Contra punto: Mi hermana la trola

Acordei sentindo um cheiro frutado gostoso, tava naquele estado de sono e vigília, então ainda não entendia direito, só tinha as funções básicas de encostar e beijar. Então, antes de perceber que era minha irmã que tava deitada nua do meu lado, respondi ao desejo do pau, que me fez encostar suavemente naquela bunda quente e próxima. Minha mão passava pela cintura dela e chegava entre os peitos.

Dava pra ver a bunda com o clarão do amanhecer, era perfeita, redonda, grande, branca, salpicada de umas sardas. Elas eram raras naquela área, mas iam aumentando conforme subia pelas costas. Comecei a lembrar o que tinha rolado no dia anterior e como a gente se deu um ao outro até dormir. Eu tinha muita vontade dela desde adolescente, sempre achei que ela me provocava, e confirmei, mas também fiquei apavorado. Uma vez, na casa de veraneio, quando tava bêbada, ela andou nua pelo quarto inteiro enquanto eu me masturbava. Até ouvi ela se tocando e me incentivando, eu com 15 anos me tocava, bom, me esfregava no colchão... acho até que a putinha tinha enfiado a mão por baixo do colchão...

As lembranças me esquentaram demais, tanto quanto as repetidas investidas na bunda da ruiva. Senti que ela tava acordando, acompanhava levemente minhas estocadas, a bunda dela passava pela minha saca e subia até a cabeça do pau... a respiração virou ofegante, isso me indicou que podia dobrar a velocidade, o que causou movimentos desincronizados. Dava pra sentir como minha cabeça dura raspava no cu. Pra controlar meus desejos e poder começar a declarar as intenções de penetrar ela por ali, tirei vantagem do meu tamanho.

Joguei todo o peso da minha barriga ali onde as costas encontram a bunda, com a outra mão prendi as mãos dela e, com a mão livre, masturbava ela com três dedos, abrindo e fechando a mão na meia velocidade... a putinha se deixava dominar e ofegava com os olhinhos fechados, se fazendo de vencida... meu pau tinha conseguido dilatar. algo...no dia anterior eu tinha notado ele muito apertado e, mesmo tendo penetrado, mudei de ideia.

— vai pegar o óleo, vai...

voltei com a garrafa, ela estava com a carinha escondida no travesseiro, a bunda apontada pra mim e se mexendo... separei as nádegas dela e encontrei o cu rosadinho, um jato de óleo e notei como ele se contraiu... comecei a acariciar com o lado da mão, ela me incentivava empurrando a bundinha pra trás... meti um dedo, que comecei a girar, enfiar, tirar e girar de novo... quando ficava confortável, metia outro, até chegar nos clássicos três dedos... apresentei a pica e, antes de penetrar, ela gozou em cima de mim.

Foi a primeira vez que ouvi ela gemer aos berros, fiquei duro, ela tomou a dianteira, mexia a bunda pra trás, sem sair em nenhum momento. só eu segurava ela pela barriguinha... sentia o roçar dos peitos brancos e sardentos, a raba se enterrava na minha barriga, com o tesão ela me fazia subir a gozada, os esforços pra não gozar eram sobre-humanos.

As costas dela eram um espetáculo, se abriam e fechavam... me deu na telha de colocar as mãos nas nádegas e começar a subir elas devagar, a maioria dos meus dedos percorria o contorno, enquanto os polegares subiam pela coluna... quando cheguei em cima, agarrei ela forte pelos ombros e reagi... ela me comia, mas eu devolvia na mesma moeda... em nenhum momento ela parou ou a pica saiu, era uma das melhores cúzadas que eu já tinha tido na vida. como ela tinha começado a se ajudar, com uma mão, ela se tocava...

— tô perto... para de se mexer...

as palavras dela se perderam num gemido, cada vez mais imperceptíveis... uma careta silenciosa, igual daqueles filmes quando esfaqueiam alguém de surpresa, me fez perceber que ela tinha conseguido o que queria... ela desabou, minha pica saiu... continuei me masturbando olhando a raba dela, as sardas, os ombros, o cabelo que como um rio de lava caía nas costas... ela se ajoelhou de quatro de novo e se aproximou do meu pau. estacionou a buceta. Rosada e se enfiou de novo... que puta gostosa, tava mesmo afim de mim...

Ela se arqueou e me pegou pela nuca...

— Fica quieto, não se mexe, só me beija... e me toca...

Apertei os peitos dela, da base até o bico, cabiam inteiros na palma da minha mão, quando eu fechava, escapavam entre meus dedos. Obedeci e não me mexi, a gente se beijava de língua... dava pra sentir o calor da bunda dela na minha barriga, o mel escorrendo pela minha pica... um espelho teria mostrado uma cena sem igual... ela começou a me beijar mais rápido, minhas mãos tinham caído na virilha dela...

— Não se mexe...
— Cala a boca, puta...
— Muito puta...

E antes que eu quebrasse a ordem, ela saiu e começou a me masturbar.

— Me pede desculpa...
— Desculpa por te chamar de puta...
— Não, sou bem puta...
— Desculpa por te desobedecer...
— Assim tá melhor.

Ela beijou minha barriga e começou a chupar minha pica com a técnica do beijinho, ou seja, com os lábios em formato de bico e chupando como se estivesse balançando a cabeça rapidamente, sem descer além da cabeça, nem na hora de gozar, usando as duas mãos e a barriga pra se impulsionar.

Assim, quando chegou a hora e só acelerando mais, ela engoliu toda a porra sem nunca ter perdido o contato visual.

Obrigado por ler, espero que tenham gostado. E pra quem se pergunta por que é um contraponto, convido vocês a passarem por aqui: http://www.poringa.net/posts/relatos/2468982/Mi-hermano-el-masturbator.html

Acho que também é hora de agradecer pelas leituras dos relatos anteriores e pelos pontos que deixaram neles. Desculpa se esqueço alguém, mas às vezes fica difícil entrar e cada vez pior já que o fim das férias tá chegando, hehe, um abraço cordial e libidinoso.

2 comentários - Contra punto: Mi hermana la trola

Excelente redacción.... Muy bueno!;
gracias che!!!! por los puntos también!