Treinador de atletismo treina sua aluna favorita no sexo...Aproveitem!
Sou Pedro e treino um time feminino de atletismo. Minha aluna mais avançada é a Júlia, pra quem dei um treinamento muito especial e que vou contar pra vocês agora...
Como eu disse, a Júlia sempre foi minha aluna mais avançada e também a mais gostosa e linda, e embora sempre quisesse ter algo com ela, não quis me apressar até que algo a impedisse de continuar no time, já que as vitórias constantes dela também mantinham minha reputação de bom treinador...
Então esperei a oportunidade até que o médico aconselhou ela a sair do time por causa das lesões constantes que ela tinha por causa dos anos que passou jogando, senão ela acabaria de muletas pra sempre... A Júlia sabia disso e comentava com as amigas sobre a aposentadoria iminente, e de quebra brincavam que ela ia arrumar um namorado, já que até agora não tinha tido tempo pra homens... e ela se sentia meio insegura com eles e inexperiente em questões sexuais...
Então decidi que ela me fizesse uma visita, e pedi pra melhor amiga dela dizer pra ela falar comigo sobre o assunto. Ela perguntou sobre qual assunto, e eu respondi sobre as lesões dela, mas melhor que só dissesse sobre o tema com a desculpa de que queria que ela se abrisse comigo sobre o que sentia...
Outra vez, quando estavam se trocando, ouvi a amiga dela dando meu conselho, e a Júlia perguntou: que assunto? E a amiga respondeu: você sabe... aquele assunto...
Minha artimanha tinha funcionado, e na tarde seguinte eu estava conversando com ela no vestiário enquanto o resto do time fazia seus quilômetros diários...
P: Você sabe, Júlia, que sempre te dei os melhores conselhos, e sobre esse assunto também posso te ajudar...
J: Bom, treinador, é que me dá muita vergonha falar disso, mesmo você sendo o segundo homem na minha vida depois do meu pai.
Beleza... pensei, eu já sabia das lesões dela, então não tinha outro assunto pra falar além da inexperiência dela com homens... tudo tinha dado certo. P: Quais são suas dúvidas sobre os homens, Julia...
J: Nunca fiquei com nenhum, então todas, treinador.
P: Bom, como seu treinador, vou te dar um último treino especial antes de você sair da equipe... Aceita?
J: Claro, treinador. Confio no senhor e nos seus métodos para me tornar a melhor aluna.
P: A primeira coisa que você precisa fazer é provocar um pouco os homens... Então, anda sexy pelo vestiário...
Ela fez isso, e pude ver todos os dotes dela, uma jovem de 18 anos: seu rostinho angelical, corpo magro mas duro de anos de treino, os peitinhos não muito grandes marcados pela camiseta justa de corrida, o shortinho curto que marcava a buceta e realçava aquele bundão; e finalmente aquelas pernas de atleta, mas sexys, que faziam qualquer um suar...
P: A segunda coisa é que você beije bem seu companheiro... Então vem e me beija do melhor jeito que souber.
Mesmo que ela não tenha feito muito bem, eu ajudei a abrir a boca dela pra meter a língua e brincar com a dela...
P: Bom, agora vem a parte interessante... Quer ver o que a gente, homem, tem debaixo da calça?
J: Sim, treinador (disse com um pouco de dúvida).
Eu abaixei a calça e a cueca, deixando à mostra minha ferramenta, que ainda não estava dura, mas já tinha um tamanho grande.
P: Agora você tem que fazer isso aqui levantar, e tem dois jeitos... Primeiro, dança um pouco pra mim enquanto tira a roupa...
Julia ainda estava olhando surpresa pro meu pau quando, depois de um tempo, fez o que eu mandei... Dançava meio sem jeito, mas o corpo sexy dela fazia o resto, e ela foi ficando nua, mostrando peitos, buceta e bundão... Quando terminou de se despir, arregalou os olhos de espanto com o quanto ele foi endurecendo... Ela não acreditava que meu pau conseguia aumentar ainda mais de tamanho... Depois de um tempo, perguntou:
J: E o segundo jeito, treinador...?
P: É simples, Julia, você tem que chupar ele...
J: É que... eu não sei como faz isso...
P: Tá bem... Fica de joelhos e abre bem a boca.
Ela fez isso, e eu comecei a meter a cabecinha, mas os dentes dela atrapalhavam... P: Você vai ter que abrir um pouco mais, gostosa.
Dessa vez ela abriu o máximo que conseguiu e eu consegui enfiar a cabeça, depois segurei ela pelo rabo de cavalo e, na base do empurrão, meti até a metade. Vendo que ela estava se engasgando, fiz ela aguentar um minuto naquela posição e depois tirei pra ela respirar...
J: Treinador, o senhor tem um pau muito grande...
P: Eu sei, linda, mas você tem que se esforçar como sempre fez.
Depois de alguns minutos de pausa, voltei à carga. Dessa vez, meti de um empurrão até a metade e falei:
P: Júlia, vai engolindo devagar...
Minha aluna obediente fez exatamente isso. Pegava ar e empurrava sozinha, pegava ar e empurrava de novo...
Assim foi se enfiando aos poucos, até que nos últimos centímetros ela não conseguiu mais. Segurei ela pelo rabo de cavalo de novo e atravessei a garganta dela... Meu pau tinha sumido na boca dela e os lábios dela roçavam minhas bolas agora...
Pedi pra ela repetir o processo mais rápido por um tempo e curti vendo como ela engolia minha rola de ponta a ponta.
P: Quero que você me mostre sua rachinha, Júlia...
Obediente, ela se levantou. Eu virei ela e inclinei pra ter uma visão melhor da entrada. Ela era realmente muito pequena... Aproximei minha cabeça e vi que cobria ela toda e sobrava muita carne... Ia ser uma penetração difícil... Decidi esquentar ela antes.
P: Vou te ensinar como a gente, os homens, pega as mulheres...
Ela estava inclinada de costas. Eu endireitei ela, envolvi com meus braços e comecei a beijar a nuca, o pescoço e a bochecha dela. Coloquei minhas mãos pra agir e comecei a percorrer o corpo dela com meus dedos pra ativar a sensibilidade. Depois, com uma mão, massageava os peitos dela e, com a outra, massageava a bucetinha dela, que já começava a responder com fluidos...
Virei ela, beijei e levei lentamente pro chão pra começar a chupar ela de cima pra baixo, parando nos peitos e na buceta; embora ela também adorasse meus beijos atrás da orelha... Enfim, fiquei assim uns 20 minutos e depois enfiei o dedo na bucetinha dela pra ver a umidade e encontrei o hímen dela...
Decidi que já era hora de desvirgar ela e, sem que ela percebesse, molhei meu capuz com saliva e coloquei na entrada, mordi a orelha dela pra distrair e dei um empurrão... o capuz tinha entrado... já era alguma coisa...
J: Ai ai ai ai... treinador, que que cê tá fazendo, dói tanto!!!
P: calma, Julia, você tem que passar por isso pra aproveitar depois... Olha pra mim, conta comigo até 3
Ela me olhou, tentou respirar um pouco e contamos juntos 1, 2, 3... No segundo empurrão, rompi o hímen, o pior já tinha passado... mas só tinha enfiado a metade...
J: aaaaahhhh... treinador, é enorme, não aguento mais!!!
O hímen e um pouco de sangue começaram a escorrer pelo meu pau; mas eu queria ir até o fundo pra depois poder dar a foda da vida dela...
P: olha pra mim, Julia, olha pra mim... mais um esforço e eu chego na meta.
Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, ela ficou na posição de penetração mais profunda... exatamente o que eu queria... Contei até 3 e empurrei com força. Aos poucos, foi entrando até desaparecer inteiro na buceta. Os gritos da Julia foram aumentando até que eu cheguei no fundo e ela deu um berro, fechando os olhos com força pra se esquivar da dor...
J: Aaaaahhhhh... tô com muita dor!!!
Acalmei ela enquanto tirava devagar...
Deixei ela se limpar no chuveiro, coisa que eu também fiz, e descansamos um pouco...
J: é muito difícil satisfazer os homens, treinador...
P: não, gostosa, quando você pegar experiência, vai ver que é o contrário... Pronta pra outra sessão?
J: sim, treinador, nunca devemos desistir...
No fim das contas, essa beleza tinha aprendido muito nos treinos...
P: Passa saliva nela pra entrar melhor e fica de quatro...
Chupei ela um pouco, quase como uma profissional já, e rapidinho ela ficou de quatro, expondo a xereca pro meu prazer...
Eu também lambi a bucetinha dela, um pouco mais aberta, e coloquei meu pau na entrada.
P: pronta?
J: Sim
Comecei a enfiar sem parar e quando ia na metade...
J: Para!!!...
Descansei um pouco com a metade dentro, embora entrasse melhor, a Julia ainda reclamava caras de dor...
J: Continua...
Já deslizei até o fundo dessa rachinha até não sobrar nem um milímetro do meu pau pra fora.
J: Ai... Ai... Aiiii!!!
Deixei ela ali esperando enquanto a Julia tentava adaptar a rachinha apertada dela ao meu pauzão...
Finalmente ela relaxou e pude começar com vai e vem lentos que foram ficando mais intensos com a ajuda dos fluidos dela... Julia começava a gozar e gemer...
Resolvi dar o prêmio pra ela e a gente se mandou uma foda daquelas que durou mais de meia hora em várias posições: de quatro, de bruços, de barriga pra cima, de lado...
Já tava rolando faz um tempão e em breve eu ia gozar, mas não queria deixar ela grávida; até porque era minha primeira gozada e também não queria desperdiçar, e se eu gozasse na boca dela, com certeza ela cuspiria... me distraí nos meus pensamentos até que tive uma ideia genial...
Tô me alongando demais nessa história e melhor cortar pra não ficar muito chato pros leitores; não percam a segunda parte, onde a Julia vicia em leite e em algo mais...
Sou Pedro e treino um time feminino de atletismo. Minha aluna mais avançada é a Júlia, pra quem dei um treinamento muito especial e que vou contar pra vocês agora...
Como eu disse, a Júlia sempre foi minha aluna mais avançada e também a mais gostosa e linda, e embora sempre quisesse ter algo com ela, não quis me apressar até que algo a impedisse de continuar no time, já que as vitórias constantes dela também mantinham minha reputação de bom treinador...
Então esperei a oportunidade até que o médico aconselhou ela a sair do time por causa das lesões constantes que ela tinha por causa dos anos que passou jogando, senão ela acabaria de muletas pra sempre... A Júlia sabia disso e comentava com as amigas sobre a aposentadoria iminente, e de quebra brincavam que ela ia arrumar um namorado, já que até agora não tinha tido tempo pra homens... e ela se sentia meio insegura com eles e inexperiente em questões sexuais...
Então decidi que ela me fizesse uma visita, e pedi pra melhor amiga dela dizer pra ela falar comigo sobre o assunto. Ela perguntou sobre qual assunto, e eu respondi sobre as lesões dela, mas melhor que só dissesse sobre o tema com a desculpa de que queria que ela se abrisse comigo sobre o que sentia...
Outra vez, quando estavam se trocando, ouvi a amiga dela dando meu conselho, e a Júlia perguntou: que assunto? E a amiga respondeu: você sabe... aquele assunto...
Minha artimanha tinha funcionado, e na tarde seguinte eu estava conversando com ela no vestiário enquanto o resto do time fazia seus quilômetros diários...
P: Você sabe, Júlia, que sempre te dei os melhores conselhos, e sobre esse assunto também posso te ajudar...
J: Bom, treinador, é que me dá muita vergonha falar disso, mesmo você sendo o segundo homem na minha vida depois do meu pai.
Beleza... pensei, eu já sabia das lesões dela, então não tinha outro assunto pra falar além da inexperiência dela com homens... tudo tinha dado certo. P: Quais são suas dúvidas sobre os homens, Julia...
J: Nunca fiquei com nenhum, então todas, treinador.
P: Bom, como seu treinador, vou te dar um último treino especial antes de você sair da equipe... Aceita?
J: Claro, treinador. Confio no senhor e nos seus métodos para me tornar a melhor aluna.
P: A primeira coisa que você precisa fazer é provocar um pouco os homens... Então, anda sexy pelo vestiário...
Ela fez isso, e pude ver todos os dotes dela, uma jovem de 18 anos: seu rostinho angelical, corpo magro mas duro de anos de treino, os peitinhos não muito grandes marcados pela camiseta justa de corrida, o shortinho curto que marcava a buceta e realçava aquele bundão; e finalmente aquelas pernas de atleta, mas sexys, que faziam qualquer um suar...
P: A segunda coisa é que você beije bem seu companheiro... Então vem e me beija do melhor jeito que souber.
Mesmo que ela não tenha feito muito bem, eu ajudei a abrir a boca dela pra meter a língua e brincar com a dela...
P: Bom, agora vem a parte interessante... Quer ver o que a gente, homem, tem debaixo da calça?
J: Sim, treinador (disse com um pouco de dúvida).
Eu abaixei a calça e a cueca, deixando à mostra minha ferramenta, que ainda não estava dura, mas já tinha um tamanho grande.
P: Agora você tem que fazer isso aqui levantar, e tem dois jeitos... Primeiro, dança um pouco pra mim enquanto tira a roupa...
Julia ainda estava olhando surpresa pro meu pau quando, depois de um tempo, fez o que eu mandei... Dançava meio sem jeito, mas o corpo sexy dela fazia o resto, e ela foi ficando nua, mostrando peitos, buceta e bundão... Quando terminou de se despir, arregalou os olhos de espanto com o quanto ele foi endurecendo... Ela não acreditava que meu pau conseguia aumentar ainda mais de tamanho... Depois de um tempo, perguntou:
J: E o segundo jeito, treinador...?
P: É simples, Julia, você tem que chupar ele...
J: É que... eu não sei como faz isso...
P: Tá bem... Fica de joelhos e abre bem a boca.
Ela fez isso, e eu comecei a meter a cabecinha, mas os dentes dela atrapalhavam... P: Você vai ter que abrir um pouco mais, gostosa.
Dessa vez ela abriu o máximo que conseguiu e eu consegui enfiar a cabeça, depois segurei ela pelo rabo de cavalo e, na base do empurrão, meti até a metade. Vendo que ela estava se engasgando, fiz ela aguentar um minuto naquela posição e depois tirei pra ela respirar...
J: Treinador, o senhor tem um pau muito grande...
P: Eu sei, linda, mas você tem que se esforçar como sempre fez.
Depois de alguns minutos de pausa, voltei à carga. Dessa vez, meti de um empurrão até a metade e falei:
P: Júlia, vai engolindo devagar...
Minha aluna obediente fez exatamente isso. Pegava ar e empurrava sozinha, pegava ar e empurrava de novo...
Assim foi se enfiando aos poucos, até que nos últimos centímetros ela não conseguiu mais. Segurei ela pelo rabo de cavalo de novo e atravessei a garganta dela... Meu pau tinha sumido na boca dela e os lábios dela roçavam minhas bolas agora...
Pedi pra ela repetir o processo mais rápido por um tempo e curti vendo como ela engolia minha rola de ponta a ponta.
P: Quero que você me mostre sua rachinha, Júlia...
Obediente, ela se levantou. Eu virei ela e inclinei pra ter uma visão melhor da entrada. Ela era realmente muito pequena... Aproximei minha cabeça e vi que cobria ela toda e sobrava muita carne... Ia ser uma penetração difícil... Decidi esquentar ela antes.
P: Vou te ensinar como a gente, os homens, pega as mulheres...
Ela estava inclinada de costas. Eu endireitei ela, envolvi com meus braços e comecei a beijar a nuca, o pescoço e a bochecha dela. Coloquei minhas mãos pra agir e comecei a percorrer o corpo dela com meus dedos pra ativar a sensibilidade. Depois, com uma mão, massageava os peitos dela e, com a outra, massageava a bucetinha dela, que já começava a responder com fluidos...
Virei ela, beijei e levei lentamente pro chão pra começar a chupar ela de cima pra baixo, parando nos peitos e na buceta; embora ela também adorasse meus beijos atrás da orelha... Enfim, fiquei assim uns 20 minutos e depois enfiei o dedo na bucetinha dela pra ver a umidade e encontrei o hímen dela...
Decidi que já era hora de desvirgar ela e, sem que ela percebesse, molhei meu capuz com saliva e coloquei na entrada, mordi a orelha dela pra distrair e dei um empurrão... o capuz tinha entrado... já era alguma coisa...
J: Ai ai ai ai... treinador, que que cê tá fazendo, dói tanto!!!
P: calma, Julia, você tem que passar por isso pra aproveitar depois... Olha pra mim, conta comigo até 3
Ela me olhou, tentou respirar um pouco e contamos juntos 1, 2, 3... No segundo empurrão, rompi o hímen, o pior já tinha passado... mas só tinha enfiado a metade...
J: aaaaahhhh... treinador, é enorme, não aguento mais!!!
O hímen e um pouco de sangue começaram a escorrer pelo meu pau; mas eu queria ir até o fundo pra depois poder dar a foda da vida dela...
P: olha pra mim, Julia, olha pra mim... mais um esforço e eu chego na meta.
Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, ela ficou na posição de penetração mais profunda... exatamente o que eu queria... Contei até 3 e empurrei com força. Aos poucos, foi entrando até desaparecer inteiro na buceta. Os gritos da Julia foram aumentando até que eu cheguei no fundo e ela deu um berro, fechando os olhos com força pra se esquivar da dor...
J: Aaaaahhhhh... tô com muita dor!!!
Acalmei ela enquanto tirava devagar...
Deixei ela se limpar no chuveiro, coisa que eu também fiz, e descansamos um pouco...
J: é muito difícil satisfazer os homens, treinador...
P: não, gostosa, quando você pegar experiência, vai ver que é o contrário... Pronta pra outra sessão?
J: sim, treinador, nunca devemos desistir...
No fim das contas, essa beleza tinha aprendido muito nos treinos...
P: Passa saliva nela pra entrar melhor e fica de quatro...
Chupei ela um pouco, quase como uma profissional já, e rapidinho ela ficou de quatro, expondo a xereca pro meu prazer...
Eu também lambi a bucetinha dela, um pouco mais aberta, e coloquei meu pau na entrada.
P: pronta?
J: Sim
Comecei a enfiar sem parar e quando ia na metade...
J: Para!!!...
Descansei um pouco com a metade dentro, embora entrasse melhor, a Julia ainda reclamava caras de dor...
J: Continua...
Já deslizei até o fundo dessa rachinha até não sobrar nem um milímetro do meu pau pra fora.
J: Ai... Ai... Aiiii!!!
Deixei ela ali esperando enquanto a Julia tentava adaptar a rachinha apertada dela ao meu pauzão...
Finalmente ela relaxou e pude começar com vai e vem lentos que foram ficando mais intensos com a ajuda dos fluidos dela... Julia começava a gozar e gemer...
Resolvi dar o prêmio pra ela e a gente se mandou uma foda daquelas que durou mais de meia hora em várias posições: de quatro, de bruços, de barriga pra cima, de lado...
Já tava rolando faz um tempão e em breve eu ia gozar, mas não queria deixar ela grávida; até porque era minha primeira gozada e também não queria desperdiçar, e se eu gozasse na boca dela, com certeza ela cuspiria... me distraí nos meus pensamentos até que tive uma ideia genial...
Tô me alongando demais nessa história e melhor cortar pra não ficar muito chato pros leitores; não percam a segunda parte, onde a Julia vicia em leite e em algo mais...
2 comentários - Atleta Inocente