Persiana Americana
Por: Mitch FregosoA porta se abriu e aquela mulher apareceu de novo, entrou e jogou a bolsa e as chaves na mesa do centro da sala. Parecia cansada, o trabalho daquele dia tinha deixado ela mais que exausta. Vestia um terno cinza, que marcava muito bem as curvas dela, o paletó com lapela larga estava fechado por dois botões que faziam ele fechar bem debaixo do busto, deixando a blusa branca e justa que usava por baixo modelar ainda melhor o par de peitos redondos e durinhos.
Abaixo da cintura, uma saia justa nos quadris não deixava nada pra imaginação, começava marcando as curvas desde o umbigo até as pernas torneadas, incluindo no pacote uma bunda de dar inveja, o comprimento daquela peça era meio exagerado pra qualquer homem que olhasse pra ela, até abaixo do joelho, algo que a fazia parecer ainda mais tentadora e proibida.
Ela andou até a cozinha, o som dos saltos ecoava por todo o apartamento, de 5 a 8 centímetros de altura tinham aqueles sapatos, mas ela não precisava deles, mesmo sem eles, aquela mulher devia medir perto de 1,70, dando a ela um porte de modelo.
Durante o caminho até a mesa, ela levou as mãos até os botões do paletó e os desabotoou, tirou ele devagar e deixou cuidadosamente sobre uma das cadeiras da sala de jantar, arrumou o cabelo cacheado, comprido e castanho. Abriu a porta da geladeira e se abaixou pra procurar alguma coisa dentro dela, deixando à vista de qualquer um aquelas nádegas apertadas pela saia.
Parecia não encontrar nada do agrado dela dentro daquele eletrodoméstico, porque se mexia de um lado pro outro e balançava aquela bunda com uma facilidade danada. Uns dois minutos depois, ela se levantou e pegou devagar uma garrafa de iogurte sabor morango.
Assim que terminou a janta, abriu o armário e tirou dele uma taça e uma garrafa de vinho, pegou elas e andou até o quarto, serviu uma taça de vinho e tomou de um gole só, depois serviu mais uma e deixou elas sobre o criado-mudo que ficava ao lado da cama. cama. Ligou a televisão e depois o ventilador que estava a alguns passos da cama dela.
Arrumou cuidadosamente os lençóis brancos e se preparou pra deitar, tirou os sapatos dos pés e começou a desabotoar a blusa, um botão de cada vez, parecia não ter pressa, parecia estar curtindo. De repente, chegou perto do ventilador e parou na frente dele, o vento que ele fazia fez o tecido da blusa voar pros lados, deixando ver o sutiã branco de renda que ela usava por baixo.
Ao mesmo tempo que a blusa se mexia, o cabelo dela também ondulava suave e sedoso, ela fechou os olhos e pareceu aproveitar aquela brisa refrescante. Tirou a blusa por completo e largou ela. Passou as mãos e desabotoou o botão da saia, abaixou o zíper e num piscar de olhos, a peça tava no chão, deixando ela só de calcinha branca de renda combinando com o sutiã.
Andou até a cama, se deitou, deu um gole de vinho e olhou um segundo pra televisão. Parecia procurar um canal legal, um sorriso apareceu no rosto dela quando largou o controle remoto do aparelho e levou uma das mãos até o peito, começou a acariciar por cima do sutiã em círculos, apertando eles devagar, alternou as carícias e os movimentos em um e outro peito.
Depois, a outra mão foi parar na boca dela, enfiou lentamente o dedo indicador e chupou ele devagar, depois levou pra baixo da calcinha e começou a mexer direto no clitóris, fechou os olhos com força e se concentrou no próprio prazer.
A mão nos peitos apertava e acariciava com mais força, o dedo se esfregava mais rápido e o movimento da cintura não demorou. Tava muito concentrada naquilo. De repente, abriu os olhos e percebeu que a persiana do quarto tava aberta, então levantou, andou até elas e fechou. Voltando pra cama com um sorriso nos lábios.
……………………………………….
Nick Amaldiçoou baixinho ao ver que aquela garota, de novo, fechava as persianas antes de gozar, impedindo que ele terminasse o trabalho daquela noite. Virou a cabeça e olhou para a grossa ereção que segurava entre as mãos.
Caminhou até o banheiro e se preparou para fazer o que fazia toda noite: se masturbar ali, sozinho naquele apartamento de solteiro que alugara anos atrás e que não tinha nada de bom. Pensava em largá-lo, até que, de repente, percebeu que uma mulher gostosa era agora sua vizinha.
Já estava observando ela há umas duas semanas. Todo dia, pegava seus binóculos e esperava pacientemente ela chegar do trabalho. Por sorte, ela parecia ter um turno mais longo que o dele, então ele tinha o tempo perfeito para chegar e esperar por ela.
Amava cada curva daquele corpo, e mesmo que só tivesse conseguido olhar para ela através daquela janela, e que as persianas do apartamento dela ainda escondessem muita coisa, deixavam à vista o essencial para deixá-lo duro pra caralho.
Embora soubesse que nunca ia chegar perto dela, se contentava em admirá-la em cada movimento, noite após noite. Nas primeiras vezes, ela parecia fazer o que todo mundo faz ao chegar em casa: ir dormir. Mas umas duas noites atrás, Nick quase morreu de susto ao notar que ela se aproximava e olhava com mais atenção pela janela na direção do apartamento dele. O coração quase parou só com a possibilidade de ser descoberto por aquela garota. Ia se meter numa baita encrenca se ela percebesse que ele a espiava. Mas respirou aliviado quando ela parou de olhar pela janela e se deitou de novo.
Mas, dessa vez, ela não fez o mesmo de sempre: não assistiu TV e depois de um tempo dormiu, não. Agora ela estava se tocando. Os olhos de Nick se arregalaram igual a pratos quando ela começou a se masturbar, fazendo movimentos tão sexys, as mãos dela tão macias, e Nick desejava com todas as forças que ela terminasse. Mas, como nesta noite, a garota Depois de alguns minutos, ela fechava as persianas, deixando Nick noite após noite duro e cheio de tesão.
………………………………………….
O relógio marcou 10 da noite e Nick se apressou pra entrar no apartamento dele, fechou a porta rápido e pegou, num movimento só, os seus queridos binóculos. Depois, caminhou, quase correu até a janela, enquanto soltava da boca uma série de xingamentos contra o chefe que tinha obrigado ele a ficar até mais tarde no trabalho.
Nick sabia que ela chegava em casa todo dia às dez em ponto, nunca tinha falhado nenhuma vez e, pelo visto, aquela noite não era exceção. Quando finalmente conseguiu focar, percebeu que ela já estava deitada na cama, tomando uma taça de vinho. Chamou a atenção dele que aquela mulher não olhava pra TV, mas diretamente pra janela dele.
Ela começou a se tocar de novo, as mãos dela percorriam os peitos dela e, depois de chupar os dedos, deslizou eles devagar por baixo da calcinha. Nick quase agradeceu que ela tivesse começado o trabalho diário dela só agora, então ele levou as mãos pra dentro da calça e se ajudou, massageando o pau que já tava doendo de tão excitado que ele ficava só de olhar pra ela.
As carícias dela foram ficando cada vez mais intensas, Nick quase implorava baixinho pra ela não parar, a ereção doía de tão dura que tava. De repente, ela parou de novo, mas dessa vez não levantou da cama. Então Nick observou ela com atenção, ela pegou o telefone na mesa de cabeceira e discou uns números, colocou o fone no ouvido e Nick quase morreu de susto quando ouviu o telefone tocar no apartamento dele.
O coração dele batia forte, quase sentia ele saindo do peito. Será que era possível? Ela realmente tinha ligado pra ele. Ele olhou por um minuto pro telefone que não parava de tocar e ficou congelado por uns instantes. Caminhou devagar até o aparelho, atendeu e levou até o ouvido. A voz dele era um fio, as palavras se afogavam na garganta, engulo seco e falo devagar.
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O próximo passo do Nick era caminhar por aquela rua escura, atravessou a avenida e entrou no prédio em frente ao apartamento dele. As pernas tremiam, as mãos suavam e a boca estava seca. Será que ele tava mesmo indo pra casa dela? A voz daquela mulher pareceu ainda mais gostosa do que ele jamais imaginou.
As palavras dela não saíam da cabeça dele – Vem e acaba comigo – ela disse quase num sussurro, ele não perdeu tempo e saiu voando de casa, quando se deu conta já tava parado na porta dela e tinha tocado a campainha. Não tinha volta, não devia ter, não queria que tivesse.
Aí ele viu ela, era ela, aquela mina que ele tava espiando e desejando mais que tudo no mundo tava parada na frente dele com todo o esplendor dela, ele olhou ela de cima a baixo, era ainda mais gostosa pessoalmente, reparou em detalhes que a distância não deixava ver, como aqueles olhos castanhos e os cílios grandes que emolduravam eles. Além do sorriso bonito que ela tinha e que agora tava tão perto dele.
A mina pegou ele pelo braço e fez ele entrar, fechando a porta atrás dela. Olhou fixo pra ele e sorriu. Ela ainda tava só de calcinha e sutiã.
– Achei que você não ia vir hoje – ela disse devagar, enquanto se aproximava do Nick
– Como é? – Nick engoliu seco quando ouviu aquelas palavras, então ela sabia que ele tava olhando? Desde quando?
– Cê acha que eu não percebi – ela sorriu – sei que toda noite você me olha da sua janela e fica excitado pensando em mim – ela passou os braços em volta do pescoço dele.
– Você – Nick quase gaguejava – você sabia que eu tava te observando?
– Aham – Ela concordou com a cabeça e apertou o corpo dela ainda mais contra o do Nick – Você é ainda mais bonito do que eu imaginava.
– Valeu – Nick só conseguiu soltar essa palavra
Aí ela beijou ele, mas não foi doce, nem romântico, aquele beijo tava carregado de tesão. Desesperado, Nick abriu caminho na boca dela do mesmo jeito, enfiou a língua e enroscou na da parceira, e começaram uma luta como se fosse de vida ou morte.
Sem pensar duas vezes, ela levou as mãos até a calça de Nick, tateando por ali a grossa ereção que ele mantinha presa debaixo daquele pano, então começou a massagear devagar, não tinha pressa, ia aproveitar aquele cara que noite após noite fazia ela gozar só de imaginar que ele a observava com tanto cuidado e atenção.
Sim, é verdade que sentiu medo no começo, mas no fundo agradecia por ter decidido falar com ele, porque ele era um homem de verdade, aqueles olhos cor de chocolate e os cachos faziam ele parecer tão gostoso, além disso, ele estava beijando ela como os próprios deuses, queria devorar ela inteira, de verdade ele a desejava.
Nick deixou escapar uns gemidos e ela engolia tudo no beijo, de repente as mãos da garota procuraram desesperadamente o cinto dele, acharam e tiraram do caminho rapidinho, resolvido esse obstáculo, ela conseguiu enfiar a mão por dentro da calça e da cueca e agarrar o pau duro.
Nick quebrou o beijo quando sentiu o toque direto na ereção, e jogou a cabeça para trás, então ela tirou num movimento só a camiseta que ele vestia e incentivou ele a tirar a calça. Quando ele ficou só de cueca, ela observou, o torso musculoso bem definido, os braços fortes e aquele abdômen que parecia aguentar qualquer coisa. Ela mordeu o lábio ao encontrar o olhar dele com a ereção que se erguia por baixo da cueca, e fez Nick ficar vermelho.
Ela se jogou em cima dele e continuou com os beijos e as carícias, agora estavam em igualdade de condições, os dois só de roupa íntima, então sentir o contato de pele com pele quente e suada deixou o clima ainda mais quente.
De repente, Nick sentiu a parede fria nas costas, eles tinham se mexido e andado até Você vai cego até o quarto da mina, mas no caminho deu de cara com uma parede. Aí ela te deu um sorriso, desfez o beijo e foi passando a língua do seu pescoço até o peito, deixando um rastro de saliva e chupões de tão forte que te possuía. Nick tava mais que excitado, cada vez que ela beijava e acariciava a grossa ereção dele, dava um pulo de prazer.
Ela não parou a boca e foi descendo devagar até ficar de joelhos, com o pau do Nick na cara. Ela beijou e acariciou por cima do tecido da cueca, o que fez o Nick jogar a cabeça pra trás e soltar um gemido longo. — Vai, gata, pega ele — falou arrastando as palavras, num sussurro que quase não dava pra ouvir.
A mina levantou o olhar e sentiu uma pontada na buceta ao ver a cara de tesão do Nick. Então brincou um pouco com o elástico da cueca, deixando o Nick ainda mais louco. Num piscar de olhos, ela puxou aquele intruso pra baixo e a ereção dele saltou altiva e arrogante, bem na cara dela. O gemido de alívio do Nick ecoou pelo quarto inteiro, e aí ele sentiu ela tocando, parecia que tava examinando e reconhecendo o terreno. Devagar, acariciou primeiro a ponta, o que fez ele dar um pulo — qualquer carinho, por menor que fosse naquele estado, era intenso e mortal.
Então ela levou até a boca, a língua foi devagar, lambendo aos poucos, deixando aquele gosto agridoce e salgado invadir tudo. Colocou a mão na base do pau e foi se ajudando pra mover pra cima e pra baixo, fazendo ele entrar cada vez mais fundo na boca. Usou toda a saliva que conseguia pra fazer deslizar mais pra dentro, mas os movimentos eram dolorosamente lentos pro Nick, que tava desesperado.
O sofrimento do Nick fazia ele morder os lábios, tentando prolongar um pouco mais o prazer. Não queria gozar, ainda não. Ele queria pegar ela e terminar dentro dela. Aquela mulher estava tornando tudo cada vez mais difícil. Quando sentiu quase todo o pau dele naquela boca quente e molhada, ele se sentiu levitar, mas queria mais, queria tudo, queria foder a boca dela por completo. Então, aproveitou uma distração dela ao mexer as mãos e, com um movimento de quadril, fez com que ela engolisse tudo de uma vez. – Assim... toda inteira... come tudo, gostosa –.
Nick começou a mexer os quadris sem controle, já não sabia mais o que fazia, só buscava o próprio prazer, e aquela boca estava dando tudo pra ele. Meteu sem controle, com movimentos cada vez mais rápidos, e a garota recebia de bom grado, sentindo ele chegar até o fundo da garganta dela.
Um raio que atravessou o corpo de Nick fez ele perceber que estava prestes a gozar, então a pegou e a levantou do chão, beijou ela desesperadamente, girando e fazendo ela cair de costas na cama. Rasgou com desespero a calcinha que ela ainda usava, que estava encharcada com os sucos dela. Se acomodou entre as pernas dela e, num movimento só, sem pensar duas vezes, a penetrou.
Os dois gritaram ao mesmo tempo. Aquela ereção grossa sendo abraçada pela buceta quente e molhada dela fez Nick perder o controle de novo, levando ele a meter sem piedade, entrando e saindo rápido e forte. Ela balançava a cabeça de um lado pro outro, ele olhou pra ela, o cabelo espalhado no travesseiro, ela mordia os lábios pra abafar alguns gemidos e fechava os olhos, apertava eles, parecia se perder no próprio prazer. As mãos dela se agarravam com força nos lençóis da cama, tentando segurar o orgasmo só mais um pouco, só mais um pouco, ela não queria que aquele momento acabasse.
Mas era quase impossível. Nick martelava cada vez mais forte, sem piedade, se movendo como um animal selvagem e empurrando ela cada vez mais pro esquecimento, pro mundo do prazer. Então, mais algumas estocadas foram a perdição dela. Ela sentiu o pau de Nick ficar impossivelmente mais duro e então ele a penetrou mais forte, chegando até o fundo, com o que ela explodiu num orgasmo sonoro, luzes coloridas brilharam dentro dos olhos dela e seu corpo começou a ter espasmos muito fortes, que chegaram até o membro do Nick, através das contrações da buceta dela, que o abraçavam com força.
Um instante depois, mesmo enquanto ela vibrava com o orgasmo, Nick gozou dentro dela, fazendo-a subir na última crista do prazer e agitando a respiração dos dois até o limite.
Quando o mundo parou de tremer para os dois, ela pensou que era o fim, mas Nick ainda não tinha terminado, então ela se surpreendeu ao vê-lo deslizar para baixo, chegando até a virilha dela. Nick abriu as pernas dela com cuidado e afundou o rosto naquele espaço.
Um arrepio percorreu o corpo inteiro dela quando sentiu a respiração de Nick tão perto da buceta, e ela deu um pequeno sobressalto ao sentir a língua dele percorrer todos os seus lábios macios, devagar, parando e fazendo círculos apertados no clitóris endurecido.
Ela não demorou para ficar a mil de novo, a boca daquele homem era maravilhosa, não só beijava como os deuses, com só o movimento e o roçar na sua feminilidade já a estava levando perigosamente ao orgasmo de novo. Então, quando ela achava que não podia melhorar, ele usou os dedos e começou a brincar com eles, a penetrou com um, depois com outro, chegando a meter três juntos e movê-los em círculos.
De repente ela gritou — Ah!... pelo amor de Deus! — Nick sorriu e olhou para ela, tinha encontrado a cutie de ouro, tinha encontrado o ponto G dentro da buceta com os dedos e não ia perder a oportunidade de usar aquela arma, então continuou movendo a língua com maestria e sem tirar a atenção um só instante do botãozinho delicado dela, empurrou-a para o abismo do prazer, com os dedos, movendo-os e pressionando com ritmo aquele espaço de prazer.
Ela empurrava sem pensar. as caderas dela em direção ao rosto do Nick, ela amava o que ele estava fazendo, nenhum homem com quem ela tinha estado a levara àquele estado de êxtase, ela estava curtindo como nunca, aqueles dedos faziam maravilhas dentro dela. Depois de mais alguns movimentos, ela gozou de novo — Isso!... Ai, Deus, isso... isso... isso!! — e deu seus fluidos para o Nick, que sem pensar lambeu e saboreou tudo. Ele não parou de chupar, ajudando ela a prolongar o orgasmo.
Quando os tremores passaram, Nick beijou os lábios da garota, compartilhando com ela o próprio gosto. Depois pediu que ela ficasse de joelhos, ele se ajeitou atrás dela e a empurrou suavemente para frente, até que a bunda dela ficasse na altura certa. Nick tocou, acariciou e beijou aquela posição que a deixava tão exposta e dava a ele uma visão incrível.
Então ele se posicionou atrás dela, pegou o próprio pau com uma mão e o guiou até a entrada dela, ela gemeu quando ele começou a brincar, roçando e movendo o pênis ao redor e nas bordas da buceta dela, mas sem penetrar, até que ela empurrou os quadris para trás, o que ele entendeu e então deslizou para dentro dela.
Dessa vez ele foi devagar, sentindo cada milímetro daquela abertura apertada, deixando ela sentir todo o comprimento e dureza dentro dela. Eles gemiam e gritavam, suavam e se moviam em sincronia, quando ele começou a entrar e sair dela rapidamente.
A cada movimento ele ganhava mais velocidade e força, o que os fez viajar juntos até o vale do prazer, quando os fluidos deles se misturaram e ele gozou dentro dela. Fechando os olhos com força. E se deixando cair na cama.
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A luz do sol bateu nos olhos dela, então ela teve que abri-los mesmo sem querer acordar ainda, olhou o relógio e soube que era sábado, porque o despertador não tinha tocado apesar de já serem 9 da manhã. Então sentiu um frio percorrendo o corpo e percebeu Ela estava nua. Lembrou do que tinha acontecido na noite anterior e sorriu. Virou o corpo devagar, mas não encontrou aquele homem maravilhoso. No lugar, só tinha um bilhete e uma rosa.
Ela pegou a rosa e cheirou, o aroma era delicioso, depois olhou o bilhete.
“Foi maravilhoso terminar juntos, você sabe onde me encontrar, sempre estarei disponível para você.
P.S. Me faz um favor, quer? Não feche mais as persianas.”
Então ela sorriu ao ler as últimas palavras e olhou para a janela, lá estava ele, como todos os dias atrás dos binóculos. Então acenou para cumprimentá-lo.
Depois se levantou, pegou um marcador e a tampa de uma caixa, escreveu uma mensagem e mostrou pra ele.
“Você sabe a hora. Seja pontual.”
E Nick só sorriu do outro lado da rua.
Esta é uma história de minha autoria, me baseei na música Persiana Americana do Soda Stereo... espero que gostem 😉
Por: Mitch FregosoA porta se abriu e aquela mulher apareceu de novo, entrou e jogou a bolsa e as chaves na mesa do centro da sala. Parecia cansada, o trabalho daquele dia tinha deixado ela mais que exausta. Vestia um terno cinza, que marcava muito bem as curvas dela, o paletó com lapela larga estava fechado por dois botões que faziam ele fechar bem debaixo do busto, deixando a blusa branca e justa que usava por baixo modelar ainda melhor o par de peitos redondos e durinhos.
Abaixo da cintura, uma saia justa nos quadris não deixava nada pra imaginação, começava marcando as curvas desde o umbigo até as pernas torneadas, incluindo no pacote uma bunda de dar inveja, o comprimento daquela peça era meio exagerado pra qualquer homem que olhasse pra ela, até abaixo do joelho, algo que a fazia parecer ainda mais tentadora e proibida.
Ela andou até a cozinha, o som dos saltos ecoava por todo o apartamento, de 5 a 8 centímetros de altura tinham aqueles sapatos, mas ela não precisava deles, mesmo sem eles, aquela mulher devia medir perto de 1,70, dando a ela um porte de modelo.
Durante o caminho até a mesa, ela levou as mãos até os botões do paletó e os desabotoou, tirou ele devagar e deixou cuidadosamente sobre uma das cadeiras da sala de jantar, arrumou o cabelo cacheado, comprido e castanho. Abriu a porta da geladeira e se abaixou pra procurar alguma coisa dentro dela, deixando à vista de qualquer um aquelas nádegas apertadas pela saia.
Parecia não encontrar nada do agrado dela dentro daquele eletrodoméstico, porque se mexia de um lado pro outro e balançava aquela bunda com uma facilidade danada. Uns dois minutos depois, ela se levantou e pegou devagar uma garrafa de iogurte sabor morango.
Assim que terminou a janta, abriu o armário e tirou dele uma taça e uma garrafa de vinho, pegou elas e andou até o quarto, serviu uma taça de vinho e tomou de um gole só, depois serviu mais uma e deixou elas sobre o criado-mudo que ficava ao lado da cama. cama. Ligou a televisão e depois o ventilador que estava a alguns passos da cama dela.
Arrumou cuidadosamente os lençóis brancos e se preparou pra deitar, tirou os sapatos dos pés e começou a desabotoar a blusa, um botão de cada vez, parecia não ter pressa, parecia estar curtindo. De repente, chegou perto do ventilador e parou na frente dele, o vento que ele fazia fez o tecido da blusa voar pros lados, deixando ver o sutiã branco de renda que ela usava por baixo.
Ao mesmo tempo que a blusa se mexia, o cabelo dela também ondulava suave e sedoso, ela fechou os olhos e pareceu aproveitar aquela brisa refrescante. Tirou a blusa por completo e largou ela. Passou as mãos e desabotoou o botão da saia, abaixou o zíper e num piscar de olhos, a peça tava no chão, deixando ela só de calcinha branca de renda combinando com o sutiã.
Andou até a cama, se deitou, deu um gole de vinho e olhou um segundo pra televisão. Parecia procurar um canal legal, um sorriso apareceu no rosto dela quando largou o controle remoto do aparelho e levou uma das mãos até o peito, começou a acariciar por cima do sutiã em círculos, apertando eles devagar, alternou as carícias e os movimentos em um e outro peito.
Depois, a outra mão foi parar na boca dela, enfiou lentamente o dedo indicador e chupou ele devagar, depois levou pra baixo da calcinha e começou a mexer direto no clitóris, fechou os olhos com força e se concentrou no próprio prazer.
A mão nos peitos apertava e acariciava com mais força, o dedo se esfregava mais rápido e o movimento da cintura não demorou. Tava muito concentrada naquilo. De repente, abriu os olhos e percebeu que a persiana do quarto tava aberta, então levantou, andou até elas e fechou. Voltando pra cama com um sorriso nos lábios.
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Nick Amaldiçoou baixinho ao ver que aquela garota, de novo, fechava as persianas antes de gozar, impedindo que ele terminasse o trabalho daquela noite. Virou a cabeça e olhou para a grossa ereção que segurava entre as mãos.
Caminhou até o banheiro e se preparou para fazer o que fazia toda noite: se masturbar ali, sozinho naquele apartamento de solteiro que alugara anos atrás e que não tinha nada de bom. Pensava em largá-lo, até que, de repente, percebeu que uma mulher gostosa era agora sua vizinha.
Já estava observando ela há umas duas semanas. Todo dia, pegava seus binóculos e esperava pacientemente ela chegar do trabalho. Por sorte, ela parecia ter um turno mais longo que o dele, então ele tinha o tempo perfeito para chegar e esperar por ela.
Amava cada curva daquele corpo, e mesmo que só tivesse conseguido olhar para ela através daquela janela, e que as persianas do apartamento dela ainda escondessem muita coisa, deixavam à vista o essencial para deixá-lo duro pra caralho.
Embora soubesse que nunca ia chegar perto dela, se contentava em admirá-la em cada movimento, noite após noite. Nas primeiras vezes, ela parecia fazer o que todo mundo faz ao chegar em casa: ir dormir. Mas umas duas noites atrás, Nick quase morreu de susto ao notar que ela se aproximava e olhava com mais atenção pela janela na direção do apartamento dele. O coração quase parou só com a possibilidade de ser descoberto por aquela garota. Ia se meter numa baita encrenca se ela percebesse que ele a espiava. Mas respirou aliviado quando ela parou de olhar pela janela e se deitou de novo.
Mas, dessa vez, ela não fez o mesmo de sempre: não assistiu TV e depois de um tempo dormiu, não. Agora ela estava se tocando. Os olhos de Nick se arregalaram igual a pratos quando ela começou a se masturbar, fazendo movimentos tão sexys, as mãos dela tão macias, e Nick desejava com todas as forças que ela terminasse. Mas, como nesta noite, a garota Depois de alguns minutos, ela fechava as persianas, deixando Nick noite após noite duro e cheio de tesão.
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O relógio marcou 10 da noite e Nick se apressou pra entrar no apartamento dele, fechou a porta rápido e pegou, num movimento só, os seus queridos binóculos. Depois, caminhou, quase correu até a janela, enquanto soltava da boca uma série de xingamentos contra o chefe que tinha obrigado ele a ficar até mais tarde no trabalho.
Nick sabia que ela chegava em casa todo dia às dez em ponto, nunca tinha falhado nenhuma vez e, pelo visto, aquela noite não era exceção. Quando finalmente conseguiu focar, percebeu que ela já estava deitada na cama, tomando uma taça de vinho. Chamou a atenção dele que aquela mulher não olhava pra TV, mas diretamente pra janela dele.
Ela começou a se tocar de novo, as mãos dela percorriam os peitos dela e, depois de chupar os dedos, deslizou eles devagar por baixo da calcinha. Nick quase agradeceu que ela tivesse começado o trabalho diário dela só agora, então ele levou as mãos pra dentro da calça e se ajudou, massageando o pau que já tava doendo de tão excitado que ele ficava só de olhar pra ela.
As carícias dela foram ficando cada vez mais intensas, Nick quase implorava baixinho pra ela não parar, a ereção doía de tão dura que tava. De repente, ela parou de novo, mas dessa vez não levantou da cama. Então Nick observou ela com atenção, ela pegou o telefone na mesa de cabeceira e discou uns números, colocou o fone no ouvido e Nick quase morreu de susto quando ouviu o telefone tocar no apartamento dele.
O coração dele batia forte, quase sentia ele saindo do peito. Será que era possível? Ela realmente tinha ligado pra ele. Ele olhou por um minuto pro telefone que não parava de tocar e ficou congelado por uns instantes. Caminhou devagar até o aparelho, atendeu e levou até o ouvido. A voz dele era um fio, as palavras se afogavam na garganta, engulo seco e falo devagar.
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O próximo passo do Nick era caminhar por aquela rua escura, atravessou a avenida e entrou no prédio em frente ao apartamento dele. As pernas tremiam, as mãos suavam e a boca estava seca. Será que ele tava mesmo indo pra casa dela? A voz daquela mulher pareceu ainda mais gostosa do que ele jamais imaginou.
As palavras dela não saíam da cabeça dele – Vem e acaba comigo – ela disse quase num sussurro, ele não perdeu tempo e saiu voando de casa, quando se deu conta já tava parado na porta dela e tinha tocado a campainha. Não tinha volta, não devia ter, não queria que tivesse.
Aí ele viu ela, era ela, aquela mina que ele tava espiando e desejando mais que tudo no mundo tava parada na frente dele com todo o esplendor dela, ele olhou ela de cima a baixo, era ainda mais gostosa pessoalmente, reparou em detalhes que a distância não deixava ver, como aqueles olhos castanhos e os cílios grandes que emolduravam eles. Além do sorriso bonito que ela tinha e que agora tava tão perto dele.
A mina pegou ele pelo braço e fez ele entrar, fechando a porta atrás dela. Olhou fixo pra ele e sorriu. Ela ainda tava só de calcinha e sutiã.
– Achei que você não ia vir hoje – ela disse devagar, enquanto se aproximava do Nick
– Como é? – Nick engoliu seco quando ouviu aquelas palavras, então ela sabia que ele tava olhando? Desde quando?
– Cê acha que eu não percebi – ela sorriu – sei que toda noite você me olha da sua janela e fica excitado pensando em mim – ela passou os braços em volta do pescoço dele.
– Você – Nick quase gaguejava – você sabia que eu tava te observando?
– Aham – Ela concordou com a cabeça e apertou o corpo dela ainda mais contra o do Nick – Você é ainda mais bonito do que eu imaginava.
– Valeu – Nick só conseguiu soltar essa palavra
Aí ela beijou ele, mas não foi doce, nem romântico, aquele beijo tava carregado de tesão. Desesperado, Nick abriu caminho na boca dela do mesmo jeito, enfiou a língua e enroscou na da parceira, e começaram uma luta como se fosse de vida ou morte.
Sem pensar duas vezes, ela levou as mãos até a calça de Nick, tateando por ali a grossa ereção que ele mantinha presa debaixo daquele pano, então começou a massagear devagar, não tinha pressa, ia aproveitar aquele cara que noite após noite fazia ela gozar só de imaginar que ele a observava com tanto cuidado e atenção.
Sim, é verdade que sentiu medo no começo, mas no fundo agradecia por ter decidido falar com ele, porque ele era um homem de verdade, aqueles olhos cor de chocolate e os cachos faziam ele parecer tão gostoso, além disso, ele estava beijando ela como os próprios deuses, queria devorar ela inteira, de verdade ele a desejava.
Nick deixou escapar uns gemidos e ela engolia tudo no beijo, de repente as mãos da garota procuraram desesperadamente o cinto dele, acharam e tiraram do caminho rapidinho, resolvido esse obstáculo, ela conseguiu enfiar a mão por dentro da calça e da cueca e agarrar o pau duro.
Nick quebrou o beijo quando sentiu o toque direto na ereção, e jogou a cabeça para trás, então ela tirou num movimento só a camiseta que ele vestia e incentivou ele a tirar a calça. Quando ele ficou só de cueca, ela observou, o torso musculoso bem definido, os braços fortes e aquele abdômen que parecia aguentar qualquer coisa. Ela mordeu o lábio ao encontrar o olhar dele com a ereção que se erguia por baixo da cueca, e fez Nick ficar vermelho.
Ela se jogou em cima dele e continuou com os beijos e as carícias, agora estavam em igualdade de condições, os dois só de roupa íntima, então sentir o contato de pele com pele quente e suada deixou o clima ainda mais quente.
De repente, Nick sentiu a parede fria nas costas, eles tinham se mexido e andado até Você vai cego até o quarto da mina, mas no caminho deu de cara com uma parede. Aí ela te deu um sorriso, desfez o beijo e foi passando a língua do seu pescoço até o peito, deixando um rastro de saliva e chupões de tão forte que te possuía. Nick tava mais que excitado, cada vez que ela beijava e acariciava a grossa ereção dele, dava um pulo de prazer.
Ela não parou a boca e foi descendo devagar até ficar de joelhos, com o pau do Nick na cara. Ela beijou e acariciou por cima do tecido da cueca, o que fez o Nick jogar a cabeça pra trás e soltar um gemido longo. — Vai, gata, pega ele — falou arrastando as palavras, num sussurro que quase não dava pra ouvir.
A mina levantou o olhar e sentiu uma pontada na buceta ao ver a cara de tesão do Nick. Então brincou um pouco com o elástico da cueca, deixando o Nick ainda mais louco. Num piscar de olhos, ela puxou aquele intruso pra baixo e a ereção dele saltou altiva e arrogante, bem na cara dela. O gemido de alívio do Nick ecoou pelo quarto inteiro, e aí ele sentiu ela tocando, parecia que tava examinando e reconhecendo o terreno. Devagar, acariciou primeiro a ponta, o que fez ele dar um pulo — qualquer carinho, por menor que fosse naquele estado, era intenso e mortal.
Então ela levou até a boca, a língua foi devagar, lambendo aos poucos, deixando aquele gosto agridoce e salgado invadir tudo. Colocou a mão na base do pau e foi se ajudando pra mover pra cima e pra baixo, fazendo ele entrar cada vez mais fundo na boca. Usou toda a saliva que conseguia pra fazer deslizar mais pra dentro, mas os movimentos eram dolorosamente lentos pro Nick, que tava desesperado.
O sofrimento do Nick fazia ele morder os lábios, tentando prolongar um pouco mais o prazer. Não queria gozar, ainda não. Ele queria pegar ela e terminar dentro dela. Aquela mulher estava tornando tudo cada vez mais difícil. Quando sentiu quase todo o pau dele naquela boca quente e molhada, ele se sentiu levitar, mas queria mais, queria tudo, queria foder a boca dela por completo. Então, aproveitou uma distração dela ao mexer as mãos e, com um movimento de quadril, fez com que ela engolisse tudo de uma vez. – Assim... toda inteira... come tudo, gostosa –.
Nick começou a mexer os quadris sem controle, já não sabia mais o que fazia, só buscava o próprio prazer, e aquela boca estava dando tudo pra ele. Meteu sem controle, com movimentos cada vez mais rápidos, e a garota recebia de bom grado, sentindo ele chegar até o fundo da garganta dela.
Um raio que atravessou o corpo de Nick fez ele perceber que estava prestes a gozar, então a pegou e a levantou do chão, beijou ela desesperadamente, girando e fazendo ela cair de costas na cama. Rasgou com desespero a calcinha que ela ainda usava, que estava encharcada com os sucos dela. Se acomodou entre as pernas dela e, num movimento só, sem pensar duas vezes, a penetrou.
Os dois gritaram ao mesmo tempo. Aquela ereção grossa sendo abraçada pela buceta quente e molhada dela fez Nick perder o controle de novo, levando ele a meter sem piedade, entrando e saindo rápido e forte. Ela balançava a cabeça de um lado pro outro, ele olhou pra ela, o cabelo espalhado no travesseiro, ela mordia os lábios pra abafar alguns gemidos e fechava os olhos, apertava eles, parecia se perder no próprio prazer. As mãos dela se agarravam com força nos lençóis da cama, tentando segurar o orgasmo só mais um pouco, só mais um pouco, ela não queria que aquele momento acabasse.
Mas era quase impossível. Nick martelava cada vez mais forte, sem piedade, se movendo como um animal selvagem e empurrando ela cada vez mais pro esquecimento, pro mundo do prazer. Então, mais algumas estocadas foram a perdição dela. Ela sentiu o pau de Nick ficar impossivelmente mais duro e então ele a penetrou mais forte, chegando até o fundo, com o que ela explodiu num orgasmo sonoro, luzes coloridas brilharam dentro dos olhos dela e seu corpo começou a ter espasmos muito fortes, que chegaram até o membro do Nick, através das contrações da buceta dela, que o abraçavam com força.
Um instante depois, mesmo enquanto ela vibrava com o orgasmo, Nick gozou dentro dela, fazendo-a subir na última crista do prazer e agitando a respiração dos dois até o limite.
Quando o mundo parou de tremer para os dois, ela pensou que era o fim, mas Nick ainda não tinha terminado, então ela se surpreendeu ao vê-lo deslizar para baixo, chegando até a virilha dela. Nick abriu as pernas dela com cuidado e afundou o rosto naquele espaço.
Um arrepio percorreu o corpo inteiro dela quando sentiu a respiração de Nick tão perto da buceta, e ela deu um pequeno sobressalto ao sentir a língua dele percorrer todos os seus lábios macios, devagar, parando e fazendo círculos apertados no clitóris endurecido.
Ela não demorou para ficar a mil de novo, a boca daquele homem era maravilhosa, não só beijava como os deuses, com só o movimento e o roçar na sua feminilidade já a estava levando perigosamente ao orgasmo de novo. Então, quando ela achava que não podia melhorar, ele usou os dedos e começou a brincar com eles, a penetrou com um, depois com outro, chegando a meter três juntos e movê-los em círculos.
De repente ela gritou — Ah!... pelo amor de Deus! — Nick sorriu e olhou para ela, tinha encontrado a cutie de ouro, tinha encontrado o ponto G dentro da buceta com os dedos e não ia perder a oportunidade de usar aquela arma, então continuou movendo a língua com maestria e sem tirar a atenção um só instante do botãozinho delicado dela, empurrou-a para o abismo do prazer, com os dedos, movendo-os e pressionando com ritmo aquele espaço de prazer.
Ela empurrava sem pensar. as caderas dela em direção ao rosto do Nick, ela amava o que ele estava fazendo, nenhum homem com quem ela tinha estado a levara àquele estado de êxtase, ela estava curtindo como nunca, aqueles dedos faziam maravilhas dentro dela. Depois de mais alguns movimentos, ela gozou de novo — Isso!... Ai, Deus, isso... isso... isso!! — e deu seus fluidos para o Nick, que sem pensar lambeu e saboreou tudo. Ele não parou de chupar, ajudando ela a prolongar o orgasmo.
Quando os tremores passaram, Nick beijou os lábios da garota, compartilhando com ela o próprio gosto. Depois pediu que ela ficasse de joelhos, ele se ajeitou atrás dela e a empurrou suavemente para frente, até que a bunda dela ficasse na altura certa. Nick tocou, acariciou e beijou aquela posição que a deixava tão exposta e dava a ele uma visão incrível.
Então ele se posicionou atrás dela, pegou o próprio pau com uma mão e o guiou até a entrada dela, ela gemeu quando ele começou a brincar, roçando e movendo o pênis ao redor e nas bordas da buceta dela, mas sem penetrar, até que ela empurrou os quadris para trás, o que ele entendeu e então deslizou para dentro dela.
Dessa vez ele foi devagar, sentindo cada milímetro daquela abertura apertada, deixando ela sentir todo o comprimento e dureza dentro dela. Eles gemiam e gritavam, suavam e se moviam em sincronia, quando ele começou a entrar e sair dela rapidamente.
A cada movimento ele ganhava mais velocidade e força, o que os fez viajar juntos até o vale do prazer, quando os fluidos deles se misturaram e ele gozou dentro dela. Fechando os olhos com força. E se deixando cair na cama.
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A luz do sol bateu nos olhos dela, então ela teve que abri-los mesmo sem querer acordar ainda, olhou o relógio e soube que era sábado, porque o despertador não tinha tocado apesar de já serem 9 da manhã. Então sentiu um frio percorrendo o corpo e percebeu Ela estava nua. Lembrou do que tinha acontecido na noite anterior e sorriu. Virou o corpo devagar, mas não encontrou aquele homem maravilhoso. No lugar, só tinha um bilhete e uma rosa.
Ela pegou a rosa e cheirou, o aroma era delicioso, depois olhou o bilhete.
“Foi maravilhoso terminar juntos, você sabe onde me encontrar, sempre estarei disponível para você.
P.S. Me faz um favor, quer? Não feche mais as persianas.”
Então ela sorriu ao ler as últimas palavras e olhou para a janela, lá estava ele, como todos os dias atrás dos binóculos. Então acenou para cumprimentá-lo.
Depois se levantou, pegou um marcador e a tampa de uma caixa, escreveu uma mensagem e mostrou pra ele.
“Você sabe a hora. Seja pontual.”
E Nick só sorriu do outro lado da rua.
Esta é uma história de minha autoria, me baseei na música Persiana Americana do Soda Stereo... espero que gostem 😉
9 comentários - Persiana Americana - O Vizinho Gostoso
Orale muy bueno linda
👍 👍