Una mano solidaria 3

Este relato foi postado por mim no todorelatos.com na época. Espero que vocês curtam.Uma Mão Amiga 3
Olá, queridos amigos. Espero que estejam muito bem e com vontade de saber como continua a história que eu estava contando. Para quem está lendo agora, recomendo que leiam os dois relatos anteriores "Uma Mão Amiga 1 e 2", e para quem não leu, aqui está o resto. Obrigado a todos pela atenção e agradeço especialmente aos que me escreveram contando o que acharam da minha história, que sensação tiveram, se se excitaram com ela e o que acharam suas mulheres, se leram junto com elas. Mas quero agradecer de verdade aos que me enviaram fotos. Ah! Também aceito sugestões de sites para visitar que tenham relatos, fotos amadoras ou não, filmes (especialmente caseiros) e etc.
Continuo? Atenção!
A cena era inacreditável, R sentado numa pedra com a cara de M entre as pernas, ela chupando o pau dele com muita dedicação, como se tivesse medo de que secasse. Ou seja, colocava tanta saliva que começou a escorrer pelos colhões até que, contornando o espaço – já que o peito de M estava bem próximo de R e por baixo das bolas dele – a saliva chegava até os peitos dela, que ficavam brilhando com aquilo. Ela parava de chupar assim que lambuzava bem o membro de R e, graças ao quanto ficava escorregadio com a saliva, fazia uma punheta que ia da base do pauzão até a cabecinha.
M, de joelhos, olhava para R de um jeito vicioso, empinava a bunda arqueando as costas de forma sugestiva e balançava de um lado para o outro, como quem mexe uma galinha na frente de um jacaré esperando o momento inevitável do bote que ele dá para fechar de vez as mandíbulas na presa. E para completar, ao fundo uma linda cachoeira que desaguava num espelho d'água cristalino.
Eu não aguentei e, enquanto me ajoelhava, peguei ela de surpresa pela cintura, puxei a sunga dela e enfiei na buceta dela o meu pau. Ela se assustou e, a princípio, tentou resistir, mas ao perceber que era um erro, olhou para mim e disse:
-Tá bom, se é assim... Você quer que isso vire algo sexual, então assim será. - E olhando para R, enfiou a rola na boca.
Isso era definitivamente um ménage, minha mulher fazendo oral no meu amigo enquanto eu comia ela! Muito putaria.
Ah não, para M isso era "ser solidária" com um amigo numa situação ruim. Acho que esse tempo todo ela estava fingindo. O que vocês acham?
Ela me enganou feito um moleque pra realizar as fantasias mais obscuras dela, na real ela não estava fazendo nada que eu não tivesse sonhado antes, que a gente não tivesse conversado na segurança do quarto e com a desculpa de ser "só uma fantasia". Mais ainda, ela estava levando minha fantasia ao extremo porque, na verdade, era tudo o que eu tinha planejado pra nós dois, mas turbinado ao máximo do jeito que M estava fazendo. Minha mulher tinha planejado isso pra me dar essa surpresa?
Mas como ela sabia que tudo que estava rolando ia me agradar e não acabar com o casamento?
Na real, quero acreditar que isso tudo é coincidência. Sim, é tudo coincidência! - Preciso lutar contra meus medos e aproveitar o momento - Pensei comigo mesmo e, agarrando M pelos peitos, com os mamilos dela durinhos entre meus dedos e esfregando eles pra dar prazer a ela, comecei a bombar ritmicamente e não de forma alucinada, tentando chegar até o fundo do útero dela, com força e disciplina.
Ela me olhou por cima do ombro com a boca entreaberta, brilhando de sucos, enquanto continuava masturbando R e começou a reboltar a bunda mais ritmicamente, como se estivesse se comendo, enquanto me perguntava:
M - Cê tá gostando, corno manso?! - E erguendo um pouco o tronco, enfiou o pau de R entre os peitos dela, que começou a deslizar naquele sulco inundado de baba.
R, apoiado nos braços, levantou a pélvis e começou a comer os peitos de M. Eu vendo isso, não aguentei e gozei dentro de M. Quando M percebeu que eu já tinha gozado, se dedicou a acelerar a punheta de R.
Eu saí de dentro da minha mulher e me sentei ao lado, e vi quando a A enorme pica do R subia, mostrando a cabecinha entre os peitos da M, e ela, toda gulosa, lambia o "olhinho" do pau e, de vez em quando quando descia, cuspia um pouco de saliva pra lubrificar o "serviço". Isso que eu vi me deixou tão tesudo que meu pau endureceu de novo quando o R começou a gemer e, jogando a cabeça pra trás, soltou um jorraço de porra que acertou o lábio superior da M, caindo o resto nos peitos dela. Ela apertou a punheta pra ordenhar o brinquedo do R por completo, e outro jato saiu e acertou o pescoço dela, e outro se afogou entre os peitos dela. Quando o R terminou, ela enfiou o pau inteiro na boca e limpou ele. Depois de fazer isso, ela me olhou e disse: -E aí, o que você acha agora? Espero que tenha aprendido a lição de hoje, corno, e entenda que tudo que a gente fala e faz tem consequências. Além disso, acho que você gostou. Ela se aproximou de mim de quatro, eu podia ver os peitos dela "envernizados" de saliva e porra, chegou o rosto perto do meu e disse: -Vai, me beija agora igual há pouco. Eu senti o cheiro de porra saindo da boca dela, isso me desconcertou pra caralho por causa do preconceito que isso trazia. Dar um beijo nela? Eca, que nojo! Mas isso me excitou ainda mais. Ela encostou a boca na minha e me deu um beijo barulhento e rápido nos lábios. Depois se levantou ainda com os peitos de fora e com a saia levantada por trás e se virou de boa pra caminhar até o espelho d'água, quando eu pude ver a calcinha do biquíni puxada pro lado e um rio grosso de buceta saindo da ppk dela e chegando até o joelho, onde se cortava e continuava bem antes de chegar no tornozelo. Nessa hora, ela se virou olhando pra gente por cima do ombro enquanto segurava as nádegas redondas e firmes com as mãos, abriu as pernas de leve e, nessa posição super sugestiva, deu uma gargalhada pra, agora sim, se mandar pra água. Eu pensei que ela ia lavar as gozadas, mas não. Ela ajeitou a fio dental, colocou o vestido no lugar e bebeu litros de água. Era lógico. A boca dela tinha secado. Ela se levantou e convidou a gente pra voltar pra cabana.
Eu e R estávamos perdidos, largados cada um onde tinha ficado, os dois de calça arriada e a pica mole. Olhei pro R e ele não quis me olhar, dava pra ver que tava muito envergonhado pelo que rolou. Perguntei como ele tava e ele respondeu sem me encarar que tava bem.
Falei –Vamo pra casa- e ele respondeu com um simples sim. A gente levantou, subiu as calças e começou a andar atrás de M, que já ia na frente, os dois em silêncio total. Falar de qualquer coisa significava que a gente ia ter que dar explicação do que tinha acontecido, e nenhum dos três queria fazer isso.
Quando alcançamos M, pude ver claramente as manchas nas pernas dela e isso me excitou de novo. A gente tava indo pro lago de onde viemos e lembrei que lá tinha gente. Como ela ia passar por lá naquele estado? Além disso, ela não tinha colocado o sutiã do biquíni e isso dava pra ver, acreditem, sem problema nenhum, e ela ainda tava molhada, o vestido ficava meio transparente.
Acho que ela só percebeu isso quando a gente chegou na beira do lago, onde tinha uma família um pouco afastada e um grupo de três garotos mais perto da gente. M foi na direção dos meninos que, assim que notaram a presença dela, pararam o que tavam fazendo e olharam pra ela com "admiração", se essa palavra cabe no caso. O fato é que M levantou a cabeça e, com passo bem rápido, foi até os garotos e, passando por eles, cumprimentou eles, e eles fizeram o mesmo enquanto, com cara de besta, seguiam ela com o olhar.
Eu acelerei o passo e fiquei do lado dela pra perguntar o que ela tava fazendo, e ela disse que eram os vizinhos da cabana e que era educação cumprimentar eles. Eu falei:
–Olha como você tá e passa assim do lado de uns moleques, o que você quer conseguir, que eles se acabem na punheta hoje à noite? Não tem vergonha?
Ela parou a caminhada por um instante, me Ela me olhou indignada e disse:
—Mas como assim, e as suas fantasias que você tanto exaltava toda vez que a gente transava? Agora resulta que você está vivendo elas de verdade por minha culpa, porque eu sou uma sem-vergonha e uma puta qualquer? Mas você não, você é a vítima. Sabe de uma coisa? Você é o "doentinho" que encheu minha cabeça com todos esses sonhos eróticos, eu comecei a gostar deles e agora vou realizá-los. Se te incomoda, foda-se, mas te aconselho de coração a aproveitar o que estamos vivendo e tudo o que vamos viver nesses dias, te garanto.

A guerra estava declarada. Não havia mais nenhum mistério para resolver. Tudo o que aconteceu foi de propósito e nada do que rolou nos últimos dias foi por "amor ao próximo", "ajuda a um amigo em apuros" ou muito menos "sentimentos de abnegação". Tudo isso foi planejado por M e eu tinha ficado no meio da "traição" dela, embora, devo admitir, que apesar dos sentimentos angustiantes e desconcertantes de ciúmes que sentia, no fundo e nem tão no fundo assim, eu estava curtindo aquilo pra caralho. Na real, ela tinha dito uma grande verdade: eu tinha sonhado com tudo aquilo acordado, na minha intimidade. Não sabia o que deveria fazer, mas isso não me preocupava muito e decidi deixar os acontecimentos rolarem como até agora.

Entramos no carro todos em silêncio e, ao chegar na cabana, ela entrou primeiro e nós atrás dela. Eu não conseguia parar de olhar como ela mexia aquele rabão enorme e as manchas de sêmen. Claro que isso também não passou despercebido por R, que não tirava os olhos da bunda da minha mulher. Ela, assim que entramos, disse: —Uffa, que calor! E, sem dizer mais nada, tirou o vestido, ficando nua, só de fio dental. Isso fez meu pau subir na hora. Ela se virou para nos ver, sabendo perfeitamente o que estava fazendo, e nos viu os dois com o "mastro" duro e disse: —Muito bem, vocês são incansáveis e eu, sinceramente, quero um pouco do que dei pra eles, então... Encostando em nós, ela pegou nossas mãos e nos levou até o sofá, nos empurrou pra lá e caímos sentados. Ela se ajoelhou entre nós dois, baixou nossas calças e as picas saltaram pra cima como se tivessem sido carregadas por uma mola. Ela olhou pra nossa cara, cuspiu nas palmas das mãos, pegou uma com cada mão e começou a bater uma pra nós. Depois, se aproximou da pica do R e, olhando pra mim, enfiou ela toda na boca. O R soltou um suspiro alto enquanto jogava a cabeça pra trás, e eu abri os olhos como nunca tinha aberto. Ela tirou a boca, deu uma risada debochada e, sem parar de bater uma pra nós, se aproximou de mim e fez a mesma coisa. Assim continuou com os dois, alternando, até que a gozada dos dois foi iminente. A M percebeu isso e nos soltou de repente, se afastando e sentando no sofá. Enquanto abria as pernas, disse que queria aproveitar ela. O R me olhou como quem pede permissão, eu olhei pra ele sem saber o que dizer, e ela disse pro R se aproximar. Ele se levantou e, devagar, se aproximou e se ajoelhou na frente dela, mas bem ereto; a pica dele ficava na altura da "gruta" da minha mulher. A M tinha as pernas abertas e flexionadas com os pés no sofá. Esticou uma mão entre as pernas dela, pegou o pau dele e, enquanto batia uma, perguntou se ele tava gostando e se queria mais. A cabeça do pau do R tava a cinco centímetros da buceta da M, e ele, bestificado com a proposta, concordou com a cabeça. Então a Mônica pegou ele pelos braços e, empurrando pra baixo, disse: — Se quer mais, primeiro você tem que me chupar. E ouvindo isso, o R afastou a calcinha dela e começou a fazer sexo oral na M, que, gemendo, me chamou e mandou eu apalpar os peitos dela. Eu rapidamente me virei pra ela e comecei a massagear os seios dela, e ela pegou minha pica pra bater uma até que depois colocou na boca. Eu não aguentei muito e gozei na boca dela, mas nem uma gota de sêmen escapou; ela tinha engolido tudo. Então ela começou a gemer e... Agarrei a cabeça de R enquanto espremia ela contra minha buceta pra explodir no orgasmo mais sonoro que eu lembro dela ter tido na vida. Começou a convulsionar e gemer enquanto afogava literalmente R contra a buceta dela. Quando acabou, R se separou dela, tinha a cara encharcada de sucos e disse sem nenhum sinal de timidez: —Agora quero o meu— E tentou meter o pau duro dele na buceta de M, mas ela resistiu e guiou ele pro meio dos peitos dela, onde enfiou o mastrão de R e fez uma rápida e eficiente cubana que induziu sem remédio o orgasmo de R. Quando ele sentiu o orgasmo chegando, tirou o pau de entre os peitos de M e meteu sem permissão na boca dela e, do mesmo jeito que ela tinha feito, ele agarrou ela pelos cabelos e segurou pra enfiar toda a pica na boca dela. Assim ele gozou dentro de M e ela engoliu todo o leite. Ficamos exaustos no chão. Ela ficou olhando pra ele com espanto porque ele, definitivamente, tinha reagido e tava claro que se continuasse assim, ele ia acabar comendo ela. Eu olhava e não sabia o que dizer. Finalmente ela se levantou e, indo pro chuveiro, disse: —Vou tomar uma ducha, preparem algo pra comer. E aí terminou essa história, pelo menos por enquanto.

9 comentários - Una mano solidaria 3

Seguimos esperando la continuacion de esta espectacular historia para cuando llega la 4ª parte????
Vamos con esa continuacion que queremos leer mas de este Gran relato
Vos le metiste todo eso a Monica y ahora esta cumpliendo tu fantacia en realidad. Ahora a joder y aguantarse. No marcha atras.Van puntos