A história começa no dia em que completei 18 anos… Era o último dia da primavera de 1980.
Fazia muito calor, porque o verão tinha chegado mais cedo.
Nunca tinha tido uma relação sexual… Às vezes, quando minha vizinha Mónica vinha, eu ficava com vontade de comer ela, mas quando estava no trabalho e via o Cacho se banhando e via o pauzão dele, dava vontade de pegar e chupar toda aquela massa de nervos e carne, e depois ser penetrado por aquele pau maravilhoso.
Por isso, decidi fazer uma viagem sozinho e ver que decisão ia tomar sobre isso… eu gostava de mulheres e também de homens.
Mas nunca tive a oportunidade de conhecer o sexo… ou melhor, de transar com alguém.
Essa matéria estava pendente e eu precisava dar um jeito nela.
De algum jeito, teria que fazer isso…
Estava em casa sozinho, porque minha mãe e minhas irmãs tinham saído para fazer compras, por causa do Natal que estava chegando.
Nu na minha cama, ouvindo um pouco de música, ouço minha vizinha Mónica me chamando… coloco um short e saio para o quintal…
Ela tinha 32 anos e o marido estava viajando, ele estava na Marinha, destacado em Bahía Blanca.
Chego perto da cerca e ela me pergunta se eu podia ajudar a arrumar uns móveis…
Aceitei na hora… pulo a cerca e entro na casa dela…
Mónica era muito gostosa… meu desejo sexual de aprender com ela era meu sonho..
Ela sabia que eu nunca tinha transado com uma mulher… e depois de ter reorganizado uns móveis… ela me oferece algo fresco para beber… e eu respondo, água por favor… aí ela responde, serve você mesmo, tem uma jarra na geladeira.
Fui até a cozinha e peguei um copo, abri a geladeira e me servi um pouco de água…
Bebi tudo de um gole.
Estava saindo da cozinha e sinto ela me chamando do quarto… vou até lá, entro e vejo todo o corpo espetacular dela, pelado, jogado na cama, e ela com um sorriso me diz… vem, chega mais… faz tempo que estou sozinha… e preciso de um pouco de carinho…
Deitei ao lado dela e, pegando minha manos me beija na boca… depois, com as mãos, começa a acariciar meu corpo e, me beijando devagar, desliza para baixo… e, pegando meu pau entre as mãos, começa um boquete infernal, sinto como a boca dela está quente, como ela se delicia com meu pau que entra até a garganta dela e um jato de porra que sai do meu pau e ela engole como se fosse mel… a emoção que senti naquele momento foi algo maravilhoso, era meu primeiro contato sexual e fiquei estupefato.
Depois ela abriu as pernas e pediu pra eu meter, e eu meti, e senti que ela gozava muito com meu jeitinho suave de foder ela… depois ela virou e pediu pra eu meter no cu, esse era meu maior desejo e, sem querer, eu tinha tudo à minha disposição…
Gozei no cu dela umas duas vezes… ela estava feliz com os orgasmos dela e eu no céu… por ter fodido ela…
Depois de um tempo, voltei pra casa… e quando estava saindo, ela pediu pra eu voltar à noite…
E assim fiz…
Voltei pensando no que tinha acontecido à tarde, e meu pau começou a endurecer.
Bato na porta… só por precaução, e Mônica abre a porta… quando entrei, vi que ela não estava sozinha.
Lá estava Antoniette.
Outra vizinha, mas Antoniette tinha 20 anos… ela era loira, de olhos verdes e pele muito branca… uns peitinhos intactos, macios como pele de pêssego.
Ela estava com Mônica e eu não sabia por quê…
Tomamos uma cerveja… o calor era insuportável… o ventilador só mexia o ar quente…
Conversamos sobre não sei o quê e, num momento, Mônica nos convida a ir para o quarto…
Mônica se aproxima de Antoniette e começa a despir ela devagar… vejo o corpinho dela deslizar para a cama… ela estava um pouco envergonhada… depois Mônica se vira e começa a me despir e eu a ela…
Mônica se ajoelha ao lado da cama e rapidamente agarra meu pau e começa a chupar desesperadamente… com minhas mãos, puxo Antoniette para perto de mim e começo a beijar ela, primeiro na boca e depois desço até a buceta dela e Começo a lamber seus lábios… Mônica atrai Antoniette para perto do meu pau e ensina Antoniette a chupar… e as duas chupam meu pau até eu gozar na boca de Antoniette…
A gente continua se beijando e chupando… as carícias ficam mais profundas e, pra Antoniette não perder a virgindade, Mônica aconselha ela a fazer pela bunda e ela, ardendo de prazer, se entrega… cheia de tesão e depois de vários orgasmos, eu gozo na bunda dela… E Mônica me pede pra penetrar ela por dentro até eu gozar de novo dentro dela…
Exaustos os três… e depois de um café reparador, a gente se despede…
Nunca mais vi a Antoniette, nem a Mônica…
No dia 2 de janeiro, comecei a viagem…
Destino: Qualquer um.
Transporte: O que aparecer…
Peguei o ônibus até Retiro… e ia pensando pra onde ir e como…
Não era fácil decidir na hora, mas ia ter que me acostumar a fazer isso, já que seria meu jeito de sobreviver.
Quando desço em Retiro… começo a andar em direção ao porto…
Lá tem caminhões que vêm do interior, trazendo várias coisas pra embarcar.
Então eles vão ter que voltar pro lugar de origem e lá eu poderia encontrar alguém pra me levar.
Perguntei pra vários, mas todos eram perto, eu queria alguém de mais longe…
Tava nessa… quando um homem me pergunta se eu tava procurando carona.
Sim, obrigado, respondi… de onde o senhor é?
De Rio Gallegos, se quiser eu levo, de quebra me faz companhia, ele disse.
Aceitei, mas ficamos dois dias esperando a descarga do caminhão…
Raul era um homem forte, muito cascudo nesse trabalho, tinha 41 anos, devia ter 1,90m de altura, pele branca e cabelo ruivo, olhos azuis… mas meio desleixado no jeito de se vestir.
Muito educado no trato… bem gaúcho…
Tomamos chimarrão… conversamos um pouco de tudo pra ir nos conhecendo.
No outro dia, ele fez um churrasco pros quatro ou cinco motoristas que estavam na fila.
Todo mundo gente boa… Terceiro dia de madrugada, descarregaram o caminhão… e lá pelo meio da manhã a gente partiu, Raúl voltando e eu indo pra um mundo desconhecido pra mim.
Quando chegamos em Azul, já era quase noite e o Raúl me fala pra me preparar… porque a gente ia parar pra descansar no posto do km 302.
Ele estacionou no pátio do posto de gasolina.
Depois fomos até o bar e comemos alguma coisa, Raúl tomou um pouco de vinho e eu só refrigerante…
Depois de um bom tempo… fomos pro caminhão dormir…
Ele deitou na cama e eu me recostei nos bancos…
Ficamos conversando um tempão sobre várias coisas…
O mais interessante foi sobre as experiências sexuais de cada um…
Como tava calor, ele tinha tirado a calça… e no reflexo da luz pude perceber o tamanho do pau dele…
Era grosso mesmo, tipo uns 6 cm de diâmetro e uns 25 cm de comprimento.
Pelo reflexo da luz, dava pra ver a cabeça daquele pau brilhando…
Com medo dele ficar bravo, perguntei se podia tocar… depois de uns minutos de silêncio (achei que ele ia reclamar do pedido)… mas não… de boa, ele falou pra eu fazer o que mais gostasse.
Com a mão direita peguei aquela maravilha e senti como pulsava, como tava quente…
Aproximei minha boca dela e comecei a beijar… a respiração do Raúl ficava mais pesada a cada chupada que eu dava… passava a língua por todo o contorno e ele gemia cada vez mais.
Coloquei as bolas dele na boca e continuei chupando, senti como ele tava gostando, ele segurou minha cabeça com as mãos e enfiou o pau na minha boca… naquela hora, todo o leite dele desceu pela minha garganta, o jato foi muito forte e veio uma quantidade enorme, fiquei em êxtase com tanto leite.
Ele gozou e acabou, mas ainda tava quente, me propôs me comer e eu topei na hora.
Me virei de bruços, ele molhou meu cu com a língua, e devagar começou a me penetrar… senti uma dor imensa, mas o prazer foi profundo e a cada movimento dele, eu me contorcia e isso excitava o Raúl cada vez mais, até ele enfiar tudo, os 25 cm inteiros. Mais de trinta centímetros inteiros dentro da minha bunda. Que sensação gostosa.
Até que senti uma onda de porra explodindo dentro de mim e o gemido dele deu lugar ao silêncio…
Ficamos juntos por um bom tempo até o pau dele voltar ao tamanho normal.
Eu me sentia dolorido, mas com uma satisfação enorme do quanto tinha aproveitado.
Dormimos, ele me abraçando e apoiando o pau na minha bunda.
Pela madrugada, ele acordou e me pediu suavemente pra gente transar de novo, e eu topei na hora.
Eu tinha me apaixonado pelo Raúl e tudo que ele pedisse, eu ia fazer.
Levamos seis dias pra chegar em Rio Gallegos, foram seis dias maravilhosos.
Raúl me convidou pra ficar na casa dele o tempo que eu quisesse… Ele era casado com a Rosa, ela era filha de italianos, tinha 38 anos e dois filhos: Fernando, de 17, e Carla, de 16.
Carla era loira de olhos verdes, um corpão maravilhoso, dava vontade de comer ela.
Fernando era muito parecido com o pai, mas de pele branca mate, um gostoso que eu adoraria ter na cama.
Uma tarde em casa, ficamos só eu e a Carla…
Raúl, Rosa e Fernando tinham ido pra San Julián resolver uns documentos.
Eu estava na minha cama, lendo e ouvindo música.
De repente, a Carlita entrou… toda pelada e se meteu na minha cama. Começou a me beijar e, com as mãozinhas dela, agarrou meu pau. Depois de eu acariciar ela um pouco… ela colocou a boca no meu pau e começou a chupar. Eu virei um pouco e, com minha língua, comecei a chupar a buceta dela… rosadinha, tenra e virgem.
Até que, num momento ofegante e cheio de tesão, ela apoiou a buceta no meu pau e, com movimentos suaves, fez eu penetrar ela. Senti um tremor nela… pela dor de perder a virgindade. A gente estava quase gozando, e ela pediu pra tomar toda a porra, e eu aceitei o pedido dela… Vi como os olhinhos dela brilharam quando chupou toda a porra que tinha no meu pau…
Depois de um tempo em que ficamos em silêncio… ela foi embora e nunca mais tivemos outro encontro… Passaram-se alguns dias, todos bem tranquilos, em que dei uma volta pela cidade, comprei umas coisas..
Numa manhã chuvosa, eu estava no meu quarto, e de repente Rosa entrou. Ela não bateu na porta e me encontrou pelado na minha cama… ela trancou a porta com o ferrolho.. rapidamente se despiu e se jogou em cima de mim, sem dizer uma palavra.. praticamente me violentou.. O que eu mais gostava na Rosa era os peitos dela.. duros e com os bicos empinados.. me excitavam pra caralho os peitos dela.. acho que ela gozou umas quatro ou cinco vezes.. De repente, sem falar nada.. ela foi embora…
Por uns dias, tudo ficou calmo… a única coisa que passava pela minha cabeça era poder ver o Fernando me comendo…
Além disso, era o único da família que faltava.. e eu não queria ir embora sem dar uma trepada com ele..
Então, uma noite, enquanto da minha cama eu olhava o mar e ouvia música.. sinto que o Fernando (pra quem, em algumas conversas, insinuei sutilmente meus desejos) entrou no meu quarto muito excitado e, sem me perguntar nada, pegou o pau dele e colocou na minha boca…
Com muita vontade, chupei aquele pau.. que pau? Pauzão, era maior que o do Raúl… gozei pra caralho com o membro do Fer.. e depois ele me meteu, uma e mil vezes, até me encher de porra.. guardada há muito tempo.. Senti dor, prazer, amor.. tanta coisa.. numa noite só..
Na manhã seguinte, sem ninguém me ver.. fui embora……
Sabia que estava perdendo uns amigos maravilhosos, mas não podia ficar mais tempo ali.
Andando por uma estrada de cascalho que levava a Punta Arenas, chorava por tudo que gozei com o Raúl, com a Carla, com a Rosa e com o amor da minha vida, o Fernando.
Fazia muito calor, porque o verão tinha chegado mais cedo.
Nunca tinha tido uma relação sexual… Às vezes, quando minha vizinha Mónica vinha, eu ficava com vontade de comer ela, mas quando estava no trabalho e via o Cacho se banhando e via o pauzão dele, dava vontade de pegar e chupar toda aquela massa de nervos e carne, e depois ser penetrado por aquele pau maravilhoso.
Por isso, decidi fazer uma viagem sozinho e ver que decisão ia tomar sobre isso… eu gostava de mulheres e também de homens.
Mas nunca tive a oportunidade de conhecer o sexo… ou melhor, de transar com alguém.
Essa matéria estava pendente e eu precisava dar um jeito nela.
De algum jeito, teria que fazer isso…
Estava em casa sozinho, porque minha mãe e minhas irmãs tinham saído para fazer compras, por causa do Natal que estava chegando.
Nu na minha cama, ouvindo um pouco de música, ouço minha vizinha Mónica me chamando… coloco um short e saio para o quintal…
Ela tinha 32 anos e o marido estava viajando, ele estava na Marinha, destacado em Bahía Blanca.
Chego perto da cerca e ela me pergunta se eu podia ajudar a arrumar uns móveis…
Aceitei na hora… pulo a cerca e entro na casa dela…
Mónica era muito gostosa… meu desejo sexual de aprender com ela era meu sonho..
Ela sabia que eu nunca tinha transado com uma mulher… e depois de ter reorganizado uns móveis… ela me oferece algo fresco para beber… e eu respondo, água por favor… aí ela responde, serve você mesmo, tem uma jarra na geladeira.
Fui até a cozinha e peguei um copo, abri a geladeira e me servi um pouco de água…
Bebi tudo de um gole.
Estava saindo da cozinha e sinto ela me chamando do quarto… vou até lá, entro e vejo todo o corpo espetacular dela, pelado, jogado na cama, e ela com um sorriso me diz… vem, chega mais… faz tempo que estou sozinha… e preciso de um pouco de carinho…
Deitei ao lado dela e, pegando minha manos me beija na boca… depois, com as mãos, começa a acariciar meu corpo e, me beijando devagar, desliza para baixo… e, pegando meu pau entre as mãos, começa um boquete infernal, sinto como a boca dela está quente, como ela se delicia com meu pau que entra até a garganta dela e um jato de porra que sai do meu pau e ela engole como se fosse mel… a emoção que senti naquele momento foi algo maravilhoso, era meu primeiro contato sexual e fiquei estupefato.
Depois ela abriu as pernas e pediu pra eu meter, e eu meti, e senti que ela gozava muito com meu jeitinho suave de foder ela… depois ela virou e pediu pra eu meter no cu, esse era meu maior desejo e, sem querer, eu tinha tudo à minha disposição…
Gozei no cu dela umas duas vezes… ela estava feliz com os orgasmos dela e eu no céu… por ter fodido ela…
Depois de um tempo, voltei pra casa… e quando estava saindo, ela pediu pra eu voltar à noite…
E assim fiz…
Voltei pensando no que tinha acontecido à tarde, e meu pau começou a endurecer.
Bato na porta… só por precaução, e Mônica abre a porta… quando entrei, vi que ela não estava sozinha.
Lá estava Antoniette.
Outra vizinha, mas Antoniette tinha 20 anos… ela era loira, de olhos verdes e pele muito branca… uns peitinhos intactos, macios como pele de pêssego.
Ela estava com Mônica e eu não sabia por quê…
Tomamos uma cerveja… o calor era insuportável… o ventilador só mexia o ar quente…
Conversamos sobre não sei o quê e, num momento, Mônica nos convida a ir para o quarto…
Mônica se aproxima de Antoniette e começa a despir ela devagar… vejo o corpinho dela deslizar para a cama… ela estava um pouco envergonhada… depois Mônica se vira e começa a me despir e eu a ela…
Mônica se ajoelha ao lado da cama e rapidamente agarra meu pau e começa a chupar desesperadamente… com minhas mãos, puxo Antoniette para perto de mim e começo a beijar ela, primeiro na boca e depois desço até a buceta dela e Começo a lamber seus lábios… Mônica atrai Antoniette para perto do meu pau e ensina Antoniette a chupar… e as duas chupam meu pau até eu gozar na boca de Antoniette…
A gente continua se beijando e chupando… as carícias ficam mais profundas e, pra Antoniette não perder a virgindade, Mônica aconselha ela a fazer pela bunda e ela, ardendo de prazer, se entrega… cheia de tesão e depois de vários orgasmos, eu gozo na bunda dela… E Mônica me pede pra penetrar ela por dentro até eu gozar de novo dentro dela…
Exaustos os três… e depois de um café reparador, a gente se despede…
Nunca mais vi a Antoniette, nem a Mônica…
No dia 2 de janeiro, comecei a viagem…
Destino: Qualquer um.
Transporte: O que aparecer…
Peguei o ônibus até Retiro… e ia pensando pra onde ir e como…
Não era fácil decidir na hora, mas ia ter que me acostumar a fazer isso, já que seria meu jeito de sobreviver.
Quando desço em Retiro… começo a andar em direção ao porto…
Lá tem caminhões que vêm do interior, trazendo várias coisas pra embarcar.
Então eles vão ter que voltar pro lugar de origem e lá eu poderia encontrar alguém pra me levar.
Perguntei pra vários, mas todos eram perto, eu queria alguém de mais longe…
Tava nessa… quando um homem me pergunta se eu tava procurando carona.
Sim, obrigado, respondi… de onde o senhor é?
De Rio Gallegos, se quiser eu levo, de quebra me faz companhia, ele disse.
Aceitei, mas ficamos dois dias esperando a descarga do caminhão…
Raul era um homem forte, muito cascudo nesse trabalho, tinha 41 anos, devia ter 1,90m de altura, pele branca e cabelo ruivo, olhos azuis… mas meio desleixado no jeito de se vestir.
Muito educado no trato… bem gaúcho…
Tomamos chimarrão… conversamos um pouco de tudo pra ir nos conhecendo.
No outro dia, ele fez um churrasco pros quatro ou cinco motoristas que estavam na fila.
Todo mundo gente boa… Terceiro dia de madrugada, descarregaram o caminhão… e lá pelo meio da manhã a gente partiu, Raúl voltando e eu indo pra um mundo desconhecido pra mim.
Quando chegamos em Azul, já era quase noite e o Raúl me fala pra me preparar… porque a gente ia parar pra descansar no posto do km 302.
Ele estacionou no pátio do posto de gasolina.
Depois fomos até o bar e comemos alguma coisa, Raúl tomou um pouco de vinho e eu só refrigerante…
Depois de um bom tempo… fomos pro caminhão dormir…
Ele deitou na cama e eu me recostei nos bancos…
Ficamos conversando um tempão sobre várias coisas…
O mais interessante foi sobre as experiências sexuais de cada um…
Como tava calor, ele tinha tirado a calça… e no reflexo da luz pude perceber o tamanho do pau dele…
Era grosso mesmo, tipo uns 6 cm de diâmetro e uns 25 cm de comprimento.
Pelo reflexo da luz, dava pra ver a cabeça daquele pau brilhando…
Com medo dele ficar bravo, perguntei se podia tocar… depois de uns minutos de silêncio (achei que ele ia reclamar do pedido)… mas não… de boa, ele falou pra eu fazer o que mais gostasse.
Com a mão direita peguei aquela maravilha e senti como pulsava, como tava quente…
Aproximei minha boca dela e comecei a beijar… a respiração do Raúl ficava mais pesada a cada chupada que eu dava… passava a língua por todo o contorno e ele gemia cada vez mais.
Coloquei as bolas dele na boca e continuei chupando, senti como ele tava gostando, ele segurou minha cabeça com as mãos e enfiou o pau na minha boca… naquela hora, todo o leite dele desceu pela minha garganta, o jato foi muito forte e veio uma quantidade enorme, fiquei em êxtase com tanto leite.
Ele gozou e acabou, mas ainda tava quente, me propôs me comer e eu topei na hora.
Me virei de bruços, ele molhou meu cu com a língua, e devagar começou a me penetrar… senti uma dor imensa, mas o prazer foi profundo e a cada movimento dele, eu me contorcia e isso excitava o Raúl cada vez mais, até ele enfiar tudo, os 25 cm inteiros. Mais de trinta centímetros inteiros dentro da minha bunda. Que sensação gostosa.
Até que senti uma onda de porra explodindo dentro de mim e o gemido dele deu lugar ao silêncio…
Ficamos juntos por um bom tempo até o pau dele voltar ao tamanho normal.
Eu me sentia dolorido, mas com uma satisfação enorme do quanto tinha aproveitado.
Dormimos, ele me abraçando e apoiando o pau na minha bunda.
Pela madrugada, ele acordou e me pediu suavemente pra gente transar de novo, e eu topei na hora.
Eu tinha me apaixonado pelo Raúl e tudo que ele pedisse, eu ia fazer.
Levamos seis dias pra chegar em Rio Gallegos, foram seis dias maravilhosos.
Raúl me convidou pra ficar na casa dele o tempo que eu quisesse… Ele era casado com a Rosa, ela era filha de italianos, tinha 38 anos e dois filhos: Fernando, de 17, e Carla, de 16.
Carla era loira de olhos verdes, um corpão maravilhoso, dava vontade de comer ela.
Fernando era muito parecido com o pai, mas de pele branca mate, um gostoso que eu adoraria ter na cama.
Uma tarde em casa, ficamos só eu e a Carla…
Raúl, Rosa e Fernando tinham ido pra San Julián resolver uns documentos.
Eu estava na minha cama, lendo e ouvindo música.
De repente, a Carlita entrou… toda pelada e se meteu na minha cama. Começou a me beijar e, com as mãozinhas dela, agarrou meu pau. Depois de eu acariciar ela um pouco… ela colocou a boca no meu pau e começou a chupar. Eu virei um pouco e, com minha língua, comecei a chupar a buceta dela… rosadinha, tenra e virgem.
Até que, num momento ofegante e cheio de tesão, ela apoiou a buceta no meu pau e, com movimentos suaves, fez eu penetrar ela. Senti um tremor nela… pela dor de perder a virgindade. A gente estava quase gozando, e ela pediu pra tomar toda a porra, e eu aceitei o pedido dela… Vi como os olhinhos dela brilharam quando chupou toda a porra que tinha no meu pau…
Depois de um tempo em que ficamos em silêncio… ela foi embora e nunca mais tivemos outro encontro… Passaram-se alguns dias, todos bem tranquilos, em que dei uma volta pela cidade, comprei umas coisas..
Numa manhã chuvosa, eu estava no meu quarto, e de repente Rosa entrou. Ela não bateu na porta e me encontrou pelado na minha cama… ela trancou a porta com o ferrolho.. rapidamente se despiu e se jogou em cima de mim, sem dizer uma palavra.. praticamente me violentou.. O que eu mais gostava na Rosa era os peitos dela.. duros e com os bicos empinados.. me excitavam pra caralho os peitos dela.. acho que ela gozou umas quatro ou cinco vezes.. De repente, sem falar nada.. ela foi embora…
Por uns dias, tudo ficou calmo… a única coisa que passava pela minha cabeça era poder ver o Fernando me comendo…
Além disso, era o único da família que faltava.. e eu não queria ir embora sem dar uma trepada com ele..
Então, uma noite, enquanto da minha cama eu olhava o mar e ouvia música.. sinto que o Fernando (pra quem, em algumas conversas, insinuei sutilmente meus desejos) entrou no meu quarto muito excitado e, sem me perguntar nada, pegou o pau dele e colocou na minha boca…
Com muita vontade, chupei aquele pau.. que pau? Pauzão, era maior que o do Raúl… gozei pra caralho com o membro do Fer.. e depois ele me meteu, uma e mil vezes, até me encher de porra.. guardada há muito tempo.. Senti dor, prazer, amor.. tanta coisa.. numa noite só..
Na manhã seguinte, sem ninguém me ver.. fui embora……
Sabia que estava perdendo uns amigos maravilhosos, mas não podia ficar mais tempo ali.
Andando por uma estrada de cascalho que levava a Punta Arenas, chorava por tudo que gozei com o Raúl, com a Carla, com a Rosa e com o amor da minha vida, o Fernando.
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