De otro tiempo

Amante da literatura desde adolescente, já vi escritores bem velhos escrevendo sobre a decadência física, sobre a própria morte e outros estados de melancolia e agonia sobre o envelhecer.
Eu tento continuar na luta, sim, mas me caiu na sorte uma performance bem merda das mulheres que aparecem pra mim.

Sou velho, é verdade, e a sexualidade aos 70 não dá chance. Como na piada velha do asilo, ela teria tirado a calcinha se soubesse que ainda subia pra alguém.

Por isso conto essa experiência inacreditável das mulheres que, assim como eu, ainda lutam pela sua cota de prazer sem romantismo e sem esperança. Só sexo, mesmo que as imagens possam parecer meio desoladoras.

Outra coisa marcante dessa fase da minha vida é que essas mulheres, geralmente viúvas ou divorciadas em casos extremos, não têm a menor dúvida em deixar eu fotografá-las em poses bem obscenas. Não tem filhos, netos, parentes ou amigos que as façam pensar duas vezes quando eu registro a parada amorosa.

O que mais me chamou a atenção foi uma que se masturbou olhando a foto no meu Smartphone.

O esperma, acho que são poucas as que curtem na buceta. Pelo contrário, adoram engolir e, em alguns casos, as gotas como balas caídas de uma piñata quebrada, os dedos delas catam na pele pra mandar pra dentro.

Também lembro que uma me disse que, por sorte, tinha me encontrado porque queria sentir aquilo no cu dela.

Nada é por acaso, claro, e a arte delas de se masturbar fica sem controle ao ver a pica dura, porque a visão delas ultrapassa os limites.

Já tive umas que precisaram tomar betabloqueadores e me fizeram confundir um orgasmo, quando na verdade estavam tendo um treco.

Tudo isso parece uma merda e meio triste. Mas uma foda é uma foda. E ainda bem que a gente consegue meter numa pele macia.De otro tiempovida

1 comentários - De otro tiempo

sole280 +1
Lo suyo sencillamente espectacular y lo digo con honestidad y por su orgullo de macho....hasta que el cuerpo aguante hay que darle sin tabúes. El sexo es una fuente de placer hay que buscarlo por donde las circunstancias lo lleven a uno. Punto. No hay mejor ni peor época, es una experiencia personal, no se comparte con nadie, entonces no hay porqué equipararla con otros momentos de la vida de otros. Un abrazo