O leitor é a coisa mais importante que quem escreve tem. É por ele que isso acontece, se materializa e vive. Sem os leitores, isso nunca rolaria.
Se é fantasia ou realidade, isso, vocês decidem...
Aqui a primeira e a segunda parte do final dessa série.
1ª parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2458259/Primer-Relato-Mi-esposa-Josefina.html2ª parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2459864/Josefina-Segunda-parte.html
Quase ao amanhecer chegamos na casa de praia, podendo todos descansar dos nossos diferentes problemas, numa casa que era um luxo por todas as comodidades que tinha.
Carlos ficou dormindo até altas horas por causa do álcool, Juliana e eu levantamos no meio da manhã e Josefina dormiu igual ao Carlos até altas horas por causa da noite selvagem no bar.
Com a Juli aproveitamos a manhã e saímos pra caminhar um pouco pela praia que dava direto no nosso quintal e também pra comprar comida pro resto do dia. Quando voltamos, encontramos os vizinhos que estavam tomando sol nas espreguiçadeiras deles.
Ele se chamava Manuel, devia ter uns trinta e poucos anos, bem apessoado e com um físico de dar inveja, o que conquistou a Juliana, que quase o devorou com os olhos. Ela era Soledad, uma loira escultural que deixava ver uma bunda prodigiosa e saltada e um bronzeado de modelo.
Os dois se levantaram pra cumprimentar quando a gente se aproximou, tanto Manuel quanto Soledad muito simpáticos e relaxados, embora ela estivesse um pouco desconfortável porque, ao se levantar pra nos cumprimentar, fez isso com um braço sobre os peitos, tentando segurar a parte de cima do biquíni, já que estava desamarrado pra pegar um bronze mais uniforme. Isso por último revelou que a bunda linda dela vinha excelentemente acompanhada. Depois dos cumprimentos de praxe, convidamos eles pra jantar na noite seguinte.
Na tarde daquele dia, contamos pra Josefina e pro Carlos da nossa "descoberta" e, apesar da relutância do Carlos, decidimos convidá-los e tentar conquistá-los pra poder compartilhar uma reunião fantástica.
Na noite seguinte, Soledad e Manuel chegaram na hora, ele com uns bermudas e uma camiseta justa e ela com um vestido solto clássico de verão, que deixava adivinhar todo o corpo dela.
Conversamos e comemos, e ali descobrimos que ela era advogada numa empresa multinacional e ele tocava o negócio da família, então eles comentaram sobre o estresse e a carga. que tinham no trabalho e que aquelas férias eram um bálsamo mais que necessário, mas que infelizmente já estavam acabando.
Depois de comer e de alguns drinks gelados, convidamos eles pra piscina que ficava no fundo, com a desculpa de que ainda não tínhamos testado ela, e eles toparam na hora, falando que não tinham uma em casa e que achavam que era o jeito perfeito de terminar de curtir aquele relax. Aí a Juliana levou uma biquíni extra pra Soledad, mas nem eu nem o Carlos tínhamos sunga pro Manuel, e como ninguém tava afim de andar até o quarto dele (as duas casas eram enormes, pra ser sincero), ele acabou ficando de cueca mesmo, já que no fim das contas não era muito diferente da sunga normal dele.
Naquela piscina redonda, a gente se arrumou: o Manuel sentado de frente pra Soledad, a Juliana na direita dela e a Josefina na esquerda, com o Carlos entre a Josefina e a Soledad, e eu entre a Soledad e a Juliana. E enquanto a gente tava na água, a Soledad não parava de tocar nos próprios ombros e no pescoço, dando sinais claros de uma baita contratura.
Josefina – Solé, cê tá bem? Precisa de alguma coisa?
Soledad – Tô sim, obrigada, é que eu tô com uma dor no pescoço foda que não consigo tirar.
Jóse – Olha, o Fernando faz umas massagens sensacionais, ele até fez um curso de shiatsu por minha causa, já que antigamente eu tinha isso como algo crônico.
Sol – Deixa, não quero incomodar, vocês já foram tão atenciosos.
Fer – Deixa disso, não é incômodo nenhum. Se o Manuel não se importar, eu faço um pouco em você, e se não funcionar, é só falar.
Com um pouco de dúvida e vendo que o marido dela não reclamou, ela topou na hora. Pedi pra Sole sair um pouco da piscina e deitar de barriga pra baixo numa das espreguiçadeiras pra ficar mais confortável pra nós dois. O Carlos foi junto e se deitou na espreguiçadeira do lado.
Devagar, comecei as massagens, indo com calma e bem profundo desde a ponta do pescoço dela até a cintura, e voltando pela coluna até a base do pescoço. Ela começou a relaxar. aos poucos, fechando os olhos e soltando uns sons parecidos com gemidos bem suaves.
Josefina, por sua vez, explicava pra Manuel usando o pescoço da Juliana, na mesma posição que a gente já tava fora da piscina também, mas do lado oposto, a técnica da massagem, pra que no futuro ele pudesse fazer o mesmo com a mulher dele e com a desculpa de que a Juliana sofria do mesmo problema.
Devagar, o relaxamento da Soledad virou prazer e ela começou a abrir levemente as pernas, quase sem perceber. Meus dedos agora começaram a percorrer as pernas dela, indo dos calcanhares até o pescoço, passando de vez em quando pela parte interna das coxas e roçando de leve os lábios da buceta dela ao passar pelos quadris, sem esquecer o contorno das nádegas e a lateral dos peitos ao passar pelo tronco.
Juliana também gemia baixinho e mordia os lábios olhando pro Manuel, enquanto Josefina roçava disfarçadamente o contorno dos peitos da Juli, deixando o Manu excitado em poucos segundos. Ele tinha uma vista privilegiada do decote da Juliana, cujos peitos quase escapavam do sutiã.
Manuel já tava com uma ereção forte e grande, que as garotas percebiam e ele mal conseguia esconder com a sunga, que se afastava levemente do púbis pela pressão do volume, deixando entrever uma prévia daquela ferramenta.
Soledad já tinha sido levada aos poucos por nós até o êxtase máximo. As pernas dela abertas de vez, a respiração ofegante, a buceta molhada e quente, e o toque das minhas mãos nos peitos dela cada vez menos casual e mais óbvio, assim como a excitação dela, deixavam ela pronta pra tudo. Carlos tinha começado a acariciar o cabelo dela e agora descia as mãos direto pelo pescoço e pegava os peitos dela. Eu, que tinha me concentrado nas pernas dela, já não tocava só as coxas e me perdia entre as pernas dela, puxando devagar a calcinha fio dental e enfiando meu polegar entre aqueles lábios lindos da buceta dela. Sole começou a soltar suspiros mais intensos e, mordendo a boca vermelha e carnuda, deu o sinal claro da sua forte excitação. Esse foi o ok definitivo, e num movimento rápido, Carlos pegou suavemente o rosto dela, beijando-a profundamente. Soledad abriu as pernas de vez, me fazendo espaço, ao mesmo tempo em que deixava a cabeça cair suavemente e se deparava com a pica de Carlos na frente dela.
Ela hesitou por uma fração de segundo, abriu a boca e enfiou o quanto pôde daquela pica, puxou a cabeça deslizando os lábios até a ponta daquele glande e, depois de lamber, olhando nos olhos dele, começou a chupar devagar, mas sem parar, encarando ele e dando um sorriso cheio de perversão. Da minha parte, já estava de cabeça entre as pernas dela, lambendo o buraco do cu dela e toda a linha da buceta dela, pressionando com a ponta da língua, conseguindo separar aqueles lábios lindos, rosados e sem pelos.
Na nossa frente, o quadro era parecido: Juliana já tinha a pica de Manuel nas mãos enquanto passava a língua no peito dele, e ele beijava os peitos de Jóse, focando nos mamilos. Não demorou muito para Juliana se posicionar e devorar aquela pica que ela queria desde o primeiro momento, enquanto Jóse oferecia a buceta dela aberta de par em par para as delícias que Manuel fazia com a língua.
Ao olhar rapidamente na frente dele e cair por um momento na real, o quadro que viu foi impactante: a esposa dele estava de quatro, com os peitos pra fora, o biquíni só um pouco desviado, enquanto eu dava um sexo oral delicioso nela e também chupava a bunda dela, enquanto, ao mesmo tempo, olhando por cima do ombro o meu trabalho, ela não parava de lamber e chupar a pica de Carlos, que apertava os peitos dela, arrancando gemidos.
Nessa posição, Soledad, depois de alguns minutos, chegou a um orgasmo muito forte, se molhando toda, o que eu aproveitei para também lubrificar a bunda dela, onde já enfiava 2 dedos e ela cedia. rapidamente a um terceiro. Com esse trabalho feito, foi Carlos quem veio atrás dela e eu fiquei na frente.
Num movimento rápido de mãos, ela descobriu meu pau que estava aprisionado, prestes a estourar minha cueca. Ao sair, depois de observá-lo brevemente e acariciar minhas bolas, começou outra chupada dedicada e pausada no pau, mas dessa vez eu era o beneficiado.
Josefina e Juliana já tinham montado no Manuel, sendo a Juli quem cavalgava aquele pau enquanto Jóse, de joelhos, posicionava a pussy dela sobre a boca de Manuel, que com a língua enrolada simulava um pênis, no qual minha esposa começou um sobe e desce, conseguindo assim ser penetrada e curtindo o movimento circular que ele fazia nos lábios da pussy dela. Juliana, prestes a explodir por causa dos beijos com Jóse e pela firmeza daquela vara dura que não fraquejava, alguns movimentos a mais bastaram para que ela explodisse por completo, caindo sobre o corpo de Manuel e deixando o lugar para Josefina, que em poucos segundos já estava cavalgando ferozmente sobre ele, que dava tapas sonoros nas nádegas dela e a apertava contra a pélvis com muita força. A bombada foi cada vez mais acelerada e bestial, fazendo Josefina explodir num gemido forte e Manuel se esvaziar por completo dentro dela.
Nós, enquanto isso, continuávamos na nossa. A chupada da Sole era ainda melhor que as da Jóse e da Juli, o que me fazia entender o sortudo que era aquele homem, que jazia cansado entre nossas mulheres. Carlos, que já estava há um tempão dentro dela, curtindo aquela caverna, dando sinais de que ia gozar. Como toda uma slut profissional, ela tirou meu instrumento da boca e, enquanto continuava me masturbando, olhou por cima do ombro e disse para o Carlos:
“– Quero que você encha minha pussy com seu gozo, me enche até transbordar –.”
Carlos não se fez de rogado e, em poucas estocadas, acompanhado por um gemido sonoro, começou a encher aquela caverna, com longos e grandes jorros. de sêmen que saíam da buceta dela escorrendo pelo chão. Carlos se retirou e foi minha vez de provar aquela mulher, todo meu trabalho prévio serviu pra que, mal encostando a ponta do meu instrumento no buraco da bunda dela, ele mesmo fosse se introduzindo sem pressa mas sem pausa, e depois de deixar uns segundos pra se ajustar, começamos um vai e vem que aumentava o ritmo de forma constante.
Aquela bunda apertada e aqueles peitos de luxo eram exatamente como eu tinha imaginado, Soledad se mostrava como uma verdadeira puta de classe, o que surpreendeu até o marido dela, que já fora de combate olhava estupefato a cena montada pela esposa.
Soledad levou à boca a pica do Carlos, que já estava reanimando. Lambeu cada centímetro daquela pica, descobrindo os próprios sabores e também o gosto do sêmen do meu amigo, que tinha como ponto fraco o sexo oral.
Uns minutos bastaram pra ele ficar duro de novo, e segurando a cabeça da Sole, a prendeu contra o pau dele, deixando escapar o que restava de gozo na boca dela. Como toda a puta que era, ela só tratou de tomar até a última gota e deixar limpa e impecável aquela ferramenta.
Manuel, entre indignado e excitado, voltava a recuperar as forças e, enquanto Juliana dava um boquete delicioso deixando ele pronto, Josefina percebeu a situação.
— O que foi, lindo? — perguntou minha esposa.
— É que não consigo acreditar em tudo isso, ainda mais que ela tá dando a bunda pro seu marido, que pra mim é um lugar proibido.
Não precisou dizer mais nada pra Jóse entender, ela sabia que a forma de fazer ele explodir de novo era uma só. Se ajeitou de costas pro Manuel e, abrindo a raba com a ajuda da Juli, se deixou penetrar num movimento só por aquele pau grosso, soltando um gemidinho que logo virou prazer.
Manuel estava extasiado, quase frenético. Minha esposa também estava fora de si e, já tendo mudado de posição, agora cavalgava aquela pica furiosamente, dando de frente a buceta pra Juliana. que alternava entre ela e os ovos do Manuel, então o José não demorou muito pra chegar ao ápice e, se molhando todo, gozou em cima do corpo do Manuel, que também tava prestes a gozar. Foi aí que a Josefina se levantou e, junto com a Juli, começou um boquete que em poucos momentos fez o Manuel jorrar leite nos peitos dela, deixando ele totalmente fora de combate.
A Sole e eu estávamos no sétimo céu, aquela mulher tava curtindo como nunca, meus dedos massageando o clitóris dela e a outra mão acariciando os peitos faziam aquela cavalgada ser única pra ela, que já não só controlava o ritmo, mas não parava de gozar, mostrando que tava sentindo um prazer que nunca teve antes. Finalmente, não aguentei mais, todo aquele cenário montado e aquela bunda linda e apertada se encaixando perfeitamente no meu pau deram os resultados lógicos.
— Quero no meu booty, enche ele pela primeira vez — ela disse.
Com umas penetrações fortes e longas, acompanhadas de gemidos estrondosos dela, consegui me esvaziar por completo, vendo os fios de porra escorrendo pelo booty dela.
Quando saí, ela tratou de limpar minha ferramenta inteira, o que virou uma nova sessão de sexo oral que, em poucos minutos, me deixou vazio de novo, com só umas gotinhas nos peitos dela.
Aquela mulher sabia usar a boca perfeitamente pra fazer qualquer homem virar uma pilha de gemidos e espasmos de prazer. Depois de ter tirado até o último pingo, limpou o leite dos peitos dela com a ponta da língua, deixando eles perfeitos e brilhando.
A gente se arrumou e vestiu todo mundo, já bem exaustos. A Sole e o Manuel foram pra casa deles, e nós fomos tomar um banho revigorante que ia render uma noite de sono tranquilo, concedido por aquela dose magnífica de sexo grupal, da qual aqueles vizinhos eram grandes culpados.
Se você chegou até aqui, comenta, quer tenha gostado ou não. Com respeito e boa energia, tudo se aceita!
Se é fantasia ou realidade, isso, vocês decidem...
Aqui a primeira e a segunda parte do final dessa série.
1ª parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2458259/Primer-Relato-Mi-esposa-Josefina.html2ª parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2459864/Josefina-Segunda-parte.html
Quase ao amanhecer chegamos na casa de praia, podendo todos descansar dos nossos diferentes problemas, numa casa que era um luxo por todas as comodidades que tinha.Carlos ficou dormindo até altas horas por causa do álcool, Juliana e eu levantamos no meio da manhã e Josefina dormiu igual ao Carlos até altas horas por causa da noite selvagem no bar.
Com a Juli aproveitamos a manhã e saímos pra caminhar um pouco pela praia que dava direto no nosso quintal e também pra comprar comida pro resto do dia. Quando voltamos, encontramos os vizinhos que estavam tomando sol nas espreguiçadeiras deles.
Ele se chamava Manuel, devia ter uns trinta e poucos anos, bem apessoado e com um físico de dar inveja, o que conquistou a Juliana, que quase o devorou com os olhos. Ela era Soledad, uma loira escultural que deixava ver uma bunda prodigiosa e saltada e um bronzeado de modelo.
Os dois se levantaram pra cumprimentar quando a gente se aproximou, tanto Manuel quanto Soledad muito simpáticos e relaxados, embora ela estivesse um pouco desconfortável porque, ao se levantar pra nos cumprimentar, fez isso com um braço sobre os peitos, tentando segurar a parte de cima do biquíni, já que estava desamarrado pra pegar um bronze mais uniforme. Isso por último revelou que a bunda linda dela vinha excelentemente acompanhada. Depois dos cumprimentos de praxe, convidamos eles pra jantar na noite seguinte.
Na tarde daquele dia, contamos pra Josefina e pro Carlos da nossa "descoberta" e, apesar da relutância do Carlos, decidimos convidá-los e tentar conquistá-los pra poder compartilhar uma reunião fantástica.
Na noite seguinte, Soledad e Manuel chegaram na hora, ele com uns bermudas e uma camiseta justa e ela com um vestido solto clássico de verão, que deixava adivinhar todo o corpo dela.
Conversamos e comemos, e ali descobrimos que ela era advogada numa empresa multinacional e ele tocava o negócio da família, então eles comentaram sobre o estresse e a carga. que tinham no trabalho e que aquelas férias eram um bálsamo mais que necessário, mas que infelizmente já estavam acabando.
Depois de comer e de alguns drinks gelados, convidamos eles pra piscina que ficava no fundo, com a desculpa de que ainda não tínhamos testado ela, e eles toparam na hora, falando que não tinham uma em casa e que achavam que era o jeito perfeito de terminar de curtir aquele relax. Aí a Juliana levou uma biquíni extra pra Soledad, mas nem eu nem o Carlos tínhamos sunga pro Manuel, e como ninguém tava afim de andar até o quarto dele (as duas casas eram enormes, pra ser sincero), ele acabou ficando de cueca mesmo, já que no fim das contas não era muito diferente da sunga normal dele.
Naquela piscina redonda, a gente se arrumou: o Manuel sentado de frente pra Soledad, a Juliana na direita dela e a Josefina na esquerda, com o Carlos entre a Josefina e a Soledad, e eu entre a Soledad e a Juliana. E enquanto a gente tava na água, a Soledad não parava de tocar nos próprios ombros e no pescoço, dando sinais claros de uma baita contratura.
Josefina – Solé, cê tá bem? Precisa de alguma coisa?
Soledad – Tô sim, obrigada, é que eu tô com uma dor no pescoço foda que não consigo tirar.
Jóse – Olha, o Fernando faz umas massagens sensacionais, ele até fez um curso de shiatsu por minha causa, já que antigamente eu tinha isso como algo crônico.
Sol – Deixa, não quero incomodar, vocês já foram tão atenciosos.
Fer – Deixa disso, não é incômodo nenhum. Se o Manuel não se importar, eu faço um pouco em você, e se não funcionar, é só falar.
Com um pouco de dúvida e vendo que o marido dela não reclamou, ela topou na hora. Pedi pra Sole sair um pouco da piscina e deitar de barriga pra baixo numa das espreguiçadeiras pra ficar mais confortável pra nós dois. O Carlos foi junto e se deitou na espreguiçadeira do lado.
Devagar, comecei as massagens, indo com calma e bem profundo desde a ponta do pescoço dela até a cintura, e voltando pela coluna até a base do pescoço. Ela começou a relaxar. aos poucos, fechando os olhos e soltando uns sons parecidos com gemidos bem suaves.
Josefina, por sua vez, explicava pra Manuel usando o pescoço da Juliana, na mesma posição que a gente já tava fora da piscina também, mas do lado oposto, a técnica da massagem, pra que no futuro ele pudesse fazer o mesmo com a mulher dele e com a desculpa de que a Juliana sofria do mesmo problema.
Devagar, o relaxamento da Soledad virou prazer e ela começou a abrir levemente as pernas, quase sem perceber. Meus dedos agora começaram a percorrer as pernas dela, indo dos calcanhares até o pescoço, passando de vez em quando pela parte interna das coxas e roçando de leve os lábios da buceta dela ao passar pelos quadris, sem esquecer o contorno das nádegas e a lateral dos peitos ao passar pelo tronco.
Juliana também gemia baixinho e mordia os lábios olhando pro Manuel, enquanto Josefina roçava disfarçadamente o contorno dos peitos da Juli, deixando o Manu excitado em poucos segundos. Ele tinha uma vista privilegiada do decote da Juliana, cujos peitos quase escapavam do sutiã.
Manuel já tava com uma ereção forte e grande, que as garotas percebiam e ele mal conseguia esconder com a sunga, que se afastava levemente do púbis pela pressão do volume, deixando entrever uma prévia daquela ferramenta.
Soledad já tinha sido levada aos poucos por nós até o êxtase máximo. As pernas dela abertas de vez, a respiração ofegante, a buceta molhada e quente, e o toque das minhas mãos nos peitos dela cada vez menos casual e mais óbvio, assim como a excitação dela, deixavam ela pronta pra tudo. Carlos tinha começado a acariciar o cabelo dela e agora descia as mãos direto pelo pescoço e pegava os peitos dela. Eu, que tinha me concentrado nas pernas dela, já não tocava só as coxas e me perdia entre as pernas dela, puxando devagar a calcinha fio dental e enfiando meu polegar entre aqueles lábios lindos da buceta dela. Sole começou a soltar suspiros mais intensos e, mordendo a boca vermelha e carnuda, deu o sinal claro da sua forte excitação. Esse foi o ok definitivo, e num movimento rápido, Carlos pegou suavemente o rosto dela, beijando-a profundamente. Soledad abriu as pernas de vez, me fazendo espaço, ao mesmo tempo em que deixava a cabeça cair suavemente e se deparava com a pica de Carlos na frente dela.
Ela hesitou por uma fração de segundo, abriu a boca e enfiou o quanto pôde daquela pica, puxou a cabeça deslizando os lábios até a ponta daquele glande e, depois de lamber, olhando nos olhos dele, começou a chupar devagar, mas sem parar, encarando ele e dando um sorriso cheio de perversão. Da minha parte, já estava de cabeça entre as pernas dela, lambendo o buraco do cu dela e toda a linha da buceta dela, pressionando com a ponta da língua, conseguindo separar aqueles lábios lindos, rosados e sem pelos.
Na nossa frente, o quadro era parecido: Juliana já tinha a pica de Manuel nas mãos enquanto passava a língua no peito dele, e ele beijava os peitos de Jóse, focando nos mamilos. Não demorou muito para Juliana se posicionar e devorar aquela pica que ela queria desde o primeiro momento, enquanto Jóse oferecia a buceta dela aberta de par em par para as delícias que Manuel fazia com a língua.
Ao olhar rapidamente na frente dele e cair por um momento na real, o quadro que viu foi impactante: a esposa dele estava de quatro, com os peitos pra fora, o biquíni só um pouco desviado, enquanto eu dava um sexo oral delicioso nela e também chupava a bunda dela, enquanto, ao mesmo tempo, olhando por cima do ombro o meu trabalho, ela não parava de lamber e chupar a pica de Carlos, que apertava os peitos dela, arrancando gemidos.
Nessa posição, Soledad, depois de alguns minutos, chegou a um orgasmo muito forte, se molhando toda, o que eu aproveitei para também lubrificar a bunda dela, onde já enfiava 2 dedos e ela cedia. rapidamente a um terceiro. Com esse trabalho feito, foi Carlos quem veio atrás dela e eu fiquei na frente.
Num movimento rápido de mãos, ela descobriu meu pau que estava aprisionado, prestes a estourar minha cueca. Ao sair, depois de observá-lo brevemente e acariciar minhas bolas, começou outra chupada dedicada e pausada no pau, mas dessa vez eu era o beneficiado.
Josefina e Juliana já tinham montado no Manuel, sendo a Juli quem cavalgava aquele pau enquanto Jóse, de joelhos, posicionava a pussy dela sobre a boca de Manuel, que com a língua enrolada simulava um pênis, no qual minha esposa começou um sobe e desce, conseguindo assim ser penetrada e curtindo o movimento circular que ele fazia nos lábios da pussy dela. Juliana, prestes a explodir por causa dos beijos com Jóse e pela firmeza daquela vara dura que não fraquejava, alguns movimentos a mais bastaram para que ela explodisse por completo, caindo sobre o corpo de Manuel e deixando o lugar para Josefina, que em poucos segundos já estava cavalgando ferozmente sobre ele, que dava tapas sonoros nas nádegas dela e a apertava contra a pélvis com muita força. A bombada foi cada vez mais acelerada e bestial, fazendo Josefina explodir num gemido forte e Manuel se esvaziar por completo dentro dela.
Nós, enquanto isso, continuávamos na nossa. A chupada da Sole era ainda melhor que as da Jóse e da Juli, o que me fazia entender o sortudo que era aquele homem, que jazia cansado entre nossas mulheres. Carlos, que já estava há um tempão dentro dela, curtindo aquela caverna, dando sinais de que ia gozar. Como toda uma slut profissional, ela tirou meu instrumento da boca e, enquanto continuava me masturbando, olhou por cima do ombro e disse para o Carlos:
“– Quero que você encha minha pussy com seu gozo, me enche até transbordar –.”
Carlos não se fez de rogado e, em poucas estocadas, acompanhado por um gemido sonoro, começou a encher aquela caverna, com longos e grandes jorros. de sêmen que saíam da buceta dela escorrendo pelo chão. Carlos se retirou e foi minha vez de provar aquela mulher, todo meu trabalho prévio serviu pra que, mal encostando a ponta do meu instrumento no buraco da bunda dela, ele mesmo fosse se introduzindo sem pressa mas sem pausa, e depois de deixar uns segundos pra se ajustar, começamos um vai e vem que aumentava o ritmo de forma constante.
Aquela bunda apertada e aqueles peitos de luxo eram exatamente como eu tinha imaginado, Soledad se mostrava como uma verdadeira puta de classe, o que surpreendeu até o marido dela, que já fora de combate olhava estupefato a cena montada pela esposa.
Soledad levou à boca a pica do Carlos, que já estava reanimando. Lambeu cada centímetro daquela pica, descobrindo os próprios sabores e também o gosto do sêmen do meu amigo, que tinha como ponto fraco o sexo oral.
Uns minutos bastaram pra ele ficar duro de novo, e segurando a cabeça da Sole, a prendeu contra o pau dele, deixando escapar o que restava de gozo na boca dela. Como toda a puta que era, ela só tratou de tomar até a última gota e deixar limpa e impecável aquela ferramenta.
Manuel, entre indignado e excitado, voltava a recuperar as forças e, enquanto Juliana dava um boquete delicioso deixando ele pronto, Josefina percebeu a situação.
— O que foi, lindo? — perguntou minha esposa.
— É que não consigo acreditar em tudo isso, ainda mais que ela tá dando a bunda pro seu marido, que pra mim é um lugar proibido.
Não precisou dizer mais nada pra Jóse entender, ela sabia que a forma de fazer ele explodir de novo era uma só. Se ajeitou de costas pro Manuel e, abrindo a raba com a ajuda da Juli, se deixou penetrar num movimento só por aquele pau grosso, soltando um gemidinho que logo virou prazer.
Manuel estava extasiado, quase frenético. Minha esposa também estava fora de si e, já tendo mudado de posição, agora cavalgava aquela pica furiosamente, dando de frente a buceta pra Juliana. que alternava entre ela e os ovos do Manuel, então o José não demorou muito pra chegar ao ápice e, se molhando todo, gozou em cima do corpo do Manuel, que também tava prestes a gozar. Foi aí que a Josefina se levantou e, junto com a Juli, começou um boquete que em poucos momentos fez o Manuel jorrar leite nos peitos dela, deixando ele totalmente fora de combate.
A Sole e eu estávamos no sétimo céu, aquela mulher tava curtindo como nunca, meus dedos massageando o clitóris dela e a outra mão acariciando os peitos faziam aquela cavalgada ser única pra ela, que já não só controlava o ritmo, mas não parava de gozar, mostrando que tava sentindo um prazer que nunca teve antes. Finalmente, não aguentei mais, todo aquele cenário montado e aquela bunda linda e apertada se encaixando perfeitamente no meu pau deram os resultados lógicos.
— Quero no meu booty, enche ele pela primeira vez — ela disse.
Com umas penetrações fortes e longas, acompanhadas de gemidos estrondosos dela, consegui me esvaziar por completo, vendo os fios de porra escorrendo pelo booty dela.
Quando saí, ela tratou de limpar minha ferramenta inteira, o que virou uma nova sessão de sexo oral que, em poucos minutos, me deixou vazio de novo, com só umas gotinhas nos peitos dela.
Aquela mulher sabia usar a boca perfeitamente pra fazer qualquer homem virar uma pilha de gemidos e espasmos de prazer. Depois de ter tirado até o último pingo, limpou o leite dos peitos dela com a ponta da língua, deixando eles perfeitos e brilhando.
A gente se arrumou e vestiu todo mundo, já bem exaustos. A Sole e o Manuel foram pra casa deles, e nós fomos tomar um banho revigorante que ia render uma noite de sono tranquilo, concedido por aquela dose magnífica de sexo grupal, da qual aqueles vizinhos eram grandes culpados.
Se você chegou até aqui, comenta, quer tenha gostado ou não. Com respeito e boa energia, tudo se aceita!
4 comentários - Josefina: o último e terceiro conto
Desde ahora espero el próximo relato; te dejo mis últimos puntos +2