Não sei se estou no meu juízo perfeito, mas tenho uma relação carnal com minha tia (IRMÃ DO MEU PAI). Repito, não sei se é verdade ou não...
Ela é uma mulher de corpo muito gostoso, peitos e bunda bem colocados, e eu nada de especial, um homem normal com seu negócio nem tão grande, pra que mentir? Também tem a língua e os dedos.
Acho que tudo começou quando, por causa do trabalho, tive que ir morar com ela. Ela tem uma filha já maior de idade, mas sem parceiro. Toda vez que eu a via pela casa, ela me excitava. Ela se conserva muito bem pra idade dela, 36 anos, tem peitos grandes e uma bunda muito linda. Com o tempo, descobri que ela tinha um parceiro com quem saciava a vontade de sexo, e eu já com 40 anos também. Então, toda vez que ele ficava em casa, eu podia ouvir alguns gemidos dela. Passavam mil coisas pela minha cabeça, como ir ver o que faziam e tal, mas nunca fiz. Claro, me excitava e eu recorria a ela... a boa masturbação... enquanto ouvia os gemidos dela.
Sempre vi minha tia como isso... tia... mas os dias foram passando e minha imaginação corria a mil. Como a casa era dela, ela andava como queria, com pijamas transparentes e coisas assim, ou andando de biquíni, o que me deixava a mil. Certa ocasião, fomos convidados para uma festa de família, que foi muito boa, mas chegou a hora de dormir e começaram a distribuir o pessoal pelas casas. Pra resumir, minha tia ficou num quarto sozinha, numa cama de solteiro, e eu sem nada. Entre risadas e conversa, ela sugeriu a possibilidade de dividirmos a cama. Depois de alguns minutos, aceitei. Até aí tudo bem. Fiquei mais alguns minutos com primos, tios, etc., tomando algo, e depois decidimos ir pra cama.
Depois de ir ao banheiro me lavar e tudo mais, segui pro quarto. Minha cabeça já não cabia mais pensamentos sexuais com minha tia. Cheguei no quarto e ela estava deitada sobre as cobertas, com roupa. Perguntei o que havia, ela disse que nada, só que estava com um pouco de calor por causa da estação. Era... Verão e o quarto não tinha muita ventilação. Depois de um tempo de conversa sobre as festas e outros assuntos, ela decidiu dormir. Depois de alguns minutos, me pediu pra acender a luz porque queria ir ao banheiro. Foi e voltou, eu ainda de roupa. Ela me disse que só ia dormir de calcinha e regata, já que não tinha pijama. Eu não falei nada, só fiquei lá deitado vendo ela tirar a roupa. Aí sim, minha tesão subiu mais. Feito isso, minha tia se deitou e perguntou se eu estava desconfortável. Falei que não, mas a verdade era outra: eu tava era louco de tesão com ela do lado. Depois de algumas conversas, comecei a sentir calor, tanto pelo clima quanto pela minha excitação. Não aguentava mais. A verdade é que falei pra ela que ia tirar a calça, e ela respondeu que não seria a primeira vez que me veria de cueca. Tirei a calça e minha ereção tava na cara, então me enfiei na cama bem rápido. Seguimos conversando sobre coisas do dia a dia e só.
Uns minutos depois, ela começou a puxar o cobertor pra trás por causa do calor, o que me dava uma vista muito boa dela. O ruim é que também dava pra ver meu pau duro como pedra. Entre as viradas na cama, ela acabou roçando no meu pau, o que fez ela rir e perguntar o que tava rolando comigo... Eu, vermelho de vergonha, falei que não era nada e só me virei. Surgiu uma conversa meio quente, mas nada além, até que ela decidiu dormir. Mas eu, nada. Sentia o corpo dela do lado e ficava ainda mais excitado.
Comecei então a tocar a mão dela, como quem insinua pra ela me tocar, mas ela acordou e perguntou o que tava acontecendo. Tentei falar, mas ela foi mais rápida e me perguntou se eu tava com tesão. Respondi que sim, e ela falou: "Vai no banheiro e bate uma, porque eu não vou fazer isso". Aí ela jogou toda a história de família e tal. Mas com o tempo, comecei a acariciar as costas dela, beijar, passar a mão na perna dela e tudo mais. Ela, aos poucos, foi passando a mão no meu pau, e eu, feliz da vida, até que ela tirou ele da cueca de vez e começou a me masturbar até eu gozar. Nessa altura, eu já tava brincando com os peitos e o clitóris dela, tentando excitá-la. Ela começou a descer devagar até chegar no meu pau e começou um boquete gostoso pra caralho. Enquanto isso, eu acariciava ela e falava baixinho que queria meter, mas ela continuava chupando. Depois de um tempo, ela tirou a calcinha, deixando a bucetinha dela de fora, o que me deixou ainda mais excitado. Daí ela perguntou se eu queria que ela subisse, e eu aceitei na hora... Ela começou a enfiar meu pau na buceta bem devagar, e depois já estava cavalgando que nem uma amazona. Depois de um tempo, entre beijos e carícias, eu já não aguentava mais e falei que ia gozar. Ela começou um vai e vem sensacional, que nos levou ao ápice.
Depois de uns beijos e carícias, ela foi pro banheiro e ficou lá um tempão. Quando voltou, começou a chorar pra caramba, dizendo que a culpa era toda dela... Eu, na real, tava adorando, mas a culpa não passava. Depois de um tempo, ela pediu pra eu me vestir e voltarmos a dormir na cama, como se nada tivesse acontecido.
No dia seguinte, era hora de voltar pra casa. Ela mal falava comigo, tava com vergonha do que rolou. Quando chegamos em casa, conversamos sobre o assunto e combinamos que nunca mais ia rolar nada... Mas dois dias depois, a gente tava na mesma: sozinhos em casa, ela no chuveiro e eu entrando. Ela pediu pra eu sair, mas eu não aceitei, abracei ela e pedi pra gente tomar banho junto. Ela topou.
Depois de alguns minutos, ela tava chupando meu pau que nem uma louca de novo, e a gente acabou transando na cama dela. E assim continua até hoje. Quando o namorado dela vem, eu só escuto os gemidos dela enquanto ele come ela. Às vezes, ela deixa a porta meio aberta pra eu ver ele metendo nela. Já tive que bater umas punhetas vendo aquilo várias vezes.
Até hoje, nossa relação continua e já experimentamos de tudo no sexo. Não sei quanto tempo vai durar, mas a gente se diverte. O único medo que a gente tem é que a filha dela nos pegue no flagra — aí sim, ia dar a maior merda... E se for tudo um sonho?
Já não sei mais o que fazer, o que pensar...
Ela é uma mulher de corpo muito gostoso, peitos e bunda bem colocados, e eu nada de especial, um homem normal com seu negócio nem tão grande, pra que mentir? Também tem a língua e os dedos.
Acho que tudo começou quando, por causa do trabalho, tive que ir morar com ela. Ela tem uma filha já maior de idade, mas sem parceiro. Toda vez que eu a via pela casa, ela me excitava. Ela se conserva muito bem pra idade dela, 36 anos, tem peitos grandes e uma bunda muito linda. Com o tempo, descobri que ela tinha um parceiro com quem saciava a vontade de sexo, e eu já com 40 anos também. Então, toda vez que ele ficava em casa, eu podia ouvir alguns gemidos dela. Passavam mil coisas pela minha cabeça, como ir ver o que faziam e tal, mas nunca fiz. Claro, me excitava e eu recorria a ela... a boa masturbação... enquanto ouvia os gemidos dela.
Sempre vi minha tia como isso... tia... mas os dias foram passando e minha imaginação corria a mil. Como a casa era dela, ela andava como queria, com pijamas transparentes e coisas assim, ou andando de biquíni, o que me deixava a mil. Certa ocasião, fomos convidados para uma festa de família, que foi muito boa, mas chegou a hora de dormir e começaram a distribuir o pessoal pelas casas. Pra resumir, minha tia ficou num quarto sozinha, numa cama de solteiro, e eu sem nada. Entre risadas e conversa, ela sugeriu a possibilidade de dividirmos a cama. Depois de alguns minutos, aceitei. Até aí tudo bem. Fiquei mais alguns minutos com primos, tios, etc., tomando algo, e depois decidimos ir pra cama.
Depois de ir ao banheiro me lavar e tudo mais, segui pro quarto. Minha cabeça já não cabia mais pensamentos sexuais com minha tia. Cheguei no quarto e ela estava deitada sobre as cobertas, com roupa. Perguntei o que havia, ela disse que nada, só que estava com um pouco de calor por causa da estação. Era... Verão e o quarto não tinha muita ventilação. Depois de um tempo de conversa sobre as festas e outros assuntos, ela decidiu dormir. Depois de alguns minutos, me pediu pra acender a luz porque queria ir ao banheiro. Foi e voltou, eu ainda de roupa. Ela me disse que só ia dormir de calcinha e regata, já que não tinha pijama. Eu não falei nada, só fiquei lá deitado vendo ela tirar a roupa. Aí sim, minha tesão subiu mais. Feito isso, minha tia se deitou e perguntou se eu estava desconfortável. Falei que não, mas a verdade era outra: eu tava era louco de tesão com ela do lado. Depois de algumas conversas, comecei a sentir calor, tanto pelo clima quanto pela minha excitação. Não aguentava mais. A verdade é que falei pra ela que ia tirar a calça, e ela respondeu que não seria a primeira vez que me veria de cueca. Tirei a calça e minha ereção tava na cara, então me enfiei na cama bem rápido. Seguimos conversando sobre coisas do dia a dia e só.
Uns minutos depois, ela começou a puxar o cobertor pra trás por causa do calor, o que me dava uma vista muito boa dela. O ruim é que também dava pra ver meu pau duro como pedra. Entre as viradas na cama, ela acabou roçando no meu pau, o que fez ela rir e perguntar o que tava rolando comigo... Eu, vermelho de vergonha, falei que não era nada e só me virei. Surgiu uma conversa meio quente, mas nada além, até que ela decidiu dormir. Mas eu, nada. Sentia o corpo dela do lado e ficava ainda mais excitado.
Comecei então a tocar a mão dela, como quem insinua pra ela me tocar, mas ela acordou e perguntou o que tava acontecendo. Tentei falar, mas ela foi mais rápida e me perguntou se eu tava com tesão. Respondi que sim, e ela falou: "Vai no banheiro e bate uma, porque eu não vou fazer isso". Aí ela jogou toda a história de família e tal. Mas com o tempo, comecei a acariciar as costas dela, beijar, passar a mão na perna dela e tudo mais. Ela, aos poucos, foi passando a mão no meu pau, e eu, feliz da vida, até que ela tirou ele da cueca de vez e começou a me masturbar até eu gozar. Nessa altura, eu já tava brincando com os peitos e o clitóris dela, tentando excitá-la. Ela começou a descer devagar até chegar no meu pau e começou um boquete gostoso pra caralho. Enquanto isso, eu acariciava ela e falava baixinho que queria meter, mas ela continuava chupando. Depois de um tempo, ela tirou a calcinha, deixando a bucetinha dela de fora, o que me deixou ainda mais excitado. Daí ela perguntou se eu queria que ela subisse, e eu aceitei na hora... Ela começou a enfiar meu pau na buceta bem devagar, e depois já estava cavalgando que nem uma amazona. Depois de um tempo, entre beijos e carícias, eu já não aguentava mais e falei que ia gozar. Ela começou um vai e vem sensacional, que nos levou ao ápice.
Depois de uns beijos e carícias, ela foi pro banheiro e ficou lá um tempão. Quando voltou, começou a chorar pra caramba, dizendo que a culpa era toda dela... Eu, na real, tava adorando, mas a culpa não passava. Depois de um tempo, ela pediu pra eu me vestir e voltarmos a dormir na cama, como se nada tivesse acontecido.
No dia seguinte, era hora de voltar pra casa. Ela mal falava comigo, tava com vergonha do que rolou. Quando chegamos em casa, conversamos sobre o assunto e combinamos que nunca mais ia rolar nada... Mas dois dias depois, a gente tava na mesma: sozinhos em casa, ela no chuveiro e eu entrando. Ela pediu pra eu sair, mas eu não aceitei, abracei ela e pedi pra gente tomar banho junto. Ela topou.
Depois de alguns minutos, ela tava chupando meu pau que nem uma louca de novo, e a gente acabou transando na cama dela. E assim continua até hoje. Quando o namorado dela vem, eu só escuto os gemidos dela enquanto ele come ela. Às vezes, ela deixa a porta meio aberta pra eu ver ele metendo nela. Já tive que bater umas punhetas vendo aquilo várias vezes.
Até hoje, nossa relação continua e já experimentamos de tudo no sexo. Não sei quanto tempo vai durar, mas a gente se diverte. O único medo que a gente tem é que a filha dela nos pegue no flagra — aí sim, ia dar a maior merda... E se for tudo um sonho?
Já não sei mais o que fazer, o que pensar...
2 comentários - Não sei o que tá rolando...