O que rolou comigo

Olá, meu nome é Carlos, tenho 29 anos. O que vou contar é 100% verdadeiro.
São minhas experiências sexuais pela internet.
Resolvi escrever porque acho que pode ajudar alguém indeciso e descrente sobre os benefícios da web.
Sou da Argentina, cidade de La Plata. Meu corpo não é atlético, sou magro, também não sou alto, e minhas amigas do chat dizem que não sou feio.
Devo dizer que sou uma pessoa muito sexual, com formação oriental (quando o assunto é sexo), já que, além do meu trabalho normal, passei a vida inteira estudando ciências ocultas, como Tarô, Parapsicologia, Mitologia Egípcia, entre outras coisas.
Sinto que a sexualidade deve ser livre, além do que podem te ensinar na sua igreja.
Quando era novo, olhava para os padres com curiosidade, porque não dá pra ir contra o que eu acredito que Deus seja — a sexualidade. É como se te dissessem que comer é pecado.
Você conseguiria parar de fazer isso?
Casei muito novo, com 18 anos. Meus amigos sempre tiram sarro disso, porque minha mulher é linda e eles dizem que só um mago como eu poderia fazer ela se apaixonar por mim.
Ela, minha mulher, é o oposto de mim. Embora eu curta nosso sexo, ela estagnou nessa área, o que me faz perder o apetite por ela.
Através do meu site (relacionado ao Tarô), comecei a receber consultas sobre sexo e propostas de todo tipo, que eu nem levava em conta.
Um dia, comecei a conversar em chats e descobri um mundo diferente. Depois do lógico período de adaptação, comecei a ficar popular. Assim, conheci muitas mulheres por esse meio. Logicamente, não queria transar com qualquer uma só pelo ato sexual; se rolasse, tinha que ser do meu jeito.
Sabia que existiria uma mulher com as mesmas ideias que as minhas.
Ser sincero e direto me ajuda muito, porque assim evito encontros frustrantes por gostos diferentes.
Esta primeira história que vou contar não foi a primeira, mas foi a que mais... aproveita
Era um sábado, tipo umas nove da noite, eu já tinha meu grupinho de amigas no chat, então quando uma desconhecida me puxava pro privado, sempre desconfiava, achava que era alguém escondendo a identidade pra tirar alguma coisa de mim.
De repente, uma tal de Mônica me puxa, as perguntas de praxe, fiquei na dúvida se ela me conhecia, então não dei muita trela.
Ela se irritou, me perguntando quem eu pensava que era? Que uma mulher como ela não merecia esse desprezo, então cortei na hora.
Isso deixou ela mais furiosa, me puxava e eu cortava, assim por um bom tempo.
Até que ela saiu da sala.
Uma hora depois, ela entra de novo e escreve coisas no geral pra eu ler, levo ela pro privado e falo que se quer me conhecer, me dá o telefone, assim eu tirava a dúvida se conhecia ela ou não.
Sem hesitar, ela me deu. Tinha me enganado, era de uma cidade da Argentina, bem longe, Santa Fé.
Ligo: "Alô, alô", ela diz.
(Gostei da voz). Bom, falei, vamos continuar pelo chat. Na Argentina, ligações de celular pra longa distância são CARÍSSIMAS, hahaha.
Quando nos conectamos, começamos a nos conhecer. Ela, 30 anos, casada, com problemas em casa.
A conversa foi a de sempre, combinamos de nos conectar no dia seguinte.
No domingo de manhã, eu estava sozinho em casa. O celular me acordou, eram 10h, era ela.
Mônica: "Oi, te incomoda eu ter ligado?"
Eu: "Sim, porque sou casado e não te dei o número nem minha permissão."
Mônica: "Acontece que seu número ficou gravado quando você ligou, e não preguei o olho a noite toda, pensando em você."
Eu: "Tá de brincadeira? Pensando em mim? Se você nem me conhece."
Mônica: "Ontem foi minha primeira vez no chat, e sei que você é um cara legal."
Eu: "Valeu, mas tá se precipitando. O que você sabe de mim?"
Mônica: "Sei."
Eu: "OK (mas é...)"
Mônica: "Quero viajar e te conhecer."
Eu: "Hahaha."
Mônica: "Sério..."
Eu: "Cê é maluca? Sempre faz isso?"
Mônica: "Nunca."
Eu: "Acha que sou um cara comum? Não quero fazer você viajar 600 km e se decepcionar."
Mônica: "Comum? O que você quer dizer? Eu Sexualmente, acho que você não tá à altura
Monica Ha ha ha
Eu Bom, vou te deixar, à noite eu entro
Quando a noite chega, entro como de costume, converso com minhas amigas, até que ela entra,
Monica Hoje você me assustou
Eu Por quê?
Monica Por aquela coisa do normal, o que eu teria que fazer?
Eu Gozar… sentir… se deixar levar
Monica Você vai me machucar?
Eu Quer que eu te machuque?
Monica Não (fez um breve silêncio)
Monica Ok., mas tem coisas que eu não gosto
Eu Essas coisas, você já experimentou?
Monica Não, e acho que não vou gostar,
Eu São tão pesadas assim?
Monica Nunca vou dar a Booty pra um homem porque é antinatural e doloroso, jamais vou provar esperma dele, porque é nojento
Eu A primeira coisa que quero que você saiba é que isso é a dois, ok?
Monica Jura pra mim?
Eu Te prometo, além disso, te explico, eu poderia fazer o que quisesse quando estivéssemos juntos, mas não me satisfaria, de que adianta você fazer só porque eu gosto? A essência do sexo é o poder e isso se consegue na união do casal em todos os sentidos
Monica Ok
Eu Bom, agora me manda uma foto, pra te conhecer
Monica Não faço ideia de como faz, mas durante a semana te mando
Eu Ok, vou esperar
Assim continuou a conversa, depois os e-mails, chegou a foto dela, era uma mulher agradável, as conversas por telefone eram diárias
Até que combinamos um encontro
Íamos nos encontrar em Buenos Aires, quatro dias
Quando chegou o dia, era uma sexta, viajei pra Baires, o transporte dela chegava às 16h
Já tínhamos feito as reservas num hotel
Ela chegou, estava muito bem vestida, dava pra ver que era uma mulher formal, exatamente como eu imaginava
Pegamos um táxi e fomos direto pro hotel
No caminho, conversamos pouco, dava pra ver que ela estava tensa, ou pela situação ou por não ter gostado de mim
Entramos no quarto, depois de nos registrar, ela começou a desfazer as malas,
Monica Trouxe algumas coisas pra você, uma garrafa de uísque de presente, eu não bebo, só pra avisar, um copo e duas taças
Trouxe um aparelho de Cara, vamos de mate?
Eu: Valeu
Eu: Se for whisky, um pouquinho. Beleza, vamos de mate então

Sentamos na cama, conversamos, tomamos mate, relaxamos
Eu: Sabe, Mônica, adoro que você está aqui, você é muito gostosa
Mônica: Eu também tô à vontade com você, mesmo com medo, mas com vontade

Começamos a nos beijar, enquanto isso, tentava perceber que tipo de mulher ela era, porque dava pra notar que ela tava nervosa, hesitante
Resolvi dar uma pausa, porque queria que, na hora do vamos ver, ela estivesse com todos os sentidos na própria sexualidade, e não com falsos pudores, aqueles tipo "O que será que ele vai pensar de mim?" e todas essas questões de criação que impõem às mulheres e que só servem pra castrá-las

Além disso, ia deixar ela pensando: "Por que ele não parte pra cima de mim?" se já tínhamos começado!
Eu: Vou no banheiro, já volto

Abri o chuveiro, tomei um banho. "Me serve um whisky?" falei
Entro no banheiro com o copo, ela só com uma toalha se cobrindo. "Nossa… como você é linda!" falei

Ela entrou no box, tirando a toalha. Enquanto eu me penteava, observava ela pelo espelho. Ela, disfarçadamente, me provocava, ensaboando o corpo de um jeito sensual

Ela tem um corpo muito bom, com destaque pros peitos dela: grandes, rosados, com uns mamilos bem marcados. Depois descobri que eles eram bem firmes e duros, e com uma sensibilidade que nunca vi em mulher nenhuma

Mesmo eu sendo adorador do corpo feminino inteiro, especialmente das bundas, acho que foram os peitos dela que me permitiram dominar ela e fazer ela gozar e desfalecer de prazer

Quando ela fechou o chuveiro, peguei a toalha e comecei a secar ela. Enquanto massageava o corpo dela, percebia como ela se excitava. Abracei ela e beijei com paixão, nossas línguas travaram uma luta de reconhecimento, nossos olhos fechados, nossos sentidos focados no prazer infinito

Enquanto nos beijávamos, minhas mãos começaram a percorrer o corpo dela. Quando roçaram nos mamilos dela, ela soltou um gemido, que não deixei passar despercebido. Ao acariciar as costas dela, sentia como ela Ela se apertava contra mim, se esfregando, cheia de luxúria.
Levei ela pro quarto, a gente transou por umas duas horas.
Não foi algo selvagem, foi só um sexo de reconhecimento e quebra de falsos pudores.
A gente tinha quatro dias.
Propus sair pra comer algo, caminhar um pouco, conversar, a gente fez isso, aproveitamos pra nos conhecer melhor e relembrar nossas conversas por e-mail, chat, etc.
Quando voltamos pro hotel, começaria a melhor parte dessa história, que quero contar com todos os detalhes, se é que depois de tudo isso vocês ainda tão me lendo. Só de lembrar, já tô com uma ereção do caralho, e não sei como vou acalmar, porque tô sozinho.
Entramos no quarto, comecei a desembalar uns bagulhos que tinha trazido: velas, incenso, etc.
Ela me olhava, sem dizer nada, porque já sabia das minhas paradas esotéricas.
Pedi pra ela tirar a roupa de sair, vestir algo mais insinuante e pintar o rosto de um jeito bem sensual.
Apaguei as luzes do quarto, acendi várias velas e o incenso, isso deu um clima místico no ambiente.
Monica love...! que ambiente lindo que você criou, vai ser uma noite inesquecível pra nós dois.
Pedi pra servir uns copos de uísque, e ela respondeu: "Não bebo isso não, só cerveja."
"Vai, me acompanha com um gole, faz parte da magia", falei.
Ela tava realmente muito gostosa, só de olhar já me dava uma puta vontade, ia fazer de tudo pra contagiar ela.
A gente tomou uma dose, e ela disse: "Mmm... vou pegar outra, é estranho mas gostei pela primeira vez."
"Espera, eu sirvo pra você." Tomei um gole do meu copo, sem engolir, me aproximei e dei pra ela beber. O beijo quente, encharcado de álcool e saliva, nos deu uma excitação foda. Lembro que ao ver ela deitada, se entregando pra nossa luxúria, fiquei fascinado. Como um artista, tentei criar uma obra só seguindo a libido, sem fazer nada ensaiado.
Comecei a despir ela, me reconheço como fetichista das roupas íntimas femininas, só deixei ela de calcinha. calcinha minúscula, que na frente tinha só um triângulo de pano tapando a buceta dela, e por trás também minúscula, enfiada no meio da racha, me deixando mais excitado, já que ela tinha uma bunda linda
Que beleza..! Desperdiçada pelo seu marido, comentei
Mônica rindo, Deus dá pão a quem não tem dentes
Peguei a garrafa de uísque e derramei um pouco nos peitos dela, começando a lamber, ela se contorcia de prazer, quando eu chupava o mamilo ela apertava minha cabeça contra os peitos pra eu não parar, quando eu me afastava um pouco ela falava, Olha como eles estão, faz alguma coisa, me concentrei neles, já não chupava porque parecia esfriar, quanto mais eu apertava o mamilo com os lábios, mais ela gemia
Era como se essa mulher tivesse o clitóris no mamilo, mas pra satisfazê-lo, eu tinha que apertar quase machucando ela
Era uma chave, quanto mais o mamilo excitava ela, mais coisas ela queria
Mônica Sssss, não sei o que tá rolando comigo, tô pegando fogo..! quero fazer coisas que nunca fiz…faz o que quiser, Dani, por favor..!
Isso me deixava louco de prazer, uma mulher que eu curtia e me excitava, uma história muito intensa
Descrever as posições que a gente fez seria interminável e não sei se seria exato, porque numa situação dessas, me sinto em contato com uma divindade, num estado alfa e não se tem muita consciência real
Nessa altura nosso desempenho já era supremo, a gente já tava há várias horas de sexo
Tenho a sorte de ter me treinado via Tântrica no controle da ejaculação, senão seria impossível satisfazer uma mulher dessas
Mônica, vou te dar algo que nunca pensei em dar,
Eu Shhhh, só me beija..!
Ela virou, me oferecendo o cuzinho virgem dela, juro que quase gozei, mas por sorte consegui segurar, queria continuar curtindo com ela
Ao encostar meu pau no cu dela, ela soltou um gemido, devia ser muito doloroso pra ela, na primeira tentativa de penetração, ela travou e contraiu os músculos
Tornando impossível eu possuir ela
Deitei de barriga pra cima Pronto, fiz ela se sentar em cima de mim, ela dizia que assim doía mais, mas usei minhas manhas, comecei com um carinho nos bicos dos peitos dela, pra depois transformar em beliscões, isso só fazia ela gozar, quanto mais eu apertava, mais ela ficava excitada, mais relaxava, ela mesma sentou no meu pau, segurando ele com uma mão, apontando pra bunda dela, foi enfiando devagar, agora não parecia mais uma bunda virgem, porque a excitação fez ela dilatar até um ponto surpreendente.

Ao sentir meu pau na bundinha apertada dela, se sentiu possuída e liberada, cavalgava como uma garota de 20 anos, que vitalidade...! ficou assim por meia hora, o cansaço começou a tomar conta de mim, queria dar uma pausa pra recuperar as energias.

Decidi gozar. Mas por causa de tanto mete e tira e dos pelos da buceta dela, esfregando meu pau neles, já tava doendo um pouco, tava ardendo.

Eu: Mônica, vamos descansar um pouco, amor..!
Mônica: Depois sim..?
Eu: Temos tempo, é sábado ainda, faz um dia que a gente tá nessa.
Mônica: Bom, fica quietinho que eu quero experimentar com a boca.
Eu: Depois.
Mônica: Só um pouquinho, vai?
Eu: Tá bom.

Ela desceu, começou a chupar meu pau, não sabia fazer direito, arranhava muito com os dentes, por causa do ardor, me dava mais dor do que prazer. Tive que segurar ela e, bem didático, ensinar como fazer.

Ficou assim por um bom tempo, eu já não estimulava ela, só emprestava meu pau duro que ainda não tinha descarregado. Já era hora... queria gozar na boca dela, não sabia como ela ia reagir, já que achava nojento.

Eu: Amor... quero gozar em você, quero que veja o fruto da sua paixão. Tira um pouco da boca e começa a esfregar.

Ao dizer isso, ela começou uma punheta lenta, que ia me fazer gozar em 20 dias. Estendi a mão pro bico do peito dela, comecei a beliscar, isso acelerou a punheta dela.

Eu: Amor, vou terminar... Ao dizer isso, ela mesma orientou meu pau pra boca dela, seguindo o ritmo da punheta. Enquanto isso, eu já no caminho da explosão, não não só beliscava o mamilo dela, como também enfiava vários dedos na buceta dela, e ela respondia com um movimento pélvico
Quando gozei, parecia que o leite não acabava nunca, surpreendentemente ela não deixou escapar nada, porque o que caía da boca dela, ela juntava e engolia de novo

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