Enfermeira e o Zelador 3

Claudio desconfia que sua esposa linda e gostosa tá botando chifre nele e resolveu contratar um detetive particular, enquanto Fulgencio, por sua vez, quer engravidar a Cristina.

"A Enfermeira e o Zelador 3"

Claudio dirige pra casa, depois daquela ligação com a esposa gostosa, saiu do trabalho porque tá afim de passar umas horas com ela antes dela ir trampar.

Já cheguei, Cristina
Cristina, amor, cadê você?
Tá aí no banheiro?
Porra, cadê essa mulher?
Já sei, vou ligar pra ela
Porra, não atende, tá desligado

Claudio senta no sofá e pensa
Não acredito, parece que é verdade que a Cristina tá me traindo, depois de tantos anos juntos, tantas noites juntos e de repente...
E se eu tiver exagerando? E se não for o que tô pensando? Vou ter que contratar um detetive e saber a verdade de uma vez.

Enquanto isso, na casa do Fulgencio
Aiiiiii sim
Adoro, amor, continua me dando, enfia mais aí
Quem te ligou agora pouco?
Meu... meu marido ahhh
O quê?
Meu corno marido
Mais alto
Meu chifrudoooo maridoooo
Hahahaha você é minha puta, sim ou não?
Siiiiim, sou sua, Fulgencio. Melhor continua me dando aiiiiiiii assimiiiiii

Fulgencio mete com mais força ao ouvir a Cristina falar isso
Aahhhhh ahhhhh que delíciaaaaa
Mmmmmmm
Ahh, que puta gostosa, recebe todo meu leite quente dentro de você

Fulgencio enfiou o pau todo dentro e gozou
Aiiii sim, que gostoso aiiii que gostoso, adoro você, que orgasmos deliciosos você me dá, meu amor
Assim que eu gosto de ouvir você falar, Cristina

Os dois se deitam e se acariciam, Fulgencio puxa o assunto da gravidez
Cristina, tô com vontade de te deixar prenha, o que você acha?
Aii não, eu não quero, quando a gente começou você disse que era só sexo, além disso, eu amo muito meu marido e não posso fazer isso com ele
Seu marido, que se dane? Quero que aconteça, que você tenha um filho de outro macho e seu marido ache que é dele hahahahaha
Você é muito cruel Amor, mas já te falei, eu amo muito meu marido e você é só sexo, nunca vai ocupar o lugar dele.
Vamos ver se daqui a pouco você fala a mesma coisa, Cristina.
Já volto, vou tomar um banho.

Já se passaram três semanas desde que Claudio chegou em casa à tarde e não encontrou Cristina. Foram quatro dias durante essas três semanas, e sempre a mesma coisa: Cristina ausente e o celular dela desligado. Tudo continuou igual em casa. Cristina, nos fins de semana — o único tempo que passa com o marido — fica em casa descansando, faz algumas tarefas domésticas, mas está bem distante do marido. Não beija ele, não dá os carinhos de antes e, principalmente, não dá sexo. As únicas vezes que Cristina sai de casa com o marido é pra comprar roupas. Claudio fica lá, fingindo que vai comer algo no shopping, mas na verdade observa a esposa e nota que ela compra várias calcinhas fio dental bem sexy, roupas bem provocantes, várias sandálias de salto médio, meia-calça, até lingerie. Ela vai fazer pedicure também.

Durante esse tempo, Claudio procurou detetives e um chamou sua atenção: Víctor Robles, um cara de uns 47 anos, moreno, feio, cabelo curto, corpo normal — nem magro nem gordo. Um detetive daqueles que espiam casais. Trabalha nisso há 15 anos e tem fama muito boa. Claudio ficou sabendo dele por um colega de trabalho.

Claudio chega a um restaurante de fast food, o lugar onde o detetive particular marcou de encontrá-lo.
— Na terceira mesa do lado esquerdo, perto da janela. O homem de chapéu sou eu, o detetive.
— Bom dia, você é o Víctor Robles?
— Senta aí. Você deve ser o cara com problema com a esposa, né?
— Isso mesmo.
— E me conta, o que te levou a desconfiar da sua esposa?
— Bom, há um tempo minha esposa me pediu pra deixar ela trabalhar. No começo, eu hesitei, porque minha esposa é muito gostosa.
— Quer dizer que você não confiava nela desde antes?
— Isso mesmo.
— Certo, continua, por favor.
— No fim, eu aceitei. Ela é enfermeira e acabou que pegou o... Horário noturno, isso me assustou, pra falar a verdade, tudo parecia normal nos primeiros dias. Ela saía comigo nos fins de semana, mas a atitude dela mudou radicalmente. Nos fins de semana, ela ficava em casa, estava irritada, não me dava o carinho de antes, não me dava sexo e dizia que estava cansada. Quando a gente saía, era pra fazer compras, e ela comprava roupas bem casuais.

— Que tipo de roupa?
— Microtangas, lingeries, sapatos, vestidos.
— Muito bem, senhor, com isso já basta. Agora me diga, trouxe o que eu pedi?
— Sim, claro, aqui está.

Cláudio tirou uma pasta que tinha informações sobre a esposa dele: fotos, o lugar onde ela trabalhava, os supostos horários, etc.

— Muito bem, eu vou entrar em contato com o senhor assim que tiver alguma informação. Tenha paciência, no máximo em três semanas eu te dou a resposta que você tanto quer. Por enquanto, deixa comigo.
— Muito obrigado, senhor Robles. Qualquer coisa que precisar, por favor, me avise.
— Claro, não se preocupe.
— Até logo, senhor Robles.
— Até logo, não se preocupe, deixa comigo.

O detetive abre o envelope e olha as fotos da Cristina.

— Pô, essa mulher do cara é bem gostosa mesmo, tem cara de puta. É óbvio que tão botando chifre nesse coitado.

Chegou o fim de semana, e Cláudio tentou falar com a esposa de novo.

— Amor, Cristina, podemos conversar?
— O que foi, Cláudio?
— É a mesma coisa que eu tô perguntando: por que a gente não sai mais junto?
— Amor, já te falei, tô cansada.
— Viu, por isso que eu falei pra você não arrumar emprego, pra isso que eu tô aqui.
— Ah, Cláudio, mas isso é melhor do que ficar sem fazer nada e entediada em casa.
— Mas é que a gente nem transa mais?
— Quê? Tudo isso é por causa da porra do sexo? Já te falei que tô cansada.
— Desculpa, Cristina, me desculpa, é que...
— Sabe o quê? Não quero brigar. Me deixa em paz, por favor.

A fumaça continua rodando na cabeça de Cláudio. Ainda bem que ele já contratou o detetive, tudo é questão de tempo. Mas ele sabe que torce pra que a suspeita dele seja mentira, porque tem... medo de perder sua bela e voluptuosa esposa, desde que se casou com ela sabia que era tipo um prêmio pra ele, porque inconscientemente sabe que é muita mulher pra ele.
Dia 1
Chegou segunda-feira e o detetive Robles vai começar seu trabalho, estaciona o carro na frente da casa de Cláudio e Cristina às 8h30 da noite, meia hora antes de Cristina sair pro trabalho.
9h10 Cristina sai de casa, espera lá fora e pega um táxi, o detetive segue o táxi e chegam no hospital onde Cristina trabalha, o detetive decide esperar uma hora, porque pensa que se sair agora mesmo, com certeza não vai ver nada ainda.
11h40 da noite o detetive sai do carro, entra no hospital e senta perto de alguns pacientes e alguns familiares de algum paciente pra se camuflar, anda um pouco e no corredor, lá no fundo, vê Cristina se beijando com quem parece ser o zelador do hospital, o detetive Robles tira umas fotos disfarçadamente, Cristina e o zelador entram no quarto, o detetive, vendo o corredor vazio, decide se arriscar, o quarto é o número 6, tenta escutar pela porta e ouve
Aiii que gostoso, continua assimiiii
pois é, você adora, né Cristina?
Sim, amor, adoro
Se o corno do seu marido visse
do meu marido nem fala, piranha, agora é só você
O detetive ficou escutando uns 10 minutos e parece que terminaram, só foi uma rapidinha, pensou, mas pelo menos já confirmei que ela é uma puta e quem é o amante sortudo, um zelador seboso, nunca vi um caso igual.
Os pensamentos dele param ao ouvir o seguinte
piranha, você faz carinho nos meus pés, amor?
Claro que sim, Cristina, hmm, gosto do cheiro, deixa minha pica dura
Eu sei, amor, por isso pedi, faço carinho na sua pica dura com meus pés, amor?
Sim, Cristina, aii que gostoso
Já te pagaram pelos 8 vídeos que a gente fez, Cristina?
Sim, amor, já me pagaram
Hahahahahahaha
Do que você tá rindo, baixinho?
É que você pensou que iam te mandar embora por Nos ver transando aqui no hospital e no final decidiram gravar nossas fodas em troca de dinheiro
Sim, amor, que sorte gostosa, você devia ter visto a cara daquelas invejosas que me acusaram
O detetive pensa: essa puta recebe pra se deixar gravar enquanto fode com o amante, esse caso tá ficando divertido.
O detetive volta pra sala de espera e pouco depois saem Cristina e o zelador do quarto 6, o detetive espera o corredor ficar vazio de novo e entra no quarto 6, dá uma olhada ao redor e, de fato, tem 2 câmeras na parede, ele sabe que as gravações do hospital vão pra um único computador, agora o jeito de ver isso é hackeando a rede do hospital pra poder assistir pelo laptop cada movimento da Cristina dentro do hospital, como eu falei antes, o detetive Robles é um detetive renomado e isso é moleza pra ele.
O detetive Robles volta pra casa, já descobriu o suficiente, mas antes hackeia a senha da rede do hospital pra poder ver o que rola lá dentro, agora ele vai ter que vir todo dia e da caminhonete dele vai poder ver cada movimento da Cristina dentro do hospital.

DIA 2
O detetive fora do hospital espera a Cristina chegar, durante esse dia Cristina transou com o zelador dentro do banheiro, pelo que ele ouviu, a Cristina recebe pra dar, parece que tão passando a perna nela porque as câmeras do hospital ficam ligadas 24 horas por dia e qualquer sexo que eles fazem aparece, parece que só pagam por uma transa duradoura, mas nem a Cristina nem o zelador perceberam isso.

DIA 3
Dessa vez o detetive decidiu entrar e instalar um microfone pequeno em algum lugar do quarto 6 pra poder ouvir a conversa entre o zelador e a Cristina quando eles estiverem transando.
Ele entra no hospital de noite, percebe que não tem ninguém no corredor e avança, entra no quarto, vazio, e enfia o microfone num canto do colchão, no lugar exato. Ao sair do quarto, leva um susto ao ser pega por uma enfermeira.
— O que o senhor está fazendo aqui?
— Desculpa, é que eu tava procurando o banheiro e parece que me enganei.
— O senhor não pode ficar fuçando pelos quartos a menos que tenha permissão.
— Me desculpa, só me enganei mesmo.
— Tá bom, os banheiros são do outro lado do prédio.
— Obrigado, moça.

O detetive Robles volta pra sua caminhonete e de lá apaga a gravação da parte em que entra no quarto 6 pra instalar o microfone.

Durante aquele dia não teve sexo, só uns beijos furtivos da Cristina com o zelador.

DIA 4

O detetive do lado de fora do hospital, observando da caminhonete. Cristina entra no quarto 6, aparentemente dando um comprimido pra um velhinho de uns 60 anos que tá no quarto. Depois de tomar o remédio, ele volta a dormir. Cristina fica ali, meio que observando ele. O zelador chega por trás da Cristina e mete a mão por baixo da saia dela. Cristina vira e dá um beijo apaixonado nele. Ela se vira de novo. O zelador levanta a saia dela, puxa a calcinha fio dental pra baixo, tira a pica pra fora, roça o pau nas nádegas dela enquanto puxa os peitos pra fora e acaricia os bicos durinhos. Pelo microfone, o detetive escuta:

— Aii, papai, já mete em mim, quero você dentro.
— Me pede mais, sua putinha.
— Meeeete logo!

Fulgencio encaixa a pica e mete de uma só vez, até o fundo.
— Ahhhhhhh!
— Aii, que bruto você é, amor, por isso que eu gosto.
— Você gosta, né, Cristina?
— Siiiiim, adoro quando você mete em mim.

O zelador come ela com força, enquanto acaricia os biquinhos. Cristina tá num mar de prazer, porque os peitos dela são muito sensíveis e isso deixa a foda ainda mais gostosa: sentir a pica dura e grande do amante perfurando ela com força e, além disso, os bicos sendo estimulados faz ela adorar transar com o amante. O marido dela nunca deu todo esse prazer que ela curte hoje. Ela se sente feliz, se sente sexualmente ativa, mas acima de tudo, se sente mulher. Fulgencio tira a pica pra fora da Cristina e se deita numa cama.
Cristina começa a chupar o pauzão dele, enquanto Fulgencio acaricia o cabelo dela. Ela levanta a bunda e dá pra ver pela câmera aquela bunda enorme e linda em formato de coração — qualquer homem ia querer estar no lugar do Fulgencio.
Cristina sobe e desce a cabeça rapidinho, lambe o pau inteiro do Fulgencio, lambe os ovos peludos dele, dá uma linguada na cabecinha — uma verdadeira profissional na arte de chupar.
Fulgencio pede pra ela parar. Cristina tira toda a roupa, monta em Fulgencio e começa a pular. O balanço dos peitos dela a cada estocada é fantástico, fazendo Fulgencio babar. Pelo microfone, o detetive escuta:
Ahhh ahhh ahh
Que delícia que tu fode, putinha, assim que eu gosto de ter você, puta e submissa.
Sim, Fulgencio, sou sua puta ahhh, sou sua puta, amor.
O som ecoa: plaf plaf.
Cristina se abraça em Fulgencio, e ele enfia o pau o mais fundo que consegue. Gozou dentro dela.
Ahhhhh simmmmm, amorrrrrrr, vai vai
Ahhhhh sente minha gozadaaaaaa
Siiiiiiim ayyyyyyy que gostosoooo
Os dois ficam abraçados. O detetive chegou à conclusão de que vão pagar a Cristina por essa foda. O detetive não conseguiu evitar: tirou o pau pra fora e começou a bater uma. Nunca tinha acontecido isso antes, nunca tinha visto uma foda dessas.
Ele olha pra Cristina e pro zelador ainda abraçados e conectados. De repente, pelo microfone, sem parar de bater uma, ele escuta:
Cristina, eu quero mesmo te engravidar.
Já te falei, amor, entende. Imagina se ele descobre, ele me larga, e eu continuo amando ele.
Mas o que esse corno vai descobrir?
Bom, na verdade, já pensei nisso e acho que seria excitante ter um filho do meu amante.
Viu só, Cristina, você também quer. Para de tomar esses anticoncepcionais e engravida de uma vez.
Tem razão, amor, vou fazer isso. Vou ter um filho seu.
O detetive, ao ouvir isso, não conseguiu evitar de gozar. Essa mulher é uma puta completa.
Chegou ao fim. Semana passada e o detetive não parou de pensar nesse caso, não consegue esconder, a Cristina o excitou. Normalmente as mulheres que ele investiga são feias ou são gordas e velhas, algumas até são umas gostosas, mas nada comparado com a Cristina. A Cristina é uma deusa, é linda, é voluptuosa, é ardente, e o detetive tá com vontade de comer ela nem que seja uma vez só. E além disso, ela é uma puta que pensa em engravidar de um zelador só pra foder o marido dela. O detetive pensa se continua com isso ou comete um pecado.

No domingo, um dia antes da semana de trabalho, o detetive bate na porta da casa do Fulgencio e ele abre.
— Bom dia.
— Bom dia, em que posso ajudar?
— Posso entrar? É urgente.
— Sim, claro.
— Olha, vim fazer um trato com você.
— Que porra você tá falando?
— Sou detetive, e o marido da Cristina me contratou pra saber com quem a esposa dele anda.
— Filho da puta, sai daqui ou mando te matar.
— Olha, seu merda, eu posso te jogar na cadeia com um telefonema. Ou me deixa explicar, ou você tá fudido.
— Então explica, seu merda.
— Olha, eu sei que você quer engravidar a Cristina. Se o marido dela descobrir, isso não vai rolar. Vim vender meu silêncio. A única coisa que quero é comer a Cristina uma vez só, e depois não falo nada.
— Jura, seu merda?
— Juro.
— Tá bom. Eu cuido da Cristina. Quarta-feira você come ela.
— Foi um prazer fazer negócio com você.

Os dois se cumprimentam com um aperto de mão, o detetive dá o número dele pro Fulgencio e vai embora. É a primeira vez que comete um pecado no trabalho.

Chega segunda-feira e o Fulgencio fala pra Cristina:
— Preciso falar com você.

Os dois vão pro lugar onde pegaram da outra vez e ele surpreende ela, dizendo:
— Tenho um amigo que acabou de sair da cadeia e não come uma mulher há 3 anos. Esse cara me ajudou a não ir pra prisão. Você podia me fazer esse favor?
— Fulgencio, você tá louco?
— Se não fosse por esse sujeito, você nunca teria me conhecido, sua puta.
— Mas...
— Ele vai te comer uma vez só. Depois nunca mais. Olha, te juro, lembra que você é só minha putinha, isso é só pra pagar um favor.
Mm, tá bom, *love*, me convenceu, vou transar com esse cara.
Na quarta-feira ele vai te levar pra um hotel.
Ok, meu *love*.
No mesmo dia, mais tarde, Fulgencio ligou pro detetive e disse:
Já tá tudo certo. Quarta-feira, quando ela sair do trabalho, você leva ela pra um hotel e pode fazer o que quiser com ela.
Beleza, quarta-feira eu tô lá.
Mas já sabe, é melhor não abrir a boca.
Te juro, seu problema já tá resolvido.
Tá bem. Pra Cristina, você é um amigo que acabou de sair da cadeia. Não vai cagar tudo.
Fechou.

Na quarta-feira, o detetive esperou a Cristina sair do trabalho. Desceu da caminhonete e disse:
— Você é a Cristina?
— Sim, sou. Você deve ser o amigo do Fulgencio.
— Isso mesmo. Vem, sobe no carro, Cristina. Você é mais gostosa do que o Fulgencio me contou.
— Obrigada.

Cristina corou com o elogio, e os dois entraram no carro e foram pro hotel onde iam transar. Já dentro do quarto:
— Deita aí. Vou me arrumar no banheiro pra ficar sexy.
— Tá bom, Cristina. Te espero aqui pra te dar uma boa foda.
— Jiji, ok, já volto.

Cristina entra no banheiro e pensa:
— Não acredito que tô fazendo isso. Já traí meu marido com um porteiro, e agora com um homem que esteve na cadeia. Que puta que tô me tornando.
— Mm, mas ah, se ele soubesse como aquele porteiro me comeu e a pica enorme que ele tem...
— Tô ficando com tesão. Vamos ver o que esse cara tem a oferecer.

Cristina veste só uma camisola preta, sem nada por baixo, e umas sandálias de salto médio da mesma cor. Se olha no espelho e pensa:
— Tô parecendo bem puta. Esse cara tem sorte de ser amigo do meu corno.

Cristina sai e vê o detetive já pelado. Ele, ao vê-la, fica de boca aberta:
— Cristina, você é uma gostosa!
— Obrigada.
— Tira essa camisola, linda. Deixa eu te ver.

Cristina tira a camisola de um jeito sensual, deixando à mostra seu corpo branco e voluptuoso. Fica ainda mais sexy com aqueles saltos que fazem... Levanta mais essa bunda linda dela, o detetive liga a TV e coloca um vídeo de reggaeton.
Cristina, rebola no ritmo dessa música, você é toda uma mulherão gostosa.
Com prazer, buceta.
Cristina começa a mexer os quadris no ritmo do reggaeton, também balança a bunda, fica tão sexy dançando, faz como se fosse uma stripper de verdade, é toda uma expert na arte de rebolar. Quando a música acaba, o detetive já com o pau duro pede pra Cristina chupar ele.
Cristina começa a masturbar ele, o pau dele tem uns 17 cm, três centímetros a menos que o do macho dela e, claro, muito maior que os patéticos 10 cm do marido dela. Cristina lambe o tronco inteiro enquanto acaricia as bolas dele, lambe a pontinha e o furinho da glande. O detetive sente um puta prazer e, com brutalidade, pega a cabeça de Cristina e faz ela mamar o pau inteiro dele. A cabeça dela sobe e desce rápido com a ajuda das mãos do detetive. Cristina pede pra ele parar, mas é inútil. O detetive está no maior prazer de ter à disposição uma mulherão como a Cristina chupando o piru dele. Uns 5 minutos depois, o detetive fala:
"Empina, vagabunda. Quero te comer de quatro."
"Sim, buceta."
Cristina faz o que tem que fazer e, submissa, empina. O detetive para um momento e olha pra bunda linda dela, tão grande e apetitosa, aquela raba que o Fulgencio curte todo dia, que o corno do marido dela certamente deseja, e que ele tem à disposição agora. Victor coloca o pau no meio das coxas dela, bem embaixo da rachinha, e sente o calor de Cristina no pau dele. Coloca as mãos nos peitos dela e começa a apalpar. O pênis dele desliza no meio das coxas dela devagar, como se estivesse comendo ela.
"Você gosta do roçamento? Gosta do roçamento, vagabunda?"
"Sim, papai, é muito bom."
"O que você sente em botar chifre no seu marido com um zelador?"
"É muito bom. Me come, sou uma vagabunda. Me come, eu mereço por ser vagabunda."
Victor não aguenta e enfia de uma vez só. Dá umas estocadas brutais nela
Ahhhh, é tão bom lá dentro, puta
Ahhhh siiiim
Tudo quentinho, molhado e apertadinho, ahhhh que delíciaaaa
Continua assim, assim, assiiim
Víctor enfia nela uma vez atrás da outra enquanto belisca os mamilos dela e troca de buraco, um pouco na buceta e um pouco no cu, eles ficam nessa por uns 25 minutos, depois ele manda ela deitar, Cristina, como uma boa puta, obedece. Víctor olha pra ela, ela parece tão suculenta, aqueles peitões, aquela cara de puta, uma beleza que só de olhar na cara dela já te deixa duro e inspira a imaginar situações sexuais, aquele corpo branco com uma pele tão macia, a buceta depilada, o cabelo bagunçado efeito do tesão e dando um toque sexy, uma deusa completa. Víctor coloca as pernas dela em cima dos ombros dele, pra assim encaixar a pistola na zona de ataque, enfia devagar até chegar no fundo, e começa a comer ela. Ele faz assim, cada vez mais intenso, Cristina abraça ele com as pernas e ele acelera as estocadas, os dois começam a se beijar até que Cristina fala
Ahhhh, ahhh, deixa eu montar em você, piranha
Víctor deita e Cristina sobe nele, enfia o pau dele na buceta dela e começa a pular. Víctor viu aquela vez na caminhonete dele e agora é ele quem curte a experiência de ter Cristina se penetrando sozinha enquanto ele olha o balanço dos peitos dela a cada pulo e ouve o som alto de plaf plaf
Ahhhh, ahhhh, Cristina, você é uma gostosa, mamãe
Ahhhh, que delícia você fode, papaiiiii
Ahhhhhh, vou gozar
Goza dentro
Ahhhhhhhhhh, que delíciaaaa, toma meu leite, putaaaaaa
Mmmmm, aiiii que delíciaaaa, porra grossa e quentinha, ahhh
Os dois terminaram de transar, Víctor levanta e pega uma cerveja na geladeira. Fica um silêncio por uns 20 minutos, um silêncio estranho até que Víctor fala
Cristina, tenho algo pra te dizer
Fala, vai
Eu não sou amigo do Fulgencio
Então?
Seu marido me contratou pra saber com quem você tá botando chifre nele
Você é um filho da puta do caralho
Me deixa Por favor, deixa eu te explicar. Eu contei pro Fulgencio porque já sabia que se falasse pra você, ia me causar problema. Ofereci o trato de ficar calado e não contar nada, deixar vocês seguirem no love furtivo de vocês, em troca de deixar eu transar com você uma vez só. Ele, claro, aceitou. Me disse que queria te deixar prenha, que você é a mulher mais gostosa que ele conheceu e que não ia deixar isso se estragar. Por isso ele topou.
— E o que você vai dizer pro meu marido?
— Pelo seu marido não se preocupa. Eu vou falar pra ele que não tem problema nenhum, que você não tá com ninguém. Mas, ó, não seja tão descuidada. Suas mudanças de humor e você comprando roupa de puta deixaram ele bem desconfiado. Muda seu jeito com ele. Fim de semana, conversa com ele e convence que você ama ele. Do resto eu cuido.
— Tá bom, vou fazer isso.
— Cristina, já que essa é a única vez que vou ficar com uma mulher gostosa igual você, queria realizar uma fantasia.
— Que tipo de fantasia?
Victor virou a cerveja dele de uma vez e falou:
— Vamo pro chuveiro.
Lá dentro, Victor disse:
— Curva.
Cristina se curvou, e Victor começou a enfiar um dedo e lamber o clitóris dela.
— Aiiii, que gostoso, hummmm, assim, ahhhh!
Victor enfiou um segundo dedo. Cristina ficou excitada de novo, e o prazer dela explodiu num jato enorme no rosto do Victor, que recebeu de boca aberta com gosto. Depois ele disse:
— Agora é sua vez. Fica de joelhos.
Cristina pensou que ia mamar de novo, mas a surpresa foi que Victor começou a mijar na cara linda dela. Cristina, tão excitada que tava, recebeu de boa. Uma chuva dourada de uns dez segundos. Victor segurou o mijo, pegou a cabeça de Cristina e enfiou o pau na boca dela. Lá dentro, continuou mijando. Foi tão bruto que Cristina, por um momento, se sentiu afogada, começou a tossir e a engasgar. Os olhos dela ficaram vermelhos, e isso excitou Victor pra caralho. Ele terminou de mijar lá dentro da garganta dela, tirou o pau e deixou Cristina respirar. Se recuperar
Você é um idiota
Isso ainda não acabou, limpa meu pau com um boquete

Cristina estava tão excitada que não se importou de ter recebido a urina daquele homem e chupou com gosto, enquanto se dedava a buceta.
Ela chupou com tanto tesão e intensidade, e Victor não demorou a gozar.
Ahhhh, vou gozar, deixa eu gozar na sua cara.
Siiiiim, goza na minha cara.

Victor teve uma gozada enorme que caiu na cara linda de Cristina e parte dela na boca dela, e Cristina, ao mesmo tempo, teve o orgasmo dela na masturbação.
Depois de um tempo, eles tomaram banho e cada um foi para o seu lado.

Naquela noite, Cristina no hospital disse para Fulgencio:
Amor, já cumpri com seu amigo.
Gostou de como ele te comeu?
Sim, muito, mas não fode como você, amor. Você é muito melhor que ele e mais dotado.
Hahaha, você é minha puta.

Amor, falando sério, já descobri tudo e está tudo bem.
Ele te contou tudo?
Isso mesmo, mas está tudo bem, era o melhor para todos.
Meu amor, tem mais uma coisa que quero te dizer, foi difícil decidir, mas quero engravidar de você.
Sério, Cristina?
Sim, amor, vamos foder meu marido. Quero ter um filho seu enquanto meu marido se acha o coitadinho.
Assim que eu gosto de ouvir, Cristina. Hahaha, pobre corno.

Amor, como você sabe, sou enfermeira e cheguei à conclusão de que a próxima quinta-feira é meu dia mais fértil.
Então não se fala mais nisso. Nesse dia, não viemos trabalhar e vamos para um hotel 5 estrelas passar o dia. Não vamos transar por uma semana para chegar com tudo nesse dia.
Acho ótimo, amor.

Os dois se fundem num beijo longo e apaixonado.

Chega o fim de semana e Cristina diz para o marido:
Meu amor, queria falar com você, pequenininho.
Eu também, Cristina.
Hmm, eu sei que andei meio estranha, mas é que estava um pouco chateada porque…
Por quê, meu amor? Me fala.
Porque quero ter um bebê logo. Estamos casados há 4 anos e ainda não tivemos nenhum bebezinho.
É sério isso, Cristina?
Sim, amor. Comprei roupas sexy porque quero te impressionar, mas quando lembro que ainda não temos nenhum… Bebê, eu fico frustrado e perco a vontade
Meu amor, fico feliz que você tenha falado comigo, vamos ter um bebê, amor, eu prometo
Claro, meu amor, vai ser assim, você vai ver que sim
Cláudio beija Cristina na boca, Cristina realmente se sente feliz por ter um marido tão ingênuo e corno. Cristina, de agora em diante, vai tratar o marido como um menininho, com carinho e mimos, mas ela sabe que o homem dela é Fulgencio. Naquele fim de semana, Cristina e o marido foram ao parque. Cristina vestiu um vestido colorido de verão que chegava abaixo das coxas e umas sandálias altas de verão cor de café. Foram ao parque, e a maioria dos homens olhava com desejo para Cristina, e ela adorou isso.
Chegou para Cláudio o dia de saber a verdade. É quinta-feira, e o detetive o chamou no mesmo lugar e no mesmo horário. Enquanto isso, Cristina e Fulgencio não foram trabalhar e estão num hotel. O recepcionista pediu que ela vestisse o uniforme de enfermeira, porque vai engravidar a enfermeira casada, e por baixo Cristina colocou uma lingerie branca e uns sapatos de salto prateados.
Cristina, me masturba com seus pés
Sim, amor
Fulgencio acaricia e lambe eles, e depois Cristina começa a masturbá-lo
Ahhh, que gostoso, Cristina, ahhh
Você gosta, amor?
Você é uma puta experiente
Hahaha, ai, meu amor, obrigada
Fulgencio se joga em cima de Cristina e começa a comê-la de papai e mamãe, mete bem forte e gostoso
Ahhh, que gostoso sentir seu pau em mim
Ahhh, você quer um bebê, mamãe?
Siiiiim, quero um bebê seu pra meu marido sustentar
Fulgencio aumenta as estocadas
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Bom dia, senhor Robles
Bom dia
Então, me diga o que aconteceu
Bem, parece que o senhor estava enganado. Sua esposa é uma mulher admirável, incapaz de traí-lo. É uma boa enfermeira e trata muito bem os pacientes. Parabéns por ter uma esposa linda e admirável. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Fulgencio senta na cama e Cristina monta em cima dele, e ele a penetra de novo enquanto lambe os peitos dela.
Ahhhhhh, que pica enorme você tem, meu amor.
Ahhhh, você gostou, Cristina?
Não gostei, ameeeeeeeeeeeei.
Seu marido, o que ele é?
Meu marido? Ahhhhhhh é um corno fdp pra caralhooooooo.
E eu, o que sou pra você, Cristina?
Ahhh você? Meu macho, meu homem, o pai do meu filho ahhhhhhhhhhhh.
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Puf, muito obrigado, eu sabiaaa, minha esposa nunca seria capaz de fazer isso por mim, sério, agradeço demais.
Não agradeça a mim, agradeça à sua esposa.
O que acha? Semana passada ela falou comigo e tá toda animada pra ter um filho, me disse que esse era o problema dela, e aí tivemos outro fim de semana inesquecível.
Não me diga?... Pois parabéns.
Obrigado, obrigado.
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Fulgencio levanta Cristina e ao mesmo tempo a penetra, Cristina se sente indefesa ao ser carregada e segurada pelos braços do amante enquanto é penetrada, e isso a excita ainda mais, ela amou essa posição.
Ahhhh, você quer ter um bebê?
Siiiiiiim, sim, meu amor, me engravida.
Fala mais altooooooooo.
Quero ter um bebê seu, quero que o corno do meu marido pense que é dele.
Me engravidaaaaaaaaa.
Me engravidaaaaaaaaa.
Fulgencio acelera mais, tá quase gozando.
Ahhh, vou gozar.
Goza dentro de mim, meu amor, me engravidaaaaaaaaa, me faz um filhoooooooooo.
Fulgencio enfia o pau até o fundo, ele não teve nenhum orgasmo na semana e toda essa porra acumulada tá prestes a sair do pau enorme dele pra inundar o útero de Cristina.
Ahhhhhhh tomaaaaaaaaaa.
ahhhhhhhhhhhhhhhh.
Finalmente a descarga de Fulgencio sai, junto com o orgasmo de Cristina, os dois gozaram ao mesmo tempo.
Fulgencio descarregou a porra no útero de Cristina no dia mais fértil dela.
Continua...

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