Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?v=P0FpeJ_j-w4A primeira vez que te vi, tu tava com a moto encostada na parede, agachada, com um vestido branco que mal cobria tuas pernas e a bunda branca, os cachos bagunçados pelo suor e pelo nervosismo do momento, caindo até teus ombros pequenininhos. Metade das tuas costas aparecia imponente na minha vista matinal, enquanto eu te olhava da sacada.
As tentativas frustradas de enfiar a mão entre o cubre-corrente pra ajeitar ele e os olhares de ódio dos peão da fábrica do lado me encheram de preocupação e ternura, me motivaram a te ajudar.
— Com a mão você nunca vai conseguir, me permite, por favor. Eu tenho umas ferramentas...
— Claro, já me sujei toda... mas você não tá melhor que eu...
De peito nu, com um short de futebol e de chinelo, não era a imagem ideal pro bairro, mas não me importei quando finalmente consegui ajeitar a corrente e recebi uns aplausos teus pela alegria que causei.
— Valeu, tô atrasada pra dar aula de yoga... sei lá, quando precisar de algo, moro aqui na frente...
— Eu também...
— Sim, sim, se você vem daí, mora na frente... hehehe...
— Haha, claro, nada, quis dizer, que quando precisar de algo...
Mais confuso fiquei quando, num pulinho, você subiu na moto e o short ficou perfeitamente encaixado no banco, coberto pelo vestido... qualquer desavisado (tarado) podia imaginar que você tava sem nada por baixo dele... eu, que sou mais punheteiro, preferi sentir a sensação da tua bunda se ajeitando no banco...
Quatro horas depois, a campainha de casa tocou...
— Oi, vim te trazer uma coisa pra agradecer pelo de hoje... não precisa te conhecer muito pra perceber que você gosta de doce...
— Que atrevida, cê fala isso pela minha barriga!
— Bom, então eu fico com os pedaços de bolo, olha que eles são mágicos...
— Era ironia... hehehe...
— Teu sorriso te entrega
Depois de uns mates na laje, falando de um monte de coisa da vida, a gente começou a rir estupidamente, sinal, de que a magia tinha chegado...
- me mata quando você ri... não sei... você tem uma boca gigante... vou medir ela...
- com o quê?
- com licença...
um beijo no meio, outro menor no canto, outro menor no outro canto... assim percorrendo toda a minha boca...
- não tenho certeza... minha boca é pequena... acho que foram oito beijos...
ela passou a língua duas vezes... e chupou três... eu só reagia pra segurar os cachos loucos que caíam na testa... talvez se eu fizesse de besta pudesse aproveitar seus lábios vermelhos... não me enganei, ela começou a chupar minha boca...
- mm... três chupões, duas lambidas, oito beijos... acho que falta uma medição...
eu comi a boca dela, as bochechas, o pescoço...
- olha que eu sou muito intensa...
de novo fechei a boca dela, era hora da ação... mandei minha mão por baixo do vestido... ela não tinha nada, afastei os pelinhos e comecei a tocar, senti minha mão ficar molhada... enfiei um dedo, dois, três... ela não parava de beijar meu pescoço em silêncio... me soltei... ela passou as pernas por cada braço da espreguiçadeira... comecei a chupar ela... os pelos e os nervos atrapalhavam a ação, mas sobrevivi... com a língua eu penetrava e pintava a buceta dela de baixo pra cima, quando chegava lá, enfiava os dois lábios inteiros...
- e é grande a boca...
- sim, é grande, vamos ver a piroca...
não hesitei, tirei meu pau duro da calça e comecei a penetrar ela, ela sabia receber... mas eu tava muito duro e não tinha os conhecimentos de ioga... então peguei ela pela mão e levei pro meu quarto...
eu penetrava ela com constância, ela só colocava a cabeça de lado e sorria, apontando com o nariz de pituca pra algum lugar do quarto... pensei que tava enganado... que cutie louca... que porra era o conceito de intensidade dela... distraído nos meus pensamentos, comecei a notar que ela voltava à vida, suspirando... lutando com os lábios pra soltar o suspiro que ficava cada vez mais definido, enquanto empurrava os cachos, ajudei com a mão e ela pegou na minha... começou a beijar meu pulso... e a gemer... se transformou...
Os gemidos mais altos eram acompanhados de movimentos ondulantes de pelve, num piscar de olhos me pegou pela nuca e me puxou pra perto dela... os roços das barrigas eram de cinema, o vestido pela metade e os peitos empinados que apareciam mais um pouco... a porra começou a jorrar de mim... mas ela não parou... comecei a entender o que ela chamava de intensidade...
Continuava se enfiando no meu pau mole... tentei ajudar com as mãos, mas ela não deixou... gritava apaixonadamente.
-quero pau de novo... vai, me dá pau...
Os gritos, a buceta, a viagem, as palavras, foram a mistura perfeita pro meu membro ficar meia-bomba... os fluidos vaginais da minha hippie completaram a ereção e de novo... tava ali metendo... ela segurava minhas mãos com força... minha cintura reta e dura... os pés dela em volta da minha cintura, era o ponto de apoio pra ela se enfiar sozinha... um último grito...
Quando parecia que tudo tinha acabado... consegui sentar na cama... e ela deu aquele mesmo pulinho que de manhã, mas em vez de montar na bicicleta, montou no meu pau bem duro, com as mãos na minha nuca, a boca na minha boca, minhas mãos aproveitando aquelas 100 de bunda, ela montou até o último centímetro cúbico de porra sair de mim.
As tentativas frustradas de enfiar a mão entre o cubre-corrente pra ajeitar ele e os olhares de ódio dos peão da fábrica do lado me encheram de preocupação e ternura, me motivaram a te ajudar.
— Com a mão você nunca vai conseguir, me permite, por favor. Eu tenho umas ferramentas...
— Claro, já me sujei toda... mas você não tá melhor que eu...
De peito nu, com um short de futebol e de chinelo, não era a imagem ideal pro bairro, mas não me importei quando finalmente consegui ajeitar a corrente e recebi uns aplausos teus pela alegria que causei.
— Valeu, tô atrasada pra dar aula de yoga... sei lá, quando precisar de algo, moro aqui na frente...
— Eu também...
— Sim, sim, se você vem daí, mora na frente... hehehe...
— Haha, claro, nada, quis dizer, que quando precisar de algo...
Mais confuso fiquei quando, num pulinho, você subiu na moto e o short ficou perfeitamente encaixado no banco, coberto pelo vestido... qualquer desavisado (tarado) podia imaginar que você tava sem nada por baixo dele... eu, que sou mais punheteiro, preferi sentir a sensação da tua bunda se ajeitando no banco...
Quatro horas depois, a campainha de casa tocou...
— Oi, vim te trazer uma coisa pra agradecer pelo de hoje... não precisa te conhecer muito pra perceber que você gosta de doce...
— Que atrevida, cê fala isso pela minha barriga!
— Bom, então eu fico com os pedaços de bolo, olha que eles são mágicos...
— Era ironia... hehehe...
— Teu sorriso te entrega
Depois de uns mates na laje, falando de um monte de coisa da vida, a gente começou a rir estupidamente, sinal, de que a magia tinha chegado...
- me mata quando você ri... não sei... você tem uma boca gigante... vou medir ela...
- com o quê?
- com licença...
um beijo no meio, outro menor no canto, outro menor no outro canto... assim percorrendo toda a minha boca...
- não tenho certeza... minha boca é pequena... acho que foram oito beijos...
ela passou a língua duas vezes... e chupou três... eu só reagia pra segurar os cachos loucos que caíam na testa... talvez se eu fizesse de besta pudesse aproveitar seus lábios vermelhos... não me enganei, ela começou a chupar minha boca...
- mm... três chupões, duas lambidas, oito beijos... acho que falta uma medição...
eu comi a boca dela, as bochechas, o pescoço...
- olha que eu sou muito intensa...
de novo fechei a boca dela, era hora da ação... mandei minha mão por baixo do vestido... ela não tinha nada, afastei os pelinhos e comecei a tocar, senti minha mão ficar molhada... enfiei um dedo, dois, três... ela não parava de beijar meu pescoço em silêncio... me soltei... ela passou as pernas por cada braço da espreguiçadeira... comecei a chupar ela... os pelos e os nervos atrapalhavam a ação, mas sobrevivi... com a língua eu penetrava e pintava a buceta dela de baixo pra cima, quando chegava lá, enfiava os dois lábios inteiros...
- e é grande a boca...
- sim, é grande, vamos ver a piroca...
não hesitei, tirei meu pau duro da calça e comecei a penetrar ela, ela sabia receber... mas eu tava muito duro e não tinha os conhecimentos de ioga... então peguei ela pela mão e levei pro meu quarto...
eu penetrava ela com constância, ela só colocava a cabeça de lado e sorria, apontando com o nariz de pituca pra algum lugar do quarto... pensei que tava enganado... que cutie louca... que porra era o conceito de intensidade dela... distraído nos meus pensamentos, comecei a notar que ela voltava à vida, suspirando... lutando com os lábios pra soltar o suspiro que ficava cada vez mais definido, enquanto empurrava os cachos, ajudei com a mão e ela pegou na minha... começou a beijar meu pulso... e a gemer... se transformou...
Os gemidos mais altos eram acompanhados de movimentos ondulantes de pelve, num piscar de olhos me pegou pela nuca e me puxou pra perto dela... os roços das barrigas eram de cinema, o vestido pela metade e os peitos empinados que apareciam mais um pouco... a porra começou a jorrar de mim... mas ela não parou... comecei a entender o que ela chamava de intensidade...
Continuava se enfiando no meu pau mole... tentei ajudar com as mãos, mas ela não deixou... gritava apaixonadamente.
-quero pau de novo... vai, me dá pau...
Os gritos, a buceta, a viagem, as palavras, foram a mistura perfeita pro meu membro ficar meia-bomba... os fluidos vaginais da minha hippie completaram a ereção e de novo... tava ali metendo... ela segurava minhas mãos com força... minha cintura reta e dura... os pés dela em volta da minha cintura, era o ponto de apoio pra ela se enfiar sozinha... um último grito...
Quando parecia que tudo tinha acabado... consegui sentar na cama... e ela deu aquele mesmo pulinho que de manhã, mas em vez de montar na bicicleta, montou no meu pau bem duro, com as mãos na minha nuca, a boca na minha boca, minhas mãos aproveitando aquelas 100 de bunda, ela montou até o último centímetro cúbico de porra sair de mim.
9 comentários - Niña hippie