Boa noite, tenho 24 anos, sou bissexual de Salta capital e este é meu primeiro relato. Considero que a partir dessa experiência minha vida e o início da minha sexualidade deram uma virada de 180 graus..Tudo começou quando estavam construindo e reformando minha casa, era uma obra um pouco grande e por isso tinha muitos pedreiros trabalhando. A maioria gordinhos, peludos, com linguagem meio vulgar, enfim, típicos homens brutos.
Minha família é formada pelo meu velho, que é caminhoneiro de longa distância, minha mãe, que é dona de casa, meu avô, que é aposentado, e eu, filho único.
Como meu velho estava de férias, ele cuidava de manter tudo em ordem, fazendo os pedreiros trabalharem e focarem no serviço, mas a coisa mudou quando ele voltou a trabalhar.
Os pedreiros demoravam mais para fazer o trabalho e alguns deles ficavam olhando pra minha mãe, que por sinal é uma mulher gostosa. Ela tem 40 anos, meio magrinha, olhos claros, cabelo longo ondulado e 100 de peitos. Eu só ficava olhando e não dizia nada, era um jumento que não entendia as coisas direito.
Com o tempo, vi que minha mãe dava mais papo pros pedreiros, se vestia mais sexy e passava um tempo conversando com eles quando meu pai não estava. Naquela época, estavam reformando meu quarto, então tive que ir dormir num quartinho pequeno em frente ao quarto da minha mãe, não tinha jeito.
Quando meu velho saiu pra Buenos Aires uma manhã, lembro claramente que a atitude da minha mãe mudou totalmente. Ela colocava roupa sexy e justa, dessa vez uma saia e uma regata bem decotada, e ficava conversando com os pedreiros, como se estivesse provocando eles. Até que uma tarde, todos já tinham ido embora, menos um, o mais grandão de todos, barbudo, meio barrigudinho, que estava terminando a parte elétrica. Do nada, minha mãe me chama e me dá dinheiro, dizendo:
"Vai pro ciber e se diverte um bom tempo, faz muito que você não vai."
Achei estranho, já que ela sempre reclamava que eu vivia viciado no ciber. Aceitei, mas tive um pressentimento. Falei pra ela trancar a porta, mas eu tinha levado minha própria chave. Decidi esperar um pouco na rua e, depois de uns 20 minutos, voltei pra casa.
Entro em casa e todas as luzes estavam... apagadas, não tinha ninguém, então decidi subir para meu quarto improvisado e ver se tinha alguém lá em cima. Subi as escadas e senti um pouco de barulho, então tentei não fazer nenhum som estranho.
Quando me aproximei, o quarto da minha mãe estava aberto, com o abajur da mesinha de cabeceira aceso, e vi o seguinte.
Aquele operário grandão, peludo, gordinho, estava pelado deitado. Dava pra ver o corpo dele, o abdômen, o peito, a barriga coberta de pelos, e além disso, minha mãe estava de quatro, sem a calcinha, mas com a saia vestida. Os peitos dela pra fora da regata, a bucetinha peluda e, o mais importante, nas mãos dela tinha uma PICA ENORME, venosa e peluda.
Me chamou a atenção tudo, mas mais ainda o cara, ver aquela pica peluda e ver como minha mãe tava masturbando ele e com a língua lambendo devagar, olhando nos olhos dele. Ver como ela bagunçava os pelos da pica do cara e puxava eles um pouco. Ver como devagar ela enfiava aquela pica ereta na boca.
Em alguns momentos eu queria ser aquele cara, e na maior parte do tempo queria ser minha mãe, tentando sentir como era ter aquela pica na boca, sentir que sensações dava chupar uma pica boa. Eu tava extremamente excitado. Depois pude ver como minha mãe começou a chupar mais rápido aquela pica e o cara gemeu, assim como minha mãe também, os dois gozando mutuamente.
Depois de ver minha mãe chupando a pica daquele homem, pude observar como ela montou naquele membro enorme e gozou, se mexeu e pedia mais, deixou ele chupar, apalpar e chupar aqueles peitões enormes que ela tinha e, o melhor de tudo, gozava como uma puta.
Ver aquela pica enorme entrando na buceta da minha mãe era o máximo, ver a cada penetração um gemido, um grito, me deixava louco. Na minha mente, eu pensava que queria experimentar essas sensações. Depois de uns bons minutos, o cara pôs ela de quatro e começou a lamber os glúteos dela, a buceta, e depois começou a passar devagar a língua no cu da minha mãe.
Ver como ela se mexia, como pedia mais... Fiquei muito excitado quando o cara começou a passar o pau pelo cu da minha mina. Ela logo disse que não, que nunca tinha feito por ali, mas o cara ignorou.
Chupou o dedo e começou a enfiar no cu dela. Ela nunca mais recusou, automaticamente começou a gemer e entregou a bunda à mercê do operário. Doía, mas ao mesmo tempo ela gemia. O cara movia o dedo em círculos até que, depois de alguns minutos, meteu o segundo dedo e os gemidos ficaram mais intensos.
O cara disse: "Tá vendo como é gostoso?"
Minha mina: "É muito gostoso, incomoda um pouco mas eu gosto. Continua, amor, você vai ser o primeiro a me arrombar o cu."
O cara não perdeu tempo. Metia os dois dedos e, do nada, pegou o pau e começou a tentar introduzir no cu dela. Ela gemia e começou a gritar, doía, mas nunca pediu para parar. O cara enfiou forte de uma vez aquele pau grosso e peludo, e ouvi um grito forte da minha mãe.
O cara: "Já tá todinho dentro."
Minha mãe: "Está doendo, mas me come, sou sua."
Ao ouvir isso, o cara enlouqueceu. Primeiro começou devagar e depois mais rápido. Os gemidos eram muito excitantes, intensos, gritos também, até que ela começou a chorar um pouco, mas gozava com aquele pau dentro. Eu agarrava meu pau, mas também passava os dedos no meu cu, desejando sentir o que ela sentia. Queria sentir um pauzão no meu cu, me penetrando, me comendo e muito mais.
Depois de alguns minutos, o cara começou a se mover com muito mais intensidade. Minha mina se contorcia de prazer e dor, até que ouvi um gemido do cara, e ele disse:
O cara: "Que cu gostoso você tem, enchi ele de porra."
Minha mina, toda excitada, viu o pau dele coberto de porra e começou a chupar, limpando ele para depois, finalmente, se trocar e fazer de conta que nada tinha acontecido.
A partir daí, minha vida mudou para sempre. Eu desejava sentir como era uma rola, sentir como era ser comida por um cara, sentir como era chupar e ter uma boa pica na minha boca. Tudo graças à minha sogra. Foi a partir daí que começaram minhas aventuras no sexo, tanto com homens quanto com mulheres.
Se quiserem mais detalhes, mandem uma mensagem privada ou comentem, porque tive que omitir alguns dados importantes. Se vocês gostaram (tomara que sim), eu começaria com minhas primeiras experiências,
Minha família é formada pelo meu velho, que é caminhoneiro de longa distância, minha mãe, que é dona de casa, meu avô, que é aposentado, e eu, filho único.
Como meu velho estava de férias, ele cuidava de manter tudo em ordem, fazendo os pedreiros trabalharem e focarem no serviço, mas a coisa mudou quando ele voltou a trabalhar.
Os pedreiros demoravam mais para fazer o trabalho e alguns deles ficavam olhando pra minha mãe, que por sinal é uma mulher gostosa. Ela tem 40 anos, meio magrinha, olhos claros, cabelo longo ondulado e 100 de peitos. Eu só ficava olhando e não dizia nada, era um jumento que não entendia as coisas direito.
Com o tempo, vi que minha mãe dava mais papo pros pedreiros, se vestia mais sexy e passava um tempo conversando com eles quando meu pai não estava. Naquela época, estavam reformando meu quarto, então tive que ir dormir num quartinho pequeno em frente ao quarto da minha mãe, não tinha jeito.
Quando meu velho saiu pra Buenos Aires uma manhã, lembro claramente que a atitude da minha mãe mudou totalmente. Ela colocava roupa sexy e justa, dessa vez uma saia e uma regata bem decotada, e ficava conversando com os pedreiros, como se estivesse provocando eles. Até que uma tarde, todos já tinham ido embora, menos um, o mais grandão de todos, barbudo, meio barrigudinho, que estava terminando a parte elétrica. Do nada, minha mãe me chama e me dá dinheiro, dizendo:
"Vai pro ciber e se diverte um bom tempo, faz muito que você não vai."
Achei estranho, já que ela sempre reclamava que eu vivia viciado no ciber. Aceitei, mas tive um pressentimento. Falei pra ela trancar a porta, mas eu tinha levado minha própria chave. Decidi esperar um pouco na rua e, depois de uns 20 minutos, voltei pra casa.
Entro em casa e todas as luzes estavam... apagadas, não tinha ninguém, então decidi subir para meu quarto improvisado e ver se tinha alguém lá em cima. Subi as escadas e senti um pouco de barulho, então tentei não fazer nenhum som estranho.
Quando me aproximei, o quarto da minha mãe estava aberto, com o abajur da mesinha de cabeceira aceso, e vi o seguinte.
Aquele operário grandão, peludo, gordinho, estava pelado deitado. Dava pra ver o corpo dele, o abdômen, o peito, a barriga coberta de pelos, e além disso, minha mãe estava de quatro, sem a calcinha, mas com a saia vestida. Os peitos dela pra fora da regata, a bucetinha peluda e, o mais importante, nas mãos dela tinha uma PICA ENORME, venosa e peluda.
Me chamou a atenção tudo, mas mais ainda o cara, ver aquela pica peluda e ver como minha mãe tava masturbando ele e com a língua lambendo devagar, olhando nos olhos dele. Ver como ela bagunçava os pelos da pica do cara e puxava eles um pouco. Ver como devagar ela enfiava aquela pica ereta na boca.
Em alguns momentos eu queria ser aquele cara, e na maior parte do tempo queria ser minha mãe, tentando sentir como era ter aquela pica na boca, sentir que sensações dava chupar uma pica boa. Eu tava extremamente excitado. Depois pude ver como minha mãe começou a chupar mais rápido aquela pica e o cara gemeu, assim como minha mãe também, os dois gozando mutuamente.
Depois de ver minha mãe chupando a pica daquele homem, pude observar como ela montou naquele membro enorme e gozou, se mexeu e pedia mais, deixou ele chupar, apalpar e chupar aqueles peitões enormes que ela tinha e, o melhor de tudo, gozava como uma puta.
Ver aquela pica enorme entrando na buceta da minha mãe era o máximo, ver a cada penetração um gemido, um grito, me deixava louco. Na minha mente, eu pensava que queria experimentar essas sensações. Depois de uns bons minutos, o cara pôs ela de quatro e começou a lamber os glúteos dela, a buceta, e depois começou a passar devagar a língua no cu da minha mãe.
Ver como ela se mexia, como pedia mais... Fiquei muito excitado quando o cara começou a passar o pau pelo cu da minha mina. Ela logo disse que não, que nunca tinha feito por ali, mas o cara ignorou.
Chupou o dedo e começou a enfiar no cu dela. Ela nunca mais recusou, automaticamente começou a gemer e entregou a bunda à mercê do operário. Doía, mas ao mesmo tempo ela gemia. O cara movia o dedo em círculos até que, depois de alguns minutos, meteu o segundo dedo e os gemidos ficaram mais intensos.
O cara disse: "Tá vendo como é gostoso?"
Minha mina: "É muito gostoso, incomoda um pouco mas eu gosto. Continua, amor, você vai ser o primeiro a me arrombar o cu."
O cara não perdeu tempo. Metia os dois dedos e, do nada, pegou o pau e começou a tentar introduzir no cu dela. Ela gemia e começou a gritar, doía, mas nunca pediu para parar. O cara enfiou forte de uma vez aquele pau grosso e peludo, e ouvi um grito forte da minha mãe.
O cara: "Já tá todinho dentro."
Minha mãe: "Está doendo, mas me come, sou sua."
Ao ouvir isso, o cara enlouqueceu. Primeiro começou devagar e depois mais rápido. Os gemidos eram muito excitantes, intensos, gritos também, até que ela começou a chorar um pouco, mas gozava com aquele pau dentro. Eu agarrava meu pau, mas também passava os dedos no meu cu, desejando sentir o que ela sentia. Queria sentir um pauzão no meu cu, me penetrando, me comendo e muito mais.
Depois de alguns minutos, o cara começou a se mover com muito mais intensidade. Minha mina se contorcia de prazer e dor, até que ouvi um gemido do cara, e ele disse:
O cara: "Que cu gostoso você tem, enchi ele de porra."
Minha mina, toda excitada, viu o pau dele coberto de porra e começou a chupar, limpando ele para depois, finalmente, se trocar e fazer de conta que nada tinha acontecido.
A partir daí, minha vida mudou para sempre. Eu desejava sentir como era uma rola, sentir como era ser comida por um cara, sentir como era chupar e ter uma boa pica na minha boca. Tudo graças à minha sogra. Foi a partir daí que começaram minhas aventuras no sexo, tanto com homens quanto com mulheres.
Se quiserem mais detalhes, mandem uma mensagem privada ou comentem, porque tive que omitir alguns dados importantes. Se vocês gostaram (tomara que sim), eu começaria com minhas primeiras experiências,
4 comentários - Mama, el obrero... ¿soy bi - gay?