia no pelo na cama da minha mãe, que só usava uma camisola de cetim curta. Minha mãe continuou na onda ao mesmo tempo que avançou até ficar bem no meio do Nelson e de mim, dando as costas pro meu amigo e me bloqueando a visão daquele falo preto de proporções exageradas.
— Mãe: Claro, Carlinhos hahaha e tenho outra com suas notas do 4º ano hahaha ai meu deus, vocês são muito bestas, sério. Bom, querido, pode desligar, já que a gente tava vendo pra dar uma risada. hahaha, essa parada de pornô na verdade parece mais uma comédia do que outra coisa. –É…. Claro….e acho que de tanto rir que os dois se acabaram a cama balançava daquele jeito e batia na parede….. maldita Promiscuous.
Tirei forças lá do fundo depois da minha mãe agir daquele jeito e quis dificultar as coisas pra aquele casal de babacas.
-Eu: Ei Nelson cara, mas por que você dorme pelado? Minha mãe não te ofereceu um dos meus pijamas? Quer que eu vá pegar um pra você?
-Nelson: Que nada cara, vou dormir no pelo. Se sua mãe não se importar, claro.
-Mãe: Que nada meninos, sério que eu não me importo, Carlinhos querido já te falei que eu e o Nelson somos muito amigos e entre amigos não tem problema dormir assim. É como se você trocasse de roupa na frente dele, não te importa porque vocês são amigos, então agora ele e eu também somos.
-Eu: Ah,…..tá bom, enfim já desliguei isso pra vocês, amanhã desço o videogame que agora tô cansado.
-Mãe: Tá bom Carlinhos muito obrigada querido. – Sério, vocês já viram o filme De Volta pro Futuro, o quanto o Martin McFly ficava puto quando chamavam ele de frango? Pois comigo era a mesma coisa com o CARLINHOS….me tirava do sério porra, ela sempre falava comigo num tom como se eu fosse um moleque pequeno.
-Eu: PORRA, VAI TOMAR NO CU, não me chama de Carlinhos porra, não sou um moleque pequeno.
-Mãe: Carlinhos não fala assim comigo por favor, ande, te chamo com carinho.
-Eu: Mas você é burra ou o quê? De novo? Porra, caralho já.
Aí minha mãe ficou triste e o Nelson, afastando ela pro lado, veio andando na minha direção com aquele trabuco balançando entre as pernas e sem que eu pudesse evitar, me deu um tapa na cara…. Tinha acabado de me bater na frente da minha mãe… me senti envergonhado, porque não podia revidar já que ele me mataria com um único murro bem dado.
-Nelson: Não fala assim com sua mãe, ouviu? Se falar assim de novo, te dou um tapa mais forte. – Minha mãe atrás de Ele tava me olhando triste, mas não falou nem fez nada, aquele filho da puta depois de comer minha mãe… se instalar como se fosse o namorado dela, depois de tudo isso… não se contentava.. queria ocupar o lugar do meu pai… o que ele me disse não era pra me zoar, ele queria mandar naquela casa e fazer dela a dele, aquele filho da puta. Ficamos em silêncio e o Nelson me obrigou a pedir desculpas pra minha mãe… isso foi o pior, porque ter um amigo da sua idade te humilhando na frente da sua mãe não é nada legal…. Pedi desculpas e minha mãe disse que não tinha problema. Minha mãe veio me dar um beijo, não tinha notado antes mas ela tava fedendo a suor, depois ela foi pro lado esquerdo da cama e o Nelson pro direito, vistos de costas eu juraria que aquele cara era um dos atores secundários da série SPARTACUS…. Os dois se meteram na cama e eu fui em direção ao corredor… quando tava quase saindo o Nelson falou comigo: -Nelson: Carlitos, não quero que repita isso de falar assim com sua mãe, e pega isso e joga no banheiro já que vai sair.- Ele disse isso apontando pra camisinha…. Porra, caralho, ainda por cima queria que eu limpasse as camisinhas deles?... Olhei pra minha mãe e ela, triste, respondeu ao meu olhar: -Mãe: Querido, obedece o Nelson, vai e joga isso no vaso. – Ela não deu nenhuma desculpa pro fato de ter uma camisinha usada no chão do quarto… Me abaixei pra pegar, sujando os dedos de gozo… tava grudento. Com ela na mão, dei uma última olhada naquela cena nojenta dos dois dividindo a cama e com o rosto ainda doendo pelo tapa que levei, fui pro banheiro jogar a camisinha. Assim que me meti na cama e fechei os olhos, não consegui evitar levar a mão na minha virilha e sentir minha ereção….. -Mãe: Nossa, fico com pena do Carlitos, você bateu forte demais nele.- A voz da minha mãe se ouvia claramente e então entendi que ela tinha deixado a porta do quarto aberta e nem se preocuparam em fechá-la.
- Nelson: Ela não pode falar assim com você, e aqui as coisas vão mudar muito. Aqui quem vai ter que tomar as rédeas sou eu, porque isso tá muito descontrolado. Mas beleza, agora você podia me fazer um boquete.
- Mãe: mmm, deixa eu ver, vai, deita de barriga pra cima. - Porra, caralho, que merda, por que tive que esquecer a porta aberta? Agora dava pra ouvir tudo claramente… até ouvi a cama mexer quando Nelson deitou de barriga pra cima como minha mãe tinha mandado… porra, ia ouvir minha mãe chupando ele… Deus, que nojo.
Dava pra ouvir beijos e uma ou outra mola da cama rangendo.
- Nelson: Ohhhh isso aí, gata, coloca na boca assim, chupa, isso, chupa.
Dava pra ouvir tudo com total clareza, nunca pensei que a diferença entre uma porta aberta e fechada fosse tão grande.
- Mãe: Shhh, que a porta tá aberta, não fala tão alto.
- Nelson: Então você quer que eu fique calado? Porra, Sara.
- Mãe: Não, querido, com certeza ela acha que é o filme, mas por via das dúvidas não grita.
Os minutos passaram e minha mãe retomou o boquete, que tava sendo bem longo, porque já ia fazer uns quinze minutos e dava pra ouvir ela soltando uns sons guturais.
- Nelson: AIII ISSO, PORRA, CHUPA MINHA BUCETA, ISSO AÍ, PORRA, SÓ FALTAM 3 DEDOS PRA CHEGAR NOS OVOS, VAMOS. - Só três dedos? Porra, verdade que minha mãe tinha uma boa garganta.
- Nelson: Vamoooos, isso aí, vamos, vou gozar, porra, vamoooos, vamoooos, engole meu leite AHHHHHHHHHHHH ISSO AÍ SARAAAAAAAAAAAAAAAAA PORRA, CHUPA ESSA PIROCA PRETA SARAAAAAAAAA - A voz daquele imbecil ecoava por cada canto da casa e ele falava claramente o nome da minha mãe pra envergonhar ela, porque assim a desculpa de que era o filme pornô não ia mais colar.
- Nelson: AHHHHHHHHHHH PORRAAA, TÔ GOZANDOOOOOO, TÔ GOZANDOOOOOO, ISSO AÍ, TUDO NA SUA BOCAAAAAAAAAA.
- Mãe: MMMMMMMMPFFFFFF MMMMMPFFF GLUP GLUP GLUP MMMMMMMMPPPFFFF. - Porra, aquele filho da puta tava gozando. na boca da minha mãe, ainda bem que existem camisinhas, minha mãe usaria pra fazer o boquete, mas essa
ideia se dissipou quando, depois de um tempo, ouvi uns passos descalços, todo mundo sabe como soa quando alguém tá descalço. Ouvi a porta do banheiro abrir e ………….. me deu ânsia…. Dava pra
ouvir minha mãe cuspindo na pia, o filho da puta gozou na boca dela sem camisinha….. puta
rabo quente da minha mãe tinha me tocado. Minha mãe abriu a torneira e voltou pra cama, fechando a porta
dessa vez atrás dela.
Tenho certeza que dormi com cara de nojo…..
No dia seguinte de manhã, acordei com a notificação do celular, era 11:30 e me perguntei
que piranha tava me mandando mensagem no verão naquele horário. Me levantei e vi que era uma mensagem do Nelson, que porra
esse idiota queria de mim?, abri o arquivo e vi o texto desse imbecil.
“Ei Carlitos, conseguiu ouvir o boquete que sua mãe fez em mim?
Hahaha era pra te falar que ela me chupou e quase
enfiou tudo na boca e bem quando eu tinha
toda a pica que cabia na boca dela, gozei jorrando hahaha
enchi a boca da sua mãe de porra de novo hahaha,
mas beleza, agora de manhã vou meter pica na boca dela de novo
e vou gozar de novo.
Quando eu te mandar mensagem, vem pro quarto,
quero deixar sua mãe nervosa hahaha”
Ele tinha ideias pra caralho, o filho da puta… mas tenho que admitir que a incerteza do plano dele me deixou com tesão, fiquei olhando pro teto do quarto esperando o sinal dele, minha pica, não sei se pelo efeito matinal
ou pelas mil e uma situações que passavam pela minha imaginação sobre o plano que o Nelson podia ter, tava dura pra caralho.
Passou meia hora e recebi outra mensagem. Li correndo e dizia o seguinte:
“Ei viadinho, bom dia, sua mãe já me chupou
e acabei de gozar na boca dela, se apressa
e vem pro nosso quarto que se você demorar
ela vai entrar no banheiro e tudo vai pro caralho’’
Levantei na mesma rapidez como se tocasse um alarme de incêndio, saí no corredor de pijama e
fui até a porta do quarto da minha mãe, a cada passo que me aproximava daquela porta meu coração batia mais
e mais forte, pois não sabia o que me esperava atrás dela. Não sabia o que fazer, então bati na
porta.
-Nelson: Entra, Carlitos.
-Mãe: MMMMMM MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM – fiquei paralisado, minha mãe estava tipo gemendo com a boca
fechada, era algo estranho. Enfiei a mão na calça do pijama e usei o elástico dela pra
disfarçar a ereção. Abri a porta e entrei no quarto da minha mãe. Lá dentro, meu amigo
estava de pé com o pau meio duro e molhado, devia ser da baba da rabuda da minha mãe,
porra, ver o pau encharcado pela baba da minha mãe me dava uma sensação como se aquele
mesmo pau estivesse na minha própria boca. Olhei o resto do quarto e não vi nada fora do
normal, só a cama desfeita, então procurei minha mãe, que estava no outro lado do quarto
com a camisola de cetim prateado e umas marcas vermelhas nos joelhos… Acho que aquele filho da puta fez ela
chupar ele de joelhos como uma puta qualquer, então vi que minha mãe me olhava completamente assustada…
cagada de medo… aterrorizada… o que estava rolando? Qual era o plano do Nelson?
-Nelson: Vamos lá, Sara, não vai dar bom dia pro Carlitos? – Ele falou isso com um tom debochado que nós três
captamos na perfeição, olhei pra minha mãe e percebi o plano do Nelson… minha mãe estava com as bochechas inchadas…. AINDA TAVA COM A PORRA DAQUELE NEGRO NA BOCA, PORRA… por isso ele queria que eu fosse rápido, pra
ela não ter tempo de cuspir fora…. Nós dois ficamos olhando pra minha mãe esperando resposta, mas
ela não disse nada, só me cumprimentou com a mão enquanto ainda estava com a porra na boca. Nelson se dirigiu-se até ela e, pegando-a pela mão, trouxe-a para onde eu estava, colocando-a na minha frente. Eu estava diante da minha mãe, que estava com a boca cheia de esperma do meu amigo negro, que estava meio ereto com aquela rola.
- Nelson: Diz pra gente, Sara, o que você vai fazer pra gente comer?
- Mãe: mmmm — Minha mãe tentava responder com gestos que não sabia, a verdade é que ela era mentalmente rápida pra disfarçar, então Nelson fez gestos pra mim por trás dela pra eu puxar assunto e fazer ela falar... Fiz isso, mas não porque meu amigo mandou, e sim porque eu tava curioso pra ver como minha mãe ia se livrar daquela situação.
- Eu: Vamos lá, mãe, porra, o que você vai fazer pra comer? — Minha mãe não se livrava daquela situação. Ela jogou a cabeça pra trás e falou, evitando que o conteúdo da boca caísse.
- Mãe: NUM SEI, ACHO QUE VÔ FAZÊ UMAS SALSICHAS. — Deus, me dava tanto nojo, mas ao mesmo tempo tanto tesão.
- Nelson: O que você disse, Sara? Não entendemos nada.
- Eu: Porra, mãe, para de fazer a besta, que buceta você vai fazer pra comer hoje?
Minha mãe olhou pra nós dois com as bochechas vermelhas e, depois de alguns segundos que pareceram uma eternidade, me encarou bem nos olhos com um olhar desafiador... o que ela ia fazer?... me olhou, levantou um dedo pedindo um momento... e engoliu todo o conteúdo da boca... CONTINUA...
- Tia: UFFF QUE DELÍCIA, TÔ ENSOPADA POR DENTRO E POR FORA DO SEU LEITE… PORRA, SENTI COMO
ESSES ÚLTIMOS JATOS BATERAM BEM NO FUNDO…
MEU DEUS, minha tia sentiu meus jatos de porra batendo no fundo do cu dela… INACREDITÁVEL….
Minha tia, sem olhar pra trás, deitou de bruços e ficou lá largada, coberta de porra… até com as
nádegas fechadas dava pra ver uma abertura no meio… meu deus… Desci da cama e me agachei, aí
Nelson deitou do lado dela e começou a beijá-la, então aproveitei pra sair do quarto
sem fazer barulho.. Quando tava fechando a porta, dei uma última olhada na cama da minha mãe….porra….
Tava cheia de manchas pra todo lado.. Minha tia pelada deitada, coberta de porra nas costas e na bunda, e meu
amigo do lado dela acariciando e distraindo ela. Fechei a porta com cuidado e ouvi alguém
se levantando da cama da minha mãe, então apressei o passo e entrei no meu quarto, deixando a porta
meio aberta.. A porta do quarto da minha mãe se abriu e minha tia saiu completamente pelada, com aquela bucetinha
depilada IRRITADA, começou a andar pro banheiro e quando entrou, olhei pra bunda dela…que rabo
mais gostoso… salpicado de porra.. MINHA porra…. Visto de longe, percebi que as costas da minha tia eram
branquinhas, porque era o tom de pele dela, mas a bunda tava vermelha pra caralho, ela entrou no banheiro, fechou a porta
e começou a tomar banho. Olhei pra minha mãe, que continuava na mesma posição de quando eu tinha saído, fui com
cuidado até minha cama e deitei. Fiquei pensando em tudo… porra…. Tinha visto meu amigo meter no cu da minha
tia… e aquela imagem da bunda da minha tia nunca ia sair da minha cabeça… gozei no cu da minha
tia e consegui acertar uns jatos dentro do buraco, não era muito difícil pelo aberto que
tava… meu deus… já tava duro de novo… minha tia… hoje descobri que minha tia era uma mulher que gostava de pau…. Comecei a entender o que o Nelson dizia sobre ser natureza... Aquela mulher que brincava comigo, me comprava brinquedos e bolos, e na cama se derretia por uma pica que a fodesse... de inocente não tinha nada... francamente, se tivesse a oportunidade, eu comeria minha tia.... E com esses pensamentos, acabei dormindo......
A claridade do dia entrou no meu quarto, me acordando do meu torpor. Deviam ser umas 12, olhei pro celular e vi que eram 14:45. Será que eu tinha dormido tão tarde a ponto de acordar nesse horário? Olhei pra cama que tinha sido ocupada pela minha mãe na noite anterior e descobri que estava sozinho. A cama estava arrumada e o quarto, organizado. Me levantei e me vesti pra descer pra sala, de onde vinham umas vozes que identifiquei como sendo da minha mãe, da minha tia e daquele imbecil que na noite anterior tinha sodomizado minha tia.... Bom, pra que negar que eu também não tinha culpa? Eu também meti no cu da minha tia, e a ereção que eu sentia ao lembrar disso deixava claro que eu não sentia remorso.
Terminei de me vestir e desci pra sala. Quando cheguei, vi os três na entrada da minha casa. Minha chegada chamou a atenção deles, e todos se viraram pra mim.
- Tia: Oiiii, bom dia, dorminhoco! Tava quase indo embora e pensei que não ia conseguir me despedir do meu sobrinho favorito. – Tenho que dizer que, não sei se por efeito da minha imaginação ou por causa das últimas horas da vida da minha tia, ela estava muito mais radiante e com um brilho nos olhos.
- Nelson: E aí, cara, não te acordamos porque achamos melhor deixar você dormir, já que ontem fomos todos dormir muito tarde – ele disse isso piscando um olho pra mim, o que passou despercebido pras duas mulheres.
- Eu: Ufa, dormi maravilhosamente bem. Bom dia pra todos. Já vai, tia? Quando a gente vai te ver de novo? – No meio dessa frase, comecei a andar em direção à minha tia, que estava a uns 8 metros de mim, pra me despedir dela. Quando já tinha andado uns dois metros... ela se aproximou de mim, deixando a mala de rodinhas no ponto de partida.
Algo estranho estava rolando e eu não conseguia descobrir o que era. Olhei pro meu amigo e ele levou a mão à boca pra tampar a risada, se virando de costas pra gente pra esconder o esforço de não cair na gargalhada. Mas o que diabos tava acontecendo? Olhei pra minha mãe e ela tinha uma cara que misturava raiva e tristeza, observando minha tia de cima a baixo pelas costas enquanto ela vinha se despedir de mim. Algo tava rolando que fazia o Nelson cair na risada e aquela reação da minha mãe em relação à minha tia… tava claro que a fonte dessas emoções era minha tia. Eu já tinha parado no meio do caminho porque tava concentrado em descobrir o que eu tava deixando passar, enquanto minha tia continuava vindo na minha direção pra se despedir. Sim, tava na cara: as risadas do Nelson e aqueles olhares de raiva da minha mãe tinham origem na minha tia, que continuava se aproximando mancando, com uma mão no cu… Claro!!!!! É isso!!!! Minha tia não conseguia disfarçar, não tava disfarçando que tava com o cu arrombado, porque mancava segurando a bunda…
Agora que eu sabia qual era a fofoca, não acreditava que não tinha percebido antes… era triste ver minha tia andando passo a passo mancando, mas mais ainda sabendo que o motivo era a enrabada da noite anterior, dada pelo meu amigo e por mim.
- Tia: É, querido, já vou indo, e pra ser sincera não sei quando volto, mas o que eu sei é que essa visita não vou esquecer tão cedo – Minha tia falou essa última frase com um tom debochado e, quando chegou perto de mim, me deu dois beijos de despedida e um abraço. Era estranho, mas eu já não via minha tia como aquela mulher meiga e adorável. Começava a entender a filosofia do Nelson de que, por mais meiga e boa que uma mulher seja, ela sempre vai precisar de uma rola… lei da natureza.
- Eu: Bom, tia, então até a próxima, vou sentir sua falta. – Não vou mentir… A BUNDA DELA TAMBÉM.
- Mãe: Bom, Laura, melhor se apressar, vai acabar perdendo o trem, vamos. – Parecia que minha mãe já estava de saco cheio
da minha tia, o ciúme transbordava por cada poro da pele dela e o que aconteceu na noite anterior tinha
machucado muito ela.
-Tia: Bom, então vou indo, já que tá na hora- Dito isso, voltou com sua mancada cômica pra pegar a
mala e, abrindo a porta, foi rua abaixo até o ponto de táxi pra seguir pra estação de
trem.
Minha mãe fechou a porta e o Nelson continuava rindo, o que fez ela dar um olhar
assassino enquanto ia pra cozinha com uma careta de nojo. O Nelson, por sua vez, passou por mim e me deu um tapinha
de camarada no ombro, indo pro banheiro e me deixando sozinho no corredor.
Comemos tarde naquele dia, deviam ser umas 15:45 e, pra ser sincero, não teve nada de notável naquele dia além
dos olhares assassinos constantes da minha mãe pro meu amigo, que tava pouco se lixando pra ela, rindo e
ignorando. Passamos a tarde jogando videogame, tenho que admitir que o
negão ficou de boa naquele dia e nos divertimos os dois jogando Call of Duty, até demos umas
gargalhadas juntos detonando outros caras na internet. Lá pelas 19:30, no meio de uma partida, ouvi
minha mãe terminar de lavar a louça e ir pro quarto dela, que duvido que estivesse arrumado e com a cama feita,
vendo como minha tia andava, e também acho que meu amigo não fez a cama, então era pra isso que minha mãe ia,
arrumar a cama e organizar o quarto. Estávamos terminando a partida quando minha mãe passou na nossa frente,
tapando a TV por alguns segundos, enquanto dava olhares de nojo pro Nelson.
Nós dois percebemos que na mão ela levava uma camisinha usada, que eu imaginei ser a que o Nelson usou
com minha tia. Dava pra ver que tava cheia e, com a luz, vimos a mão da minha mãe molhada por causa da gozada que ainda
devia estar fresca. Dei uma olhada de canto pro Nelson e vi ele rindo, voltando a atenção pra
tela da televisor para continuar a partida como se nada tivesse acontecido. Porra, era alucinante, meu amigo come minha tia e deixa a camisinha usada largada… e a coitada da minha mãe toda suja de porra na mão… mas tudo bem, isso era o de menos, pelo visto naquele verão.
O resto do dia foi perfeito, minha mãe fez o jantar pra gente, mas ela já tinha jantado e foi cedo pra cama, e nós fomos continuar jogando e vimos uns filmes, acabando os dois dormindo no sofá, encerrando a quarta-feira.
Os 3 dias seguintes foram perfeitos, quinta-feira Nelson e eu passamos o dia na piscina e jogando, sexta-feira meu amigo não ficou na minha casa porque surgiram uns problemas na casa dele, me deixando sozinho com minha mãe, então passei o dia estudando, e sábado Nelson chegou à noite com a melhor notícia que podia me dar.
-Nelson: Carlos, vou embora pra minha casa, não aguento mais estudar e tenho vários trabalhos pra entregar se quiser passar e não ser morto em casa. –Ele me disse na sala enquanto minha mãe e eu assistíamos TV e notei como minha mãe olhava fixamente pra ele, sem acreditar.
Meu amigo já tinha a mochila pronta com as roupas dele e as pastas que tinha trazido. Não podia acreditar, depois de tudo, esse pesadelo ia acabar, cada um na sua casa e na sua vida, porra, finalmente.
-Eu: Beleza Nelson, como quiser, a gente se vê, boa sorte com os trabalhos. –Notei minha mãe ficando nervosa.
Depois das despedidas, Nelson foi pra casa dele, deixando eu e minha mãe sozinhos de novo, minha mãe estava estupefata, acho que não esperava que Nelson fosse embora tão cedo.
Os dias passaram, acumulando 2 semanas e 5 dias sem Nelson em casa, mas com as perguntas incessantes da minha mãe perguntando se eu sabia algo dele ou se ele ia voltar pra passar uns dias na nossa casa, até que num domingo, enquanto almoçávamos, minha mãe viu que eu estava no chat do celular e me perguntou:
Mãe: Você está Falando com o Nelson? Diz pra ele que, se quiser vir passar uns dias, não atrapalha nada, que eu só trabalho de manhã essa semana e ele pode vir sem problema nenhum. – Dava pra perceber um tom de necessidade na voz dela, não tinha como negar, ela tava sentindo falta dele…
Eu: Tô falando com o Sergio, porra, mãe. O Nelson já foi embora, tem trabalho e prova, e como o pai dele foi passar esse mês em Cuba com a namorada, ele aproveitou e tá sozinho em casa.
Mãe: Mas, amor, me dá pena ele ficar sozinho na casa dele, coitadinho. – Coitadinho? Pelo amor de Deus, parecia uma viciada em abstinência.
Eu: Bom, ele já é grandinho, ele que se vire, porra. Não me enche mais o saco, caralho.
Mãe: Não fala assim comigo, por favor, que eu sou sua mãe. Olha, me dá o número dele que eu mando um chat pra ele e convenço ele, assim você não fica entediado, vai. – Puta que pariu, que chata. Deixei o celular com ela já na tela do contato do Nelson. Minha mãe começou a trocar mensagem com ele como se fosse uma viciada preparando a dose, me dava tanto nojo daquele comportamento de necessitada da minha mãe que fui pro banheiro escovar os dentes e tomar um banho.
Quando saí, meu celular tava em cima da mesa da cozinha e minha mãe tava lavando louça enquanto cantava uma música do Manolo Escobar. Olhando pra ela incrédulo, depois de duas semanas de tristeza, fui pegar meu celular e levei comigo pro meu quarto pra estudar.
Eram 18:15 quando fiz uma pausa e me deitei na cama pra trocar mensagem no celular, quando de repente percebi que a conversa do Nelson com minha mãe não tinha sido apagada. Me preparei pra ler, sentando na cama.
-Mãe: Nelson, é a Sara. O Carlos já me disse que você tá sozinho em casa porque seu pai foi pra Cuba. Se quiser, pode vir passar uns dias, que eu entendo que você se sinta sozinho.
-Nelson: Oi, Sara. Obrigado pelo convite, mas tenho que recusar, me sinto muito desconfortável na sua casa.
-Mãe: O quê? Por quê? Vai, vai. vem passar uns dias, até porque essa semana só trabalho de manhã.
- Nelson: Não, Sara, além disso tenho uns trampos e não me sinto à vontade sendo o convidado do Carlos porque tenho que ficar de olho se o Carlos tá por perto, se o Carlos ouve algo que não deve, se o Carlos não sei o quê… Carlos, Carlos, Carlos… e pra isso eu fico na minha casa. – Não acreditei, aquele puto imbecil tava dando a entender que o problema era que minha mãe se segurava com o sexo na minha frente.
- Mãe: Porra, Nelson, se for por causa dos trampos eu te ajudo a fazer, ajudo vocês dois a fazer os trampos.
- Nelson: Não, não me sinto à vontade de novo sendo o convidado do Carlos.
- Mãe: Mas… dessa vez você vai ser meu convidado… o Carlos vai ter que aguentar, você vai ser meu convidado. Não vai mais ser o amigo do meu filho que vem passar uns dias… vai ser meu amigo especial que eu convido pra vir na minha casa uns dias. – Será que minha mãe tava dando a entender que cedia e parava de disfarçar na minha frente?
- Nelson: Seu convidado?
- Mãe: Siiim, vai, te convido eu e ajudo vocês a fazer os trampos.
- Nelson: Hmmm, tá bom, me convenceu, amanhã vou de noite que tenho uns assuntos pra resolver.
- Mãe: Tá bom, e assim você me ajuda a mover a cama pra limpar atrás dela, que você é mais forte que o Carlos.
- Nelson: Me liga que vou te explicar as condições.
Porra… finalmente Deus ouviu minhas preces e levou o Nelson pra fora da minha casa, e é a putinha da minha mãe que tá implorando pra ele voltar… vai se foder. E esse "me liga que vou te explicar as condições" não me cheirava nada bem.
Naquele dia minha mãe tava super feliz, não parava de cantar e até começou a limpar a casa toda. A noite chegou com o jantar e minha mãe não me disse nada sobre o Nelson vir no dia seguinte. Deixei pra lá e fingi que não era comigo, fui pra cama assim que terminei de jantar enquanto minha mãe lavava a louça e continuava com as músicas dela. Devo ter ido dormir umas 22:25. Cair no sono por volta das 23:30 por causa dos nervos
da chegada… perdão… da volta daquele chato pra minha casa.
No dia seguinte acordei lá pelas 10:15, tenho que admitir que pulei da cama de uma vez e
espiei no corredor pra ver se aquele idiota já tinha chegado. A resposta que meus ouvidos e olhos
receberam foi que não, minha mãe tava na sala sozinha vendo TV, respirei aliviado e entrei
no quarto pra arrumar a cama, me vestir e logo depois estudar. O resto do dia passei
estudando e nervoso com a volta da tortura da minha vida. Parecia que eu ouvia a campainha a cada minuto…
Depois do jantar, não tinha nem uma hora que eu tava estudando quando a campainha tocou, mandando uma onda
de arrepios pela minha espinha. Espiei na escada e fiquei de pé olhando minha mãe abrir a
porta e aparecer na soleira o meu amigo Nelson com uma….. uma mala? Uma mala enorme ele trouxe…
mas que porra? Quantos dias ele pensava em ficar na minha casa? Minha mãe recebeu ele e deu um beijo na
bochecha que durou mais do que eu gostaria, enquanto eu fingi surpresa..
- Eu: Cara, o que cê tá fazendo aqui????
- Nelson: Oi Carlitooos, então, vim porque sua mãe me ligou pra me convidar pra passar uns dias e assim
a gente se ajuda com os trabalhos
- Mãe: Oi Nelson, Carlitos, querido, não te contei porque queria que fosse surpresa, como eu tava sozinha,
fiquei com pena e assim posso ajudar vocês com os trabalhos de matemática, que você sabe que eu mando bem.
- Nelson: Isso, CARLITOS – já tava de saco cheio de me chamarem de Carlitos e pareceu que o Nelson
tava me chamando assim pra zuar – assim eu também aproveito a sua mãe – Eu tinha uma vaga esperança de que se
esse imbecil voltasse, fosse na mesma vibe dos últimos dias que ele ficou na minha casa, de boa, jogando
videogame juntos, mas tive a sensação de que ele já tinha voltado a ser o mesmo cuzão de sempre – -Mãe: Sim, mas que fique claro que desta vez o Nelson é meu convidado, querido. Gostei muito dele e agora somos
muito amigos, tanto quanto você e ele, ou até mais – Pronto, já estamos de volta à mesma merda… –
Terminadas as boas-vindas, minha mãe disse ao Nelson pra segui-la pra deixar as malas. Minha mãe,
que tava vestindo um moletom pra ficar em casa, parecia muito feliz. Nelson obedeceu e pegou a
mala, indo pro andar de cima, onde eu tava. Minha mãe passou por mim e me deu um sorriso
carente, e atrás dela vinha o Nelson, mordendo o lábio, olhando pra bunda da minha mãe enquanto
me dava outra risada, mas mais falsa que a do próprio Judas. Eu segui eles, cabisbaixo, pro meu quarto,
quando de repente fiquei atônito, estupefato, parado no meio do corredor na frente da porta do meu
quarto, enquanto esses dois continuavam andando pro quarto da minha mãe.
-Eu: Mãe, onde cês tão indo, porra? Meu quarto é aqui – Conforme as letras saíam da minha boca,
a pergunta já parecia idiota…
-Mãe: Carlinhos, amor, o Nelson vem pro meu quarto, tá? Vamos dormir juntos, agora ele é meu amigo
e meu convidado. Se você tivesse convidado ele, ele dormia no seu. Te incomoda? – Se me incomoda?
Essa mulher, além de gostosa, é burra ou o quê?
-Nelson: O Carlinhos não se incomoda, não é mesmo, Carlinhos? – O olhar que ele me deu foi tão furioso
que eu senti que não tinha outra resposta possível a não ser não.
-Eu: Ah, tá, não, sem problema. Mas cê larga as malas e vem estudar, né?
-Nelson: Sim, vou terminar de me instalar no quarto da sua mãe e vou pro seu quarto. E você também vai, né, Sara? – Ele deu um tapa na bunda da minha mãe, que caiu na risada e devolveu o tapa no ombro dele.
-Mãe: SIIIM, antes de ir tomar banho, vou fazer uma visita pra vocês, tá?
Eles entraram no quarto e começaram a desfazer a mala do meu amigo, colocando a roupa no O armário da minha mãe, que ela tinha arrumado um espaço... porra, parecia um casal indo morar junto,
nossa, que nojo.
Eu fiquei na porta do meu quarto olhando pro quarto da minha mãe, que tava com a porta
aberta e dava pra ver os dois tirando roupa da mala e levando pro armário, aí depois de
uns 10 minutos tirando roupa entre risadas, o Nelson foi até a mesinha da minha mãe e, abrindo as
gavetas, começou a tirar as calcinhas e sutiãs da minha mãe e colocando as cuecas dele, tirou só um
montinho pequeno de calcinhas e fio-dentais, o suficiente pra caber as cuecas dele, e deixou em cima da
cama. Meu amigo se virou e, dando uma olhada no monte de lingerie, pegou um fio-dental que eu vi
amarelo, do monte, e jogou pra minha mãe, fazendo os dois caírem na risada. Depois o Nelson saiu do
quarto e veio na minha direção enquanto minha mãe continuava arrumando o armário e guardando a mala.
- Nelson: Sara, amor – amor? – vou com o Carlitos pro quarto dele, vamos estudar, lembra da gente, hein?
- Mãe: SIIIM, não se preocupem, meninos, arrumo aqui e antes de ir pro banho passo aí pra ver vocês.
Minha mãe ficou no quarto dela arrumando, claramente transbordando felicidade. O Nelson entrou no meu
quarto e me empurrou pra dentro enquanto fechava a porta.
- Nelson: Então, maricão, fica tranquilo que o papai já chegou hahahaha
- Eu: Não enche o saco, cara, você já não comeu minha tia? Deixa minha mãe em paz, você já passou dos limites.
- Nelson: Ei, Carlitos, calma, olha só, é que sua tia me botou chifre com o sobrinho dela, porra, peguei eles
praticando sexo anal, a putinha hahahaha
- Eu: Cara, você tá passando demais, sério, para de foder minha vida, não somos colegas? Isso não se faz com um
colega, pô.
- Nelson: Claro que somos colegas, Carlitos, mas eu quero ser algo mais, quero ser seu novo padrasto, quero ser o que come fode sua mãe à noite, quem recebe boquetes da sua querida e santa mãe,
quem manda você fazer a lição de casa e te castiga sem sair quando você tira nota baixa. Vou ser seu padrasto e vai ter que se acostumar com a ideia. Sua mãe aceitou parar de disfarçar na sua frente, mas é melhor você fingir que não vê nada como nunca, quero que quando você ver sua mãe se comportando como uma gostosa, você finja demência e faça ela acreditar que não acha que estamos juntos, ela e eu.
-Eu: E que diferença faz o que eu aparento?
-Nelson: Olha, Carlitos, não é a mesma coisa, porque quero ver até onde sua mãe é capaz de ir para te mostrar que a gente fode sem te contar diretamente, claro hahaha, isso eu proibi. - Então, resumindo, quando minha mãe ligou pro meu amigo pra saber as condições, eram essas: minha mãe tinha que parar de se segurar na minha frente com a putaria, mas sem confessar nada diretamente... com certeza minha mãe tinha sido uma gostosa nesse verão, mas eu sabia que era impossível ela foder na minha frente, era impossível... nem passaria pela cabeça dela, ela era muito recatada, pelo menos na minha presença.
Eu assenti com a cabeça, aceitando minha participação no plano do Nelson, e fui pra minha escrivaninha, onde sentei e comecei a pegar os apontamentos de história enquanto Nelson pegava uma cadeira e sentava do meu lado.
A gente tinha um trabalho pendente sobre a Roma Antiga nos anos de Nero, e Nelson ia fazer comigo pra cada um ter que fazer menos e passar. Começamos o trabalho, e, claro, ele ficou responsável pela capa e por pesquisar no meu notebook e ditar pra mim escrever, já que minha letra era melhor. Não avançamos muito porque aquele idiota não parava de usar o computador pra ver pornô, e o filho da puta não se contentava em ver qualquer pornô, o desgraçado estava num site de MILFs fazendo sexo interracial... FILHO DA PUTA DO CARALHO.
Combinamos que naquele dia só faríamos a capa e o índice por causa do horário avançado que era e porque ele não tava a fim de fazer nada. A gente tava fazendo a capa e vendo vídeos pornô quando a porta do meu quarto se abriu e minha mãe apareceu com aquele sorriso de idiota no rosto. Ela foi até a escrivaninha e eu sentia minhas bochechas ficando vermelhas porque meu amigo não parava de ver pornô. NÃO FECHOU A PÁGINA…. Minha mãe chegou na escrivaninha e, olhando pro computador e depois dando uma olhada rápida pra mim, ficou calada… ficou calada, alternando o olhar entre o computador e eu por uns 5 segundos, enquanto o vermelho das bochechas dela aumentava até ficar igual a um tomate. Ficamos os três em silêncio, seria um silêncio total se não fossem os gemidos e os sons da pica do preto do filme fodendo a MILF… minha mãe tava corada de se ver naquela situação na frente do filho e, tirando força não sei de onde, começou a rir, tirando a importância do momento.
- Mãe: Que que vocês tão vendo? Não sabia que vocês viam essas coisas.
- Carlos: A página abriu sozinha, mãe. – Que mentira, naquele quarto ninguém acreditava naquela farsa.
- Nelson: Mas vamos lá, Sara, vê com a gente, cê não vê esses filmes não? – Eu não queria saber se minha mãe via pornô, mas antes que eu pudesse bolir algum plano pra evitar aquela situação, minha mãe respondeu aquela pergunta odiosa.
- Mãe: Claro que eu via pornô – ela tava incrivelmente vermelha, aquela situação não era nada agradável pra ela, mas o que ela disse em seguida me fez odiar ainda mais aqueles minutos da minha vida – aliás, ainda tenho uns filmes guardados de quando meu marido me largou. – Minha mãe me olhava de canto, envergonhada, e eu não conseguia evitar gritar na minha cabeça a pergunta: MINHA MÃE GUARDA FILMES PORNÔ????
- Nelson: OHHHHHHHHH HAHAHAHAHAHAHAHA uau Sara, não me diga que cê tem filme pornô, Quem diria hein?
hahahaha, quantas você tem?
-Mãe: Só tenho duas. –Minha mãe não conseguia olhar nos meus olhos, o plano do Nelson estava desmoronando porque ele já estava cortando demais, aí meu amigo me deu um chute por baixo da mesa pra eu entrar em ação e tirar o peso da situação.
-Eu: Pô, nem sabia disso, mãe, mas fazer o quê, é normal, papai te largou, e eu sei de boa fonte que os pais do Sérgio gravam eles transando – Isso era mentira, mas eu precisava dar confiança pra minha mãe, e que melhor jeito do que dar o exemplo de alguém que é pior que ela?... mesmo sendo mentira, mas claro, ela não sabe disso. Meu comentário surtiu efeito e vi que minha mãe ficou mais relaxada, já não estava tão tensa.
-Nelson: Pois é, porra, ver pornô não é tão ruim, tem pais que fazem coisas piores, tipo os do Sérgio. Fala aí como se chamam os títulos que a gente tá morrendo de curiosidade.
As bochechas da minha mãe ficaram vermelhas de novo e ela evitou olhar diretamente… o que será que tava pegando?... acho que devia ser por causa dos títulos dos filmes, porque, pra falar a verdade, no mundo do pornô os títulos não passam despercebidos.
-Mãe: Bom… vocês vão ver… ah, gente, não lembro, melhor eu trazer os filmes pra vocês verem os títulos enquanto eu vou tomar um banho. –Não lembrar de dois títulos de filme? Isso era uma mentira enorme, o que tava rolando é que ela tava morrendo de vergonha.
-Nelson: Tá bom, meu anjo, traz os filmes que a gente vê quais são. –De novo chamando ela de anjo, tava me tirando do sério.
Minha mãe balançou a cabeça e saiu do quarto pra ir pro dela, eu tava curioso pra saber onde minha mãe guardava o pornô. É verdade que eu quase nunca pisava no quarto dela, então não conhecia os esconderijos nem as gavetas, era o quarto da minha mãe e não tinha nada pra mim lá. E em parte por isso me dava raiva que meu amigo se Se instalou no quarto da minha mãe, porque era um lugar da minha casa que nem eu conhecia 100%.
Umas 10 minutos depois, minha mãe apareceu de novo no quarto com duas caixas de DVD, veio toda vermelha e soltando risadas falsas, tentando amenizar a situação.
Ela deixou as caixas de DVD em cima da minha cama e foi pro banheiro tomar banho. Meu amigo, assim que minha mãe saiu do quarto, foi direto pegar as caixas e trouxe pra escrivaninha pra eu poder ver também. Ele jogou as caixas em cima da mesa e a gente viu os títulos… Sabia que não deviam ser títulos muito santinhos, mas mesmo assim me deu ânsia quando vi as capas daqueles filmes.
Um se chamava "JOVENS GRANDES E DUROS PRA MILF" e o outro "PIROCAS PRETAS VS BUCETAS BRANCAS".
– Nelson: OOOOOHHH caralho, olha só, tua mãe guarda uns títulos bem apropriados no quarto dela hahahaha, como vou me divertir com ela e com esses filmes, mano… sabe de uma coisa? Tua mãe e eu vamos fazer a segunda parte de "PIROCAS PRETAS VS BUCETAS BRANCAS" hahaha.
Aquele imbecil não se segurava nem um pouco. A gente ficou conversando por um tempo, e depois ele foi pegar algo pra comer na cozinha, e eu fiquei olhando pros filmes pornô que tinha na minha frente enquanto o barulho do chuveiro ecoava pelo resto da casa.
A água parou de fazer barulho e eu soube que minha mãe tinha terminado o banho, já era meio-dia passado e o sono começava a bater em mim. Aproveitando que minha mãe tinha acabado de tomar banho, saí no corredor pra entrar no banheiro de cima e não precisar descer pro de baixo de propósito. Eu tava na porta do meu quarto quando o Nelson chegou do meu lado no mesmo instante em que a porta do banheiro se abriu, soltando uma nuvem de vapor. Nós dois ficamos olhando e vimos minha mãe sair enrolada numa toalha enquanto secava o cabelo com outra, ela deu um sorriso pra gente e foi pro quarto dela, verdade seja dita, ela tava uma gostosa. Acabada de sair do banho. Eu entrei no banheiro e o Nelson foi pro quarto da minha mãe. Quando meu amigo abriu a porta pra entrar no quarto, pude ver naquele curto período de tempo que a porta ficou aberta a minha mãe completamente pelada... porra... ela tava de costas pra porta com a toalha que tinha enrolado no corpo pra tampar as partes dela jogada no chão, e enquanto ela se inclinava pra frente pra jogar o cabelo pra baixo e secar ele com facilidade. Foram uns 10 segundos ou talvez menos, mas, Deus, já fazia quase um mês que eu não via ela nua e, caralho, que gostosa que ela tava. Aquela bunda enlouqueceria qualquer um, branquinha e bem empinada pra ser de uma mulher daquela idade. O Nelson fechou a porta e, depois de ficar um instante com uma ereção enorme, entrei no banheiro e comecei a mijar.
Já deitado, tava começando a pegar no sono quando ouvi uma porta abrir e uns passos vindo pro meu quarto. A porta se abriu e apareceu o Nelson de cueca.
- Nelson: Ei, mano, faz um favor pra gente, liga o PlayStation na TV do quarto da sua mãe que a gente quer ver um filme. – O tom de voz dele tava meio alto, acho que pra minha mãe ouvir como ele tava falando comigo. Ele piscou um olho pra mim quando terminou a frase, tava na cara... iam ver um filme pornô, o filho da puta não ia nem esperar a noite seguinte.
Eu assenti como se fosse um zumbi e levantei da cama, fui na sala pegar o videogame e subi. Bati na porta do quarto da minha mãe, era inacreditável que eu nunca tivesse que bater na porta na minha própria casa até aquele momento. Minha mãe respondeu às batidas me deixando entrar, abri a porta com a mão que consegui liberar do console e entrei com ele no quarto. Meu amigo tava de pé na frente da televisão da minha mãe, era uma TV pequena que ficava num suporte num canto do quarto pra dar pra ver TV de... a cama. Olhei pro Nelson e ele tava sem camisa nem calça, o desgraçado só de cueca… o filho da puta tinha que admitir que era musculoso, tinha um torso do caralho definido, porra… parecia um puto gladiador de filme. Olhei pra minha mãe, que tava terminando de dobrar umas roupas que tinha passado o dia inteiro. Ela tava com o camisola de cetim prateado que batia uns centímetros abaixo da bunda, a verdade é que ela tava uma gostosa com aquela camisola, e ainda por cima dava pra ver que tava transparente na bunda, então eu via que ela não tava de calcinha… porra, ela ia dormir assim com meu amigo? Mas eu suspeitava que isso seria o menor dos meus problemas.
Liguei o videogame na TV e deixei ligado, dei boa noite e saí daquele quarto.
Tava chegando na porta do meu quarto quando ouvi a porta abrir de novo. Me virei e vi minha mãe vindo descalça com aquela camisola na minha direção.
-Mãe: Espera, amor, vou te acompanhar até o quarto- Eu não entendia pra quê. Por que ela queria me acompanhar até o quarto?
Entramos e eu me deitei na cama, minha mãe entrou atrás de mim e foi até a escrivaninha pegar os dois filmes que o Nelson tinha esquecido. Não acreditei, minha mãe veio sem nenhum pudor pegar os filmes pornô pra provavelmente ir ver no quarto dela com aquele preto nojento. Ela pegou e veio me dar um beijo, deus, ela tava uma delícia com aquela camisola, se descuidasse um pouco dava pra ver os segredos de mulher dela…
-Mãe: Vou mostrar os filmes pro Nelson pra gente dar umas risadas, meu anjo, te amo, boa noite.- Dar umas risadas? Mentirosa do caralho…
Fechou a porta e foi pro quarto dela.
O próximo que ouvi foi eles colocando o disco e umas risadas aqui e ali. Deram play no DVD e começou a tocar o início do filme. Tavam com o volume um pouco alto, então dava pra ouvir o filme. Perfeito. Depois de uns 15 minutos, comecei a ouvir os atores do filme transando, mas tinha algo estranho no que eu ouvia... alguma coisa me escapava... Fiquei uns minutos tentando descobrir o que estava passando batido naquele concerto de gemidos vindo da TV da minha mãe, mas não conseguia sacar o que era... foi quando eu me preparei pra dormir e esquecer tudo, e uma luz acendeu na minha cabeça... agora eu sabia o que era... dava pra ouvir os gemidos do pornô, claro, mas, porra, além disso, dava pra ouvir a cabeceira de uma cama, e aí eu entendi que aquilo não vinha de filme nenhum... Era a cabeceira da minha mãe que tava batendo feito louca. Me sentei na cama pra prestar mais atenção nos sons... E sim... dava pra ouvir uns gemidos de fundo...
- Mãe: AIHHHHHH AIHHHHHH AIHHH SIIIIM AIHHHHHHHHHHHHHHH MMMMMMM AIHHHHHHHHHHHHHHH
- Atriz: AAAAAAAAH POOOORRA NEGÃOOOOOO TRANSAAAA VAGABUNDOOOOOO ME METE ESSE PAUZÃO NA MINHA BUCCCETAAA
Tavam transando, puta que pariu... Não aguentaram nem uma noite sem foder, porra... Eu tinha esquecido o tormento que era ouvir minha mãe sendo comida. A cabeceira dela não parava de bater na parede até que o barulho ficou maior que o do próprio filme, o que não era fácil.
- Nelson: OOOHHHH SIIIIM POOOORRA ESSA BUCCCETA TÁ FECHADA DE NOVOOOO TEM QUE ABRIIIIR POOOOORRRAAAA
- Mãe: AIIIIIIIIIIIIIIIII SIIIIIIIIIIIII AIHHHH PELO AMOR DE DEUS ME COOOOMME A BUCCCETAAAA
Me enfiei nos lençóis e tapei a cabeça com o travesseiro, porque já tava cansado e queria dormir e esquecer essa nojeira toda.
Devia ter dormido umas meia hora quando umas batidas na porta do meu quarto me acordaram. Me sentei na mesma hora em que a porta do meu quarto abriu, deixando minha mãe entrar. Ela acendeu a luz e, quando meus olhos se acostumaram, pude ver ela melhor. Mesmo tendo tomado banho há umas duas horas, o cabelo dela tava completamente suado, ela vinha com a camisola de cetim prateado.
- Eu: Porra, mãe, o que foi?
- Mãe: Amor, é que o filme travou do nada e não sabemos como voltar a pôr, apareceu um aviso na tela da TV dizendo que não encontrou nenhum arquivo de vídeo. - Isso até podia ser verdade, porque meu videogame não funcionava direito e esse erro acontecia direto quando eu rodava algum DVD.
- Eu: Porra, e vocês não podem esperar até amanhã?
- Mãe: Sim, amor, mas o controle não obedece e o Nelson não sabe como desligar. - Eu tinha certeza de que o controle ia descarregar pela bateria e que o Nelson sabia o motivo, só tava se fazendo de sonso.
Levantei e minha mãe me deu um sorriso meigo, agradeceu e pediu desculpa por ter me acordado. A gente foi andando pelo corredor e eu não conseguia parar de olhar pra bunda dela... no fundo, sentia inveja do meu amigo, porque não devia ser nada ruim foder uma mulher daquela. Entramos no quarto dela e o pouco sono que me restava depois de um despertador daquele se dissipou quando vi no chão do quarto da minha mãe, bem na frente da cama, uma camisinha jogada. Tava usada e a gozada de dentro que tinha transbordado sujou o chão com aquela substância sexual. Minha mãe ficou de pé de um lado da cama enquanto o Nelson continuava deitado. O olhar da minha mãe encontrou o meu e depois, como se fosse uma coreografia, os olhares dos dois se dirigiram pra camisinha usada.
Minha mãe tava tensa e visivelmente envergonhada... até diria que assustada com a minha possível reação. Olhei pra ela de novo e, tirando forças que não sei de onde, virei pra TV e pro videogame. Comecei a conectar o carregador do controle pra poder mexer e, quando consegui fazer ele funcionar de novo, fiz o DVD voltar a rodar, deixando na TV a continuação do filme de onde tinha parado.
Meu coração deu um pulo no peito. A vergonha que senti quando o filme começou a rodar e apareceu um preto gordão com uma pica enorme fodendo uma milf, ela montada de costas pra ele, cavalgando. Mas o que me gelou o sangue foi o comentário que o filho da puta do meu amigo soltou.
— Nelson: Olha aí Saraaa, olha amor, igualzinho você e eu hahaha tão nos copiando — … O quarto ficou em silêncio… Olhei pra minha mãe, que parecia uma zebra encarando um leão, com medo da resposta… tava claro que aquilo era demais pra ela e ela tava apavorada com como eu poderia reagir. Mas eu, por covardia e pra fazer o que me mandaram, fingi demência e comecei a rir como se levasse o comentário do Nelson na brincadeira.
— Eu: Siiim, são idênticos hahaha até o preto tem o mesmo músculo que você hahaha, e mãe, não sabia que você tinha essa tatuagem no ombro hahaha.
Percebi minha mãe rejuvenescer uns 20 anos depois do peso que eu tirei dela fingindo de bobo. Começamos a rir os três no quarto, claro que minha risada era 110% falsa. Aí meu amigo Nelson levantou da cama e, quando puxou as cobertas e ficou de pé, uma nova situação constrangedora tomou conta do quarto… ele tava completamente pelado, com a pica dura igual uma linguiça. Quando se levantou, a pica balançou que nem um pêndulo. Ali tava a prova de que meu amigo da minha idade dormia no pelo na cama da minha mãe, que só usava uma camisola de cetim curta. Minha mãe continuou na onda ao mesmo tempo que avançou até ficar bem no meio do Nelson e de mim, dando as costas pro meu amigo e me bloqueando a visão daquele falo preto de proporções exageradas.
— Mãe: Claro, Carlinhos hahaha e tenho outra com suas notas do 4º ano hahaha ai meu deus, vocês são muito bestas, sério. Bom, querido, pode desligar, já que a gente tava vendo pra dar uma risada. hahaha, essa parada de pornô na verdade parece mais uma comédia do que outra coisa. –É…. Claro….e acho que de tanto rir que os dois se acabaram a cama balançava daquele jeito e batia na parede….. maldita Promiscuous.
Tirei forças lá do fundo depois da minha mãe agir daquele jeito e quis dificultar as coisas pra aquele casal de babacas.
-Eu: Ei Nelson cara, mas por que você dorme pelado? Minha mãe não te ofereceu um dos meus pijamas? Quer que eu vá pegar um pra você?
-Nelson: Que nada cara, vou dormir no pelo. Se sua mãe não se importar, claro.
-Mãe: Que nada meninos, sério que eu não me importo, Carlinhos querido já te falei que eu e o Nelson somos muito amigos e entre amigos não tem problema dormir assim. É como se você trocasse de roupa na frente dele, não te importa porque vocês são amigos, então agora ele e eu também somos.
-Eu: Ah,…..tá bom, enfim já desliguei isso pra vocês, amanhã desço o videogame que agora tô cansado.
-Mãe: Tá bom Carlinhos muito obrigada querido. – Sério, vocês já viram o filme De Volta pro Futuro, o quanto o Martin McFly ficava puto quando chamavam ele de frango? Pois comigo era a mesma coisa com o CARLINHOS….me tirava do sério porra, ela sempre falava comigo num tom como se eu fosse um moleque pequeno.
-Eu: PORRA, VAI TOMAR NO CU, não me chama de Carlinhos porra, não sou um moleque pequeno.
-Mãe: Carlinhos não fala assim comigo por favor, ande, te chamo com carinho.
-Eu: Mas você é burra ou o quê? De novo? Porra, caralho já.
Aí minha mãe ficou triste e o Nelson, afastando ela pro lado, veio andando na minha direção com aquele trabuco balançando entre as pernas e sem que eu pudesse evitar, me deu um tapa na cara…. Tinha acabado de me bater na frente da minha mãe… me senti envergonhado, porque não podia revidar já que ele me mataria com um único murro bem dado.
-Nelson: Não fala assim com sua mãe, ouviu? Se falar assim de novo, te dou um tapa mais forte. – Minha mãe atrás de Ele tava me olhando triste, mas não falou nem fez nada, aquele filho da puta depois de comer minha mãe… se instalar como se fosse o namorado dela, depois de tudo isso… não se contentava.. queria ocupar o lugar do meu pai… o que ele me disse não era pra me zoar, ele queria mandar naquela casa e fazer dela a dele, aquele filho da puta. Ficamos em silêncio e o Nelson me obrigou a pedir desculpas pra minha mãe… isso foi o pior, porque ter um amigo da sua idade te humilhando na frente da sua mãe não é nada legal…. Pedi desculpas e minha mãe disse que não tinha problema. Minha mãe veio me dar um beijo, não tinha notado antes mas ela tava fedendo a suor, depois ela foi pro lado esquerdo da cama e o Nelson pro direito, vistos de costas eu juraria que aquele cara era um dos atores secundários da série SPARTACUS…. Os dois se meteram na cama e eu fui em direção ao corredor… quando tava quase saindo o Nelson falou comigo: -Nelson: Carlitos, não quero que repita isso de falar assim com sua mãe, e pega isso e joga no banheiro já que vai sair.- Ele disse isso apontando pra camisinha…. Porra, caralho, ainda por cima queria que eu limpasse as camisinhas deles?... Olhei pra minha mãe e ela, triste, respondeu ao meu olhar: -Mãe: Querido, obedece o Nelson, vai e joga isso no vaso. – Ela não deu nenhuma desculpa pro fato de ter uma camisinha usada no chão do quarto… Me abaixei pra pegar, sujando os dedos de gozo… tava grudento. Com ela na mão, dei uma última olhada naquela cena nojenta dos dois dividindo a cama e com o rosto ainda doendo pelo tapa que levei, fui pro banheiro jogar a camisinha. Assim que me meti na cama e fechei os olhos, não consegui evitar levar a mão na minha virilha e sentir minha ereção….. -Mãe: Nossa, fico com pena do Carlitos, você bateu forte demais nele.- A voz da minha mãe se ouvia claramente e então entendi que ela tinha deixado a porta do quarto aberta e nem se preocuparam em fechá-la.
- Nelson: Ela não pode falar assim com você, e aqui as coisas vão mudar muito. Aqui quem vai ter que tomar as rédeas sou eu, porque isso tá muito descontrolado. Mas beleza, agora você podia me fazer um boquete.
- Mãe: mmm, deixa eu ver, vai, deita de barriga pra cima. - Porra, caralho, que merda, por que tive que esquecer a porta aberta? Agora dava pra ouvir tudo claramente… até ouvi a cama mexer quando Nelson deitou de barriga pra cima como minha mãe tinha mandado… porra, ia ouvir minha mãe chupando ele… Deus, que nojo.
Dava pra ouvir beijos e uma ou outra mola da cama rangendo.
- Nelson: Ohhhh isso aí, gata, coloca na boca assim, chupa, isso, chupa.
Dava pra ouvir tudo com total clareza, nunca pensei que a diferença entre uma porta aberta e fechada fosse tão grande.
- Mãe: Shhh, que a porta tá aberta, não fala tão alto.
- Nelson: Então você quer que eu fique calado? Porra, Sara.
- Mãe: Não, querido, com certeza ela acha que é o filme, mas por via das dúvidas não grita.
Os minutos passaram e minha mãe retomou o boquete, que tava sendo bem longo, porque já ia fazer uns quinze minutos e dava pra ouvir ela soltando uns sons guturais.
- Nelson: AIII ISSO, PORRA, CHUPA MINHA BUCETA, ISSO AÍ, PORRA, SÓ FALTAM 3 DEDOS PRA CHEGAR NOS OVOS, VAMOS. - Só três dedos? Porra, verdade que minha mãe tinha uma boa garganta.
- Nelson: Vamoooos, isso aí, vamos, vou gozar, porra, vamoooos, vamoooos, engole meu leite AHHHHHHHHHHHH ISSO AÍ SARAAAAAAAAAAAAAAAAA PORRA, CHUPA ESSA PIROCA PRETA SARAAAAAAAAA - A voz daquele imbecil ecoava por cada canto da casa e ele falava claramente o nome da minha mãe pra envergonhar ela, porque assim a desculpa de que era o filme pornô não ia mais colar.
- Nelson: AHHHHHHHHHHH PORRAAA, TÔ GOZANDOOOOOO, TÔ GOZANDOOOOOO, ISSO AÍ, TUDO NA SUA BOCAAAAAAAAAA.
- Mãe: MMMMMMMMPFFFFFF MMMMMPFFF GLUP GLUP GLUP MMMMMMMMPPPFFFF. - Porra, aquele filho da puta tava gozando. na boca da minha mãe, ainda bem que existem camisinhas, minha mãe usaria pra fazer o boquete, mas essa
ideia se dissipou quando, depois de um tempo, ouvi uns passos descalços, todo mundo sabe como soa quando alguém tá descalço. Ouvi a porta do banheiro abrir e ………….. me deu ânsia…. Dava pra
ouvir minha mãe cuspindo na pia, o filho da puta gozou na boca dela sem camisinha….. puta
rabo quente da minha mãe tinha me tocado. Minha mãe abriu a torneira e voltou pra cama, fechando a porta
dessa vez atrás dela.
Tenho certeza que dormi com cara de nojo…..
No dia seguinte de manhã, acordei com a notificação do celular, era 11:30 e me perguntei
que piranha tava me mandando mensagem no verão naquele horário. Me levantei e vi que era uma mensagem do Nelson, que porra
esse idiota queria de mim?, abri o arquivo e vi o texto desse imbecil.
“Ei Carlitos, conseguiu ouvir o boquete que sua mãe fez em mim?
Hahaha era pra te falar que ela me chupou e quase
enfiou tudo na boca e bem quando eu tinha
toda a pica que cabia na boca dela, gozei jorrando hahaha
enchi a boca da sua mãe de porra de novo hahaha,
mas beleza, agora de manhã vou meter pica na boca dela de novo
e vou gozar de novo.
Quando eu te mandar mensagem, vem pro quarto,
quero deixar sua mãe nervosa hahaha”
Ele tinha ideias pra caralho, o filho da puta… mas tenho que admitir que a incerteza do plano dele me deixou com tesão, fiquei olhando pro teto do quarto esperando o sinal dele, minha pica, não sei se pelo efeito matinal
ou pelas mil e uma situações que passavam pela minha imaginação sobre o plano que o Nelson podia ter, tava dura pra caralho.
Passou meia hora e recebi outra mensagem. Li correndo e dizia o seguinte:
“Ei viadinho, bom dia, sua mãe já me chupou
e acabei de gozar na boca dela, se apressa
e vem pro nosso quarto que se você demorar
ela vai entrar no banheiro e tudo vai pro caralho’’
Levantei na mesma rapidez como se tocasse um alarme de incêndio, saí no corredor de pijama e
fui até a porta do quarto da minha mãe, a cada passo que me aproximava daquela porta meu coração batia mais
e mais forte, pois não sabia o que me esperava atrás dela. Não sabia o que fazer, então bati na
porta.
-Nelson: Entra, Carlitos.
-Mãe: MMMMMM MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM – fiquei paralisado, minha mãe estava tipo gemendo com a boca
fechada, era algo estranho. Enfiei a mão na calça do pijama e usei o elástico dela pra
disfarçar a ereção. Abri a porta e entrei no quarto da minha mãe. Lá dentro, meu amigo
estava de pé com o pau meio duro e molhado, devia ser da baba da rabuda da minha mãe,
porra, ver o pau encharcado pela baba da minha mãe me dava uma sensação como se aquele
mesmo pau estivesse na minha própria boca. Olhei o resto do quarto e não vi nada fora do
normal, só a cama desfeita, então procurei minha mãe, que estava no outro lado do quarto
com a camisola de cetim prateado e umas marcas vermelhas nos joelhos… Acho que aquele filho da puta fez ela
chupar ele de joelhos como uma puta qualquer, então vi que minha mãe me olhava completamente assustada…
cagada de medo… aterrorizada… o que estava rolando? Qual era o plano do Nelson?
-Nelson: Vamos lá, Sara, não vai dar bom dia pro Carlitos? – Ele falou isso com um tom debochado que nós três
captamos na perfeição, olhei pra minha mãe e percebi o plano do Nelson… minha mãe estava com as bochechas inchadas…. AINDA TAVA COM A PORRA DAQUELE NEGRO NA BOCA, PORRA… por isso ele queria que eu fosse rápido, pra
ela não ter tempo de cuspir fora…. Nós dois ficamos olhando pra minha mãe esperando resposta, mas
ela não disse nada, só me cumprimentou com a mão enquanto ainda estava com a porra na boca. Nelson se dirigiu-se até ela e, pegando-a pela mão, trouxe-a para onde eu estava, colocando-a na minha frente. Eu estava diante da minha mãe, que estava com a boca cheia de esperma do meu amigo negro, que estava meio ereto com aquela rola.
- Nelson: Diz pra gente, Sara, o que você vai fazer pra gente comer?
- Mãe: mmmm — Minha mãe tentava responder com gestos que não sabia, a verdade é que ela era mentalmente rápida pra disfarçar, então Nelson fez gestos pra mim por trás dela pra eu puxar assunto e fazer ela falar... Fiz isso, mas não porque meu amigo mandou, e sim porque eu tava curioso pra ver como minha mãe ia se livrar daquela situação.
- Eu: Vamos lá, mãe, porra, o que você vai fazer pra comer? — Minha mãe não se livrava daquela situação. Ela jogou a cabeça pra trás e falou, evitando que o conteúdo da boca caísse.
- Mãe: NUM SEI, ACHO QUE VÔ FAZÊ UMAS SALSICHAS. — Deus, me dava tanto nojo, mas ao mesmo tempo tanto tesão.
- Nelson: O que você disse, Sara? Não entendemos nada.
- Eu: Porra, mãe, para de fazer a besta, que buceta você vai fazer pra comer hoje?
Minha mãe olhou pra nós dois com as bochechas vermelhas e, depois de alguns segundos que pareceram uma eternidade, me encarou bem nos olhos com um olhar desafiador... o que ela ia fazer?... me olhou, levantou um dedo pedindo um momento... e engoliu todo o conteúdo da boca... CONTINUA...
3 comentários - O negão da minha mãe voltou