Acordei primeiro. Tava no quarto da minha mina, sábado de manhã, ela dormia do meu lado. Muita luz entrava pelas frestas da janela quebrada, o ar-condicionado tava tipo geladeira, super frio, e a gente tinha dormido em duas camas de solteiro que juntamos pra poder dormir juntos. Me aproximei dela e acordei ela com carinhos, amassos e beijos, tocando ela pra despertar. Ela mexia a cintura como quem diz "continua, não para, continua". Por causa do trampo e do estudo, a gente não tinha se visto a semana toda, e mesmo na noite anterior já ter transado, eu tava realmente muito tarado. Enquanto ela acordava, eu falava com ela e contava umas paradas que tinham rolado comigo e que no telefone não deu tempo de contar.
Depois de um tempo, eu tava pelado em cima dela, que tava com uma camisola roxa linda, mas ela me disse que não dava pra transar. A buceta dela tava doendo, porque tava sensível por causa de uns óvulos que a ginecologista receitou, e a situação tinha piorado com a foda da noite anterior; mas ela falou que dava pra fazer algo alternativo. A gente já tava acostumado, anos de namoro fazem a gente usar a imaginação porque não é só penetração, os jogos eróticos são parte desse compartilhar amoroso. Por exemplo, a gente podia apelar pro sexo oral. Mas dessa vez foi totalmente por parte dela. Ela disse: "Meu coração, relaxa que hoje é sua vez. Você vai experimentar chegar no céu, e te prometo que nem um pinguinho da lava vulcânica vai se perder, então fica confortável..." Ela me seduziu! Totalmente... Eu baixei as alças do sutiã dela, revelando os peitos dela, bem inchados por causa da TPM que tava chegando, grandes e lindos, e comecei a chupar eles. Fui tirando a calcinha dela, que deixou à mostra a buceta depilada dela. Coloquei minha mão sobre a monte de Vênus e senti como ela vibrava de tesão, massageando suavemente o clitóris, sem parar de chupar os bicos dos peitos que já tavam duros, duríssimos. Depois de uns minutos, entre gemidos... entrecortados — o orgasmo chegou, deu pra sentir ele vindo enquanto eu apertava cada vez mais forte o botão mágico da buceta dela. Aí toda minha fúria masculina jorra igual vulcão ardente, e ela, sem desperdiçar nem um pingo da minha virilidade, repetia sem parar a natureza orgásmica dela, sem tirar meu pau da boca dela. Nós dois fomos pro céu e percorremos ele por inteiro.
Depois de deixar ela descansar uns minutos, montei em cima dela, colocando meu pau nos peitos dela, batendo uma punheta com uma mão e apalpando os peitos dela com a outra. Ela colava os braços bem junto do corpo, apertando os peitos como se fossem balões. Aí virei ela de costas pra pegar a retaguarda dela, que ela adorava, a gente tava excitadíssimo, ela gemia e gritava cada vez mais, pra caralho. Isso durou pouco, virei ela de barriga pra cima de novo e encostei meu pau nos lábios dela. Quando senti que ia gozar, pedi pra ela pegar na boca dela de novo, e ela não hesitou nem por um segundo, curtiu tanto quanto eu e não perdeu uma gota. Ela adora me sentir e ainda mais ter essa união e sentir nossos fluidos correndo nas nossas entranhas... e eu adoro dar esse gosto pra ela. Limpei ela com um lenço de papel e deitei do lado dela pra descansar um pouco e conversar. Um tempo depois fomos tomar banho — juntos, e brincamos um pouco no chuveiro, rimos e nos abraçamos debaixo d'água — já limpos e frescos, saímos pra tomar café e continuamos o papo sobre quando a gente ia se ver de novo, falamos de tanta coisa, a gente tava cheio do amor mais doce... amor verdadeiro, sem limites, sem restrições, cheios de amor...
Depois de um tempo, eu tava pelado em cima dela, que tava com uma camisola roxa linda, mas ela me disse que não dava pra transar. A buceta dela tava doendo, porque tava sensível por causa de uns óvulos que a ginecologista receitou, e a situação tinha piorado com a foda da noite anterior; mas ela falou que dava pra fazer algo alternativo. A gente já tava acostumado, anos de namoro fazem a gente usar a imaginação porque não é só penetração, os jogos eróticos são parte desse compartilhar amoroso. Por exemplo, a gente podia apelar pro sexo oral. Mas dessa vez foi totalmente por parte dela. Ela disse: "Meu coração, relaxa que hoje é sua vez. Você vai experimentar chegar no céu, e te prometo que nem um pinguinho da lava vulcânica vai se perder, então fica confortável..." Ela me seduziu! Totalmente... Eu baixei as alças do sutiã dela, revelando os peitos dela, bem inchados por causa da TPM que tava chegando, grandes e lindos, e comecei a chupar eles. Fui tirando a calcinha dela, que deixou à mostra a buceta depilada dela. Coloquei minha mão sobre a monte de Vênus e senti como ela vibrava de tesão, massageando suavemente o clitóris, sem parar de chupar os bicos dos peitos que já tavam duros, duríssimos. Depois de uns minutos, entre gemidos... entrecortados — o orgasmo chegou, deu pra sentir ele vindo enquanto eu apertava cada vez mais forte o botão mágico da buceta dela. Aí toda minha fúria masculina jorra igual vulcão ardente, e ela, sem desperdiçar nem um pingo da minha virilidade, repetia sem parar a natureza orgásmica dela, sem tirar meu pau da boca dela. Nós dois fomos pro céu e percorremos ele por inteiro.
Depois de deixar ela descansar uns minutos, montei em cima dela, colocando meu pau nos peitos dela, batendo uma punheta com uma mão e apalpando os peitos dela com a outra. Ela colava os braços bem junto do corpo, apertando os peitos como se fossem balões. Aí virei ela de costas pra pegar a retaguarda dela, que ela adorava, a gente tava excitadíssimo, ela gemia e gritava cada vez mais, pra caralho. Isso durou pouco, virei ela de barriga pra cima de novo e encostei meu pau nos lábios dela. Quando senti que ia gozar, pedi pra ela pegar na boca dela de novo, e ela não hesitou nem por um segundo, curtiu tanto quanto eu e não perdeu uma gota. Ela adora me sentir e ainda mais ter essa união e sentir nossos fluidos correndo nas nossas entranhas... e eu adoro dar esse gosto pra ela. Limpei ela com um lenço de papel e deitei do lado dela pra descansar um pouco e conversar. Um tempo depois fomos tomar banho — juntos, e brincamos um pouco no chuveiro, rimos e nos abraçamos debaixo d'água — já limpos e frescos, saímos pra tomar café e continuamos o papo sobre quando a gente ia se ver de novo, falamos de tanta coisa, a gente tava cheio do amor mais doce... amor verdadeiro, sem limites, sem restrições, cheios de amor...
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