Viciada em Shemales!!

Amigos Taringueiros!!!

Outro Relato, Agora É Uma Série Intitulada "Viciada em Shemales" E Essa É a Primeira Parte
Tomara que seja do seu agrado!!


Me chamo Colette, sou argentina de sangue, mas fui criada em outro país que não vou mencionar, mas talvez quando eu disser o nome de alguns lugares, alguns de vocês vão reconhecer.

Vou contar uma história que aconteceu comigo há alguns anos, e se vocês gostarem, vou contar as que vieram depois, mas essa é o começo do que se tornaria minha paixão, meu vício.

Eu tinha 18 anos na época, cabelo comprido e liso preto, pele branca, 1,72m de altura, peitos pequenos e uma bunda redonda e durinha que sempre chama atenção. Apesar de ser magra, eu gostava de ir pra academia umas duas vezes por semana, só pra pedalar um pouco e dançar.

Aos 17 anos, eu tinha terminado com meu namorado, com quem estava desde os 14. Ele era dois anos mais velho, foram três anos lindos, mas não tinha mais nada daquele amor. Não posso negar que me sentia sozinha, então me refugiei na Natalie, uma amiga que morava ao lado da minha casa. Não éramos melhores amigas, mas já tínhamos compartilhado muita coisa. Pra vocês terem ideia, foi com ela que eu dei meu primeiro beijo, aos 14 anos.

Natalie era lésbica, mas isso não me incomodava. Na verdade, ela já tinha me roubado uns beijos quando eu chegava em casa e a encontrava na porta dela tomando um ar. Me refugiei nela, a gente conversava muito. Não saíamos, mas assistíamos filmes no quarto dela ou fazíamos doces com a mãe dela. Não vou me alongar nisso senão vou me desviar muito da história, mas depois de três meses, comecei um relacionamento com a Natalie que só durou mais quatro meses, porque ela foi pro exterior com a família. (Se quiserem, posso contar algo sobre esses quatro meses em outro relato.)

Foi assim que fiquei super confusa e deprimida, porque tinha terminado o relacionamento de três anos com meu namorado, e depois fiquei com a Natalie achando que isso ia me clarear a mente, mas não. Posso dizer que me apaixonei por ela, ou pelo menos criei um carinho enorme, e a partida dela me deixou muito mal. Nos dias seguintes, eu me comunicava pelo MSN com a Celeste, uma amiga da Natalie com quem eu me dava muito bem.

Chegou dezembro e, pra ser sincera, não tinha planos pro ano novo. Meus amigos da escola e da faculdade tinham me convidado pras festas deles, mas não tava muito afim porque sabia que nos dois grupos iam ter comentários negativos sobre meu relacionamento com a Natalie. Não queria ser o centro dos fofocos. Foi aí que recebi o convite da Celeste pra uma festa que ela ia dar.

Já tinha ido nessas festas de ambiente (gays e lésbicas) com a Natalie e a Celeste, e sempre me divertia pra caralho. Sabia que lá ninguém ia me julgar, então aceitei na hora.

Coloquei uma tanga branca bem justinha, uma minissaia bem curta da mesma cor, um sutiã branco e um top rosa, e fui pra casa da Celeste. No caminho, a gente conversou sobre tudo um pouco. Falei que fazia tempo que não ia numa festa dessas e tava morrendo de vontade. Ela sorriu e disse: — Bom, essa é um pouquinho diferente das que você tá acostumada.

Chegamos e percebi que era diferente mesmo. Não era um bairro chique, nem uma casa. Era um salão retangular, com carros do lado de fora, lotado. Normalmente, nas festas em casa que eu ia, tinha umas 30 ou 40 pessoas. Aqui, sem exagero, tinha mais de 70. Mas aí vi algo que me surpreendeu ainda mais: tinham... shemales, várias. Tavam em grupinhos, bebendo e rindo. Quando a Celeste falou: — Elas tão aqui pra pegar mina ou cara, não liga, fica de boa.

Tava tudo tranquilo até que percebi que uma delas tava me olhando. Cabelo preto comprido, pele bronzeada, corpo bem musculoso — parecia que malhava pesado. Vestia um vestido curto até a coxa, que deixava a bunda aparecendo quando ela se mexia. Não sei se era o álcool (só tinha tomado dois copinhos de vodka), mas tava me sentindo muito atraída. Passou quase uma hora só trocando olhares. De vez em quando.
Depois perdi ela de vista, pensei que tinha ido embora, fui até o bar pegar uma bebida e aí vi um corpão do meu lado, era ela, que com um sorriso:

- Tá se divertindo? – ela perguntou

- Sim – respondi

- E a menina bonita tem nome? – ela perguntou

- Colette, e você? – respondi nervosa

- Eu sou Rebecca, sou colombiana, vou ficar um tempo por aqui.

- Fiquei calada sem saber o que dizer quando…

- Vem, vou te apresentar umas amigas – ela disse, me puxando pela mão até o grupo dela

Todas me olhavam com cara de querer me pegar ali mesmo, fiquei meio desconfortável, mas com o passar dos minutos percebi que eram pessoas muito legais, até que Celeste chegou com mais duas amigas e me tiraram de lá:

- Tá louca? O que cê tava fazendo ali? Elas só querem te comer – ela disse

- Calma, a gente só tava conversando e "elas" são gentis – respondi.

Como não queria confusão, fui com a Celeste, voltando pro grupo, a gente continuava bebendo e conversando, mas eu não conseguia tirar os olhos da Rebecca e ela também não de mim, mas nessa altura, Celeste já tinha virado minha guarda-costas, sem parar de me vigiar.

Quando consegui escapar da vigilância da minha amiga, fui até o bar pegar outra bebida (deixando meu copo cheio na mesa), e vi de canto de olho a Rebecca se aproximando de mim.

- Quer dançar? – ela disse

- Claro – falei meio pensativa

A gente tava dançando, meio coladas, nisso passou a Celeste e nos lançou um olhar fulminante mas seguiu em frente, depois a Rebecca me levou um pouco mais pro fundo da multidão, num lugar com menos luz, pra continuar dançando.

Me sentia tão bem, sentir o corpo dela junto ao meu, as mãos dela tocando minha cintura, enquanto a pélvis dela com todo aquele pacote roçava na minha bunda, tava extasiada, sentia ela ficar dura, as mãos dela agora tocavam minha bunda, apertavam sem vergonha nenhuma.

- Cê tem um corpo gostoso – ela disse

- Sua bunda me encanta – continuou

- Valeu – respondi com um tom de voz bem... suave

Depois que a música termina, me apoio na parede e ela me beija, um beijo profundo, enfiando a língua, e eu respondi na hora. A mão dela passou por baixo da minha saia, apalpando minha bunda, apertando forte, e eu amei. Ao mesmo tempo, ela sussurrava umas coisas muito fofas pra mim.

Depois, dançamos mais três músicas, tudo do mesmo jeito: coladinhas, ela me tocando toda e eu me deixando levar, sussurrando coisinhas lindas, até que ela me fez a seguinte proposta:

— Por que a gente não vai pro apartamento onde eu tô morando? Dá pra tomar uns drinks e se conhecer melhor. — ela disse.

— Sei não — respondi nervosa — é muito longe?

— Só uns 15 minutos de caminhada. Depois você pode ficar comigo, ou senão te pago um taxi seguro até sua casa. Vamos, a gente vai se divertir — ela falou, me olhando de um jeito provocante.

Eu tava a mil, sentindo a adrenalina no corpo todo.

— Sim — respondi firme — vou me despedir das minhas amigas.

Fui até as meninas pra me despedir, e ela fez o mesmo com o grupo dela, onde todas riam e pareciam dar parabéns pra ela. Mas com o meu grupo foi o contrário.

— Cê tá louca?! Pelo amor de Deus, Colette, você não sabe como são os shemales. Eles são super brutos e violentos. Entende? Só querem sexo, mas não de qualquer tipo — Celeste me repreendeu.

— Não sou criança, sei o que tô fazendo. Quero me divertir, e além disso, ela é muito legal — falei.

— Escuta, eu entendo, ela te deixou excitada, mas vai ter tempo pra tudo, menos com eles. Os shemales daqui só vêm atrás de sexo. Olha bem pra eles, vê aquele par com aqueles caras. Cê realmente quer ir com um que você acabou de conhecer hoje? — Celeste disse.

Olhei pra elas, e o medo começou a bater. Ela tinha razão. Além disso, Rebecca era grande, podia fazer qualquer coisa comigo. E se no apartamento dela não fosse só ela? Quatro do grupo dela estavam sozinhas, talvez ela as convidasse. Fiquei apavorada, e já mais calma, decidi não ir.

Passaram-se 10 minutos, e eu falei pras meninas que só ia me despedir, porque podia dar treta se deixasse ela na mão assim. Me aproximei Rebecca, que estava com as amigas, e chamei ela de lado.

- Pronta, gostosa? – ela me disse.

- Rebecca, desculpa, mas me ligaram de casa, meus pais estão furiosos porque saí sem permissão – falei, tentando parecer o mais convincente possível.

- Que? Cê acha que sou idiota? Você não é mais uma pirralha pra ficar brincando assim, a gente combinou algo – ela disse, furiosa.

- Não fica brava, é sério, olha, foda-se, pega meu número pra gente se ver outro dia – falei, meio nervosa, procurando uma caneta na minha bolsa.

- Ela me segurou firme pelo pulso e disse – Olha aqui, garota, se não for comigo, pelo menos vai me fazer um boquete, não me enche o saco, é o mínimo por me fazer perder tempo, se não queria nada, não era pra ficar de paquera comigo.

Fiquei meio tensa, mas ela tinha razão, era minha culpa, e além disso, ter ela perto de novo me deixou meio excitada, mas não falei nada.

Ela, sem me soltar, chamou uma das amigas, sussurrou algo no ouvido dela e a amiga deu umas chaves, depois me puxou até a saída dos fundos.

- Sério, não posso ir, já tenho que ir pra casa – falei.

- Não vamos a lugar nenhum, só vai me chupar e pronto, vai embora e não me enche mais.

Fomos até um carro, e ela me fez entrar, trancou as portas e reclinou um pouco o banco, levantou o vestido curto, puxou a calcinha fio dental pra baixo e me deixou ver a pica enorme dela, que não estava totalmente dura.

- Pronto, começa – ela disse.

- Eu me aproximei um pouco, senti o cheiro dela, mas bateu um sentimento de culpa e medo, me levantei – Não consigo, desculpa, tenho que ir.

Foi aí que ela realmente se irritou, e me segurando forte pelo cabelo, disse:

- Me escuta, puta! É melhor você começar a chupar, ou você e suas amigas vão se dar mal, principalmente aquela loira que se acha agente de segurança. Tô sendo justa, só tô pedindo pra você chupar, e pronto, a gente não se fode mais.

Nervosa, decidi logo acabar com isso, falei pra mim mesma – só vão ser uns minutos e pronto, sem problemas.

Me abaixei, peguei ela com minha Mano, era enorme, só tinha conhecido a rola do meu namorado e não era assim, essas eu só tinha visto nos pornôs que às vezes meu namorado me fazia ver com ele pra dar uma esquentada. Peguei a rola, abri minha boca e meti, e comecei a chupar, uma mão segurava a rola dela, a outra apoiava nos abdômens duros e bem definidos, enquanto meus peitos se apoiavam nas pernas fortes dela, molhava a rola toda com minha boca, chupando, de cima pra baixo, o gosto era forte mas comecei a pegar gosto.

Ela me puxava pelo cabelo e mexia minha cabeça pra cima e pra baixo pra eu chupar direito.

-Mmmm assim vagabunda, chupa bem, isso, continua assim.

-Isso vagabunda, come ela bem.

A mão direita dela soltou meu cabelo, pra pegar com a esquerda, e com a direita ela abaixou o top e o sutiã pra pegar nos meus peitos, esfregava forte, apertando meus bicos, depois tirou a rola da minha boca, e eu me abaixei mais fazendo ela me fazer chupar lá embaixo.

-Chupa minhas bolas vagabunda, vai, passa bem a língua, quero que você meta elas na boca.

Eu metia as bolas dela na minha boca, chupava e colocava na boca, depois voltei a chupar a rola dela, ela me empurrava com a mão quando eu consegui ouvir os gritos da Celeste, e levantei do banco.

-Colette!!, o que você tá fazendo aí!! Vamos embora!! – Ela gritava

Atrás dela vinham duas shemales do grupo da Rebecca tentando segurar ela.

Rebecca pela janela falou – Não faz escândalo menina ou vai se dar mal, deixa ela terminar e você pode levar sua amiga, sem treta nem nada – depois me pegou pela cabeça e fez eu continuar chupando.

Celeste foi pega pelas duas shemales pelos braços e levada de volta pro local, cheia de impotência.

Depois ela começou a passar a mão na minha bunda, enquanto eu chupava a rola dela, isso me deixou super excitada, sentir as mãos dela no meu rabo, que acho que se continuássemos mais alguns minutos, eu terminaria dando a bunda pra ela.

Eu segurava o pau dela com a mão, chupava a cabecinha passando a língua pra depois meter a rola enorme toda na boca, devo admitir que Por um tempo eu gostava, me excitava.
O pau dele tava duro e cheio de saliva, eu continuava molhando ele, meus lábios apertavam com força, enquanto as mãos dele mexiam na minha cabeça, até que ele não aguentou mais...
— Mmmm assim, putinha, ahhhh assim, isso mesmo, putinha — ele me pressionou bem pra baixo pra eu não levantar, enquanto um jato de porra quente se espalhava pela minha boca.
— Isso, engole tudo, ou vai sair na porrada.
Engoli todo o sêmen, sentindo nojo, quase vomitei, limpei a boca, subi o sutiã e o top, e desci do carro, tava muito nervosa, fui andando até chegar onde minhas amigas estavam, elas me olharam, eu só baixei a cabeça e senti muita vergonha, mas essa vergonha ia desaparecer muito em breve...


Viciada em Shemales!!

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10 comentários - Viciada em Shemales!!

buenisimo el relato viejo

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**Op
Engival +1
gracias man, ire subiendo mas, son como 5 partes creo...
que buen relato, listo para la segunda parte!
ya hasta la termine man jejeje busca las continuaciones, son 7 capítulos en total 🙂 saludos !!
visiten mis post pornos estan buenisimos espero que les guste
va ke va, ahora me doy una vuelta y los checo 😉
delicioso relato, voy a seguir leyendo todos
REALMENTE DELICIOSO SIGUE ASI Y SUBE MAS POST COMO ESTE,YO TE SEGUIRE TODOS LOS POST