Minha esposa fodida como nunca
Minha esposa Yessi e eu fomos a uma festa no centro da cidade, pensando em dar uma volta depois pelos bairros mais baixos pra poder exibir minha mulher e ver quanto homem desejava ela — era excitante. Então ela se vestiu super provocante, com uma minissaia de seda que moldava o corpo gostoso dela, achando que ia ser num salão do lugar, algo tranquilo. Mas tudo virou quando minha esposa me falou que a gente ia passar na casa dos nossos compadres, que também tinham sido convidados, então seria mais fácil achar o lugar. Eu pensando que o convite tinha sido dado pra minha esposa por alguma amiga, mas não — foram nossos compadres que convidaram a gente pra essa festa. Quando chegamos na casa dos compadres, falei pra minha esposa: "Com razão tão provocativa, cê deve querer que te coma de novo, hein, compadre?" Ela respondeu: "Como é que cê acha? Só me vesti assim porque pensei que a gente ia dar uma volta pelo centro, coisa que acertei..."
Nisso, no centro, meu compadre fala: "Estaciona aí" e eu virei pra todos os lados e não vi nenhum salão. Isso me estranhou. Saímos e caminhamos na esquina da rua e paramos bem na frente de uma casa, digamos, de ricos. Falei: "Compadre, certeza que é aqui?" "Claro, compadre, é aqui. Aqui mora Ricardo, é filho dos meus patrões." "Ôra, então vamos entrar."
Assim que entramos, tinha pouca gente e fomos recebidos por um jovem de uns 25 a 28 anos, meio careca. Dava pra ver que era um pouco metido, mas não era assim — ele é muito agradável. E como éramos poucos, a gente quase conversava todo mundo junto. Quando chegamos, eram 5 da tarde. Lá pelas 11 da noite, ficamos menos gente e se formaram 3 grupos de pessoas conversando. Entre nós estavam Ricardo, meus compadres e a gente. E aí começaram as brincadeiras e as sacanagens. Até aquele momento eu não tinha notado como Ricardo devorava minha mulher com o olhar — coisa que sempre agradou ela, ser desejada. Desde que a gente ficou meio viciado em sexo voyeur, contamos tudo um pro outro e quando tem... transa com outra pessoa nunca deixo ela sozinha, sempre tô presente, sempre com a condição de que se aceitarem que eu tô ali, podem comer ela, coisa que ninguém recusaria ao ver minha mulher assim com esse corpo que não é a melhor nem a pior, mas tem seu valor.
Depois da meia-noite, Ricardo convida minha esposa e minha comadre pra irem na cozinha preparar algum petisco pra todo mundo, que tinha umas coisas na geladeira. E como Ricardo é solteiro, a comida que serviu no jantar foi comprada por ele, e sobre o petisco ele disse que comprou umas coisas e que se quisessem, podiam preparar algo do jeito delas. Nisso, minha esposa e minha comadre vão pra cozinha. Depois de um tempo, minha comadre sai e comenta com Ricardo sobre uns molhos que não acharam, e Ricardo vai pra cozinha, enquanto minha comadre fica conversando com a gente. Umas 15 minutos depois, Ricardo e minha esposa Jessi saem rindo e conversando, já com o petisco pronto. Aí colocamos no centro da mesa e sentamos ao redor nos sofás da sala, que nessa altura só restavam meus compadres, nós e o Ricardo. Ricardo sentou bem na frente da minha esposa, que, pra ser sincero, não perdia detalhe das pernas dela e, com certeza, da calcinha fio dental que minha esposa deixava à mostra sem pudor. Lá pra 1 da manhã, meus compadres decidem ir embora, e a gente queria ir também, mas Ricardo nos segurou e disse pra ficarmos mais um pouco, que só tinha umas 12 cervejas. Meus compadres falaram: "Fiquem, compadre, a gente pega um táxi e amanhã a gente se vê." "Ok", respondi, e minha esposa se despediu deles. Voltamos a sentar na sala, só nós três, sem mais nem menos. Ricardo não aguentou e disse: "Na verdade, queria que vocês ficassem pra conversar a sós com vocês." "Vamos ver sobre o quê", comentei. Minha esposa, com as pernas um pouco abertas, e vendo como Ricardo não tirava o olho dali, já tava me deixando louco de tesão imaginando o que ele tava pensando.
Bom, a verdade é que quero te parabenizar, Berna, pelo que... Gostosa que é tua mulher, mas sem mais elogios, quero saber quanto vocês dois querem pra deixar eu comer tua mulher, porque já tô há um tempão vendo como ela é boa. Nós ficamos, acho, uns 5 minutos calados sem falar nada, e ele só olhava pra gente. Como não falávamos nada, Ricardo sentou do lado da minha esposa e, sem dizer nada, começou a acariciar as pernas dela. A gente se olhou, eu e minha esposa, e aí falamos: "Espera um pouquinho, nos deixa um momento a sós", e ele disse: "Ok".
Juntos de novo, minha esposa perguntou pro Ricardo por que ele queria comer ela tão na lata, e Ricardo comentou: "É que seu compadre Alfredo, sem querer, deixou o celular no trabalho, e nisso tocou. Eu ia atender quando vi na tela do celular uma foto de vocês dois transando. Então, no dia seguinte, falei com ele e ele me contou tudo, que já transou com você, mas sempre na frente do seu marido. Então, pra que tanto rodeio, vocês decidiram."
Bom, minha esposa me contou que, quando estavam preparando o tira-gosto, você, sem querer ou de propósito, deu uma roçada nela por trás, o que, segundo ela, a excitou. E desde então, ela deixou você ver as partes dela pra te esquentar. Combinamos o pagamento assim, só me deixa estar presente. Ele aceitou sem pensar duas vezes. Então, falei que ia no carro pegar a câmera fotográfica pra tirar umas fotos.
Saí pra pegar a câmera e fiquei fumando um cigarro, esperando eles se pegarem e se esquentarem de verdade. Levei uns 10 ou 15 minutos vendo o pessoal passar, porque, como falei, a casa fica bem no centro da cidade, então tem gente a toda hora. Aí resolvi entrar. E bem na porta de casa, tinha vários homens fumando e conversando. Quando abri a porta, ouvi de longe os caras comentando: "Olha que gostosa que ele tem aí dentro", e era a sala entrando. Já Ricardo e minha esposa estavam pelados, ela de joelhos chupando a rola do Ricardo, que tava estirado no sofá.
Depois de um tempo, ele disposto a comer ela do jeito que ele quis, e eu sabia bem o que ele queria fazer com minha esposa: era comer ela pelo cu. Depois de colocá-la de quatro, ele se preparou pra chupar a buceta e o cu dela, deixando bem babado. Depois de deixá-la assim, ele meteu na buceta, e ela deu uns gemidos de prazer, mas isso durou pouco, porque com um único empurrão e num descuido da minha esposa, ele enfiou tudo no cu dela.
Queen, quando sentiu a cabeça entrar, quis se afastar, mas Ricardo não deixou, dizendo: "Aonde você vai, puta? Se você deu o cu pro seu compadre Alfredo..." e ela quase gritou, mas disse: "Seu pau é maior, filho da puta."
Depois de um tempo comendo ela com força, que ela não parava de gritar, minha esposa sentiu dor até que aquele cu precioso dela se acostumou com aquele pau que tava bem enfiado. Duraram uns 30 minutos comendo assim de quatro, depois ele mudou de posição, mas ela já se enfiava sozinha. Com certeza quem viu quando entrei deve ter ficado colado na porta, porque minha esposa berrava como se estivessem matando ela, quase gritando: "Assim, Ricardo, arrebenta meu cu, mete todo esse pau que você tem, assim, me come com força, igual meu compadre me fode gostoso, continua assim, continua até encher meu cu de porra, adoro ser comida assim, me dá mais e mais." E nisso Ricardo fala: "Então você quer que eu arrebente seu cu na frente do seu marido, puta?" "Sim, assim, arrebenta, ele gosta que me comam assim pelo cu, delicioso." E nisso ele solta uma porrada de porra dentro, que quando tirou o pau, começou a jorrar porra do cu da minha velha. Depois de um tempo, ela fala pra ele: "Gostoso, você me comeu, filho da puta." "É verdade, já tava com vontade de comer alguém maior que eu e sabia que ia fazer você gritar igual uma cadela no cio. Então vai no banheiro e toma um banho, que vou te comer de novo por esse cu que eu amei..."
Essa história continua...
Minha esposa Yessi e eu fomos a uma festa no centro da cidade, pensando em dar uma volta depois pelos bairros mais baixos pra poder exibir minha mulher e ver quanto homem desejava ela — era excitante. Então ela se vestiu super provocante, com uma minissaia de seda que moldava o corpo gostoso dela, achando que ia ser num salão do lugar, algo tranquilo. Mas tudo virou quando minha esposa me falou que a gente ia passar na casa dos nossos compadres, que também tinham sido convidados, então seria mais fácil achar o lugar. Eu pensando que o convite tinha sido dado pra minha esposa por alguma amiga, mas não — foram nossos compadres que convidaram a gente pra essa festa. Quando chegamos na casa dos compadres, falei pra minha esposa: "Com razão tão provocativa, cê deve querer que te coma de novo, hein, compadre?" Ela respondeu: "Como é que cê acha? Só me vesti assim porque pensei que a gente ia dar uma volta pelo centro, coisa que acertei..."
Nisso, no centro, meu compadre fala: "Estaciona aí" e eu virei pra todos os lados e não vi nenhum salão. Isso me estranhou. Saímos e caminhamos na esquina da rua e paramos bem na frente de uma casa, digamos, de ricos. Falei: "Compadre, certeza que é aqui?" "Claro, compadre, é aqui. Aqui mora Ricardo, é filho dos meus patrões." "Ôra, então vamos entrar."
Assim que entramos, tinha pouca gente e fomos recebidos por um jovem de uns 25 a 28 anos, meio careca. Dava pra ver que era um pouco metido, mas não era assim — ele é muito agradável. E como éramos poucos, a gente quase conversava todo mundo junto. Quando chegamos, eram 5 da tarde. Lá pelas 11 da noite, ficamos menos gente e se formaram 3 grupos de pessoas conversando. Entre nós estavam Ricardo, meus compadres e a gente. E aí começaram as brincadeiras e as sacanagens. Até aquele momento eu não tinha notado como Ricardo devorava minha mulher com o olhar — coisa que sempre agradou ela, ser desejada. Desde que a gente ficou meio viciado em sexo voyeur, contamos tudo um pro outro e quando tem... transa com outra pessoa nunca deixo ela sozinha, sempre tô presente, sempre com a condição de que se aceitarem que eu tô ali, podem comer ela, coisa que ninguém recusaria ao ver minha mulher assim com esse corpo que não é a melhor nem a pior, mas tem seu valor.
Depois da meia-noite, Ricardo convida minha esposa e minha comadre pra irem na cozinha preparar algum petisco pra todo mundo, que tinha umas coisas na geladeira. E como Ricardo é solteiro, a comida que serviu no jantar foi comprada por ele, e sobre o petisco ele disse que comprou umas coisas e que se quisessem, podiam preparar algo do jeito delas. Nisso, minha esposa e minha comadre vão pra cozinha. Depois de um tempo, minha comadre sai e comenta com Ricardo sobre uns molhos que não acharam, e Ricardo vai pra cozinha, enquanto minha comadre fica conversando com a gente. Umas 15 minutos depois, Ricardo e minha esposa Jessi saem rindo e conversando, já com o petisco pronto. Aí colocamos no centro da mesa e sentamos ao redor nos sofás da sala, que nessa altura só restavam meus compadres, nós e o Ricardo. Ricardo sentou bem na frente da minha esposa, que, pra ser sincero, não perdia detalhe das pernas dela e, com certeza, da calcinha fio dental que minha esposa deixava à mostra sem pudor. Lá pra 1 da manhã, meus compadres decidem ir embora, e a gente queria ir também, mas Ricardo nos segurou e disse pra ficarmos mais um pouco, que só tinha umas 12 cervejas. Meus compadres falaram: "Fiquem, compadre, a gente pega um táxi e amanhã a gente se vê." "Ok", respondi, e minha esposa se despediu deles. Voltamos a sentar na sala, só nós três, sem mais nem menos. Ricardo não aguentou e disse: "Na verdade, queria que vocês ficassem pra conversar a sós com vocês." "Vamos ver sobre o quê", comentei. Minha esposa, com as pernas um pouco abertas, e vendo como Ricardo não tirava o olho dali, já tava me deixando louco de tesão imaginando o que ele tava pensando.
Bom, a verdade é que quero te parabenizar, Berna, pelo que... Gostosa que é tua mulher, mas sem mais elogios, quero saber quanto vocês dois querem pra deixar eu comer tua mulher, porque já tô há um tempão vendo como ela é boa. Nós ficamos, acho, uns 5 minutos calados sem falar nada, e ele só olhava pra gente. Como não falávamos nada, Ricardo sentou do lado da minha esposa e, sem dizer nada, começou a acariciar as pernas dela. A gente se olhou, eu e minha esposa, e aí falamos: "Espera um pouquinho, nos deixa um momento a sós", e ele disse: "Ok".
Juntos de novo, minha esposa perguntou pro Ricardo por que ele queria comer ela tão na lata, e Ricardo comentou: "É que seu compadre Alfredo, sem querer, deixou o celular no trabalho, e nisso tocou. Eu ia atender quando vi na tela do celular uma foto de vocês dois transando. Então, no dia seguinte, falei com ele e ele me contou tudo, que já transou com você, mas sempre na frente do seu marido. Então, pra que tanto rodeio, vocês decidiram."
Bom, minha esposa me contou que, quando estavam preparando o tira-gosto, você, sem querer ou de propósito, deu uma roçada nela por trás, o que, segundo ela, a excitou. E desde então, ela deixou você ver as partes dela pra te esquentar. Combinamos o pagamento assim, só me deixa estar presente. Ele aceitou sem pensar duas vezes. Então, falei que ia no carro pegar a câmera fotográfica pra tirar umas fotos.
Saí pra pegar a câmera e fiquei fumando um cigarro, esperando eles se pegarem e se esquentarem de verdade. Levei uns 10 ou 15 minutos vendo o pessoal passar, porque, como falei, a casa fica bem no centro da cidade, então tem gente a toda hora. Aí resolvi entrar. E bem na porta de casa, tinha vários homens fumando e conversando. Quando abri a porta, ouvi de longe os caras comentando: "Olha que gostosa que ele tem aí dentro", e era a sala entrando. Já Ricardo e minha esposa estavam pelados, ela de joelhos chupando a rola do Ricardo, que tava estirado no sofá.
Depois de um tempo, ele disposto a comer ela do jeito que ele quis, e eu sabia bem o que ele queria fazer com minha esposa: era comer ela pelo cu. Depois de colocá-la de quatro, ele se preparou pra chupar a buceta e o cu dela, deixando bem babado. Depois de deixá-la assim, ele meteu na buceta, e ela deu uns gemidos de prazer, mas isso durou pouco, porque com um único empurrão e num descuido da minha esposa, ele enfiou tudo no cu dela.
Queen, quando sentiu a cabeça entrar, quis se afastar, mas Ricardo não deixou, dizendo: "Aonde você vai, puta? Se você deu o cu pro seu compadre Alfredo..." e ela quase gritou, mas disse: "Seu pau é maior, filho da puta."
Depois de um tempo comendo ela com força, que ela não parava de gritar, minha esposa sentiu dor até que aquele cu precioso dela se acostumou com aquele pau que tava bem enfiado. Duraram uns 30 minutos comendo assim de quatro, depois ele mudou de posição, mas ela já se enfiava sozinha. Com certeza quem viu quando entrei deve ter ficado colado na porta, porque minha esposa berrava como se estivessem matando ela, quase gritando: "Assim, Ricardo, arrebenta meu cu, mete todo esse pau que você tem, assim, me come com força, igual meu compadre me fode gostoso, continua assim, continua até encher meu cu de porra, adoro ser comida assim, me dá mais e mais." E nisso Ricardo fala: "Então você quer que eu arrebente seu cu na frente do seu marido, puta?" "Sim, assim, arrebenta, ele gosta que me comam assim pelo cu, delicioso." E nisso ele solta uma porrada de porra dentro, que quando tirou o pau, começou a jorrar porra do cu da minha velha. Depois de um tempo, ela fala pra ele: "Gostoso, você me comeu, filho da puta." "É verdade, já tava com vontade de comer alguém maior que eu e sabia que ia fazer você gritar igual uma cadela no cio. Então vai no banheiro e toma um banho, que vou te comer de novo por esse cu que eu amei..."
Essa história continua...
1 comentários - Minha esposa fodida como nunca!!