Bueno, amigos do Poringa, esse é meu primeiro relato, vamos ver se vocês gostam.
Isso aconteceu comigo há quase três anos, infelizmente não rola mais, mas foi muito excitante enquanto durou.
Sou o Alexis, altura média, pele branca, cabelo preto, com uns quilinhos a mais.
A Evelin é minha namorada, bem magrinha, peito pequeno mas uma bunda muito boa. A irmã dela, Jacqueline, é a pessoa mais linda que meus olhos já viram. Ela é um pouco mais alta que nós dois, tem uns peitos não muito grandes, mas suficientes pra exibir decotes bem gostosos. Uma bunda divina, que ela merece por causa das horas na academia.
Aqui vai o que aconteceu.
Precisava passar numa matéria que tava me ferrando, então pensei em pedir ajuda pra minha namorada. Mandei uma mensagem de texto:
Eu – Eveee, preciso da sua ajuda com Química. Sei que você é boa e tô precisando muito passar.
E – Oi, amor, tudo bem, te ajudo. Você vem pra cá ou vou eu?
Eu – Vou aí, meu amor, assim você não sai com esse calor que sufoca.
E – Tá bem, gordinho, te espero. Beijo.
Depois que a escola acabou, cheguei na casa dela, que não ficava longe da minha. Então resolvi passar em casa e tomar um banho rápido por causa do calor que tava de rachar. Peguei os apontamentos, as pastas e fui.
Quando cheguei na casa dela, ela me levou pra um cômodo no fundo que usam como sala de estudo. – Aqui vamos ficar mais de boa – ela disse.
Tava tudo indo muito bem, eu entendia os assuntos e a gente tava avançando rápido. Aí a mãe da minha namorada chegou perto e falou que ia pro salão de beleza, que ia demorar, e que ela fechava a porta porque na frente não ia ficar ninguém até a Jacqueline chegar da faculdade.
Foi aí que aproveitei pra ter uma distração depois de tanto estudo. Assim que minha sogra foi embora, fechei meu livro e olhei pra minha namorada. Ela sabia bem o motivo daquele olhar, e disse: – Não vai mais estudar?
Eu – Preciso de uma pausa – falei.
E – Seu safado, qu...
Ela não conseguiu terminar a frase, porque eu já tava comendo a boca dela. boca de um beijo profundo, ela me acompanha no beijo e me abraça, começo a percorrer o corpo dela com as mãos, tocando aquelas tetas deliciosas, beliscando os biquinhos, ela com o joelho roçava meu pau que já tava meio duro.
Tirei toda a roupa dela, assim como ela tirou a minha, sento na cadeira, ela coloca o short no chão e se ajoelha em cima, pronta pra me dar um boquete dos sonhos, começando pelo tronco, devagarzinho na cabeça, até engolir tudo. Quando chegava no fundo, fazia aquela cara de puta que me deixava louco. Ela ficou assim uns 10 minutos e eu quase gozando quando falo: espera, senão vou terminar na sua boca. Ela responde: não, papi, não termina, porque não temos muito tempo pra serem duas. Agora me come como nunca, total ninguém vai nos ouvir.
Ela se apoiou na escrivaninha de costas pra mim, empinando a raba. Tinha uma vista espetacular da buceta rosadinha e bem depiladinha. Comecei a saborear a xota dela que já tava toda melada de suco. Fiquei assim uns minutos até ela implorar pra eu meter. Atendendo às preces dela, resolvo enfiar naquela colmeia que transbordava de néctar gostoso.
De uma só enfiada, cheguei no fundo da buceta dela, ela deu um grito que com certeza se ouviu no quarteirão inteiro. Tirei quase tudo e meti de novo sem piedade. Ela arqueava as costas de prazer, eu aumentava a velocidade e ali começou a sinfonia dos gemidos dela e o barulho da minha bacia batendo na raba dela. Cada vez os gritos eram mais intensos, tanto que não ouvimos a irmã dela, Jacqueline, chegar. Ela não sabia que a gente tava na casa. Ela precisava preparar um trabalho final de fonoaudiologia, então pensava em usar a sala de estudos que a gente tinha transformado em motel. E foi quando ela entrou na sala e nos encontrou pelados no meio do ato sexual.
J- Desculpa. Desculpa, acho que vou usar meu quarto pra estudar - ela só disse
E- Desculpa, irmã, não te ouvi chegar - tentou se justificar
Eu não conseguia emitir som algum, tinha ficado perplexo com o que aconteceu.
Decidimos nos trocar e terminar de estudar, já que não dava mais pra continuar com o nosso rolo. Enquanto terminávamos, a gente comentava sobre o que tinha rolado.
A gente se sentia mal pelo que a Jacqueline ia pensar de nós, mas aliviados por ser ela e não o pai ou a mãe.
Assim que acabou o assunto estudo, a gente lanchou e eu fui pra casa. Não tinha chegado na metade do caminho e meu celular tocou, era minha cunhada..
J- Ale, desculpa ter interrompido ainda agora, não fazia ideia de que vocês estavam ali, ainda mais naquela situação.
Y- Sem problema, Jacq, me desculpa, não devia ter acontecido aquilo.
J- Não me incomoda, tenho que confessar que com a cena que vi quando cheguei no meu quarto, tive que me aliviar sozinha. Imaginar as coisas que minha irmã me conta que vocês fazem não é suficiente pra mim.
Y- O que ela te conta? - respondi surpreso
J- As coisas que vocês fazem quando tão transando, eu fico toda molhada e fico com água na boca pra provar essa pica de bom tamanho, segundo ela.
Não sabia o que responder, porque nunca esperava isso da minha cunhada!
Pensei, a Jacqueline já se entregou com o que acabou de me dizer, que diferença faz se eu também me jogar.
Y- Quando você quiser! - respondi decidido
J- Ok. - ela só respondeu
Quando cheguei em casa, não conseguia me controlar. Decidi tomar outro banho pra acalmar meu tesão, não só por não ter conseguido terminar com minha namorada, mas também pela minha cunhada, que me deixou com a pulga atrás da orelha.
No dia seguinte, fui na casa da minha namorada sem avisar, queria chegar de surpresa!
Pra minha má sorte, ela não estava, só a mãe. Ela me disse: "entra, a Evelin deve estar chegando".
Tomei uns mates e conversei sobre coisas do dia a dia.
Minha cunhada chegou, me cumprimentou friamente e foi tomar banho.
A Carmen me disse que ia comprar as coisas pra Comida da noite que esperaria tranquilo, avisei a Jacqueline que ia ao supermercado e eu fiquei na sala. Jacq saiu do banho e ficou se exibindo enrolada no roupão pela sala toda. Minha taradice não aguentou quando a encurralei contra a parede, ela não resistiu, e eu beijei aqueles lábios que tinham gosto de mel, eram carnudos e muito macios. Ela só me acompanhava, me abraçava e passava a mão nas minhas costas, na minha bunda até não aguentarmos mais. Ela diz: — Vamos pro meu quarto.
Eu na hora mandei uma mensagem pra minha namorada perguntando se já tava voltando, e ela respondeu que ia ficar na biblioteca revisando uns assuntos que não entendia direito. Minha sorte não podia ser melhor. Decidido, acompanhei minha cunhada, que me deitou na cama dela e dançou pra mim enquanto tirava o roupão. Nessa altura, eu já tava durasso. Em menos de dois minutos, eu já tava sem roupa, e foi aí que ela disse: — Depois disso, você vai ter que avaliar quem é melhor, eu ou minha irmã!
E me fez um boquete como ninguém! Metia e tirava, metia e tirava, beijava minhas bolas, passava a língua no tronco do meu pau até a base, enfiava até o fundo e ficava lá até quase engasgar. Eu não parava de gemer de prazer. Ela me olhava enquanto tinha meu pau na boca e enfiava até o fundo, tirava e me encarava, dizia: — Gostou, papai? Não sabe como eu sonhava com isso. Minha irmã falava que era gostoso, mas não sabia que era tão, tão gostoso, seu pau, papai!
— Quando você quiser, é seu — falei. Aí tomei o controle da situação e perguntei: — Quer ele dentro, cunhada? Ela só respondeu: — Sim, pai, me dá!
Deitei ela de bruços, coloquei um travesseiro na cintura dela, e ela me olhou intrigada, pensando que eu ia meter por trás, mas mirei na buceta dela e enfiei sem piedade. Ela gritou alto, primeiro de dor, mas logo vieram gemidos de prazer. Eu fiquei bombando aquela buceta divina, acelerava, freava e voltava a acelerar. Depois virei ela. Em um instante, segui minha vontade de gozar, mas fui me segurando pra retardar o inevitável... até que não aguentei mais, explodi dentro dela, enchendo aquela cavidade com meu leite. Ela levou a mão na buceta, tirou um pouco de porra com o dedo e levou à boca, isso foi o suficiente pra eu ficar duro de novo. Então ela decidiu sentar em cima de mim. Eu me joguei de bruços, e ela sentou em cima. Me cavalgou como se eu fosse um corcel indomável. Loucamente me cavalgou, os peitos dela, maiores que os da minha namorada, balançavam na minha frente. Não perdi tempo e amassei, apertei, chupei o quanto pude!
Depois ela se virou, me dando uma vista imbatível daquela raba linda, enquanto me cavalgava de costas. Comecei a brincar com o cu dela, que por sinal era bem apertado. Assim que sentiu um dos meus dedos entrando, gozou pra caralho, minhas pernas e virilha todas molhadas com os fluidos dela. Mas eu queria minha segunda transa, ainda tava fervendo. Ela, exausta, se deitou na cama de barriga pra cima, e eu coloquei as pernas dela nos meus ombros, penetrei e comecei a meter devagar. Ela não parava de gemer, e eu seguia com o movimento da pelve, até que bateu a vontade de gozar de novo. Meu ritmo acelerou, a respiração também. Ela percebeu e disse: "quero meu lanche". Assim, deitada do jeito que tava, fiz ela chupar meu pau e gozei três jatos potentes de porra na boca dela, que acertaram com pressão na garganta. Ela engoliu devagar, como se estivesse saboreando o sêmen, depois limpou todos os restos de porra que ficaram no meu pau. Ficamos uns 10 minutos exaustos os dois na cama, e ela disse: "espero que tenha uma segunda vez". Eu, sem hesitar, garanti que sim.
Obrigado por lerem, amigos. Espero que tenham gostado da minha experiência.
Isso aconteceu comigo há quase três anos, infelizmente não rola mais, mas foi muito excitante enquanto durou.
Sou o Alexis, altura média, pele branca, cabelo preto, com uns quilinhos a mais.
A Evelin é minha namorada, bem magrinha, peito pequeno mas uma bunda muito boa. A irmã dela, Jacqueline, é a pessoa mais linda que meus olhos já viram. Ela é um pouco mais alta que nós dois, tem uns peitos não muito grandes, mas suficientes pra exibir decotes bem gostosos. Uma bunda divina, que ela merece por causa das horas na academia.
Aqui vai o que aconteceu.
Precisava passar numa matéria que tava me ferrando, então pensei em pedir ajuda pra minha namorada. Mandei uma mensagem de texto:
Eu – Eveee, preciso da sua ajuda com Química. Sei que você é boa e tô precisando muito passar.
E – Oi, amor, tudo bem, te ajudo. Você vem pra cá ou vou eu?
Eu – Vou aí, meu amor, assim você não sai com esse calor que sufoca.
E – Tá bem, gordinho, te espero. Beijo.
Depois que a escola acabou, cheguei na casa dela, que não ficava longe da minha. Então resolvi passar em casa e tomar um banho rápido por causa do calor que tava de rachar. Peguei os apontamentos, as pastas e fui.
Quando cheguei na casa dela, ela me levou pra um cômodo no fundo que usam como sala de estudo. – Aqui vamos ficar mais de boa – ela disse.
Tava tudo indo muito bem, eu entendia os assuntos e a gente tava avançando rápido. Aí a mãe da minha namorada chegou perto e falou que ia pro salão de beleza, que ia demorar, e que ela fechava a porta porque na frente não ia ficar ninguém até a Jacqueline chegar da faculdade.
Foi aí que aproveitei pra ter uma distração depois de tanto estudo. Assim que minha sogra foi embora, fechei meu livro e olhei pra minha namorada. Ela sabia bem o motivo daquele olhar, e disse: – Não vai mais estudar?
Eu – Preciso de uma pausa – falei.
E – Seu safado, qu...
Ela não conseguiu terminar a frase, porque eu já tava comendo a boca dela. boca de um beijo profundo, ela me acompanha no beijo e me abraça, começo a percorrer o corpo dela com as mãos, tocando aquelas tetas deliciosas, beliscando os biquinhos, ela com o joelho roçava meu pau que já tava meio duro.
Tirei toda a roupa dela, assim como ela tirou a minha, sento na cadeira, ela coloca o short no chão e se ajoelha em cima, pronta pra me dar um boquete dos sonhos, começando pelo tronco, devagarzinho na cabeça, até engolir tudo. Quando chegava no fundo, fazia aquela cara de puta que me deixava louco. Ela ficou assim uns 10 minutos e eu quase gozando quando falo: espera, senão vou terminar na sua boca. Ela responde: não, papi, não termina, porque não temos muito tempo pra serem duas. Agora me come como nunca, total ninguém vai nos ouvir.
Ela se apoiou na escrivaninha de costas pra mim, empinando a raba. Tinha uma vista espetacular da buceta rosadinha e bem depiladinha. Comecei a saborear a xota dela que já tava toda melada de suco. Fiquei assim uns minutos até ela implorar pra eu meter. Atendendo às preces dela, resolvo enfiar naquela colmeia que transbordava de néctar gostoso.
De uma só enfiada, cheguei no fundo da buceta dela, ela deu um grito que com certeza se ouviu no quarteirão inteiro. Tirei quase tudo e meti de novo sem piedade. Ela arqueava as costas de prazer, eu aumentava a velocidade e ali começou a sinfonia dos gemidos dela e o barulho da minha bacia batendo na raba dela. Cada vez os gritos eram mais intensos, tanto que não ouvimos a irmã dela, Jacqueline, chegar. Ela não sabia que a gente tava na casa. Ela precisava preparar um trabalho final de fonoaudiologia, então pensava em usar a sala de estudos que a gente tinha transformado em motel. E foi quando ela entrou na sala e nos encontrou pelados no meio do ato sexual.
J- Desculpa. Desculpa, acho que vou usar meu quarto pra estudar - ela só disse
E- Desculpa, irmã, não te ouvi chegar - tentou se justificar
Eu não conseguia emitir som algum, tinha ficado perplexo com o que aconteceu.
Decidimos nos trocar e terminar de estudar, já que não dava mais pra continuar com o nosso rolo. Enquanto terminávamos, a gente comentava sobre o que tinha rolado.
A gente se sentia mal pelo que a Jacqueline ia pensar de nós, mas aliviados por ser ela e não o pai ou a mãe.
Assim que acabou o assunto estudo, a gente lanchou e eu fui pra casa. Não tinha chegado na metade do caminho e meu celular tocou, era minha cunhada..
J- Ale, desculpa ter interrompido ainda agora, não fazia ideia de que vocês estavam ali, ainda mais naquela situação.
Y- Sem problema, Jacq, me desculpa, não devia ter acontecido aquilo.
J- Não me incomoda, tenho que confessar que com a cena que vi quando cheguei no meu quarto, tive que me aliviar sozinha. Imaginar as coisas que minha irmã me conta que vocês fazem não é suficiente pra mim.
Y- O que ela te conta? - respondi surpreso
J- As coisas que vocês fazem quando tão transando, eu fico toda molhada e fico com água na boca pra provar essa pica de bom tamanho, segundo ela.
Não sabia o que responder, porque nunca esperava isso da minha cunhada!
Pensei, a Jacqueline já se entregou com o que acabou de me dizer, que diferença faz se eu também me jogar.
Y- Quando você quiser! - respondi decidido
J- Ok. - ela só respondeu
Quando cheguei em casa, não conseguia me controlar. Decidi tomar outro banho pra acalmar meu tesão, não só por não ter conseguido terminar com minha namorada, mas também pela minha cunhada, que me deixou com a pulga atrás da orelha.
No dia seguinte, fui na casa da minha namorada sem avisar, queria chegar de surpresa!
Pra minha má sorte, ela não estava, só a mãe. Ela me disse: "entra, a Evelin deve estar chegando".
Tomei uns mates e conversei sobre coisas do dia a dia.
Minha cunhada chegou, me cumprimentou friamente e foi tomar banho.
A Carmen me disse que ia comprar as coisas pra Comida da noite que esperaria tranquilo, avisei a Jacqueline que ia ao supermercado e eu fiquei na sala. Jacq saiu do banho e ficou se exibindo enrolada no roupão pela sala toda. Minha taradice não aguentou quando a encurralei contra a parede, ela não resistiu, e eu beijei aqueles lábios que tinham gosto de mel, eram carnudos e muito macios. Ela só me acompanhava, me abraçava e passava a mão nas minhas costas, na minha bunda até não aguentarmos mais. Ela diz: — Vamos pro meu quarto.
Eu na hora mandei uma mensagem pra minha namorada perguntando se já tava voltando, e ela respondeu que ia ficar na biblioteca revisando uns assuntos que não entendia direito. Minha sorte não podia ser melhor. Decidido, acompanhei minha cunhada, que me deitou na cama dela e dançou pra mim enquanto tirava o roupão. Nessa altura, eu já tava durasso. Em menos de dois minutos, eu já tava sem roupa, e foi aí que ela disse: — Depois disso, você vai ter que avaliar quem é melhor, eu ou minha irmã!
E me fez um boquete como ninguém! Metia e tirava, metia e tirava, beijava minhas bolas, passava a língua no tronco do meu pau até a base, enfiava até o fundo e ficava lá até quase engasgar. Eu não parava de gemer de prazer. Ela me olhava enquanto tinha meu pau na boca e enfiava até o fundo, tirava e me encarava, dizia: — Gostou, papai? Não sabe como eu sonhava com isso. Minha irmã falava que era gostoso, mas não sabia que era tão, tão gostoso, seu pau, papai!
— Quando você quiser, é seu — falei. Aí tomei o controle da situação e perguntei: — Quer ele dentro, cunhada? Ela só respondeu: — Sim, pai, me dá!
Deitei ela de bruços, coloquei um travesseiro na cintura dela, e ela me olhou intrigada, pensando que eu ia meter por trás, mas mirei na buceta dela e enfiei sem piedade. Ela gritou alto, primeiro de dor, mas logo vieram gemidos de prazer. Eu fiquei bombando aquela buceta divina, acelerava, freava e voltava a acelerar. Depois virei ela. Em um instante, segui minha vontade de gozar, mas fui me segurando pra retardar o inevitável... até que não aguentei mais, explodi dentro dela, enchendo aquela cavidade com meu leite. Ela levou a mão na buceta, tirou um pouco de porra com o dedo e levou à boca, isso foi o suficiente pra eu ficar duro de novo. Então ela decidiu sentar em cima de mim. Eu me joguei de bruços, e ela sentou em cima. Me cavalgou como se eu fosse um corcel indomável. Loucamente me cavalgou, os peitos dela, maiores que os da minha namorada, balançavam na minha frente. Não perdi tempo e amassei, apertei, chupei o quanto pude!
Depois ela se virou, me dando uma vista imbatível daquela raba linda, enquanto me cavalgava de costas. Comecei a brincar com o cu dela, que por sinal era bem apertado. Assim que sentiu um dos meus dedos entrando, gozou pra caralho, minhas pernas e virilha todas molhadas com os fluidos dela. Mas eu queria minha segunda transa, ainda tava fervendo. Ela, exausta, se deitou na cama de barriga pra cima, e eu coloquei as pernas dela nos meus ombros, penetrei e comecei a meter devagar. Ela não parava de gemer, e eu seguia com o movimento da pelve, até que bateu a vontade de gozar de novo. Meu ritmo acelerou, a respiração também. Ela percebeu e disse: "quero meu lanche". Assim, deitada do jeito que tava, fiz ela chupar meu pau e gozei três jatos potentes de porra na boca dela, que acertaram com pressão na garganta. Ela engoliu devagar, como se estivesse saboreando o sêmen, depois limpou todos os restos de porra que ficaram no meu pau. Ficamos uns 10 minutos exaustos os dois na cama, e ela disse: "espero que tenha uma segunda vez". Eu, sem hesitar, garanti que sim.
Obrigado por lerem, amigos. Espero que tenham gostado da minha experiência.
3 comentários - Jacqueline, minha cunhada gostosa.