Passaram-se vários dias depois do jogo e chegou dezembro. Aqui em dezembro, é férias escolares e tal. Então, um dia de manhã, escuto minha mãe meio ocupada no quarto dela, mexendo em coisas. Entro e vejo ela afobada no armário, estava com uma camisola que deixava ver aquelas coxas gostosas que ela tem.
- "O que você tá fazendo?" Perguntei.
- "Procurando as coisas da árvore de Natal, mas não sei onde estão." Ela respondeu.
No fim, comecei a procurar as coisas da tal árvore e achei uma caixa bem grande. Falei: "E isso, o que é?" "Deixa eu ver", ela disse.
Ela abriu a caixa e tirou algumas coisas. Era na maioria roupa velha de uns anos atrás. A caixa era meio grande e tinha uns casacos do meu pai.
- "Hmm, parece que são umas roupas velhas. Hihihi, olha esses casacos, com o quanto seu pai tá gordo, não serviria nada nele."
Depois que ela terminou de tirar a roupa do meu pai, tinham outras peças, aparentemente dela. Eu ajudei a tirar: eram umas calças, uns jeans que já não se usam por serem antigos, e o mais interessante de tudo! Tinham uns puta vestidos que me deixaram de pau duro só de olhar. Eram uns 5 ou 6, e todos minúsculos. Um era decotado completamente, outro tinha umas tirinhas nos ombros. Tinha um que me excitou muito, era verde e na frente parecia um vestido normal, mas atrás mostrava as costas todas.
- "Parece que também tem uns vestidos seus, mãe."
- "Deixa eu ver, filho. Hmm, você tem razão, são de uns 5 anos atrás."
- "Mas são muito pequenos, mãe. Parece que não eram seus."
- "O que acontece, filho, é que eu estava um pouco mais magra, mas o tecido também se ajusta bem ao corpo." E ao dizer isso, passou as mãos nos peitos e depois nos quadris.
- "E por que você não experimenta?" Falei.
- "Hmm, é que estão meio empoeirados e ficariam apertados." Ela respondeu.
- "Hmm, e parece que também tem essas calcinhas pequenas pra quando seu pai era mais... Carinhoso". Disse e tirou uns baby-doll de todas as cores e um roupão que era totalmente transparente... hmm, puta que pariu, é a minha mãe, pensei.
- "Ia dar tudo isso de presente, mas no final não fiz, vou guardar as coisas."
No final, guardou tudo e tirou as coisas da árvore.
Fui pro meu quarto jogar Wii e depois me masturbar pensando na minha mãe naqueles vestidinhos minúsculos.
Uns dias depois, minha mãe chegou da lavanderia, porque nessa época meu pai tem que ir em eventos e festas, então vi alguns ternos dele, mas o que me deixou mais excitado foi que, ao olhar o que ela trouxe, vi que tinha mandado lavar os vestidos de puta!!
- "Mãe, e aí, vai usar eles?"
- "Acho que não, mas mandei pra lavanderia pra dar de presente."
- "Mas o que você acha? Acha que eu ficaria bonita?"
- "Sim, acho que você ficaria muito gostosa, mãe."
- "Bom, vou ver se uso um dia desses."
Depois disso, por volta do dia 10 de dezembro, acordei às 10 da manhã e pensei que não tinha ninguém em casa, então desci só de cueca. Enquanto bocejava, comecei a ouvir umas risadinhas... Para minha surpresa, minha mãe estava no sofá, no colo do meu pai, conversando. Meu pai estava vestido com a roupa do trabalho e minha mãe... hmmmm, que delícia, estava usando o vestido verde curtinho, com as costas todas nuas. Fiquei espiando eles por uns minutos, aí eles se levantaram e eu vi que meu pai tinha a mão enfiada dentro do vestido da minha mãe, pela abertura das costas, e com certeza brincando com o cuzinho dela. "Que filho da puta sortudo", pensei.
Depois, acompanhei meu pai até a porta e terminei de descer as escadas.
- "Ah, oi, tudo bem?" minha mãe disse.
- "Tudo bem, falei. Ficou muito bom o vestido do outro dia", eu disse.
- "É verdade, né? Também acho. O ruim é que já está muito pequeno pra mim, mas é bem fresquinho. Vou usar pra ficar aqui em casa", ela disse enquanto se virava. Quando virou, pude ver que pelo decote... De costas dava pra ver o canalzinho da bunda dela, não era muito evidente, mas se a pessoa fosse observadora dava pra ver. Ela tava uma gostosa com aquele vestido, e ainda usava umas sandálias sem salto dessas que tão na moda.
— "É, você tem razão", eu falei, tentando esconder minha ereção já que só tava de cueca.
— "Bom, se quiser vai comer alguma coisa e depois me ajuda a colocar umas luzinhas nas janelas."
Fiz um sanduíche e voltei. Ela já tinha terminado de colocar as luzinhas no batente e agora tava passando os fios por um móvel pra conectar na tomada.
— "Hmm, já quase terminou", falei.
— "É, mas não sei como colocar o que falta porque pode desgrudar", ela respondeu.
— "Acho que dá pra fazer com fita dupla face, que é tipo uma fita adesiva mas tem cola dos dois lados", sugeri.
Depois fui buscar a fita dupla face e começamos a colar o que faltava do fio. Eu fazia qualquer coisa pra tocar as mãos da minha mãe ou pra esbarrar nela, até deixei o fio cair várias vezes de propósito pra encostar nos pés dela. Acho que ela percebia, porque tava felizona.
Quando já tava quase acabando, minha mãe tava arrumando umas coisas no móvel pequeno e virou de costas pra mim. Aí joguei de propósito um pedaço da fita nas costas dela.
— "Ué, o que foi?", ela perguntou.
— "Nada, não, caiu um pedaço da fita."
— "Hmm, vai grudar no meu vestido", ela disse.
— "Não, porque tem duas películas de proteção dos dois lados. Já tiro", falei rápido pra aproveitar a chance, já que ela tava com as mãos ocupadas.
— "Tá bom", ela respondeu.
A fita tinha caído bem na borda do decote. Coloquei minha mão devagar na lombar dela e fingi que tava pegando, enfiando três dedos pra dentro do decote. Hmm, que delícia que era a pele da minha mamãe... Ainda mais porque com as costas de um dedo senti o começo da rachinha que separa a bunda dela. Aí, em vez de tirar o pedaço de fita, enfiei mais pra dentro e falei — "AI!! MAMÃE SE METEU..." e ao dizer isso, não esperei ela reagir, só meti a mão mesmo, igual meu pai tinha feito uns minutos antes.
Ela só deu um pulinho! "Aaai filho, que mão gelada você tem". Eu só ri.
— "Mãe, e você não tá com nada por baixo?" perguntei, já sabendo que era improvável ela estar de calcinha, porque como falei antes, já tinha visto o começo da bunda dela sem nenhum pano.
— "Hmm, não, filho, é que me vesti muito rápido."
— "Hmm, tá", falei, "mas nem dá pra perceber que você não tá usando."
— "Daqui a pouco vou colocar algo, mas pra ficar em casa com esse calor, melhor assim." Que puta minha mãe, pensei.
— "Já peguei a fita", falei, mas era mentira, a fita já tava no chão fazia tempo. Aí pra tirar a mão, virei ela e passei a palma na bunda dela, deslizando suavemente pela rachinha, sem enfiar dedo nem nada. Ela mordeu o lábio e não falou nada, nem pareceu incomodada, só agiu como se nada tivesse acontecido.
Nisso, eu já tava com uma ereção enorme e nem me preocupei em esconder. Até pensei que ia gozar na hora, depois de ter tocado a bunda gostosa da minha mãe. Continuamos colocando a guia de luzinhas, e aí minha mãe falou:
— "Ei, mas não fica feio em mim o vestido? É que sinto que é muito curto e o decote das costas mostra demais. Como já não é mais do meu tamanho, acho que tá curto."
— "Mas não tá apertado ou algo assim?" perguntei.
— "Não", ela disse, "é que o tecido ajusta no corpo."
— "Ok, mas não, não te acho mal. Talvez sentando ou subindo escada possa mostrar mais do que devia", falei.
— "Você acha?" ela perguntou, num tom brincalhão.
— "Sim, mas como você disse que é pra ficar aqui, não tem problema."
— "Você é um menino muito safado! E a rachinha de trás aparece?" ela perguntou.
— "Só se você abaixar um pouco... pouco pra cobrir tuas pernas, então tu mostra menos perna mas dá pra ver de trás”
- “mmm, tá bom” ela respondeu, virando-se e abaixando o vestido, mostrando a bunda escancarada, e saiu rebolando igual uma putinha de colégio. EU fiquei ali e me masturbei na sala.
- "O que você tá fazendo?" Perguntei.
- "Procurando as coisas da árvore de Natal, mas não sei onde estão." Ela respondeu.
No fim, comecei a procurar as coisas da tal árvore e achei uma caixa bem grande. Falei: "E isso, o que é?" "Deixa eu ver", ela disse.
Ela abriu a caixa e tirou algumas coisas. Era na maioria roupa velha de uns anos atrás. A caixa era meio grande e tinha uns casacos do meu pai.
- "Hmm, parece que são umas roupas velhas. Hihihi, olha esses casacos, com o quanto seu pai tá gordo, não serviria nada nele."
Depois que ela terminou de tirar a roupa do meu pai, tinham outras peças, aparentemente dela. Eu ajudei a tirar: eram umas calças, uns jeans que já não se usam por serem antigos, e o mais interessante de tudo! Tinham uns puta vestidos que me deixaram de pau duro só de olhar. Eram uns 5 ou 6, e todos minúsculos. Um era decotado completamente, outro tinha umas tirinhas nos ombros. Tinha um que me excitou muito, era verde e na frente parecia um vestido normal, mas atrás mostrava as costas todas.
- "Parece que também tem uns vestidos seus, mãe."
- "Deixa eu ver, filho. Hmm, você tem razão, são de uns 5 anos atrás."
- "Mas são muito pequenos, mãe. Parece que não eram seus."
- "O que acontece, filho, é que eu estava um pouco mais magra, mas o tecido também se ajusta bem ao corpo." E ao dizer isso, passou as mãos nos peitos e depois nos quadris.
- "E por que você não experimenta?" Falei.
- "Hmm, é que estão meio empoeirados e ficariam apertados." Ela respondeu.
- "Hmm, e parece que também tem essas calcinhas pequenas pra quando seu pai era mais... Carinhoso". Disse e tirou uns baby-doll de todas as cores e um roupão que era totalmente transparente... hmm, puta que pariu, é a minha mãe, pensei.
- "Ia dar tudo isso de presente, mas no final não fiz, vou guardar as coisas."
No final, guardou tudo e tirou as coisas da árvore.
Fui pro meu quarto jogar Wii e depois me masturbar pensando na minha mãe naqueles vestidinhos minúsculos.
Uns dias depois, minha mãe chegou da lavanderia, porque nessa época meu pai tem que ir em eventos e festas, então vi alguns ternos dele, mas o que me deixou mais excitado foi que, ao olhar o que ela trouxe, vi que tinha mandado lavar os vestidos de puta!!
- "Mãe, e aí, vai usar eles?"
- "Acho que não, mas mandei pra lavanderia pra dar de presente."
- "Mas o que você acha? Acha que eu ficaria bonita?"
- "Sim, acho que você ficaria muito gostosa, mãe."
- "Bom, vou ver se uso um dia desses."
Depois disso, por volta do dia 10 de dezembro, acordei às 10 da manhã e pensei que não tinha ninguém em casa, então desci só de cueca. Enquanto bocejava, comecei a ouvir umas risadinhas... Para minha surpresa, minha mãe estava no sofá, no colo do meu pai, conversando. Meu pai estava vestido com a roupa do trabalho e minha mãe... hmmmm, que delícia, estava usando o vestido verde curtinho, com as costas todas nuas. Fiquei espiando eles por uns minutos, aí eles se levantaram e eu vi que meu pai tinha a mão enfiada dentro do vestido da minha mãe, pela abertura das costas, e com certeza brincando com o cuzinho dela. "Que filho da puta sortudo", pensei.
Depois, acompanhei meu pai até a porta e terminei de descer as escadas.
- "Ah, oi, tudo bem?" minha mãe disse.
- "Tudo bem, falei. Ficou muito bom o vestido do outro dia", eu disse.
- "É verdade, né? Também acho. O ruim é que já está muito pequeno pra mim, mas é bem fresquinho. Vou usar pra ficar aqui em casa", ela disse enquanto se virava. Quando virou, pude ver que pelo decote... De costas dava pra ver o canalzinho da bunda dela, não era muito evidente, mas se a pessoa fosse observadora dava pra ver. Ela tava uma gostosa com aquele vestido, e ainda usava umas sandálias sem salto dessas que tão na moda.
— "É, você tem razão", eu falei, tentando esconder minha ereção já que só tava de cueca.
— "Bom, se quiser vai comer alguma coisa e depois me ajuda a colocar umas luzinhas nas janelas."
Fiz um sanduíche e voltei. Ela já tinha terminado de colocar as luzinhas no batente e agora tava passando os fios por um móvel pra conectar na tomada.
— "Hmm, já quase terminou", falei.
— "É, mas não sei como colocar o que falta porque pode desgrudar", ela respondeu.
— "Acho que dá pra fazer com fita dupla face, que é tipo uma fita adesiva mas tem cola dos dois lados", sugeri.
Depois fui buscar a fita dupla face e começamos a colar o que faltava do fio. Eu fazia qualquer coisa pra tocar as mãos da minha mãe ou pra esbarrar nela, até deixei o fio cair várias vezes de propósito pra encostar nos pés dela. Acho que ela percebia, porque tava felizona.
Quando já tava quase acabando, minha mãe tava arrumando umas coisas no móvel pequeno e virou de costas pra mim. Aí joguei de propósito um pedaço da fita nas costas dela.
— "Ué, o que foi?", ela perguntou.
— "Nada, não, caiu um pedaço da fita."
— "Hmm, vai grudar no meu vestido", ela disse.
— "Não, porque tem duas películas de proteção dos dois lados. Já tiro", falei rápido pra aproveitar a chance, já que ela tava com as mãos ocupadas.
— "Tá bom", ela respondeu.
A fita tinha caído bem na borda do decote. Coloquei minha mão devagar na lombar dela e fingi que tava pegando, enfiando três dedos pra dentro do decote. Hmm, que delícia que era a pele da minha mamãe... Ainda mais porque com as costas de um dedo senti o começo da rachinha que separa a bunda dela. Aí, em vez de tirar o pedaço de fita, enfiei mais pra dentro e falei — "AI!! MAMÃE SE METEU..." e ao dizer isso, não esperei ela reagir, só meti a mão mesmo, igual meu pai tinha feito uns minutos antes.
Ela só deu um pulinho! "Aaai filho, que mão gelada você tem". Eu só ri.
— "Mãe, e você não tá com nada por baixo?" perguntei, já sabendo que era improvável ela estar de calcinha, porque como falei antes, já tinha visto o começo da bunda dela sem nenhum pano.
— "Hmm, não, filho, é que me vesti muito rápido."
— "Hmm, tá", falei, "mas nem dá pra perceber que você não tá usando."
— "Daqui a pouco vou colocar algo, mas pra ficar em casa com esse calor, melhor assim." Que puta minha mãe, pensei.
— "Já peguei a fita", falei, mas era mentira, a fita já tava no chão fazia tempo. Aí pra tirar a mão, virei ela e passei a palma na bunda dela, deslizando suavemente pela rachinha, sem enfiar dedo nem nada. Ela mordeu o lábio e não falou nada, nem pareceu incomodada, só agiu como se nada tivesse acontecido.
Nisso, eu já tava com uma ereção enorme e nem me preocupei em esconder. Até pensei que ia gozar na hora, depois de ter tocado a bunda gostosa da minha mãe. Continuamos colocando a guia de luzinhas, e aí minha mãe falou:
— "Ei, mas não fica feio em mim o vestido? É que sinto que é muito curto e o decote das costas mostra demais. Como já não é mais do meu tamanho, acho que tá curto."
— "Mas não tá apertado ou algo assim?" perguntei.
— "Não", ela disse, "é que o tecido ajusta no corpo."
— "Ok, mas não, não te acho mal. Talvez sentando ou subindo escada possa mostrar mais do que devia", falei.
— "Você acha?" ela perguntou, num tom brincalhão.
— "Sim, mas como você disse que é pra ficar aqui, não tem problema."
— "Você é um menino muito safado! E a rachinha de trás aparece?" ela perguntou.
— "Só se você abaixar um pouco... pouco pra cobrir tuas pernas, então tu mostra menos perna mas dá pra ver de trás”
- “mmm, tá bom” ela respondeu, virando-se e abaixando o vestido, mostrando a bunda escancarada, e saiu rebolando igual uma putinha de colégio. EU fiquei ali e me masturbei na sala.
7 comentários - Minha mãe, eu e o vestido dela