Saudo meus poucos leitores, não tenho muita esperança já que é o primeiro, mas me arrisco só pra quem gosta de ler contos como eu.
Bom, essa noite divertida e gostosa começa em pleno janeiro. Primeiro, vou me apresentar pra vocês começarem a me conhecer: sou um homem de cabelo castanho, olhos claros, boa altura e corpo trabalhado. Meu trampo é de porteiro num hotel, e foi graças a isso que essa aventura rolou.
A parada foi assim: cheguei num dia normal no trabalho, e primeiro sempre cumprimento minhas colegas de serviço, as camareiras, e depois me instalo na minha mesinha pra organizar todas as reservas. Ao cumprimentar as camareiras, minha primeira pergunta é: entrou alguma mina gostosa? Tem algo bonito pra olhar? Nunca tinha rolado nada, porque sou meio tímido e no meu trampo, por ser muito exposto, não posso fazer muita coisa.
Mas dessa vez foi diferente. Cheguei e as camareiras falaram: não tem nada interessante, umas minas de 35 anos mais ou menos, mas nada da sua idade. Aí eu, já sem esperança, comecei a fazer minhas responsabilidades.
Depois de passar a tarde toda, entram no hotel 3 mulheres: uma mulher de uns 45 anos, peitos operados, uma bunda MUITO empinada, toda atlética, professora de dança, então imaginem. Acompanhada dela, uma mina um pouco gordinha, morena e baixinha, e a terceira, uma loira de uns 32 anos, nada muito chamativo.
Elas se aproximam pra pedir a chave e começam a puxar papo comigo, porque eram muito gente boa as três. Pergunto como foi o dia delas nas praias de MDP e elas me contam. Depois sobem pros quartos e daí a pouco desce essa loira pra pedir água quente pro mate. Sem nenhuma intenção nem nada, vou preparar a térmica. Quando entrego, a gente começa a bater papo sobre de onde ela era, coisas pra conhecer ela, e notei que ela era muuuuito gente boa. E eu, sei lá o que deu em mim, fiquei nervoso ao falar com ela, fazia muito tempo que não me acontecia, e ela sempre sorrindo. Depois de uma conversa de duas pessoas numa boa, ela se... tira.
Depois de um tempo, caiu a ficha e eu não conseguia acreditar, o que tava rolando comigo, por que eu tinha ficado daquele jeito, fazia tempo que não me acontecia. No outro dia, era minha vez de folgar, então não vi ela, e quando voltei pro hotel, era a última noite que elas iam ficar, porque já tinham que voltar pra casa, então eu já não tinha nem a menor esperança de pelo menos ter uma nova conversa.
Não é que no último dia, elas voltam da praia e eu já desesperado pra falar com ela de novo, o nome dela era Carolina, não sabia o que fazer pra puxar assunto, ela me pede a chave e sobe rápido pro quarto, nem oi tinha dito. Eu já desanimado, perdia todas as minhas chances. Daí a pouco ela desce e me diz: me faz um favor? Claro, o que você precisa? Ela fala: Olha, comprei esse CD novo e quero saber se funciona, deixo com você pra testar? Óbvio, falei, pra ganhar ponto eu topava qualquer coisa.
Nisso, ela tava no hall tomando mate com as amigas. Por isso minha timidez, não sabia como chegar pra conversar com ela. Quando vejo as amigas irem pro banheiro, me aproximo com o CD e falo: Toma, Caro, não funcionou, não sei por que, mas não roda. E ela fica triste e diz: Será que os vendedores me passaram a perna? Você sabe se pode funcionar? A verdade é que eu não sabia, e enquanto a gente conversava, as amigas voltaram. Eu, já tímido, queria ir embora, mas antes de sair falei: Toma, Caro, se quiserem voltar com suas amigas pro hotel, podem falar comigo que consigo um preço. Embaixo do cartão tava anotado meu número de celular. Minha única chance era ver se chegava aquela mensagem salvadora, pra poder conversar e conhecer ela mais.
E chegou, mais ou menos umas 21h chegou a mensagem dela dizendo:
Caro: - "Você foi bem original, obrigada pelo favor, você é muito gentil". E eu fiquei super feliz,
e minha mensagem foi:
"Fico feliz e mais ainda por essa mensagem, faz tempo que queria falar com você, mas nunca encontrava a oportunidade"
Caro: - "Podia ter chegado junto, além do mais, você caiu super bem Bem, você é muito gente boa e muito lindo, pena que já não está mais no hotel"
Eu: "Pois é, já tinha que ir e como não te vi, também não pude te cumprimentar. Amanhã espero poder te ver"
Caro: "Sim, a gente já vai se deitar pra ficar descansadinha pra amanhã"
Eu: "Ah, pensei que vocês iam sair ou tinham planos, vai desperdiçar a última noite? Tendo tantos lugares em MDP"
Caro: "Hmm, lugares como?"
Eu: "Olha, daqui a pouco termina um jogo, quer que eu passe aí pra te pegar e a gente dar umas voltas?"
Caro: "Sim, adoraria 🙂"
Eu: "Beleza, fica esperta que umas 10 horas passo"
Chego no hotel, e ela sai. Meu Deus, como ela era gostosa. Um vestido preto curto, justinho. Como os mamilos marcavam, eu já tinha ficado louco, notei que não tava de sutiã. Minha cabeça já maquinava pra saber se por baixo vinha igual, sem calcinha.
Ela sobe, a gente se cumprimenta e fomos dar voltas por MDP, principalmente as escolleras sul e norte.
Paramos na norte, pra olhar as luzes refletindo no mar à noite. Continuávamos conversando, ela mais que tudo, haha, falava até pelos cotovelos.
Num momento, quando eu já não aguentava mais, falo na lata: "Posso te calar?" e enfiei um beijo nela, e ela topou e a gente começou a se beijar, sentia que toda aquela tesão de vê-la passar no hotel tava colocando naquele beijo. Ela me deixava doido.
Continuamos nos beijando, e eu começo a descer minha mão que tava no pescoço dela e deslizar por entre os peitos dela, direto até o umbigo e depois subia, cada vez roçando mais forte no corpo dela. Enquanto com uma mão eu acariciava, com a outra eu ia regulando e deitando cada vez mais o banco do carro. Depois de acomodada, começo a beijar o pescoço dela, algo que sei fazer muito bem, pelo que me disseram, e percebo que ela começa a respirar cada vez mais forte.
Os vidros do carro completamente embaçados, era minha hora. Começo a meter minha mão por dentro do vestido dela, e acariciar a entrepernas dela sem tocar ainda, depois subia pros peitos e brincava com eles. Mamilos duríssimos. Eu já tava com a pica pronta pra explodir, mas queria fazer ela ficar com vontade também, então continuei acariciando e brincando com o corpo dela. Tocava a calcinha fio dental por cima, que tava encharcada, enquanto ela passava a mão no meu abdômen e brincava com meu cinto, nós dois buscando o máximo de tesão.
Quando nossa pele já começava a ficar suada, puxo a calcinha dela e enfio um dedo, ouvindo um suspiro forte, e ela segurando minha mão e empurrando mais pra dentro com a outra mão, tira meu cinto e me desabotoa com uma facilidade que me surpreendeu. Ninguém aguentava mais, queríamos foder pra valer.
Falo pra ela, vamos pra trás, e nos acomodamos no banco de trás, que por ser reclinável tinha muito espaço. Começo a baixar minha calça, e ela pega na minha pica e diz: fica quietinho e aproveita.
Ela cuspiu na minha pica e começou a passar a língua na ponta, de um lado pro outro, por trás, por cima, meu deus, aquela língua tão carnuda. Continuou brincando e começou a me bater uma punheta, mas devagar, e começava a engolir até engasgar, o que me enchia de tesão e deixava a pica cheia de saliva. Ela começou a me masturbar com as duas mãos e a dar uns massagens que nunca na vida me fizeram tremer daquele jeito enquanto me chupava. Quando eu já tava quase gozando, porque sinceramente não aguentava mais, ela me deixava louco. Levantei ela e encostei num canto, toda dobrada e apertada, comecei a chupar ela, aqueles lábios molhadíssimos, procurando o clitóris com a língua, brincava com ele. Fazia pressão na buceta dela e ela adorava aquilo, enfiei dois dedos e ela deu um grito que com certeza alguém no píer ouviu, hahaha.
Ela fala: vai, cara, me come logo que não aguento mais. Então me animei, me posicionei e enfiei de uma vez, tirava tudo e metia de novo, sempre brincando com ela. Seguro ela com as duas mãos pela nuca, apertando bem forte pra dar todo o meu tesão.
Metia com tanta força quanto podia, tanto que Ela disse: "Vai, goza logo, que você tá me matando."
Aí eu, sussurrando no ouvido dela, falei: "Agora vou fazer você engolir tudo, mas ainda falta."
Continuei metendo, suando e ouvindo suspiros, até que ela diz: "Agora vou te destruir." Ela subiu em cima de mim e começou a rebolar. Senti que não aguentava mais, como ela rebolava gostoso, caralho.
Tirei ela de cima, deitei ela e fiquei por cima pra dar toda a porra que ela pedia. Ela começou a me bater uma punheta e cuspir nos peitos dela, passando a mão no corpo todo, até que eu falei: "Vai, me massageia que nem outro dia, que você me deixava louco."
Quando ela colocou as duas mãos, não aguentei mais. Enfiei a cabeça dela na boca e joguei tudo, toda a porra. "Muito bem, caralho." Ela continuou chupando e limpou tudo.
Depois a gente se arrumou, fomos tomar um sorvete e deixei ela no hotel, pra eu ir pra casa.
Essa foi minha história, espero que tenham gostado. Por ser a primeira, com certeza não está bem contada, mas mesmo assim espero que curtam.
Abraços, e vou começar a contar mais das minhas aventuras agora que perdi a timidez virtual.
Bom, essa noite divertida e gostosa começa em pleno janeiro. Primeiro, vou me apresentar pra vocês começarem a me conhecer: sou um homem de cabelo castanho, olhos claros, boa altura e corpo trabalhado. Meu trampo é de porteiro num hotel, e foi graças a isso que essa aventura rolou.
A parada foi assim: cheguei num dia normal no trabalho, e primeiro sempre cumprimento minhas colegas de serviço, as camareiras, e depois me instalo na minha mesinha pra organizar todas as reservas. Ao cumprimentar as camareiras, minha primeira pergunta é: entrou alguma mina gostosa? Tem algo bonito pra olhar? Nunca tinha rolado nada, porque sou meio tímido e no meu trampo, por ser muito exposto, não posso fazer muita coisa.
Mas dessa vez foi diferente. Cheguei e as camareiras falaram: não tem nada interessante, umas minas de 35 anos mais ou menos, mas nada da sua idade. Aí eu, já sem esperança, comecei a fazer minhas responsabilidades.
Depois de passar a tarde toda, entram no hotel 3 mulheres: uma mulher de uns 45 anos, peitos operados, uma bunda MUITO empinada, toda atlética, professora de dança, então imaginem. Acompanhada dela, uma mina um pouco gordinha, morena e baixinha, e a terceira, uma loira de uns 32 anos, nada muito chamativo.
Elas se aproximam pra pedir a chave e começam a puxar papo comigo, porque eram muito gente boa as três. Pergunto como foi o dia delas nas praias de MDP e elas me contam. Depois sobem pros quartos e daí a pouco desce essa loira pra pedir água quente pro mate. Sem nenhuma intenção nem nada, vou preparar a térmica. Quando entrego, a gente começa a bater papo sobre de onde ela era, coisas pra conhecer ela, e notei que ela era muuuuito gente boa. E eu, sei lá o que deu em mim, fiquei nervoso ao falar com ela, fazia muito tempo que não me acontecia, e ela sempre sorrindo. Depois de uma conversa de duas pessoas numa boa, ela se... tira.
Depois de um tempo, caiu a ficha e eu não conseguia acreditar, o que tava rolando comigo, por que eu tinha ficado daquele jeito, fazia tempo que não me acontecia. No outro dia, era minha vez de folgar, então não vi ela, e quando voltei pro hotel, era a última noite que elas iam ficar, porque já tinham que voltar pra casa, então eu já não tinha nem a menor esperança de pelo menos ter uma nova conversa.
Não é que no último dia, elas voltam da praia e eu já desesperado pra falar com ela de novo, o nome dela era Carolina, não sabia o que fazer pra puxar assunto, ela me pede a chave e sobe rápido pro quarto, nem oi tinha dito. Eu já desanimado, perdia todas as minhas chances. Daí a pouco ela desce e me diz: me faz um favor? Claro, o que você precisa? Ela fala: Olha, comprei esse CD novo e quero saber se funciona, deixo com você pra testar? Óbvio, falei, pra ganhar ponto eu topava qualquer coisa.
Nisso, ela tava no hall tomando mate com as amigas. Por isso minha timidez, não sabia como chegar pra conversar com ela. Quando vejo as amigas irem pro banheiro, me aproximo com o CD e falo: Toma, Caro, não funcionou, não sei por que, mas não roda. E ela fica triste e diz: Será que os vendedores me passaram a perna? Você sabe se pode funcionar? A verdade é que eu não sabia, e enquanto a gente conversava, as amigas voltaram. Eu, já tímido, queria ir embora, mas antes de sair falei: Toma, Caro, se quiserem voltar com suas amigas pro hotel, podem falar comigo que consigo um preço. Embaixo do cartão tava anotado meu número de celular. Minha única chance era ver se chegava aquela mensagem salvadora, pra poder conversar e conhecer ela mais.
E chegou, mais ou menos umas 21h chegou a mensagem dela dizendo:
Caro: - "Você foi bem original, obrigada pelo favor, você é muito gentil". E eu fiquei super feliz,
e minha mensagem foi:
"Fico feliz e mais ainda por essa mensagem, faz tempo que queria falar com você, mas nunca encontrava a oportunidade"
Caro: - "Podia ter chegado junto, além do mais, você caiu super bem Bem, você é muito gente boa e muito lindo, pena que já não está mais no hotel"
Eu: "Pois é, já tinha que ir e como não te vi, também não pude te cumprimentar. Amanhã espero poder te ver"
Caro: "Sim, a gente já vai se deitar pra ficar descansadinha pra amanhã"
Eu: "Ah, pensei que vocês iam sair ou tinham planos, vai desperdiçar a última noite? Tendo tantos lugares em MDP"
Caro: "Hmm, lugares como?"
Eu: "Olha, daqui a pouco termina um jogo, quer que eu passe aí pra te pegar e a gente dar umas voltas?"
Caro: "Sim, adoraria 🙂"
Eu: "Beleza, fica esperta que umas 10 horas passo"
Chego no hotel, e ela sai. Meu Deus, como ela era gostosa. Um vestido preto curto, justinho. Como os mamilos marcavam, eu já tinha ficado louco, notei que não tava de sutiã. Minha cabeça já maquinava pra saber se por baixo vinha igual, sem calcinha.
Ela sobe, a gente se cumprimenta e fomos dar voltas por MDP, principalmente as escolleras sul e norte.
Paramos na norte, pra olhar as luzes refletindo no mar à noite. Continuávamos conversando, ela mais que tudo, haha, falava até pelos cotovelos.
Num momento, quando eu já não aguentava mais, falo na lata: "Posso te calar?" e enfiei um beijo nela, e ela topou e a gente começou a se beijar, sentia que toda aquela tesão de vê-la passar no hotel tava colocando naquele beijo. Ela me deixava doido.
Continuamos nos beijando, e eu começo a descer minha mão que tava no pescoço dela e deslizar por entre os peitos dela, direto até o umbigo e depois subia, cada vez roçando mais forte no corpo dela. Enquanto com uma mão eu acariciava, com a outra eu ia regulando e deitando cada vez mais o banco do carro. Depois de acomodada, começo a beijar o pescoço dela, algo que sei fazer muito bem, pelo que me disseram, e percebo que ela começa a respirar cada vez mais forte.
Os vidros do carro completamente embaçados, era minha hora. Começo a meter minha mão por dentro do vestido dela, e acariciar a entrepernas dela sem tocar ainda, depois subia pros peitos e brincava com eles. Mamilos duríssimos. Eu já tava com a pica pronta pra explodir, mas queria fazer ela ficar com vontade também, então continuei acariciando e brincando com o corpo dela. Tocava a calcinha fio dental por cima, que tava encharcada, enquanto ela passava a mão no meu abdômen e brincava com meu cinto, nós dois buscando o máximo de tesão.
Quando nossa pele já começava a ficar suada, puxo a calcinha dela e enfio um dedo, ouvindo um suspiro forte, e ela segurando minha mão e empurrando mais pra dentro com a outra mão, tira meu cinto e me desabotoa com uma facilidade que me surpreendeu. Ninguém aguentava mais, queríamos foder pra valer.
Falo pra ela, vamos pra trás, e nos acomodamos no banco de trás, que por ser reclinável tinha muito espaço. Começo a baixar minha calça, e ela pega na minha pica e diz: fica quietinho e aproveita.
Ela cuspiu na minha pica e começou a passar a língua na ponta, de um lado pro outro, por trás, por cima, meu deus, aquela língua tão carnuda. Continuou brincando e começou a me bater uma punheta, mas devagar, e começava a engolir até engasgar, o que me enchia de tesão e deixava a pica cheia de saliva. Ela começou a me masturbar com as duas mãos e a dar uns massagens que nunca na vida me fizeram tremer daquele jeito enquanto me chupava. Quando eu já tava quase gozando, porque sinceramente não aguentava mais, ela me deixava louco. Levantei ela e encostei num canto, toda dobrada e apertada, comecei a chupar ela, aqueles lábios molhadíssimos, procurando o clitóris com a língua, brincava com ele. Fazia pressão na buceta dela e ela adorava aquilo, enfiei dois dedos e ela deu um grito que com certeza alguém no píer ouviu, hahaha.
Ela fala: vai, cara, me come logo que não aguento mais. Então me animei, me posicionei e enfiei de uma vez, tirava tudo e metia de novo, sempre brincando com ela. Seguro ela com as duas mãos pela nuca, apertando bem forte pra dar todo o meu tesão.
Metia com tanta força quanto podia, tanto que Ela disse: "Vai, goza logo, que você tá me matando."
Aí eu, sussurrando no ouvido dela, falei: "Agora vou fazer você engolir tudo, mas ainda falta."
Continuei metendo, suando e ouvindo suspiros, até que ela diz: "Agora vou te destruir." Ela subiu em cima de mim e começou a rebolar. Senti que não aguentava mais, como ela rebolava gostoso, caralho.
Tirei ela de cima, deitei ela e fiquei por cima pra dar toda a porra que ela pedia. Ela começou a me bater uma punheta e cuspir nos peitos dela, passando a mão no corpo todo, até que eu falei: "Vai, me massageia que nem outro dia, que você me deixava louco."
Quando ela colocou as duas mãos, não aguentei mais. Enfiei a cabeça dela na boca e joguei tudo, toda a porra. "Muito bem, caralho." Ela continuou chupando e limpou tudo.
Depois a gente se arrumou, fomos tomar um sorvete e deixei ela no hotel, pra eu ir pra casa.
Essa foi minha história, espero que tenham gostado. Por ser a primeira, com certeza não está bem contada, mas mesmo assim espero que curtam.
Abraços, e vou começar a contar mais das minhas aventuras agora que perdi a timidez virtual.
2 comentários - Minha Primeira História - #AventuraNoHotel
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