Meu amigo negro, o macho da minha mãe, minha tia

Anteriormente:

No dia seguinte, assim que acordei, ouvi o Nelson entrando no banheiro e tomando uma ducha. Depois dele, minha mãe saiu do quarto. Quando ela estava quase passando na frente do meu quarto, abri a porta e saí no corredor. Observei minha mãe vindo pelo corredor, aparentemente indo para o banheiro de baixo para tomar banho. Ela vinha pelo corredor de camisola, reparei que ela estava levantando a frente dela, olhando pra própria buceta sem perceber que eu estava ali — os cabelos completamente bagunçados, nunca tinha visto ela acordar tão despenteada. Então notei que havia algo estranho no jeito dela andar… ela vinha com as pernas ligeiramente mais abertas que o normal e pisando com cuidado… olhei então pra entrepernas dela e vi a buceta… aquela tira de pelinhos me excitou pra caralho e eu tive uma ereção que tive que esconder rapidamente. Por sorte ela não percebeu minha presença, então fiquei olhando descaradamente por mais um tempo e reparei que a rachadura da buceta dela estava toda vermelha. Aí ela levantou a vista e me viu ali de pé, ficou vermelha e baixou a camisola rapidinho. Veio em minha direção andando daquele jeito estranho, olhando pro chão, claramente envergonhada, imagino que por causa dos gemidos do dia anterior.

— Mãe: Oi, querido, bom dia — me deu um beijo na bochecha — dormiu bem? — aí, com medo, perguntou — você nos ouviu, né?

— Eu: Oi, mãe, bom dia. Ouvi o quê? Dormi superbem a noite inteira.

— Mãe: Ah, nada, querido, nada. É que o Nelson, como tava bêbado, não parava de fazer gracinha, hahaha — claramente mentindo. Quando ela viu que eu não tinha ouvido nada na noite anterior, tirei um peso enorme das costas dela, e ela ficou mais feliz — bom, vou no banheiro de baixo me arrumar um pouco.

— Eu: Ei, mãe… quando você vinha na minha direção, vi que sua buceta tava muito vermelha. Tá tudo bem?

— Mãe: Ah, querido, não se preocupa, é que tão nascendo pelos e irrita pra caramba, e eu não paro de coçar — depois dessa mentira deslavada, ela foi pro banheiro. Claramente ela estava irritada por ter transado a noite toda.

Descemos pra tomar café da manhã, eu fui de pijama, aquele que ela usa pra ficar em casa à vontade. Quando o Nelson entrou, vestindo uma calça bege e um moletom verde, encontrou a mamãe vestida com uma minissaia azul escura e uma camisa branca. Ela estava de pé na frente da mesa, ele se colocou atrás dela, deu um beijo no pescoço dela, depois sentou na cadeira da mamãe e, puxando ela pela cintura, fez com que ela sentasse em cima do... Ela riu e fez isso:

- Eu: Mamãe, por que você senta em cima do Nelson? Tem uma cadeira vazia ali na frente.

- Nelson: Carlos, fica tranquilo, não me incomoda ela em cima de mim... – já tava nessa.

- Mãe: Viu como não incomodo? – começamos a tomar café da manhã e, num momento, o Nelson fez um sinal pra eu ir pro banheiro. Fui. Entrei no banheiro e esperei lá dentro uns 5 minutos, tava nervoso pensando no que o Nelson estaria fazendo. Dei descarga e voltei pra cozinha. Quando cheguei, não vi nada de estranho. Aí o Nelson apontou pro chão e vi que meu amigo tava me mostrando a calcinha fio dental preta da minha mãe. Olhando pra baixo, percebi que a saia estava levantada, dava pra ver parte da bunda dela, então imaginei que ela tava sentada com o rabo de fora em cima do meu amigo, que fez sinais com os dedos pra me explicar que tava metendo. Olhei pra minha mãe, ela tava na dela, meio corada, mas nada demais, tomando café e molhando uns biscoitos de vez em quando. Eu sentei e continuei tomando café da manhã sem ter a menor fome, porque já tinha passado:

- Nelson: Me diz, Sara, você tá confortável? – ele me olhava com um sorriso de idiota no rosto.

- Mãe: Uai, que pergunta... "Me deixou de queixo caído" – eles riram baixinho. Minha mãe, de vez em quando, olhava disfarçadamente pra virilha dela e se cobria com a minissaia o máximo possível pra eu não ver nada. Tava claro que minha mãe, mesmo tendo gritado como uma puta na noite anterior, não ia deixar eu descobrir o que ela fazia com meu amigo. tentava parecer aos meus olhos uma mãe recatada, como vinha sendo todos esses anos.

Continuamos tomando café da manhã, eles já tinham terminado, mas ninguém se levantava, acho que porque se levantassem, eu veria a pica do Nelson, a única que achava que eu não percebia nada era minha mãe:

-Mãe: Querido, vai até a sala e me traz a bolsa que vou fazer compras - sabia que iam aproveitar minha ausência para arrumar a roupa, então me apressei em pegar a bolsa e me espiei pela porta. Nelson estava de pé, guardando a pica enquanto beijava minha mãe, quando conseguiu ver que eu estava na porta atrás dela, começou a levantar a saia dela, me mostrando aquela bunda tão perfeita que ela tinha… já não tinha as nádegas queimadas… estavam perfeitas, puta merda… meu amigo ainda estava com a tanga na mão e jogou debaixo da geladeira, ela deu um tapinha nele de brincadeira.

Pararam de se beijar e Nelson foi embora, deixando minha mãe sozinha, que com a saia levantada e de costas para onde eu estava, se ajoelhou na frente da geladeira e começou a procurar a tanga. Ela estava com a bunda empinada, puta que pariu… era a primeira vez que via a bunda da minha mãe nua, empinada apontando para mim, já que na noite da pomada estava apontando para meu amigo e não pude ver nada… caralho… ainda por cima estava com as pernas um pouco abertas, o que me mostrava seus dois buracos, hummm, puxei a pica e comecei a bater uma o mais rápido que pude para gozar com aquela visão. Que imagem… sei que é minha mãe, mas adoraria meter a pica naqueles buracos. Continuei batendo uma num ritmo acelerado, olhei primeiro pro cu… era como o Nelson tinha descrito, fechadinho e com uns pelinhos um pouco compridos, não muito, mas perfeitamente visíveis, ao redor do ânus, baixei o olhar e me deparei com a buceta dela… puta merda… fiquei de pau duro… Os lábios estavam irritados, mas não foi isso que me surpreendeu, e sim que na entrada dela tinha um buraco maior que o normal… a pica do Nelson toda A noite inteira martelando nela fez com que abrisse um pouquinho… acho que em questão de dias ia voltar a fechar aos poucos, isso se deixassem….

Minha mãe achou a calcinha fio-dental, se levantou e vestiu, subiu a saia e sacudiu os joelhos. Eu guardei a pica lambuzada de líquido pré-seminal e memorizei bem aquela imagem. Na sequência, entrei pra dar a bolsa pra ela, ela pegou e foi pra loja.

Duas horas depois, o Nelson disse que ia pra casa dele, porque queria pegar umas roupas e garantir que o pai não tivesse queimado a casa. Pegou minhas chaves e foi embora, me deixando sozinho em casa pela primeira vez nesses dias… que paz… que sossego… Depois de duas horas, que passei jogando Call of Duty MW3, minha mãe chegou com as sacolas de compra. Desliguei o videogame e fui pra cozinha. Minha mãe estava guardando as compras nos armários, com as sacolas em cima da mesa, quando a porta se abriu e vimos o Nelson entrando na cozinha:

– Nelson: Oi, já tô de volta. Como foi nas compras, Sara?

– Mãe: Foi bem, aproveitei e fui até a casa da avó do Carlos – minha mãe falava com a gente sem parar de arrumar as compras nos armários, o que ia ser uma tarefa longa, porque ela trouxe quatro sacolas cheias.

– Eu: Como que tá a vó?

– Mãe: Muito bem, ela disse pra ver quando você vai fazer uma visita pra ela… Ah, e por falar nisso, a tia Laura vai passar uma temporada na casa da vó, porque precisa de umas férias. – Minha tia Laura, irmã da minha mãe, é um anjo de pessoa, doce e gentil com todo mundo, considero ela como uma irmã mais velha. Ela é mais nova que minha mãe, tem 38 anos e tem os olhos iguais aos da irmã, azuis. Ela, porém, é loira natural, cabelo comprido que geralmente prende num rabo de cavalo, muito bonita de rosto, igual à minha mãe. Nos atributos de mulher também não fica atrás, com uns peitos maiores que os da minha mãe e uma bunda parecida. A altura dela é um pouco maior, minha tia era… exatamente como eu em personalidade, tipo, se você lidar com ela sem vê-la, pensaria que é uma adolescente. Ela morava em Ciudad Real e estava há uns 6 meses meio triste por causa do divórcio, então sempre que podia dar um jeito de fugir pra Sevilha, ia sem pensar duas vezes.

- Eu: Sério? Que legal, né?
- Mãe: Sim, o problema é que você sabe como a vó é mandona na casa dela, e ela me pediu se podia ficar aqui.
- Eu: E o que você disse?
- Mãe: Falei que sim, ué, não ia deixar a coitada aguentando por 2 semanas as loucuras da sua avó, cê acha?
- Nelson: Puxa, que boazinha você é, Sara, se precisar eu vou embora pra dar espaço pra ela — falou isso sem convicção nenhuma, a última coisa que ele queria era sair daquela casa onde era o brinquedo da mulher dominante..
- Mãe: Não precisa, Nelson, a gente dá um jeito, você pode ficar se quiser — Eu ainda tava pensando na visita da minha tia e agradeci por ela vir passar uns dias aqui, porque ia fazer esses dois se controlarem, então seria um alívio pra mim.
- Nelson: Hmm, bom, a gente vê depois, você comprou o que eu pedi? — Ele mandou ela comprar algo? Queria saber o que era, então assim que ele falou isso, me preparei pra examinar as sacolas com o olhar, porque dava pra ver um pouco através. Minha mãe durante toda a conversa já tinha organizado a compra de 2 sacolas, então só sobravam 2 onde dava pra ver os artigos transparentes que estavam na borda das sacolas. Observei em silêncio as 2 sacolas e não consegui ver nada, só dava pra adivinhar pacotes de biscoito, porra, café... Minha mãe virou pro Nelson e disse:
- Mãe: Sim, não se preocupa, já comprei. — Mas que buceta era essa que ela tinha comprado?... Então Nelson foi pro banheiro e minha mãe se virou e começou a organizar a comida que já tinha colocado nos armários. Aproveitei e me aproximei das sacolas pra dar uma olhada, e na primeira não vi nada fora do normal, só o que já sabia, caixas de biscoito, pacotes de café, porra, etc. Na segunda... mas eram quase tudo garrafas, algumas de álcool, o que me parecia estranho, pois tinha 2 garrafas de uísque, 2 pacotes de coronitas, Coca Booty, Fanta, e... OHHHHH!!!... No meio, pude ver o que Nelson mandou minha mãe comprar, sem dúvida alguma... tinha dois pacotes de camisinhas, com 12 cada um. Sem fazer barulho com a sacola, meti a mão e comecei a olhar os pacotes. Um deles dizia: "12 MAGNUM-GOLD XL" — era do tamanho perfeito pro Nelson... porra... aquele preto de merda mandou minha mãe comprar camisinhas, e ela, nem curta nem preguiçosa, comprou sabendo que cada uma daquelas camisinhas ia perfurar a buceta dela... Porra... com certeza ficou com tesão e tudo enquanto comprava... cadela de merda... como engana com esse jeitinho dela. O outro dizia: "12 MIX DE MIX XL" — não fazia ideia de qual era a diferença entre as duas caixas, e tenho certeza de que o Nelson não especificou que tipo de camisinha ela devia comprar, então foi minha mãe quem escolheu, e ela tava interessada em saber, além das 12 camisinhas normais tamanho XL, quais mais tinha comprado. Virei a caixa e pude ler a seguinte lista: "12 preservativos MIX DE MIX tamanho XL distribuídos em: 3 SABOR CHOCOLATE, 2 SABOR BANANA, 1 SABOR MORANGO, 2 COM ESTRIAS E PONTOS DE FRIÇÃO, 2 EFEITO RETARDANTE E 2 PRAZER ANAL" — porra... foi minha mãe que escolheu esses? Aquela rola despertou os instintos sexuais dela ao máximo. 3 de chocolate? A putinha queria dar sabor naquele pauzão preto, me imaginei minha mãe devorando aquela rola com aquela camisinha como se fosse um sorvete do caralho, mesma coisa com os de sabor banana e morango, era pra dar sabor nos boquetes... 2 com estrias e pontos de fricção? Esses eu já tinha experimentado com minha ex quando ainda saíamos, e eram uma camisinha normal com uma série de estrias, algumas lubrificadas e outras não, e uns relevos que faziam a penetração ser mais gostosa pra ela. Lembro que minha ex ficava louca com essas camisinhas, e me imaginar Minha mãe com aqueles preservativos dentro me fez temer a reação dela. Dois com efeito retardante? O filho da puta do Nelson já aguentava pra caralho, não precisava de mais ajuda, porra. Se com dois camisinhas que não eram do tamanho dele ele demorava entre 20 e 40 minutos e deixava a buceta da minha mãe toda irritada, eu não queria nem pensar com esses dois que ela tinha comprado. E por último… prazer anal? Isso não revirou meu estômago, paralisou meu coração… será que ela tava pensando em dar o cu? Mas essa ideia se desfez na minha cabeça na mesma hora, porque, embora fosse verdade que minha mãe tinha me surpreendido, tenho certeza absoluta de que ela não é de sexo anal… minha mãe não é assim, eu sei muito bem.

- Eu: Mãe, pra que comprar tanta bebida e tanto álcool?

- Mãe: Bom, se sua tia vai vir, quero que não falte nada. Além disso, o pouco álcool que tinha já acabou, então comprei mais. - Aí ela percebeu que eu podia descobrir os preservativos, então se apressou pra pegar as duas sacolas e tirar da mesa.

- Eu: Mas quando a tia vem? - Me fiz de desentendido pra ela não ficar constrangida.

- Mãe: Ela disse que pretende chegar amanhã ao meio-dia, vai almoçar na casa da vó e depois vem pra cá. - Ela terminou de arrumar as garrafas e eu vi como escondeu rapidinho as caixas de camisinha na bolsa dela enquanto me fazia de distraído. O Nelson me chamou da sala pra jogar uma partida e eu fui, enquanto minha mãe subia pro quarto com a bolsa. Passamos o resto da tarde assim até que minha mãe nos chamou pra jantar. Esperamos terminar a partida pra ir, enquanto eu desligava o videogame e guardava as caixas dos jogos nas prateleiras, o Nelson me disse:

- Nelson: Ei, mano, sua tia é muito gostosa? - Mas que… será que ele tava pensando em comer minha tia também? As duas irmãs? Mas que putaria…, engolindo seco, descrevi como era minha tia, e a cada palavra o sorriso dele se alargava mais no rosto e meu coração batia mais rápido.

- Nelson: Perfeito, assim nem preciso de mais nada. Sair pra caçar buceta nova, já vem a bucetuda pra mim, porra, certeza que nem o Brad Pitt, né? hahaha

- Eu: Cê tá maluco? Nem fodendo, sua puta- PUUM Nelson me deu um soco fudido na barriga que me fez cair de joelhos no chão e soltar umas lágrimas:

- Nelson: Seu merdinha do caralho, fala direito com seu pai, ouviu?- filho da puta... Sabia como me foder... mas não podia ceder também com minha tia, tinha que aguentar

- Eu: Não vou ajudar você a comer minha tia nem fodendo, já fiz demais deixando você fazer o que quisesse com minha mãe, seu imbecil- A cara de Nelson era de ódio total, ele olhou pra porta e disse:

- Nelson: Sara, vem aqui agora, a gente precisa ir no quarto um minuto- Eu não sabia o que esse maluco tava tramando.

- Sara: Tá bom, mas não demora que a janta vai esfriar- Meu amigo me pegou pela camiseta e começou a me empurrar até o quarto da minha mãe. Eu não resistia, porque era inútil enfrentar aquele mastodonte, chegamos no quarto, ele fechou a porta e falou de novo:

- Nelson: Olha aqui, seu otário, você vai me ajudar a comer sua tia pra eu poder foder as duas irmãs, tá claro?

- Eu: Nelson, pelo amor de Deus, não insiste- Meu tom tinha passado de indignação pra súplica- já te falei que não e é não, porra, você tá comendo minha mãe praticamente na minha cara e quer mais? Desculpa, mas não- Nelson, puto da vida, me jogou em cima da cama da minha mãe com um empurrão só.

- Nelson: Então o outro macho da casa acha que pode desobedecer o dominante?- Ele me pegou pelo cabelo e me virou de bruços, eu não sabia que porra ele queria, mas deixava ele fazer porque tava esperando um possível murro- Pois nessa casa, ninguém passa na frente do macho alfa, e quem tentar vai levar uma correção- Enquanto falava isso, ele pegou minha calça de pijama e puxou pra baixo, deixando minha bunda no ar.

- Eu: Ei, cara, que porra cê tá fazendo?- Minha voz tava muito fraca e trêmula de medo, tentei puxar a calça de volta mas Ele, que estava atrás de mim, em pé fora da cama, se apressou pra tirar minha calça por completo. Tentei me levantar, e foi quando ele me deu um tapa que me deixou atordoado.

— Nelson: Fica quieto ou eu te bato com mais força — Levei a mão ao rosto e fiquei deitado na cama de bruços, sem calças, enquanto ouvia ele tirar o cinto. Depois, ouvi o zíper da calça. Olhei pra trás pra ver o que o filho da puta tava fazendo, e vi ele ali em pé, com a calça nos tornozelos e a pica na mão, batendo uma como um animal. Tentei me levantar de novo, esquecendo do tapa que ele tinha acabado de me dar, mas ele levantou a mão num gesto que me fez lembrar, e eu fiquei parado.

Ele continuou batendo uma num ritmo frenético por uns 5 minutos, olhando pra minha bunda nua. Eu fiquei imóvel, sem me mexer. Acho que o plano dele era gozar nas minhas costas, e nessa altura já não me parecia tão ruim, desde que ele não me desse outro tapa. Aí, saí dos meus pensamentos quando ouvi ele cuspir na mão. Virei pra olhar, e ele esfregou a cusparada naquele pauzão. Então entendi na hora e me levantei de repente. Ele parou de bater uma e, com outro tapa e um empurrão, me deixou tonto e jogado de novo na cama. Fiquei até meio zonzo. Ele me agarrou e me virou de bruços de novo, deu mais uma cuspida e esfregou na pica dele. Eu olhava sem piscar. Ele terminou de lambuzar a pica e, apoiando uma mão em cada uma das minhas nádegas, abriu minha bunda ao máximo. Eu não conseguia parar de olhar, queria ver o que o filho da puta ia fazer e quando chegaria o momento. Depois de abrir, ele se aproximou do meu cu e cuspiu de novo no meu esfíncter, que eu sentia molhado de líquido quente. Ele começou a fechar e abrir minhas nádegas, e eu senti a cusparada se espalhar por toda a fenda. Nelson começou a empurrar o quadril pra frente, enquanto eu, de bruços com a cabeça... Virada pra ele, eu via aquela ferramenta monstruosa se aproximando do alvo enquanto ele abria minhas nádegas, sem nada nem ninguém pra impedir. Tenho que ser sincero e admitir que me ver naquela situação, com meu cu aberto e um pau se aproximando, me excitou um pouco, mas assim que senti a ponta daquela vara no meu esfíncter, o tesão sumiu. Eu olhava sem piscar e, de canto de olho, vi ele levantar a cabeça pra me encarar. Ergui o olhar e, fitando os olhos dele, falei:

- Eu: Por favor, Nelson, cara, não vou fazer de novo, porra, cara, por favor, te imploro. Vou parar e ajudar você a comer minha tia, se precisar, eu mesmo peço pra ela deixar você foder ela, mas, cara, não continua. Te imploro.

- Nelson: Hmm, assim que eu gosto, Carlitos, mas um macho alfa num duelo tem que mostrar seu poder.

- Eu: Por favor, cara, te imploro, faço o que você quiser, o que for, mas isso não, caralho, não estupra meu cu, por favor.

- Nelson: Hmm, o que eu quiser?

- Eu: Siim, cara, o que você quiser, seja lá o que for.

- Nelson: Perfeito. Então não vou meter todo o meu negão zumbão se você descer pelado pra tomar café e convencer sua mãe a, a partir de hoje, andarmos nus sem problema nenhum. Já tô cansado de ter que me esconder pra ver os pelinhos da buceta dela, porra.

- Eu: TÁ BOM, CARA, PERFEITO, VOU FAZER ISSO SEM PROBLEMA NENHUM. — A verdade é que tinha problema, sim, e eu não gostava nada da ideia do meu amigo e da minha mãe se verem pelados 24 horas por dia, ainda mais com minha tia vindo e indo, olhando aquele pêndulo que hipnotizava tanto a minha mãe. Mas menos ainda gostava da ideia de receber aquele mastro preto no meu buraco.

- Nelson: Muito bem, então. Mas, como aviso... — Assim que falou isso, deu uma forte estocada com o quadril, fazendo a glande entrar no meu ânus e arrancando um berro desgraçado de mim.

- Eu: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

- Mãe: O que foi, meninos? Tão bem?

- Nelson: Calma, Sara, a gente tá brincando. — Eu sentia aquele enorme... glande dentro de mim, abrindo o músculo do reto, sentia perfeitamente ele se esticando pra acomodar aquela tranca, era inacreditável, meu cu tava tentando abrigar uma pica preta enorme, nunca imaginei. Fiquei sem ar, apertei os dentes e deixei o corpo todo tenso. Nelson ficou assim uns dois minutos, dois minutos em que tava enfiado em mim, soltou uma risada e tirou de uma vez aquele glande que tinha me causado tanta dor, arrancando outro gemido que não saiu por falta de ar. Mesmo sendo só o glande, senti ele abrindo meu esfíncter que até hoje era virgem. Olhei pra trás e vi Nelson batendo uma punheta bem rápido, pouco depois começou a gozar selvagemente, apontando e derramando toda a porra nas minhas nádegas e no meu cu, sentia o líquido super quente, eu com a cabeça virada via ele lambuzando minha bunda. Quando terminou de soltar os jatos grossos, ficou espremendo as últimas gotas em cima do meu cu. Eu olhava praquele instrumento que tinha me machucado tanto e pensei: PORRA, E SÓ FOI O GLANDE, MINHA MÃE ENFIA TUDO NA BUÇETA dela… olhei pra cara dele e ele me encarou. Ficamos tipo nos desafiando com o olhar, aí ele me deu um tapa na bunda e, se vestindo, saiu do quarto pra jantar, me deixando numa cena desoladora. Eu, nu, de bruços na cama onde minha mãe era comida pelo meu amigo à noite, com as mãos agarradas no colchão desde o momento em que ele enfiou o glande, e com as nádegas cobertas de esperma, recuperando o fôlego. E pensar que nessa cama minha mãe levava pica a noite inteira… Normal ele ficar irritado.

Me limpei com minhas meias a porra toda das nádegas, deixando elas pingando e fedendo a leite. Tirei a camiseta e desci pra jantar, mesmo tendo enfiado só o glande, sentia uma leve ardência e queimação no cu. Entrei na cozinha mancando, Nelson riu. Minha mãe perguntou:

- Mãe: O que foi, querido? Por que você tá pelado? E por que tá mancando?

- Eu: Torci um pouco o tornozelo quando tropecei descendo as escadas, e que diferença faz eu vir pelado? Tá muito calor e, no fim, a gente já se viu tudo, então se vocês não se importam, vou ficar assim que é mais confortável. - Sentei e começamos os três a jantar, até que depois de uns quinze minutos comecei com meu plano - Mãe, tava pensando que já que a tia Laura vai vir, a gente devia começar a pensar em como dividir os quartos, né?

- Mãe: Hum, bem, querido, a gente dorme as duas juntas no meu quarto e vocês no seu.

- Eu: Mas eu acho que você e eu podíamos dormir juntos e a tia ficar na minha cama, porque ela vai vir cansada da viagem e vai ser melhor ter uma cama só pra ela, não? - Suponho que o Nelson ia concordar com essa ideia de dormir no mesmo quarto que minha tia, ainda mais quando visse ela.

- Mãe: Hum, olhando por esse lado, você tem razão, é melhor ela ficar sozinha numa cama e descansar pelo menos no primeiro dia, depois já dorme comigo, assim vocês dormem juntos e conversam sobre suas coisas. - Eu tava começando a sentir náusea, acho que de lembrar do que tinha acontecido há apenas uma hora, tive que me desculpar e ir ao banheiro. Depois de alguns minutos acalmando o estômago e controlando a náusea, fui sem fazer barulho até a cozinha, porque queria saber do que eles estavam falando.

- Nelson: Já vi as camisinhas que você comprou, ahã, assim que eu gosto, já vi que ficou gravado meu tamanho aí dentro, hein?

- Mãe: Boop, bobo, ahã, viu o mix de sabores? Haha, que loucura, antes eram normais e comuns, haha.

- Nelson: Haha, agora você vai ter de todos os sabores e estilos se enfiando na sua bucetinha, e um deles no cu pelo que eu li, ahã.

- Mãe: Chhh, Nelson, não fala assim comigo, sem-vergonha, tem que respeitar os mais velhos, e a história do cu a gente vê se usa esse ou não... Não é que eu esteja muito animada. - Simmm, eu sabiaaa, ahã, essa é a minha mãe autêntica. Porra… ainda tinha uns resquícios de mulher recatada, mesmo que em poucas coisas. Que alívio que senti, apesar da náusea. Entrei na cozinha e continuamos jantando tranquilamente a salada que minha mãe tinha preparado pra gente.

Assim que terminamos de jantar, eu e Nelson fomos pro meu quarto — ele pra colocar uma roupa de dormir e eu pra esconder as meias no fundo do cesto de roupa suja, pra quando minha mãe colocasse na máquina de lavar, elas já estivessem secas. Depois descemos pra sala e ficamos vendo TV, enquanto minha mãe lavava a louça:

— Nelson: "Ei, cara, hoje é a última noite que vou poder ficar de boa com sua mãe, porque amanhã a nova gostosa chega e não sei quanto tempo vou ter que ficar sem meter. Então hoje a gente vê TV e depois você finge que dormiu no sofá, que quero estrear esses camisinhas e deixar essa mulher bem servida." Eu concordei e me deitei no sofá de sempre pra ver TV. Assim que terminou de lavar a louça, minha mãe foi pro quarto dela e desceu 5 minutos depois com a camisola branca. Nem pensou duas vezes em qual sofá escolher, foi direto pro de Nelson. Ficamos vendo o filme "Não é Mais Uma Comédia Americanada", que minha mãe nunca tinha visto e não parava de rir com aquele humor adolescente. Quando o filme acabou, minha mãe levantou e viu que eu tava dormindo:

— Mãe: "Ai, meu Deus, esse menino não aguenta o sono." Menino? Que não aguento o sono? Tava fingindo que tava dormindo, sua idiota… Nelson levantou, passou a mão na bunda da minha mãe e começou a beijar o pescoço dela.

— Nelson: "Que tal a gente deixar o pequeno Carlos dormindo mais um pouco e dar uma trepadinha pra aguentar esses dias que sua irmã vai ficar em casa?"

— Mãe: "Ah, mas como vamos deixar o Carlos aqui?"

— Nelson: "Ele tá dormindo. Vamos, bora você e eu pra cama meter."

— Mãe: "Hum, tá bom, mas uma rapidinha, vamo."

— Nelson: "Rápido? Isso a gente vê, hahaha. E fica tranquila que vou deixar a porta do quarto um pouco aberta pra ouvir se... Carlos acorda — ele disse isso claramente pra eu ouvir e ir ver eles se quisesse... Coisa que, mesmo me fazendo parecer um tarado doentio, eu tava morrendo de vontade de fazer. Os dois subiram pro quarto da minha mãe entre risadas e agarramentos e, depois de 10 minutos em silêncio, comecei a ouvir o TUM TUM característico da cabeceira. Eu tava morrendo de vontade de subir, mas não podia me rebaixar mais, então me forcei a ficar no sofá enquanto a casa inteira ouvia o TUM TUM e os bufos e gemidos dos dois. Foi um esforço enorme me segurar sem subir, mas depois de 20 minutos consegui ouvir o Nelson dizer que ia gozar e, na sequência, o silêncio — consegui, evitei ir ver eles, porra... Mas... 10 minutos depois, os barulhos da cabeceira voltaram... caralho... isso eu já não aguentei mais e subi o mais rápido que pude até a porta da minha mãe, que estava escancarada, como o Nelson tinha dito. A luz do criado-mudo da minha mãe estava acesa. Avancei até a porta e fiquei na penumbra do corredor, completamente paralisado com a visão... não imaginava que ia me impactar e excitar tanto ver eles... Minha mãe estava deitada de costas, com as pernas nos ombros do meu amigo, ajudando na penetração total daquele pau na buceta dela. O que eu conseguia ver daquela posição era as costas musculosas do Nelson e os pés da minha mãe aparecendo sobre os ombros dele. Mais pra baixo, dava pra ver a bunda da minha mãe esmagada contra a cama e as bolas daquele preto coladas nela, sinal de que ele tinha enfiado tudo. Na minha cabeça começou a passar a cena daquela mesma tarde, porque era a mesma cama, o mesmo rabo, mas a diferença é que dessa vez não era minha bunda que tava recebendo o pau, e sim a buceta da minha mãe — e não só a cabeça, mas o tronco inteiro. Quando o Nelson tirava aquela pica, dava pra ver o buraco da buceta da minha mãe envolvendo aquele pauzão. Dava pra ver como a pele do buraco da minha mãe estava esticado ao máximo, mas mesmo assim dava pra ver que a camisinha tava brilhando por causa dos fluidos dela. Ficaram assim uns 10 minutos, onde ele fingia que minha mãe tava dando à luz um negão preto:

- Mãe: DeeEEEEUS como entra caralho sinto suas bolas martelando minha bucetaaaa-PUM PUMPUMUM PUM PUM PUMPUMPUM, Nelson virou a cara pra trás e, examinando o olhar, conseguiu me ver, me deu o sorriso dele de sempre e tirou a pica da minha mãe:

- Nelson: Vem gata, se joga na putaria que vou te dar um cacete dos bons.

- Mãe: UUFF vale amor espera - ela se levantou e ficou de quatro, empinando a raba. Tava de costas pra mim, resumindo, apontando a bunda na minha direção.

- Nelson: Não querida, fica virada pra porta - isso me paralisou completamente - assim a gente fica de olho se ouve o Carlos ou não - Minha mãe obedeceu feito uma putinha submisso e ficou de quatro olhando pra mim, eu tava congelado, ela tava com o olhar na minha direção mas parecia que não conseguia me ver se não focasse bem, minha mãe, que ainda tava de camisola só que levantada, tava suando pra caralho, Nelson se ajeitou atrás dela acenando pra mim com uma mão e depois de apontar a pica pro alvo começou a meter, a cara da minha mãe foi um poema… quando sentia a pica deslizando dentro dela fechava os olhos e mordia o lábio, então Nelson começou a mexer os lábios e eu consegui ler, ele tava dizendo que o momento tava chegando, pra eu prestar atenção…. Eu não fiz nada, já era foda ficar ali de voyeur, mas então Nelson começou a dar tapas fortes na minha mãe, que fazia cara de dor e ao mesmo tempo pedia mais:

- Mãe: Caralho continua negão meu continua me montando porra deus mas cuidado com a mão que tá doendo, aaaaaaaaaaah ahhhahaaa tô quase gozando continua. - Cada tapa na bunda era mais forte que o anterior e o ritmo tava ficando frenético, minha mãe começou a ficar com os olhos Olhando pro céu, ela soltava gemidos de tanto prazer que sentia, até que vi ela ficar vermelha e virar os olhos... Ela tava tendo um orgasmo e a cara dela era difícil de descrever... O ritmo frenético fez os peitos da mamãe escaparem da camisola, balançando de um jeito brutal, que dava uma cena de filme pornô total.

- Nelson: POOOOOOORRA, TO GOZANDOOOOOOOOOOO - Meu amigo levantou os braços pra cabeça e dava pra ver ele parando o quadril, mas, pra minha desgraça, minha mãe era a única que se mexia como uma louca, minha mãe que tava comendo ele naquela posição tão humilhante - MEU DEUUUUUS, COMO VOCÊ SE LIVRA, GRAÇAS À CAMISINHA DE ESTRIAS, VADIA AAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA - Pelo que ele disse, soube que ele tava usando uma daquelas camisinhas de estrias e tava gozando. Minha mãe abria a boca, tensionava os músculos enquanto balançava pra frente e pra trás, metendo aquele pauzão na boceta aberta dela, até que de repente minha mãe levantou a cabeça o máximo que conseguiu, segurou por uns segundos, e depois caiu de bruços, com a respiração acelerada, o rosto todo vermelho e o corpo lambuzado de suor. Quando terminaram, Nelson se afastou da minha mãe, tirou a camisinha e deixou nos lençóis dela, e foi pro banheiro:

- Nelson: Gata, você foi demais, não se preocupa, eu acordo o Carlos, você dorme, querido - Minha mãe tava de bruços, recuperando o fôlego, e não disse nada... Ela parecia exausta, ficou nua de bruços, e Nelson fechou a porta ao sair. A gente foi pro nosso quarto e, quando chegamos, enquanto abríamos as camas, eu dei uma olhada no pau dele, ainda pingando umas gotas e completamente molhado de suor e gozo, aquela cabeça... Não aguentei aquela cabeça, mas minha mãe enfiou tudo na boceta dela... Voltei à realidade depois desses pensamentos, ele jogou a roupa que tava na mão e se deitou pelado, me dizendo:

- Nelson: POOOOORRA, mano, que trepada Dá um tempo na sua mãe, né? Ajajá, a putinha nem se despediu, hahaha. Pô, além disso, achei que ia arrebentar minha pica com a buceta dela, quando percebi que ela teve um orgasmo, os músculos dela apertaram bem forte, então deve ter sido um orgasmo dos bons. Bom, vou dormir que tô exausto de tanto montar na sua mãe — essa linguagem me fervia o sangue de raiva e inveja… a gente dormiu logo depois, mas não sem antes eu bater uma punheta braba, claro, sou homem, não consigo evitar.

Quinta-feira de manhã, minha mãe acordou a gente às 12h45 e disse que ia deixar a comida pronta, que ela ia pra casa da minha avó almoçar com ela e minha tia. A gente levantou e foi comer, assim que terminamos, Nelson se vestiu e disse que ia pra casa dele passar a tarde lá pra informar o viciado do pai dele que tava bem, o que eu sabia que o preto do meu amigo ia contar tudo, e que voltaria na hora do jantar:

— Nelson: Vai, viadinho, vou pra minha outra casa, mais te vale limpar toda essa casa de puta que sua mãe deve estar cansada, ouviu? — ele me agarrou pelo colarinho da camiseta, ameaçando com o punho, então eu concordei e, assim que ele foi embora, comecei a limpar a casa, porra, nem meu pai me mandava fazer as coisas de casa.

Comecei pela cozinha, lavando os pratos e talheres… a verdade é que não tava puto porque minha tia vinha de férias e pra mim era como uma irmã mais velha, e além disso, com ela aqui, não ia rolar nada do que vinha acontecendo nos últimos 6 dias. Depois de lavar e varrer a cozinha, fui arrumar as camas do meu quarto, reparei que no lençol da cama do Nelson tinha umas manchas de porra, acho que do gotejamento contínuo que ele trouxe do quarto da minha mãe. Troquei os lençóis, tanto os dele quanto os meus, que confesso também tinham uns borrões. Tirei o pó e, quando terminei, ia jogar FIFA quando percebi que ainda faltava o quarto da minha mãe, virei e fui. Arrumar a cama. Quando entrei no quarto, pude sentir um cheiro forte de suor. Olhei para a cama da minha mãe, que estava desarrumada. Fui até ela e tirei os cobertores. Quando olhei para o chão, vi uma camisinha marrom jogada do lado da cama e outra camisinha, de cor normal, em cima do lençol… que nojo, credo… Me abaixei pra pegar a camisinha do chão com dois dedos. Ela ainda estava meio molhada de gozo. Fui ao banheiro e joguei fora. Vi que era a de chocolate, então deduzi que minha mãe tinha mamado ele na noite anterior. Depois, fui pegar a camisinha do lençol, que também estava molhada, e ainda tinha uma mancha no lençol que claramente era gozo seco, que devia ter escapado da camisinha quando o Nelson tirou. Peguei ela igual à outra, essa era a de estrias, fui ao banheiro e joguei no vaso. Abri o armário da minha mãe, peguei uns lençóis limpos e deixei numa cadeira que tinha na penteadeira dela, enquanto colocava os sujos pra lavar e recolhia a embalagem dos preservativos. Quando fui tirar os lençóis, vi uns pelinhos que saltavam aos olhos, que eram pubianos, e tava claro que só podiam ser da mamãe, porque o Nelson era completamente depilado… não sei por que passei o pelo no nariz e depois passei a língua… tava ficando maluco… soltei aquele pelo e continuei arrumando a cama onde meu amigo e eu íamos dormir.

Depois fui estudar um pouco, a tarde toda sozinho, tranquilo e sem sustos. Chegou às 9 da noite e, com ela, minha mãe e minha tia. Fui dar dois beijos na minha tia:

- Eu: Oi, tia Laura, que tal a viagem? - Minha tia Laura tava vestida com uma legging vermelha e uma camiseta preta que batia abaixo da bunda, marcando o contorno do corpo dela. Minha mãe, por outro lado, tava de jeans justo e uma blusa marrom. As duas estavam uma delícia.

- Tia: Uuuh, meu sobrinho preferido - era o único que ela tinha - foi ótimo, dormi a viagem toda, hahaha, mas mesmo assim Tô meio cansada, então vou levar minhas coisas pro quarto.

- Eu: Bom, vou aproveitar e subir também pra levar meu pijama pro nosso quarto. Nós três subimos as escadas, elas duas iam na frente falando um monte de besteira sobre decoração. Como elas iam na frente, dei uma olhada nas duas bundas apertadas pela roupa e, puta merda... era uma delícia... As duas irmãs tinham sido abençoadas com um dom pela natureza. Quando chegamos no que seria nosso quarto, minha mãe falou:

- Mãe: Bom, aqui no meu quarto é onde vão dormir o Carlos e o amigo dele.

- Eu: É que eu cedi meu quarto pra você ter uma cama só sua, tia.

- Tia: Seu gesto já me contaram, muito obrigada, querido. Tomara que eu consiga dormir com os roncos da sua mãe, hahaha. Nós dois caímos na risada enquanto minha mãe dava um tapinha no ombro da minha tia, de brincadeira.

- Mãe: Bom, vou fazer o jantar. Me ajuda, Laura? Minha tia concordou e foram pra cozinha, onde não paravam de rir e falar de novelas, às vezes se pegando jogando pedaços de pão. Daí a pouco chegou o preto imbecil.

Nelson veio vestindo uma camiseta regata com capuz vermelha e um shorts. Apresentei os dois e, depois de um bom tempo conversando e nos conhecendo, fomos jantar na sala, porque minha mãe queria celebrar a visita da irmã dela e disse que ficaríamos mais confortáveis. Nós dois homens sentamos enquanto elas davam os últimos retoques na comida.

- Nelson: Caralho, que gostosas você tinha escondidas, hein, safado? Sua tia é uma delícia.

- Eu: Já te falei... foi tudo que consegui dizer.

- Nelson: Puta que pariu, que cadela loira. Só de pensar em comer as duas irmãs já fico duro, mano. Já viu ela pelada alguma vez?

- Eu: Que nada, mano... Talvez quando eu era pequeno, mas não lembro.

- Nelson: Então vou fazer você ver ela peladinha. Como cê acha que é a bucetinha dela? Com a da sua mãe nós dois falhamos. O que cê acha? — Como é que ela tem? — Não vou mentir dizendo que nunca imaginei minha tia pelada, porque era uma mulher que me excitava pra caralho e, conhecendo a personalidade jovial e doida dela, sempre achei que era depilada.

— Eu: Pois é... sempre pensei que ela fosse depilada.

— Nelson: OOOH, então você acha que sua tia tem a buceta lisinha? Hummm, eu acho que ela tem um tufinho em cima da rachadura, haja vista que tem cara de ser assim. — Eu não queria, mas não conseguia parar de imaginar minha tia com diferentes tipos de corte na buceta: depilada, raspada, selvagem, com tufinho, igual da minha mãe... mas o que mais combinava com ela era depilada.

— E me diz, potrinho, de que cor você acha que é? Eu diria que é loirinha, igual o cabelo da cabeça.

— Eu: Já te falei que acho que é depilada...

— Nelson: Mas diz de que cor você acha que poderia ser, caso você erre o corte.

— Eu: Então, acho que é preta.

Nesse momento, as duas apareceram com o presunto assado que fizeram juntas e umas garrafas de vinho, uma de Coca Booty e outra de Fanta. Sentamos pra jantar enquanto batíamos papo:

— Tia: Então, meninos, como vocês estão levando o verão?

— Mãe: Ah, Carlitos e Nelson estão levando superbem, né, meninos?

— Nelson: Eu, com certeza, estou levando muito bem — minha mãe e o Nelson riram, mas não estranhei minha tia — Isso tá muito bom, Sara.

— Eu: Sim, verdade, tá pra aproveitar.

— Tia: É uma receita antiga que nossa mãe nos ensinou, haja vista.

— Mãe: Fico feliz que vocês gostaram — O jantar seguiu com conversas típicas de futebol e elas falando de coisas de cozinha e novelas. Já estavam na segunda garrafa e dava pra ver que estavam um pouco altas, principalmente elas.

— Nelson: E aí, o que a gente faz depois do jantar? Fazemos algo em grupo?

— Tia: Ah, eu não, tô muito cansada da viagem, façam algo vocês três.

— Mãe: A verdade é que eu também tô um pouco cansada.

— Eu: Melhor a gente ir todo mundo dormir — Pra mim, era uma ideia ótima.

— Nelson: Beleza. Pois é, outra noite será — disse ela com um tom que não me agradou nem um pouco. Assim que terminamos o jantar, ficamos mais um tempinho conversando sobre vários assuntos, nós quatro, e às vezes a mesa se dividia em temas diferentes até que decidimos ir pra cama. Minha tia foi pro banheiro de cima, dava pra ver que o álcool já tava fazendo efeito nela, ela tava vermelha, o álcool batia nela igual na minha mãe, enquanto nós três ficamos lá embaixo conversando até que minha mãe levantou e começou a limpar a mesa, também parecia meio tonta. Numa das vezes que foi levar os talheres pra cozinha, um garfo caiu no chão e deslizou pra debaixo do sofá… Ela se abaixou pra pegar, ajoelhou e ficou de bunda empinada, igual tinha feito no dia anterior na geladeira. O Nelson aproveitou e levantou, se posicionou atrás da bunda dela sem encostar, e começou a fingir que tava comendo ela… puta merda… minha mãe, inocente, catando um garfo sem saber da zoeira que tavam fazendo com ela.

Depois de terminar de limpar a mesa, fomos todo mundo pra cama. Eu e o Nelson fomos pro quarto da minha mãe, e por coincidência as duas estavam se trocando.

— Tia: Cheee, espera aí que a gente tá se trocando, amor

— Mãe: Vão se virando enquanto pegam os pijamas de vocês — Fiz o que minha mãe mandou pra passar o tempo. Fomos pro meu quarto e, assim que pegamos a roupa de dormir, o Nelson falou:

— Nelson: Ei, otário, anda logo que vamos ver se conseguimos ver alguma coisa dessas duas — Com a roupa de dormir na mão, ele foi na ponta dos pés pelo corredor até a porta do quarto da minha mãe. Quando chegou, abriu a porta sem fazer barulho e me deixou um espaço pra espiar as duas fêmeas da casa.

Elas ainda estavam com a roupa do jantar, arrumando espaço no armário pras coisas da minha tia.

— Mãe: Então, me conta, como é que tão as coisas? Como andam os amores?

— Tia: Bom, tudo bem, sem novidades, mas na parte amorosa vai de mal a pior. Tô há 10 meses sem montar em ninguém nem ser montada. -Mãe: Ué, mas se você se divorciou daquele Memo há seis meses, como é que não transa há 10?
-Tia: Porque a gente tava de mal fazia tempo, as coisas ruins, e eu tô com um tesão danado, você não imagina. Mas me diz, você continua sem foder, né? Poxa, tia, você tem que arrumar alguém pra foder, nem que seja só uma noite.
-Mas que buceta que as mulheres da minha família tinham com pica?
-Mãe: Ah, ah, e se eu te disser que esses dias me mataram de pica? haha
-Tia: O que você tá dizendo, Sara? Conta, conta. – Nelson me dava cotoveladas pra eu prestar atenção.
-Mãe: Pois é, mas não fala nada, é… o Nelson, o amiguinho do Carlos. A gente tem fodido igual uns loucos esses dias.
-Tia: Nossa, tia, você tá fodendo um adolescente preto, amigo do seu filho? Caralho, o Carlos não descobriu?
-Mãe: Que nada, foi até por causa dele, haha, ele não se importa que eu ande nua pela casa na frente do amigo, nem que ele faça o mesmo.
-Tia: Uau, tia, e me diz, a rola é boa?
-Mãe: Se a rola é boa? haha, acredita em mim, Laura, nunca na minha vida vi uma tranca assim, e olha como ele fode. Sinto minha buceta mais aberta desde que ele começa a me foder. – Eu tava vermelho de vergonha.
-Tia: Nossa, tia, que sorte a sua, vou colocar meu pijama. Continua me contando.
-Mãe: Eu também vou colocar minha camisola. – As duas começaram a tirar a roupa, meu amigo e eu não piscávamos. Tiraram as camisetas e os sutiãs. Nossa, era a primeira vez que eu via os peitos da minha tia, eram completamente idênticos aos da minha mãe, exceto pelos mamilos, já que minha mãe os tinha cor de café e minha tia rosa clarinho. Também tenho que admitir que era a primeira vez que via dois pares de peitos nus sem ser num filme pornô. Depois começaram a tirar as calças, eu tava duro pra caralho, a mais rápida foi minha mãe tirando a calça e a calcinha lilás, ficando completamente nua. Que buceta suculenta, nunca vou me acostumar, que mãe eu tenho. A linha dela… Os pelinhos castanhos clarinhos da buceta dela me hipnotizavam, os lábios dela bem mais abertos do que da primeira vez que vi no salão na noite do pôquer. Minha tia tinha acabado de tirar a calça e enfiou a mão na calcinha fio dental e coçou a xota, alguma coisa aconteceu que chamou a atenção da minha mãe:

- Mãe: Oiê

- Tia: Que foi?

- Mãe: Cê deve ter um matagal lá embaixo, hein?

- Tia: Quê? Por que cê tá falando isso?

- Mãe: É que cê acabou de se coçar e fez um barulhão de pelo, haja, não passou no salão antes de vir?

- Tia: Não deu tempo, Sara, jura, tô meio descuidada mesmo, mas fazer o quê, pra que que eu vou usar isso desde que aquele imbecil do meu ex-marido me largou... E você, Sara, tá do mesmo jeito que ano passado?

- Mãe: Sim, continuo fazendo a mesma coisa haha. Relaxa que ainda não passou da validade, cê vai achar outro homem.

- Tia: Uai, já tô na hora de mudar, cê não acha? Haha, vê se eu passo amanhã à tarde ou depois e dou uma retocada, não fala besteira, cê vai me dizer onde eu encontro um homem nessa idade.

- Mãe: A gente ainda tá gostosa, hein? Haha

- Tia: Ahã, sim, mas os homens da nossa idade que são solteiros tão assim porque são uns imbecis, e os jovens não olham pra gente da nossa idade, sério, tia, cê tá me deixando com um tesão danado com essa história do neguinho... Sempre fantasiei em pegar um preto e ser fodida por um pauzão enorme, com nossos corpos fazendo contraste um com o outro.

- Mãe: Então aproveita o Nelson hahaha

- Tia: Uff, sei não, sei não, a verdade é que ele é gostoso

- Mãe: Claro, boba, o que a gente tem que fazer é perder a vergonha, eu pra perder tive que jogar com o Carlos e ele no strip pôquer, nem te conto as risadas, ahaha

- Tia: Mas que putaria hahaha, e aí, como foi?

- Mãe: Uff, ficamos todo mundo pelado e eu tive que dançar assim com o Nelson. O pau dele não parava de bater na minha bunda ahaha, ai, meu Deus...

- Tia: Haha que sorte, eu faz seis meses que não encosto nada na minha bunda, jura, enfim... Tudo isso amanhã, o que a gente faz?

- Mãe: Podíamos jogar ou fazer algo os quatro.
- Tia: Ei, mas amanhã eles vão pra festa, né? O que a gente duas faz?
- Mãe: Hmm, se for possível que eles vão pra festa, então a gente se manda tu e eu numa noite de relax na piscina.
- Tia: Uuf, mas… é que meu biquíni…
- Mãe: O que foi? Não me diga que você esqueceu ele, Laura. Olha que eu te falei pra trazer, porque aqui em Sevilha faz muito calor.
- Tia: Até que eu trouxe, mas…
- Mãe: Mas o quê? Qual é o problema?
- Tia: É que eu pensei que a gente ia ficar só os três em casa, e eu trouxe os dois que uso pra pegar um bronzeado bem… já me entende.
- Mãe: Pois não entendo, não…
- Tia: Porra, Sara, é que os que eu trouxe são minúsculos… A parte dos peitos só cobre bem os bicos.
- Mãe: Relaxa, mulher, não se preocupa. Eu até fiz topless com esses caras, e te juro que eles me viram pelada e são bem maduros, não tem problema.
- Tia: Te viram você… Mas eles ainda não viram minhas tetas, e eu fico com vergonha. Além disso, a parte de baixo tem um fio fininho pra área da bunda que deixa tudo à mostra, e a parte da frente é bem mais estreita que o normal. Com essa moita que eu tenho, sai um monte de pelo pros lados…
- Mãe: Relaxa, mulher, não vê que o mais certo é eles irem pra festa? Vamos ficar sozinhas, então não se preocupa.
- Tia: Hmm, você tem razão. Amanhã a gente vê como o dia se desenrola.
- Tia: Hmm, você tem razão. Amanhã a gente vê como o dia se desenrola… Aiiisshh Nelson Nelson… olha só a Sara, com essa cara de santinha… hahaha e como é que ele é na cama?
- Mãe: Uff, incrível, Laura, é incrível… Ele me come pra caralho, o ruim é que no último sexo que a gente fez, ele deu a indireta de fazer anal, mas Deus, bff, isso eu nunca fiz com o corno do meu marido, imagina fazer com ele com esse pauzão…
- Tia: Haha, mas fica tranquila, mulher, que não vai te acontecer nada de ruim. No começo vai doer bastante, mas depois que… Dentro vai te encantar, vai te dar prazer só pelo simples fato de estarem te comendo pelo cu kkkk
- Mãe: Você já experimentou alguma vez?
- Tia: Umas duas vezes com meu ex, como ela era magrinha e de tamanho normal, não tinha desculpa pra recusar.
- Mãe: Uff, mas depois fica o buraco todo dilatado, e com o tamanho da pica do Nelson, ia ficar um buraco grande demais pro meu cu.
- Tia: Fica tranquila, mulher, que isso fecha aos poucos, e quanto mais você fizer, mais aberto vai ficar e mais fácil nas próximas vezes. Além disso, deixa o garoto aproveitar, porra kkkk
- Mãe: Baaah, vou pensar. Vamos, veste o pijama que o Carlos e o Nelson vão chegar a qualquer hora.

Só vou dizer uma palavra: INCRÍVEL……..

Minha mãe ainda estava nua, e minha tia começou a descer a calcinha fio dental, deixando a gente ver a bunda dela. Que bundão do caralho, sentia minha pica dando pulinhos pra ir lá foder aquilo. Era a bunda de uma mulher como Deus manda, igual à da minha mãe, mas mais pálida.

- Mãe: POOOORRA, LAURA… – Minha mãe tava olhando a buceta dela – Que matagal do caralho que você tem. – Minha tia, de costas pra gente, ficou vermelha e se virou pra se esconder da vista da minha mãe, deixando a gente ver a buceta dela…… QUE buceta… Nós dois falhamos de novo, ela tinha os pelos loiros como o cabelo da cabeça, sem nenhum retoque, era uma selva dourada.

- Tia: Porra, já te falei que não me depilo há um tempão.

- Mãe: Pois isso só se corta com maçarico, minha filha kkk, acho que temos o cortador de grama na garagem, hein? kkk – Minha mãe zoava ela enquanto a gente olhava besta pra aqueles dois corpos nus, eram duas mulheres abençoadas com o dom de endurecer pica na hora. Aí minha mãe virou as costas pra minha tia e se abaixou pra pegar uma camiseta que tinham esquecido de guardar no armário, e dessa vez minha tia falou:

- Tia: SARA, SUA CADELA kkkk, você ri da minha selva, mas olha a juba que você tem no cu, hein? – Minha mãe abriu as pernas Nádegas ao se abaixar e minha tia pôde ver os pelinhos do cu dela, e não perdeu a oportunidade de zoar. Minha mãe, ao ouvir, se endireitou rápido e, corada, disse:

- Mãe: Que porra você tá falando, idiota?

- Tia: Idiota, sim, mas não tenho pelo no cu. Ai, coitado do Nelson, ter que encarar esse cenário quando te montar não deve ser muito erótico pra ele. Parece que vamos ter que marcar horário as duas no salão de depilação, hahaha.

- Mãe: Bop, cala a boca, idiota. Mas é verdade, você tem razão – minha mãe levou a mão até o cu e enfiou entre as nádegas, suponho que tateando o ânus pra sentir os pelinhos.

- Tia: Então tá decidido, vamos as duas se depilar.

- Mãe: Sim, boa ideia! Mas agora vamos terminar de nos vestir e dormir, porque esses dois estão pra chegar.

Terminaram de se vestir e saíram no corredor. Nós, antes que elas chegassem, recuamos e fingimos que estávamos saindo do meu quarto naquele momento. Nos encontramos os quatro no corredor, demos boa noite e fechamos as portas dos quartos. Uma vez no quarto da minha mãe, nós dois não dissemos uma palavra. Abrimos os lençóis e nos metemos na cama. Olhei pro Nelson antes de apagar a luz, e ele me deu um sorriso malicioso.

- Nelson: Boa noite, Carlitos.

CONTINUA……..

4 comentários - Meu amigo negro, o macho da minha mãe, minha tia

pive buen relato pero si fuera yo ya desde el pricipio le rompia la cara a ese tio
Me encanto la cojida que le pego a la vete. Le dejo la concha nuevita
Deverias agregar mas escenas de Carlos con Nelson... Un macho se hace respetar no?? 🔥🔥🔥