Crônicas de um incesto anunciadoVou tentar escrever uma série de capítulos onde conto minhas experiências reais.Nem preciso dizer que é incesto (gay).
Qualquer coisa, mensagem privada.
Esclarecimento: todos os personagens expostos nesta história são reais, maiores de idade e suas identidades foram modificadas.
Capítulo 3
A noite mais tarada de todas.Com meu irmão Cristian, a gente nunca ia admitir o que realmente estava rolando. Até que minha mãe quase nos pegou pelados na minha cama, aí entendemos que o que a gente fazia era mais do que só uns roçados de corpo pra dar prazer.
O bom é que o tesão só aparecia durante a noite, quando Cristian tirava a roupa na minha cama pra eu esfregar na bunda dele.
Fazer aquilo era arriscado pra caralho, podia ser que minha mãe nos pegasse de novo, ou pior ainda, meu irmão que dormia em cima no beliche.
Ele tava a meio metro da gente, mas com o Cristian a gente corria o risco do mesmo jeito e tirava a roupa pra se roçar um pouco.
De dia a gente quase não fazia nada, porque a situação já era por si só muito safada. A escuridão nos animava a continuar fazendo essas coisas.
Com a chegada do calor, a coisa complicava mais, minha mãe não aguentava ver meu irmão dormindo comigo, já que a gente sempre amanhecia suado.
Mas o medo do Cristian era mais forte que o calor. Mesmo assim, esse medo começava a ser uma desculpa pra ele vir pra minha cama.
Uma noite de muito calor, meu irmão Cristian, percebendo que o Gustavo tava completamente dormindo, abaixou a cueca até o calcanhar e ficou de bruços. Não precisava de palavras pra eu entender o que ele queria fazer.
Eu abaixei um pouco minha cueca e subi em cima dele. Como tava muito calor, a gente tava bem suado. Mas a excitação era mais forte que qualquer coisa.
Quando encostei meu pau na bunda dele, senti que o cu dele tava bem molhado. Descobri que era excitante fazer assim, porque meu pau deslizava na bunda quente e suada dele.
De repente, sinto meu pau roçar o cu dele, completamente molhado, macio e quente. Consegui sentir a cabeça do meu pau entrando no cu do meu irmão. Foi muito safado, e eu não sabia direito o que tava fazendo. Mas o prazer de sentir a cabeça do meu pau apertada pelo cu dele foi novo e muito mais gostoso.
Cristian não disse nada, e Continuei com meu pau dentro do cu dele, até sentir as cócegas, dessa vez mais intensas. Mas naquela idade ainda não saía esperma de mim. Só as cócegas fortes.
Dá pra dizer que aquela foi a noite mais tarada que passei com meu irmão Cristian, mas a verdade é que eu não tinha noção do que realmente tinha feito. Meter o pau no cu do meu irmão. Nem pensei no nojento e tarado que aquilo era.
Depois daquele orgasmo tão intenso, tirei meu pau, completamente molhado, sentia ele besuntado, mas não tava realmente consciente do porquê. Só me deixei levar pelo prazer e, quando acabou, levantei a cueca de novo pra dormir.
Depois daquela noite tão excitante de verão, quase toda semana a gente repetia o que rolou naquela noite.
Cristian nunca me falou de sentir dor por eu meter meu pau no cu dele, provavelmente porque o cu dele tava molhado pelo calor da noite.
Ou porque, ao penetrar ele, eu só enfiava a cabeça do meu pau.
Meu irmão queria saber como era a sensação, sabia que eu tava curtindo muito. Por isso ele insistiu pra fazer comigo.
Uma noite, eu tava disposto a ensinar pro meu irmão os prazeres que eu sentia ao penetrar ele, então decidi ficar de bruços, deixando o Cristian subir em cima de mim em silêncio. Ele tentou colocar a cabeça no meu cu, mas naquela noite não tava tão quente. Minha bunda tava seca e a cabeça dele não conseguia me penetrar. Ele insistiu muito, mas doía pra caralho. Finalmente ele desistiu e deixou eu penetrar ele.
O cu dele sempre tava bem molhado e quente, isso facilitava minha penetração.
Naquele momento, entendi que com um pouco de lubrificação, Cristian poderia me penetrar pra finalmente entender os prazeres que eu sentia.
Qualquer coisa, mensagem privada.
Esclarecimento: todos os personagens expostos nesta história são reais, maiores de idade e suas identidades foram modificadas.
Capítulo 3
A noite mais tarada de todas.Com meu irmão Cristian, a gente nunca ia admitir o que realmente estava rolando. Até que minha mãe quase nos pegou pelados na minha cama, aí entendemos que o que a gente fazia era mais do que só uns roçados de corpo pra dar prazer.
O bom é que o tesão só aparecia durante a noite, quando Cristian tirava a roupa na minha cama pra eu esfregar na bunda dele.
Fazer aquilo era arriscado pra caralho, podia ser que minha mãe nos pegasse de novo, ou pior ainda, meu irmão que dormia em cima no beliche.
Ele tava a meio metro da gente, mas com o Cristian a gente corria o risco do mesmo jeito e tirava a roupa pra se roçar um pouco.
De dia a gente quase não fazia nada, porque a situação já era por si só muito safada. A escuridão nos animava a continuar fazendo essas coisas.
Com a chegada do calor, a coisa complicava mais, minha mãe não aguentava ver meu irmão dormindo comigo, já que a gente sempre amanhecia suado.
Mas o medo do Cristian era mais forte que o calor. Mesmo assim, esse medo começava a ser uma desculpa pra ele vir pra minha cama.
Uma noite de muito calor, meu irmão Cristian, percebendo que o Gustavo tava completamente dormindo, abaixou a cueca até o calcanhar e ficou de bruços. Não precisava de palavras pra eu entender o que ele queria fazer.
Eu abaixei um pouco minha cueca e subi em cima dele. Como tava muito calor, a gente tava bem suado. Mas a excitação era mais forte que qualquer coisa.
Quando encostei meu pau na bunda dele, senti que o cu dele tava bem molhado. Descobri que era excitante fazer assim, porque meu pau deslizava na bunda quente e suada dele.
De repente, sinto meu pau roçar o cu dele, completamente molhado, macio e quente. Consegui sentir a cabeça do meu pau entrando no cu do meu irmão. Foi muito safado, e eu não sabia direito o que tava fazendo. Mas o prazer de sentir a cabeça do meu pau apertada pelo cu dele foi novo e muito mais gostoso.
Cristian não disse nada, e Continuei com meu pau dentro do cu dele, até sentir as cócegas, dessa vez mais intensas. Mas naquela idade ainda não saía esperma de mim. Só as cócegas fortes.
Dá pra dizer que aquela foi a noite mais tarada que passei com meu irmão Cristian, mas a verdade é que eu não tinha noção do que realmente tinha feito. Meter o pau no cu do meu irmão. Nem pensei no nojento e tarado que aquilo era.
Depois daquele orgasmo tão intenso, tirei meu pau, completamente molhado, sentia ele besuntado, mas não tava realmente consciente do porquê. Só me deixei levar pelo prazer e, quando acabou, levantei a cueca de novo pra dormir.
Depois daquela noite tão excitante de verão, quase toda semana a gente repetia o que rolou naquela noite.
Cristian nunca me falou de sentir dor por eu meter meu pau no cu dele, provavelmente porque o cu dele tava molhado pelo calor da noite.
Ou porque, ao penetrar ele, eu só enfiava a cabeça do meu pau.
Meu irmão queria saber como era a sensação, sabia que eu tava curtindo muito. Por isso ele insistiu pra fazer comigo.
Uma noite, eu tava disposto a ensinar pro meu irmão os prazeres que eu sentia ao penetrar ele, então decidi ficar de bruços, deixando o Cristian subir em cima de mim em silêncio. Ele tentou colocar a cabeça no meu cu, mas naquela noite não tava tão quente. Minha bunda tava seca e a cabeça dele não conseguia me penetrar. Ele insistiu muito, mas doía pra caralho. Finalmente ele desistiu e deixou eu penetrar ele.
O cu dele sempre tava bem molhado e quente, isso facilitava minha penetração.
Naquele momento, entendi que com um pouco de lubrificação, Cristian poderia me penetrar pra finalmente entender os prazeres que eu sentia.
2 comentários - Transando com meu irmão (Parte 3)