Segunda parte dessa história foda
Anteriormente:
- Nelson: Qual é, seu arrombado? Não quer que eu durma na sua casa? É a última vez que você enche meu saco, ouviu? Assim que sua mãe chegar, você vai dizer que me convidou pra ficar até terça e que não precisa ir buscar roupa porque você vai me emprestar a sua, ouviu?
- Eu: Porra, Nelson, desculpa, tio, ia te contar, mas não pega pesado comigo, por favor, a gente é amigo.
- Nelson: Amigo porra nenhuma. E não é só isso: você vai me ajudar a pegar sua mãe e virar o dono da sua casa, se não quiser que eu chame os amigos do meu pai e conte pra sua mãe que filho ela tem, que fuma baseado todo dia e rouba dinheiro dela pra comprar. - Eu já sabia com que tipo de gente o pai dele andava, e não era nada bom se meter com eles. Além disso, não queria de jeito nenhum que minha mãe descobrisse que eu usava droga nem levar mais porrada. Então, tristemente, aceitei:
- Eu: Valeu, tio, mas por favor não faz merda na frente da minha mãe e não fala nada sobre eu usar droga, por favor. JÁ TAVA NO JOGO DELE… (Por favor, tenham paciência, os momentos eróticos vão chegar nos próximos capítulos, senão teria que publicar capítulos muito longos) CONTINUA…
- Nelson: Fica tranquilo, meu pônei, eu não vou falar nada se você fizer tudo que eu mandar. Além disso, se tudo der certo, posso ser seu novo pai e deixar você fumar baseado em casa, hahaha. - Esse comentário de que ele podia virar meu novo pai me deixou mexido e ao mesmo tempo meio excitado. Nessa hora, ouvimos a descarga e a porta do banheiro. Poucos segundos depois, minha mãe entrou pela porta perguntando do que a gente tava falando. Eu contei que tinha convidado o Nelson pra dormir até terça e que ele ia ficar desde hoje, que eu ia emprestar minha roupa pra ele. Ela ficou feliz e sugeriu a gente passar a tarde na piscina. Notei que os olhos do Nelson brilharam com a ideia:
- Nelson: Boa pra caralho. ideia, senhorita Sara, vai ser ótimo passar a tarde nós três na piscina para refrescar um pouco nesse dia quente.
-Mãe: Ui, Nelson, não sei se vou, não é que esteja com muita vontade.
-Nelson: Bobagem, a senhora devia vir também, vamos nos divertir pra caralho - então notei que, por baixo da mesa, Nelson me beliscava. Eu entendi que era pra eu entrar na conversa e convencer minha mãe, então falei:
-Eu: Vai, mãe, você vive dizendo que a gente não usa a piscina e agora a gente te dá a chance de mudar isso, além do mais temos um convidado - deu pra ver no rosto da minha mãe que esses argumentos convenceram ela.
-Mãe: Mmmm, tá bom, vale, mas nada de rir de mim quando eu nadar ou como o biquíni fica em mim, hein?
-Nelson: Fica tranquila, não vamos rir da senhora, vamos estar absortos nas nossas coisas pra reparar como a senhora nada ou como o biquíni fica - ele disse isso com um tom de safado.
Combinamos que a gente subiria pra se trocar enquanto minha mãe arrumava, e depois, enquanto ela vestia o biquíni, a gente esperaria ela lá embaixo. Subimos pro meu quarto e procurei uma sunga pro Nelson e outra pra mim. Encontrei uma tipo justa que eu usava pra nadar na academia e outra tipo bermuda que era a que eu levava pra praia. Deixei elas em cima da cama e a gente começou a tirar a roupa. Nelson começou tirando a camiseta, deixando à mostra aquele torso tonificado e definido que, com certeza, me dava uma inveja danada. Depois tiramos as calças, e eu pude ver que na cueca do Nelson se adivinhava um pacote bem dotado, mas nada que me preparasse pro que eu vi. Quando ele baixou a cueca e jogou ela em uma das camas de solteiro do meu quarto... era um pauzão enorme, e dava pra ver que ele só tava mole, devia ter uns 16 centímetros de carne pendurada entre as pernas dele, sem nenhum pelo pubiano. Além disso, não era só o comprimento que impressionava, mas a grossura, devia ter a espessura de três dedos no mínimo por todo o comprimento da pica daquele preto. Fiquei olhando sem piscar, ele caiu na risada. riu e disse:
- Nelson: Te apresento o Negão brincalhão hahaha e isso que você não viu ele empalmado, pôneizinho, é igual ao de um cavalo - não tive a menor dificuldade em acreditar no que ele dizia, agora todas aquelas histórias de que as minas que ele comia ficavam marcadas pra vida toda faziam sentido. Quando voltei a mim do choque causado por aquele pêndulo de carne, tirei a calça e a cueca, deixando meus 11 cm flácidos e finos, que me deixaram envergonhado do lado da pica dele.
- Nelson: Mas que merda de macho você é, e com isso você tem a cara de pau de foder mulheres? Acho que as branquelas tão acostumadas com essas minipicas hahaha - ignorei e baixei a cabeça, vermelho de vergonha, joguei pra ele a sunga de praia, porque ia ficar ridículo com aquela apertada e a pica saindo por um dos lados na frente da minha mãe. Terminamos de nos preparar e fomos pra piscina, encontramos minha mãe na escada, que ficou meio besta examinando os músculos do negão na frente dela, porque minha mãe não via muitos corpos tão definidos assim, a não ser na TV. Quando se recompôs, disse pro Nelson:
- Mãe: Puxa, Nelson, não sabia que você curtia tanto academia - enquanto falava com ele, olhava pro torso dele.
- Nelson: Isso? Isso eu faço em casa, dona Sara, gosto de cuidar do meu corpo. A gente te vê lá embaixo, não demora pra não ficarmos torrando no sol esperando - falou isso piscando um olho pra minha mãe, que surpreendentemente caiu na risada e disse pra gente ir indo que ela se preparava e descia já, e me mandou limpar as mãos porque eu teria que passar creme nela, senão ela queimava. Isso deu uma ideia rápida pro Nelson, que ele me explicou assim que chegamos na piscina.
- Nelson: Ó, pôneizinho - ele tava enchendo o saco com esses apelidos de cavalo, mas eu não podia fazer nada além de responder por esses nomes - assim que sua mãe pedir pra você passar o creme nela, você inventa uma desculpa pra não fazer e me manda. — Amigo, fazer isso, me ouviu? — eu assenti com a cabeça. Entramos na água e ficamos lá relaxados até que minha mãe apareceu… Deus, não sei se era porque sabia que o Nelson estava devorando ela com os olhos ou o fato de não vê-la de biquíni normalmente, mas tenho que admitir que me excitou pra caralho. Não queria nem imaginar como o Nelson estava. Minha mãe apareceu com um biquíni branco com algumas bolinhas grandes coloridas. Ela tinha o corpo de uma boa mulher, como o Nelson dizia: baixinha, peitos médios e uma bunda empinada e firme. Ela foi até a espreguiçadeira e sentou pra passar creme nos peitos, pernas e braços. Então o Nelson mandou eu nadar até ele. Quando cheguei, ele disse:
— Nelson: Porra, que gostosa escondida em casa, hein, viadinho? Deus, ela tá me deixando louco, do jeito que ela se toca nesses peitos pra passar creme. Já tá apertando essa sunga de tão pouco homem — aí ele riu e eu vi ele abaixar a sunga até os tornozelos e pude ver, dentro da água, aquele pauzão solto na minha piscina, com minha mãe a poucos metros. Ele foi até a borda e ficou lá apoiado, com a cintura dentro da água, posição que impedia minha mãe de ver o pau enorme dele:
— Nelson: Dona Sara, o que a senhora está fazendo que não entra na água?
— Mãe: Uai, não, eu levo muito a sério o tempo de digestão. Além disso, quero passar creme primeiro. Carlos, filho, passa um pouco de creme nas minhas costas, que é o que falta, não alcanço — ela se deitou de bruços na espreguiçadeira, e o Nelson aproveitou que ela não estava olhando pra me dar um olhar assassino que eu entendi na hora.
— Eu: Porra, mãe, não passa creme não. Agora não vou sair, senão vou pegar um frio. Além disso, não vai queimar as costas se ficar de barriga pra cima.
— Nelson: Mas que isso, Carlos, como você pode negar passar creme na sua pobre mãe? Não vê que se ela se queimar, vai estragar aquelas costas tão bonitas que ela tem? Não se preocupe, Dona Sara, eu passo o creme pra senhora — porra, eu fico maluco, esse preto filho da puta ia ficar de galã com minha mãe graças a mim… — Mãe: Nelson, você é um anjo de garoto, muito obrigada.
— Nelson: Não é nada, dona Sara — ele saiu da piscina ainda com o shorts de banho abaixado, o que me fez congelar de medo da minha mãe ver aquele pau gotejando água, mas ainda bem que ela estava de bruços lendo a revista. Nelson então se abaixou, subiu o shorts, pegou o pote de creme e se ajoelhou ao lado da espreguiçadeira, já que eram estreitas e só cabia uma pessoa justa, detalhe que meu querido amigo aproveitou para seus propósitos:
— Nelson: Olha, dona Sara, não sei como me posicionar, porque daqui não alcanço o outro lado das suas costas — isso era mentira pra caralho, porque se esticasse os braços chegava perfeitamente, não sei que putaria ele tava tramando, mas minha mãe esclareceu:
— Mãe: Poxa, essas espreguiçadeiras são uma porcaria, sobe em cima das minhas pernas pra ver se dá, anjo — eu ainda na água pude ver o olhar que Nelson fez quando ouviu essa frase sair da boquinha da minha mãe. Ele se levantou e pude ver a olhada que deu na bunda da minha mãe, que estava ali deitada na frente dos olhos dele, e depois olhou pra mim e riu, pegou as pontas do shorts e puxou o pau de novo. Eu empalideci na hora, que putaria ele queria fazer? Então ele passou uma perna de cada lado da espreguiçadeira e foi se sentando até quase encostar nas pernas da minha mãe, aí me olhou, pegou o pote, olhou pra bunda da minha mãe e eu pude ver, horrorizado, como ele começou a se masturbar em cima dela… doente do caralho, ainda por cima fazia cara de pervertido enquanto me mandava piscadelas e sorrisos… porra… Minha mãe deve ter sentido os movimentos e perguntou por que ele estava demorando, e o pervertido disse:
— Nelson: Desculpa, dona Sara, é que tô sacudindo o pote pra ver se sai um pouco de creme, mas tá difícil conseguir — filho da puta, escolheu essas palavras pra zoar ela, mas a ignorante da minha mãe só ajudou na brincadeira:
— Mãe: Então bate forte, bate, vai ver se sai. consegue passar um pouco nas minhas costas - nossa, que ignorante...
Nelson estava em cima da minha mãe, mas sem encostar nela. Minha mãe perguntou por que ele não sentava, já que assim, de pé e curvado como estava, devia estar desconfortável. Nelson respondeu que assim ele tinha as costas dela mais à mão para passar o creme quando conseguisse tirar o creme... Porra, eu estava vivendo uma situação completamente sexual, com minha mãe envolvida sem ela mesma saber. Meu amigo quis então dar mais tesão e começou a puxar conversa com minha mãe, que tinha largado a revista e estava de olhos fechados tentando relaxar enquanto Nelson "chacoalhava o pote para tirar o creme":
- Nelson: Puxa... que bi-quí-ni bo-ni-to, se-nho-ri-ta Sa-Saara - a voz de Nelson saía entrecortada por causa da punheta que ele estava batendo.
- Mãe: Obrigada, é o único que tenho. Na verdade, ultimamente não vou muito à praia nem à piscina, então só me sobrou este. Mas Nelson, querido, não se canse por causa do creme. Se não sair, não passo e fico de barriga pra cima, como o Carlos falou.
- Nelson: Não, pe-lo-a-mor de Deus, se-nho-ri-ta Sara, fi-qui tranqui-la. Além dis-so, sin-to que es-tá qua-se sain-do. Mas com a for-força que es-tou dan-do, te-nho me-do de su-jar o bi-quí-ni tão bo-ni-ni-nho que a se-nho-ri-ta tem, e ain-da mais sa-ben-do que é o úni-úni-co que a se-nho-ri-ta tem. Por que não des-desamarra a par-te de ci-ma do bi-quí-ni e en-co-lhe a par-te de bai-xo? - Maldito preto de merda, queria que minha mãe ajudasse na punheta enorme que ele estava batendo, se ajeitando com a calcinha do biquíni fio dental...
- Mãe: Ai, Nelson, como você se preocupa comigo. Carlos, quando é que você vai me tratar assim, hein? - Tratar como? Batendo uma punheta em cima de você, sua idiota? Minha mãe levou as mãos às costas e desamarrou o laço da parte de cima do biquíni, que deslizou pelas costas dela até cair cada lado para um lado. Depois, a ignorante da minha mãe pegou a ponta da parte de pra baixo e puxei um pouco, bem até onde começava a aparecer a rachadura da bunda perfeita dela, mas claro... pro puto tarado do Nelson não era suficiente e ele pediu pra ela abaixar mais, porque ainda podia sujar, então minha mãe pediu pra ele levantar um pouco, já que ia erguer a bunda pra baixar mais o biquíni. Nelson obedeceu e se afastou da minha mãe com o pau na mão, foi aí que ele se virou pra mim e eu vi o pau incrível que Deus tinha dado pra aquele preto... Era monstruoso, de comprimento, comparado ao estado flácido, não mostrava muita diferença, se antes tinha uns 16 cm, agora devia ter uns 20 cm, era na grossura que se notava a mudança. Flácido, dava pra dizer que tinha uns três dedos, mas duro como tava, eu jurava que a grossura era de uns quatro dedos e um pouquinho. Fiquei chocado, era igual a um puto cavalo. Ele piscou um olho pra mim e tirou a mão pra eu ver bem. Os ovos dele também não ficavam atrás, era inacreditável pensar que aquilo pertencia a um moleque de 19 anos, mas vendo o resto do corpo, também não era tão surpreendente. Nelson era um prodígio da natureza, um autêntico macho alfa. Minha mãe levantou a bunda, e o Nelson se colocou rapidamente atrás dela e, me olhando com cara de idiota, fez movimentos como aquele dia do boteco no parque... como se estivesse metendo e batendo... Minha mãe começou a baixar o biquíni e, se antes já tinha sido ousada, dessa vez passou do ponto, porque o que ela fez foi encolher o biquíni transformando ele em fio dental e a parte de cima da bunda descer até o meio dela, então o Nelson e eu ficamos chocados com aquela mostra da minha mãe sem vergonha com estranhos. Eu, pessoalmente, fiquei surpreso, achei que minha mãe era muito mais envergonhada, mas parece que ela pegou confiança com o preto tarado. Ela se deitou de novo e o Nelson cuspiu na própria mão pra, em seguida, se colocar na mesma posição de antes e começar a socar de novo. mas desta vez ele se posicionou mais embaixo pra ter uma visão completa da bunda da minha mãe, começou a socar forte e com raiva, porque pelo visto aquela vista causava um clímax antecipado e não devia faltar muito pra ele gozar, mas de repente a saliva, o suor e o líquido pré-seminal do Nelson começaram a fazer a socada produzir um barulho molhado que não passou despercebido pela minha mãe, que perguntou estranhando que som era aquele:
- Nelson: Ahh não-não sei mas-enquanto a se-nhora se prepa-rava aproveitei e coloquei á-água no po-pote de creme pra fe-li-citar a saída do cre-me, ohhhh já tá quase saindo- o filho da puta parecia que tava falando com a bunda da minha mãe porque não tirava os olhos dela, comecei a pensar, a coitada da minha mãe só tinha ficado com um homem antes do meu pai, então me pergunto quantas pirocas duras e soltas tinham chegado perto da minha mãe igual a do Nelson, pela história que eu sei eram só 2 pirocas que tinham se mostrado duras perto do corpo da minha mãe e agora com aquele filho da puta eram 3 e isso me matava de ciúmes... aí ouvi um grito que me tirou dos pensamentos,... ¡¡¡ AI MEU DEUS!! Fiquei paralisado....
- Nelson: OHHHHHHHH JÁ VAI SAI SEU CREME TÁ AÍ PRA SENHORA NÃO SE QUEIMARRRRRR AHHHHHHH- um jorro enorme de porra caiu nas costas da minha mãe,, e outro, outro, e outro, porra, tava enchendo as costas dela de esperma, aí o Nelson acelerou mais as socadas o que fez a pontaria dele diminuir e foi quando eu vi que 2 jorros foram disparados no cabelo da minha mãe..
- Mãe: Uai Nelson cuidado meu bem que você suja meu cabelo de creme, caramba que quentinho isso tá, normal tanto tempo no sol- minha mãe tinha dois gotões de porra no cabelo e as costas todas meladas, o Nelson soltou a mangueira preta dele que já tava murchinha mas continuava soltando umas gotas daquele “creme” da colheita dele, o pauzão do meu amigo murchinho apontava pra baixo e pra baixo tava a bunda da minha mãe, umas porra gorda começou a escorrer pelas nádegas dela. Nelson olhou pro céu, respirou fundo, virou pra me encarar e fez um sinal pra eu chegar perto dele… eu obedeci e fui até eles, e quando cheguei do lado dele, vi ele pegando no pau dele, ainda pingando, e apontando pro cu dela. Aí ele pegou minha mão e levou até o pau dele. Quando vi o que ele ia fazer, puxei a mão, e ele fez uma cara de maluco. Pegou minha mão de novo e levou até o pau dele, e dessa vez eu não tirei a mão. Ele fez eu segurar, tava todo melado, e me surpreendeu que, mesmo mole, ele tava mais duro do que eu de pau duro. Ele chegou no meu ouvido e falou:
— Nelson: Vamos tentar não queimar a bunda da sua mãe. Aponta o vidro com as últimas gotas pra lá — ele queria que eu usasse minha mão pra levar o pau dele, ainda pingando, até em cima do provável cu da minha mãe. Fiz de má vontade, e já não saíam mais gotas seguidas, mas as poucas que saíam eram gordas. Ele sussurrou de novo no meu ouvido pra eu apertar pra tirar o resto. Fiz isso, e foi quando vi cair duas gotas bem no meio da bunda da minha mãe, caíram na racha, uma em cada banda, e a gente viu como elas entravam por gravidade no fundo daquela rachinha.
Soltei o pau dele e dei outra olhada na minha mãe, ela tava com as costas completamente banhadas de porra, os pingos no cabelo começavam a secar, o que me deu muito nojo, e a bunda dela tinha umas manchas.
— Mãe: Olha, Nelson, o creme não vai se espalhar sozinho, né? haha haha — idiota….
— Nelson: Claro que não, senhorita Sara, vamos começar a espalhar esse creminho tão bom — e assim ele começou a massagear a porra dele por todas as costas da minha mãe. A porra, quando mexia, ficava ainda mais branca, e por mais que ele espalhasse, não tinha jeito de tirar o branco a não ser que secasse. Nelson levantou depois de 5 minutos. massagem e disse pra minha mãe que ela deveria ficar no sol uns 10 minutos pra secar o creme, porque tinha passado demais. Minha mãe levantou o polegar e ficou lá, de bruços, esperando o sol secar o "creme". De repente, ela foi coçar a bunda, porque parecia que tava coçando, e viu que tinha creme. Eu e o Nelson, que estávamos na água, nos olhamos e não perdemos a atenção no que ela fazia. A única coisa que a puta fez foi espalhar a porra toda pelo próprio cu, deixando ele brilhando. Depois de ver que a mão dela tava grudenta, ela se limpou na toalha e continuou de bruços, esperando o creme secar.
CONTINUA...
Passou meia hora e a piscina inteira ainda tava cheirando a porra do meu amigo. A gente tava jogando uma partida de polo aquático quando vimos minha mãe se levantar e ajeitar bem as duas partes do biquíni. Depois, ela foi até a borda da piscina e falou:
- Mãe: Gente, como tá a água? Tá boa?
- Nelson: Uma vez dentro, a senhora não vai querer sair, dona Sara. Tá uma delícia - essa brincadeira de palavras dele me tirava do sério. "Tá uma delícia", eu sabia que não era da água que ele tava falando, mas minha mãe achava que sim. - Entra na água comigo, dona Sara, que o Carlos já vai sair pra pegar sol - puta mentira, mas eu sabia que era uma ordem indireta. Então eu saí e fui pra uma espreguiçadeira. O Nelson também saiu, ficou do lado da minha mãe e começou a tentar convencer ela a pular fazendo a bomba, mas ela respondia que não, que ainda não sabia como tava a água:
- Nelson: Ah, mas dona Sara, me fala a verdade. Não é pela água, o problema é que a senhora não sabe fazer a bomba.
- Mãe: Juro que sei, pergunta pro Carlos - notei que minha mãe dava olhadas rápidas pro torso do negão.
- Nelson: Não acredito, mas a senhorita que sabe se quer se torrar de calor - falou isso, virou as costas pra minha mãe (que tava comendo ele com os olhos), foi até a borda da piscina e mergulhou de cabeça. Minha Mamãe ficou parada lá, imóvel, suponho que se debatendo entre não pular e parecer uma cagona ou pular. Aí, sem avisar direito, ela correu pra piscina e se jogou de bombinha. Nós dois aplaudimos, mas eu parei na hora quando minha mãe subiu à superfície… COM UM PEITO PRA FORA… O Nelson percebeu e, fazendo o cavalheiro, avisou minha mãe, que ficou toda vermelha. O Nelson caiu na risada e disse que não tinha problema, que tanto eu quanto o Carlos já éramos grandinhos e já tínhamos visto muitos peitos. Ela terminou de ajeitar a teta e disse que já sabia, mas que por ser o filho dela e um amigo dele, ficava sem graça:
– Nelson: A verdade, dona Sara, é que estranhei a senhora não fazer topless. Desde que te vi, pensei que era moderna – eu já tava ligado no que esse merda queria.
– Mamãe: Uf, sou moderna, Nelson, mas fazer topless na frente do meu filho e do amigo dele, aí já é demais.
– Nelson: Desculpa, continuo sem entender. Entenderia se tivesse uma criança pequena perto, mas nós três somos adultos e o Carlos é seu filho, então não precisa se preocupar com nada. Mas tudo bem, a senhora que sabe. Vou te desafiar pra uma briga na água.
– Mamãe: Um dia desses eu faço topless, mas hoje não, tá? Mas sem abusar, hein? – dito isso, os dois começaram a se pegar na água. Eu me sentei na espreguiçadeira, nervoso pra caralho, porque tava vendo muito contato físico entre aqueles dois corpos, e o Nelson, sempre que podia, dava umas investidas sexuais. Num dos movimentos, o Nelson agarrou a cabeça da minha mãe e enfiou ela debaixo d’água, virada pra ele. Do corpo da minha mãe, só dava pra ver as mãos procurando algo pra se agarrar. O Nelson olhou pra mim e sussurrou:
– Nelson: Olha só, pôneizinho, sua mamãe tá me fazendo um boquete submarino, hahaha – era mentira, claro, mas parecia mesmo. Ele tirou a cabeça dela pra fora, e minha mãe abriu a boca o máximo que pôde e puxou o ar. Na sequência, ele enfiou a cabeça dela de volta na água e falou:
– Nelson: Viu como ela puxou o ar? Claro. com meu trabuco todo na cara dela, ela nem respirava, haha - eu ria sem muita convicção só pra entrar na brincadeira, tirei a cabeça da minha mãe de lá e soltei ela, ela esfregando os olhos e rindo, se jogou nele e continuaram a batalha aquática. Outro movimento que me chamou a atenção foi quando minha mãe escalou o corpo do negão sem se preocupar em esfregar as tetas na cara dele, meu amigo colocou ela no ombro igual saco de batata, com a bunda da minha mãe do lado da cara dele, e começou a girar com ela em cima... ela ria, mas ele virava pra mim, piscando o olho e esticando a língua pra lamber a bunda dela. Depois de um tempo assim, soltou ela e minha mãe fugiu daquela área da piscina mergulhando. Enquanto minha mãe nadava pra uma área mais segura, Nelson me disse:
- Nelson: Mariquinha, agora você vai ver, vou enfiar a cabeça dela na água umas 2 vezes, mas na segunda vou deixar a cara dela na altura do meu pacotão e vou jogar a cintura pra frente, haha, vou esfregar todo o meu pauzão na cara da sua mãe, haha - isso, sem explicação, me excitou pra caralho e eu me preparei pra não piscar durante o espetáculo. Minha mãe saiu da água e foi nadando em direção ao meu amigo com vontade de vingança, ele desviou do ataque dela, agarrou ela pela cabeça e disse:
- Nelson: IMERSÃÃÃOOO... CONTINUA...
Anteriormente:
- Nelson: Qual é, seu arrombado? Não quer que eu durma na sua casa? É a última vez que você enche meu saco, ouviu? Assim que sua mãe chegar, você vai dizer que me convidou pra ficar até terça e que não precisa ir buscar roupa porque você vai me emprestar a sua, ouviu?
- Eu: Porra, Nelson, desculpa, tio, ia te contar, mas não pega pesado comigo, por favor, a gente é amigo.
- Nelson: Amigo porra nenhuma. E não é só isso: você vai me ajudar a pegar sua mãe e virar o dono da sua casa, se não quiser que eu chame os amigos do meu pai e conte pra sua mãe que filho ela tem, que fuma baseado todo dia e rouba dinheiro dela pra comprar. - Eu já sabia com que tipo de gente o pai dele andava, e não era nada bom se meter com eles. Além disso, não queria de jeito nenhum que minha mãe descobrisse que eu usava droga nem levar mais porrada. Então, tristemente, aceitei:
- Eu: Valeu, tio, mas por favor não faz merda na frente da minha mãe e não fala nada sobre eu usar droga, por favor. JÁ TAVA NO JOGO DELE… (Por favor, tenham paciência, os momentos eróticos vão chegar nos próximos capítulos, senão teria que publicar capítulos muito longos) CONTINUA…
- Nelson: Fica tranquilo, meu pônei, eu não vou falar nada se você fizer tudo que eu mandar. Além disso, se tudo der certo, posso ser seu novo pai e deixar você fumar baseado em casa, hahaha. - Esse comentário de que ele podia virar meu novo pai me deixou mexido e ao mesmo tempo meio excitado. Nessa hora, ouvimos a descarga e a porta do banheiro. Poucos segundos depois, minha mãe entrou pela porta perguntando do que a gente tava falando. Eu contei que tinha convidado o Nelson pra dormir até terça e que ele ia ficar desde hoje, que eu ia emprestar minha roupa pra ele. Ela ficou feliz e sugeriu a gente passar a tarde na piscina. Notei que os olhos do Nelson brilharam com a ideia:
- Nelson: Boa pra caralho. ideia, senhorita Sara, vai ser ótimo passar a tarde nós três na piscina para refrescar um pouco nesse dia quente.
-Mãe: Ui, Nelson, não sei se vou, não é que esteja com muita vontade.
-Nelson: Bobagem, a senhora devia vir também, vamos nos divertir pra caralho - então notei que, por baixo da mesa, Nelson me beliscava. Eu entendi que era pra eu entrar na conversa e convencer minha mãe, então falei:
-Eu: Vai, mãe, você vive dizendo que a gente não usa a piscina e agora a gente te dá a chance de mudar isso, além do mais temos um convidado - deu pra ver no rosto da minha mãe que esses argumentos convenceram ela.
-Mãe: Mmmm, tá bom, vale, mas nada de rir de mim quando eu nadar ou como o biquíni fica em mim, hein?
-Nelson: Fica tranquila, não vamos rir da senhora, vamos estar absortos nas nossas coisas pra reparar como a senhora nada ou como o biquíni fica - ele disse isso com um tom de safado.
Combinamos que a gente subiria pra se trocar enquanto minha mãe arrumava, e depois, enquanto ela vestia o biquíni, a gente esperaria ela lá embaixo. Subimos pro meu quarto e procurei uma sunga pro Nelson e outra pra mim. Encontrei uma tipo justa que eu usava pra nadar na academia e outra tipo bermuda que era a que eu levava pra praia. Deixei elas em cima da cama e a gente começou a tirar a roupa. Nelson começou tirando a camiseta, deixando à mostra aquele torso tonificado e definido que, com certeza, me dava uma inveja danada. Depois tiramos as calças, e eu pude ver que na cueca do Nelson se adivinhava um pacote bem dotado, mas nada que me preparasse pro que eu vi. Quando ele baixou a cueca e jogou ela em uma das camas de solteiro do meu quarto... era um pauzão enorme, e dava pra ver que ele só tava mole, devia ter uns 16 centímetros de carne pendurada entre as pernas dele, sem nenhum pelo pubiano. Além disso, não era só o comprimento que impressionava, mas a grossura, devia ter a espessura de três dedos no mínimo por todo o comprimento da pica daquele preto. Fiquei olhando sem piscar, ele caiu na risada. riu e disse:
- Nelson: Te apresento o Negão brincalhão hahaha e isso que você não viu ele empalmado, pôneizinho, é igual ao de um cavalo - não tive a menor dificuldade em acreditar no que ele dizia, agora todas aquelas histórias de que as minas que ele comia ficavam marcadas pra vida toda faziam sentido. Quando voltei a mim do choque causado por aquele pêndulo de carne, tirei a calça e a cueca, deixando meus 11 cm flácidos e finos, que me deixaram envergonhado do lado da pica dele.
- Nelson: Mas que merda de macho você é, e com isso você tem a cara de pau de foder mulheres? Acho que as branquelas tão acostumadas com essas minipicas hahaha - ignorei e baixei a cabeça, vermelho de vergonha, joguei pra ele a sunga de praia, porque ia ficar ridículo com aquela apertada e a pica saindo por um dos lados na frente da minha mãe. Terminamos de nos preparar e fomos pra piscina, encontramos minha mãe na escada, que ficou meio besta examinando os músculos do negão na frente dela, porque minha mãe não via muitos corpos tão definidos assim, a não ser na TV. Quando se recompôs, disse pro Nelson:
- Mãe: Puxa, Nelson, não sabia que você curtia tanto academia - enquanto falava com ele, olhava pro torso dele.
- Nelson: Isso? Isso eu faço em casa, dona Sara, gosto de cuidar do meu corpo. A gente te vê lá embaixo, não demora pra não ficarmos torrando no sol esperando - falou isso piscando um olho pra minha mãe, que surpreendentemente caiu na risada e disse pra gente ir indo que ela se preparava e descia já, e me mandou limpar as mãos porque eu teria que passar creme nela, senão ela queimava. Isso deu uma ideia rápida pro Nelson, que ele me explicou assim que chegamos na piscina.
- Nelson: Ó, pôneizinho - ele tava enchendo o saco com esses apelidos de cavalo, mas eu não podia fazer nada além de responder por esses nomes - assim que sua mãe pedir pra você passar o creme nela, você inventa uma desculpa pra não fazer e me manda. — Amigo, fazer isso, me ouviu? — eu assenti com a cabeça. Entramos na água e ficamos lá relaxados até que minha mãe apareceu… Deus, não sei se era porque sabia que o Nelson estava devorando ela com os olhos ou o fato de não vê-la de biquíni normalmente, mas tenho que admitir que me excitou pra caralho. Não queria nem imaginar como o Nelson estava. Minha mãe apareceu com um biquíni branco com algumas bolinhas grandes coloridas. Ela tinha o corpo de uma boa mulher, como o Nelson dizia: baixinha, peitos médios e uma bunda empinada e firme. Ela foi até a espreguiçadeira e sentou pra passar creme nos peitos, pernas e braços. Então o Nelson mandou eu nadar até ele. Quando cheguei, ele disse:
— Nelson: Porra, que gostosa escondida em casa, hein, viadinho? Deus, ela tá me deixando louco, do jeito que ela se toca nesses peitos pra passar creme. Já tá apertando essa sunga de tão pouco homem — aí ele riu e eu vi ele abaixar a sunga até os tornozelos e pude ver, dentro da água, aquele pauzão solto na minha piscina, com minha mãe a poucos metros. Ele foi até a borda e ficou lá apoiado, com a cintura dentro da água, posição que impedia minha mãe de ver o pau enorme dele:
— Nelson: Dona Sara, o que a senhora está fazendo que não entra na água?
— Mãe: Uai, não, eu levo muito a sério o tempo de digestão. Além disso, quero passar creme primeiro. Carlos, filho, passa um pouco de creme nas minhas costas, que é o que falta, não alcanço — ela se deitou de bruços na espreguiçadeira, e o Nelson aproveitou que ela não estava olhando pra me dar um olhar assassino que eu entendi na hora.
— Eu: Porra, mãe, não passa creme não. Agora não vou sair, senão vou pegar um frio. Além disso, não vai queimar as costas se ficar de barriga pra cima.
— Nelson: Mas que isso, Carlos, como você pode negar passar creme na sua pobre mãe? Não vê que se ela se queimar, vai estragar aquelas costas tão bonitas que ela tem? Não se preocupe, Dona Sara, eu passo o creme pra senhora — porra, eu fico maluco, esse preto filho da puta ia ficar de galã com minha mãe graças a mim… — Mãe: Nelson, você é um anjo de garoto, muito obrigada.
— Nelson: Não é nada, dona Sara — ele saiu da piscina ainda com o shorts de banho abaixado, o que me fez congelar de medo da minha mãe ver aquele pau gotejando água, mas ainda bem que ela estava de bruços lendo a revista. Nelson então se abaixou, subiu o shorts, pegou o pote de creme e se ajoelhou ao lado da espreguiçadeira, já que eram estreitas e só cabia uma pessoa justa, detalhe que meu querido amigo aproveitou para seus propósitos:
— Nelson: Olha, dona Sara, não sei como me posicionar, porque daqui não alcanço o outro lado das suas costas — isso era mentira pra caralho, porque se esticasse os braços chegava perfeitamente, não sei que putaria ele tava tramando, mas minha mãe esclareceu:
— Mãe: Poxa, essas espreguiçadeiras são uma porcaria, sobe em cima das minhas pernas pra ver se dá, anjo — eu ainda na água pude ver o olhar que Nelson fez quando ouviu essa frase sair da boquinha da minha mãe. Ele se levantou e pude ver a olhada que deu na bunda da minha mãe, que estava ali deitada na frente dos olhos dele, e depois olhou pra mim e riu, pegou as pontas do shorts e puxou o pau de novo. Eu empalideci na hora, que putaria ele queria fazer? Então ele passou uma perna de cada lado da espreguiçadeira e foi se sentando até quase encostar nas pernas da minha mãe, aí me olhou, pegou o pote, olhou pra bunda da minha mãe e eu pude ver, horrorizado, como ele começou a se masturbar em cima dela… doente do caralho, ainda por cima fazia cara de pervertido enquanto me mandava piscadelas e sorrisos… porra… Minha mãe deve ter sentido os movimentos e perguntou por que ele estava demorando, e o pervertido disse:
— Nelson: Desculpa, dona Sara, é que tô sacudindo o pote pra ver se sai um pouco de creme, mas tá difícil conseguir — filho da puta, escolheu essas palavras pra zoar ela, mas a ignorante da minha mãe só ajudou na brincadeira:
— Mãe: Então bate forte, bate, vai ver se sai. consegue passar um pouco nas minhas costas - nossa, que ignorante...
Nelson estava em cima da minha mãe, mas sem encostar nela. Minha mãe perguntou por que ele não sentava, já que assim, de pé e curvado como estava, devia estar desconfortável. Nelson respondeu que assim ele tinha as costas dela mais à mão para passar o creme quando conseguisse tirar o creme... Porra, eu estava vivendo uma situação completamente sexual, com minha mãe envolvida sem ela mesma saber. Meu amigo quis então dar mais tesão e começou a puxar conversa com minha mãe, que tinha largado a revista e estava de olhos fechados tentando relaxar enquanto Nelson "chacoalhava o pote para tirar o creme":
- Nelson: Puxa... que bi-quí-ni bo-ni-to, se-nho-ri-ta Sa-Saara - a voz de Nelson saía entrecortada por causa da punheta que ele estava batendo.
- Mãe: Obrigada, é o único que tenho. Na verdade, ultimamente não vou muito à praia nem à piscina, então só me sobrou este. Mas Nelson, querido, não se canse por causa do creme. Se não sair, não passo e fico de barriga pra cima, como o Carlos falou.
- Nelson: Não, pe-lo-a-mor de Deus, se-nho-ri-ta Sara, fi-qui tranqui-la. Além dis-so, sin-to que es-tá qua-se sain-do. Mas com a for-força que es-tou dan-do, te-nho me-do de su-jar o bi-quí-ni tão bo-ni-ni-nho que a se-nho-ri-ta tem, e ain-da mais sa-ben-do que é o úni-úni-co que a se-nho-ri-ta tem. Por que não des-desamarra a par-te de ci-ma do bi-quí-ni e en-co-lhe a par-te de bai-xo? - Maldito preto de merda, queria que minha mãe ajudasse na punheta enorme que ele estava batendo, se ajeitando com a calcinha do biquíni fio dental...
- Mãe: Ai, Nelson, como você se preocupa comigo. Carlos, quando é que você vai me tratar assim, hein? - Tratar como? Batendo uma punheta em cima de você, sua idiota? Minha mãe levou as mãos às costas e desamarrou o laço da parte de cima do biquíni, que deslizou pelas costas dela até cair cada lado para um lado. Depois, a ignorante da minha mãe pegou a ponta da parte de pra baixo e puxei um pouco, bem até onde começava a aparecer a rachadura da bunda perfeita dela, mas claro... pro puto tarado do Nelson não era suficiente e ele pediu pra ela abaixar mais, porque ainda podia sujar, então minha mãe pediu pra ele levantar um pouco, já que ia erguer a bunda pra baixar mais o biquíni. Nelson obedeceu e se afastou da minha mãe com o pau na mão, foi aí que ele se virou pra mim e eu vi o pau incrível que Deus tinha dado pra aquele preto... Era monstruoso, de comprimento, comparado ao estado flácido, não mostrava muita diferença, se antes tinha uns 16 cm, agora devia ter uns 20 cm, era na grossura que se notava a mudança. Flácido, dava pra dizer que tinha uns três dedos, mas duro como tava, eu jurava que a grossura era de uns quatro dedos e um pouquinho. Fiquei chocado, era igual a um puto cavalo. Ele piscou um olho pra mim e tirou a mão pra eu ver bem. Os ovos dele também não ficavam atrás, era inacreditável pensar que aquilo pertencia a um moleque de 19 anos, mas vendo o resto do corpo, também não era tão surpreendente. Nelson era um prodígio da natureza, um autêntico macho alfa. Minha mãe levantou a bunda, e o Nelson se colocou rapidamente atrás dela e, me olhando com cara de idiota, fez movimentos como aquele dia do boteco no parque... como se estivesse metendo e batendo... Minha mãe começou a baixar o biquíni e, se antes já tinha sido ousada, dessa vez passou do ponto, porque o que ela fez foi encolher o biquíni transformando ele em fio dental e a parte de cima da bunda descer até o meio dela, então o Nelson e eu ficamos chocados com aquela mostra da minha mãe sem vergonha com estranhos. Eu, pessoalmente, fiquei surpreso, achei que minha mãe era muito mais envergonhada, mas parece que ela pegou confiança com o preto tarado. Ela se deitou de novo e o Nelson cuspiu na própria mão pra, em seguida, se colocar na mesma posição de antes e começar a socar de novo. mas desta vez ele se posicionou mais embaixo pra ter uma visão completa da bunda da minha mãe, começou a socar forte e com raiva, porque pelo visto aquela vista causava um clímax antecipado e não devia faltar muito pra ele gozar, mas de repente a saliva, o suor e o líquido pré-seminal do Nelson começaram a fazer a socada produzir um barulho molhado que não passou despercebido pela minha mãe, que perguntou estranhando que som era aquele:
- Nelson: Ahh não-não sei mas-enquanto a se-nhora se prepa-rava aproveitei e coloquei á-água no po-pote de creme pra fe-li-citar a saída do cre-me, ohhhh já tá quase saindo- o filho da puta parecia que tava falando com a bunda da minha mãe porque não tirava os olhos dela, comecei a pensar, a coitada da minha mãe só tinha ficado com um homem antes do meu pai, então me pergunto quantas pirocas duras e soltas tinham chegado perto da minha mãe igual a do Nelson, pela história que eu sei eram só 2 pirocas que tinham se mostrado duras perto do corpo da minha mãe e agora com aquele filho da puta eram 3 e isso me matava de ciúmes... aí ouvi um grito que me tirou dos pensamentos,... ¡¡¡ AI MEU DEUS!! Fiquei paralisado....
- Nelson: OHHHHHHHH JÁ VAI SAI SEU CREME TÁ AÍ PRA SENHORA NÃO SE QUEIMARRRRRR AHHHHHHH- um jorro enorme de porra caiu nas costas da minha mãe,, e outro, outro, e outro, porra, tava enchendo as costas dela de esperma, aí o Nelson acelerou mais as socadas o que fez a pontaria dele diminuir e foi quando eu vi que 2 jorros foram disparados no cabelo da minha mãe..
- Mãe: Uai Nelson cuidado meu bem que você suja meu cabelo de creme, caramba que quentinho isso tá, normal tanto tempo no sol- minha mãe tinha dois gotões de porra no cabelo e as costas todas meladas, o Nelson soltou a mangueira preta dele que já tava murchinha mas continuava soltando umas gotas daquele “creme” da colheita dele, o pauzão do meu amigo murchinho apontava pra baixo e pra baixo tava a bunda da minha mãe, umas porra gorda começou a escorrer pelas nádegas dela. Nelson olhou pro céu, respirou fundo, virou pra me encarar e fez um sinal pra eu chegar perto dele… eu obedeci e fui até eles, e quando cheguei do lado dele, vi ele pegando no pau dele, ainda pingando, e apontando pro cu dela. Aí ele pegou minha mão e levou até o pau dele. Quando vi o que ele ia fazer, puxei a mão, e ele fez uma cara de maluco. Pegou minha mão de novo e levou até o pau dele, e dessa vez eu não tirei a mão. Ele fez eu segurar, tava todo melado, e me surpreendeu que, mesmo mole, ele tava mais duro do que eu de pau duro. Ele chegou no meu ouvido e falou:
— Nelson: Vamos tentar não queimar a bunda da sua mãe. Aponta o vidro com as últimas gotas pra lá — ele queria que eu usasse minha mão pra levar o pau dele, ainda pingando, até em cima do provável cu da minha mãe. Fiz de má vontade, e já não saíam mais gotas seguidas, mas as poucas que saíam eram gordas. Ele sussurrou de novo no meu ouvido pra eu apertar pra tirar o resto. Fiz isso, e foi quando vi cair duas gotas bem no meio da bunda da minha mãe, caíram na racha, uma em cada banda, e a gente viu como elas entravam por gravidade no fundo daquela rachinha.
Soltei o pau dele e dei outra olhada na minha mãe, ela tava com as costas completamente banhadas de porra, os pingos no cabelo começavam a secar, o que me deu muito nojo, e a bunda dela tinha umas manchas.
— Mãe: Olha, Nelson, o creme não vai se espalhar sozinho, né? haha haha — idiota….
— Nelson: Claro que não, senhorita Sara, vamos começar a espalhar esse creminho tão bom — e assim ele começou a massagear a porra dele por todas as costas da minha mãe. A porra, quando mexia, ficava ainda mais branca, e por mais que ele espalhasse, não tinha jeito de tirar o branco a não ser que secasse. Nelson levantou depois de 5 minutos. massagem e disse pra minha mãe que ela deveria ficar no sol uns 10 minutos pra secar o creme, porque tinha passado demais. Minha mãe levantou o polegar e ficou lá, de bruços, esperando o sol secar o "creme". De repente, ela foi coçar a bunda, porque parecia que tava coçando, e viu que tinha creme. Eu e o Nelson, que estávamos na água, nos olhamos e não perdemos a atenção no que ela fazia. A única coisa que a puta fez foi espalhar a porra toda pelo próprio cu, deixando ele brilhando. Depois de ver que a mão dela tava grudenta, ela se limpou na toalha e continuou de bruços, esperando o creme secar.
CONTINUA...
Passou meia hora e a piscina inteira ainda tava cheirando a porra do meu amigo. A gente tava jogando uma partida de polo aquático quando vimos minha mãe se levantar e ajeitar bem as duas partes do biquíni. Depois, ela foi até a borda da piscina e falou:
- Mãe: Gente, como tá a água? Tá boa?
- Nelson: Uma vez dentro, a senhora não vai querer sair, dona Sara. Tá uma delícia - essa brincadeira de palavras dele me tirava do sério. "Tá uma delícia", eu sabia que não era da água que ele tava falando, mas minha mãe achava que sim. - Entra na água comigo, dona Sara, que o Carlos já vai sair pra pegar sol - puta mentira, mas eu sabia que era uma ordem indireta. Então eu saí e fui pra uma espreguiçadeira. O Nelson também saiu, ficou do lado da minha mãe e começou a tentar convencer ela a pular fazendo a bomba, mas ela respondia que não, que ainda não sabia como tava a água:
- Nelson: Ah, mas dona Sara, me fala a verdade. Não é pela água, o problema é que a senhora não sabe fazer a bomba.
- Mãe: Juro que sei, pergunta pro Carlos - notei que minha mãe dava olhadas rápidas pro torso do negão.
- Nelson: Não acredito, mas a senhorita que sabe se quer se torrar de calor - falou isso, virou as costas pra minha mãe (que tava comendo ele com os olhos), foi até a borda da piscina e mergulhou de cabeça. Minha Mamãe ficou parada lá, imóvel, suponho que se debatendo entre não pular e parecer uma cagona ou pular. Aí, sem avisar direito, ela correu pra piscina e se jogou de bombinha. Nós dois aplaudimos, mas eu parei na hora quando minha mãe subiu à superfície… COM UM PEITO PRA FORA… O Nelson percebeu e, fazendo o cavalheiro, avisou minha mãe, que ficou toda vermelha. O Nelson caiu na risada e disse que não tinha problema, que tanto eu quanto o Carlos já éramos grandinhos e já tínhamos visto muitos peitos. Ela terminou de ajeitar a teta e disse que já sabia, mas que por ser o filho dela e um amigo dele, ficava sem graça:
– Nelson: A verdade, dona Sara, é que estranhei a senhora não fazer topless. Desde que te vi, pensei que era moderna – eu já tava ligado no que esse merda queria.
– Mamãe: Uf, sou moderna, Nelson, mas fazer topless na frente do meu filho e do amigo dele, aí já é demais.
– Nelson: Desculpa, continuo sem entender. Entenderia se tivesse uma criança pequena perto, mas nós três somos adultos e o Carlos é seu filho, então não precisa se preocupar com nada. Mas tudo bem, a senhora que sabe. Vou te desafiar pra uma briga na água.
– Mamãe: Um dia desses eu faço topless, mas hoje não, tá? Mas sem abusar, hein? – dito isso, os dois começaram a se pegar na água. Eu me sentei na espreguiçadeira, nervoso pra caralho, porque tava vendo muito contato físico entre aqueles dois corpos, e o Nelson, sempre que podia, dava umas investidas sexuais. Num dos movimentos, o Nelson agarrou a cabeça da minha mãe e enfiou ela debaixo d’água, virada pra ele. Do corpo da minha mãe, só dava pra ver as mãos procurando algo pra se agarrar. O Nelson olhou pra mim e sussurrou:
– Nelson: Olha só, pôneizinho, sua mamãe tá me fazendo um boquete submarino, hahaha – era mentira, claro, mas parecia mesmo. Ele tirou a cabeça dela pra fora, e minha mãe abriu a boca o máximo que pôde e puxou o ar. Na sequência, ele enfiou a cabeça dela de volta na água e falou:
– Nelson: Viu como ela puxou o ar? Claro. com meu trabuco todo na cara dela, ela nem respirava, haha - eu ria sem muita convicção só pra entrar na brincadeira, tirei a cabeça da minha mãe de lá e soltei ela, ela esfregando os olhos e rindo, se jogou nele e continuaram a batalha aquática. Outro movimento que me chamou a atenção foi quando minha mãe escalou o corpo do negão sem se preocupar em esfregar as tetas na cara dele, meu amigo colocou ela no ombro igual saco de batata, com a bunda da minha mãe do lado da cara dele, e começou a girar com ela em cima... ela ria, mas ele virava pra mim, piscando o olho e esticando a língua pra lamber a bunda dela. Depois de um tempo assim, soltou ela e minha mãe fugiu daquela área da piscina mergulhando. Enquanto minha mãe nadava pra uma área mais segura, Nelson me disse:
- Nelson: Mariquinha, agora você vai ver, vou enfiar a cabeça dela na água umas 2 vezes, mas na segunda vou deixar a cara dela na altura do meu pacotão e vou jogar a cintura pra frente, haha, vou esfregar todo o meu pauzão na cara da sua mãe, haha - isso, sem explicação, me excitou pra caralho e eu me preparei pra não piscar durante o espetáculo. Minha mãe saiu da água e foi nadando em direção ao meu amigo com vontade de vingança, ele desviou do ataque dela, agarrou ela pela cabeça e disse:
- Nelson: IMERSÃÃÃOOO... CONTINUA...
1 comentários - Meu amigo negro, o macho da minha mãe Piscina